Pesquisar no Blog

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Merck lança campanha para incentivar diálogo sobre poder de escolha da maternidade e planejamento reprodutivo

Pesquisa identificou que 58% das brasileiras desconhecem opções de preservação da fertilidade, e só 5% já conversaram com o médico sobre o tema¹ 

Em série documental, a campanha explora relatos de casais, amigas e mãe e filha que, apesar da intimidade, nunca haviam falado profundamente sobre o tema²

 

“Fertilidade também se conversa. Cuide-se hoje. Escolha amanhã.” É com essa mensagem que a Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, lança uma campanha nacional de conscientização sobre o planejamento reprodutivo, que visa estimular conversas entre casais, amigos, familiares e entre pacientes e médicos. A campanha ressalta a importância do debate e do planejamento sobre o tema, em uma sociedade que ensina a evitar a gravidez desde muito cedo, mas pouco fala sobre a importância do planejamento para o futuro. 

 

Com abordagem documental, a série audiovisual é baseada na pesquisa¹ do instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (IPEC), encomendada pela Merck, e retrata conversas entre mãe e filha, amigas e casais hétero e homoafetivos. As narrativas revelam dúvidas, descobertas e emoções que refletem a experiência de milhares de brasileiros que, mesmo muito íntimos, nunca haviam conversado sobre o tema com profundidade. 

 

Ao longo dos episódios, temas como reserva ovariana, endometriose, congelamento de óvulos, planejamento reprodutivo, menopausa e os desafios enfrentados por casais LGBTQIAP+ no acesso a informações sobre técnicas de reprodução assistida são tratados com honestidade, reforçando a urgência de colocar a saúde reprodutiva no centro do debate familiar e público. 

 

“A campanha parte de uma provocação: afinal, quando é cedo demais para pensar sobre o tema? E, mais importante, por que não falamos sobre isso antes, justamente quando educamos os jovens a evitar uma gestação, já que os temas são relacionados?”, comenta Juliana Stevanato, gerente médica da Merck para Fertilidade. “O planejamento reprodutivo e a preservação da fertilidade devem ser entendidos como pilares integrais da saúde de homens e mulheres. Por isso, queremos incentivar conversas precoces e exames preventivos”, reforça. 

 

O exame anti-mulleriano (AMH), por exemplo, é um procedimento simples que mede o nível desse hormônio no sangue, sendo um importante indicador da quantidade de óvulos disponíveis nos ovários, a chamada reserva ovariana.³ “Nós, mulheres, já nascemos com o total de óvulos que teremos por toda a vida, e principalmente após os 35 anos³ começa a se acentuar a queda dessa reserva ovariana, o que pode dificultar com que a mulher consiga engravidar naturalmente — ou, independentemente da idade, quando há condições patológicas que podem dificultar a concepção, como endometriose⁴⁵, Síndrome do Ovário Policístico (SOP), menopausa precoce, entre outros — quanto antes diagnosticados, melhor o prognóstico reprodutivo para a mulher”, conclui Juliana.

 

Além da pesquisa do IPEC¹, a campanha foi criada a partir de dados de institutos como a European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE)⁵, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)⁶, o National Institute of Child Health and Human Development (NICHD)⁷ e a Organização Mundial da Saúde (OMS)⁸, que expõe a falta de informação sobre planejamento reprodutivo. Em um dos vídeos, surgem discussões sobre os impactos da endometriose na fertilidade, como a dificuldade de concepção.⁴,⁵ Os diálogos entre mãe e filha revelam as desafios emocionais e financeiras envolvidas no planejamento reprodutivo e no tratamento da infertilidade, além de dúvidas sobre o desejo de ser mãe ou quando. A pesquisa mostrou que apenas 5% das brasileiras já conversaram sobre planejamento reprodutivo com o médico.¹ 

 

Entre o grupo de amigas, surgem dúvidas sobre maternidade em meio a planos de carreira, viagens e shows. Contudo, surge também o medo de não conseguir ter filhos, alimentado pela escassez de informações sobre o próprio corpo e a infertilidade. A pesquisa mostra que cresce o número de mulheres que adiam a maternidade para priorizar estudos, carreira e estabilidade emocional.⁶,⁹ 

 

No terceiro filme, casais falam sobre o momento “ideal” de ter filhos e como o peso do “relógio biológico” para as mulheres, embora homens e mulheres tenham taxas semelhantes de infertilidade⁵,¹⁰ — cerca de uma a cada seis pessoas em idade reprodutiva³. O vídeo ressalta que o planejamento reprodutivo é uma necessidade também masculina, embora a pressão social recaia mais sobre as mulheres. 

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 1/3 das causas de infertilidade são atribuídas aos homens, 1/3 às mulheres e o restante está relacionado a causas mistas ou desconhecidas.¹¹


 

Sobre a campanha

 

Com direção de fotografia intimista, as conversas revelam medos, dúvidas e desejos em diferentes fases da vida. “A campanha é um convite para que possamos conhecer mais sobre nosso próprio corpo, conversar com as pessoas importantes na nossa história e refletir sobre o futuro com liberdade. Desde muito cedo, somos ensinadas a evitar uma gravidez, mas nem sempre a planejar para termos escolhas futuras”, diz Raquel Soriano, Head de Comunicação da Merck no Brasil.

A campanha contará com desdobramentos nas redes sociais, materiais educativos e o site da campanha https://www.fertilidadeseconversa.com.br/ .


 

Ficha técnica

 

Título: Fertilidade também se conversa

Cliente: Merck

Duração aproximada dos vídeos: 1minuto (teaser) | 3 minutos | 3 minutos | 3 minutos

Produto: Institucional - Awareness

Aprovações Merck: Ana Aldinhas, Juliana Stevanato, Raquel Soriano e Deborah Belluzzo

Agências: Casa Letra e DLion

Direção de Criação: Leandro Nunes

Direção de Conteúdo: Renata Helena Rodrigues

Gestão do projeto: Luiza Wolf

Redação: Renata Cuppen

Direção de Arte: Rafael Quito

Direção Audiovisual: Danilo Koshimizu

Operadores de câmeras: Vinicius Araujo, Raul Carielo e Lucas Aires

Assistente: Daniel Ribeiro

Operador de áudio: Danilo Mejias

Edição: Larrisa Laus

Finalização: Danilo Koshimizu

Casting e direção artística: Paola Fusco

Makeup e cabelo: UPFive Beauty

 




Merck
www.merck.com.br
Facebook (@grupomerckbrasil), Instagram (@merckbrasil) e LinkedIn (Merck Brasil).

 

1.    IPEC; MERCK. Infertilidade e Ferramentas de Preservação da Fertilidade. 2024. Pesquisa realizada entre 26 de agosto e 4 de setembro de 2024.

2.    Série documental “Fertilidade também se conversa”. 2025. Disponível em: https://www.fertilidadeseconversa.com.br/

3.    AMERICAN SOCIETY FOR REPRODUCTIVE MEDICINE. Age and fertility – A guide for patients. 2012. Disponível em: https://www.reproductivefacts.org/globalassets/_rf/news-and-publications/bookletsfact-sheets/english-pdf/Age_and_Fertility.pdf . Acesso em: jun. 2025.

4.    ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Endometriose. 2023. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/endometriosis . Acesso em: jun. 2025.

5.    EUROPEAN SOCIETY OF HUMAN REPRODUCTION AND EMBRYOLOGY – ESHRE. Endometriose Guideline. 2022. Disponível em: https://www.eshre.eu/Guidelines-and-Legal/Guidelines/Endometriosis-guideline . Acesso em: jun. 2025.

6.    INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Registro Civil 2020: número de registros de óbitos cresce 14,9% e o de nascimentos cai 4,7%. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br . Acesso em: jun. 2025.

7.    NATIONAL INSTITUTE OF CHILD HEALTH AND HUMAN DEVELOPMENT. How common is infertility? Disponível em: https://www.nichd.nih.gov/health/topics/infertility/conditioninfo/common . Acesso em: jun. 2025.

8.    ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS. Infertilidade. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/infertility . Acesso em: jun. 2025.

9.    SAFDARI-DEHCHESMEH, R.; NOROOZI, M.; TALEGHANI, F.; MEMAR, S. Factors influencing the delay in childbearing: a narrative review. Iran J Nurs Midwifery Res., v. 28, n. 1, p. 10-19, jan. 2023.

10. KAMATH, Mohan S.; BHATTACHARYA, Siladitya. Best Practice & Research Clinical Obstetrics & Gynaecology, v. 26, n. 6, p. 729-738, 2012.

11. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS. Infertilidade. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/infertility . Acesso em: jun. 2025.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Posts mais acessados