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segunda-feira, 6 de julho de 2026

Brasil fora da Copa: por que uma derrota em campo provoca tanta frustração fora dele?


Após a eliminação para a Noruega, especialista explica por que derrotas em grandes competições despertam ansiedade, sensação de perda e até mudanças de humor entre torcedores
 


A eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo encerrou o sonho do hexacampeonato e provocou uma onda de reações nas redes sociais, em locais de transmissão pública e entre torcedores de todo o país. Choros, indignação, memes e discussões dominaram o noticiário logo após o apito final, evidenciando que, para muitos brasileiros, o impacto da derrota vai muito além do futebol. 

Segundo a psicóloga Dra. Andrea Beltran, especialista em comportamento emocional e psicologia analítica, esse envolvimento tem explicação. Em grandes competições esportivas, a seleção deixa de representar apenas um time e passa a ocupar um lugar simbólico ligado à identidade coletiva, ao pertencimento e à esperança. 

"A seleção representa muito mais do que um grupo de jogadores. Ela desperta arquétipos ligados ao herói, à vitória e ao sentimento de pertencimento. Existe uma identificação emocional compartilhada que faz com que muitas pessoas vivenciem o resultado como algo pessoal." 

Esse vínculo não é apenas uma percepção subjetiva. Uma pesquisa da MindMiners, intitulada O Maior Raio X do Torcedor, mostra que 75% dos brasileiros acompanham futebol com frequência, reforçando a importância cultural do esporte e seu potencial de mobilizar emoções coletivas. 

Para Andrea, o impacto psicológico costuma aumentar conforme a competição avança. 

"Cada fase vencida amplia a expectativa e a projeção de desejos sobre o time. Quando o título parece possível, cresce também a ansiedade. A eliminação rompe uma expectativa construída ao longo de semanas e provoca uma frustração proporcional ao investimento emocional." 

Na psicologia analítica, esse processo é compreendido pelo mecanismo de projeção. Segundo a especialista, desejos inconscientes de conquista, reconhecimento e superação acabam sendo depositados na seleção brasileira. 

"Quando o resultado não acontece, muitas pessoas experimentam sentimentos que ultrapassam o esporte. A derrota pode reativar emoções relacionadas à perda, rejeição ou impotência, ainda que elas não tenham consciência disso." 

Outro fator que potencializa essa experiência é o ambiente digital. Durante a Copa, comentários, análises, memes e discussões se multiplicam em tempo real, tornando praticamente impossível se afastar emocionalmente do acontecimento. 

"As redes sociais intensificam a vivência coletiva. A exposição constante às opiniões, críticas e comparações dificulta o distanciamento emocional e reforça a sensação de que todos estão experimentando aquela mesma frustração." 

Apesar de considerar natural que uma eliminação gere tristeza e decepção, Andrea alerta para os sinais de quando o envolvimento deixa de ser saudável. 

"O esporte deve proporcionar prazer, entretenimento e conexão. Quando o humor, o relacionamento com outras pessoas ou até a produtividade passam a depender do resultado de uma partida, é um sinal de que a experiência esportiva está ocupando um espaço maior do que deveria." 

A especialista destaca ainda que pessoas com maior sensibilidade emocional ou que já convivem com quadros de ansiedade costumam sentir essas oscilações de maneira mais intensa. 

"A Copa desperta emoções legítimas e faz parte da cultura brasileira. Mas reconhecer essas emoções, sem permitir que elas determinem nosso bem-estar, é fundamental para manter uma relação saudável com o esporte." 

Para Andrea, a eliminação da seleção também pode servir como um exercício de autoconhecimento.

"O futebol desperta paixões justamente porque mobiliza aspectos profundos da nossa vida emocional. Entender por que sofremos, comemoramos ou nos frustramos tanto é uma forma de compreender melhor a nós mesmos."



Estudo revela novas descobertas sobre um dos tipos mais comuns de AVC

 

Um tipo comum de acidente vascular cerebral (AVC) pode ter uma origem diferente da que os médicos acreditavam. Um novo estudo conduzido por cientistas da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, em colaboração com pesquisadores internacionais, e publicado na revista Circulation (Link), sugere que o AVC lacunar está mais relacionado a danos nos pequenos vasos sanguíneos do cérebro do que ao acúmulo de placas de gordura nas grandes artérias. A hipótese, por décadas, orientou parte das estratégias de prevenção. 

O AVC lacunar é um tipo de acidente vascular cerebral isquêmico causado pela obstrução de pequenas artérias profundas do cérebro. 

A pesquisa mostrou que o estreitamento das grandes artérias não estava associado ao AVC lacunar nem à progressão da doença dos pequenos vasos. Já a dilatação dessas pequenas artérias apresentou uma forte associação com esse tipo de AVC. Pacientes com vasos dilatados tiveram cerca de quatro vezes mais probabilidade de apresentar um AVC lacunar do que aqueles sem essa alteração. 

Assessoramos a Rede Brasil AVC, presidida pela neurologista e pesquisadora da área, Dra. Sheila Martins, que pode falar sobre essa e outras questões relacionadas ao AVC.  



Rede Brasil AVC
www.redebrasilavc.org.br


VACINAS NO SUS X VACINAS PARTICULARES: ENTENDA A DIFERENÇA!

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O infectologista Dr. Bil Randerson Bassett, especialista da Nina Saúde, explica quais imunizantes estão disponíveis na rede privada que podem complementar a proteção em diferentes fases da vida


Quando o assunto é vacinação, muitas pessoas acreditam que manter a carteira de imunização atualizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é suficiente para garantir proteção contra todas as doenças preveníveis. Embora o programa nacional de imunização brasileiro seja considerado um dos mais completos do mundo, existem vacinas recomendadas por especialistas que ainda não estão disponíveis na rede pública ou que possuem versões mais abrangentes oferecidas apenas na rede privada.

Como é o caso de imunizantes como a vacina contra o meningococo B, a HPV nonavalente, a vacina contra herpes-zóster e algumas versões das vacinas pneumocócicas. Dependendo da faixa etária, histórico de saúde e fatores de risco, elas podem ajudar na proteção oferecida pelo calendário tradicional.

Segundo o infectologista Dr. Bil Randerson Bassetti, cofundador da Nina Saúde, esses imunizantes podem complementar a proteção de crianças, adolescentes, adultos e idosos, contribuindo para a prevenção de doenças potencialmente graves e para a redução do risco de complicações. "Ter acesso a vacinação e manter o calendário vacinal em dia pelo SUS é importante. No entanto, existem imunizantes adicionais que podem ser recomendados de acordo com a idade, o histórico de saúde, as condições clínicas e os fatores de risco de cada pessoa. O mais importante é que essa avaliação seja feita de forma individualizada", explica o especialista.

Veja abaixo algumas das vacinas listadas pelo infectologista que são importantes e que estão disponíveis na Nina Saúde, healthtech especializada em vacinação e serviços de saúde domiciliar que une tecnologia:

 

Meningocócica B

A meningite meningocócica é uma infecção rara, mas que pode evoluir rapidamente e causar sequelas graves ou até mesmo levar à morte, especialmente entre crianças pequenas. Embora o sorogrupo B seja atualmente o mais frequente entre os casos da doença meningocócica no Brasil, a vacina contra esse tipo da bactéria segue disponível apenas na rede privada.

Recentemente, o Ministério da Saúde decidiu não incorporar o imunizante ao calendário infantil do SUS, mantendo a recomendação restrita na rede privada. A vacina é considerada uma importante ferramenta de prevenção e pode ser indicada principalmente para crianças, além de adolescentes e adultos em situações específicas, conforme orientação médica.

Vírus Sincicial Respiratório (VSR)

O VSR é principal causador da bronquiolite e uma das principais causas de internação de bebês nos primeiros meses de vida. No SUS, gestantes podem receber a vacina Abrysvo, que protege a mãe e, por meio da transferência de anticorpos, também o bebê, especialmente durante os primeiros meses de vida. Já o anticorpo monoclonal Beyfortus (nirsevimabe), administrado diretamente ao bebê, é oferecido na rede pública apenas para recém-nascidos prematuros e outros grupos prioritários. Assim, para bebês que não se enquadram nesses critérios, o acesso ao Beyfortus está disponível apenas na rede privada. A imunização continua sendo a principal estratégia para reduzir o risco de bronquiolite e outras complicações respiratórias graves causadas pelo VSR, especialmente entre bebês, idosos e pessoas com condições de saúde que aumentam a vulnerabilidade a infecções.

Herpes-zóster

Indicada principalmente para pessoas a partir dos 50 anos, a vacina protege contra o herpes-zóster, conhecido popularmente como cobreiro. A doença ocorre pela reativação do vírus da catapora e pode provocar dores intensas que persistem por semanas ou até meses após o desaparecimento das lesões.

HPV nonavalente

Enquanto o SUS disponibiliza a vacina quadrivalente contra o HPV para públicos específicos, a versão nonavalente, encontrada na rede privada, tem proteção contra um número maior de subtipos do vírus associados ao desenvolvimento de diferentes tipos de câncer e lesões pré-cancerosas.

Pneumocócicas de cobertura ampliada

A bactéria pneumococo pode causar doenças graves, como pneumonia, meningite e infecções na corrente sanguínea. Recentemente, o SUS incorporou a vacina pneumocócica conjugada 20-valente (Pneumo 20) ao calendário nacional de vacinação. No entanto, o esquema adotado na rede pública difere do recomendado em bula e pelas sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Enquanto o SUS oferece um esquema de duas doses, na rede privada é recomendado o esquema completo de quatro doses.

Vacina contra a dengue

A vacinação contra a dengue já começou a ser incorporada ao SUS, mas ainda está restrita a faixas etárias e regiões específicas. Para pessoas que não fazem parte dos grupos contemplados pela rede pública, a vacinação na rede privada pode ser uma alternativa para ampliar a proteção contra a doença.

 

Onde encontrar esses imunizantes?

Esses e outros imunizantes estão disponíveis na Nina Saúde, healthtech especializada em vacinação e serviços de saúde domiciliar. A empresa possui atendimento em estados como Espírito Santo, Goiás, Santa Catarina, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul, permitindo que crianças, adultos e idosos recebam as vacinas no conforto de casa. Além da aplicação dos imunizantes, a equipe auxilia pacientes e familiares na avaliação da carteira vacinal e na identificação das vacinas indicadas para cada fase da vida e perfil de saúde.

"A vacinação continua sendo uma das estratégias mais eficazes para prevenir doenças e reduzir complicações. Mais do que seguir um calendário, é importante entender quais imunizantes fazem sentido para cada fase da vida e garantir que essa proteção esteja sempre atualizada", finaliza Dr. Bassetti. Para saber mais sobre o serviço disponibilizado pela Nina Saúde, acesse: Link

 

Nina Saúde


Iluminação saudável é aliada na prevenção de problemas oculares

 Especialista revela como ajustes na luz ambiente podem ser decisivos na luta contra doenças oculares


 Metade da população mundial pode ser míope até 2050, segundo projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS). O dado acende um alerta para a necessidade de mudanças nos hábitos visuais, especialmente em relação à iluminação dos ambientes, ao tempo de exposição às telas digitais e às atividades ao ar livre.

 O Dia da Saúde Ocular, celebrado em 10 de julho, é uma data dedicada à conscientização sobre os cuidados com a visão e à prevenção de doenças que podem comprometer a qualidade de vida. A iniciativa busca alertar para hábitos simples, como manter boa iluminação nos ambientes, realizar consultas oftalmológicas regulares e incentivar atividades ao ar livre, que ajudam a reduzir o avanço da miopia e outras complicações visuais.

 Estudos publicados na revista científica ‘Ophthalmology’ associam o esforço prolongado de visão para perto ao avanço da miopia. Manter smartphones e tablets a menos de 30 cm obriga o músculo ciliar a trabalhar continuamente para focalizar. Em crianças e adolescentes, esse esforço pode sinalizar ao globo ocular que ele “cresça” para melhorar o foco de perto, o chamado alongamento ocular, mecanismo central da miopia.

 Neste contexto, a especialista em iluminação saudável, Adriana Tedesco, oferece uma perspectiva valiosa sobre como a iluminação adequada pode ser uma aliada importante na prevenção de problemas visuais. Tedesco adverte contra o uso de luminárias que causam ofuscamento ou excesso de contrastes nos ambientes, com brilho muito intenso, e lâmpadas expostas sem difusor, que podem exacerbar ou até mesmo desencadear condições oculares adversas.

 "Os sintomas da fadiga visual relacionados ao ofuscamento da luz elétrica são: dor de cabeça, sensação de vista cansada, ardência nos olhos, vermelhidão, visão turva, inchaço na região, visão dupla e embaçada, coceira, lacrimejo e ressecamento dos olhos," explica Tedesco. A iluminação artificial inadequada, sem variação de intensidade ou temperatura de cor, desregula o ciclo circadiano, afetando sono e bem-estar.

 A verdade é que muitas vezes, a importância da saúde ocular é subestimada, com poucas pessoas reconhecendo os riscos cotidianos que nossos olhos enfrentam, especialmente em ambientes internos. A iluminação em nossas casas e locais de trabalho, embora essencial para o nosso bem-estar e produtividade, pode, se não for devidamente considerada, contribuir significativamente para problemas de visão.

A falta de consciência sobre como a luz afeta diretamente a saúde dos nossos olhos leva muitos a ignorar práticas de iluminação saudável, expondo-se a longo prazo a condições oculares que poderiam ser evitadas.

 Esta fadiga acontece como um mecanismo de defesa para evitar lesões na retina, para compensar o ofuscamento causado pelas luminárias. "Se estes  sintomas acontecem no cotidiano e sobretudo no final do dia, o risco é maior e preocupante, pois podem comprometer a saúde ocular, agravando ou desencadeando doenças oculares", pondera.

 Ela ressalta ainda a importância de um projeto de iluminação que leve em consideração a saúde ocular, recomendando o uso de peças com recuo ou difusores para mitigar os riscos.

"É muito importante que o projeto de iluminação contemple esta assessoria especializada, capacitada para avaliar os equipamentos de iluminação, a fim de evitar peças que possam comprometer a saúde ocular, especificando peças com recuo, onde a lâmpada fica camuflada, ou então peças com difusores".

A especialista afirma que criar uma harmonia visual, equilibrando os índices de iluminância dos ambientes, é fundamental para o conforto visual. "A intensidade da luz também precisa ser adequada às tarefas dos ambientes", alerta.

 Além disso, Tedesco oferece conselhos práticos para melhorar a iluminação nos espaços habitados: "Evitar lâmpadas com fluxo muito intenso, sem qualquer tipo de proteção, expostas em pendentes sem um difusor acrílico ou vidro, em spots focais faceados na própria peça ou abajures de leitura nas mesmas condições. Evitar muito contraste no ambiente, ou seja, áreas muito iluminadas e outras não, causando sombras marcantes, onde o aparelho visual precisa ficar em constante adaptações (claro e escuro)."

 A combinação de um diagnóstico precoce, tratamento adequado e uma iluminação cuidadosamente planejada pode significar a diferença entre manter uma boa saúde ocular e enfrentar desafios visuais no futuro. Este enfoque holístico na prevenção da perda de visão, especialmente entre as mulheres, é um passo importante para combater a crescente prevalência de deficiências visuais em todo o mundo.




Adriana Tedesco - tem como missão projetar ambientes luminosos saudáveis, trazendo experiências da natureza para dentro de nossos espaços, permitindo que o corpo humano reconheça e se sincronize com os ciclos naturais. Seu trabalho visa proporcionar bem-estar e qualidade de vida, transformando a iluminação em uma ferramenta de cura e reconexão com a própria essência. Ela é titular do Studio Guido Projetos de Iluminação Integrativa, referência no setor, onde lidera o desenvolvimento de projetos que aliam luz e saúde. Seu escritório é um dos poucos especializados nessa abordagem inovadora, que considera os impactos da iluminação no ser humano. Ela se aprofundou nos impactos da luz artificial na saúde e no comportamento humano, especializando-se em Lighting Design com foco em neurociência e bem-estar. É pós-graduada em Naturopatia, capacitada em Neuroiluminação pelo Instituto Poli Design de Milão e possui MBA em Neuroarquitetura e Iluminação pelo Instituto Franklin Covey. Como especialista em design biofílico, Adriana une diferentes áreas do conhecimento para criar uma metodologia própria na projeção da iluminação nos ambientes construídos. Sua abordagem humanizada coloca as pessoas no centro dos projetos, minimizando os impactos negativos da luz artificial e promovendo um ambiente mais harmônico e equilibrado.

Studio Guido Projetos de Iluminação Integrativa
Rua Guaiaó, 66 - sala 809 - Praiamar Corporate - Santos - SP.
Telefone: (13) 3234-3445.


O que a ciência diz sobre o chocolate no Dia Mundial do doce mais amado

 Ele está entre os alimentos mais adorados do mundo e frequentemente aparece associado a benefícios para a saúde. Descubra aqui o que já se sabe sobre essa delícia!

 

Todo chocolate faz bem à saúde
Mito
Embora o chocolate seja frequentemente associado a benefícios para a saúde, nem todas as versões oferecem os mesmos efeitos. Isso porque as propriedades mais interessantes do cacau estão relacionadas aos flavonoides, especialmente os flavanóis, substâncias com ação antioxidante e anti-inflamatória.

De modo geral, quanto maior o teor de cacau, maior tende a ser a concentração desses compostos bioativos. Portanto, chocolates com baixo percentual de cacau e grandes quantidades de açúcar e gordura (como é o caso do chocolate ao leite e o chocolate branco) costumam apresentar menores concentrações dessas substâncias. “Invista nas versões que tenha na composição 80% ou mais cacau, mas, ainda assim, consuma com moderação”, explica Fabiana Cremer García, nutricionista e membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife.
 

O cacau em pó é uma fonte de fibras

Verdade

Pouca gente sabe, mas o cacau em pó 100% é um alimento naturalmente rico em fibras. Dependendo da marca e do processamento, ele pode conter entre 30% e 35% de fibras, o que representa cerca de 2 a 3 gramas em apenas uma colher de sopa. “Uma dieta rica em fibras ajuda a prolongar a sensação de saciedade, contribui para o bom funcionamento do intestino e está associada a um melhor controle do peso corporal”, coloca a nutricionista.
 

O cacau faz bem ao coração e à circulação

Verdade

Revisões científicas mostram que os flavanóis do cacau podem melhorar a função dos vasos sanguíneos e favorecer a circulação, como a meta-análise publicada no American Journal of Clinical Nutrition. O trabalho observou melhora da dilatação dos vasos sanguíneos após o consumo de chocolate ou cacau rico em flavanóis. Esse mecanismo facilita a circulação do sangue e é considerado um importante indicador da saúde cardiovascular.
 

O cacau não tem vitaminas nem minerais relevantes

Mito

Além dos compostos antioxidantes, o cacau também oferece nutrientes importantes para o organismo. Entre eles estão vitaminas do complexo B, envolvidas no metabolismo energético, além de minerais como magnésio, ferro e potássio. O magnésio participa da função muscular e nervosa, o ferro é essencial para a formação das células do sangue, e o potássio ajuda no equilíbrio da pressão arterial.
 

Comer chocolate pode ajudar no humor

Verdade

O cacau contém compostos bioativos que interagem com o sistema nervoso central, como a teobromina, a feniletilamina e pequenas quantidades de triptofano, aminoácido precursor da serotonina. Embora o efeito não seja comparável ao de medicamentos ou tratamentos para transtornos de humor, pesquisas sugerem que o consumo de cacau e de chocolate amargo pode estar associado a uma sensação temporária de bem-estar e prazer.
 

O cacau alimenta as bactérias boas do intestino

Verdade

Estudos sugerem que muitos dos polifenóis do cacau chegam ao intestino grosso, onde são metabolizados pela microbiota intestinal. Nesse processo, eles podem favorecer o crescimento de bactérias consideradas benéficas, como as dos gêneros Lactobacillus e Bifidobacterium, além de contribuir para a redução de algumas espécies potencialmente prejudiciais. Essas alterações podem ajudar a promover um microbioma mais equilibrado, embora os mecanismos envolvidos e seus impactos sobre a saúde humana ainda estejam sendo investigados.
 

O cacau tem substâncias que ajudam a proteger as células

Verdade

O cacau está entre os alimentos mais ricos em compostos fenólicos. Seus principais antioxidantes são especialmente a epicatequina e a catequina. “Essas substâncias contribuem para neutralizar os radicais livres, moléculas que, quando produzidas em excesso, podem atuar no envelhecimento celular e para processos inflamatórios”, comenta a nutricionista. Por esse motivo, o consumo de cacau tem sido amplamente estudado por seu potencial papel na proteção cardiovascular, cerebral e metabólica.
 

Chocolate engorda

Mito

Nenhum alimento, por si só, determina o ganho de peso. O aumento ou a perda de peso dependem do balanço energético global e dos hábitos alimentares. Portanto, o chocolate pode fazer parte de uma alimentação saudável quando consumido em porções adequadas.

“Embora não exista uma quantidade diária oficialmente recomendada, uma porção entre 20 e 30 gramas de chocolate amargo com alto teor de cacau pode ser uma forma prática de aproveitar seus compostos bioativos dentro de uma alimentação equilibrada”, afirma Fabiana Cremer.
 

Pessoas com diabetes não podem comer chocolate

Mito

Segundo a especialista, pessoas com diabetes não precisam necessariamente eliminar o chocolate da alimentação. O mais importante é considerar a quantidade consumida, o teor de açúcares adicionados e o contexto geral da dieta.

 

Herbalife
www.Herbalife.com

 

Como lidar com as expectativas e frustrações das crianças na Copa do Mundo?

Crédito: Wynitow Butenas
Hospital Pequeno Príncipe

A vivência do evento esportivo pode transformar-se em uma experiência educativa


A Copa do Mundo transforma a rotina das famílias, mobiliza escolas, enche ruas de bandeiras e cria um clima de entusiasmo coletivo que também envolve as crianças. Embora a competição desperte alegria e senso de pertencimento, também pode ser uma oportunidade para ensinar sobre expectativas, frustrações e amadurecimento emocional. 

Segundo o psicólogo e coordenador do curso de Psicologia da Faculdades Pequeno Príncipe, Bruno Jardini Mäder, as crianças costumam vivenciar a expectativa pela Copa do Mundo de forma diferente dos adultos. Isso acontece porque ainda estão desenvolvendo habilidades cognitivas e emocionais que permitem diferenciar melhor o desejo da realidade. 

“A criança tem mais dificuldade para modular suas expectativas. E a sua imaturidade cognitiva dificulta dela conseguir separar um pouco a expectativa da realidade. Ou seja, a expectativa de realização é muito próxima sensorialmente da própria realização”, explica o especialista. 

Essa característica faz com que a espera pelo desempenho da seleção seja difícil. Enquanto os adultos compreendem que há várias etapas até uma possível conquista, para muitas crianças a ideia de ser campeã parece algo imediato. Além disso, a ansiedade pelo resultado pode surgir até durante as partidas, quando querem saber rapidamente quem vai vencer.

 

Por que as crianças criam expectativas na Copa do Mundo?

O psicólogo destaca que as expectativas infantis não surgem por acaso. Elas são construídas dentro de um contexto cultural fortemente marcado pela importância do futebol no Brasil. Durante a Copa do Mundo, adultos comentam os jogos, decoram casas, usam camisetas da seleção, organizam reuniões e acompanham as partidas. 

Assim, as crianças observam toda essa movimentação e passam a compartilhar o mesmo entusiasmo. “Elas percebem o valor social e cultural desse momento histórico. Estão imersas nessa cultura e participam dela junto com a família e a sociedade”, realça Mäder. Por isso, é natural que criem expectativas e se envolvam emocionalmente com os resultados.

 

Como a derrota e a vitória viram aprendizado?

Embora a torcida esteja sempre voltada para a vitória, o especialista afirma que uma eventual derrota pode transformar-se em uma importante experiência educativa. O fracasso de um time permite que pais e cuidadores conversem sobre outras frustrações da vida, como não conseguir a nota desejada ou não participar de determinada atividade. 

Nesse sentido, o papel dos adultos é validar os sentimentos da criança diante da decepção. “É importante reconhecer que perder é triste e frustrante. O que não significa permitir comportamentos agressivos ou descontar essa frustração nos outros.” A orientação é acolher a tristeza, conversar sobre o ocorrido e incentivar a resiliência, pois novas oportunidades surgirão no futuro. 

Por outro lado, o aprendizado não acontece apenas quando o time perde. As vitórias também oferecem oportunidades valiosas para o desenvolvimento emocional. Segundo Mäder, saber ganhar é tão importante quanto saber perder. Isso significa comemorar sem humilhar adversários ou menosprezar quem torcia para outra seleção. 

“O esporte é um espaço privilegiado para aprender a lidar com emoções. Quando a vitória acontece, também é preciso aprender a respeitar os sentimentos dos outros. Existem chances das coisas saírem do jeito que a gente pensou e do jeito que a gente não pensou.”

 

O papel dos pais e cuidadores

As disputas esportivas são formas de manifestar competitividade e de expressar emoções que, em outros contextos sociais, precisam ser controladas. Sua dimensão civilizatória permite canalizar impulsos agressivos e competitivos de maneira socialmente aceita, contribuindo para o aprendizado do autocontrole. 

Além disso, possui uma importante dimensão cultural, especialmente evidenciada pela Copa do Mundo, que promove forte identificação coletiva e sentimento de pertencimento. 

Para que a experiência da Copa do Mundo seja positiva, o psicólogo sugere que os pais e cuidadores valorizem aspectos que vão além do resultado dentro de campo. É um momento de ajudar as crianças a vivenciarem a disputa de forma divertida e saudável. Entre as recomendações estão:

  • explicar às crianças o significado da competição;
  • destacar o esforço e a dedicação dos atletas;
  • valorizar o mérito dos adversários;
  • promover momentos de convivência familiar durante os jogos;
  • envolver-se em todos os rituais ligados ao jogo;
  • ensinar respeito às diferenças e às torcidas;
  • aproveitar para apresentar elementos da cultura e da identidade nacional.


Sinais de frustração que merecem atenção

Embora seja normal que crianças fiquem tristes com uma derrota, o psicólogo alerta para comportamentos desadaptativos, ou seja, que atrapalham o desenvolvimento, tanto o social, relacional ou cognitivo, como:

  • recusar-se a ir à escola;
  • tornar-se excessivamente agressivo;
  • apresentar isolamento social;
  • manter reações desproporcionais por longos períodos.

Se esses sinais também aparecem em outras situações do cotidiano, e não apenas nas relacionadas ao futebol, os pais devem considerar buscar apoio profissional.


O avanço dos análogos de GLP-1 ou, popularmente conhecida como canetas emagrecedoras abriu uma nova frente no tratamento da obesidade, mas também expôs um desafio conhecido dos profissionais de saúde: pacientes com o mesmo diagnóstico podem ter respostas diferentes ao mesmo tratamento. É nesse cenário que a medicina de precisão e os exames nutrigenéticos ganham espaço, ao oferecer informações que ajudam a personalizar condutas e a antecipar riscos. Segundo o Conselho Federal de Farmácia, o uso desses medicamentos cresceu 88% em relação a 2024. O setor já movimenta cerca de R$ 9 bilhões em importações no país. Entre os princípios ativos utilizados estão a semaglutida e a tirzepatida, substâncias que atuam em hormônios relacionados à saciedade e ao controle do apetite. A semaglutida pode levar a uma média de até 15% de perda de peso, enquanto a tirzepatida pode alcançar entre 22% e 25%, dependendo da dose, do acompanhamento profissional e da mudança no estilo de vida do paciente. Personalização e segurança no centro da discussão Ao mesmo tempo em que os resultados chamam atenção, aumentam os alertas sobre segurança e uso adequado. Recentemente, a Anvisa reforçou os riscos do uso indevido desses medicamentos e citou o alerta da agência reguladora do Reino Unido sobre a possibilidade, ainda que rara, de pancreatite aguda grave em pacientes em tratamento. Entre 2020 e dezembro de 2025, foram registradas 145 notificações de suspeitas de eventos adversos relacionados aos análogos de GLP-1 no Brasil, incluindo seis casos com desfecho de óbito. Nos últimos anos, a agência também publicou alertas sobre riscos de aspiração durante procedimentos anestésicos e casos raros de perda de visão associados à semaglutida. O que os testes genéticos podem revelar Na obesidade, a medicina de precisão busca transformar dados genéticos em apoio clínico para decisões mais assertivas. A proposta é compreender com mais profundidade fatores biológicos ligados à fome, à saciedade, ao metabolismo energético e à resposta ao tratamento medicamentoso. Segundo a Dra. Annete Marum, nutricionista e diretora científica da Ciera Genomics, a obesidade precisa ser tratada para além de uma lógica de culpa individual. “Hoje sabemos que há componentes genéticos envolvidos no comportamento alimentar, no metabolismo energético, no armazenamento de gordura e também na forma como cada paciente responde ao tratamento. Quando esses dados entram na avaliação clínica, fica mais fácil construir uma estratégia mais individualizada e realista”, afirma a Dra. Annete. Entre os genes que podem ser analisados pelos testes genéticos estão marcadores associados ao comportamento alimentar, compulsão, saciedade e metabolismo energético, como FTO, LEP, LEPR e MC4R. O exame da Ciera Genomics, em especial, inclui análises relacionadas ao comportamento alimentar e metabolismo, fatores que podem impactar diretamente os resultados do emagrecimento. Além do risco para fatores associados à obesidade, a genética pode impactar a resposta individual aos medicamentos análogos de GLP-1, usados hoje como tratamento da obesidade. Pessoas que apresentam uma herança genética de risco no gene GLP1R, que codifica o receptor do GLP1, podem apresentar menor eficiência na perda de peso com o uso do fármaco. Por isso, tem sido comum ouvir relatos de pessoas satisfeitas com o tratamento, mas outras frustradas porque perderam bem menos peso do que esperado com o tratamento prescrito pelo médico. Além da genética, o impacto do sono Na prática, esse tipo de análise ajuda a explicar por que alguns pacientes relatam mais fome ao longo do dia, dificuldade em atingir saciedade ou episódios recorrentes de compulsão alimentar. “Muitas vezes, o paciente se culpa por não conseguir emagrecer, quando existem fatores biológicos importantes envolvidos nesse processo”, diz a Dra. Annete. Ela cita o caso de uma paciente pós-bariátrica que apresentava reganho de peso. Apesar do exame indicar predisposição genética favorável ao emagrecimento, o principal fator identificado foi a privação crônica de sono associada à apneia. Após o tratamento adequado, houve melhora no controle da compulsão alimentar, aumento da disposição para atividades físicas e evolução do processo de emagrecimento. Para os especialistas, o avanço da medicina de precisão representa uma mudança importante na forma de tratar a obesidade: com abordagens mais individualizadas, baseadas em ciência e menos centradas na culpa do paciente. Ciera Genomics

 

O avanço dos análogos de GLP-1 ou, popularmente conhecida como canetas emagrecedoras abriu uma nova frente no tratamento da obesidade, mas também expôs um desafio conhecido dos profissionais de saúde: pacientes com o mesmo diagnóstico podem ter respostas diferentes ao mesmo tratamento.

É nesse cenário que a medicina de precisão e os exames nutrigenéticos ganham espaço, ao oferecer informações que ajudam a personalizar condutas e a antecipar riscos. Segundo o Conselho Federal de Farmácia, o uso desses medicamentos cresceu 88% em relação a 2024. O setor já movimenta cerca de R$ 9 bilhões em importações no país. Entre os princípios ativos utilizados estão a semaglutida e a tirzepatida, substâncias que atuam em hormônios relacionados à saciedade e ao controle do apetite. A semaglutida pode levar a uma média de até 15% de perda de peso, enquanto a tirzepatida pode alcançar entre 22% e 25%, dependendo da dose, do acompanhamento profissional e da mudança no estilo de vida do paciente. 


Personalização e segurança no centro da discussão

Ao mesmo tempo em que os resultados chamam atenção, aumentam os alertas sobre segurança e uso adequado. Recentemente, a Anvisa reforçou os riscos do uso indevido desses medicamentos e citou o alerta da agência reguladora do Reino Unido sobre a possibilidade, ainda que rara, de pancreatite aguda grave em pacientes em tratamento. Entre 2020 e dezembro de 2025, foram registradas 145 notificações de suspeitas de eventos adversos relacionados aos análogos de GLP-1 no Brasil, incluindo seis casos com desfecho de óbito. Nos últimos anos, a agência também publicou alertas sobre riscos de aspiração durante procedimentos anestésicos e casos raros de perda de visão associados à semaglutida. 


O que os testes genéticos podem revelar

Na obesidade, a medicina de precisão busca transformar dados genéticos em apoio clínico para decisões mais assertivas. A proposta é compreender com mais profundidade fatores biológicos ligados à fome, à saciedade, ao metabolismo energético e à resposta ao tratamento medicamentoso. Segundo a Dra. Annete Marum, nutricionista e diretora científica da Ciera Genomics, a obesidade precisa ser tratada para além de uma lógica de culpa individual.

“Hoje sabemos que há componentes genéticos envolvidos no comportamento alimentar, no metabolismo energético, no armazenamento de gordura e também na forma como cada paciente responde ao tratamento. Quando esses dados entram na avaliação clínica, fica mais fácil construir uma estratégia mais individualizada e realista”, afirma a Dra. Annete. Entre os genes que podem ser analisados pelos testes genéticos estão marcadores associados ao comportamento alimentar, compulsão, saciedade e metabolismo energético, como FTO, LEP, LEPR e MC4R. O exame da Ciera Genomics, em especial, inclui análises relacionadas ao comportamento alimentar e metabolismo, fatores que podem impactar diretamente os resultados do emagrecimento. 

Além do risco para fatores associados à obesidade, a genética pode impactar a resposta individual aos medicamentos análogos de GLP-1, usados hoje como tratamento da obesidade. Pessoas que apresentam uma herança genética de risco no gene GLP1R, que codifica o receptor do GLP1, podem apresentar menor eficiência na perda de peso com o uso do fármaco. Por isso, tem sido comum ouvir relatos de pessoas satisfeitas com o tratamento, mas outras frustradas porque perderam bem menos peso do que esperado com o tratamento prescrito pelo médico.


Além da genética, o impacto do sono

Na prática, esse tipo de análise ajuda a explicar por que alguns pacientes relatam mais fome ao longo do dia, dificuldade em atingir saciedade ou episódios recorrentes de compulsão alimentar. “Muitas vezes, o paciente se culpa por não conseguir emagrecer, quando existem fatores biológicos importantes envolvidos nesse processo”, diz a Dra. Annete. Ela cita o caso de uma paciente pós-bariátrica que apresentava reganho de peso. Apesar do exame indicar predisposição genética favorável ao emagrecimento, o principal fator identificado foi a privação crônica de sono associada à apneia. Após o tratamento adequado, houve melhora no controle da compulsão alimentar, aumento da disposição para atividades físicas e evolução do processo de emagrecimento. 

Para os especialistas, o avanço da medicina de precisão representa uma mudança importante na forma de tratar a obesidade: com abordagens mais individualizadas, baseadas em ciência e menos centradas na culpa do paciente.

 

Ciera Genomics 

 

Explorando o mundo das finanças: 5 lições de educação financeira para ensinar as crianças nas férias

Descontração das férias escolares também pode guardar ensinamentos; veja como preparar as crianças para uma vida financeira saudável

 

Com a chegada das férias escolares, muitos pais estão em busca de atividades complementares para seus filhos. Uma oportunidade valiosa que pode ser explorada durante esse período é ensinar sobre educação financeira; afinal, compreender os conceitos básicos de economia desde cedo é fundamental para fornecer uma base sólida de conhecimento, preparando-as para um futuro financeiramente saudável.

 

“Ao aprender sobre educação financeira, as crianças poderão desde cedo exercitar a tomada de decisões conscientes e responsáveis em relação ao dinheiro, desenvolvendo uma compreensão mais profunda sobre seu valor. Quanto mais cedo se puder ensinar e aprender conceitos financeiros básicos, como distinguir entre necessidades e desejos, maior é a chance que se está dando às futuras gerações para gerenciar suas finanças de forma eficaz e saudável”, explica Thaíne Clemente, executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal.

 

Para ajudar os pais a introduzirem o assunto na rotina dos filhos, a executiva elenca cinco dicas práticas para as férias. Confira:

 

Incentive o planejamento financeiro


Durante as férias, envolva seus filhos no processo de planejamento financeiro familiar, explicando a importância de estabelecer metas, como economizar para uma viagem, um brinquedo ou qualquer outro objetivo.

 

Ajude-os a criar seu primeiro plano de ação, definindo passos para atingir essas metas; por exemplo, sugira economizar uma parte do dinheiro que recebem para comprar algo que desejam. É uma ótima oportunidade para mostrar como estabelecer um objetivo específico, definir prazos e acompanhar o progresso.

 

Diferencie necessidades de vontades


É importante que seus filhos compreendam a diferença entre necessidades e desejos, ajudando a reconhecer que algumas coisas são essenciais, como alimentação, moradia e educação, enquanto outras são apenas desejos, como itens de luxo e entretenimento. Explique como fazer escolhas conscientes sobre como gastar o dinheiro, priorizando o que realmente é necessário e considerando as vontades dentro de um orçamento estabelecido.

 

Promova o hábito de economizar

 

Estimule seus filhos a economizarem dinheiro, seja por meio de um cofrinho ou uma conta bancária própria, mostrando como pequenas economias podem se acumular ao longo do tempo. Explique que guardar uma parte do dinheiro recebido pode ser útil para alcançar objetivos futuros, como a compra de um brinquedo especial, um jogo mais caro ou qualquer item que esteja na lista de desejos.

 

Mantenha o diálogo sobre finanças


Promova regularmente conversas sobre finanças, oferecendo a oportunidade para tirar dúvidas, propondo discussões sobre o assunto para a criança exercitar os conhecimentos adquiridos e também compartilhando experiências pessoais suas para ensinar pelo exemplo. Falar sobre dinheiro abertamente ajuda as crianças a desenvolverem uma mentalidade saudável em relação ao tema e a tomarem decisões financeiras informadas.

 

Jogos e atividades educativas


Utilize jogos, aplicativos e atividades lúdicas relacionadas à educação financeira para envolver as crianças durante as férias. Existem diversos recursos disponíveis, como jogos de tabuleiro, aplicativos de simulação financeira e atividades práticas para ensinar sobre finanças de forma divertida e interativa.

 

“Os pais desempenham um papel fundamental no desenvolvimento da vida financeira de seus filhos. Ao inserir dicas práticas durante as férias, eles proporcionam um ambiente de aprendizado estimulante, onde as crianças podem adquirir habilidades fundamentais. Além disso, a educação financeira é um processo contínuo, não se limita a um único momento. À medida que as crianças crescem, é importante adaptar as lições de acordo com sua idade e capacidade de compreensão”, finaliza a executiva.

 

 

Simplic


Estação Engenheiro Goulart recebe ação de testagem gratuita de IST

Ação acontece no dia 7 de julho, das 14h às 18h 


Será realizado no dias 7 de julho uma ação gratuita de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) na Estação Engenheiro Goulart. Serão oferecidos testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C, com resultado em cerca de 15 minutos, além de distribuição de preservativos e gel lubrificante, orientações sobre saúde sexual e uso do autoteste para HIV. Em caso de resultado positivo, os participantes serão encaminhados aos serviços de saúde para acompanhamento.

Serviço:

Ação de Testagem de ISTs

Local: Estação Engenheiro Goulart
Data: terça-feira (07/07)
Horário: das 14h às 18h


Banho quente sem susto: cuidados com o chuveiro elétrico no inverno


Banhos quentes e demorados podem contribuir com uma
 sobrecarga elétrica  e atrapalhar o momento relax, especialmente
em residências com instalações mais antigas ou com itens inadequados |
 divulgação
A Sil Cabos Elétricos explica por que o disjuntor pode desarmar durante o uso do chuveiro e como evitar problemas nas instalações elétricas 



C
om o inverno, o chuveiro elétrico passa a ser ainda mais exigido nas residências, já que os banhos tendem a ficar mais quentes e relaxantes. Em casas com mais de um banheiro, a cena é clássica: duas pessoas resolvem tomar banho ao mesmo tempo e, de repente, o disjuntor desarma. Em outros casos, a família decide trocar o chuveiro por um modelo mais potente, em busca de mais conforto nos dias frios, e o problema se repete: o disjuntor cai novamente.

Mas, afinal, por que isso acontece? Para abordar dilemas comuns dos consumidores, a Sil Cabos Elétricos, líder nacional no segmento de condutores elétricos de baixa tensão, explica quais são os principais fatores que podem causar esse tipo de inconveniente, os riscos para as instalações elétricas, além dos cuidados necessários para evitar acidentes, especialmente na hora de um bom banho. Confira!



Quando o consumo passa do limite

Primeiramente, é importante entender o que é uma sobrecarga elétrica. Essa situação ocorre quando o consumo elétrico supera o valor definido para um determinado circuito. Por isso, equipamentos de alto consumo precisam contar com uma proteção adequada e, em muitos casos, exclusiva. Essa função é desempenhada pelo disjuntor, responsável por proteger o circuito elétrico contra momentos de sobrecarga e curto-circuito.

Nos dias mais frios, é comum o hábito de abrir um ‘fiozinho’
de água para manter a temperatura quente do chuveiro elétrico
divulgação
No caso do chuveiro elétrico, o cuidado deve ser ainda maior em comparação com outros aparelhos. “Por se tratar de um aquecedor de água e de um dos equipamentos que mais exige da instalação elétrica nas residências brasileiras, o chuveiro deve contar com circuito elétrico exclusivo, com condutores e disjuntor dimensionados de acordo com sua potência e tensão”, comenta Nelson Volyk, engenheiro de produtos da Sil Cabos Elétricos.

Além disso, por questões de segurança, de acordo com a norma NBR 5410, também não é permitido o uso de plugues e tomadas na conexão de aquecedores de água.


Troca de modelo

Em busca de conforto e de um banho ainda mais quente, muitas pessoas trocam o modelo do chuveiro por um mais moderno. No entanto, essa substituição não deve ser feita sem antes avaliar se a instalação elétrica existente está preparada. “Quando o consumo do chuveiro é maior do que a capacidade do circuito, podem ocorrer desarmes frequentes do disjuntor, aquecimento dos cabos, sobrecargas e riscos à segurança”, relata Nelson.

Dessa forma, é preciso entender que a corrente elétrica exigida pelo chuveiro deve ser menor ou igual ao valor nominal do disjuntor. Ao mesmo tempo, o valor do disjuntor deve ser menor ou igual à capacidade de condução de corrente do condutor elétrico, como na relação abaixo:

(Corrente elétrica do circuito ≤ Valor nominal do disjuntor ≤ Capacidade de corrente do cabo)


O chuveiro elétrico deve contar com disjuntor exclusivo, responsável
por proteger o circuito elétrico contra sobrecargas. Uma das
vantagens do dispositivo é que ele pode ser rearmado manualmente
 após a identificação e correção do problema, diferentemente do fusível,
que precisa ser substituído depois
Imagem: Kleison Leopoldino - Pexels



É preciso escolher um equipamento elétrico compatível com as necessidades e as condições do imóvel. Por isso, é equivocado pensar que, quanto maior a potência, melhor será o chuveiro para qualquer casa”, explica Volyk.



127 V ou 220 V: o que muda na instalação?

Outro ponto de atenção é a tensão disponível na instalação elétrica. Como no Brasil existem diferenças entre regiões, é possível encontrar chuveiros de 127 V ou 220 V. Por isso, cada aparelho deve ser escolhido e instalado de acordo com a tensão disponível, as características do circuito e as orientações do fabricante, sempre com o apoio de um profissional especializado.


A forma de alimentação elétrica do chuveiro também pode variar. Em circuitos de 127 V, normalmente são utilizados um condutor fase e um condutor neutro. Já em 220 V, a ligação pode ocorrer por fase e neutro ou por duas fases, dependendo da configuração da rede elétrica.

Essa diferença influencia diretamente a escolha do disjuntor. Quando o circuito é formado por fase e neutro, a fase passa pelo disjuntor e o neutro sai do barramento específico no quadro de distribuição. Já quando o chuveiro é alimentado por duas fases, ambas precisam ser protegidas por um disjuntor bipolar, capaz de interromper os dois condutores ao mesmo tempo. Por isso, a instalação deve sempre ser avaliada por um especialista no assunto.



Uma casa, dois chuveiros

Se a residência tiver dois ou mais chuveiros elétricos, cada um deve contar com seu próprio circuito, composto por disjuntor e condutores elétricos exclusivos. São esses condutores que levam a energia do quadro de distribuição até o respectivo equipamento, garantindo que a instalação esteja dimensionada de forma mais segura e adequada ao consumo exigido.

“Se dois chuveiros estiverem ligados no mesmo disjuntor e forem utilizados ao mesmo tempo, esses estarão praticamente dobrando o consumo elétrico, e o disjuntor passará a trabalhar em sobrecarga, desarmando depois de um tempo”, explica Nelson.

Em caso de curto-circuito, o disjuntor desarma em fração de segundo, mas quando há sobrecarga leva um tempo maior. No entanto, quanto maior a sobrecarga, menor é esse intervalo. Portanto, se os dois chuveiros forem utilizados na sua máxima potência, o disjuntor irá desarmar mais rapidamente.



Importância do projeto

Resumindo, para evitar problemas como esses, no momento de construir ou reformar o lar, é necessário contar com um projeto elétrico baseado na norma NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Assim não haverá sustos, inconvenientes, nem aumento de consumo desnecessário por perdas elétricas e impactos na conta de energia.

“Por isso, no projeto para a construção de uma casa existem vários pontos, como o projeto estrutural, hidráulico e o elétrico, sendo que a somatória de todos esses pontos vai garantir uma construção segura e durável”, completa Volyk.



Sil Cabos Elétricos
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