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segunda-feira, 14 de julho de 2025

Projeto CuidAR: convida pacientes com asma a participarem do estudo nacional para reduzir morbidade da doença

 Serão incluídos 960 participantes com asma não controlada de todas as cinco regiões do país – os voluntários terão acompanhamento clínico e acesso a exames, parte da parceria do Hospital Moinhos de Vento com o Ministério da Saúde, por meio do Proadi-SUS

 

Com o desafiador e justo propósito de reduzir a morbidade por asma no Brasil, terceira maior causa de hospitalização no Sistema Único de Saúde (SUS), que chega a afetar quase 90 milhões de brasileiros*, que o Projeto CuidAR surgiu como uma alternativa para melhorar indicadores da doença. A iniciativa liderada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), acaba de abrir 960 novas vagas para os interessados em participar do estudo clínico. 

Os participantes incluídos serão acompanhados por 12 meses em unidades básicas de saúde nas cinco regiões do Brasil, tendo acesso a exames importantes, como o medidor de pico de fluxo expiratório e a espirometria, fundamentais para o controle adequado da doença. A participação de pacientes asmáticos é fundamental para o sucesso da iniciativa, que busca expandir para 40 unidades de saúde em todo o país. 

"Acreditamos que o CuidAR representa um avanço significativo na forma como lidamos com a asma no Brasil. Ao capacitar nossos profissionais e envolver os pacientes ativamente neste processo, buscamos melhorar o tempo de resposta e qualidade no atendimento e mitigar os impactos da doença para todos", afirma Ana Paula Tussi, supervisora do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade do Hospital Moinhos de Vento e Liderança Operacional do Projeto. 

O estudo desenvolvido pelo projeto CuidAR deve avaliar a efetividade de um curso de educação a distância (EAD), que tem como objetivo qualificar as equipes multidisciplinares de Atenção Primária à Saúde (APS) no diagnóstico e manejo da asma. Para isso, as equipes de APS participantes acompanharão os pacientes voluntários por 12 meses e o estudo deve avaliar os impactos nos indicadores da doença neste período. 

O recrutamento aberto para os pacientes com diagnóstico de asma não controlada faz parte da meta de expansão do projeto, que já chega a 13 estados: Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. Esses novos polos reforçam a estratégia de expansão nacional da iniciativa, que segue em busca de novos centros de saúde para atingir a meta de 40 unidades participantes. 

Atualmente, estão envolvidos mais de 100 profissionais e 257 voluntários na pesquisa. “A ideia é oferecer um acompanhamento sistematizado e baseado em evidências, além de fortalecer as práticas de cuidado primário e reduzir internações e complicações associadas à doença. Por isso, acreditamos que é possível reverter esse cenário através da educação e capacitação dos profissionais da saúde", reforça Admilson Reis, superintendente de Responsabilidade e Gestão de Riscos do Hospital Moinhos de Vento. 

A oportunidade de fazer parte do Projeto CuidAR é um convite àqueles que vivem com asma e seus familiares para contribuir ativamente para a melhoria da saúde no Brasil. Ao se voluntariar, os pacientes passam por uma triagem e, atendendo aos critérios do estudo, terão acompanhamento especializado e acesso aos exames, enquanto ajudam a gerar conhecimento que poderá beneficiar inúmeras pessoas no futuro. Saiba mais neste link.

*Segundo dados do Ministério da Saúde.

 

SERVIÇO: 

  • Quem pode participar? Pessoas de 6 a 65 anos com histórico de asma não controlada.
  • Como participar? Os interessados devem procurar as unidades de saúde, em um dos 16 municípios onde o projeto está presente, sejam elas Unidade de Referência de Atenção Primária (URAP), Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Saúde da Família (USF), Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) ou Estratégia Saúde da Família (ESF).
  • Quais cidades o CuidAR está presente? Ananindeua/PA, Araçatuba/SP, Araucária/PR, Cabedelo/PB, Campo Grande/MS, Cruzeiro do Sul/RS, Encantado/RS, Esteio/RS, Guaratinguetá/SP, João Pessoa/PB, Manaus/AM, Pelotas/RS, Recife/PE, Rio Verde/GO, São Gonçalo do Amarante/RN, São Luís/MA, Várzea Grande/MT e Vitória/ES.


Endereço das unidades de saúde: em alguns municípios o projeto está presente em mais de uma localidade. Para se inscrever, acesse a lista completa com detalhes das unidades participantes: neste link. 

Veja a relação completa das unidades de saúde: 

  • Amazonas: Manaus - USF Leonor de Freitas.
  • Espírito Santo: Vitória - UBS Itararé.
  • Goiás: Rio Verde - Clínica da Família Benjamin Spadoni, Primavera.
  • Maranhão: São Luís - Centro de Saúde Amar, Vila Vicente Fialho e Centro de Saúde da Liberdade, Monte Castelo.
  • Mato Grosso: Várzea Grande - ESF Maria Galdina da Silva, Vila Arthur. 
  • Mato Grosso do Sul: Campo Grande - USF Indubrasil - Dr. Manoel Secco Thomé, Jardim Sayonara.
  • Pará: Ananindeua - UBS Celso Leão, Maguari.
  • Paraíba: João Pessoa - USF Integrada, Alto do Céu e USF Integrada, Ilha do Bispo; Cabedelo - USF Nelson Smith, Recanto do Poço.
  • Paraná: Araucária - UBSF São José, Campina da Barra.
  • Pernambuco: Recife - USF Upinha Alto do Pascoal, Alto Santa Terezinha e USF Bernard Van Leer, Brasília Teimosa.
  • Rio Grande do Norte: São Gonçalo do Amarante - UBS Novo Santo Antônio II.
  • Rio Grande do Sul: Cruzeiro do Sul US de Cruzeiro do Sul, Centro; Encantado - Posto de Saúde, Centro; Esteio - USF Vereador Paulo dos Santos Nunes, Novo Esteio; Pelotas - UBS Bom Jesus, Areal UBS Sítio Floresta.
  • São Paulo: Araçatuba - UBS Jorge Maluly Neto, Umuarama II e UBS Dr. Jecy Villela dos Reis, Morada dos NobresGuaratinguetá - ESF Rocinha. 

 

Hospital Moinhos de Vento


Julho Laranja alerta para importância dos cuidados com a saúde bucal das crianças nas férias

As férias escolares são sinônimo de descanso, diversão e rotina mais leve. Mas o que poucos pais percebem é que esse também pode ser o melhor momento para cuidar da saúde bucal das crianças, especialmente com foco na prevenção. É com esse alerta que a campanha Julho Laranja, dedicada à ortodontia preventiva, ganha força em todo o país — e em especial na região do Sertão do Pajeú, onde clínicas como a Ortoestética vêm promovendo uma verdadeira mobilização em prol do sorriso infantil.

 

Em Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, a Ortoestética realiza durante todo o mês uma série de ações voltadas para orientar pais e responsáveis sobre a importância de levar os pequenos ao dentista mesmo sem queixas aparentes. A campanha inclui consultas com avaliação ortodôntica e orientações educativas. 

“O Julho Laranja é um movimento nacional, mas aqui na Ortoestética ele tem um significado ainda mais forte: é a nossa missão de promover saúde desde cedo. A infância é a fase ideal para identificar e corrigir problemas que podem se agravar com o tempo”, explica o Dr. Bruno Maciel, CEO da rede. 

Segundo o especialista, muitos problemas bucais, como respiração bucal, mordida cruzada, perda precoce de dentes de leite e desalinhamentos, podem ser evitados ou tratados com mais facilidade quando descobertos cedo. “O ideal é que a primeira visita ao ortodontista aconteça por volta dos 6 ou 7 anos de idade, mas muita gente ainda espera sinais mais visíveis. A prevenção evita tratamentos mais complexos no futuro”, reforça. 

Outro ponto positivo das férias é o tempo livre. Com menos atividades escolares, pais e filhos conseguem marcar e comparecer às consultas com mais tranquilidade. “Aproveitar esse período sem aulas é uma oportunidade de ouro para realizar check-ups, fazer limpezas dentárias, ajustes em aparelhos e orientações de escovação. Além disso, as crianças costumam se sentir menos ansiosas durante as férias, o que torna o atendimento mais agradável”, completa Bruno. 

A campanha também busca combater o excesso de açúcar nas férias, período em que o consumo de doces e refrigerantes aumenta. “A alimentação nas férias muda, e isso pode afetar a saúde bucal. Por isso, é ainda mais importante reforçar a higiene e as visitas ao dentista”, alerta o ortodontista, completando que a infância é o momento ideal para formar não só sorrisos, mas também hábitos saudáveis que vão durar a vida toda”, conclui Bruno.


Febraban lança hoje nova campanha antifraudes com Fabio Porchat

Humorista estará pelo segundo ano consecutivo em peças publicitárias na TV, portais jornalísticos e em redes sociais para ensinar de maneira descontraída e divertida como se proteger de golpes 

 

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e seus bancos associados lançam hoje (14) a campanha de conscientização da população sobre golpes e fraudes eletrônicas, que terá como tema principal “Se é golpe, tem contragolpe”, uma continuidade da campanha realizada em 2024 com a participação do humorista Fabio Porchat. Para esse ano o direcional como contragolpe será: “Capricha no NÃO, que não tem golpe”. O objetivo é orientar a população a dizer “Não” diante de qualquer suspeita de golpe. 

A partir de hoje, o público poderá ver as peças publicitárias nas principais redes de TV, portais jornalísticos, redes sociais, páginas de e-commerce, entre outros. A campanha irá se encerrar no mês de dezembro. 

“Esta campanha é um bom exemplo de como o marketing pode ser corretamente usado para levar informação importante às pessoas e garantir a segurança dos clientes, que sempre foi prioridade do setor bancário, tanto que os bancos investem cerca de R$ 5 bilhões por ano em cibersegurança”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços e Segurança da Febraban. “Também investimos de maneira ininterrupta e massiva em campanhas de conscientização e esclarecimento com a população por meio de ações de marketing em TVs, rádios e redes sociais”, complementa. 

A campanha vai utilizar o carisma e o poder de comunicação de Fábio Porchat para ensinar de maneira simples e direta como reconhecer os golpes financeiros e como escapar deles.

 

Em uma das peças de propaganda para a TV, ele dirá:

 

É claro que eu já recebi zap do tipo “clique já para ganhar”.

Também já recebi link com desconto im-per-dí-vel.

É tentador? É.

Sabe o que eu costumo fazer nessas horas?

Eu fecho os olhos, entro em contato com o meu EU mais profundo e mando aquele Não em 4 vezes sem juros.

NÃO, NÃO, NÃO e... NÃO.

Funciona.

Desconfiou que é golpe...

Capricha no NÃO, que não tem golpe.

 

Assista aos filmes da campanha no YouTube da Febraban.

 

Falsa Central

Falsa Venda

Golpe do Zap

 

Mais medidas dos bancos contra os golpes 

A Febraban esclarece que o sistema bancário possui robustas estruturas de monitoramento de seus sistemas e utiliza o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança da informação. 

A Febraban e os bancos associados têm como prioridade a segurança dos seus clientes e neste ano deverão investir quase R$ 48 bilhões em tecnologia e segurança da informação, por meio do monitoramento constante de suas respectivas infraestruturas, sendo que deste total 10% são voltados para a prevenção a fraudes segurança. 

Os bancos associados contam com o que há de mais moderno em relação à segurança cibernética e prevenção a fraudes, como mensageria criptografada, autenticação biométrica, tokenização, e usam tecnologias como big data, analytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos. Estes processos são continuamente aprimorados, considerando os avanços tecnológicos e as mudanças no ambiente de riscos. 

Os bancos também atuam em parceria com forças policiais para auxiliar na identificação e punição de criminosos virtuais, como o Projeto Tentáculos. Idealizado em 2007, ele centraliza todas as notícias-crime de fraudes em um repositório único de dados. Atualmente, 29 bancos participam do Projeto Tentáculos. De 2018 a 2023, foram deflagradas cerca de 200 operações e cumpridos 445 mandatos de busca e apreensão, além de 81 prisões. 

A Febraban, juntamente com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), é parceira da ferramenta Celular Seguro, lançada em dezembro de 2023 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

A Febraban também assinou recentemente um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública que possibilitará o intercâmbio de conhecimentos, tecnologias, metodologias, capacitação de pessoas e colaboração mútua para o desenvolvimento de projetos e atividades de interesse comum. Assim, o Ministério e os bancos irão trocar informações para viabilizar ações rápidas e eficientes no combate a fraudes, golpes e crimes cibernéticos. 

O ACT estabeleceu a criação de grupos de trabalho com entidades e empresas de vários setores, além do bancário, para debater o tema e construir uma aliança nacional de prevenção e combate a fraudes, golpes e crimes financeiros, chamada de Aliança Nacional de Prevenção a Fraudes Bancárias Digitais. Este cenário se estende para diversos segmentos – governo, financeiro, telecomunicações, varejo, marketplaces, redes sociais, entre outros. 

No caso de o cliente ter sido vítima de algum crime, ele deve notificar imediatamente seu banco para que medidas adicionais de segurança sejam adotadas, como bloqueio do app e senha de acesso, e fazer um boletim de ocorrência.


Trump impõe tarifa de 50% ao Brasil: Especialista revela o que está em jogo na guerra comercial entre EUA e Brasil


Em um movimento que reacende tensões comerciais e políticas no cenário global, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na última terça-feira (9) a imposição de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados aos EUA, com vigência a partir de 1º de agosto de 2025. 

O argumento apresentado por Trump é de natureza política: segundo ele, a medida seria uma resposta à suposta perseguição contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no Brasil, referindo-se ao julgamento como uma “caça às bruxas”. Apesar da motivação declarada, os efeitos concretos recaem sobre a economia e o comércio exterior brasileiro, que agora enfrentam um novo obstáculo no relacionamento com um de seus principais parceiros comerciais. 

“Essa tarifa reduz drasticamente a competitividade dos produtos brasileiros no mercado americano, ao mesmo tempo em que favorece países que possuem acordos comerciais com os EUA, como México, Chile e Canadá. É uma distorção que impacta diretamente setores estratégicos como o agro, a siderurgia e a indústria aeronáutica”, avalia o consultor e professor universitário André Charone, que também é mestre em negócios internacionais.

 

Setores mais afetados 

Com a nova tarifa, produtos brasileiros tendem a se tornar até 50% mais caros no mercado norte-americano, o que deve resultar na substituição por concorrentes estrangeiros com vantagens tarifárias. Os setores mais vulneráveis incluem: 

·         Café – Principal produto brasileiro exportado aos EUA, pode perder espaço para fornecedores da Colômbia e América Central.

·         Aeronaves e componentes – A Embraer e outros fabricantes nacionais enfrentarão perda de competitividade frente a concorrentes com produção local nos EUA ou em países com acordos comerciais.

·         Carnes e alimentos processados – O aumento de custo pode inviabilizar contratos e comprometer margens de lucro.

·         Minérios, metais e cobre – O setor de commodities industriais deve ser pressionado por fornecedores alternativos.

 

O risco de uma retaliação


O governo brasileiro reagiu à medida com firmeza. O presidente Lula anunciou que o Brasil poderá retaliar com base na Lei de Reciprocidade Comercial, e o Ministério das Relações Exteriores estuda recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC).


No entanto, uma retaliação direta também pode gerar efeitos colaterais. Para André Charone, é preciso cautela:

 

“Caso o Brasil reaja com novas tarifas, haverá aumento de preços internos em produtos americanos, como eletrônicos, peças automotivas, insumos industriais e medicamentos. Isso pode provocar repasse de preços ao consumidor e pressionar a inflação, especialmente em setores que dependem dessas importações.”


 

Desafios e alternativas estratégicas

 

O cenário exige agilidade por parte das empresas exportadoras brasileiras, que devem adotar medidas para mitigar os efeitos da tarifa. Entre as principais estratégias estão:

·         Diversificação de mercados externos, com foco em regiões que mantêm ou ampliam acordos comerciais com o Brasil.

·         Utilização de regimes aduaneiros especiais, como o Drawback, que permite isenção ou suspensão de tributos na importação de insumos utilizados na exportação.

·         Planejamento tributário e logístico, com revisão de contratos internacionais, análise de margens e alternativas de triangulação comercial legal via parceiros estratégicos.

·         Fortalecimento de parcerias comerciais com países da América Latina, Oriente Médio, Europa e Ásia, reduzindo a dependência do mercado norte-americano.

 

Para Charone, “o cenário exige inteligência tributária, diplomacia comercial e reposicionamento estratégico. As empresas que atuarem de forma proativa terão mais chance de preservar seus mercados e até abrir novas frentes. Já o Brasil, como país, precisa encarar a necessidade de uma política comercial mais ativa e menos vulnerável a decisões unilaterais”.


 

O que esperar daqui para frente

 

A medida de Trump, ainda que envolta em discursos eleitorais, tem potencial de causar sérios efeitos colaterais no comércio exterior brasileiro. Além dos prejuízos diretos para empresas e cadeias produtivas, o episódio reacende o debate sobre a necessidade de o Brasil avançar em acordos comerciais multilaterais, melhorar sua competitividade e fortalecer suas instituições comerciais internacionais.

 

“Enquanto os governos transformam o comércio internacional em palco político, quem corre o risco de pagar a conta, como sempre, é o consumidor”, finaliza André Charone.



André Charone - contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA). É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e dezenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional. André lançou recentemente o livro 'A Verdade Sobre o Dinheiro: Lições de Finanças para o Seu Dia a Dia', um guia prático e acessível para quem deseja alcançar a estabilidade financeira sem fórmulas mágicas ou promessas de enriquecimento fácil. O livro está disponível em versão física pela Amazon e versão digital pelo Google Play.
Versão Física (Amazon): https://www.amazon.com.br/dp/6501162408/ref=sr_1_2?m=A2S15SF5QO6JFU
Versão Digital (Google Play): https://play.google.com/store/books/details?id=2y4mEQAAQBAJ
Instagram: @andrecharone


A importância da educação econômica e financeira para jovens

Os jovens brasileiros chegam à maioridade em um país em que 77,6% das famílias estão endividadas, 29,5% atrasadas com suas obrigações e 12,1% afirmaram que não terão condições de liquidarem suas obrigações, segundo a pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, de junho de 2025, da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Este cenário reflete a importância da educação e o letramento financeiro desde cedo.

O letramento financeiro, entendido como a soma de conhecimentos, habilidades e atitudes que permitem tomar decisões financeiras seguras, é hoje amplamente reconhecido como competência indispensável ao bem-estar econômico das pessoas. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o letramento financeiro envolve mais do que compreender noções básicas, como juros compostos ou inflação, mas também abarca a aplicação destes conceitos em situações práticas e cotidianas.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada em 2017, passou a exigir, a partir de 2020, que escolas de todo o país ensinem finanças pessoais de forma transversal e aplicada, não apenas nas aulas de Matemática, mas em diversas disciplinas. O objetivo é que o aluno aprenda a planejar gastos, entender contratos, poupar e investir antes mesmo de receber o primeiro salário. A educação financeira, já na formação básica, surge não só como um instrumento para mitigar esses riscos, mas também como uma atuação preventiva, capacitando futuros adultos a lidar com os desafios financeiros de forma mais proativa.

A urgência tem razões que vão além das parcelas do cartão. Embora a taxa de desemprego geral tenha recuado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ela ainda alcança 14,9% entre jovens de 18 a 24 anos – o dobro da média nacional. A disputa por postos formais tende a ficar mais difícil à medida que automação e inteligência artificial substituem tarefas repetitivas e operacionais, deslocando o início da vida laboral para trabalhos temporários, intermitentes ou sem carteira assinada. Quem chega ao mercado tendo refletido sobre orçamento, reserva de emergência e qualificação profissional tem mais chance de enfrentar estes novos obstáculos.

Há também o horizonte da aposentadoria. Mesmo após a reforma de 2019, o déficit do Regime Geral da Previdência Social superou R$ 300 bilhões em 2024 e projeta trajetória ascendente conforme o país envelhece. Isso significa que a geração que hoje cursa o ensino médio não poderá contar apenas com as pensões do INSS para manter o padrão de vida - poupança de longo prazo para a geração de investimentos e empreendedorismo serão indispensáveis para obtenção de renda complementar.

Ensinar educação financeira cedo não é treinar jovens para o consumismo, mas ajudá-las a ligar escolhas e renúncias presentes a consequências futuras: usar o crédito com parcimônia, comparar custos para a sua qualificação versus renda esperada, proteger-se contra golpes virtuais, perceber que o adiamento de pequenos desejos pode financiar grandes projetos – da faculdade ao primeiro negócio. Ao mesmo tempo, a alfabetização econômica favorece um olhar crítico sobre políticas públicas: entender juros, inflação, impostos e previdência torna o cidadão menos vulnerável a promessas populistas e mais apto a cobrar transparência e resultados.

Para que a BNCC tenha maiores chances de sucesso, três pontos merecem atenção. Primeiro, material didático contextualizado: falar de juros compostos usando exemplos de boletos, fintechs e micro empreendimentos que façam sentido no ambiente do aluno. Segundo, formação docente contínua para os tópicos de educação financeira – o professor de História pode discutir bolhas financeiras, o de Língua Portuguesa pode analisar contratos de crédito, o de Geografia aborda espaços econômicos globais e interações comerciais entre países, o de Ciências comentaria sobre consumo responsável e sustentável, mas todos precisam de suporte mínimo. Terceiro, parceria com famílias e comunidade: oficinas abertas, feiras de empreendedorismo e jogos de orçamento aproximam teoria e a prática para soluções de problemas reais.

O retorno social de investir nessa agenda é alto. Estudos do Banco Mundial indicam que pontos a mais no índice de letramento financeiro médio de uma população gera reduções significativas na inadimplência das famílias no prazo de cinco anos. No caso brasileiro, cada centavo economizado por um jovem hoje alivia a pressão futura sobre programas de assistência e sobre a própria Previdência.

A educação financeira não é vacina contra todas as incertezas, mas funciona como um guia para transitar com mais segurança em um mundo com poucos empregos formais no futuro e um longo tempo de contribuição para um valor cada vez mais baixo de aposentadoria. Quando a escola ensina a diferença entre desejo e necessidade, crédito e dívida, curto e longo prazo, ela entrega a esse jovem algo que nenhuma oscilação do mercado lhe poderá tomar: a capacidade de escolher o futuro que deseja construir. Com isto, a educação financeira nos jovens não beneficia apenas o indivíduo, pois ela se transforma em um recurso comunitário que fortalece a saúde econômica de todo o núcleo familiar.

A escola não pode prometer entregar riqueza fácil e rápida com a educação financeira. Contudo, pode entregar o que há de mais poderoso: a capacidade de escolher. Escolher se vale a pena parcelar, se é hora de assumir um empréstimo ou financiamento, se convém abrir um pequeno negócio ou se o que eu estou comprando é realmente em função das minhas necessidades e prioridades. Sem essa bússola, o jovem e sua família navegam sem destino, à mercê da próxima propaganda que promete felicidade e status social. Com ela, passam a navegar por mares turbulentos com a convicção de que, se não dá para controlar o vento da economia, ao menos é possível ajustar as velas do próprio barco para chegar ao seu destino. Em tempos de incerteza, esse é o verdadeiro patrimônio que a escola pode legar. Além disso, o ensino formal de finanças é uma política pública que reduz a desigualdade de conhecimento entre os diferentes grupos da população, beneficiando sobretudo jovens de famílias menos favorecidas, que raramente têm contato com práticas de planejamento financeiro em casa. Assim, levar letramento financeiro para a sala de aula transcende a dimensão do crescimento individual e se converte em política pública estratégica para o fortalecimento da economia e contra a vulnerabilidade financeira das classes menos favorecidas.

 

Rubens Fernandes Moura - professor de Economia da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio

 

Como cobrar seu chefe sem arranhar sua imagem

 Gestor de carreiras aponta caminhos para profissionais que precisam se posicionar sem romper relações no ambiente de trabalho 


Cobrar um gestor por entregas atrasadas ou falta de reconhecimento é um dilema comum no ambiente corporativo. Muitos profissionais evitam o assunto por receio de parecerem insistentes ou desrespeitosos, enquanto outros exageram na cobrança, criando desgaste desnecessário. 

Virgilio Marques dos Santos, gestor de carreiras, PhD pela Unicamp e sócio-fundador da FM2S, startup de educação e consultoria, alerta que o desafio está justamente em encontrar o equilíbrio correto. "Cobrar o chefe não é um erro. O problema está no como e no quando", diz Santos. 

Segundo ele, esperar que o reconhecimento ou o andamento de projetos aconteça espontaneamente em ambientes corporativos competitivos é uma expectativa pouco realista. "Projetos se acumulam, gestores têm múltiplas demandas e, muitas vezes, esquecem entregas — e pessoas", afirma. 

Mas a solução não é partir para abordagens incisivas, seja por e-mails exaltados ou cobranças públicas. Isso tende a prejudicar a imagem do profissional, que pode ser visto como conflituoso e perde oportunidades. 

Para auxiliar quem precisa se posicionar, Santos propõe quatro passos essenciais:

 

1- Conheça o contexto da organização

Cada empresa tem sua cultura e sua dinâmica. O que pode ser interpretado como proatividade em uma organização, em outra pode soar como insubordinação. É preciso mapear o momento político da empresa, suas pressões internas e externas, e a forma como os gestores se comunicam.

 

2- Adote a Comunicação Não-Violenta (CNV)

A Comunicação Não-Violenta (CNV), criada pelo psicólogo Marshall Rosenberg, baseia-se em observação, sentimento, necessidade e pedido. Em vez de acusações, o profissional deve demonstrar fatos e expressar suas necessidades de forma clara e respeitosa. "Um profissional eficaz não despeja emoção crua, ele embala bem sua mensagem antes de entregá-la", orienta Santos.

 

3- Pratique inteligência política

Santos ressalta que inteligência política não é manipulação, mas compreensão das relações de poder e influência. "Se o gestor trava o projeto, talvez seja necessário buscar aliados em outras áreas ou lideranças que possam apoiar a causa, evitando o confronto direto", recomenda.

 

4- Peça reconhecimento com dados – e elegância

Ao destacar resultados, o profissional deve focar nos impactos e aprendizados, evitando autoelogios superficiais. Frases que mostram contribuição objetiva são mais eficazes para reforçar o valor entregue.

 

Para Santos, dominar essa arte é um diferencial para quem quer crescer na carreira. "Entre o medo de parecer arrogante e o risco de ser esquecido, há um caminho de firmeza gentil. Quem sabe cobrar com contexto, técnica e timing, começa a ser visto como alguém pronto para liderar", conclui.

  

Virgilio Marques dos Santos - sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria


Juros a 15%: empresários recorrem a imóveis para fugir de capital de giro abusivo

 

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Especialista aponta o setor imobiliário como alternativa segura para investidores e empresários que buscam capital com menor custo
 

Com a nova alta da taxa básica de juros brasileira (Selic), que chegou a 15,00% ao ano após decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) na reta final do mês de junho, investidores e empresários estão diante de um novo cenário para reorganizar suas estratégias financeiras. Enquanto os juros pressionam os custos do crédito tradicional, soluções alternativas ganham destaque, como o crédito com garantia de imóvel — modalidade que vem se consolidando como caminho seguro e estratégico.

Segundo Noé Santiago, CEO da ANIDEA, fintech especializada em crédito com garantia de imóvel, o momento exige atenção redobrada dos empresários que ainda dependem de capital de giro ou crédito rotativo. “Empresário que está operando com crédito rotativo ou capital de giro tradicional precisa rever sua estratégia. A tendência é que o custo do capital continue subindo, e quem não alongar suas dívidas vai sentir isso direto no caixa”, alerta.

Com a Selic em seu maior patamar desde 2006, o impacto é imediato: encarecimento do crédito bancário, retração no consumo e maior cautela nos investimentos. Por outro lado, ativos de renda fixa se tornam mais atraentes, e setores como o imobiliário voltam a ser vistos com bons olhos por investidores mais conservadores.


Investimento em imóveis como reserva de valor

Mesmo com a taxa elevada, o mercado imobiliário segue sendo uma alternativa sólida para quem busca proteger o capital da volatilidade. “O imóvel é um ativo real, com potencial de valorização e que pode ser monetizado via crédito com garantia. Isso é muito mais saudável financeiramente do que recorrer a capital de giro com juros que chegam a 4% ou 5% ao mês em média”, afirma Santiago.

A modalidade conhecida como home equity — em que o proprietário oferece um imóvel como garantia para obter crédito com juros mais baixos e prazos maiores — tem ganhado espaço no país. A procura por essa linha de crédito cresceu 40% no primeiro semestre de 2025, reflexo direto das pressões macroeconômicas e da busca por soluções mais inteligentes de financiamento.


Perspectiva para investidores

Para investidores que já possuem imóveis, o cenário também pode ser vantajoso. Com a renda fixa oferecendo rentabilidades mais atrativas, o imóvel passa a desempenhar outro papel: o de ativo lastreável, que permite gerar liquidez sem precisar vender.

Sobre as incorporadoras, embora haja relatos pontuais de oportunidades, é necessário cautela. “Na minha visão, o aumento no juro desacelera a demanda no mercado imobiliário, o que torna mais complexo para as incorporadoras realizarem reinvestimentos”, observa Santiago. “O segredo agora é planejamento. Quem conseguir alavancar crédito barato com base em ativos sólidos, como o imóvel, poderá atravessar esse ciclo de juros altos com muito mais fôlego e competitividade.”


Noé Santiago

Economista formado pela Universidade Federal do Paraná e líder de pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, Noé Santiago é CEO e idealizador da ANIDEA Soluções Financeiras. Com uma década de experiência no mercado financeiro, incluindo atuação como gerente em um dos maiores bancos do país, ele se dedica a impulsionar empresas brasileiras por meio da educação financeira. Sua abordagem prática visa impactar positivamente o caixa das empresas, oferecendo soluções financeiras que promovem crescimento sustentável

 


Anidea Soluções Financeiras

Noé Santiago - Economista
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Especialista explica por que jogos de azar são proibidos no Brasil e o que pode mudar com novo projeto de lei

Especialista detalha origem da proibição, penalidades previstas, lacunas nas apostas online e riscos jurídicos mesmo em bingos beneficentes

 

Cassinos, roletas, caça-níqueis, jogo do bicho e até bingos beneficentes: todos esses formatos estão, hoje, proibidos no Brasil pela Lei das Contravenções Penais, em vigor desde 1941. Mas a regra pode mudar. O Projeto de Lei nº 2.234/2022, já aprovado na Câmara dos Deputados, está prestes a ser votado no Senado e propõe a legalização de diversos jogos de azar com regras específicas, sistema de licenças, controle de arrecadação e fiscalização. 

Marco Antonio Araújo Jr, advogado e presidente da Comissão Especial de Direito do Turismo, Mídia e Entretenimento do Conselho Federal da OAB, explica que “o avanço das plataformas digitais, como o ‘Jogo do Tigrinho’ (Fortune Tiger) e os aplicativos de apostas esportivas (bets), reintroduziu na sociedade uma cultura de jogos e apostas - muitas vezes em formatos não regulamentados, transnacionais e de difícil fiscalização”. Ele alerta que a legislação atual tem gerado um cenário de “tolerância ambígua, onde o jogo é tecnicamente proibido, mas amplamente acessível e promovido”.

Segundo ele, o Decreto-Lei nº 3.688/1941 ainda é a principal norma que rege o tema no Brasil. “Quem estabelece ou explora jogo de azar em local público ou acessível ao público pode ser punido com prisão simples de 3 meses a 1 ano, e multa. Quem participa como jogador também pode ser penalizado com prisão simples de até 3 meses, ou multa”, afirma. No entanto, essas punições raramente são aplicadas com rigor. “Os casos são geralmente tratados como contravenções de menor potencial ofensivo, remetidos ao Juizado Especial Criminal, o que pode resultar em transações penais, cestas básicas ou acordos sem maiores consequências criminais”. 

O advogado ressalta que, em certos contextos, a atividade pode se agravar. “A prática de jogos de azar pode estar associada a outros crimes, praticados em conjunto, como lavagem de dinheiro, tráfico de entorpecente, estelionato e até rufianismo (exploração da prostituição alheia)”, o que pode levar à configuração de associação criminosa. 

Uma dúvida comum diz respeito aos bingos realizados em escolas, igrejas ou festas beneficentes. “Sim, tecnicamente são ilegais se houver exploração de jogo de azar, conforme a Lei das Contravenções Penais. No entanto, há uma zona cinzenta tolerada pela jurisprudência, especialmente quando o bingo é eventual, de natureza beneficente, sem exploração comercial sistemática, e toda a renda é revertida para fins não lucrativos”, afirma o especialista. E faz um alerta: “Essa tolerância não é garantia de impunidade. A qualquer momento, um bingo beneficente pode ser objeto de autuação se houver denúncia ou excessos”. 

Sobre o projeto que pode mudar esse cenário, Marco Antonio destaca que ele “prevê a legalização dos cassinos, bingos, jogo do bicho e jogos online; criação de um sistema regulatório específico, com licenças, fiscalização e arrecadação de impostos; e destinação de parte da arrecadação para seguridade social, cultura, educação e turismo”. Também seriam criadas regras para prevenção do vício e da lavagem de dinheiro, com “cadastro de jogadores e controle de movimentações financeiras”. 

“A justificativa é regulamentar e tributar uma prática que já acontece informalmente, gerando empregos e receitas para o Estado, além de permitir maior controle e combate ao crime organizado”, diz. Para ele, a legalização também pode trazer avanços no combate à ludopatia, reconhecida pela OMS como um transtorno mental. Mas reconhece que o tema é sensível. “O tema divide opiniões, com forte resistência de setores religiosos, conservadores e da saúde pública, que alertam para os efeitos sociais do vício em jogos”. 

 

Fonte: Marco Antonio Araújo Júnior - advogado e presidente da Comissão Especial de Direito do Turismo, Mídia e Entretenimento do Conselho Federal da OAB

 

 

 

Condições de trabalho influenciam escolha de apps para 67% dos consumidores

Pesquisa ITS Rio e Ipec também revela que a grande maioria da população acredita que os trabalhadores deveriam saber os critérios que os aplicativos usam para definir os serviços que cada trabalhador vai realizar.

 

Os brasileiros estão cada vez mais atentos às condições de trabalho de quem presta serviços por meio de aplicativos. Segundo a nova edição da pesquisa nacional realizada pelo ITS Rio com o Ipec, 67% dos consumidores consideram as condições de trabalho ao escolher qual aplicativo utilizar. 

A preocupação com a transparência das plataformas também é destaque: 92% dos brasileiros com 18 anos ou mais acreditam que os trabalhadores deveriam saber como o aplicativo decide quem faz cada serviço. Para Fabro Steibel, diretor do ITS Rio, os dados mostram uma mudança de comportamento dos consumidores: “As pessoas estão levando em conta não só o preço ou a rapidez do serviço, mas também como os trabalhadores estão sendo tratados pelas plataformas.” 

O levantamento confirma ainda que o trabalho por aplicativo está cada vez mais inserido na vida dos brasileiros, com 68% da população conhecendo alguém que atua nesse tipo de trabalho, um crescimento de 5 pontos percentuais em relação a 2023.
 

Percepção sobre o trabalho por aplicativo

A pesquisa “Percepção sobre o Trabalho por Aplicativo” analisou o entendimento e as preocupações da população brasileira sobre o tema. O questionário foi elaborado pelo ITS Rio em parceria com o Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), que entrevistou 2.000 brasileiros com 18 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 28 de outubro de 2024 e 10 de janeiro de 2025, por meio de entrevistas telefônicas com aplicação de questionário eletrônico via sistema C.A.T.I. (Computer Assisted Telephone Interview). A amostra é representativa da população brasileira com 18 anos ou mais, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.


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