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terça-feira, 5 de maio de 2026

Troca de estação: o que muda na manutenção do carro com a chegada do frio

Oscilações térmicas podem comprometer desde a
partida do motor até a segurança na direção.
 Freepik

Queda das temperaturas e avanço do outono exigem atenção redobrada. Especialistas da AutoZone Brasil dão orientações para motoristas
 

 

Com a queda das temperaturas em diversas regiões do país e a proximidade do inverno, motoristas precisam redobrar a atenção com a manutenção preventiva dos veículos. O frio e as oscilações térmicas típicas da estação impactam diretamente o funcionamento de diversos componentes do carro, podendo comprometer desde a partida do motor até a segurança na direção. 

Mais do que conforto, a revisão nesta época do ano é uma medida importante para evitar falhas inesperadas e garantir melhor desempenho do veículo no dia a dia. Segundo especialistas da AutoZone Brasil, maior varejista de autopeças e acessórios automotivos dos Estados Unidos e presente no Brasil com mais de 155 lojas, itens como bateria, sistema de ar-condicionado, borrachas de vedação, filtro de cabine e visibilidade merecem atenção especial durante a troca de estação. 

“O motorista muitas vezes associa manutenção apenas a problemas mecânicos mais evidentes, mas o frio traz impactos silenciosos que podem afetar diretamente a segurança e o desempenho do carro. Uma revisão preventiva simples pode evitar dores de cabeça e custos maiores no futuro”, explica a equipe técnica da companhia.
 

Confira as orientações: 
 

Oscilação térmica exige atenção preventiva 

As mudanças bruscas de temperatura entre manhã, tarde e noite afetam o funcionamento de peças de borracha, sistemas elétricos e até a calibragem dos pneus. A dilatação e contração de componentes podem acelerar desgastes e provocar pequenas falhas que passam despercebidas no dia a dia. Além disso, o aumento da umidade pode favorecer o acúmulo de sujeira e comprometer sistemas como freios, palhetas e conexões elétricas.
 

Borrachas ressecadas podem causar infiltrações 

Com o frio e o tempo mais seco em algumas regiões, borrachas de portas, janelas e limpadores de para-brisa tendem a ressecar mais rapidamente. Isso pode causar ruídos, infiltrações e até comprometer a vedação interna do veículo. A recomendação é observar sinais de rachaduras, perda de flexibilidade e desgaste visível, além de manter a limpeza e hidratação adequada dessas peças.
 

Ar-condicionado também precisa de manutenção no frio 

Mesmo sendo mais associado ao verão, o ar-condicionado continua sendo um item essencial durante o inverno. Além do conforto térmico, ele ajuda a desembaçar os vidros e melhora a visibilidade em dias frios ou chuvosos. Quando o sistema não recebe manutenção adequada, pode haver mau cheiro, baixa eficiência e acúmulo de fungos e bactérias no sistema de ventilação.
 

Filtro de cabine influencia saúde e desempenho 

O filtro de cabine, também chamado de filtro do ar-condicionado, é responsável por reter poeira, poluentes e impurezas que entram no interior do veículo. Durante períodos mais secos e frios, esse componente tende a acumular ainda mais resíduos. Quando saturado, ele reduz a eficiência da ventilação e pode impactar diretamente a qualidade do ar respirado pelos ocupantes, além de sobrecarregar o sistema de climatização.
 

Bateria sofre mais no frio 

As baixas temperaturas exigem mais esforço da bateria no momento da partida, especialmente em veículos que já apresentam desgaste natural do componente. Dificuldade para ligar o carro, luzes mais fracas e falhas elétricas podem ser sinais de alerta. A orientação é verificar a vida útil da bateria e evitar surpresas, principalmente para quem utiliza o carro diariamente ou realiza viagens mais longas nesta época do ano.
 

Visibilidade deve ser prioridade

Neblina, chuvas e vidros embaçados tornam a visibilidade um dos principais pontos de atenção no outono e inverno. Por isso, é fundamental verificar o estado das palhetas do limpador de para-brisa, o nível da água do reservatório e o funcionamento do desembaçador. Dirigir com visibilidade comprometida aumenta significativamente o risco de acidentes e pode ser evitado com cuidados simples e preventivos. 

Ainda de acordo com o time de especialistas da AutoZone Brasil, com a chegada das temperaturas mais baixas, a recomendação é clara: revisar agora para evitar problemas depois. Afinal, no trânsito, prevenção também é sinônimo de segurança. “A manutenção preventiva é sempre mais econômica e segura do que a corretiva. Pequenos cuidados nessa transição de estação fazem toda a diferença para preservar o veículo e garantir uma condução mais tranquila nos meses mais frios do ano”, reforça a companhia.


Dia das Mães deve movimentar R$ 17 bilhões em 2026, aponta pesquisa Abecs/Datafolha

65% dos brasileiros pretendem presentear na data; tíquete médio destinado às compras é de R$ 262

 

Pesquisa realizada pela Abecs, associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento, em parceria com o Instituto Datafolha, analisa o comportamento de consumo e as intenções de pagamento para o Dia das Mães de 2026. A projeção é que a data movimente cerca de R$ 17 bilhões em compras, crescimento de 4,25% em relação ao levantamento de 2025. 

Os dados indicam que 65% dos consumidores planejam adquirir presentes para a data, o que representa aproximadamente 109 milhões de pessoas. De acordo com o estudo, a intenção de compra varia conforme o perfil dos consumidores. Entre jovens de 18 a 24 anos, o percentual atinge 87%, enquanto entre pessoas com 60 anos ou mais é de 35%. 

O valor médio destinado às compras é estimado em R$ 262, com crescimento em relação a 2025 (R$ 249) e 2024 (R$ 229). Entre consumidores das classes A/B e entre homens, a média supera R$ 320. O valor também é mais elevado entre pessoas com ensino superior (R$ 289) e na região Centro-Oeste (R$ 293). 

Em relação ao local de compra, as lojas físicas concentram a preferência de 72% dos entrevistados, enquanto o comércio eletrônico é citado por 25%.

 

Parcelamento é opção para a data 

A pesquisa também detalha as formas de pagamento. Os cartões são citados por 37% dos entrevistados. Entre os consumidores que pretendem utilizar cartão de crédito, 61% indicam a intenção de parcelar a compra.

 

Categorias de presentes 

No que se refere à escolha dos presentes, a categoria de vestuário — roupas, calçados e bolsas — lidera com 41% das menções. Em seguida, aparecem cosméticos e perfumaria, com 28%, e itens para casa, como cama, mesa e banho, com 12%. Flores e eletrodomésticos completam a lista, ambos com 7%.


Educação financeira prepara alunos para lidar com o dinheiro e tomar decisões conscientes desde cedo

 

Moeda simbólica, chamada “Fullbucks”, é distribuída conforme
o desempenho em atividades escolares ao longo do ano
Divulgação

Feira escolar simula situações reais de compra, venda e negociação entre os estudantes, além de estimular o uso do inglês nas interações

 

Atualmente, cerca de 50% da população adulta está endividada, o que representa aproximadamente 81,7 milhões de brasileiros. Esse dado alarmante poderia ser evitado se houvesse educação financeira desde cedo. Esse é o objetivo de um projeto de educação financeira realizado pelo Colégio Santo Anjo, um dos maiores de Curitiba, com cerca de três mil alunos, que vai além da teoria e se torna uma experiência concreta dentro da sala de aula, envolvendo desde organização pessoal até práticas de consumo e empreendedorismo.


Segundo a professora Cassiana Siqueira, coordenadora do Centro de Internacionalização do Colégio Santo Anjo, o ensino financeiro está diretamente ligado à formação integral dos alunos. “Hoje, nossos alunos do período integral aprendem português, história, geografia, inglês, artes. Refletimos sobre a importância de introduzir a educação financeira e, ao atrelar ao ensino do idioma inglês, surgiu o projeto Financial Education”, afirma.

 

Abordagem prática 

 

O diferencial do projeto está na abordagem prática. Os estudantes participam de atividades que simulam situações reais, como ganhar, economizar, investir e gastar dinheiro.


Dentro do programa, os alunos recebem uma moeda simbólica, chamada “Fullbucks”, que é distribuída conforme o desempenho em atividades escolares ao longo do ano. Participação em aula, leitura de livros, organização e uso do inglês são alguns dos critérios avaliados. “A gente paga quando eles terminam a leitura de um livro, por exemplo. E, se o livro foi em português, é uma quantia, se é em inglês é outra, justamente para incentivar o hábito da leitura e o aprendizado de outra língua”, explica Cassiana.

 

Feiras e empreendedorismo

 

Um dos momentos mais aguardados pelos alunos são as feiras de empreendedorismo, realizadas a cada três meses. A próxima acontece no dia 7 de maio, ocasião para que os estudantes vivenciem todas as etapas de um negócio: compra de insumos, produção, definição de preços e venda. “Eles compram material, produzem seus artesanatos e vendem. Tudo isso faz parte de uma cadeia que, muitas vezes, a gente não aprende na escola, só na prática, e aí demora mais”, afirma a coordenadora.


Os produtos vão desde itens artesanais, como pulseiras e origamis, até peças feitas com argila. Além disso, os alunos precisam lidar com conceitos como oferta e demanda. “Quando tem muito de um produto, ele fica mais barato. Quando é algo único, ele é mais caro. Eles percebem isso na prática”, detalha.

 

Inglês como ferramenta de negociação

 

Outro diferencial do projeto é a integração com o ensino bilíngue. Todas as interações durante as feiras e na chamada “lojinha” são feitas em inglês, estimulando o uso do idioma em situações reais.


“Para eles poderem comprar, é preciso falar inglês. Perguntas como ‘How much is it?’ ou ‘Can I have my change, please?’ fazem parte do dia a dia”, explica Cassiana. A negociação também é incentivada: “Se um anel custa R$ 1, eles perguntam se conseguem dois por R$ 1,50. Isso tudo é trabalhado em inglês”.

 

Consciência financeira desde cedo 

Os resultados aparecem rapidamente no comportamento dos alunos. No início, é comum que gastem todo o dinheiro na primeira oportunidade. Com o tempo, passam a desenvolver estratégias de economia. “Na primeira feirinha, geralmente os alunos gastam muito. Na segunda, já ficam mais controlados. E na terceira, mais econômicos ainda”, observa.


Essa mudança também é percebida fora da escola. Cassiana relata a experiência com a própria filha, que participa do projeto. “Percebo que ela está muito mais controlada nas despesas. Antes, ela gastava tudo que ganhava. Agora ela guarda, junta para comprar algo que realmente quer”, conta.


Além disso, o aprendizado se reflete em atitudes do cotidiano. “Quando a gente vai ao mercado, ela compara preços, observa valores. São práticas que ela adquiriu nas feirinhas”, completa.


Ao integrar educação financeira, língua inglesa e empreendedorismo, o Colégio Santo Anjo propõe uma formação que ultrapassa o conteúdo tradicional e prepara os alunos para desafios reais. “É uma prática que mescla o aprendizado do inglês, o consumo consciente e escolhas financeiras. A gente traz o mundo para dentro da sala de aula”, conclui.

 

Colégio Santo Anjo

 

Militares nas redes sociais: entre a liberdade de expressão e os limites da disciplina

O avanço das redes sociais transformou a forma como as pessoas se comunicam, se posicionam e se expõem publicamente. No entanto, quando se trata de militares, essa liberdade encontra limites bem definidos pela legislação e pelos princípios que regem a carreira castrense, como a hierarquia e a disciplina. 

Diferentemente do cidadão comum, o militar — seja das Forças Armadas ou das Polícias e Corpos de Bombeiros Militares — está submetido a um regime jurídico próprio. Isso significa que suas manifestações, inclusive no ambiente digital, podem gerar consequências administrativas e até penais, caso ultrapassem determinados limites. 

A Constituição Federal garante a liberdade de expressão, mas esse direito não é absoluto. No contexto militar, ele deve ser exercido com cautela, respeitando os pilares institucionais. Publicações que envolvam críticas à corporação, superiores hierárquicos ou decisões internas, por exemplo, podem ser interpretadas como transgressões disciplinares. 

Entre as condutas que **podem gerar problemas**, destacam-se:

 * **Ofensas ou críticas públicas a superiores ou à instituição**: mesmo em perfis pessoais, esse tipo de manifestação pode ser considerado quebra de respeito hierárquico.

* **Divulgação de informações internas ou sigilosas**: compartilhar dados operacionais, rotinas ou bastidores da corporação pode comprometer a segurança institucional.

* **Uso indevido da farda ou da imagem institucional**: postar fotos fardado em situações inadequadas ou com conotação política/comercial pode ferir normas internas.

* **Posicionamento político-partidário ostensivo**: especialmente para militares da ativa, há restrições claras quanto à atuação política. 

Por outro lado, há práticas que **são permitidas**, desde que feitas com bom senso: 

* Compartilhar conteúdos pessoais, familiares e do cotidiano, sem associação indevida à função militar;

* Produzir conteúdo educativo ou informativo, desde que não viole normas internas;

* Expressar opiniões de forma respeitosa e genérica, sem atacar instituições ou autoridades. 

Um ponto importante é que muitos militares acreditam que perfis privados ou com poucos seguidores estão fora do alcance de sanções. Isso não é verdade. O ambiente digital amplia a exposição e qualquer conteúdo pode ser compartilhado, printado e utilizado como prova em processos administrativos. 

Além disso, cada corporação possui seus próprios regulamentos disciplinares e códigos de ética, que detalham condutas proibidas. Por isso, é fundamental que o militar conheça essas normas e esteja atento às atualizações, especialmente diante das constantes mudanças no ambiente digital. 

O uso consciente das redes sociais não significa abrir mão da individualidade, mas sim compreender que a função militar exige responsabilidade redobrada. A linha entre o público e o privado, nesse contexto, é mais tênue — e ignorá-la pode trazer consequências sérias para a carreira. 

Em tempos de hiperconectividade, a melhor estratégia continua sendo o bom senso: pensar antes de postar, avaliar os impactos e lembrar que, para o militar, a conduta fora do serviço também reflete diretamente na instituição que representa.

 

Marcelo Almeida - Especialista em Direito Militar

 

Ainda dá tempo para tirar o visto e ir para Copa, mas planejamento para ver os jogos de 2026 é fundamental


A contagem regressiva para a Copa do Mundo nos Estados Unidos já vem movimentando brasileiros que desejam viver de perto o maior evento esportivo do planeta. Seja o torcedor que planeja assistir aos jogos, os próprios jogadores, profissionais de imprensa e influenciadores produzindo conteúdo ou as equipes de apoio, a realidade é uma só: tempo é o recurso mais escasso para tirar o visto e conseguir fazer a viagem sem obstáculos. Embora o Departamento de Estado ainda registre janelas de disponibilidade, o sistema consular opera com uma sensibilidade que exige ação imediata. 

A recomendação técnica é clara: o momento de iniciar o processo é agora. O conforto de deixar para o segundo trimestre de 2026 tornou-se um risco inaceitável. O sistema é funcional, mas o cenário de aprovação não é automático e depende de um rigoroso cumprimento de requisitos que muitos negligenciam até que seja tarde demais. 

O maior risco, particularmente para a categoria B1/B2, continua sendo a recusa por insuficiência de comprovação de vínculos com o Brasil que superem a presunção de imigrante, fundamentada no INA 214(b). É comum a falsa percepção de que, após uma negativa, basta uma nova tentativa rápida. O material oficial da Embaixada dos EUA esclarece que, embora não exista prazo mínimo para reaplicar, tentar novamente sem uma mudança real e fundamentada nas circunstâncias pessoais raramente resulta em um cenário diferente. A consistência do perfil documental frente ao objetivo da viagem é o que sustenta o sucesso. 

Além disso, não podemos ignorar o peso do administrative processing (processamento administrativo); mesmo em casos que parecem simples aos olhos do solicitante, essa revisão adicional pode surgir e estender significativamente o tempo de resposta, com muitos casos sendo finalizados em semanas ou até meses após a entrevista. Em um evento com data fixa, esse risco é crítico e exige um planejamento de contingência que poucos preparam. 

Inconsistências são o caminho mais curto para o indeferimento. Erros no preenchimento do formulário DS-160, divergências entre as informações fornecidas e o que é dito na entrevista, a ausência de documentação de suporte sólida ou de planejamento adequado do local e momento da entrevista são falhas evitáveis que podem comprometer significativamente oportunidades. Para perfis que demandam vistos mais complexos, como L-1 ou O-1, a atenção deve ser redobrada: petições mal estruturadas ou a tentativa de forçar um enquadramento sem o suporte probatório real levam a pedidos de evidências adicionais (RFE) que podem ser fatais para o cronograma. Mesmo o premium processing não elimina o risco de RFE (Request for Evidence), que pode impactar o cronograma. 

A Leao Group entende que a mobilidade internacional não é apenas sobre o desejo de viajar, mas sobre a robustez jurídica que sustenta esse desejo. A expertise necessária para navegar esse ambiente exige uma estratégia madura, onde cada documento, resposta e fundamentação de categoria de visto é meticulosamente revisada antes da exposição ao escrutínio consular. Para quem realmente pretende estar nos EUA em junho, o planejamento estratégico não é um luxo, é o requisito básico para garantir que o seu lugar na Copa seja um fato, não uma dúvida.


Leonardo Leão - nome de destaque no Direito Imigratório, é CEO da Leao Group e 'Fundador da imigra'. É Presidente Nacional da ABA – Associação Brasileira de Advogados – e Presidente da Comissão Nacional de Direito Imigratório e Mobilidade Global da OAB do Rio de Janeiro.



Sete destinos nacionais para celebrar o Dia das Mães viajando

Seleção da Quickly Travel reúne roteiros pelo Brasil para diferentes perfis de viajantes 

 

Para comemorar o Dia das Mães de uma maneira especial, viagens nacionais ganham espaço como opção de presente, especialmente em roteiros de curta duração que podem ser feitos tanto de avião quanto de carro. A predileção por destinos brasileiros, inclusive, acompanha o avanço da aviação doméstica do País. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) mostram que, de janeiro a março, 25,2 milhões de passageiros embarcaram em voos domésticos, um crescimento de 6,17% em relação ao mesmo período de 2025. No recorte mensal, março também registrou um recorde, com o Brasil superando pela primeira vez a marca de 8 milhões de passageiros transportados em voos domésticos. 

Ao mesmo tempo, a facilidade de deslocamentos rodoviários amplia as possibilidades para quem busca uma viagem rápida no período. A agência de viagens Quickly Travel realizou um levantamento dos melhores destinos para uma escapada no fim de semana do Dia das Mães ou mesmo nas semanas seguintes.

Veja a seguir sete sugestões de destinos nacionais para aproveitar com a sua mãe ao longo do mês de maio: 

 

1.   Gramado e Canela (RS) 


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O roteiro pode ser organizado a partir do centro de Gramado, com caminhadas pela Rua Coberta e arredores, onde se concentram restaurantes e lojas. Entre as atrações estão o Snowland e o Lago Negro, que podem ser visitados no mesmo dia. Em Canela, a programação inclui a Catedral de Pedra e parques temáticos, como o Skyglass. O deslocamento até Nova Petrópolis pode ser feito em meio período, com parada na Praça das Flores e visita ao comércio local.  

 

2.   Rio de Janeiro (RJ) 

 

Davi Costa
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Na capital fluminense, os passeios podem ser organizados por regiões. Na zona sul, estão pontos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, que devem ser visitados em horários de menor fluxo. A área portuária concentra o Museu do Amanhã e o AquaRio, enquanto Ipanema e Leblon oferecem opções para caminhada e alimentação e momentos agradáveis na praia. 

 


3.   Búzios (RJ)  


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O planejamento pode alternar praias com diferentes características. Em Armação dos Búzios, a Praia de Geribá atende a quem busca mar aberto, enquanto a Ferradura oferece águas mais calmas. A Orla Bardot pode ser percorrida no fim da tarde, e a Rua das Pedras concentra opções de alimentação em um mesmo eixo, facilitando a logística para mães que viajam com filhos menores. 

 


4.   Foz do Iguaçu (PR) 

 

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A visita às Cataratas, dentro do Parque Nacional do Iguaçu, demanda ao menos um período completo do dia, com percurso por passarelas e trilhas estruturadas. Em Foz do Iguaçu, também é possível incluir a usina de Itaipu, mediante agendamento, e o Marco das Três Fronteiras, indicado para o fim do dia. 

 


5.   Salvador (BA)  

O roteiro aqui combina áreas históricas e orla. O Pelourinho pode ser explorado com apoio de guias ou roteiros definidos, reunindo igrejas e museus. O Elevador Lacerda conecta a cidade alta à baixa e pode ser incluído no percurso. O Farol da Barra é uma opção para o fim da tarde, enquanto a Igreja do Bonfim integra o circuito tradicional.

 

Gonzalo Azumendi/Getty Images

 

6. Holambra (SP)


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A cerca de duas horas da capital paulista, Holambra é uma opção de viagem curta por estrada. O roteiro inclui passeios ao ar livre em parques de flores e no Moinho Povos Unidos, além de circulação pelo centro, onde há lojas, cafés, restaurantes e cervejarias muito charmosos e repletos de delícias. A programação pode ser feita em um ou dois dias, com deslocamentos simples.

 


7. Olímpia (SP)

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Também com acesso rodoviário, Olímpia reúne opções de lazer concentradas em complexos integrados, com atividades aquáticas e áreas de entretenimento voltadas para diferentes idades. A cidade permite organizar a programação em um único local, facilitando a rotina durante a viagem e reduzindo deslocamentos.  

Para a agência, o cenário reforça o papel do turismo doméstico como alternativa para viagens de curta duração, com diversidade de roteiros e facilidade de acesso em diferentes regiões do país. “O brasileiro tem olhado com mais atenção para os destinos nacionais. Datas como o Dia das Mães são uma oportunidade para valorizar essa diversidade, com opções que atendem a diferentes perfis de viajantes e permitem experiências completas dentro do próprio país, seja de avião ou de carro. A contratação por meio de uma agência também contribui para organizar o roteiro e integrar os serviços ao longo da viagem”, afirma Masaki Fumioka, presidente da Quickly Travel.

 

Quickly Travel
https://quicklytravel.com.br/

 

O reúso de água como estratégia de competitividade industrial

 

Diante do cenário das mudanças climáticas e o aumento da escassez ou época de secas, a indústria que não dominar seu ciclo de água vai perder competitividade. Por isso, qualquer gestor hoje precisa refletir como um ‘passivo ambiental’, como as chuvas, pode se transformar em um ‘ativo financeiro’ com o tratamento eficiente de efluentes para reúso. 

O aproveitamento de efluentes deve ser entendido como uma unidade de economia circular, que é aquele modelo de produção que procura reduzir desperdício e a poluição, usando o maior tempo possível materiais e produtos por meio de reutilização, reciclagem ou compartilhamento.  

Na competividade industrial a reutilização da água, especialmente a de chuva, passou a ser um recurso eficaz. A razão é que essa alternativa amortiza os custos operacionais e simultaneamente fica em conformidade ambiental. Além de tudo, fortalece a imagem da sustentabilidade no negócio. Hoje em dia, diversas indústrias entenderam a relevância desse procedimento e estão aplicando tecnologias de reutilização da água. 

E para complementar, o reúso é uma resposta direta diante das frequentes estiagens. Cada vez mais os brasileiros percebem pelo noticiário ou no seu próprio ambiente o aumento de crises de abastecimento de água. Por isso mesmo, investir em tecnologias de melhor aproveitamento da chuva e de outras possibilidades de reprocessamento é uma prática que não poderá mais ser desvalorizada ou dispensada pelas plantas industriais pelo país que estão conectadas com as tendências atuais e tecnológicas. 

O impacto na competitividade pode ser constatado com facilidade pela eficiência operacional com processos mais estáveis e menos desprotegidos por interrupções pela falta de água. Algumas empresas descobriram que financeiramente a mudança de comportamento é muito positiva na economia financeira, havendo reduções de até 40% na conta, em alguns segmentos. 

Segundo informações de mercado, conforme a tecnologia e escala de reúso de água, o investimento na infraestrutura é bem elástico e pode variar de R$ 500 mil a R$ 5 milhões. O payback também não é imediato e em média leva de 3 a 7 anos, dependendo da tarifa de água da cidade e do volume de consumo. 

Hoje em dia, as inovações tecnológicas mais usuais e acessíveis são eletroanálise reversa – EDR –, ultrafiltração, flotação por ar dissolvido, tratamento biológico avançado, inteligência hídrica ou recirculação em torres de resfriamento.  São novos sistemas que fortalecem o posicionamento da empresa como um líder ativo nas novas conquistas ambientais. Todas as empresas que seguirem nesse caminho podem capitalizar como marca sustentável norteada pela ESG, e porque a aplicação gera maior empatia e admiração pela opinião pública. 

As aplicações por setor são múltiplas e cada qual tem seu objetivo. Na indústria petroquímica há o reúso de água para torres de resfriamento e processos de lavagem. Na Indústria têxtil é empregado para o reaproveitamento em processos de tingimento e lavagem de tecidos. Dentro da indústria de alimentação e bebidas a água tratada é usada para limpeza de equipamentos e até na irrigação de áreas verdes. E na indústria siderúrgica a água processada é aproveitada na recirculação em sistemas de refrigeração. 

No reúso estratégico de água há visível redução da dependência de captação de água potável e queda nos gastos com tratamento de efluentes. Em algumas regiões onde crises hídricas costumam castigar a produção nota-se um risco menor de escassez. E havendo o cumprimento da legislação, normas e exigência ambientais não aparecerão despesas indigestas como multas e restrições na operação da fábrica. 

Naturalmente há também desafios e riscos. Como já foi exposto, os sistemas de tratamento e monitoramento exigem geralmente investimentos significativos. Em algumas empresas não é qualquer água que pode ser reutilizada sem que passe por tratamento avançado, exigindo por isso tecnologia especializada. É preciso ainda alinhar reúso hídrico com políticas de sustentabilidade e metas de produção. Pela complexidade técnica, a mão de obra tem que ser capacitada. 

Em São Paulo e outros estados, onde há frequente escassez hídrica, fazer investimentos em tecnologias de reúso é mais que uma prática sustentável, trata-se de uma estratégia de sobrevivência e competitividade industrial. Portanto, investir em tecnologias de reúso é bem vantajoso estrategicamente e quase indispensável para indústrias que querem se manter competitivas. 

 

Engº Francisco Carlos Oliver - diretor técnico industrial da Fluid Feeder Indústria e Comércio Ltda., especializada em tratamento de água e de efluentes por meio de soluções personalizadas. www.fluidfeeder.com.br 

 

Ascensão do rastreamento de encomendas acelera a digitalização no transporte rodoviário brasileiro

A crescente demanda dos clientes por transparência e controle tem pressionado as empresas do setor a ampliarem seus serviços digitais

 

Com uma proposta robusta de rastreamento de encomendas, a Rota destaca-se em um cenário que transformou a dinâmica do transporte rodoviário no Brasil. A necessidade de visibilidade sobre o status das entregas estimulou as empresas do ramo a acelerarem seus processos de modernização tecnológica. 

Esse fenômeno ocorre em um contexto desafiador, no qual o transporte rodoviário, responsável por uma fatia significativa do PIB nacional, lida com variáveis como a volatilidade dos preços de combustíveis e gargalos logísticos. Para manter a eficiência, a adoção de tecnologias de gestão e comunicação tornou-se imperativa. 

O comportamento do consumidor também tem sido determinante. Atualmente, os usuários buscam maior autonomia na gestão de suas demandas, tornando o rastreamento de encomendas um diferencial competitivo essencial para a satisfação do cliente. Essa nova realidade não impacta apenas a logística de cargas; ela reverbera em toda a cadeia de serviços. A maior eficiência na entrega de mercadorias e a busca por experiências mais satisfatórias estimulam o comércio e o turismo, setores que dependem diretamente da agilidade rodoviária. 

Essa transformação tecnológica também favorece o segmento de passageiros. A digitalização permite mais flexibilidade no fretamento de ônibus, oferecendo soluções personalizadas para diferentes perfis de clientes. Além disso, a busca pelo consumo inteligente tem incentivado práticas como o desconto na passagem de ônibus, o que impulsiona uma reestruturação estratégica nas políticas de preços das empresas, tornando-as mais competitivas e acessíveis. 

Com o contínuo aprimoramento dos sistemas de informação, a tendência é que o controle digital se consolide como padrão de mercado. Essa evolução reflete positivamente no desenvolvimento do setor de transportes como um todo, garantindo maior transparência e qualidade em todas as frentes de operação.
 

 Rota Transportes

 

5 motivos para colocar Neuquén na sua lista de viagens


A Rota dos Sete Lagos. Crédito: divulgação.

Entre lagos cristalinos, vulcões ativos, dinossauros gigantes e vinhos, a província de Neuquén surge como um destino surpreendente na Patagônia argentina. Menos explorada que outras regiões da área, oferece experiências que combinam aventura, natureza, história e cultura em um só roteiro.  

Aqui estão cinco motivos para você incluir Neuquén em sua próxima viagem:

 

A Rota dos Sete Lagos  

O caminho que liga Villa La Angostura a San Martín de los Andes é uma das rotas mais bonitas da Argentina. Ao longo de cerca de 110 km, o viajante encontra sete lagos principais: Lácar, Machónico, Falkner, Villarino, Escondido, Correntoso e Espejo. O passeio pode ser feito de carro, moto, bike ou em excursões guiadas. Em qualquer caso, a sensação é a de atravessar um cenário de filme, com paisagens que mudam a cada curva.  

 

Esqui em vulcão ativo 

Na estação de esqui em Caviahue, a aventura ganha contornos únicos: as pistas ficam aos pés do vulcão Copahue, ainda ativo. Além da adrenalina da neve, o cenário vulcânico torna a experiência inesquecível.  

 

Termas de Copahue 

As águas termais de Copahue são famosas por suas propriedades terapêuticas. Localizadas dentro do Parque Provincial Copahue-Caviahue, oferecem fontes naturais, banhos de lama, vapor e algas em meio a uma paisagem de vulcão e montanhas. É um destino que combina relaxamento, saúde e natureza selvagem.  

 

Vinhos 

Neuquén pode ser considerada uma das regiões vitivinícolas mais novas do mundo, praticamente surgida no século XXI. Suas vinícolas modernas, com foco em tecnologia e qualidade, produzem rótulos premiados, principalmente de uvas Pinot Noir e Merlot. Os vinhedos estão concentrados no centro oeste da província de Neuquén, com clima frio e seco, ideal para vinhos elegantes. A “rota do vinho” da região já atrai viajantes interessados em enoturismo e experiências gastronômicas harmonizadas.  

 

Turismo Paleontológico  

Na região da cidade de Neuquén, capital da província homônima, é possível fazer uma Rota Neuquina dos Dinossauros, em um local com enorme quantidade de fósseis, museus e exibições que a tornam o circuito paleontológico mais importante da América do Sul. No total, são 17 regiões naturais da Argentina que conferem experiências e aventuras singulares para se descobrir. 

 

Bônus: menor fluxo turístico 

O destino recebe menos turistas em comparação a outras áreas da Patagônia. Isso significa estradas mais tranquilas, cidades e vilarejos menos cheios, além de maior contato com a natureza sem grandes aglomerações. O ritmo mais calmo permite que visitantes explorem a região de forma independente e aproveitem as paisagens, os lagos e os parques com maior privacidade e menos interferência urbana.  

Para mais informações, acesse: https://turismo.neuquen.gob.ar/

 

Neuquén Tur

O vasto distrito de Neuquén, localizado na Patagônia argentina, com uma extensão territorial de 94.078 km², possui a maior superfície de neve do país e é permeado por majestosas montanhas, vulcões ativos e inativos, termas medicinais, lagos imponentes, bosques, vinhedos, entre outros inúmeros espetáculos que a farta natureza local oferece. A província é um prato cheio para amantes de esportes radicais e natureza, mas também de gastronomia, turismo rural, bem-estar, viagem a dois ou em família. Sua capital homônima, fundada em 1904 e com atualmente aproximadamente 300 mil habitantes, é a cidade mais povoada da Patagônia e um importante centro econômico e cultural. Outras atrações importantes da província incluem San Martin de los Andes, Chapelco, Vila Angostura, Vila Traful, Rota dos Sete Lagos, Caviahue, Lago Hermoso.


No Maio Amarelo, Governo de SP reforça ações alinhadas ao Plano de Segurança Viária para salvar vidas

Educação e fiscalização são intensificadas pelo Detran-SP, em todo o Estado, para ampliar a segurança no trânsito 


O Maio Amarelo terá uma estrutura inédita em São Paulo em 2026. A programação do Detran-SP para o mês dedicado a enfrentar a letalidade no trânsito terá como base o Plano de Segurança Viária do Estado de São Paulo (PSV-SP). Lançado em 22 de abril, o documento estabelece diretrizes para salvar 19 mil vidas no trânsito até 2030, reduzindo pela metade as mortes. Com essa meta, o Detran-SP intensifica, ao longo do mês, ações educativas e operações de fiscalização em todo o estado. 

 

O Detran-SP planeja realizar cerca de 400 atividades educativas nas ruas, tendo como principais alvos os públicos mais vulneráveis no trânsito: motociclistas, pedestres e ciclistas. Também estão previstas mais de 200 operações de fiscalização, representando um aumento de 15% na comparação com o mesmo período do ano passado. Até o fim do mês, a expectativa é que sejam realizadas cerca de 110 mil abordagens em todo o Estado.  

 

A prioridade deste Maio Amarelo é o enfrentamento dos cinco comportamentos de alto risco no trânsito: o uso de celular ao volante, a condução sob efeito de álcool, o avanço de sinal vermelho, o excesso de velocidade e a não utilização de equipamentos de proteção.   

 

As iniciativas reforçam o trabalho contínuo já realizado. No primeiro trimestre de 2026, foram ampliadas em 75,2% as fiscalizações contra a alcoolemia em relação ao mesmo período de 2025, enquanto o número de motoristas abordados cresceu 50%. No mesmo intervalo, as ações educativas aumentaram 56%, contribuindo para uma redução de 7,6% no número de óbitos no trânsito no estado. 

 

“O Maio Amarelo é uma oportunidade de mobilização, e neste ano também a oportunidade de implementação do Plano de Segurança Viária do Estado de São Paulo, com potencial para seguir consolidando um trânsito seguro para todos. Este deve ser um compromisso contínuo”, diz Roberta Mantovani, diretora de Segurança Viária do Detran-SP. “Neste Maio Amarelo, ampliaremos ações integradas de educação e fiscalização, alinhadas com o PSV-SP, para mudar comportamentos, proteger os grupos mais vulneráveis e salvar vidas. Um movimento que requer responsabilidade coletiva.”    


O PSV-SP foi elaborado em conjunto com BIGRS (Bloomberg Philanthropies Initiative for Global Road Safety), WRI Brasil e o GRSP (Global Road Safety Partnership), que atuaram na revisão e na consultoria técnica do plano. 


O Maio Amarelo é um movimento de promoção de uma cultura de segurança e respeito à vida, iniciado no Brasil em 2014 pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, inspirada na Década de Ação pela Segurança no Trânsito criada em maio de 2011 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e depois renovada em 2021.  



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