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domingo, 2 de março de 2025

Conheça as 4 principais causas de coceira em animais de estimação

A irritação e a arranhadura do ato de coçar causam feridas
na pele, abrindo espaço para infecções, e o mal-estar com
 a coceira provoca agitação e irritabilidade. 
 
 Pexels
Entender os motivos e aliviar o desconforto é essencial para a saúde física e emocional dos pets


A coceira é uma das principais queixas dos responsáveis por cães e gatos, especialmente nos períodos de temperatura mais alta. Segundo a médica-veterinária da VetFamily Brasil, Beatriz Alves de Almeida, o calor pode agravar ou desencadear diversas situações que levam ao desconforto cutâneo nos pets.

Umidade e clima quente criam um ambiente propício para a proliferação de parasitas, como pulgas e carrapatos, além de microrganismos como fungos e bactérias. Esses fatores aumentam a probabilidade de irritações na pele dos pets, levando ao aparecimento de coceiras. O calor pode intensificar os sinais clínicos da dermatite atópica, especialmente em animais com predisposição genética. Já a dermatite de contato é desencadeada pelo contato direto com substâncias irritantes ou alergênicas, como produtos químicos presentes no ambiente.


Principais causas de coceira

  1. Pulgas e carrapatos: esses ectoparasitas são mais ativos e se proliferam mais em temperaturas quentes. A saliva da pulga pode causar dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP), uma das principais causas de coceira intensa nos cães e gatos.
  2. Dermatites alérgicas: o calor também traz um aumento na exposição a alérgenos ambientais, como pólen e ácaros, e aumenta a transpiração, podendo estimular crises de dermatite atópica e de contato. Além disso, alterações na dieta ou exposição a novos alimentos podem intensificar os sinais de alergias alimentares já existentes em animais sensíveis.
  3. Infecções por fungos e bactérias: a umidade e o calor favorecem infecções cutâneas, como as dermatites por fungos ou bactérias.
  4. Queimaduras solares e ressecamento da pele: a exposição excessiva ao sol pode causar queimaduras ou ressecamento da pele, especialmente no focinho e nos coxins. Raças de pelagem clara, áreas de pele expostas, como o focinho e as orelhas, e pets com pouca cobertura pilosa estão mais suscetíveis a queimaduras solares. O uso de protetores solares específicos para animais é indicado.


Coceira não é brincadeira

O prurido não é um simples desconforto. A lambedura excessiva, a mordedura local, a irritação e a arranhadura do ato de coçar causam feridas na pele, abrindo espaço para infecções. O mal-estar com a coceira provoca agitação e irritabilidade, afetando também a saúde mental e emocional do pet.

“Ao identificar um prurido fora do comum ou uma crise alérgica no animal, o responsável deve levar o pet para uma consulta com o médico-veterinário imediatamente. O primeiro passo é aliviar o desconforto da coceira para restabelecer o bem-estar do animal e, em seguida, identificar as causas e tratá-las. Para isso, o mercado conta com uma solução inovadora: o Zenrelia™, da Elanco, que já apresenta melhora na coceira no primeiro dia de tratamento”, comenta Beatriz.

À base de ilunocitinib, o medicamento promove a remissão clínica da coceira associada à dermatite alérgica e atópica em cães, à DAPP e a reações de alergias alimentares, trazendo conforto rápido enquanto o cão passa por tratamento, que geralmente é mais demorado. “O desconforto e a irritabilidade com a coceira afetam não somente os animais, mas também geram estresse nos seus responsáveis. Por isso, buscamos auxiliar os médicos-veterinários com informação e treinamentos sobre as novidades do mercado, lembrando que o uso de Zenrelia™ deve ser feito sempre sob orientação veterinária, garantindo a segurança e a eficácia do tratamento.”, comenta Beatriz. A VetFamily, a maior comunidade nacional e internacional de médicos-veterinários atua no desenvolvimento do setor, firmando parcerias que facilitam o aprendizado e a atividade dos médicos-veterinários e colaboram com o bem-estar de pets e seus responsáveis.


Prevenção é fundamental

A prevenção é o melhor caminho para evitar o sofrimento dos pets. A consulta regular com o médico-veterinário permite o diagnóstico de alergias e suas possíveis causas, e a prática da conduta preventiva prescrita pelo veterinário reduz as possibilidades de crises alérgicas em animais já diagnosticados.

Higiene adequada, hidratação da pele, proteção solar, alimentação balanceada e controle de parasitas são a base de uma boa saúde. “O uso de antiparasitários evita desconforto, doenças graves e DAPP. Se o pet já apresentou alergia à picada de pulga, o controle deve ser ainda mais rigoroso”, ressalta Beatriz.

A veterinária esclarece ainda que o controle de ectoparasitas é essencial também para os pets que não saem de casa. A infestação pode ocorrer em um passeio rápido, na ida ao pet shop ou ainda ser causada pelos próprios tutores: pulgas podem ser levadas para dentro de casa presas aos nossos calçados ou roupas. “Quem tem felino costuma relaxar nos cuidados, achando que os riscos são menores porque os animais não saem de casa ou ainda pela dificuldade de medicar os gatos. Por isso, soluções que facilitam a ingestão fazem a diferença”.

Comprimidos pequenos e palatáveis fazem do Credeli™ Gatos uma opção prática para administrar. O medicamento passa por um processo de extrapurificação, que isola apenas a parte ativa do princípio lotilaner, facilitando a metabolização do medicamento pelo organismo dos bichanos.

Para os cães, a versão Credeli™ Plus elimina carrapatos e pulgas, previne doenças dos vermes intestinais e possui componentes de baixo potencial alergênico, uma opção para cães com alergias alimentares. Adicionalmente, Beatriz lembra que para garantir a eficácia no controle de ectoparasitas, é essencial seguir um protocolo de administração regular dos medicamentos, associado a medidas de controle ambiental.

Além do desconforto e das doenças causadas aos animais, a infestação por ectoparasitas pode se espalhar pelo ambiente de forma ainda mais rápida no calor, comprometendo também o bem-estar dos humanos da casa.

Ignorar sinais de coceira em cães e gatos pode levar ao agravamento do problema, causando dores, infecções e até problemas comportamentais devido ao estresse. “Com cuidados simples, atenção aos sinais do pet e orientação do médico-veterinário é possível garantir mais tranquilidade e saúde para todos”, conclui Beatriz.

 

VetFamily
www.vetfamilybrasil.com.br

 

Vai viajar com pets no Carnaval? Especialista dá dicas para um passeio seguro e confortável

Fugir da folia na cidade e viajar com seu pet pode ser um desafio, mas a recompensa vem em forma de memórias inesquecíveis

 

Com a chegada do Carnaval, muitas pessoas aproveitam o feriado para viajar e fugir da agitação dos blocos, indo rumo à praia ou ao campo. Quem pensa em levar seu animal de estimação precisa realizar um bom planejamento para garantir que a viagem seja segura e confortável para todos, inclusive para os bichinhos. Por isso, Thalita Souza, médica-veterinária e gerente de serviços médicos da Zoetis, relembra alguns pontos importantes para quem vai viajar com o seu pet e não sabe por onde começar a se organizar.

Seja o destino o litoral, o interior ou ainda uma metrópole, nessa época de calor e alta umidade, é importante redobrar os cuidados contra parasitas. “Geralmente a primeira preocupação do tutor é com as pulgas, mas muitas doenças sérias podem ser prevenidas com o uso do antiparasitário correto. É o caso do verme causador da dirofilariose – também conhecida como “doença do verme do coração”, que pode ser transmitida por picadas de mosquitos –, e carrapatos, que são encontrados com mais frequência na praia ou no campo”, alerta Thalita.

A prevenção pode ser feita com o uso de antiparasitários mensais, como a pipeta Revolution®, da Zoetis, aplicada na pele, na região da nuca. Além da dirofilariose, o produto protege contra pulgas, carrapatos, piolhos, sarna de ouvidos e vermes intestinais. Outra opção é a aplicação de ProHeart SR-12, feita pelo médico-veterinário na clínica, e que tem uma duração de até 1 ano.

Outro problema comum, inclusive em viagens curtas, é o enjoo de movimento. O balançar do deslocamento no carro ou ônibus pode causar náuseas e desconforto nos pets. “Assim como acontece com os humanos, alguns animais ficam enjoados e apresentam vômitos durante o trajeto. Hoje, já existem medicamentos próprios para os pets que ajudam a evitar esse problema e tornam a viagem mais tranquila para o animal e para o tutor”, explica Thalita.

Segundo pesquisas, 27% dos cães sofrem com esse desconforto e mal-estar ao utilizar um meio de transporte¹. Apesar dos filhotes serem mais suscetíveis, cães de todas as idades podem sofrer com o enjoo de movimento, mesmo que não vomitem no carro. Cerenia®, remédio para tratamento e prevenção ao vômito e enjoo de movimento, foi desenvolvido para evitar que o seu animalzinho sinta desconforto em viagens, proporcionando um trajeto tranquilo para todos.

A segurança no transporte do animal é um ponto essencial. Poucos tutores sabem, mas viajar com o pet solto no veículo pode resultar em acidentes, multas e riscos à vida do animal. "O ideal é utilizar caixas de transporte adequadas ou cintos de segurança específicos para pets. Atualmente, há diversas opções que garantem conforto e proteção durante o trajeto", acrescenta a médica-veterinária.

Também é importante conferir se as vacinas do seu pet estão em dia. Afinal, não apenas a carteira de vacinação atualizada é obrigatória para viagens interestaduais e intermunicipais, como a medida é também uma forma de proteção para o seu bichinho o ano todo. Isso porque, mesmo em áreas aparentemente seguras, o risco de exposição a doenças pode ser alto.

“A vacinação é a principal forma de prevenir doenças graves como parvovirose, cinomose e leptospirose nos cães, e rinotraqueíte e calicivirose nos gatos, entre outras. Independente se o pet viajará ou ficará em casa, a vacinação em dia é fundamental”, orienta Thalita. “Antes de pegar a estrada ou embarcar no avião em direção ao seu destino, é sempre importante conversar com o médico-veterinário para que ele possa avaliar o estado de saúde do animal e prescrever medicações e atualizar as vacinas, se necessário”.

Por fim, não se esqueça do bem-estar do pet durante a viagem. Planeje paradas regulares para oferecer água e permitir que ele se movimente. Além disso, levar brinquedos ou mantas com o cheiro de casa pode ajudar na adaptação ao novo ambiente. “Manter o pet hidratado é essencial, especialmente nos dias quentes do Carnaval. Com planejamento e alguns cuidados simples, viajar com seu animal de estimação pode ser uma experiência incrível para toda a família!”, finaliza Thalita.

 


Zoetis
Para mais informações, clique aqui.



Referências

¹ Zoetis Market Research Pet Owners Harris Interactive p10. 2008.


Calor intenso: dicas para proteger os amigos de quatro pastas na estação mais quente do ano

Com alguns ajustes práticos à rotina, é possível garantir o conforto e bem-estar dos animais durante os dias ensolarados

 

Estamos passando por uma intensa onda de calor, causadas pelo fenômeno climático El Niño, que provoca aumento das temperaturas e redução das chuvas em diversas regiões do Brasil. Nesse cenário, é fundamental reforçar os cuidados com os nossos animais de estimação, para conseguir manter a rotina, mas reforçando a segurança e conforto.
 

Hidratação é tudo

Assim como os humanos, os pets necessitam de acesso constante a água fresca, especialmente durante os dias mais quentes. Segundo um levantamento da American Veterinary Medical Association, mais de 50% dos casos de hipertermia em cães ocorrem durante ondas de calor prolongadas. Posicione os recipientes de água em locais sombreados e considere adicionar pedras de gelo para manter a temperatura agradável por mais tempo. Espalhar vários potes pela casa ou quintal também incentiva a hidratação regular. Para tornar o momento mais divertido, ofereça picolés feitos com frutas adequadas para pets, sempre sem adição de açúcar.
 

Atenção às patinhas e horários de passeio

Principalmente nos dias de altas temperaturas, o asfalto e outras superfícies podem atingir temperaturas elevadas, representando risco de queimaduras nas patas dos animais. Especialistas recomendam realizar os passeios no início da manhã ou no final da tarde, quando o calor é menos intenso. Um teste simples é tocar a palma da mão no chão; se estiver desconfortavelmente quente para você, também estará para seu pet. Além disso, evite passeios em horários de pico de calor, entre 10h e 16h. Estudos indicam que o asfalto pode atingir até 62°C em dias de sol intenso, o que pode causar queimaduras graves em menos de um minuto.
 

''Um dos maiores problemas para os pets nessa onda de calor é o chão quente. O asfalto e o concreto esquentam muito com o sol e podem queimar as patinhas, causando dor e até lesões mais sérias.

Antes de sair para o passeio, um teste simples ajuda a evitar problemas: toque o chão com a palma da mão ou a sola do pé por alguns segundos. Se estiver quente demais para você, também estará para o seu pet.

O ideal: sair para passear nos horários mais frescos do dia, como de manhã cedo ou no fim da tarde. Se possível, prefira trajetos com grama, terra ou sombra, que são bem mais agradáveis para caminhar.

Outra forma de proteger as patas é usando hidratantes específicos, que ajudam a evitar rachaduras e ressecamentos. São cuidados essenciais para seu pet não sofrer com o calor!'' diz Bárbara Ciola, Médica Veterinária e Nutróloga.
 

Higiene e cuidados com a pele e os pelos

O calor pode intensificar odores e facilitar o acúmulo de resíduos na pelagem dos animais. Banhos regulares, utilizando produtos específicos para cada tipo de pelo, são essenciais para manter a higiene e prevenir irritações. A escovação frequente ajuda a remover os pelos mortos e melhora a circulação de ar na pele, auxiliando no resfriamento natural do corpo. Para algumas raças, uma tosa adequada pode ser benéfica, mas sempre consulte um veterinário antes de qualquer procedimento.
 

Para garantir que os pets aproveitem o verão de forma saudável, Au.Migos Pets, marca de pet care do Grupo Boticário, oferece uma linha completa de produtos desenvolvidos para proteger e cuidar dos animais nessa estação. Entre os destaques estão:
 

  • Shampoos especializados, que atendem diferentes tipos de pelos e promovem limpeza eficaz e delicada.
  • Banho a seco, perfeito para higienização rápida entre passeios e brincadeiras.
  • Condicionador, que deixa os pelos macios, hidratados e saudáveis, reduzindo o desconforto causado pelo calor.
  • Produtos para hidratação das patinhas, essenciais para proteger contra ressecamento e queimaduras.
  • Colônias com fragrâncias suaves, garantindo um toque de frescor sem agredir o olfato sensível dos animais.

Cuidados que fortalecem laços

Com pequenos ajustes na rotina e a escolha dos produtos certos, é possível transformar o verão em uma experiência agradável e segura para o pet. Mais do que atender às necessidades básicas, esses momentos reforçam a conexão e o carinho entre tutor e animal, criando memórias especiais em uma estação marcada pela alegria e diversão.

Lembre-se: a prevenção é a chave para garantir o bem-estar dos nossos companheiros de quatro patas durante os períodos de calor intenso.



Au.Migos Pets
www.aumigospets.com.br
Link


Cães idosos têm uma nova chance: prevenção e ciência mudam o rumo da longevidade canina

Médica veterinária de biotech brasileira conta que o segredo está na intervenção das causas do envelhecimento

 

Cães são mais do que animais de estimação, fazem parte da família, e como qualquer ente querido, espera-se que vivam o máximo de tempo possível ao lado de seus tutores. Mas, com o aumento da expectativa de vida, surgem desafios relacionados ao envelhecimento, como doenças degenerativas que prejudicam o bem-estar do pet. A boa notícia? Já é possível proporcionar mais anos com qualidade para esses companheiros. 

Hoje sabe-se que o envelhecimento não é um processo único, mas sim influenciado por uma série de fatores, como genética, alimentação e cuidados veterinários, por exemplo, podendo ser alterados com os cuidados certos. 

Bianca Ribeiro, médica veterinária da PetMoreTime – biotech brasileira especializada em longevidade canina –, explica que a medicina veterinária está cada vez mais focada em prevenir, e não apenas tratar. “No último século, a ciência se desenvolveu para combater doenças, mas atualmente sabemos que o segredo é agir antes que elas apareçam". Para prolongar a vida do seu cão, algumas práticas recomendadas incluem:



Alimentação balanceada

A dieta ideal para um cão pode variar significativamente de acordo com idade, porte, raça, condições de saúde e nível de atividade. Por isso, é essencial que a alimentação do seu pet seja planejada com o apoio de um veterinário especializado em nutrição, que poderá recomendar rações ricas em proteínas, gorduras saudáveis, carboidratos, vitaminas e minerais essenciais, que trazem benefícios nutricionais adicionais.


Exercícios regulares

A atividade regular é essencial para a saúde física e mental dos cães, tendo um impacto positivo na saúde cognitiva e potencialmente aumentar a expectativa de vida.

Inclusive, a prática frequente dessas atividades está relacionada à menor incidência da Síndrome de Disfunção Cognitiva Canina (SDCC) — como se fosse o Alzheimer em humanos. Isso porque o exercício físico aumenta a circulação sanguínea, que por sua vez melhora o fluxo de oxigênio e nutrientes para o cérebro do cão, ajudando a manter as células saudáveis. As substâncias químicas liberadas também melhoram o humor e reduzem o estresse, o que favorece a plasticidade cerebral, que é a capacidade do cérebro de se adaptar e reorganizar. 


Ambiente enriquecedor

Brinquedos interativos e oportunidades de socialização podem ajudar a manter a mente do seu cão ativa. Isso é especialmente importante à medida que os cães envelhecem, pois a estimulação mental pode ajudar a retardar o declínio cognitivo.


Saúde bucal

A saúde bucal é uma parte crucial da saúde geral do seu cão. Problemas dentários podem levar a doenças sistêmicas, incluindo doenças cardíacas e renais. Manter uma boa higiene bucal, incluindo escovação regular e check-ups dentários, pode ajudar a prevenir essas complicações.


Visitas regulares ao veterinário

Exames de rotina podem detectar precocemente problemas de saúde, permitindo intervenções que podem salvar o seu cão. Além das vacinas, os exames podem incluir avaliações cardíacas, endócrinas e outras.

Além dessas práticas, a ciência também está evoluindo na longevidade canina. Com a descoberta de marcadores biológicos do envelhecimento, que mostram como o corpo do cão está envelhecendo a nível celular, é possível identificar sinais precoces de desgaste e intervir diretamente na raiz do problema. “Assim como os humanos, cada cão vai apresentar um problema diferente ao envelhecer. Por isso a personalização do tratamento é tão importante”, comenta Bianca. 

Essa abordagem não apenas aumenta a expectativa de vida dos cães, mas também garante que eles vivam com mais saúde e disposição. “Nosso protocolo de longevidade canina é focado em diminuir esses efeitos de envelhecimento, com fármacos e nutracêuticos, além de acompanhamento veterinário contínuo”, complementa. “Ouvimos as pessoas comentarem sobre o medo de perderem seus cães, e sim, sabemos que eles têm uma vida significativamente mais curta em relação à nossa. Mas é possível desfrutar por muitos anos da companhia deles se agirmos na prevenção. É um ato de amor para quem nos ama”, finaliza a veterinária. 



PetMoreTime


O pet machucou e agora? 3 dicas para socorrer os animais domésticos

Médica Veterinária do IBMR, no RJ, alerta para que os socorros sejam imediatos

 

Os pets são suscetíveis a acidentes como os seres humanos e precisam de socorro rápido da mesma maneira também. Como as ocorrências são variadas é importante identificar as condições do animalzinho em cada situação e buscar a ajuda mais precisa.

Conforme a professora e coordenadora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário IBMR, Victória Bório, as emergências mais comuns envolvendo animais de estimação exigem atenção imediata e, muitas vezes, procedimentos rápidos. Entre os principais casos estão: asfixia, ingestão de corpos estranhos, traumas, intoxicações, dificuldades para urinar ou defecar e ferimentos.
 

É de extrema importância contatar o médico veterinário imediatamente. Afinal, se o tutor não sabe o que há com o pet dele, esta atenção representa um ato de amor, ou seja: buscar ajuda de quem sabe”, enfatiza a professora do IBMR.

O que o tutor pode fazer para ajudar é descrever os sinais vitais do animal para o profissional (se há alterações no comportamento, como letargia, dificuldades respiratórias, tremores, vômito ou diarreia). Além disso, mantenha o pet bem confortável no ambiente em que se encontra e observe possíveis sinais de desidratação.
 

A professora sugere ainda que, o kit de primeiros socorros para pet deve conter curativos em geral como gaze estéril, água oxigenada, tesoura, ataduras, termômetro digital veterinário, luvas descartáveis, soro fisiológico e, claro, os contatos de emergência. E lembre-se: medicar o pet por conta própria é sempre um risco.

Conheça algumas dicas de primeiros socorros para os principais acidentes:

 

1 - Quedas

Avalie a condição do pet e não o mova se houver suspeita de fraturas (traumas); imobilize-o com uma toalha; acalme o animal e leve-o ao veterinário para exames complementares e demais tratamentos.

 

2 - Intoxicações

Em caso de intoxicação, identifique a possível causa (se foram alimentos, produtos químicos, medicamentos, plantas tóxicas) e identifique prontamente a quantidade destes produtos que, possivelmente, foi ingerida. Porém, vale uma alerta: não induza o animal ao vômito sem orientação e procure um médico veterinário imediatamente. “Retire o animal de perto do suposto agente causador da intoxicação. Mesmo que ele não apresente sintomas, mas o tutor tem a certeza de que o animal ingeriu alguma substância, o ideal é buscar ajuda veterinária o quanto antes. Não espere o animal piorar”, alerta a professora do IBMR, Victória Bório.

 

3 - Queimaduras

O mais indicado é resfriar a área com água corrente fria e cobrir com gaze estéril (o frio ameniza a sensação de dor pelo animal), e procurar o plantão de atendimento médico veterinário rapidamente. Não passe pomadas ou receitas caseiras no local da queimadura em hipótese alguma.


Vetnil® dá dicas de cuidados com os pets no Carnaval

Excesso de ruídos, aglomerações e altas temperaturas podem oferecer riscos aos pets; saiba como garantir a segurança, a saúde e o bem-estar dos animais durante o período.

 

Os pets têm participado de cada vez mais momentos sociais junto aos seus tutores, a exemplo do Carnaval, dos bloquinhos e festejos de rua que marcam essa época. No entanto, é preciso levar em conta que essa exposição pode ser motivo de estresse e oferecer alguns riscos aos animais. Segundo Kauê Ribeiro, Médico-Veterinário da Vetnil®, fatores como o excesso de barulho, a alta concentração de pessoas e as temperaturas elevadas podem colocar em risco a segurança, a saúde e o bem-estar dos pets.

“Ao optar por levar um cão a essas celebrações, o ideal é que seja um encontro específico para pets, os quais tendem a ser mais tranquilos, com menos pessoas e em um horário do dia com temperatura mais amena. Atenção também a objetos perigosos no chão, como cacos de vidro, que podem ferir suas patas. Ofereça sombra e água fresca, evite vestir o animal com trajes desconfortáveis e identifique-o com uma coleira ou microchip para reforçar a segurança. Para gatos, o ideal é que a celebração seja feita no ambiente de sua casa, pois a mudança de local, ruídos e alta densidade populacional podem ser ainda mais estressantes para a espécie felina, podendo até gerar alterações clínicas graves. Por isso, as indicações para gatos são distintas”, recomenda Ribeiro.

 

Excesso de ruídos e aglomerações

Em relação ao excesso de ruídos, o Médico-Veterinário da Vetnil® explica que esse fator pode elevar consideravelmente o estresse do pet, já que a audição dos animais é mais

sensível que a dos seres humanos e eles não conseguem discernir se um ruído alto (extremamente comuns nesse ambiente) é apenas algo lúdico ou um sinal de perigo.

“Da mesma maneira, quando pensamos nas aglomerações, o excesso de pessoas pode expor o pet ao risco de ser pisoteado ou atropelado, além de intimidá-lo e levá-lo a comportamentos imprevisíveis. Esse risco é ainda maior quando o animal é de pequeno porte. Utilizar carrinhos de transporte pode ser uma escolha segura para que os animais estejam presentes nesse tipo de ambiente”, complementa Ribeiro.

 

Altas temperaturas

Responsável por causar desconforto, ferimentos e até mesmo prejuízos à saúde em geral, as altas temperaturas são outro ponto de atenção para os tutores que desejam levar seus pets às comemorações de Carnaval. Ribeiro explica que o calor pode tanto causar a desidratação, quanto provocar queimaduras nas patas dos animais, principalmente durante os bloquinhos e festejos de rua.

“Com a alta temperatura, o organismo do animal passa a ter mais dificuldade de perder calor para se manter normotérmico, ou seja, com uma temperatura corpórea dentro do ideal. Isso pode levar à desidratação e hipertermia, o que em alguns casos é fatal. Participar de festividades em horários com sol forte e calor intenso certamente levará a queimaduras nas patas dos cães. É preciso oferecer água com frequência, realizar reposição eletrolítica e mantê-los na sombra, sempre palpando o chão com as próprias mãos ou pés descalços para avaliar se é confortável caminhar”, aponta o Médico-Veterinário da Vetnil®.

 

Cuidado com bebidas e alimentos

Outro ponto de atenção, segundo Ribeiro, é em relação às bebidas e alimentos que fazem parte dos festejos. Ele recomenda que os tutores tenham cuidado com restos de alimentos que o pet possa encontrar pelo chão e acabar ingerindo, assim como as bebidas alcoólicas, que por um descuido ou mesmo por brincadeira, podem ser oferecidas aos animais.

“As bebidas alcoólicas, especialmente, podem ser tóxicas aos animais, que não suportam seus efeitos e podem acabar correndo o risco de envenenamento. Caso o animal apresente episódios de vômitos, diarreia ou convulsões, por exemplo, é preciso buscar ajuda veterinária com urgência”, alerta o Médico-Veterinário.

 

Proteção contra doenças e parasitas

Por fim, Ribeiro destaca que, por se tratar de um ambiente que conterá muitos outros cães, a importância de garantir a proteção às doenças infecciosas, parasitas e ectoparasitas mais comuns aos pets, como as pulgas e os carrapatos, é ainda mais importante, já que a pressão de infecção e infestação nesses locais é muito maior. Dessa forma, é essencial manter a carteira de vacinação atualizada, com todas as doses das

vacinas em dia, assim como realizar a administração de soluções que ajudem a combater e proteger dos ectoparasitas, conforme orientação do Médico-Veterinário. Além disso, avaliar a necessidade de vermifugação também é fundamental, pois além de o cão poder transmitir verminoses a outros e contaminar o ambiente, os vermes podem comprometer seu status de saúde, ainda mais se houver alguma imunossupressão.

Nesse sentido, para auxiliar os tutores na rotina de cuidados e prevenção, a Vetnil® possui em seu portfólio o Vetmax® Plus, um vermífugo indicado para cães e gatos no tratamento de infecções por diferentes vermes. 

Como marca parceira de quem cuida, a Vetnil® disponibiliza em blog e redes sociais conteúdos exclusivos com o propósito de esclarecer as principais dúvidas e orientar sobre os cuidados que os pets devem receber. Siga @vetniloficial. https://vetnil.com.br/noticia/dicas-de-cuidados-com-os-pets-no-carnaval

 

Nutrição sob medida pode ajudar a prevenir a obesidade em pets

 Divulgação
Royal Canin

Com base em dados de mais de 900 hospitais veterinários dos Estados Unidos, pesquisa apoiada pela ROYAL CANIN® destaca a importância do controle do peso desde o início da vida 


 

A obesidade é uma condição crescente que impacta diretamente a saúde de gatos e cães. Além de reduzir a longevidade, o sobrepeso pode favorecer o desenvolvimento de doenças graves, como diabetes, especialmente em felinos, além de problemas cardíacos e articulares, entre outros. Acompanhar o peso dos animais desde a fase filhote, aliado a uma alimentação balanceada e à prática de exercícios regulares, é essencial para ajudar a prevenir complicações e garantir o bem-estar.

 

Um estudo1 apoiado pela Royal Canin analisou os registros veterinários eletrônicos de aproximadamente 4,9 milhões de cães e 1,3 milhão de gatos atendidos em um Hospital Veterinário dos Estados Unidos, em diferentes fases da vida, entre 2020 e 2023. Os dados revelam que a prevalência dessas condições é mais alta na idade adulta, com sobrepeso e obesidade somados atingindo 52,9% dos cães e 61,1% dos gatos. O pico ocorre na fase madura, com taxas de sobrepeso de 50,1% em cães e 44,8% em gatos, e obesidade de 12,6% em ambas as espécies. Esses números reforçam a importância do acompanhamento contínuo e de medidas preventivas.

Além de ser um fator de risco para diversas condições de saúde, a obesidade compromete a qualidade de vida dos pets. Cães obesos, por exemplo, têm uma expectativa de vida de até 2,5 anos menor do que aqueles com peso ideal², enquanto gatos acentuadamente obesos podem viver até 1,9 anos a menos em comparação com gatos com condição corporal normal³. Além disso, filhotes que ganham peso de forma inadequada durante o crescimento têm maior probabilidade de se tornarem obesos na vida adulta, reforçando a importância de uma alimentação balanceada desde os primeiros meses de vida¹.

“Prevenir a obesidade envolve uma combinação de nutrição adequada e atividade física regular, especialmente durante o processo de desenvolvimento. Uma dieta equilibrada não apenas evita o ganho excessivo de peso, mas também fornece os nutrientes necessários para um crescimento saudável. Após a castração, os pets podem ganhar peso, exigindo ajustes na dieta para manter o equilíbrio”, explica Letícia Tortola, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil.

Muitos tutores não percebem que seus animais estão acima do peso, frequentemente subestimando a quantidade de alimento oferecido. A educação nutricional é fundamental para que os tutores compreendam a importância da manutenção constante do peso do pet. A prevenção e o controle da obesidade devem ser feitos em conjunto com um Médico-Veterinário, que pode orientar sobre a dieta, o plano de exercícios e monitorar o progresso. Com o acompanhamento adequado e uma nutrição equilibrada, é possível contribuir para que gatos e cães tenham uma vida mais saudável e com mais qualidade.

A ROYAL CANIN® oferece soluções nutricionais adaptadas à cada fase da vida dos pets, bem como diferentes necessidades de saúde, como a linha Satiety, desenvolvida especificamente para o controle de peso. Com baixo teor calórico, alto valor proteico e fibras, auxilia na redução da sensação de fome e na preservação da massa muscular durante o processo de emagrecimento.

A marca conta com uma linha completa de alimentos coadjuvantes, que contribuem para o tratamento de diferentes doenças diagnosticadas em gatos e cães. Para saber mais sobre cada alimento, acesse o site.

 

 

¹Montoya, M., Péron, F., Hookey, T., Morrison, J., German, A. J., Gaillard, V., & Flanagan, J. (2025). Overweight and obese body condition in ~4.9 million dogs and ~1.3 million cats seen at primary practices across the USA: Prevalences by life stage from early growth to senior. Preventive Veterinary Medicine, 235, 106398. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0167587724002848?via%3Dihub

²Salt, C., Morris, P. J., Wilson, D., Lund, E. M., & German, A. J. (2019). Association between life span and body condition in neutered client‐owned dogs. Journal of Veterinary Internal Medicine, 33(1), 89-99. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/jvim.15367

³Teng, K. T., McGreevy, P. D., Toribio, J. A. L., Raubenheimer, D., Kendall, K., & Dhand, N. K. (2018). Strong associations of nine-point body condition scoring with survival and lifespan in cats. Journal of feline medicine and surgery, 20(12), 1110-1118. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/1098612X17752198



ROYAL CANIN
Para saber mais visite o site.


Março Amarelo alerta tutores sobre doenças renais em pets

Campanha chama atenção para prevenção e diagnóstico precoce em cães e gatos

 

Assim como os humanos, cães e gatos também podem sofrer de doenças renais, muitas vezes silenciosas e diagnosticadas apenas em estágios avançados. Para conscientizar os tutores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento veterinário, o Março Amarelo destaca a saúde renal dos pets e incentiva cuidados preventivos que podem garantir uma vida mais longa e saudável aos animais. 

A doença renal crônica é uma das condições mais comuns em felinos idosos, atingindo entre 10% e 30% dos gatos acima de 10 anos, especialmente em raças como o Persa e o Maine Coon. Em cães, o risco também aumenta com a idade e está relacionado a fatores genéticos, infecções, doenças metabólicas e uso inadequado de medicamentos. "O processo de envelhecimento é uma das principais causas da doença renal, mas também podem ocorrer casos decorrentes de leptospirose, diabetes mellitus, hipertensão e doenças hereditárias", explica a veterinária Lilian Stefanoni Ferreira Blumer, especializada em nefrologia de cães e gatos no Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas. 

Jully não é uma gatinha, mas ganhou várias vidas depois que chegou na família da química Vanessa Cristina Morales. A tutora anterior da cachorrinha, já idosa, levou-a para ser eutanasiada ao notar o aparecimento de tumores de mama. Vanessa disse que a adotaria então, fez o tratamento do câncer e Jully viveu sete anos após isso. “Ao fazermos o check up solicitado pelo oncologista descobrimos um tumor no pulmão e a doença renal. Foi assim que conheci a Dra. Lilian e descobri a existência e a importância das especialidades veterinárias”, conta Vanessa. Com a terapia renal adequada, Jully ganhou mais dois anos de vida e com muita qualidade.

 

Crédito: Arquivo pessoal
A bancária Jacqueline Bianca de Almeida com sua gatinha Nina

Sinais de alerta e diagnóstico precoce 

Os tutores devem ficar atentos a sintomas como aumento da sede e da produção de urina, perda de peso, falta de apetite, vômitos, letargia, desidratação e hálito com odor de amônia. "Caso o tutor perceba qualquer alteração no comportamento do animal, é fundamental buscar um veterinário", alerta Lilian.

O diagnóstico da doença renal é feito por meio de exames laboratoriais, como a dosagem de creatinina e ureia no sangue, exames de urina e ultrassonografia. Por isso, exames de rotina são essenciais, especialmente para animais idosos ou de raças predispostas.
 

Tratamento e qualidade de vida 

Crédito: Arquivo pessoal
Jully foi adotada idosa e viveu com grande qualidade mais
 2 anos depois da terapia para insuficiência renal

Embora a insuficiência renal crônica não tenha cura, é possível controlá-la e proporcionar qualidade de vida ao pet. "Com o tratamento adequado, incluindo medicamentos, fluidoterapia, controle da pressão arterial e dietas específicas, os animais podem viver muitos anos com conforto e bem-estar", explica a veterinária. 

A doutora Lilian frisa que a alimentação tem papel crucial na prevenção e no controle da doença. Existem rações veterinárias formuladas especialmente para pets com insuficiência renal, que ajudam a reduzir a carga sobre os rins e a retardar a progressão da doença. 

A bancária Jacqueline Bianca de Almeida leva a gatinha Nina, de 22 anos, para ser cuidada no HVT há 15 meses. Com a colocação de sonda esofágica e soro subcutâneo para hidratação, Nina ganhou muito em qualidade do bem-estar. “A terapia prolongou a sua expectativa de vida, trouxe conforto na alimentação e ela voltou até a ronronar. Isso foi a prova de que os procedimentos deram muito resultado”, alegra-se a tutora.
 

Acompanhamento veterinário faz toda a diferença 

O acompanhamento com um especialista em nefrologia veterinária é essencial para monitorar a doença e ajustar o tratamento conforme necessário. "A doença renal crônica não é uma sentença de morte para o pet. Com o diagnóstico precoce e um plano de tratamento bem estruturado, é possível estabilizar a doença e garantir que o animal viva com qualidade ao lado da sua família", reforça Lilian. 



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Calor nas alturas: saiba como cuidar dos pets no verão


Conheça equipamentos e dicas de cuidados para o período
 
 

O Brasil é um país tropical, marcado por temperaturas elevadas, ainda mais neste verão. No Rio, a Capital atingiu o nível 4 de calor, índice registrado quando a sensação térmica ultrapassa 40ºC. São Paulo também não ficou atrás, com variação entre 35º e 40º C. Ainda, segundo dados da Climatempo, a onda de calor que afeta o país deve durar até o dia 24 de fevereiro, atingindo, especialmente, a região Centro-Oeste, que deve sofrer com temperaturas até 7°C acima da média. Assim, medidas de prevenção devem ser tomadas, incluindo cuidados específicos com os pets. 

Língua de fora, respiração ofegante, focinho ressecado, gengivas esbranquiçadas ou azuladas, além de alterações comportamentais podem indicar algum desconforto do pet por conta do calor. Em casos mais graves, podem-se notar sinais de hipertermia, como salivação excessiva, vômitos, taquicardia, tremores e até febre. Nesse sentido, Pedro Risolia e Bruna Garcia, médicos veterinários da Petlove, apresentam recomendações e dicas para que os animais tenham mais qualidade de vida neste verão:
 

Doenças parasitárias 

Cães e gatos devem estar sempre com a vermifugação e antipulgas em dia, acompanhados por um veterinário. Pedro Risolia indica que o cuidado deve ser redobrado no verão. Ele alerta que as condições sazonais proporcionam maior incidência de pulgas e carrapatos. “É importante que o tutor realize a prevenção, além de manter o ambiente do pet limpo. Vermes, mosquitos, pulgas e carrapatos podem gerar problemas como erlichiose, babesiose e anaplasmose. Ainda, de acordo com dados do Plano de Saúde da Petlove, doenças hemato parasitológicas como babesia, ehrlichia, além da Leishmaniose, estiveram entre as doenças mais identificadas em 2023”, revela. 

 

Piscina


Mais do que refrescar, a piscina é uma opção divertida para o pet praticar atividade física, gastar as energias e fortalecer a musculatura mesmo no calor. Ela também auxilia na diminuição do estresse e da ansiedade do animal e pode ser uma alternativa prática, pois o tutor tem liberdade para escolher o modelo, o material e a volumetria mais adequada para o porte do animal. “É importante ter alguns cuidados em relação à higiene e manutenção, como usar produtos de limpeza específicos, trocar a água com frequência e manter o pH equilibrado. Além de realizar a secagem completa do pet após a diversão”, indica Risolia.


Tapete Gelado


Tapetes gelados podem aliviar o calor dos cães e gatos, pois resfriam de 5 a 10 graus abaixo da temperatura ambiente. Dentro deles existe um gel que ativa o resfriamento automaticamente com o peso do animal. “Essa tecnologia proporciona uma sensação de frescor sem a necessidade de energia elétrica ou refrigeração, sendo ideal para o uso tanto em casa quanto em viagens”, defende Risolia.
 

Bebedouros


Sendo fundamental monitorar a hidratação do animal, uma estratégia eficaz é aumentar o número de bebedouros pela casa e optar por modelos que mantenham o líquido em movimento. “A água corrente pode ser um estímulo para que o animal beba mais, principalmente os gatos, que se hidratam menos. Pedras de gelo na água também podem refrescá-los”, ressalta o veterinário.

 

Passeios

Passeios são fundamentais para que o animal possa explorar, se exercitar, marcar território e ter estímulos variados. No entanto, o veterinário da Petlove instrui que os tutores tenham bom senso, evitando horários de muita exposição solar e priorizando locais com árvores, sombra e gramados, que oferecem um piso mais fresco do que o asfalto. “Passeios antes das 9h e após às 16h costumam ser melhores para que os animais não queimem suas patas ou enfrentem algum tipo de indisposição por conta das altas temperaturas. Ainda, recomendo que o pet se hidrate, mesmo que o período ao ar livre seja curto”, afirma Risolia.

 

Proteção solar

Os pets também precisam de proteção contra os raios UV e por isso, veterinários recomendam o uso de filtro solar específico para animais, principalmente nas regiões do corpo onde não há tanta pelagem, como orelhas, focinho, áreas perto dos olhos e abdômen. O uso regular ajuda a prevenir queimaduras, dermatites e até câncer de pele. Quanto à tosa, Pedro orienta que os tutores avaliem junto a um profissional. “Ao contrário do que muitos tutores pensam, os pelos do pet funcionam como um isolante térmico, que os auxilia no frio e também no calor, além disso, os pelos diminuem os efeitos da radiação solar”, reforça.


Petlove&Co


Gatos estressados: como identificar e ajudar seu amigo felino


Freepik 
Acompanhar de perto o dia a dia do seu animal pode evitar situações de risco, afirma especialista
  


Os gatos, conhecidos como animais territoriais e com rotinas pré-definidas, podem sofrer significativas alterações comportamentais em ambientes agitados. Mudanças nos horários de sono, alimentação e brincadeiras, além do aumento da movimentação em casa, podem gerar estresse nos felinos.

Sinais como isolamento, agressividade e automutilação são comuns em gatos estressados. Esconder-se em locais tranquilos e reagir com mordidas e arranhões são reações naturais à ansiedade. Além disso, o estresse crônico pode desencadear problemas de saúde mais sérios, como obstruções urinárias e cistites e agravamento de doenças pré-existentes.

“Para minimizar o estresse felino, é fundamental manter a rotina do animal o mais estável possível. Respeitar os momentos de sono e oferecer atividades prazerosas são atitudes simples, mas eficazes. Ambientes calmos com brinquedos disponíveis para manter o animal ocupado e enriquecidos com feromônios sintéticos podem contribuir para o bem-estar do gato”, destaca Adolfo Santos, coordenador do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera.

Caso as alterações comportamentais persistam, é essencial procurar um Médico Veterinário para descartar possíveis doenças e receber orientações adequadas. A saúde mental dos gatos é tão importante quanto a saúde física e merece atenção dos tutores.

“O estresse em gatos é uma questão complexa que exige atenção e cuidados por parte dos tutores. Ao compreender os sinais do estresse e adotar medidas para promover o bem-estar do animal, é possível garantir uma convivência mais harmoniosa e saudável”, finaliza o docente. 



Anhanguera
Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site e o blog.   


Elanco traz ao Brasil o Elura™, medicamento para tratar sintomas da Doença Renal Crônica (DRC) em gatos

 A solução inovadora ajuda a manejar a diminuição de apetite e a perda de peso em felinos com DRC. Estudos apontam que 30% dos gatos com mais de 15 anos apresentam algum grau da enfermidade.

 

A Elanco, uma das principais empresas globais de saúde animal, anuncia o lançamento de Elura™ no Brasil, um medicamento inovador, desenvolvido para o manejo da perda de peso associada à doença renal crônica (DRC) em gatos, com foco no estímulo do apetite e ganho de peso. 

A DRC é uma condição comum em gatos, especialmente nos idosos. Estudos indicam que aproximadamente 30% dos gatos com mais de 15 anos apresentam algum grau da enfermidade. A doença causa perda progressiva de peso devido a uma variedade de fatores, incluindo diminuição do apetite, perda de proteína pela urina e aumento das necessidades energéticas. A perda de peso se traduz em perda de energia, da função imunológica e deterioração muscular, impactando significativamente a sobrevivência e a qualidade de vida dos animais. [1].

Durante um estudo de campo de quase dois meses, mais de 80% dos gatos com DRC que receberam o Elura™ ganharam peso[2]. “A solução tem como princípio ativo a capromorelina, que atua como um “imitador” do hormônio natural da fome, a grelina, estimulando o apetite e possibilitando, por meio de combinações metabólicas, o aumento ou manutenção do peso corporal do animal. Além disso, o medicamento é fácil de administrar, com uma formulação em suspensão oral saborizada e de uso diário, o que garante mais comodidade para tutores e bem-estar para os animais”, diz Mariana Cappellanes Flocke, médica-veterinária e consultora técnica sênior de Pet Health da Elanco.

Elura™ é o primeiro tratamento aprovado pela FDA desenvolvido especificamente para o gerenciamento da perda de peso em gatos com DRC. A solução é segura para uso diário e pode ser usada a longo prazo. “Essa característica é muito importante, pois a DRC pode causar perda de peso de forma contínua”, destaca a médica-veterinária.

“Estamos muito empolgados em trazer Elura™ para o Brasil. Este lançamento reflete o compromisso da Elanco com a saúde e o bem-estar animal, oferecendo soluções inovadoras para desafios clínicos importantes. Com essa novidade, podemos ajudar os gatos com DRC a terem mais qualidade de vida e bem-estar, junto com seus tutores”, conclui Mariana Gabaldi, coordenadora de marketing de Pet Health da Elanco Brasil.

O medicamento é amplamente utilizado em mercados internacionais e demonstrou resultados positivos em estudos clínicos. Agora os médicos-veterinários brasileiros passarão a ter acesso a essa solução eficaz, que pode transformar positivamente o manejo da doença renal crônica em gatos no país.

 



[1] Freeman LM, Lachaud MP, Matthews S, et al. Avaliação da perda de peso ao longo do tempo em gatos com doença renal crônica. Journal of veterinary internal medicine. 2016 Set;30(5):1661-6.

[2] Resumo da Liberdade de Informação de Elura™. NADA 141-536. 2020

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