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segunda-feira, 11 de agosto de 2025

No Dia do Estudante, Catho reforça que educação contínua é diferencial para profissionais em todas as fases da carreira

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Estudo da plataforma revela que busca por transição de carreira impulsiona profissionais a se manterem em constante qualificação

 

O Dia do Estudante, celebrado em 11 de agosto, tradicionalmente remete a jovens em fase escolar. No entanto, o mercado de trabalho atual reforça uma nova realidade: estudar nunca foi, e nunca será, interesse ou obrigação apenas dos mais jovens. Em um cenário profissional em constante transformação, o aprendizado contínuo se tornou uma exigência para quem deseja se manter competitivo, seja aos 20, 40 ou 60 anos. 

De acordo com a Pesquisa de Tendências da Catho, mais de 42% dos profissionais pretendem mudar de carreira este ano, e mais de 84% desses já estão em busca de oportunidades em outra área. Essa movimentação é um indicativo direto da importância do desenvolvimento contínuo, reforçando que quem deseja transitar para novos setores precisa investir em capacitação, atualização e novas habilidades. 

"Há um tempo, a ideia de que se estuda apenas até entrar no mercado de trabalho já não faz mais sentido. Profissionais precisam se manter em constante evolução, seja para acompanhar as mudanças da sua área, migrar para outra ou até mesmo se recolocar. Mais do que diplomas, o mercado valoriza quem está disposto a aprender sempre", afirma Patricia Suzuki, diretora de recursos humanos da Redarbor Brasil, grupo dono da Catho. 

A própria pesquisa da plataforma mostra que, entre os profissionais que planejam essa transição, 52% estão se preparando com cursos técnicos, enquanto outros 41% buscam qualificação profissional, e 28% fazem cursos livres específicos. Isso demonstra que a capacitação prática e direcionada tem sido o caminho escolhido por quem quer se adaptar rapidamente às novas exigências do mercado. 

A importância do estudo também aparece em outro dado relevante: 35,6% dos profissionais apontam a falta de qualificação como a principal barreira para mudar de área. Entre os jovens, a insegurança profissional e a falta de experiência ainda são grandes entraves — 62% afirmam ter dificuldade até mesmo para montar um bom currículo, segundo a Pesquisa de Jovens 2024 da Catho. 

Por outro lado, o público 60+ também está voltando a estudar ou vendo a necessidade de se atualizar para se manter competitivo no mercado. Dados da PNAD Contínua apontam que mais de 8,6 milhões de brasileiros acima de 60 anos estão trabalhando, um crescimento de quase 70% nos últimos 12 anos. 

“O movimento de valorização da aprendizagem contínua reforça uma consistente cultura no mundo do trabalho: quem aprende sempre, permanece relevante. Seja no início ou em fases mais maduras da carreira, estudar continua sendo uma ponte fundamental entre o profissional e suas oportunidades. Mas esse esforço não deve partir apenas do indivíduo. O papel das empresas é igualmente essencial nesse processo ao promover uma cultura de desenvolvimento, oferecer trilhas de capacitação, incentivar formações técnicas, criar planos de carreira estruturados e até mesmo espaço para coaching, mentoria e on the job”, conclui a porta-voz da Catho.


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