Com apenas 17% das residências brasileiras seguradas, BB Seguros alerta que os imprevistos mais frequentes estão ligados ao dia a dia, como panes elétricas, vazamentos e temporais
Antes de viajar, é comum fazer uma última checagem na casa: desligar aparelhos, conferir se as portas e janelas estão fechadas e torcer para que, na volta, tudo esteja exatamente como foi deixado. O que muitos brasileiros ainda não consideram é que os imprevistos mais frequentes em uma residência nem sempre estão associados a grandes tragédias ou a tentativas de invasão do imóvel, mas a pequenas ocorrências do dia a dia que podem gerar prejuízos significativos, especialmente quando o imóvel permanece fechado durante o período de viagem.
Dados da carteira de Seguro Residencial da BB Seguros mostram que, entre janeiro de 2023 e maio de 2026, mais da metade dos acionamentos de sinistros registrados pela companhia esteve relacionada a danos elétricos (53,3%). Na sequência aparecem os danos por água (14,6%) e os eventos climáticos, como vendavais e granizo (11,5%). Juntas, essas ocorrências representam quase oito em cada dez acionamentos registrados no período. Em contrapartida, os casos de roubo ou furto mediante arrombamento responderam por apenas 2,1% do total.
O levantamento ajuda a explicar por que os períodos de viagem costumam reacender a preocupação com a proteção patrimonial. Afinal, quando uma residência permanece vazia por alguns dias, situações aparentemente simples, como uma pane elétrica, um vazamento ou danos provocados por uma tempestade, podem resultar em prejuízos financeiros significativos.
Apesar desse cenário, o seguro residencial ainda está presente em uma parcela reduzida dos lares brasileiros. Segundo levantamento da CNseg, apenas cerca de 17% dos domicílios do país contam com esse tipo de proteção, evidenciando o amplo potencial de expansão desse mercado.
Os números mais recentes mostram, no entanto, um avanço da modalidade. De acordo com informações da SUSEP, o mercado de seguro residencial cresceu 9,4% no primeiro quadrimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior. No mesmo intervalo, a BB Seguros avançou 25,6%, mais de duas vezes acima da média do setor, alcançando R$188 milhões em prêmios emitidos.
Na carteira da BB Seguros, São Paulo concentra a maior participação de apólices residenciais, com 28,8% da base de clientes, seguido por Rio de Janeiro (10,0%), Minas Gerais (7,4%), Rio Grande do Sul (7,8%), Paraná (6,6%) e Santa Catarina (6,2%). O cenário reforça que, embora o seguro residencial tenha maior presença em estados mais urbanizados e com grande concentração de imóveis, ainda existe potencial de crescimento em todas as regiões do país.
Para Gustavo Kulaif, Gerente Executivo de Implementação e Gestão Técnica da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, os períodos de viagem costumam evidenciar ainda mais a importância de proteger o patrimônio.
"Quando as famílias se ausentam de casa por alguns dias, fica mais clara a importância de contar com mecanismos de proteção para situações inesperadas. Muitas vezes, os prejuízos não estão associados a grandes eventos, mas a situações relativamente comuns, como uma pane elétrica, um vazamento ou danos provocados por uma tempestade. O seguro residencial ajuda a reduzir os impactos financeiros desses imprevistos, proporcionando mais tranquilidade para que as pessoas aproveitem os períodos de descanso com maior segurança em relação ao seu patrimônio", afirma.
Para atender diferentes perfis de consumidores, a BB Seguros
oferece três modalidades de seguro
residencial. O Residencial Essencial reúne as coberturas e assistências básicas
para proteger o imóvel contra os principais imprevistos do dia a dia. O
Residencial Prático amplia essa proteção ao incorporar novos serviços e
garantias, enquanto o Residencial Total oferece uma solução mais abrangente
para diferentes tipos de eventos, proporcionando maior tranquilidade para quem
busca uma cobertura completa para o patrimônio.
BB Seguros
Brasilseg
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