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segunda-feira, 11 de agosto de 2025

 


Frio impacta nas doações e GSH Banco de Sangue de São Paulo alerta para estoque crítico de O-

 

Com a chegada da nova onda de frio à capital paulista, o GSH Banco de Sangue de São Paulo registra uma queda ainda mais acentuada no número de doadores, agravando um cenário já preocupante: os estoques de sangue do tipo O- estão em nível crítico.

A instituição reforça o alerta e pede que os doadores se mobilizem ainda neste início de semana, para que a escassez não comprometa o atendimento a emergências e procedimentos médicos essenciais.

“O frio afasta os doadores, mas as necessidades hospitalares continuam ou até mesmo aumentam. Precisamos do apoio imediato da população para que o sangue chegue a quem mais precisa, especialmente o tipo O-, que é vital em emergências”, afirma Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue de São Paulo.


Por que o sangue O negativo é tão importante?

O sangue tipo O- é conhecido como o “doador universal”. Ele pode ser transfundido em pacientes de qualquer tipo sanguíneo quando não há tempo para testes de compatibilidade, como em acidentes graves, cirurgias de urgência ou atendimentos a pacientes em tratamentos de enfermidades crônicas, como as oncológicas. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda especialmente sua utilização em recém-nascidos até 4 meses de idade que necessitem de transfusões, o que torna sua disponibilidade ainda mais vital.

Em épocas de frio, os estoques naturalmente sofrem quedas significativas, e o comparecimento de doadores tende a diminuir. Ainda assim, a necessidade de sangue não tira folga e a doação neste momento pode ser a diferença entre a vida e a morte para muitos pacientes.

A instituição ressalta que todos os tipos sanguíneos são bem-vindos e necessários neste momento. Para doar, basta comparecer à unidade, ou agendar previamente, observando os requisitos abaixo. O endereço é Rua Tomás Carvalhal, 711, no bairro Paraíso. A instituição está aberta todos os dias, das 7h às 18h, inclusive aos sábados, domingos e feriados.


Requisitos básicos para doação de sangue:

  • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH etc.) em bom estado de conservação;
  • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal no momento da doação);
  • Estar em boas condições de saúde;
  • Pesar a partir de 50 kg;
  • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas.
  • Não é necessário estar em jejum, evitar alimentos gordurosos
  • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e boca (12 meses após a retirada);
  • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
  • Não ter tido Doença de Chagas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST);
  • Em caso de diabetes, deverá estar controlada e não fazer uso de insulina
  • Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 7 dias após cessarem os sintomas e o uso das medicações;
  • Aguardar 48h para doar caso tenha tomado a vacina da gripe, desde que não esteja com nenhum sintoma.

Consulte a equipe do banco de sangue em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.
 

Serviço:

GSH Banco de Sangue de São Paulo
Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 – Paraíso
Tel.: (11) 99704-6527 (WhatsApp) e pelos telefones (11) 3373-2000 / 3373-2001
Atendimento: Diariamente, inclusive aos finais de semana, das 7h às 18h. Estacionamento gratuito no local.

 

Neuroma acústico: o tumor benigno que afeta a audição e o equilíbrio


Zumbido e tontura podem ser sintomas do schwannoma vestibular, que exige diagnóstico precoce para evitar complicações


 Uma tontura frequente, um zumbido persistente ou até mesmo uma leve perda auditiva em um dos ouvidos podem parecer inofensivos, mas em alguns casos esses sintomas podem ser sinais de um problema mais sério: o neuroma acústico, também conhecido como schwannoma vestibular. Trata-se de um tumor benigno que se desenvolve no nervo vestibulococlear, responsável por funções fundamentais como a audição e o equilíbrio. 

“É um tumor que cresce lentamente, mas que pode provocar sintomas progressivos e impactar a qualidade de vida do paciente”, explica o otorrinolaringologista Dr. José Ricardo Gurgel Testa, do Hospital Paulista, que tem extensa experiência em tumores do sistema auditivo. 

Segundo o Dr. Testa, o neuroma acústico não é um câncer e não costuma se espalhar para outras partes do corpo, mas pode comprimir estruturas cerebrais se não for diagnosticado e tratado adequadamente. “A origem está nas células de Schwann, que envolvem os nervos. Elas começam a crescer de forma anormal no nervo que leva as informações sonoras do ouvido ao cérebro”, esclarece.

 

Sintomas muitas vezes ignorados 

Por crescer lentamente, os sintomas do neuroma acústico podem passar despercebidos ou serem confundidos com problemas mais comuns, como labirintite ou acúmulo de cera. Os sinais mais frequentes são:

  • Zumbido em apenas um dos ouvidos;
  • Perda auditiva unilateral;
  • Desequilíbrio ou vertigem;
  • Sensação de pressão no ouvido;
  • Em casos mais avançados: dor de cabeça, formigamento no rosto ou dificuldade para engolir.

“Se a perda auditiva ocorre apenas em um dos ouvidos, especialmente acompanhada de zumbido, isso já é um sinal de alerta importante. Nesses casos, é fundamental procurar um otorrinolaringologista e realizar exames de imagem, como a ressonância magnética”, reforça o Dr. Testa.

 

Diagnóstico e tratamento 

O diagnóstico costuma ser feito por meio de audiometria e ressonância magnética com contraste, que permite visualizar o tumor no canal auditivo interno. O tratamento depende do tamanho da lesão e da condição clínica do paciente. “Quando o tumor é pequeno e assintomático, podemos apenas acompanhar com exames periódicos. Já em casos maiores ou com sintomas mais intensos, optamos por cirurgia ou radioterapia”, afirma o médico. 

A técnica microcirúrgica é o tratamento mais comum nos casos avançados, com o objetivo de retirar o tumor e preservar ao máximo a audição e o nervo facial. “Quanto mais cedo for diagnosticado, maior a chance de preservar essas funções”, completa.

 

Importância da informação 

Embora raro – estima-se que afete cerca de 1 a cada 100 mil pessoas por ano –, o neuroma acústico merece atenção justamente por seus sintomas iniciais sutis. “A educação do paciente e o acompanhamento médico são fundamentais. Um simples zumbido pode ser o primeiro sinal de algo que, embora benigno, exige cuidado e avaliação especializada”, conclui o Dr. José Ricardo Gurgel Testa.

  

Hospital Paulista de Otorrinolaringologia


Agosto Dourado: o poder do aleitamento materno na recuperação de bebês prematuros

                       O contato pele a pele da amamentação
                     proporciona segurança e conforto ao bebê
                                              Freepik
Além de alimentar, leite materno protege, nutre e promove o desenvolvimento neurológico, imunológico e emocional dos recém-nascidos 

 

 “Amamentar a Maitê foi um processo desafiador, mas extremamente recompensador. Como ela nasceu prematura, não pude amamentá-la logo de início, mas me organizei para que ela pudesse tomar o meu leite. No começo, foi pela sonda; depois, na mamadeira. Com dedicação e paciência, conseguimos estabelecer o aleitamento materno exclusivo e realizei o sonho de amamentar”, recorda Talita Colucio Lüders, advogada e mãe de Maitê, hoje com sete meses. 

A coordenadora do serviço de neonatologia do Vera Cruz Hospital, em Campinas (SP), Michelle Marchi de Medeiros, conta que a bebê nasceu prematura, com 31 semanas e pesando 1,6 kg. Segundo ela, a dedicação e resiliência da mãe foram decisivas para o ganho de peso e para que Maitê recebesse alta após 41 dias de internação. 

“No hospital, estimulamos e orientamos as pacientes sobre o aleitamento materno durante e após a internação neonatal, especialmente em casos de UTI. Prematuros que recebem leite materno costumam apresentar melhor evolução clínica, estabilizam mais rapidamente as funções vitais e vão para casa mais cedo, o que também reduz os riscos associados à hospitalização”, explica. 

De acordo com o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no Brasil, a taxa de aleitamento materno exclusivo em crianças menores de seis meses atingiu 45,8% em 2020, número ainda abaixo da meta recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 50% até 2025. Os dados acendem um alerta durante o “Agosto Dourado”, mês que carrega a cor escolhida por representar o padrão ouro de qualidade do leite materno. A mobilização reforça a importância de alcançar a meta do governo brasileiro, que é de 70% até 2030. 

O leite materno não é apenas alimento: protege, nutre e promove o desenvolvimento neurológico, imunológico e emocional dos bebês, especialmente dos prematuros. “A amamentação exclusiva é essencial para todos os recém-nascidos, mas assume um papel ainda mais crítico para os prematuros, pois o leite da mãe é ajustado às suas necessidades, com maior teor de proteínas e calorias, e contém compostos bioativos ausentes nas fórmulas artificiais. Isso favorece o crescimento e reduz riscos nutricionais”, adiciona a médica. 

Também é rico em anticorpos, fatores anti-inflamatórios e anti-infecciosos. Como os prematuros têm o sistema imune imaturo, o leite atua como um “sistema imunológico externo”, protegendo contra infecções graves. Ajuda a reduzir o risco de enterocolite necrosante, diminui a incidência de hemorragia intracraniana, infecções hospitalares e sepse, além de proteger contra a displasia broncopulmonar. “Prematuros alimentados com leite materno têm melhores escores em testes cognitivos e de QI na infância e adolescência, menor risco de atrasos no desenvolvimento motor e de linguagem e mais conexões neurais em áreas responsáveis pela memória e aprendizado”, destaca. 

Para Talita, os benefícios do leite materno para a saúde da filha foram evidentes: “Mesmo sendo prematura, ela teve ótimo ganho de peso e nunca enfrentou problemas de saúde. Foi uma luta diária, com muita frustração e lágrimas, mas cada gota de leite tirada com esforço valeu a pena. O leite materno, de fato, é um presente”, emociona-se. 

A médica acrescenta que o contato pele a pele promovido pela amamentação estimula a liberação de ocitocina, o hormônio do afeto, proporcionando sensação de segurança e conforto ao bebê. “Isso é vital para a organização emocional e afetiva do prematuro e contribui para o empoderamento materno, especialmente após uma internação prolongada”. 

“Na amamentação, percebi a verdadeira força: além da nutrição, é acolhimento, conforto, segurança. A Maitê ficava mais tranquila, dormia melhor e o nosso vínculo se fortaleceu. Para mim, a maior vitória foi ver que, nos momentos de desconforto ou choro, o peito a acalmava como nada mais conseguiria”, complementa Talita.

 

Recomendação da OMS

O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade é recomendado pela OMS e pelo Ministério da Saúde. A amamentação deve continuar, junto com a alimentação complementar, até os dois anos de idade ou mais. “O aleitamento materno, a longo prazo, promove inúmeros benefícios, como redução do risco de obesidade, diabetes tipo 1 e 2, hipertensão, doenças cardiovasculares, além de melhorar a saúde mental, o comportamento e a inteligência da criança”, ressalta Michelle. 

Julia Fazzio Ferreira, enfermeira e consultora de amamentação que acompanha de perto as mães na UTI Neonatal do Vera Cruz Hospital, reforça que o período de internação é também um momento de aprendizado conjunto. “Ter um bebê na UTI torna o maternar diferente, pois as mães precisam se despedir dos filhos diariamente e não podem estar com eles 24h. É um misto de sentimentos, e nosso papel é ajudar essas mães a compreenderem e lidar com isso”, relata. 

Ela também pontua que vários fatores impactam na manutenção do aleitamento materno, entre eles o retorno ao trabalho. “Para aquelas que conseguem conciliar essa rotina, a melhor estratégia é iniciar a ordenha precoce, cerca de um mês antes do retorno ao trabalho, para formar um estoque de leite. É importante planejar uma rotina viável de ordenha e, muitas vezes, contar com o apoio de consultoras e pediatras para orientar o armazenamento e os horários”. 

A duração da licença-maternidade também influencia diretamente nos índices de aleitamento. “Quando a licença é curta, a mãe não tem tempo suficiente para estabelecer uma amamentação sólida, recuperar-se plenamente do parto ou criar um vínculo seguro com o bebê. Isso gera ansiedade, culpa e afeta a prática da amamentação”, alerta. 

Ambiente, rotina e rede de apoio são determinantes para o sucesso do aleitamento materno. “Muitas mulheres interrompem a amamentação ao retornar ao trabalho, realidade que precisa ser transformada com políticas públicas e sistemas de apoio sustentáveis”, conclui a enfermeira.

 

Vera Cruz Hospital


Estudo com animais indica que laser ajuda a combater hipertensão desencadeada pela menopausa

Fotobiomodulação melhorou a função do endotélio, diminuiu
 o estresse oxidativo e elevou os níveis de óxido nítrico, gás produzido
naturalmente pelo organismo que atua como vasodilatador
(
imagem: Gerson Rodrigues/UFSCar)

Experimento conduzido na UFSCar demonstrou que a aplicação de luz de baixa intensidade apresentou efeito hipotensivo em ratas que se tornaram hipertensas por causa da redução de hormônios, processo característico do envelhecimento do sistema reprodutivo feminino

 

Pesquisa in vivo revelou que aplicação de laser na região abdominal é capaz de combater a hipertensão provocada pela diminuição na produção dos hormônios femininos que acontece naturalmente na menopausa. O estudo de pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com apoio da FAPESP, envolveu 26 ratas com 70 dias de idade que foram divididas em três grupos: controle, ovariectomizadas (que passaram por cirurgia de retirada dos ovários) e ovariectomizadas tratadas com fotobiomodulação duas vezes por semana durante duas semanas.

Fotobiomodulação é a técnica que utiliza luz de diferentes comprimentos de onda para promover efeitos terapêuticos em células e tecidos (leia mais em: agencia.fapesp.br/55342). Os resultados da investigação foram publicados na revista Lasers in Medical Science.

A retirada dos ovários das cobaias foi uma forma de levá-las à menopausa, fase em que o sistema reprodutivo das mulheres envelhece e há uma grande diminuição da produção de hormônios – principalmente estrogênio – que têm um papel importante na proteção do sistema cardiovascular, ajudando a manter os vasos sanguíneos saudáveis e regulando a pressão arterial. Esse declínio pode desencadear o desenvolvimento de hipertensão arterial, bem como outras doenças cardiovasculares.

Os resultados mostraram que, em modelo animal, o laser vermelho, de baixa intensidade, foi capaz de reduzir a pressão arterial, melhorar a função do endotélio (a camada de células que reveste internamente os vasos sanguíneos) e diminuir o estresse oxidativo. “Pudemos notar também que a aplicação da fonte de luz levou à elevação do óxido nítrico, gás produzido naturalmente pelo organismo que tem papel crucial na regulação da pressão arterial, pois atua como vasodilatador, relaxando os vasos e facilitando o fluxo sanguíneo, além de outros efeitos benéficos ao sistema cardiovascular”, explica Gerson Rodrigues, professor do Departamento de Ciências Fisiológicas da UFSCar e coordenador do projeto.

O estudo foi baseado em uma linha de pesquisa conduzida desde 2013 no laboratório coordenado por Rodrigues, que investiga a liberação do óxido nítrico por meio da fotobiomodulação. “Em pesquisas anteriores, nossa equipe já tinha conseguido demonstrar que a aplicação aguda do laser vermelho no abdômen de ratos hipertensos foi capaz de induzir um efeito hipotensivo acompanhado da liberação do óxido nítrico”, detalha o pesquisador. “Fomos os primeiros a construir a curva energia/resposta na pressão arterial em modelo animal.”

No momento, a equipe liderada por Rodrigues está realizando um estudo clínico com mulheres na menopausa para investigar os efeitos do laser vermelho em sintomas ligados a doenças cardiovasculares em humanos. Os resultados preliminares são animadores, principalmente quanto à melhora dos sintomas, e os resultados serão publicados em breve.

“Também estamos investigando estratégias que possam potencializar os efeitos biológicos terapêuticos induzidos pelo laser vermelho, como o uso de alguns fitoterápicos e fitofármacos que têm se mostrado promissores na elevação dos efeitos induzidos pela fonte de luz”, conta Rodrigues.

O artigo Chronic treatment with photobiomodulation decreases blood pressure and improves endothelial function in ovariectomized rats pode ser lido em: https://link.springer.com/article/10.1007/s10103-025-04404-z.

 

Thais Szegö
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/estudo-com-animais-indica-que-laser-ajuda-a-combater-hipertensao-desencadeada-pela-menopausa/55537

 

Ative o bem-estar: como o exercício físico fortalece a saúde mental

A prática regular de exercícios físicos traz benefícios comprovados à saúde mental, atuando em múltiplos níveis, biológico, psicológico e social.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), manter-se ativo reduz os riscos de transtornos mentais como ansiedade e depressão. No Brasil, estudos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade de São Paulo (USP) apontam que o exercício físico estimula a liberação de neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, fundamentais para o equilíbrio emocional.

Evidências internacionais também reforçam esse impacto. Pesquisas da Harvard University mostram que atividades físicas regulares podem reduzir em até 26% o risco de desenvolver depressão. Revisões publicadas na JAMA Psychiatry e conduzidas pela University of Limerick indicam que treinos de força como musculação, reduzem sintomas depressivos de forma significativa, com resultados comparáveis aos tratamentos convencionais.

 

Benefícios do Exercício Físico para a Saúde Mental


  • Redução da Ansiedade e Depressão

A prática regular de atividades físicas estimula a liberação de neurotransmissores como serotonina e dopamina, que ajudam a reduzir sintomas de ansiedade e depressão.


  • Melhora do Humor e Bem-estar

O exercício promove a liberação de endorfinas, conhecidas como “hormônios da felicidade”, que geram sensação de prazer e melhoram o humor de forma natural.


  • Aumento da Autoestima e Confiança

O comprometimento com a atividade física traz resultados visíveis no corpo e na saúde, aumentando a autoconfiança e a autoestima do praticante.


  • Redução do Estresse

O movimento corporal ajuda a diminuir os níveis de cortisol (hormônio do estresse), contribuindo para uma sensação geral de calma e relaxamento.


  • Melhora da Qualidade do Sono

Exercícios regulares regulam o ciclo do sono, promovendo um descanso mais profundo e restaurador, essencial para a saúde mental.


  • Fortalecimento da Função Cognitiva

Atividades físicas estimulam o fluxo sanguíneo no cérebro, melhorando concentração, memória e capacidade de aprendizado.


  • Socialização e Redução do Isolamento

Praticar exercícios, mesmo em ambientes domésticos com uso de tecnologias interativas, pode favorecer a conexão social, reduzindo sentimentos de solidão.


  • Promoção da Disciplina e Rotina Saudável

Incorporar o exercício físico na rotina diária ajuda a criar hábitos positivos que impactam diretamente no equilíbrio emocional. 

Além disso, estudos recentes da University College London indicam que até cinco minutos diários de exercícios simples, como agachamentos, flexões apoiadas ou polichinelos, já promovem ganhos relevantes na força física e no bem-estar mental, especialmente para pessoas sedentárias.

 

Por que treinar em casa faz sentido e como a Gallant torna isso realidade 

 

Acessibilidade e flexibilidade: muitos exercícios práticos não exigem equipamentos ou grandes espaços, basta disciplina e regularidade. Isso torna viável montar uma academia em casa, ideal para quem busca cuidar do corpo e da mente sem depender de horários externos.

Linha Gallant Home Fitness: pensada para apoiar essa jornada, oferece equipamentos compactos, eficientes e duráveis que se encaixam no seu lar, permitindo treinos diários e consistentes.

Estrutura para o cotidiano: ter equipamentos à mão estimula a constância, o que potencializa benefícios como melhora do humor, alívio do estresse, sono de qualidade, foco e autoestima elevada, todos amplamente documentados em pesquisas acadêmicas.

 Exercitar-se não é apenas cuidar do corpo. É investir na mente! Com a linha Gallant Home Fitness, essa transformação é possível, prática e ao seu alcance. Fortaleça sua saúde mental com rotina, liberdade e tecnologia que aproximam bem-estar e qualidade de vida.

 

Gallant
www.gallantoficial.com.br

 

O que é morte cerebral?


Morte cerebral é quando o cérebro para completamente de funcionar — e de forma definitiva. Mesmo que a pessoa esteja ligada a aparelhos que mantêm o coração batendo e os pulmões respirando artificialmente, o que sustentava a vida de verdade, que era o cérebro, já não está mais ali. É um tipo de morte invisível aos olhos, mas real e reconhecida tanto pela medicina quanto pela lei.

 

Segundo o neurologista do Hospital Icaraí,  Dr. Guilherme Torezani, a morte cerebral acontece depois de situações muito graves, como um acidente com forte pancada na cabeça, um AVC muito extenso ou quando o cérebro fica muito tempo sem oxigênio, como depois de uma parada cardíaca. 

 

“São momentos dramáticos, que mudam tudo de forma repentina. Nessas situações, o cérebro sofre um dano tão grande que não consegue mais voltar a funcionar”, diz.

 

Segundo o médico, há atitudes que podem reduzir o risco: cuidar da saúde, controlar pressão e diabetes, evitar o cigarro, fazer uso do cinto de segurança, capacete no trânsito e procurar ajuda médica logo que algo parece errado — como sinais de AVC, por exemplo..

 

Para Guilherme, falar sobre morte cerebral é falar sobre despedida, mas também sobre dignidade.

 

“Quando esse diagnóstico é confirmado com todos os critérios que a medicina exige, sabemos que não há mais volta. E, nesse momento tão difícil, surge uma possibilidade linda: a doação de órgãos. Uma pessoa que parte pode dar a outras a chance de continuar vivendo. Isso é algo profundamente humano — transformar a dor em amor. Por isso, conversar com sua família sobre esse desejo é um ato de empatia que atravessa gerações”, finaliza o neurologista.

 

No Dia do Estudante, Catho reforça que educação contínua é diferencial para profissionais em todas as fases da carreira

banco de imagem
Estudo da plataforma revela que busca por transição de carreira impulsiona profissionais a se manterem em constante qualificação

 

O Dia do Estudante, celebrado em 11 de agosto, tradicionalmente remete a jovens em fase escolar. No entanto, o mercado de trabalho atual reforça uma nova realidade: estudar nunca foi, e nunca será, interesse ou obrigação apenas dos mais jovens. Em um cenário profissional em constante transformação, o aprendizado contínuo se tornou uma exigência para quem deseja se manter competitivo, seja aos 20, 40 ou 60 anos. 

De acordo com a Pesquisa de Tendências da Catho, mais de 42% dos profissionais pretendem mudar de carreira este ano, e mais de 84% desses já estão em busca de oportunidades em outra área. Essa movimentação é um indicativo direto da importância do desenvolvimento contínuo, reforçando que quem deseja transitar para novos setores precisa investir em capacitação, atualização e novas habilidades. 

"Há um tempo, a ideia de que se estuda apenas até entrar no mercado de trabalho já não faz mais sentido. Profissionais precisam se manter em constante evolução, seja para acompanhar as mudanças da sua área, migrar para outra ou até mesmo se recolocar. Mais do que diplomas, o mercado valoriza quem está disposto a aprender sempre", afirma Patricia Suzuki, diretora de recursos humanos da Redarbor Brasil, grupo dono da Catho. 

A própria pesquisa da plataforma mostra que, entre os profissionais que planejam essa transição, 52% estão se preparando com cursos técnicos, enquanto outros 41% buscam qualificação profissional, e 28% fazem cursos livres específicos. Isso demonstra que a capacitação prática e direcionada tem sido o caminho escolhido por quem quer se adaptar rapidamente às novas exigências do mercado. 

A importância do estudo também aparece em outro dado relevante: 35,6% dos profissionais apontam a falta de qualificação como a principal barreira para mudar de área. Entre os jovens, a insegurança profissional e a falta de experiência ainda são grandes entraves — 62% afirmam ter dificuldade até mesmo para montar um bom currículo, segundo a Pesquisa de Jovens 2024 da Catho. 

Por outro lado, o público 60+ também está voltando a estudar ou vendo a necessidade de se atualizar para se manter competitivo no mercado. Dados da PNAD Contínua apontam que mais de 8,6 milhões de brasileiros acima de 60 anos estão trabalhando, um crescimento de quase 70% nos últimos 12 anos. 

“O movimento de valorização da aprendizagem contínua reforça uma consistente cultura no mundo do trabalho: quem aprende sempre, permanece relevante. Seja no início ou em fases mais maduras da carreira, estudar continua sendo uma ponte fundamental entre o profissional e suas oportunidades. Mas esse esforço não deve partir apenas do indivíduo. O papel das empresas é igualmente essencial nesse processo ao promover uma cultura de desenvolvimento, oferecer trilhas de capacitação, incentivar formações técnicas, criar planos de carreira estruturados e até mesmo espaço para coaching, mentoria e on the job”, conclui a porta-voz da Catho.


Aprendizagem aliada ao desenvolvimento sustentável

Em um país como o nosso, que convive com tantos problemas sociais e econômicos, é necessário ressaltar iniciativas que colaboram para evitar o agravamento desse quadro. É o caso da Lei da Aprendizagem, que há quase 25 anos incentiva jovens entre 14 e 24 anos a conseguir o primeiro emprego, ao mesmo tempo em que fornece ao empresariado a oportunidade de contar com mão de obra mais qualificada e motivada.  

Além de garantir a mais de 600 mil jovens uma oportunidade valiosa de conseguir emprego, a Aprendizagem proporciona a milhares de empresas a possibilidade de contar, em seu quadro de colaboradores, com jovens entusiasmados, mais bem formados e com menor carga horária – além de contribuírem para o desenvolvimento social do país.  

 

Para que se tenha a real dimensão da importância da Aprendizagem, no entanto, é preciso estar atento às mudanças e à modernização pelas quais ela passou com o decorrer do tempo.  

 

É necessário lembrar, por exemplo, que de 1943 a 2003 a Aprendizagem foi de responsabilidade do chamado “Sistema S” – atualmente formado por nove entidades, entre as quais Senai, Sesi e Senac. Durante esses 60 anos, o chamado “estoque” de aprendizes foi de 50 mil jovens, um número irrisório para um país como o Brasil.  

 

A partir da Lei do Aprendiz, aprovada no ano 2000 e regulamentada em 2003, o número saltou para 609.644 e o potencial já é de 1 milhão de pessoas. 

 

Além disso, é preciso estar atento para evitar falácias que costumam ser apresentadas como fatos. Dizer, por exemplo, que apenas 10% dos aprendizes são efetivados nas companhias é “fake news”, pois não há comprovação de que essa porcentagem corresponda à realidade.  

 

Outra falácia é afirmar que “aprendiz não tem chefe”. Atualmente, todos trabalham com uma pessoa mais experiente ensinando e orientando. Quem propaga o conceito antigo leva em conta apenas o passado, quando o jovem era um “tarefeiro”, ou seja, trabalhava apenas por tarefas. Faz tempo que essa visão anacrônica não tem sentido. Os jovens e as empresas têm uma postura holística, que significa olhar o trabalho de maneira bem mais ampla do que simplesmente fazer o que lhe é mandado. 

 

Veja o exemplo dado por um executivo de empresa multinacional: ele revela que antigamente as companhias, principalmente as internacionais, buscavam jovens com inglês fluente para preencher muitas de suas vagas. Mas esse quadro mudou e a prioridade agora, segundo ele, são as pessoas que têm características como espírito empreendedor, voltadas à inovação e que demonstrem caráter. O inglês ficou para ser ensinado durante o trabalho.  

 

Opor-se a essa realidade é dar um tiro no pé. É certo que vivemos em um país onde as empresas pagam impostos demais e têm muitas obrigações, recebendo muito pouco em troca. Mas de que adianta criticar a Aprendizagem alegando que a responsabilidade da formação do jovem é do Estado? É evidente que o Estado não o fará e que vai “devolver” o problema. Em vez de “empurrar” o problema é preciso tentar resolvê-lo.  

 

Também não vale a comparação do que acontece com a Aprendizagem no Brasil com outros países mais desenvolvidos, como Alemanha e Áustria. Nossa realidade, infelizmente, é muito diferente, com a maioria dos jovens sendo submetidos à formação deficiente tanto familiar como profissional.  

 

É necessário olhar os números reais. De acordo com dados do IBGE, existem 33,6 milhões de pessoas no país com idade de 14 a 24 anos e, no 4º. trimestre de 2024 apenas 14,5 milhões delas estavam ocupadas. Os jovens que não estudam e não trabalham, erroneamente denominados de “nem-nem”, formam um contingente de 5,3 milhões de pessoas entre 18 e 24 anos – 2 milhões de homens e 3,3 milhões de mulheres, muitas delas com filhos pequenos.  

 

Maior evasão escolar, crescimento do desemprego, falta de perspectiva de melhoria de vida e maior potencial de adesão à criminalidade são alguns dos malefícios causados por essa situação.  

 

A Aprendizagem mostra, em um cenário tão preocupante, toda sua importância. Ao combinar aprendizado prático com educação formal, ela ajuda a preparar a próxima geração de profissionais de maneira inovadora e inclusiva.  

 

Além da legislação que se renova regularmente, as companhias que optam por aprendizes contam com suporte de empresas especializadas na formação desses jovens. No Centro de Integração Empresa-Escola- CIEE, por exemplo, são 16 cursos, mas estamos em expansão dos polos de capacitação, chegamos a 190 polos, com 79.340 aprendizes ativos.  

 

Evidente que há sempre espaço para aperfeiçoamento. No entanto, o Brasil não pode abrir mão de contar com a Aprendizagem. Sem ela, não há como sonhar com um país mais justo, capaz de obter ganhos de produtividade que permitam competir com sucesso em um ambiente econômico global cada vez mais competitivo.  



Humberto Casagrande - CEO do Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE. É engenheiro de Produção pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCAR e Mestre em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Acumula ampla experiência no mercado financeiro, tendo sido conselheiro da Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA. Atuou como diretor de diversas instituições bancárias como Sudameris, Fator, Citibank e Banespa. É ex-presidente e fundador da APIMEC Nacional – Associação Brasileira dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais.


Chuva de Meteoros Perseidas terá pico em 12 de agosto, com visibilidade maior ao Norte do país


Na madrugada de 12 de agosto, a Chuva de Meteoros Perseidas alcançará seu pico, podendo registrar até 100 meteoros por hora, segundo o professor Cássio Barbosa, do Departamento de Física do Centro Universitário FEI (Fundação Educacional Inaciana).

O especialista explica que o fenômeno, formado por detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle, é conhecido pela ocorrência de bólidos — meteoros extremamente brilhantes, também chamados de “bolas de fogo”. Apesar disso, no Brasil, a observação será mais favorecida nas regiões ao Norte, já que no Sul a constelação de Perseus fica mais baixa no horizonte e a poluição luminosa limita a visualização dos eventos mais fracos.

Este ano, outro fator que prejudicará a observação será a Lua, que estará três dias após a fase cheia durante o pico, iluminando a maior parte da noite. O professor orienta que o melhor momento para observar será pouco antes do amanhecer, quando a Lua já tiver se posto e o céu estiver mais escuro.

Estamos à disposição para entrevistas!



FEI - Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros


Dia do Garçom: Ambev oferece 5 mil bolsas de estudos para capacitação de profissionais

Em parceria com a Abrasel e a Catho, a iniciativa será online, gratuita e tem inscrições abertas para todo o Brasil, a partir do dia 15 

 

Mais do que simples pontos de encontro, os bares são espaços de socialização e fazem parte da cultura, e do coração, dos brasileiros. E quem dá vida a esse cenário são os garçons, almas dos bares e balcões, que têm o dia 11 de agosto dedicado a eles. Para celebrar os homens e mulheres tão importantes para esse setor, a partir do dia 15, estarão abertas as inscrições para o curso Bora Formar: Garçons, oferecido gratuitamente pela Academia da Cerveja, a escola de conhecimento e cultura cervejeira da Ambev. A ação, que vai capacitar até 5 mil profissionais em todo o Brasil, é uma iniciativa do Bora, plataforma criada pela companhia para impulsionar a geração de emprego e renda no Brasil. 

Em parceria com a Abrasel — Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, que representa e desenvolve o setor de alimentação fora do lar —, será oferecida uma formação gratuita de iniciação e capacitação para o mercado de serviços em bares, restaurantes e outros estabelecimentos ligados ao universo cervejeiro. O curso contará com uma programação dividida em 4 módulos, que abordarão a história da cerveja, seus ingredientes, materiais, processos de produção, além de temas relacionados ao atendimento e ao serviço no contexto dos bares. “Encontrar profissionais qualificados tem sido uma das principais dificuldades do nosso setor, segundo as pesquisas junto aos empreendedores. Esta iniciativa é importante não só para melhorar as chances de conseguir emprego por parte de quem está procurando, mas também por facilitar a gestão de pessoas nas empresas e, na ponta, melhorar também o atendimento aos clientes dos estabelecimentos", afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

Para finalizar com chave de ouro, a Catho — plataforma gratuita de empregos — contribuirá com o último módulo, oferecendo orientações sobre elaboração de currículo, participação em processos seletivos e preparação para entrevistas. “Com essa iniciativa, buscamos reconhecer a importância desses profissionais, oferecendo conhecimento que transcende a prática do dia a dia. Queremos também evidenciar o valor histórico e cultural do setor, reforçando sua presença e relevância no mercado”, afirma Patricia Suzuki, diretora de recursos humanos da Redarbor Brasil, grupo dono da Catho.
 

"Com a intensa movimentação dos bares, precisamos contar com equipes motivadas e bem preparadas. Por isso, investir na qualificação dos profissionais é fundamental para fortalecer o setor, que é querido pela população e é um dos maiores empregadores do Brasil, com mais de 5 milhões de trabalhadores. Mais do que isso, a Ambev tem como uma de suas prioridades contribuir para o crescimento compartilhado e a geração de renda na cadeia cervejeira. Não faz sentido crescer sem levar junto todo o nosso ecossistema, queremos crescer para e com o Brasil”, comenta Anna Paula Alves, Diretora de Categoria Cervejeira, na Ambev. 

O curso é inteiramente gratuito, online e disponível para todo o território nacional. É voltado tanto para profissionais que já atuam no setor e desejam aprimorar suas habilidades, quanto para aqueles que buscam ingressar ou retornar ao mercado de trabalho, com foco especial no setor de bares e restaurantes. Ao todo, serão 4 horas de capacitação, divididas em módulos. Ao concluir todo o curso, os alunos receberão um certificado de conclusão. 

Para participar do Bora Formar, basta acessar o site ou o Instagram Academia da Cerveja, a partir do dia 15 e realizar o cadastro. A formação é válida para maiores de 18 anos, de qualquer região do país.



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