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segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Morango do amor: a calda de caramelo pode ser um vilão para as facetas dentai

 Especialistas alertam para os riscos do doce que virou febre no Brasil e dão dicas de como consumi-lo com segurança



De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo elevado de açúcar está diretamente relacionado ao aumento de cáries e doenças periodontais. No Brasil, o Ministério da Saúde aponta que mais de 55% da população adulta já teve cárie, sendo o excesso de açúcar um dos principais causadores.Depois da maçã do amor, chegou a vez do morango do amor conquistar o paladar (e os feeds) dos brasileiros.

O doce viralizou nas redes sociais e se espalhou por feiras, barraquinhas e confeitarias com sua aparência brilhante e irresistível: morangos frescos, enrolados em brigadeiro branco e mergulhados em uma espessa camada de caramelo crocante. Mas por trás da beleza e do sabor, há riscos importantes para a saúde bucal, principalmente para quem tem lentes de contato dentais, facetas, aparelhos ortodônticos ou sensibilidade nos dentes.

De acordo com a Dra. Fernanda Oliani, dentista da Oral Sin, a calda de caramelo endurecida pode representar um verdadeiro perigo quando mal executada. “Se a calda estiver muito espessa ou mal derretida, o risco de fraturas dentárias ou descolamento de lentes aumenta significativamente”. Além disso, por ser um alimento pegajoso, duro e com alto teor de açúcar, o morango do amor também contribui para o acúmulo de placa bacteriana e pode favorecer o surgimento de cáries.

“Para saborear essa delícia numa boa, os dentes têm que estar em dia. Quem usa aparelho ou lentes de contato deve ter um cuidado especial na hora da mordida, especialmente se a casca estiver muito dura”, orienta Fernanda. “E é claro, atenção redobrada na limpeza após o consumo.”Para quem não quer abrir mão da novidade, mas deseja preservar o sorriso, a dentista aponta cinco cuidados para aproveitar essa explosão de sabor com segurança.

  1. Observe a textura da calda: Evite doces cuja calda esteja excessivamente dura ou com sinais de queimada. Uma mordida pode trincar dentes naturais ou comprometer próteses.
     
  2. Corte em pedaços: Ao invés de morder diretamente, opte por cortar o doce em pedaços menores com talheres, diminuindo o impacto sobre os dentes.
     
  3. Evite puxar com os dentes: O caramelo, quando começa a derreter, pode grudar nos dentes. Evite puxar ou mastigar excessivamente para não forçar restaurações ou aparelhos.
     
  4. Higiene após o consumo: Escove os dentes cerca de 30 minutos após consumir o doce e use fio dental para remover resíduos grudados entre os dentes.
     
  5. Use enxaguante bucal com flúor: Ele ajuda a combater as bactérias e neutralizar os efeitos do açúcar.
     
  6. Quem tem lentes ou facetas, redobre o cuidado: Lentes de contato dentais são mais frágeis a impactos. Consulte seu dentista se tiver dúvidas sobre o que pode ou não consumir.

Oral Sin


Anvisa aprova tratamento para colangite biliar primária

Medicamento da Ipsen, biofarmacêutica global, recebe aprovação regulatória para tratamento da colangite biliar primária (CBP), doença hepática rara.

 

São Paulo, agosto de 2025 – A Beaufour Ipsen, biofarmacêutica global, informa que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu aprovação regulatória em 11/08/2025, já publicada no Diário Oficial da União (DOU), do medicamento Iqirvo® (elafibranor) comprimidos de 80 mg para o tratamento da colangite biliar primária (CBP), em combinação com o ácido ursodesoxicólico (UDCA), em adultos com resposta inadequada ao UDCA ou como monoterapia em pacientes intolerantes ao UDCA. É um medicamento oral da classe dos agonistas PPAR, receptores nucleares que regulam a expressão de genes envolvidos em processos metabólicos dos lipídios e inflamação. Elafibranor é um agonista Duo PPARα e PPARδ, que são consideradas reguladoras importantes dos ácidos biliares, da inflamação e da fibrose (cicatrização no fígado). 

“A aprovação do Iqirvo pela Anvisa representa um avanço importante no cuidado adequado das pessoas que vivem com colangite biliar primária e reforça o nosso compromisso com a inovação e com a ampliação do acesso a terapias que realmente fazem a diferença na vida dos pacientes com doenças raras do fígado. É uma nova opção terapêutica, eficaz e segura, que poderá beneficiar especialmente pacientes que não respondem adequadamente ou não toleram os tratamentos atuais”, explica Vanessa Fabricio, Diretora Médica da Ipsen. 

A aprovação do Iqirvo baseou-se em dados do estudo de fase III ELATIVE1, que mostrou benefício significativo em comparação ao placebo. Ao final do estudo, 51% dos pacientes que usaram Iqirvo 80 mg alcançaram uma resposta bioquímica, contra apenas 4% dos que receberam placebo - uma diferença de 47%, considerada estatisticamente significativa (P<0,001). Também foi observada uma maior redução na pontuação de prurido nos pacientes tratados com Iqirvo em comparação ao placebo, embora essa diferença não tenha sido estatisticamente significativa. O tratamento com Iqirvo foi associado a uma melhora no prurido, com redução superior nas pontuações totais de prurido dos questionários PBC-40 e 5-D em relação ao placebo. As taxas de eventos adversos foram semelhantes entre os grupos Iqirvo e placebo.> 

“A chegada de uma alternativa terapêutica com bons resultados e bem tolerada para a colangite biliar primária representa um avanço importante no cuidado desses pacientes,” avalia Dra. Maria Lúcia Ferraz, hepatologista e presidente do Instituto Brasileiro de Fígado (ABRAFIG). “Por ser uma doença crônica e progressiva, que pode evoluir para falência hepática e até transplante, contar com um tratamento que ajuda a reduzir essa progressão e aliviar sintomas como o prurido e fadiga, que impactam tanto a qualidade de vida, é um passo significativo para a prática clínica e para os próprios pacientes”, explica a especialista. 

A colangite biliar primária afeta cada pessoa de maneira diferente. “Enquanto alguns indivíduos têm sintomas mais evidentes, como fadiga extrema ou prurido grave, outras não apresentam manifestações físicas, mas têm marcadores alterados, indicando que a doença não está controlada. Portanto, é fundamental uma abordagem personalizada para o manejo e tratamento de cada paciente”, complementa Dra. Maria Lúcia. “É de extrema relevância que os pacientes possam conversar com seus médicos de forma aberta e decidir, juntos, a melhor forma de lidar com a doença. Por isso, é excelente termos uma nova opção terapêutica para aqueles que vivem com a doença fora de controle”, conclui. 

Após a aprovação pela Anvisa, o Iqirvo® (elafibranor) será precificado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Concluída esta etapa, o medicamento estará disponível para comercialização no Brasil.

 

Sobre a CBP 

A colangite biliar primária é uma doença hepática rara, autoimune e colestática, que afeta aproximadamente nove mulheres para cada homem. O acúmulo de bile e toxinas (colestase), aliado à inflamação crônica, pode levar à fibrose (cicatrizes) no fígado e destruição dos ductos biliares. É uma condição crônica, que pode piorar com o tempo se não for tratada adequadamente, levando à necessidade de transplante hepático e, em alguns casos, à morte precoce. A CBP impacta significativamente a vida dos pacientes, principalmente pelos sintomas debilitantes, como prurido e fadiga.

 

Sobre o Iqirvo (elafibranor) 

Iqirvo é um medicamento oral, de uso diário, dos receptores PPAR, que atua sobre os PPARα e PPARδ. A ativação desses receptores reduz a toxicidade biliar e melhora a colestase ao modular a síntese, a desintoxicação e o transporte dos ácidos biliares. Também possui efeitos anti-inflamatórios, atuando por vias distintas. Os benefícios do Iqirvo incluem a redução dos níveis de fosfatase alcalina e bilirrubina em adultos com CBP. Portanto, espera-se que o medicamento traga benefícios clínicos como atraso no desenvolvimento da fibrose hepática, cirrose, necessidade de transplante hepático e morte. 

Em 2019, o Iqirvo recebeu a designação de "Terapia Inovadora" (Breakthrough Therapy) pela FDA (Agência de Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) para adultos com CBP que apresentavam resposta inadequada ao UDCA. A aprovação acelerada nos EUA foi concedida em junho de 2024, e a aprovação condicional na UE foi obtida em setembro de 2024, para uso em combinação com UDCA em adultos com resposta inadequada ao UDCA ou como monoterapia em pacientes que não o toleram.

 

Sobre o estudo ELATIVE 

ELATIVE foi um ensaio clínico de fase III, multicêntrico, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo (NCT04526665). Avaliou a eficácia e segurança do elafibranor 80 mg uma vez ao dia, comparado ao placebo, em pacientes com CBP com resposta inadequada ou intolerância ao UDCA. O estudo incluiu 161 pacientes, randomizados em proporção 2:1 para receber elafibranor 80 mg ou placebo. Pacientes com resposta inadequada ao UDCA continuaram recebendo UDCA em combinação com elafibranor ou placebo; já os intolerantes ao UDCA receberam apenas elafibranor ou placebo. O tratamento continuou após a Semana 52 até que todos os pacientes completassem o regime ou por no máximo 104 semanas. O estudo de extensão aberta a longo prazo ainda está em andamento, permitindo que os pacientes recebam elafibranor por até 5 anos. 

O desfecho primário foi a resposta bioquímica composta, definida como: fosfatase alcalina (FA) tr< 1,67x o limite superior da normalidade (LSN), redução de ALP ≥ 15% e bilirrubina total (BT) ≤ LSN na semana 52. FA e BT são importantes preditores da progressão da CBP, e suas reduções indicam menor dano colestático e melhora da função hepática. Os resultados completos do estudo de 52 semanas foram publicados no New England Journal of Medicine (NEJM).

 

Ipsen
ipsen.com/brazil



Referências

1 Kowdley. K.V, et al. Efficacy and Safety of Elafibranor in Primary Biliary Cholangitis. NEJM. 2023. DOI: 10.1056/NEJMoa2306185

Freepik
Especialista da Clínica Seven oferece dicas sobre o tema e explica como nutrição e hábitos saudáveis fortalecem o sistema imunológico em períodos de oscilação térmica

 

As variações bruscas de temperatura típicas do outono e inverno colocam o sistema imunológico sob pressão. Gripes, resfriados e infecções respiratórias tornam-se mais comuns, sobretudo quando há queda na qualidade da alimentação, pouca ingestão de líquidos e alterações no sono. Para se proteger, adotar hábitos saudáveis é essencial, e a nutrição tem papel central nesse processo. 

A nutricionista Maryane Malta, diretora técnica de nutrição da Clínica Seven, oferece seis dicas para manter a imunidade em dia durante os meses mais frios, confira:

1. Capriche em refeições equilibradas e ricas em nutrientes

Frutas, vegetais, grãos integrais, oleaginosas e proteínas magras fortalecem as barreiras do organismo e ajudam a manter o equilíbrio da microbiota intestinal, essencial para a resposta imune. “A alimentação é um dos pilares mais importantes e vai muito além do consumo pontual de vitamina C”, destaca Maryane.

2. Inclua grãos, leguminosas e raízes no dia a dia

Sopas, caldos, ensopados e risotos leves são boas pedidas no frio. Grãos como cevada, quinoa e arroz integral; leguminosas como feijão e lentilha; e raízes como inhame, batata-doce e mandioquinha fornecem energia, fibras e micronutrientes. “Uma refeição completa deve unir uma fonte de carboidrato, proteína magra e vegetais. Finalizar com azeite extravirgem melhora o sabor e a absorção de nutrientes”, orienta.

3. Modere o sal e evite ultraprocessados

O modo de preparo influencia diretamente na qualidade nutricional. “Evite caldos prontos e temperos industrializados, que concentram sódio e aditivos. Use ervas frescas, alho, cebola e especiarias naturais. Retire a gordura visível das carnes e acrescente o azeite só ao final do preparo”, aconselha a especialista.

4. Fique atento aos sinais de baixa imunidade

Cansaço constante, gripes recorrentes, queda de cabelo, intestino irregular e cicatrização lenta podem sinalizar deficiências nutricionais. “Esses sintomas são comuns quando o organismo está vulnerável e podem ser corrigidos com ajustes na alimentação e, em alguns casos, suplementação personalizada”, explica.

5. Cuide da saúde intestinal

Cerca de 70% das células de defesa estão no trato gastrointestinal. Por isso, manter o intestino saudável é fundamental. “Alimentos ricos em fibras, probióticos e prebióticos, como vegetais variados, iogurtes e kombucha, ajudam a preservar a microbiota e reforçar a imunidade”, afirma Maryane.

6. Não descuide da hidratação, mesmo com o frio

No inverno, a sede diminui, mas a necessidade de líquidos continua. “Além da água, chás, frutas ricas em água, como laranja, melão e abacaxi, e preparações como caldos e sopas ajudam a manter a hidratação e fornecem nutrientes importantes”, completa a nutricionista.

 

Clínica Seven


Merck lança campanha para incentivar diálogo sobre poder de escolha da maternidade e planejamento reprodutivo

Pesquisa identificou que 58% das brasileiras desconhecem opções de preservação da fertilidade, e só 5% já conversaram com o médico sobre o tema¹ 

Em série documental, a campanha explora relatos de casais, amigas e mãe e filha que, apesar da intimidade, nunca haviam falado profundamente sobre o tema²

 

“Fertilidade também se conversa. Cuide-se hoje. Escolha amanhã.” É com essa mensagem que a Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, lança uma campanha nacional de conscientização sobre o planejamento reprodutivo, que visa estimular conversas entre casais, amigos, familiares e entre pacientes e médicos. A campanha ressalta a importância do debate e do planejamento sobre o tema, em uma sociedade que ensina a evitar a gravidez desde muito cedo, mas pouco fala sobre a importância do planejamento para o futuro. 

 

Com abordagem documental, a série audiovisual é baseada na pesquisa¹ do instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (IPEC), encomendada pela Merck, e retrata conversas entre mãe e filha, amigas e casais hétero e homoafetivos. As narrativas revelam dúvidas, descobertas e emoções que refletem a experiência de milhares de brasileiros que, mesmo muito íntimos, nunca haviam conversado sobre o tema com profundidade. 

 

Ao longo dos episódios, temas como reserva ovariana, endometriose, congelamento de óvulos, planejamento reprodutivo, menopausa e os desafios enfrentados por casais LGBTQIAP+ no acesso a informações sobre técnicas de reprodução assistida são tratados com honestidade, reforçando a urgência de colocar a saúde reprodutiva no centro do debate familiar e público. 

 

“A campanha parte de uma provocação: afinal, quando é cedo demais para pensar sobre o tema? E, mais importante, por que não falamos sobre isso antes, justamente quando educamos os jovens a evitar uma gestação, já que os temas são relacionados?”, comenta Juliana Stevanato, gerente médica da Merck para Fertilidade. “O planejamento reprodutivo e a preservação da fertilidade devem ser entendidos como pilares integrais da saúde de homens e mulheres. Por isso, queremos incentivar conversas precoces e exames preventivos”, reforça. 

 

O exame anti-mulleriano (AMH), por exemplo, é um procedimento simples que mede o nível desse hormônio no sangue, sendo um importante indicador da quantidade de óvulos disponíveis nos ovários, a chamada reserva ovariana.³ “Nós, mulheres, já nascemos com o total de óvulos que teremos por toda a vida, e principalmente após os 35 anos³ começa a se acentuar a queda dessa reserva ovariana, o que pode dificultar com que a mulher consiga engravidar naturalmente — ou, independentemente da idade, quando há condições patológicas que podem dificultar a concepção, como endometriose⁴⁵, Síndrome do Ovário Policístico (SOP), menopausa precoce, entre outros — quanto antes diagnosticados, melhor o prognóstico reprodutivo para a mulher”, conclui Juliana.

 

Além da pesquisa do IPEC¹, a campanha foi criada a partir de dados de institutos como a European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE)⁵, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)⁶, o National Institute of Child Health and Human Development (NICHD)⁷ e a Organização Mundial da Saúde (OMS)⁸, que expõe a falta de informação sobre planejamento reprodutivo. Em um dos vídeos, surgem discussões sobre os impactos da endometriose na fertilidade, como a dificuldade de concepção.⁴,⁵ Os diálogos entre mãe e filha revelam as desafios emocionais e financeiras envolvidas no planejamento reprodutivo e no tratamento da infertilidade, além de dúvidas sobre o desejo de ser mãe ou quando. A pesquisa mostrou que apenas 5% das brasileiras já conversaram sobre planejamento reprodutivo com o médico.¹ 

 

Entre o grupo de amigas, surgem dúvidas sobre maternidade em meio a planos de carreira, viagens e shows. Contudo, surge também o medo de não conseguir ter filhos, alimentado pela escassez de informações sobre o próprio corpo e a infertilidade. A pesquisa mostra que cresce o número de mulheres que adiam a maternidade para priorizar estudos, carreira e estabilidade emocional.⁶,⁹ 

 

No terceiro filme, casais falam sobre o momento “ideal” de ter filhos e como o peso do “relógio biológico” para as mulheres, embora homens e mulheres tenham taxas semelhantes de infertilidade⁵,¹⁰ — cerca de uma a cada seis pessoas em idade reprodutiva³. O vídeo ressalta que o planejamento reprodutivo é uma necessidade também masculina, embora a pressão social recaia mais sobre as mulheres. 

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 1/3 das causas de infertilidade são atribuídas aos homens, 1/3 às mulheres e o restante está relacionado a causas mistas ou desconhecidas.¹¹


 

Sobre a campanha

 

Com direção de fotografia intimista, as conversas revelam medos, dúvidas e desejos em diferentes fases da vida. “A campanha é um convite para que possamos conhecer mais sobre nosso próprio corpo, conversar com as pessoas importantes na nossa história e refletir sobre o futuro com liberdade. Desde muito cedo, somos ensinadas a evitar uma gravidez, mas nem sempre a planejar para termos escolhas futuras”, diz Raquel Soriano, Head de Comunicação da Merck no Brasil.

A campanha contará com desdobramentos nas redes sociais, materiais educativos e o site da campanha https://www.fertilidadeseconversa.com.br/ .


 

Ficha técnica

 

Título: Fertilidade também se conversa

Cliente: Merck

Duração aproximada dos vídeos: 1minuto (teaser) | 3 minutos | 3 minutos | 3 minutos

Produto: Institucional - Awareness

Aprovações Merck: Ana Aldinhas, Juliana Stevanato, Raquel Soriano e Deborah Belluzzo

Agências: Casa Letra e DLion

Direção de Criação: Leandro Nunes

Direção de Conteúdo: Renata Helena Rodrigues

Gestão do projeto: Luiza Wolf

Redação: Renata Cuppen

Direção de Arte: Rafael Quito

Direção Audiovisual: Danilo Koshimizu

Operadores de câmeras: Vinicius Araujo, Raul Carielo e Lucas Aires

Assistente: Daniel Ribeiro

Operador de áudio: Danilo Mejias

Edição: Larrisa Laus

Finalização: Danilo Koshimizu

Casting e direção artística: Paola Fusco

Makeup e cabelo: UPFive Beauty

 




Merck
www.merck.com.br
Facebook (@grupomerckbrasil), Instagram (@merckbrasil) e LinkedIn (Merck Brasil).

 

1.    IPEC; MERCK. Infertilidade e Ferramentas de Preservação da Fertilidade. 2024. Pesquisa realizada entre 26 de agosto e 4 de setembro de 2024.

2.    Série documental “Fertilidade também se conversa”. 2025. Disponível em: https://www.fertilidadeseconversa.com.br/

3.    AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINE. Age and fertility – A guide for patients. 2012. Disponível em: https://www.reproductivefacts.org/globalassets/_rf/news-and-publications/bookletsfact-sheets/english-pdf/Age_and_Fertility.pdf . Acesso em: jun. 2025.

4.    ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Endometriose. 2023. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/endometriosis . Acesso em: jun. 2025.

5.    EUROPEAN SOCIETY OF HUMAN REPRODUCTION AND EMBRYOLOGY – ESHRE. Endometriose Guideline. 2022. Disponível em: https://www.eshre.eu/Guidelines-and-Legal/Guidelines/Endometriosis-guideline . Acesso em: jun. 2025.

6.    INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Registro Civil 2020: número de registros de óbitos cresce 14,9% e o de nascimentos cai 4,7%. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br . Acesso em: jun. 2025.

7.    NATIONAL INSTITUTE OF CHILD HEALTH AND HUMAN DEVELOPMENT. How common is infertility? Disponível em: https://www.nichd.nih.gov/health/topics/infertility/conditioninfo/common . Acesso em: jun. 2025.

8.    ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS. Infertilidade. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/infertility . Acesso em: jun. 2025.

9.    SAFDARI-DEHCHESMEH, R.; NOROOZI, M.; TALEGHANI, F.; MEMAR, S. Factors influencing the delay in childbearing: a narrative review. Iran J Nurs Midwifery Res., v. 28, n. 1, p. 10-19, jan. 2023.

10. KAMATH, Mohan S.; BHATTACHARYA, Siladitya. Best Practice & Research Clinical Obstetrics & Gynaecology, v. 26, n. 6, p. 729-738, 2012.

11. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS. Infertilidade. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/infertility . Acesso em: jun. 2025.


O custo invisível das doenças graves: quando o impacto vai além da saúde

A cobertura para doenças graves no seguro de vida oferece suporte financeiro essencial para enfrentar os impactos econômicos causados pelo diagnóstico de uma enfermidade

 

Mesmo com o respaldo de um bom plano de saúde, o diagnóstico de uma doença grave costuma gerar impactos que vão além do campo da saúde. Mudanças na rotina, afastamento do trabalho, necessidade de cuidadores e adaptação da residência estão entre os muitos fatores que podem elevar significativamente o custo de vida durante o tratamento. Trata-se de um impacto silencioso, frequentemente subestimado, mas que pode comprometer tanto o equilíbrio financeiro quanto o bem-estar emocional da pessoa e de toda a família.


Nesse contexto, o seguro de vida com cobertura para doenças graves se apresenta como um importante instrumento de proteção financeira. Ao oferecer uma indenização ainda em vida, ele permite que o segurado concentre suas energias na recuperação, sem enfrentar sozinho os impactos econômicos causados pela enfermidade. “O seguro de vida evoluiu e está cada vez mais voltado para o uso em vida, acompanhando as transformações da sociedade”, destaca José Luiz Florippes, diretor de vendas de seguros da Omint.


Entre as doenças graves que o seguro de vida cobre está a esclerose múltipla, uma doença neurológica crônica que afeta o sistema nervoso central. Há uma variedade de sintomas, como problemas de visão, dificuldades motoras e cognitivas, que podem levar à deficiência. De acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), estima-se que cerca de 40 mil brasileiros tenham o diagnóstico dessa doença, sendo 85% deles mulheres jovens, entre 18 e 30 anos.


Essas informações evidenciam a importância de um preparo financeiro. O Centro de Inovação SESI Higiene Ocupacional revela que 40% das pessoas com esclerose múltipla não estão trabalhando em decorrência dos sintomas. Já o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostra que, entre 2014 e 2018, a maioria dos benefícios concedidos a pessoas com esclerose múltipla (68,48%) foi o auxílio-doença previdenciário, destinado a casos de incapacidade temporária para o trabalho.


Em segundo lugar, aparece a aposentadoria por invalidez (25,38%), aplicada quando a condição se torna permanente. Quase um quarto dos benefícios concedidos no período (23,14%) foi destinado a pessoas com menos de 45 anos. “O aumento da incidência de doenças graves em pessoas jovens, em plena idade produtiva, é um sinal de alerta”, comenta Florippes.


Outra doença que tem cobertura no seguro de vida é o Acidente Vascular Cerebral (AVC), que vem acometendo pessoas de 18 a 50 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN). Há diversos fatores que podem aumentar as chances de ocorrência de um AVC. Entre eles, questões ligadas aos hábitos e ao estilo de vida lideram a lista, como sobrepeso, obesidade, tabagismo, uso excessivo de álcool, sedentarismo e uso de drogas ilícitas.


“Dados como esses mostram a importância de olhar para o planejamento financeiro de forma ampla e estratégica. Ter um ativo de proteção como o seguro pode fazer toda a diferença diante de um diagnóstico delicado, trazendo mais segurança para o presente e para o futuro”, afirma Florippes.



Como o seguro de vida pode ajudar alguém com um diagnóstico de doença grave


Após o diagnóstico, o beneficiário deve entrar em contato com a seguradora e enviar os documentos necessários para dar entrada no sinistro, termo utilizado para referir-se a um evento coberto em contrato, como o de doenças graves, por exemplo.


Conforme estabelece a legislação brasileira, a seguradora fará o pagamento da cobertura contratada ao beneficiário em até 30 dias. Esse recurso poderá ser utilizado da maneira que o segurado preferir, seja para cobrir despesas médicas ou mesmo para garantir a manutenção do padrão de vida durante o tratamento.


Florippes ainda ressalta que, além do alívio financeiro, “o seguro oferece algo igualmente valioso: tranquilidade para que o foco esteja na recuperação. Em um momento tão delicado, contar com essa proteção pode fazer toda a diferença”, conclui. 



Omint Seguros
Omint Seguros


Burnout, Boreout ou Burn-in? Mentora de carreiras explica diferenças

 

Thaís Roque orienta profissionais a escaparem de armadilhas emocionais no trabalho
 

A busca por equilíbrio entre produtividade e bem-estar é prioridade para muitas pessoas, mas nem todas conseguem reconhecer os sinais de alerta quando a saúde mental começa a dar indícios de esgotamento. Para diferenciar o cansaço e sintomas comuns da rotina, com síndromes, a mentora de carreiras Thaís Roque, especialista em Gestão de Negócios, Liderança e Capital Humano pela Universidade de Nova Iorque, Excelência em Serviço no Disney Institute e em Ciência da Felicidade pela Berkeley, explica como as três síndromes afetam o rendimento e a motivação no ambiente de trabalho: Burnout, Boreout e Burn-in - diferentes em origem e sintomas, mas igualmente nocivas se ignoradas. 

“Hoje, vivemos em um contexto onde o profissional é incentivado a entregar cada vez mais, sem espaço para pausa, reflexão ou até mesmo sentido. Mas nem todo esgotamento vem do excesso. Às vezes, ele vem da falta”, explica Thaís.
 

  • Burnout: quando o corpo e a mente entram em colapso

Caracterizado por exaustão física e emocional, o Burnout surge do excesso de trabalho, pressão constante e sensação de não dar conta. Os sintomas mais comuns incluem fadiga extrema, irritabilidade, insônia e perda de sentido no que se faz.

Dica da Thaís: “Reveja seus limites. Ter clareza sobre suas prioridades e aprender a dizer não é essencial para prevenir o Burnout. A produtividade não pode ser medida apenas pela entrega, mas também pela saúde com que se entrega”.
 

  • Burn-in: o silêncio antes do colapso

Diferente do Burnout, o Burn-in é uma espécie de “pré-esgotamento” que ainda não explodiu, mas está acumulando. São profissionais que parecem funcionar bem, mas internamente sentem angústia, insatisfação e desconexão profunda com o propósito.

Dica da Thaís: “Ouça os sinais sutis: dores físicas recorrentes, queda de desempenho e cinismo excessivo podem ser alertas. Busque pausas estratégicas e invista em autoconhecimento”.
 

  • Boreout: o tédio que adoece

Menos conhecido, o Boreout vem da falta de desafios. Profissionais subaproveitados, desmotivados ou que sentem que suas tarefas não têm impacto real podem adoecer pela estagnação. Isso leva à desatenção, procrastinação, ansiedade e até depressão.

Dica da Thaís: “Se você sente que está apenas cumprindo tabela, talvez seja hora de propor novos projetos ou buscar movimentações internas. Sentir-se útil é um antídoto poderoso contra o vazio profissional”. 

Em todos os casos, procurar ajuda de um especialista em saúde mental é essencial. Thaís reforça que ignorar essas síndromes não as faz desaparecer. “Elas são sintomas de ambientes que precisam ser mais humanos e de profissionais que precisam se lembrar que saúde mental é parte do trabalho, não um luxo. Busque ajuda especializada”, conclui.


Thaís Roque - Com passagens por empresas como Nestlé, Accenture e Pão de Açúcar, Thaís viveu os dilemas de quem tem um bom currículo, mas busca realização. Formada em Administração e especializada em Liderança e Capital Humano pela NYU (New York University), hoje atua como mentora de mulheres em busca de sentido na carreira. É autora de dois livros, fundadora das comunidades TR Circle e Founders Confraria, e apresentadora do podcast De Carona na Carreira.

 

Frio e fome: por que sentimos mais vontade de comer no inverno?

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Especialista explica como a queda das temperaturas influencia nosso apetite e como manter o equilíbrio nessa época do ano


Basta o termômetro cair para que as comidas mais calóricas e reconfortantes ganhem espaço à mesa. Caldos, massas, chocolates e outros pratos quentes parecem ainda mais irresistíveis durante o inverno. Mas por que isso acontece? A resposta está em uma combinação de fatores fisiológicos e comportamentais que fazem do frio um gatilho natural para o aumento da fome.

“Quando a temperatura ambiente diminui, nosso corpo precisa gastar mais energia para manter a temperatura interna estável, o que eleva ligeiramente o gasto calórico. Esse ajuste, somado ao conforto emocional associado a determinados alimentos, pode estimular o apetite”, explica a nutricionista Nathalia Maria Ribeiro Rodrigues, especialista em nutrição funcional e esportiva.

De acordo com a profissional, o desejo por comidas mais calóricas e ricas em carboidratos tem relação direta com o aumento da produção de serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. “O frio costuma vir acompanhado de dias mais cinzentos e menor exposição solar, o que pode afetar o humor. Alimentos mais densos em energia acabam sendo procurados como forma de compensação emocional”.

Outro ponto importante, segundo a nutricionista, é o impacto do clima sobre a rotina: com menos disposição para atividades ao ar livre e maior tempo em ambientes fechados, muitas pessoas acabam reduzindo o nível de atividade física, criando um ciclo que favorece o ganho de peso.

A boa notícia é que é possível manter uma alimentação nutritiva e aconchegante durante o inverno sem cair em excessos. A chave, segundo a especialista, está na escolha dos ingredientes e na escuta ativa do corpo. “Trocar os carboidratos refinados por opções integrais, apostar em caldos ricos em legumes, incluir fontes de proteína magra e usar especiarias como cúrcuma, gengibre e canela são estratégias que trazem saciedade, aquecem e ainda fortalecem a imunidade”, orienta.

Além disso, Nathalia reforça a importância de manter a hidratação mesmo quando a sede parece menor. “Com o frio, a tendência é beber menos água, mas a hidratação é essencial para o bom funcionamento do metabolismo e para evitar retenção de líquidos”.

Por fim, a especialista destaca que o inverno não deve ser visto como um vilão da alimentação, e sim como uma oportunidade para repensar escolhas. “O importante é manter o equilíbrio: ouvir os sinais do corpo, buscar conforto sem culpa e entender que comer bem também é uma forma de autocuidado”.

 


Nathalia Maria Ribeiro Rodrigues - nutricionista clínica formada pela PUC Goiás, atua com foco em nutrição funcional, emagrecimento, nutrição estética e esportiva. Possui formação internacional como Coach em Nutrição Esportiva pela Link Education (EUA). Com abordagem integrativa e individualizada, acompanha pacientes com foco em resultados sustentáveis e melhora da qualidade de vida.

 

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