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sexta-feira, 16 de maio de 2025

Dia Internacional contra a Homofobia: Cuidados específicos não correspondem à distinção discriminatória


·         Ginecologista dá dicas sobre abordagem acolhedora no consultório para população LBGTQIAPN+

·         17 de maio - Dia Internacional contra a Homofobia

 

“Quando falamos de LGBTfobia, falamos de discriminação, preconceito e de uma violência sofrida por uma população devido a sua identidade de gênero ou orientação afetivo-sexual. Agora imagine viver sob constante medo de ser estigmatizado, rejeitado ou mesmo agredido. Com certeza essas situações vão gerar impactos profundos tanto na saúde emocional quanto na saúde sexual dessas pessoas”, declara Dr. Eduardo Siqueira Fernandes, ginecologista membro da Comissão Nacional Especializada de Sexologia, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) 

A saúde emocional desta população sofre impactos importantes, assim como a saúde sexual: muitas pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ se afastam do serviço de saúde com medo de sofrerem discriminações. “Isso prejudica ações de saúde essenciais, vulnerabilizando mais ainda essas pessoas e impedindo que elas acessem programas de prevenção, diagnóstico e tratamento, por exemplo, de infecções sexualmente transmissíveis, aqui incluindo HIV, sífilis e outras”, explica o ginecologista. 

Além disso, segundo ele, há uma profunda falta de preparo dos profissionais de saúde, um problema com origem ainda na formação acadêmica. “Por exemplo, mulheres cis-lésbicas ou bissexuais muitas vezes têm acesso negligenciado a exames ginecológicos ou, quando são realizados, são mal realizados. Esse despreparo também atinge as pessoas transexuais e travestis, que acabam enfrentando dificuldades para receber atendimento adequado, seja quando o nome social é desrespeitado ou quando prevenções ou rastreamento de determinados cânceres, como os de mama ou do colo de útero, não são realizados, sejam por desinformação ou puro estigma e preconceito.”, comenta Dr. Eduardo.

 

Mitos presentes na sociedade

1.    A ideia de que só existam pessoas cisgêneras ou só existam pessoas heterossexuais, invisibilizam outras vivências sexuais e de gênero, levando a negligência importante no cuidado com a saúde.

2.    Ignorar o fato de que pessoas com orientações não heterossexuais precisam de uma atenção específica à sua saúde sexual ou à sua identidade de gênero. “Quando trabalhamos com todas as pessoas da mesma forma, quebramos um princípio importante da saúde, que é o princípio de equidade”, diz o ginecologista.

3.     A ideia de que pessoas LGBTQIAPN+ têm uma vida sexual promíscua, sem controle das suas necessidades ou dos seus desejos, fazendo com tenha sempre um comportamento de risco para infecções sexualmente transmissíveis. 

 

Como deve ser a abordagem nos consultórios

Para Dr. Eduardo, a forma de abordar temas como prazer, identidade de gênero, orientação afetivo-sexual é justamente naturalizando-os. Para isso, o contato precisa ser respeitoso, em ambiente seguro, acolhedor e livre de qualquer julgamento. “Para que possamos fazer isso, temos de reconhecer as diferentes expressões da sexualidade e do gênero, para evitarmos abordagens preconceituosas ou desinformadas. Isso vai nos exigir uma escuta ativa, empática e preparada tecnicamente”, explica o membro da FEBRASGO.

 

Ele recomenda que os colegas estejam dispostos também a aprender com o paciente. “Muitas vezes eles nos ensinam como devemos lidar com questões relativas à sexualidade e ao gênero, e neste momento podemos reconhecer os nossos limites mantendo o respeito. Temos o compromisso aumentado com cuidado ético, trazendo uma abordagem muito mais humana para aquele atendimento”.

 

O ginecologista é o profissional de saúde que atua diretamente em aspectos íntimos da saúde. E por isso ele tem que ser um agente ativo no combate à homofobia e na promoção de uma sexualidade mais saudável e inclusiva para todas as pessoas. “Nós ginecologistas precisamos lembrar de oferecer um ambiente acolhedor e seguro para que as pessoas que nos procuram possam se sentir tranquilas para falar abertamente sobre a sua sexualidade, sem riscos de julgamentos. Isso fortalece muito a autoestima e o autocuidado dessa pessoa. Além disso, é o profissional que vai ser procurado para que sejam oferecidas informações sólidas, seguras e baseadas em evidências científicas e não informações baseadas em opiniões pessoais, que possam muitas vezes estar permeadas de preconceitos e julgamentos morais”, explica o médico.

 

A ideia é que o ginecologista possa atuar como formador de opinião e promover uma educação continuada para outros agentes, para que o atendimento à saúde seja feito de maneira empática e sensível às diversidades.

 

Cuidado individualizado

O cuidado à saúde necessita ser individualizado: mulheres lésbicas, ou seja, mulheres que fazem sexo com exclusivamente com outras mulheres, também estão expostas às infecções sexualmente transmissíveis e, portanto, precisam de orientações específicas sobre rastreamentos, exames ginecológicos, vacinação e planejamento reprodutivo, caso queiram ter filhos. “Precisamos, por exemplo, orientá-las sobre congelamento de gametas, se preciso”, acrescenta ele.

 

Cuidados específicos não correspondem a uma atenção discriminatória, mas um cuidado amplo, centrado na pessoa e respeitando as suas vivências e suas realidades e, principalmente, promovendo uma saúde sexual de forma plena. Isso é extremamente importante.

 

Para um melhor acolhimento aos pacientes LGBTQIAPAN+ nos consultórios, também é importante disponibilizar material educativo, ilustrativo, para que essas pessoas possam se identificar. Vale folders, panfletos, revistas com identidades visuais que sejam não somente direcionadas para a população cis-heterossexual. “Além disso, precisamos treinar toda a equipe com a qual essa pessoa vai ter contato, da portaria à recepção”, lembra Dr. Eduardo. Uma boa sugestão é a criação de formulários disponíveis no consultório em que a própria pessoa possa responder sobre seu nome, o uso ou não de um nome social, sobre a sua identidade de gênero, sobre a sua orientação afetiva e sexual e outros dados sensíveis; o que pode facilitar o vínculo entre paciente e médico.

 

A linguagem não discriminatória é essencial, e Dr. Eduardo deixa uma dica: “Ao me referir à pessoa com quem meu paciente se relaciona, pergunto sobre parcerias e não determino de forma prévia o gênero dessa pessoa. Então isso já é uma forma de me vincular como profissional de saúde à paciente. Precisamos ser ao máximo acolhedores e respeitosos, além de trazer oferecer ações afirmativas e inclusivas às pacientes; somente assim essa pessoa se aproximará de nós e se sentirá segura”, finaliza o ginecologista.


SBT anuncia nova grade, resgata e atualiza sua essência como a ‘TV Mais Querida do Brasil’

 

Fotos: Rogerio Pallatta/SBT
Entre as novidades de programação, estão: “Bom Dia & Cia. com Patati e Patatá” diariamente pelas manhãs para o público infantil, novos telejornais, incluindo a volta do “Aqui Agora”; além do formato inovador em novelas, o dorama “Meu Amor das Estrelas”. Há ainda um folhetim mexicano inédito e a chegada de nomes como Luiz Bacci e o retorno do Casos de Família, com Christina Rocha

 

Sob a liderança de Daniela Abravanel Beyruti, o SBT anuncia novidades na sua programação, com o objetivo de reforçar a aura de felicidade que consagrou a emissora, e se firmar mais uma vez no coração do público brasileiro. Agora, o slogan é a “TV Mais Querida do Brasil”. “Mais do que uma nova grade, é um reposicionamento. É voltar à nossa essência, é o SBT raiz. Um pouco daquilo que a gente, viveu, eu tenho certeza de que faz parte da história de todo mundo. Acredito que o SBT tem um relacionamento com o público”, afirma. 

O evento de lançamento da nova grade, que prioriza os pilares do entretenimento, família e informação, aconteceu nesta quinta-feira, 15 de maio, nos estúdios do SBT em Osasco (SP), em uma entrevista coletiva apresentada por Gaby Cabrini e Gabriel Cartolano com a presença de mais de uma centena de jornalistas. Em transmissão ao vivo em link do SBT no YouTube, mais de 26 mil pessoas acompanharam toda a apresentação, que teve duração de mais de três horas. 

Vicente Varela, superintendente de Negócios e Comercialização do SBT, celebra esse momento de resgate do DNA, da raiz da emissora. “O SBT tem um compromisso muito claro, que é de informar e entreter para formar essas famílias. A gente foi ouvindo o mercado e entendendo formas de as marcas estarem presentes nesses conteúdos todos de uma forma que não é so break, é levando conteúdo através dos quadros e da criatividade”, ressalta. De acordo com ele, mais novidades chegarão no segundo semestre. 

De forma a atender ao grande volume dos “sbtistas”, como são chamados os fãs da emissora que pertencem a várias gerações de telespectadores, chegam à grade diversas novidades, que estreiam de forma gradual em três fases: a partir de 26 de maio, dia 2 e 9 de junho.  A seguir, um pouco sobre as novas atrações

 

Jornalismo 

O jornalismo quente, seja local ou em rede nacional, com os principais fatos do dia e seus desdobramentos, fica fortalecido na nova grade do SBT. O gênero vem acrescido de importantes conteúdos de prestação de serviços, com quadros informativos e linguagem acessível e direta, ganhando reformulação nos seus três principais horários: do início até o meio da manhã, antecedendo e durante o horário do almoço, e no fim da tarde/início da noite. 

A partir de 26 de maio, às 4h45, de segunda a sexta-feira, acontece o lançamento do “SBT Manhã”, com Darlisson Dutra. Às 7h (horário local), começa o “Primeiro Impacto”, sob o comando de Marcão do Povo. 

Diariamente, em um intervalo às 7h30, será exibido o “Bom Dia Esperança”, um espaço de cinco minutos com palavras de paz, motivação e fé apresentado pelo evangelista Deive Leonardo. 

Logo após o “Primeiro Impacto”, a partir das 11h, estreia um novo jornalístico a cargo do apresentador Luiz Bacci: o “Alô, Você!”.  Trata-se de um jornal com foco na prestação de serviços, com notícias positivas e conteúdo leve. “Tudo aqui, para onde eu olho, tem um pouco da minha infância e da minha história, que se confunde demais com a da família do Silvio e do SBT. Para mim, é um momento de muita emoção — sempre que eu entro aqui, fico muito emocionado, e quem me conhece sabe.”. 

A emissora preparou mais uma novidade em telejornal ainda para maio: será exibido aos sábados, das 11h às 12h (local) e das 12h às 14h (nacional), a partir do dia 31, o “SBT Notícias”, levando ao público assuntos diversificados e factuais, selecionando não só o que é notícia no dia, mas também o que ganhou repercussão durante a semana. Em 7 de junho, chega também o “SBT Notícias- 2ª. Edição”, das 18h45 às 19h45. 

Com estreia agendada para 2 de junho, às 18h30, o SBT revive um dos seus grandes ativos, que é a marca “Aqui Agora”, um telejornal que fez história na TV brasileira e que tem tudo para continuar a inovar, agora com uma pegada de leveza, linguagem bem-humorada e personagens irreverentes. O programa tem como âncoras Macedão e Dani Brandi. 

“É com muito orgulho que a gente fala que o nosso jornalismo é confiável, em que as pessoas acreditam por conta de todos nossos valores que são seguidos por todos que entram aqui”, afirma Daniela Abravanel Beyruti, CEO do SBT. 

O “SBT Brasil”, ancorado por Cesar Filho, permanece no mesmo horário (19h45 às 20h45). 

Para completar o rol das notícias, nas madrugadas, a partir de 9 de junho, chega o novo “SBT Agora”, das 2h às 4h45, com apresentação de Marcelo Casagrande. O telejornal resume os principais assuntos que foram destaque na noite anterior, e atualiza o telespectador sobre os fatos da madrugada, no Brasil e no mundo

 

Programação infantil 

Pelas manhãs, as novidades incluem a tão aguardada volta da programação infantil de segunda a sexta-feira. Das 9h às 11h será exibido o “Bom Dia & Cia. com Patati Patatá”, atração ao vivo capitaneada pela dupla de palhaços mais amada do país, que apresenta quadros e uma seleção de desenhos de animação. 

Diretamente de um cenário novinho em folha, Patati e Patatá receberão atores, cantores, gamers, influencers como convidados especiais, que participarão de brincadeiras e gincanas cheias de alegria. Desenhos animados, números circenses e atrações musicais recheiam a atração, que contará também com quadros educativos sobre inclusão, sustentabilidade e amizade. Haverá ainda a apresentação de atividades manuais para estimular a criatividade da garotada. Em quadros interativos, crianças podem participar a partir de casa.

 “Um programa todinho pensado nas crianças, com tudo de melhor que elas vão poder aproveitar, trazendo a tradição do “Bom Dia & Cia” e de todos que já passaram por lá. Vai ter brincadeiras, prêmios, convidados, desenhos inéditos e muita coisa nova do Patati e Patatá”, afirmam os palhaços. 

Tudo isso com um só objetivo: levar um conteúdo lúdico, seguro e de qualidade para as crianças, enquanto os pais podem ficar tranquilos sabendo que seus filhos estão assistindo a algo positivo, alegre e educativo. “Eu lamentei quando o infantil saiu do ar”, lembra a presidente Daniela Abravanel Beyruti. Ela avisa que o SBT vai ampliar muito esse universo também no ambiente multiplataforma. “Esse elo de confiança que a gente sempre teve, vamos continuar tendo. Vai ser um resgate do que o SBT sempre foi.” 

Silvia Abravanel, que segue à frente do “Sábado Animado”, contará a partir de 9 de junho com a segunda temporada de “O Picapau Amarelo”, baseado na obra de Monteiro Lobato. 

O “Sábado Animado” está fazendo 30 anos neste ano, e é muito legal estar em metade deles. Representar esse universo incrível, de muita curiosidade, novidade e em que aprendemos a cada dia com elas. A gente faz um programa lúdico, e a parte mais legal é essa”, diz.

 

Variedades, novela e dorama 

Após o horário de almoço e do “Chaves” (13h), atendendo a pedidos, a novela infanto-juvenil “A Caverna Encantada” passa a ser exibida a partir do dia 26, além do horário noturno, também nas tardes do SBT, às 13h45. 

Com o término da novela “A Usurpadora”, no mesmo horário, o SBT relançará o “Casos de Família”, outra marca registrada da emissora, trazendo as histórias humanas reais mais emocionantes e pitorescas contadas pelas suas próprias personagens, sob o comando de Christina Rocha.  “Quando a gente pensa que aprendeu e fez de tudo, volta. Estou feliz porque o SBT está retornando com uma base raiz... Estou voltando com o coração e muita vontade para que o SBT ressurja com tudo o que tem direito, sem perder o DNA, abraçando o novo, mas mantendo também o que é importante: os programas de base, a plateia e mexendo com o coração das pessoas.” 

O SBT se alinha às tendências internacionais e traz ao público brasileiro, cada vez mais interessado também em outros formatos de novelas, folhetins de origem coreana que conquistaram rapidamente os fãs no mundo todo, com a Tarde Dorama, que estreia em 2 de junho. “Meu Amor das Estrelas” com apenas 22 capítulos, é o primeiro título dessa nova leva de dramas asiáticos de sucesso, e será exibido às 16h45.

 Na mesma data, outra estreia: às 17h45 é a vez da trama mexicana inédita “Eternamente Apaixonados”. 

No segundo semestre, ao final de “A Caverna Encantada”, um folhetim ocupará seus horários: “As Filhas da Senhora Garcia”.

 

Faixa noturna 

Na faixa noturna após a exibição de “A Caverna Encantada”, a partir de 9 de junho, o “Programa do Ratinho” passará a entrar mais cedo, às 21h45. Será sucedido por uma linha de programas para o horário das 22h30, cada dia com uma atração diferente. 

Às segundas-feiras, estreia o “No Alvo”. O programa será em formato de uma entrevista com clima de interrogatório, que vai confrontar, mediante uso de inteligência artificial, personalidades polêmicas com tudo o que já foi divulgado sobre ela nas redes sociais. 

Terça-feira será a vez de mais um programa histórico, o “SBT Repórter”. Após um hiato de 12 anos, voltam as grandes reportagens sobre questões que impactam diretamente a sociedade, apresentado por Cesar Filho, e esporadicamente por Silvia Abravanel (a depender do tema). 

O “Arena SBT” permanece às quartas-feiras, assim como “A Praça é Nossa” às quintas. Sextas-feiras continuam reservadas para os filmes na Tela de Sucessos. 

O The Noite é apresentado por Danilo Gentili e vai ao ar de segunda a sexta-feira, no SBT. Hoje, a partir de 00h45.

 

10 armadilhas que colocam o reposicionamento de marca em risco

Freepik 
Marcas que se adaptam bem ao mercado crescem 2,5 vezes mais rápido


O reposicionamento de marca é uma decisão estratégica crucial para empresas que buscam se renovar no mercado e atrair novos clientes. No entanto, o processo está repleto de armadilhas que podem comprometer a credibilidade e os resultados financeiros. 

Segundo estudo da Interbrand, as marcas que melhor se adaptam às mudanças de mercado crescem 2,5 vezes mais rápido que as concorrentes. "O principal erro é achar que reposicionamento é apenas uma mudança visual. Trata-se de uma transformação profunda que deve começar de dentro para fora, envolvendo todos os pontos de contato com o cliente e, principalmente, a cultura interna da empresa", explica  o CEO da IDK, consultoria de marketing, comunicação e tecnologia , Eduardo Augusto.  


Desconexão entre promessa e entrega

Um dos principais erros cometidos por empresas em fase de reposicionamento é criar uma expectativa que não consegue cumprir. A pesquisa "Consumer Trust Barometer 2024", realizada pela Edelman, revela que 71% dos consumidores perdem a confiança rapidamente quando uma empresa não cumpre suas promessas de marca, sendo que 40% dificilmente retornam após uma experiência negativa nesse sentido.

"Antes de anunciar ao mundo sua nova posição, é fundamental garantir que a empresa está preparada operacionalmente para entregar essa promessa. O reposicionamento precisa ser autêntico e sustentável, caso contrário, o efeito será o oposto do desejado: perda de credibilidade e confiança", afirma Eduardo.

De acordo com o relatório "CX Trends 2025", realizado pela Octadesk em parceria com a Opinion Box, 62% dos consumidores brasileiros já desistiram de uma compra após uma experiência negativa. Entre os principais motivos estão qualidade insatisfatória do produto ou serviço (26%), atrasos na entrega (24%) e propaganda enganosa (24%) 


Negligência com a presença digital integrada

Segundo o estudo "Digital Consumer Trends 2024", da Deloitte, 83% dos consumidores brasileiros pesquisam online antes de fazer uma compra, mesmo que a transação ocorra em loja física.

A pesquisa ainda revela que 59% dos consumidores consideram confusa a comunicação de marcas que apresentam posicionamentos distintos em diferentes canais digitais, o que resulta em desconfiança e hesitação na decisão de compra.

"Estamos falando sobre uma geração (z) que leva a autenticidade muito a sério, a ponto de não comprar de uma marca casos os valores (não monetários), estejam desalinhados com seus propósitos de vida. Para eles, a jornada  é multicanal por natureza, e cada ponto de contato precisa reforçar a nova mensagem da marca de forma consistente. Um dos erros mais graves que observamos é quando a empresa reposiciona sua comunicação em alguns canais, mas negligencia outros, criando uma experiência fragmentada para o consumidor", explica o CEO da IDK.  


Falha na comunicação interna

Um terceiro ponto frequentemente negligenciado é a comunicação interna durante o processo de reposicionamento. "O reposicionamento só é verdadeiramente bem-sucedido quando começa de dentro para fora. Os colaboradores são os primeiros embaixadores da marca e precisam estar alinhados e engajados com os novos valores e direcionamentos. Uma equipe que não compreende ou não acredita no novo posicionamento jamais conseguirá transmiti-lo de forma autêntica aos clientes. Também é um termômetro sobre a efetividade do reposicionamento”, ressalta Eduardo.  

Segundo o levantamento "Employee Engagement & Brand Alignment" da Gallup, empresas com alto alinhamento entre funcionários e valores da marca apresentam rentabilidade 23% superior às demais.

A pesquisa também demonstra que apenas 27% dos funcionários realmente compreendem e acreditam no posicionamento da marca em que trabalham, o que compromete significativamente a capacidade de entregar a promessa ao cliente final.


Erros comuns no reposicionamento de marca

Existem diversos erros que são muito cometidos durante o processo de reposicionamento. O especialista em comunicação e marcas, Eduardo Augusto, aponta os mais comuns:

1) Mudança superficial: alterar apenas elementos visuais sem revisar o propósito e a estratégia da marca como um todo.
2) Timing inadequado: reposicionar em momentos de crise sem uma estratégia clara de recuperação.
3) Desconsiderar o histórico da marca: ignorar os elementos que já são valorizados pelos clientes atuais.
4) Pesquisa insuficiente: não investir em estudos aprofundados sobre o novo público-alvo e suas necessidades.
5) Falta de diferenciação: adotar posicionamentos genéricos que não distinguem a empresa da concorrência.
6) Comunicação inconsistente: transmitir mensagens contraditórias em diferentes canais.
7)Ignorar tendências relevantes: negligenciar mudanças importantes no comportamento do consumidor ou no mercado, principalmente no ambiente digital.
8) Orçamento subestimado: não prever recursos suficientes para implementar mudanças em todos os pontos de contato.
9) Falta de métricas claras: não estabelecer KPIs específicos para avaliar o sucesso do reposicionamento.
10) Impaciência para resultados: abandonar a estratégia prematuramente antes que os resultados se consolidem.

"É notável que muitas empresas subestimam a complexidade de um reposicionamento e acabam criando problemas ainda maiores do que aqueles que tentavam resolver. Especialmente no Brasil, vemos que o entendimento de um reposicionamento de marca está diretamente atrelado a um novo logotipo e está muito distante de ser isso. Um processo bem-sucedido exige planejamento cuidadoso, alinhamento interno e paciência para colher os resultados ao longo prazo", finaliza o CEO da IDK.


Começa nesta sexta-feira a 20ª Convenção de Bruxas e Magos em Paranapiacaba


A partir desta sexta-feira, 16 de maio, a histórica Vila de Paranapiacaba, em Santo André (SP), se transforma no palco da 20ª Convenção de Bruxas e Magos, evento criado pela bruxa e escritora Tânia Gori. Considerada a maior convenção esotérica da América Latina, a edição deste ano celebra o tema “Bruxaria e Mitologia Brasileira”, resgatando lendas, rituais e a ancestralidade do folclore nacional. 

Serão mais de 750 atividades gratuitas e pagas, espalhadas pela charmosa vila inglesa, entre procissões, rituais, palestras, danças, vivências, oráculos e apresentações de grandes nomes do universo místico. 

Destaques da programação:

  • 16 de maio (sexta-feira) - Abertura oficial com a tradicional Procissão das Velas, às 20h, iluminando as ruas de Paranapiacaba.
  • 17 e 18 de maio (sábado e domingo) - Primeira semana dedicada à Mitologia Brasileira, com mais de 400 atividades a partir das 10h.

Destaque especial: no domingo, 18 de maio, às 17h, a bruxa e idealizadora do evento, Tânia Gori, lança oficialmente o Oráculo das Deusas e Deidades dos Povos Originários, no Cine Lyra - Auditório O Negrinho do Pastoreio. 

  • 24 e 25 de maio (sábado e domingo) - Segundo final de semana em homenagem a Santa Sara e ao povo cigano, com mais de 350 atividades a partir das 10h, encerrando com a emocionante procissão de Santa Sara no domingo. 

Entrada livre para parte das atividades e acesso a vivências exclusivas mediante aquisição do By Pass (a partir de R$ 85,00 por dia). 

Local: Vila de Paranapiacaba - Rua Rodrigues Alves, 473 - Parte Baixa (ao lado da Biblioteca) 

Datas: 16 a 18 e 24 a 25 de maio de 2025

Infos: www.convencaodebruxas.com.br

Instagram: @convencaodebruxasemagos | @casadebruxa | @taniagori 

Dica: Traga seu traje de bruxa, mago, fada ou criatura encantada e viva uma experiência mágica na vila de Paranapiacaba!


quinta-feira, 15 de maio de 2025

Gordura no fígado: silencioso, problema pode levar a complicações graves

A esteatose hepática, popularmente conhecida como gordura no fígado, tem se tornado uma preocupação crescente entre médicos e especialistas em saúde. A condição, caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura nas células do fígado, pode ser assintomática por anos, mas, quando não tratada, pode evoluir para problemas mais sérios, como inflamação, fibrose e até cirrose hepática. 

De acordo com o cirurgião gástrico Adolfo Cezar Rodrigues Chang, do Hospital Evangélico de Sorocaba (HES), a principal causa da doença está no desequilíbrio entre alimentação e atividade física. “Seja ela de origem alcoólica ou não alcoólica, a gordura no fígado pode levar à inflamação e, consequentemente, à cirrose hepática”, explica o médico.
 

Fatores de risco e diagnóstico 

A gordura no fígado é uma condição bastante comum, que afeta cerca de 25% da população. O risco é maior em pacientes com doenças crônicas como diabetes mellitus, hipertensão arterial, obesidade e dislipidemia. Além disso, o problema pode permanecer silencioso por anos já que, na maioria dos casos, não apresenta sintomas. Quando ocorrem, costumam surgir apenas em fases mais avançadas, comprometendo as funções hepáticas. 

Para o diagnóstico, o especialista destaca que são necessários exames laboratoriais que avaliam a função hepática, como bilirrubinas, transaminases, fosfatase alcalina e gama GT, além da ultrassonografia de abdome superior, que pode identificar o grau de comprometimento do fígado.
 

Tratamento e possíveis complicações 

Atualmente, não há um medicamento específico para tratar a esteatose hepática. Segundo Dr. Chang, o tratamento é baseado, principalmente, na mudança do estilo de vida. "A correção dietética e a prática regular de atividade física são fundamentais. Alguns medicamentos e suplementos podem auxiliar, mas devem ser usados apenas sob orientação médica, já que algumas substâncias podem ser tóxicas para o fígado", alerta. 

A negligência no tratamento pode trazer sérias consequências, visto que a esteatose hepática pode evoluir para cirrose mesmo em pacientes que não bebem. “Nos Estados Unidos, essa já é a principal causa de transplante hepático e o Brasil segue a mesma tendência”, destaca o especialista.
 

Prevenção: o melhor caminho 

Apesar de não haver uma forma específica de prevenir a gordura no fígado, adotar hábitos saudáveis pode reduzir significativamente o risco da doença. Dessa forma, o diagnóstico precoce e as mudanças no estilo de vida podem evitar complicações graves e garantir uma melhor qualidade de vida para os pacientes. 

Manter uma alimentação equilibrada, rica em verduras, legumes e frutas, evitar o consumo excessivo de carne vermelha e alimentos ultraprocessados, praticar exercícios regularmente e não abusar do álcool são medidas essenciais para manter a saúde do fígado e do organismo como um todo.
 

Hospital Evangélico de Sorocaba


Mounjaro e Ozempic: Exame previne a perda da visão

Estudo indica que o Mounjaro causa 7 vezes mais danos irreparáveis no nervo óptico, e o Ozempic 4 vezes                                    

 

Um estudo do Mass Eye and Ear Hospital pertencente à Harvard Medical School indica que o Mounjaro (tirzepatida) causa 7 vezes mais neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NOIA-NA) e  o  Ozempic (semaglutida) 4 vezes mais que outros c medicamentos indicados para emagrecer e  o controlar o diabetes tipo 2. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier e membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) outros estudos também indicam indica risco de NOIA-NA após o uso de tirzepatida e semaglutida. O problema é que estas injeções se tornaram uma verdadeira febre no mundo todo. No Brasil não é diferente. Hoje 56% dos brasileiros estão acima do peso, um dos maiores problemas de saúde pública do País segundo levantamento do Ministério da Saúde. Por isso, o hospital tem recebido pacientes de outras especialidades médicas para que tenham avaliação da saúde ocular antes dessas injeções  serem prescritos.

 

O que é NOIA-NA

Queiroz Neto explica que a NOIA-NA é uma das causas mais comuns de perda súbita e indolor da visão em pessoas com mais de 50 anos. A condição é multifatorial e monocular, pontua. Na maioria das pessoas provoca comprometimento importante e irrecuperável da visão. A aplicação dessas injeções que podem ser aplicadas pela própria pessoa em casa. A aplicação tinge as células nervosas do disco óptico e pode causar o infarto da cabeça do nervo óptico caso a papila tenha alguma alteração. Em diabéticos, explica, a maior viscosidade do sangue facilita falhas na circulação da papila e formação de trombos, independentemente   do tipo de medicação utilizada para controlar a condição. “Por isso, a comunidade médica se move para evitar o uso indiscriminado dessas injeções”, explica.

 

Outros fatores de risco

O oftalmologista ressalta que além do diabetes os fatores de risco da NOIA-NA são:

1. Hipotensão arterial noturna e consequentemente redução do fluxo sanguíneo para o nervo óptico.

2. Pessoas que têm a anatomia do disco óptico naturalmente pequeno ou que sofrem redução da irrigação sanguínea no nervo óptico por outras alterações de saúde.

3. Outras doenças sistêmicas que alteram a circulação sanguínea, entre elas, a hipertensão arterial, colesterol alto e apneia obstrutiva do sono. 

4. Glaucoma - principal causa do aumento da escavação do nervo óptico decorrente da pressão intraocular alta, desconhecido por metade dos portadores brasileiros.

5. Usar medicamentos vasodilatadores como o Viagra (sildenafil), especialmente em pessoas com disco óptico pequeno.

6. Tabagismo por contribuir com alterações vasculares que predispõem à isquemia.

7. Cardíacos que tomam Inderal para controlar a frequência cardíaca ou outro medicamento de risco para esta neuropatia ocular.

 

Indicações e contraindicações

Queiroz Neto afirma que para diagnosticar as indicações e contraindicações da aplicação dessas injeções o paciente é submetido a uma tomografia de coerência ótica (OCT), exame indolor e automatizado que oferece imagens em 3D de todas as camadas da retina e nervo óptico. Em caso de qualquer sinal de obstrução papilar as injeções são contraindicadas. Quando o exame não aponta contraindicações é necessário acompanhamento oftalmológico regular conforme o estabelecido pelo oftalmologista, conclui.

 

Vício em apostas: além das escolhas individuais

Neurocientista explica que há mecanismos cerebrais envolvidos na dinâmica de apostas que independem da vontade do indivíduo


 

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Bets trouxe à tona um assunto sério, que impacta a vida de milhões de pessoas: o vício em apostas e a prisão em que ele acaba se tornando. Não se trata, apenas, de uma escolha, mas um problema real e coletivo. 

 

De acordo com dados do Banco Central, os apostadores gastam até R$ 30 milhões por mês no Brasil. Isso significa que uma parcela significativa do PIB (Produto Interno Bruto) nacional e de programas sociais do governo estão sendo destinados para as casas de apostas - as únicas vencedoras nesse contexto. 

 

Um estudo recente divulgado pelo Journal Of Gambling Studies revelou que quanto menos as pessoas entendem de economia, finanças, estatística e probabilidade, mais ela se envolve de forma patológica com esse tipo de jogo. 

 

Considerando um país como o Brasil, com um perfil educacional deficitário, isso coloca o país em uma condição de vulnerabilidade para os impactos nocivos das apostas. A neurocientista parceira do Supera, Livia Ciacci, explica que o vício em jogos pode afetar outras funções do corpo.

 

“A visão é afetada pelo tempo de exposição em telas; a postura corporal é prejudicada, trazendo consequências como dores na coluna, sedentarismo; má alimentação e negligência com a saúde em geral, contribuindo para obesidade, doenças músculo esqueléticas e cardiovasculares”


 

O efeito dos jogos de aposta no cérebro

 

O grande problema das bets e derivados é a dinâmica envolvida.  Quando a pessoa tem o primeiro ganho há a liberação de hormônios, que a impele a seguir jogando - seja para ganhar ou para recuperar as perdas.

 

“Quando você tem o primeiro ganho há uma descarga de dopamina, o que desperta a vontade de ganhar mais e mais. Quando você perde, acaba apostando mais para recuperar porque o nosso cérebro tem o viés de lembrar da memória mais recente, que é o lucro”, ensina Lívia.

 

Esse comportamento se chama “perseguir as perdas” e compromete não só a saúde financeira do indivíduo, mas também suas relações familiares”, alerta a neurocientista. 

 

E algumas características deixam as pessoas ainda mais suscetíveis ao vício como: vulnerabilidade social, a química cerebral favorável, imaturidade cerebral”. 

 

Somado a isso, ainda é preciso considerar as estratégias agressivas de marketing, que tornam as casas de aposta onipresentes no ambiente digital e, claro, a influência de amigos, familiares e dos influenciadores digitais que acabam se tornando “pessoas de confiança” dado o excesso de exposição da vida íntima, gerando aproximação, identificação ou inspiração para o público. 


 

O papel dos influenciadores digitais nesse contexto 

 

O fenômeno da influência digital tem um papel muito importante nos números apontados no começo deste texto. Isso porque boa parte das apostas são impulsionadas por influenciadores digitais que arrebatam milhões de brasileiros todos os dias.

 

A sensação de proximidade, advinda das postagens recorrentes de coisas banais do dia a dia luxuoso faz com que as pessoas se conectem com quem está do outro lado da tela e acabe impelido a seguir os passos de quem admira. Para a diretora pedagógica do Supera, Patrícia Lessa, é preciso estar atento para evitar esse tipo de armadilha.

 

"É preciso assumir uma postura mais proativa no consumo de informações, refletindo sobre aquilo que chega de forma crítica. Além de evitar ciladas digitais que comprometem a vida financeira e social e também a saúde, esse comportamento mais autônomo diante das telas acaba estimulando o cérebro de forma positiva", explica. 



No Dia internacional dos chás, entenda o poder antioxidante dos chás

Como essa bebida milenar pode contribuir para a sua saúde e bem-estar

Os chás são amplamente valorizados não só pelos sabores variados, mas também pelos benefícios à saúde, especialmente por conterem antioxidantes. Esses compostos ajudam a neutralizar os radicais livres — moléculas instáveis produzidas pelo próprio organismo, que podem ser formadas em maior quantidade diante de fatores como estresse, poluição, má alimentação e tabagismo — e que, em excesso, podem danificar as células e contribuir para o surgimento de doenças crônicas e para o envelhecimento. 

Dentre os diversos tipos disponíveis, o chá verde se destaca por sua alta concentração de catequinas, um tipo de polifenol com potente ação antioxidante. Uma revisão de estudos publicada no Current Medicinal Chemistry mostra grande potencial da substância na proteção vascular ao contribuir para a saúde do endotélio (camada que reveste os vasos sanguíneos). E uma análise publicada no periódico Nutrition Research, sugere que esses compostos auxiliam na prevenção da oxidação do colesterol ruim (LDL), contribuindo para reduzir o risco de aterosclerose associado ao estresse oxidativo. 

“Os benefícios dos antioxidantes presentes nos chás podem variar conforme o tipo de chá, o método de preparo e a quantidade consumida. Portanto, incorporar variedades da bebida pode ser uma estratégia eficaz para aproveitar suas diversas propriedades, promovendo uma melhor qualidade de vida”, coloca nutricionista Clara Lucía Valderrama, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife. No Dia Internacional do Chá, celebrado em 21 de maio, veja como aproveitar melhor os benefícios dos chás, segundo a nutricionista:
 

• De preferência, beba sem adoçar

O consumo excessivo de açúcar livre tem um impacto negativo no organismo, sendo recomendável limitar sua ingestão diária a 10% do total de energia consumida, de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde.
 

• Prepare da maneira correta

O preparo do chá varia de acordo com a parte da planta utilizada. Quando se usam folhas ou flores, o ideal é fazer uma infusão: basta ferver a água, desligar o fogo, adicionar o ingrediente e tampar por cerca de 5 a 10 minutos. Esse método preserva melhor os compostos delicados, como os antioxidantes e óleos essenciais.

Já no caso de cascas, raízes ou partes mais duras da planta, o indicado é a decocção: coloca-se o ingrediente na água fria, leva-se ao fogo e deixa-se ferver por 5 a 15 minutos, para extrair os princípios ativos com eficácia. 

Para maior praticidade, você também pode optar por pós à base de chás que são solúveis em água, como os produzidos pela Herbalife. A marca utiliza um método de extração com água para obter os compostos das folhas, ao contrário da maioria das indústrias que usa álcool no processo de extração. Além disso, os chás da Herbalife passam por rigorosos testes de qualidade e contêm apenas ingredientes botânicos criteriosamente selecionados.
 

• Inclua na rotina com regularidade

O ideal é consumir de uma a três xícaras por dia para aproveitar todos os benefícios e manter uma ingestão regular de fitonutrientes.
 

• Evite consumir próximo ao horário de descanso

Algumas pessoas podem ter uma sensibilidade maior à cafeína, por isso recomenda-se que o consumo de bebidas ricas nessa substância, como chá verde ou preto, seja feito longe das horas de sono, para não interferir no sono.
 

• Armazene corretamente

Mantenha os chás longe de luz, umidade e calor para preservar seus compostos ativos.
 

• Combine com uma alimentação equilibrada

O chá é um aliado — aproveite seus benefícios! Para melhores resultados, ele também pode ajudar na hidratação, já que o consumo frequente aumenta a ingestão de líquidos com baixo teor calórico. Por isso, o ideal é integrá-lo a um estilo de vida saudável. 



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