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segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Outubro Rosa

 

Você sabia que a região das mamas também precisa de cuidados dermatológicos? 

Utilizar hidratantes para evitar estrias e escolher sabonetes com ativos hidratantes ajuda a manter a região macia, prevenindo ressecamento e desconforto 

 

Durante o Outubro Rosa, muito se fala sobre prevenção e exames, mas pouco se comenta sobre a pele das mamas — que merece atenção diária tanto quanto a saúde interna. Essa região é delicada, está sujeita a alterações hormonais, ressecamento, estrias e sensibilidade, e cuidar dela ajuda a manter conforto, elasticidade e bem-estar. Pequenos hábitos, como escolher sabonetes suaves e hidratantes eficazes, fazem toda a diferença no cuidado da pele, prevenindo irritações e mantendo a suavidade natural.

“A pele das mamas é muito sensível e requer cuidados específicos, principalmente para prevenir ressecamento, estrias e irritações. Produtos com tensoativos agressivos podem prejudicar a região”, ressalta Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, rede especializada no desenvolvimento de cosméticos hipoalergênicos. De acordo com a especialista, para quem passou por cirurgias, como mastectomia ou procedimentos estéticos, a atenção deve ser ainda maior.

Por isso, saber como higienizar, hidratar e proteger a pele das mamas contribui para manter a elasticidade, prevenir ressecamento e minimizar desconfortos. A seguir, a profissional traz recomendações práticas de produtos e ativos que fortalecem, nutrem e protegem essa região, facilitando a criação de uma rotina de cuidado.

 

Utilize sabonetes de glicerina

A limpeza da pele das mamas deve ser delicada - por isso, sabonetes de glicerina são ideais, pois removem impurezas sem agredir a pele sensível. Quando combinados com o óleo de melaleuca, que atua como antisséptico natural, e com o extrato de aveia, que hidrata e suaviza a pele, ajudam a prevenir irritações e ao mesmo tempo mantêm a região nutrida.

Vale ressaltar que a glicerina atrai água para a pele, equilibrando a umidade e reforçando a barreira cutânea.

 

Prefira sabonetes com ativos hidratantes e calmantes

Para além dos sabonetes de glicerina, existem outras opções com ativos nutritivos. O extrato de aveia, por exemplo, hidrata e suaviza a pele, enquanto a adição de aloe vera na fórmula exerce efeito emoliente e auxilia na regeneração celular. Consequentemente, a pele das mamas permanece protegida, equilibrada e confortável, evitando sensibilidade ou ressecamento indesejado.

 

Hidrate a pele diariamente com loções nutritivas

A aplicação diária de loções é fundamental para preservar a elasticidade e prevenir estrias. Nesse sentido, o D-Pantenol mantém a hidratação e reduz a desidratação cutânea, enquanto a alantoína favorece a renovação celular e acalma vermelhidão ou irritações. Junto à dupla, a manteiga de karité e os óleos vegetais fornecem nutrição profunda, reforçando a maciez e a resistência da pele.

 

Proteja a pele da exposição solar

A proteção solar atua como barreira essencial contra os danos cumulativos do sol. Enquanto filtros UVA e UVB previnem queimaduras e manchas, adição de vitamina E na fórmula age como antioxidante, protegendo a pele do envelhecimento precoce.

Ao mesmo tempo, a alantoína auxilia na retenção de umidade e na regeneração celular, fortalecendo a integridade cutânea. Dessa forma, combinar proteção e nutrição permite que a pele das mamas se mantenha saudável.

 

Alergoshop
https://alergoshop.com.br/

 

Planos de saúde devem cobrir o congelamento de óvulos em pacientes com câncer

O avanço da medicina oncológica tem proporcionado não apenas maior sobrevida aos pacientes, mas também a possibilidade de preservar sua qualidade de vida após o tratamento. Nesse contexto, a preservação da fertilidade, por meio do congelamento de óvulos em mulheres submetidas à quimioterapia ou radioterapia, revela-se medida essencial, uma vez que tais terapias frequentemente acarretam infertilidade irreversível. Diante dessa realidade, ganha relevância o debate sobre a obrigação das operadoras de planos de saúde em custear esse procedimento. 

Sob a ótica constitucional, a resposta encontra respaldo no artigo 196 da Constituição Federal, que consagra o direito à saúde como dever do Estado e, por extensão, impõe sua observância a todos os agentes privados que atuam no setor. A dignidade da pessoa humana, prevista no artigo 1º, inciso III, e o planejamento familiar, assegurado pelo artigo 226, §7º, reforçam a compreensão de que a saúde reprodutiva integra o núcleo essencial dos direitos fundamentais, não podendo ser relativizada por interesses econômicos ou contratuais. 

No plano infraconstitucional, a Lei nº 9.656/98 (Lei dos Planos de Saúde) impõe às operadoras a obrigação de garantir cobertura para o tratamento de todas as doenças constantes na Classificação Internacional de Doenças (CID). Sendo o câncer enfermidade incontroversa nessa lista, todos os meios terapêuticos necessários ao seu enfrentamento, bem como à contenção de seus efeitos colaterais previsíveis, devem ser abrangidos pela cobertura. Assim, a infertilidade decorrente da quimioterapia configura consequência direta e previsível da terapêutica oncológica, não podendo ser dissociada do tratamento principal.

 A aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC), conforme pacificado pelo Superior Tribunal de Justiça na Súmula 608, impõe análise ainda mais rigorosa das cláusulas contratuais. O artigo 51, inciso IV, do CDC reputa abusiva qualquer estipulação que importe renúncia de direito essencial do consumidor — o que inclui a vedação de exclusões de cobertura que inviabilizem tratamento necessário e prescrito por profissional habilitado. 

A jurisprudência do STJ reforça essa interpretação ao reconhecer, de forma reiterada, que o rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) possui caráter exemplificativo, e não taxativo. No REsp 1.733.013/SP e no REsp 1.889.704/SP, a Corte assentou que tratamentos indispensáveis ao enfrentamento da enfermidade, ainda que não previstos expressamente no rol da ANS, devem ser custeados pelas operadoras — sob pena de esvaziamento da finalidade contratual. Os Tribunais de Justiça, em especial o TJSP, têm seguido o mesmo entendimento, reconhecendo a obrigatoriedade do custeio do congelamento de óvulos em pacientes oncológicas, por considerá-lo parte integrante do tratamento global da neoplasia. 

Sob o prisma bioético, eventual negativa de cobertura representa não apenas discriminação de gênero, mas também afronta ao direito à autonomia reprodutiva e ao livre planejamento familiar. O congelamento de óvulos, nessa hipótese, não se qualifica como procedimento estético ou eletivo, mas como medida preventiva destinada a resguardar a função reprodutiva diante dos efeitos previsíveis da terapêutica oncológica. 



Mayara Rodrigues Mariano - advogada e sócia do scritório Mariano Santana Sociedade de Advogados.


A IMPORTÂNCIA DO BALBUCIO: COMO OS PRIMEIROS SONS DO BEBES OS PREPARAM PARA A INTRODUÇÃO A LINGUAGE

A fase que começa por volta dos quatro meses deve ser estimulada por meio de leituras, conversas e músicas.

 

Não há nada mais especial para um pai ou uma mãe do que o ver o seu bebe emitir os primeiros sons, seja uma risada, um choro ou apenas um balbucio, mas você já parou para pensar em como esses sons são importantes para o desenvolvimento da língua da criança? Mais do que apenas “gracinhas” que os bebês fazem, essa fase é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e para a formação de conexões cerebrais que permitirão a comunicação verbal no futuro. 

Segundo o neurocirurgião e especialista em desenvolvimento infantil, André Ceballos, os balbucios começam por volta dos quatro meses de idade, quando o bebê emite sons como “ba”, “da” ou “ma”. Esses sons, aparentemente aleatórios, são respostas a estímulos auditivos e sociais. “É exatamente por isso que gosto tanto de incentivar a leitura e a conversa com os bebês desde os primeiros dias. Quanto mais os pais interagem, mais os pequenos têm vontade de explorar os sons através da boca.” 

Não apenas os pais, mas toda a família e rede de apoio como:, avós, irmãos, tios, primos e cuidadores, devem participar da introdução das primeiras palavras do bebê. Ceballos destaca a importância de reservar momentos do dia para conversar com os pequenos, ler em voz alta e cantar para eles. “Além de favorecer a compreensão do idioma, o balbucio funciona como blocos de construção até que a criança comece a ligar palavras e, por fim, formar frases inteiras”, explica. 

Ceballos ainda alerta que se o bebe não emitir nenhum som após os seis meses, é importante buscar um especialista em desenvolvimento infantil. “Cada criança tem o seu próprio ritmo, a ausência do balbucio não é, necessariamente, um indicativo de que há algum problema, mas é necessário procurar uma ajuda médica para descartar possíveis questões futuras.” 

O balbucio, portanto, não é apenas uma fase adorável: é um indicativo importante da saúde e do desenvolvimento neurológico da criança. Estimular e participar ativamente desse processo é um dos maiores presentes que os pais podem oferecer aos seus filhos.

 

Dr. André Ceballos - Médico neurocirurgião, atua como Diretor técnico do Hospital São Francisco, referência no diagnóstico e tratamento de crianças com transtornos do desenvolvimento. O médico tem como missão identificar precocemente condições que possam comprometer o pleno desenvolvimento das crianças, oferecendo intervenções terapêuticas baseadas nas melhores evidências científicas. A atuação do Dr. Ceballos vai além do atendimento clínico e da gestão hospitalar e reconhecendo a importância da informação e da educação para a saúde pública, se dedica a projetos de divulgação e conscientização sobre os marcos do desenvolvimento infantil, com o objetivo de influenciar políticas públicas que beneficiem especialmente as populações mais vulneráveis. Saiba mais em: Link

 

ETS disponibiliza ferramentas gratuitas para preparar estudantes e educadores brasileiros para testes de proficiência

Com interfaces em português e inglês, plataformas facilitam o caminho de brasileiros rumo às universidades internacionais

 

O interesse de brasileiros em estudar no exterior segue em alta e reflete uma tendência global de internacionalização da educação. Os Estados Unidos seguem sendo a primeira opção dos estudantes do Brasil que desejam estudar fora, com mais de 24% da preferência entre os candidatos. Para apoiar estudantes e educadores nesse processo, a ETS – organização global de soluções em educação e talentos, anunciou novos recursos gratuitos de preparação para o exame TOEFL iBT®, reconhecido por mais de 13 mil universidades no mundo e que passará por atualizações a partir de janeiro de 2026. 

O interesse de jovens brasileiros por estudar fora do Brasil tem tido crescimento constante. Segundo a Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio (Belta), a previsão é que, até o final de 2025, o Brasil tenha um crescimento de 17% no setor de intercâmbios e que mantenha o crescimento em 2026. 

“A internacionalização da educação é realmente uma tendência global e puxada, principalmente, pela necessidade de países emergentes como Brasil, Índia e Vietnã, que tiveram um aumento da classe média e também o desejo de ter diferenciais no currículo para garantir melhores oportunidades do mercado de trabalho. Nesse sentido, o TOEFL é uma certificação fundamental para que essas oportunidades sejam aproveitadas. Pensando nisso, a ETS desenvolveu recursos para auxiliar a preparação desse público”, destaca Omar Chinane, Diretor Geral Global do programa TOEFL® na ETS. 

Entre os recursos gratuitos disponíveis para os estudantes pela ETS, estão:

  • Dois exames de prática completos com gabarito para Leitura e Compreensão Auditiva, ajudando no acompanhamento do progresso;
     
  • Módulo interativo atualizado com novos tipos de questões e um guia detalhado de 28 páginas sobre formato, tempo e critérios de pontuação;
     
  • Acesso simplificado e bilíngue no site oficial do TOEFL, com conteúdos organizados por perfil de usuário (estudante, professor, instituição) e disponíveis em inglês e português. 

Além disso, educadores e orientadores acadêmicos contam com materiais exclusivos, como guias de uma página, planos de aula voltados às quatro habilidades linguísticas e rubricas oficiais de avaliação. O objetivo é que professores estejam ainda mais preparados para apoiar seus alunos a conquistar uma vaga em universidades internacionais. 

Com essa iniciativa, a ETS reforça seu compromisso com os estudantes brasileiros, oferecendo ferramentas que tornam o processo de preparação mais acessível, inclusivo e eficaz, fortalecendo a posição do país no cenário da educação global.


A indisciplina que adoece a educaçã

A educação brasileira vive inúmeros problemas, não gratuitamente. Aparece nos últimos lugares em todos os rankings internacionais, mas esses dados estão ainda mais aquém do que a realidade das salas de aula.

Nos últimos anos, os professores têm enfrentados desafios enormes. Segundo as pesquisas mais robustas sobre a visão dos professores sobre a educação atual, a indisciplina é o maior problema enfrentado pelos professores na atualidade. Uma pesquisa recente da OCDE, que mensurou as relações de sala de aula, verificou que o Brasil é o país em que há menos aula, entre os 73 países avaliados.

Segundo o levantamento, os professores gastam cada vez mais tempo administrando problemas de comportamento em sala de aula. A percepção de que a indisciplina é o maior desafio coincide com estudos internacionais, como os da OCDE.

Ao mesmo tempo, não há nenhuma iniciativa pública voltada para a indisciplina escolar. As escolas recebem projetos de todos os tipos — sobre meio ambiente, tecnologia, alimentação, inclusão digital —, mas nenhum que trate diretamente da questão da disciplina. É como se o problema simplesmente não existisse.

E mais do que isso: nós, professores, não tivemos essa formação na universidade. Talvez alguém tenha assistido a uma aula sobre o tema — eu, pessoalmente, nunca conheci quem tivesse. Mas o fato é que não existe nenhuma disciplina específica sobre indisciplina escolar em nenhuma universidade do Brasil. Também não há linha de pesquisa, nem pós-graduação voltada ao assunto. Nada.

É como se a opinião e a experiência dos professores fossem irrelevantes. Como se os dados também não importassem. A solução do poder público para os graves problemas decorrentes da indisciplina — que incluem questões sérias de saúde mental entre docentes — tem sido a precarização do trabalho.

Em vez de criar políticas efetivas baseadas em evidências científicas para reduzir quadros de depressão, ansiedade e outros transtornos relacionados às condições de trabalho, os governos têm recorrido a contratações temporárias e mal remuneradas. Nesses vínculos, o controle sobre afastamentos por motivos psiquiátricos é maior, enquanto as oportunidades de estabilidade e apoio diminuem.

Não é uma solução justa. E, infelizmente, não será no Dia dos Professores que virá a nova fase em que os docentes serão ouvidos, suas condições valorizadas e seu trabalho, finalmente, respeitado.

 

Lucelmo Lacerda - doutor em educação, pesquisador na Universidade da Carolina do Norte (EUA) e autor de “Crítica à pseudociência em educação especial”.

 

Gestor ou líder: a diferença que transforma equipe

Freepik
Assumir uma posição de liderança vai muito além de ocupar um cargo ou carregar um título. É uma decisão consciente de assumir um papel que transforma pessoas e ambientes. Um verdadeiro líder inspira, motiva e une pessoas, enquanto muitos gestores, mesmo com altos cargos, acabam apenas gerenciando processos sem engajar suas equipes. 


Um bom gestor sabe planejar, organizar e controlar resultados. Já um líder oferece clareza, alinha pessoas e inspira engajamento. Ambos lidam com pessoas, mas suas funções são distintas. O gestor foca no desempenho e na eficiência; o líder, no desenvolvimento e na inspiração. Embora algumas pessoas consigam exercer bem os dois papéis, não é o mais comum. 

Enquanto o gestor pode aprimorar suas habilidades por meio de treinamentos e conhecimento técnico, o líder precisa conectar-se profundamente com seu papel, alinhando sua identidade, sua visão de mundo e sua missão de vida. Inspirar pessoas não é uma técnica, mas um movimento que nasce de dentro, de energia, presença e autenticidade. 

Essa diferença revela uma premissa essencial da liderança: a capacidade de olhar para si mesmo. Só podemos inspirar e orientar caminhos por onde já passamos. A jornada do líder começa dentro, com autoconhecimento, reflexão e a disposição de se reinventar constantemente. É a partir desse olhar interno que surge a clareza para guiar outros.

Como afirma Simon Sinek: "Líderes nos inspiram. Seguimos líderes não porque precisamos, mas porque queremos." Liderança de verdade não se resume a alcançar resultados; ela se manifesta na capacidade de desenvolver pessoas, criar vínculos de confiança e conduzir um propósito significativo. 

Gestores são importantes para manter o rumo. Líderes são essenciais para transformar a jornada. E quando as duas funções se unem, o resultado é uma cultura organizacional sólida, humana e inspiradora.

  


Pedro Ivo Moraes e Rodrigo Suzuki - especialistas em cultura organizacional e autores do livro "Seja a liderança que poucos têm a coragem de ser" (DVS Editora)


Qual a idade ideal para ser um CEO?


Se te perguntassem qual a idade ou perfil ideal de um CEO, atualmente, o que você diria? A figura de um homem, na faixa de seus 50 anos, com pós-graduação e passagem por grandes corporações, não representa mais o padrão desses executivos, diante de tantas mudanças e avanços que o mercado global vem sofrendo nos últimos anos. Não podemos mais nos basear em questões etárias ou rígidas para determinar “quem está apto a se tornar um CEO”, mas sim em outras competências que são bem mais estratégicas para essa posição.

Hoje em dia, não é mais possível associar esse executivo como fundador da empresa. Ele pode ser um sócio, um parceiro, ou um profissional que ascendeu na organização devido à sua conexão e esforços dedicados ao longo de sua carreira. E, o que influencia a conquista deste cargo, na prática? Um conjunto que envolve sua capacidade de liderança, maturidade profissional e comunicação clara e objetiva – todos, essenciais para quem irá exercer essa responsabilidade.

Se aprofundando em cada um desses aspectos, todos compreendem que o CEO precisa ser um líder nato. Inspirar e engajar as equipes, elevando sua produtividade e desempenho nos processos internos rumo a um crescimento corporativo cada vez mais próspero e sustentável. Até porque, segundo a 26ª Pesquisa Global Anual de CEOs da PwC, 40% deles acreditam que suas empresas deixarão de ser lucrativas nos próximos 10 anos se continuarem no caminho atual, algo que exige uma capacidade de reinvenção e motivação nas equipes na busca constante por melhores oportunidades.

Quanto à sua maturidade, temos que associá-la a um certo tempo de experiência no mercado, em talentos que já tenham vivido e lidado com muitos cenários e momentos de crises, instabilidades e eventos externos que impactaram, de alguma forma, as operações. São esses desafios constantes, por mais difíceis que sejam, que tornam um profissional cada vez mais maduro e resiliente para gerenciar, da melhor maneira possível, esses eventos – uma característica indispensável de um bom CEO.

Afinal, é a partir disso que se cria experiência, tornando-se pessoas mais fortes, preparadas, e capacitadas para identificar como maximizar essa jornada com sucesso. Além, é claro, de também saber quando for o momento de oxigenar suas carreiras e passar o bastão para outro executivo, evitando um olhar viciado internamente que barre uma possível abertura a novas estratégias e tendências que alavanquem o poder competitivo.

Por último, uma comunicação assertiva faz toda a diferença para o sucesso de qualquer vaga ou posição, ainda mais quando falamos dos C-Levels e sua influência no engajamento e produtividade das equipes. É a partir disso que geram confiança na relação com os outros, através da clareza em suas palavras, tom de voz, e a forma pela qual constrói sua linha de raciocínio, para que todos compreendam a mensagem passada e se sintam confortáveis em comunicar tudo o que sentem ou desejam, visando os melhores resultados possíveis.

É dever indispensável do CEO ser estratégico em suas decisões, tendo o background necessário para liderar o negócio e seus times nos melhores caminhos que atinjam as metas esperadas. Por isso, não cabe mais a esse executivo ficar sentado atrás da mesa dando ordens, devendo se integrar, de forma bastante aprofundada, ao dia a dia das operações. Respirar a rotina do chão de fábrica, de forma que conheça todas as esferas do negócio, o que será determinante para que tome decisões ainda mais inteligentes que alavanquem esse desempenho.

Todos os pontos destacados evidenciam que não podemos limitar essa posição a uma questão etária. Afinal, muito além da idade em si, é a somatória de seu potencial de liderança, maturidade e comunicação que influenciarão, muito mais, o êxito no cumprimento das exigências e responsabilidades dessa cadeira. É sobre estar aberto a aprender sempre, para que o CEO esteja cada vez mais preparado para comandar a empresa rumo a um futuro cada vez mais próspero.

 


Thiago Gaudencio - headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.

Wide
https://wide.works/

 Outubro é celebrado mundialmente como Cybersecurity Awareness Month (Mês da Conscientização em Cibersegurança), uma iniciativa que busca sensibilizar pessoas e organizações para práticas mais seguras no ambiente digital, alertando para ameaças como phishing, vazamentos, roubo de identidade e uso indevido de dados.

 

No contexto escolar, esse mês representa uma oportunidade estratégica para reforçar políticas e procedimentos de proteção de dados, protegendo a privacidade de alunos, famílias e profissionais. 

Embora muitas vezes subestimado, o universo educacional é receptor de uma grande quantidade de dados sensíveis, como histórico escolar, dados de saúde, informações socioeconômicas, contatos dos pais e responsáveis, registros de desempenho, fotos e imagens de câmeras de segurança. 

Quando esses dados não são adequadamente protegidos, expõem estudantes e suas famílias a riscos como vazamentos, fraudes e até extorsão. No Brasil, um estudo com estudantes de cursos de Computação mostrou que a falta de exposição prévia ao tema é um limitador para o entendimento de riscos: participantes sem nenhuma capacitação obtiveram em média 72,11% de acerto em questões de cibersegurança; já aqueles com uma fonte de ensino atingiram 79,35%, e os com duas ou mais fontes, 85,07%. 

Maria Cláudia Amaro, fundadora da Rhyzos Educação, instituição destinada a criar, desenvolver, apoiar e investir em negócios e iniciativas em educação básica no Brasil, diz que “o ambiente escolar, além de ser um espaço de aprendizagem acadêmica, também pode ser um repositório de informações pessoais que exigem o mesmo nível de cuidado de qualquer instituição público ou privada. 

Segundo a especialista, é garantido que os estudantes e suas famílias não serão vítimas passivas de ataques evitáveis quando se é adotado ações de segurança, como políticas de acesso restrito, senhas fortes, autenticação de múltiplos fatores, criptografia e planos de respostas a incidentes. 

Para isso, alguns investimentos em tecnologia são necessários (firewalls, backups, software de gestão segura) e, principalmente, capacitação contínua de professores, funcionários e gestores, não somente em outubro, mas ao longo de todo o ano. Ainda, o tema adquire relevância legal com leis de proteção de dados, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) que impõem às instituições a obrigação de proteger dados pessoais e notificar incidentes graves. 

“Mesmo em ambientes já tecnicamente preparados, vemos lacunas de conhecimento que impactam na falta de maturidade na cultura de segurança. Temas como esse são de extrema importância para garantir que o ambiente educacional siga um caminho responsável em diferentes frentes, da tecnologia à formação humana”, conclui Maria Claudia.


A aposentadoria do professor e os desafios após a Reforma da Previdência


Neste 15 de outubro, Dia dos Professores, é impossível não refletir sobre o valor social de quem transforma conhecimento em futuro. Tenho esposa, irmã e sogra professoras e convivo de perto com o amor, o cansaço e a resiliência que marcam essa profissão. Mas, infelizmente, o reconhecimento não chega quando o assunto é aposentadoria. 

Antes da Reforma da Previdência, de 2019, os professores tinham direito a se aposentar mais cedo, em razão do desgaste físico e mental da carreira. Bastava comprovar 25 anos de contribuição (mulheres) ou 30 anos (homens), sem exigência de idade mínima. A reforma, porém, impôs uma nova realidade: criou idade mínima, regras de transição e cálculos mais rígidos, tornando o processo mais longo e burocrático.

 

Hoje, existem quatro regras principais de transição: 

A primeira é a regra dos pontos, que soma idade e tempo de contribuição. Em 2025, são exigidos 97 pontos para homens e 87 para mulheres. Essa pontuação aumenta um ponto por ano até atingir 100 pontos para os professores (em 2028) e 92 pontos para as professoras (em 2030). 

A segunda é a idade mínima progressiva. Em 2025, as professoras precisam ter 54 anos de idade e 25 anos de contribuição; os professores, 59 anos de idade e 30 anos de contribuição. A idade mínima sobe seis meses a cada ano. 

A terceira é o pedágio de 100%, que exige que o professor trabalhe o dobro do tempo que faltava, em 2019, para atingir o tempo mínimo de contribuição. 

A quarta é o pedágio de 50%, aplicável a quem estava a no máximo dois anos de se aposentar em 13 de novembro de 2019. Nesse caso, é preciso trabalhar o tempo que faltava, acrescido de 50%. Essa regra, vale destacar, não é exclusiva dos professores. 

Já a regra permanente, válida para quem ingressou após a reforma, fixa 25 anos de contribuição e idade mínima de 60 anos para homens e 57 para mulheres.

 

O tempo de contribuição é o mesmo para ambos os sexos — 25 anos de atividade exercida exclusivamente em funções de magistério na educação básica, ou seja, em estabelecimentos de educação infantil, ensino fundamental ou médio. Além disso, é preciso cumprir a carência mínima de 180 meses de contribuição. 

Embora chamadas de “diferenciadas”, essas normas acabaram desconsiderando as peculiaridades do magistério. O legislador ignorou que o professor não lida apenas com livros e provas, mas com turmas lotadas, jornadas extenuantes e, muitas vezes, violência psicológica e emocional. Em meu escritório, é cada vez mais comum atender professores que buscam aposentadoria por incapacidade permanente em razão de depressão ou síndrome de burnout — um retrato doloroso da sobrecarga que a profissão carrega. 

O benefício especial para professores também se aplica a quem exerce funções de direção, coordenação ou assessoramento pedagógico, desde que na educação básica. Já os professores universitários não foram incluídos, o que reforça a falta de uniformidade e sensibilidade da legislação atual. 

A Reforma da Previdência de 2019 foi vendida como necessária para o equilíbrio das contas públicas, mas acabou impondo ao magistério um fardo desproporcional. Criar idade mínima para quem convive diariamente com tanto estresse e tantas demandas é ignorar a realidade da sala de aula. 

A aposentadoria do professor deveria simbolizar respeito e reconhecimento, não obstáculos. É preciso reavaliar as regras que afastaram essa categoria do merecido descanso — e lembrar que investir em quem ensina é investir no próprio país. 

Porque, mesmo diante de tantos desafios, os professores continuam nos ensinando o verdadeiro significado de resistência.

 

João Badari - advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados



Enquanto 8 em cada 10 pensam em mudar de carreira, mulheres ainda lutam contra barreiras que não se veem

A busca por propósito e qualidade de vida tem levado cada vez mais profissionais a repensarem suas trajetórias, e o mercado começa a se adaptar a esse novo perfil.

 

Não é raro encontrar profissionais insatisfeitos com o rumo de suas carreiras. De acordo com a pesquisa “People at Work 2022 – A Global Workforce View”, realizada pelo ADP Research Institute com 33 mil trabalhadores de 17 países, incluindo o Brasil, oito em cada dez pessoas afirmam considerar uma mudança de área profissional. 

No entanto, essa tendência revela diferenças marcantes entre homens e mulheres. Enquanto homens tendem a priorizar ascensão salarial e networking mais acessível, as mulheres enfrentam desafios adicionais, como viés de gênero no recrutamento, conciliar responsabilidades familiares com a transição e uma menor representação em cargos de liderança, o que pode prolongar o período de busca por novas oportunidades. A transição de carreira está menos associada à instabilidade e muito mais ao autoconhecimento e à busca por qualidade de vida. 

Luciane Rabello, psicóloga, especialista em Recursos Humanos e CEO da TalentSphere, explica que os RHs precisam se adaptar para acolher talentos em transição, integrando diferentes trajetórias profissionais às equipes, especialmente considerando as barreiras de gênero. “O mercado precisa abandonar a visão de que trocar de carreira é sinal de indecisão. Pelo contrário, trata-se de um processo de amadurecimento e realinhamento de valores. As organizações que souberem valorizar essa diversidade de experiências vão sair na frente”, afirma Luciane. Ela também destaca mitos e verdades comuns sobre o tema para mulheres:

  • Mito: Mulheres mudam de emprego mais por impulsividade emocional.
  • Verdade: Estudos realizados pela Maturi, plataforma voltada para o mercado 50+, mostram que as transições femininas são frequentemente motivadas por uma busca estratégica por equilíbrio entre vida profissional e pessoal, impulsionada por fatores como maternidade e desigualdades salariais.
  • Mito: Trocar de carreira é mais arriscado para mulheres devido à falta de suporte.
  • Verdade: Com planejamento, as mulheres podem transformar essa mudança em uma oportunidade de empoderamento, acessando mentorias específicas e redes de apoio que aceleram o progresso.
  • Mito: Homens se adaptam melhor a novas áreas por terem mais experiência técnica.
  • Verdade: Mulheres frequentemente trazem habilidades transferíveis únicas, como resiliência e multitarefa, desenvolvidas em contextos de maior escrutínio, o que enriquece equipes diversas.

Para os profissionais que desejam dar esse passo, e especialmente para as mulheres, que podem precisar de estratégias extras para superar esses obstáculos, a especialista recomenda cinco pontos essenciais para conduzir a mudança de forma responsável, tanto do ponto de vista mental quanto financeiro:
 

Autoconhecimento: 

Entender seus valores, motivações e expectativas.

Planejamento financeiro: 

Criar uma reserva que permita enfrentar o período de transição.

Capacitação contínua: 

Investir em cursos e formações que abram portas na nova área.

Networking estratégico: 

Aproximar-se de profissionais que já atuam no setor desejado.

Saúde mental em primeiro lugar: 

Buscar apoio terapêutico ou de mentoria para lidar com inseguranças.
 

O estudo da McKinsey reforça uma tendência já observada após a pandemia: os profissionais não querem apenas um emprego, mas sim um projeto de vida que faça sentido. Nesse cenário, empresas e RHs que criarem espaços de acolhimento e incentivo à transição, com foco em equidade de gênero, terão equipes mais engajadas e alinhadas às transformações do mundo do trabalho.
 

TalentSphere – Impulsionando Talentos e Negócios para além das fronteiras


Estudo em grupo x estudo individual: qual é mais eficaz na preparação para o ENEM?

Especialista explica vantagens e cuidados de cada método de estudo

 

Na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), uma das maiores dúvidas entre os estudantes é escolher a melhor forma de organizar os estudos: sozinho, em um ambiente silencioso e controlado, ou em grupo, trocando experiências e aprendizados com colegas. Ambas as estratégias têm benefícios, mas também apresentam desafios que podem impactar no desempenho durante a prova. 

Segundo a professora e coordenadora do curso de Pedagogia da Anhanguera, Jaqueline Pereira da Rocha, não existe uma fórmula única que funcione para todos. O ideal é que o estudante conheça seu próprio perfil de aprendizagem e combine as metodologias de acordo com suas necessidades. 

“O estudo individual favorece a concentração e permite que o aluno avance no seu próprio ritmo, sem distrações externas. Já o estudo em grupo estimula a troca de ideias, ajuda a esclarecer dúvidas e fortalece a motivação, principalmente em períodos longos de preparação. O mais importante é encontrar equilíbrio, aproveitando o que cada modelo tem de melhor”, orienta. 

Entre as vantagens do estudo individual estão a autonomia, a possibilidade de criar rotinas personalizadas e a maior facilidade em manter o foco em conteúdos específicos. Por outro lado, estudar sozinho pode gerar desmotivação e maior dificuldade para perceber lacunas de aprendizado. 

No caso do estudo em grupo, os pontos positivos incluem o aprendizado colaborativo, a prática de explicar conteúdos, o que reforça a memória, e a criação de uma rede de apoio emocional entre colegas. Porém, é preciso cuidado para que os encontros não se tornem dispersos e percam o objetivo de revisão. 

“Além disso, é importante não negligenciar o descanso. Momentos de lazer, sono adequado e práticas de autocuidado contribuem para o equilíbrio emocional, que impacta diretamente no desempenho durante a prova”, complementa. 

A coordenadora destaca que a combinação entre os dois métodos pode ser a melhor estratégia para quem busca bons resultados no ENEM. 

“Uma rotina equilibrada, que reserve momentos de concentração individual e encontros pontuais em grupo, tende a oferecer uma preparação mais completa. Assim, o estudante consegue revisar de forma aprofundada e também desenvolver habilidades sociais importantes, como a comunicação e o trabalho em equipe”, finaliza.



Anhanguera
Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site e o blog.


Cisco abre inscrições para Missão Transformação Digital com cursos gratuitos em TI

Em sua segunda edição, a iniciativa oferece seis cursos gratuitos para impulsionar alfabetização digital, conhecimentos em IA, cibersegurança e IoT

 

O Cisco Networking Academy - programa de educação e empregabilidade da Cisco - iniciou as inscrições para a segunda edição da Missão Transformação Digital, com o objetivo de preparar os profissionais interessados em se posicionar melhor no mercado de trabalho em uma nova era tecnológica. A iniciativa oferece seis cursos gratuitos totalmente online, que abrangem desde alfabetização digital até cibersegurança e Inteligência Artificial (IA). 

Os interessados têm até 23 de novembro para se inscrever e completar um ou mais cursos do programa. São eles: Consciência Digital; Using Computer and Mobile Devices (em inglês); Introdução à Cibersegurança; Introdução à IoT e Transformação Digital; Conceitos Básicos de Hardware de Computadores; e Introdução à IA Moderna. 

Todos os cursos disponíveis pela Cisco são de curta duração, com seis horas cada. Ao final, os estudantes que obtiverem uma nota igual ou superior a 70% no exame final receberão um certificado e um distintivo digital de conclusão. 

O programa faz parte de uma ação realizada em toda América Latina e Caribe. No Brasil, essa iniciativa deve movimentar as 656 academias do Cisco Networking Academy, que englobam 1.480 instrutores. Também haverá o reconhecimento e premiações para as instituições parceiras que mais formarem alunos, bem como para os instrutores participantes da Missão. 

“Os cursos da Missão Transformação Digital são uma excelente oportunidade para quem busca desenvolver habilidades digitais essenciais e se destacar em um mercado cada vez mais dinâmico e tecnológico. Nosso compromisso, junto com os parceiros educacionais, é apoiar a formação de profissionais preparados para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades desta nova era digital,” destaca Gabriel Bello Barros, líder do Cisco Networking Academy no Brasil. 

As inscrições para a Missão Transformação Digital podem ser feitas aqui.

 

Sessões ao vivo de apresentação

Como parte do programa, o Cisco Networking Academy realiza, entre os dias 14 e 22 de outubro, uma série de masterclasses online ao vivo para cada curso oferecido, com duração de uma hora. O objetivo é apresentar mais detalhes, como o conteúdo a ser ministrado. As aulas ao vivo online serão ministradas via Youtube pelos instrutores da Academia Brasileira de Redes (ABRedes), uma das parceiras do Cisco Networking Academy. A programação da masterclass está no site de inscrição da Missão. 

Confira os detalhes dos cursos oferecidos pela Missão Transformação Digital:

  • Consciência Digital: ajuda a compreender os fundamentos das ferramentas e tecnologias digitais, seu impacto e benefícios na sociedade e no trabalho, e como gerenciar uma identidade digital.
  • Using Computer and Mobile Devices: fornece ferramentas para usar a tecnologia com confiança e melhorar as habilidades digitais. O aluno aprende a baixar e atualizar aplicativos, conectar-se à internet via Wi-Fi, dados móveis ou bluetooth, e melhorar o desempenho do seu dispositivo. Este é o único curso disponível somente em inglês e espanhol. Todos os outros estão disponíveis em português.
  • Introdução à Cibersegurança: explora formas de se manter seguro online, ensina os diferentes tipos de malware e ataques, e apresenta medidas usadas pelas organizações para mitigar os ataques.
  • Introdução à IoT e Transformação Digital: aborda como a IoT e a transformação digital geram valor ao conectar objetivos físicos do cotidiano ao mundo digital. Os alunos também aprendem conceitos de programação, dados massivos e analytics, automação e segurança.
  • Conceitos Básicos de Hardware de Computadores: permite ao participante explorar os fundamentos de computadores e dispositivos móveis, seus componentes, funcionamento, ferramentas e técnicas básicas de solução de problemas.
  • Introdução à IA Moderna: fornece uma visão geral sobre IA, apresentando conceitos fundamentais e permitindo ao aluno adquirir experiência prática com aplicações habilitadas para IA.

Sobre o Cisco Networking Academy
É o maior programa global de educação em tecnologia da Cisco que atingiu a marca de um milhão de estudantes impactados no Brasil, em 2025. Presente no país há 26 anos, a iniciativa se consolidou como uma das maiores em capacitação profissional do segmento, conectando talentos com as demandas do mercado de trabalho por meio de uma ampla rede de parcerias com instituições públicas, privadas e do terceiro setor.

 

Cisco

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Fatecs têm vagas para mais de 100 cursos gratuitos de Ensino Superior

Candidato deve ser inscrever no Vestibular pela internet, até 7 de novembro; as 98 Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo oferecem 20.375 vagas para o primeiro semestre de 2026

 

Estão abertas as inscrições para o Vestibular das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs). O candidato tem até as 15 horas de 7 de novembro, para se inscrever pelo site vestibular.fatec.sp.gov.br. Para o primeiro semestre de 2026, as Fatecs oferecem um total de 20.375 vagas, sendo 7.870 destinadas aos candidatos do Provão Paulista. O exame será no dia 14 de dezembro. A taxa de participação é de R$ 47. 

O requisito para concorrer a uma vaga é ter concluído ou estar cursando o terceiro ano do Ensino Médio ou equivalente. Também é possível participar como treineiro. 


Inscrição

Para participar do exame, o candidato deve ler atentamente o Manual do Candidato, preencher a ficha de inscrição online e responder ao questionário socioeconômico. Ao preencher o formulário, o interessado irá escolher um curso como primeira opção e outro como segunda opção, em qualquer Fatec e período. É possível realizar até três inscrições distintas, mediante o pagamento da taxa correspondente a cada uma.

A taxa de participação pode ser paga em agências bancárias, via internet banking ou cartão de crédito, pela ferramenta Getnet, até o dia 7 de novembro. A inscrição só será confirmada após a compensação do pagamento.

As Fatecs disponibilizam computador e acesso à internet a quem quiser fazer a inscrição no Vestibular. Cabe ao interessado entrar em contato com a unidade para saber datas e horários de atendimento.

 

 Novidades

Juntas, as 86 unidades de Ensino Superior do Centro Paula Souza (CPS) disponibilizam vagas para 102 cursos gratuitos, sendo seis opções inéditas na instituição, com 40 vagas cada uma, no período noturno:

  • Curso de Bacharelado em Educação Física – Fatec Esportes
  • Curso de Graduação em Engenharia Mecânica – Fatec Mogi Mirim
  • Curso de Graduação em Engenharia Civil – Fatec São Paulo
  • Curso de Graduação em Engenharia de Produção – Fatec São José dos Campos
  • Curso Superior de Tecnologia em Ciência de Dados para o Agronegócio – Fatec Catanduva
  • Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública – Fatec Itapevi

A relação completa de cursos, vagas e unidades está disponível para consulta no site vestibular.fatec.sp.gov.br.

 

Pontuação Acrescida

O Sistema de Pontuação Acrescida do CPS concede bônus de 3% para candidatos autodeclarados afrodescendentes, 10% para quem cursou integralmente o Ensino Médio em escola pública, ou 13% no caso de acumulação dos dois critérios. Cabe ao candidato verificar no Manual do Candidato se tem direito à pontuação acrescida, porque a matrícula não poderá ser realizada e a vaga será perdida se as informações não atenderem às condições estabelecidas em sua totalidade.

Outras informações estão disponíveis no site vestibular.fatec.sp.gov.br. O candidato também pode esclarecer dúvidas pela Central do Candidato, nos telefones: (11) 3471-4103 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-596-9696 (demais localidades).

Centro Paula Souza

 

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