Na madrugada de 12 de agosto, a Chuva de Meteoros Perseidas alcançará seu pico, podendo registrar até 100 meteoros por hora, segundo o professor Cássio Barbosa, do Departamento de Física do Centro Universitário FEI (Fundação Educacional Inaciana).
O especialista explica que o fenômeno, formado por detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle, é conhecido pela ocorrência de bólidos — meteoros extremamente brilhantes, também chamados de “bolas de fogo”. Apesar disso, no Brasil, a observação será mais favorecida nas regiões ao Norte, já que no Sul a constelação de Perseus fica mais baixa no horizonte e a poluição luminosa limita a visualização dos eventos mais fracos.
Este ano, outro fator que prejudicará a observação será a Lua, que estará três dias após a fase cheia durante o pico, iluminando a maior parte da noite. O professor orienta que o melhor momento para observar será pouco antes do amanhecer, quando a Lua já tiver se posto e o céu estiver mais escuro.
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FEI - Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros
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