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domingo, 17 de novembro de 2024

Clima quente exige cuidado redobrado com os pets

Hipertermia, desidratação e infestaç
ões de pulgas são
alguns dos riscos das altas temperaturas
 Foto: Vitor Zanfagnini

Desidratação, hipertermia e infestações são alguns dos riscos das altas temperaturas e do clima chuvoso

 

As estações mais quentes do ano acendem o alerta para os cuidados com a saúde, principalmente com os animais de estimação, muito mais sensíveis ao calor e à umidade do que nós. Para que o período seja tranquilo, vale seguir as dicas da médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.

 

Uma boa hidratação é essencial

A desidratação é um dos principais riscos dos
períodos mais quentes do ano
 Foto: Vitor Zanfagnini


A desidratação é um dos principais riscos; por isso, é importante ficar atento à quantidade de água ingerida e estimular a ingestão distribuindo vários potes de água pela casa. Para os felinos, a dica é investir em pratos largos, que evitam o contato das vibrissas (bigodes) e fontes de água, pois eles adoram água em movimento. 

Mantenha os bebedouros em locais frescos e escolha materiais que preservam a água mais fresca, como potes térmicos e fontes e pratos de cerâmica. Troque a água mais vezes e coloque cubos de gelo. Também vale congelar água de coco, frutas, legumes e caldos de carne ou ossos e oferecer como “sorvete” para os pets.

Vai passear com o pet? Leve água fresca para hidratá-lo, porém ofereça com moderação, pois a ingestão em grande quantidade, após uma atividade física mais intensa, pode favorecer uma dilatação e torção gástrica.  

 

Hipertermia: risco de vida em poucos minutos 

Um dos maiores riscos para os animais de estimação é a hipertermia, já que cães e gatos apresentam uma temperatura corporal mais elevada que os humanos, entre 38,2ºC e 39,1ºC, e possuem uma transpiração reduzida. Os cães transpiram apenas pelas patas e só conseguem fazer a liberação do calor pela respiração, fazendo com que fiquem mais ofegantes e respirando com a boca aberta quando está muito quente. Já os gatos transpiram pelas patas, queixo, ânus e lábios. Ou seja, a regulação da temperatura nos pets é mais difícil e a hipertermia (temperatura acima dos 40º) pode causar desde desidratação, vômitos e diarreias, até pulso fraco, convulsões e parada respiratória.

Os animais precisam de ambientes frescos e bem ventilados. Sombras e superfícies frias os ajudam a equilibrar a temperatura corporal, assim como ventiladores e ar-condicionado. A temperatura ambiente ideal deve ficar em torno de 24º C, já que temperaturas demasiadamente geladas podem causar hipotermias.

Vai passear com o pet? Procure evitar os horários mais quentes, especialmente se for transportá-lo de carro. Mantenha janelas abertas ou ar-condicionado ligado. Ao chegar do passeio, refresque o animal gradativamente com panos molhados em água fresca e ofereça água, pois mudanças abruptas de temperatura também são arriscadas.

“Os cuidados devem ser ainda mais rigorosos com as raças braquicefálicas (com focinho achatado), que têm maior dificuldade em respirar por apresentarem alterações anatômicas que geram obstrução das vias aéreas superiores. A atividade física e a exposição ao calor devem ser moderadas e sempre observadas com cautela”, alerta Farah. 

 

Banho de sol: perigos e benefícios

A luz solar é responsável pela síntese de vitamina D nos cães e gatos, sendo fundamental para a imunidade, para prevenir problemas ósseos e ajudar a aliviar dores musculares e articulares. Os cuidados são os mesmos que os nossos: não ultrapassar 15 minutos de exposição ao sol, nos horários mais quentes, ou optar por passeios até 10h da manhã ou após às 16h, nas cidades com clima mais ameno. Nas regiões com calor mais intenso o passeio deve ser ainda mais tarde, prevendo locais com sombra, gramados e pisos frios.

Independente do horário, o filtro solar próprio para pets é indispensável. Passe o produto no focinho, abdômen, pontas das orelhas e áreas com menos pelos. “O uso do protetor solar deve ser um hábito diário, pois é uma importante forma de prevenção do câncer de pele. Uma dica é manipular o protetor solar com ativos que promovem a hidratação da pele ou com repelente, desta forma, aproveitando a aplicação para aumentar os cuidados”, aconselha a veterinária.

O risco não se limita à exposição solar: o calor do piso pode queimar as patas, provocando dor e fissuras que podem permitir a entrada de bactérias, causando lesões e infecções. Antes de sair, o indicado é colocar a palma da mão no chão por um minuto. Se estiver confortável, é possível passear. Caso contrário, é necessário esperar ou colocar sapatinhos nas patas do cão. Ao retornar, a higiene com lenços umedecidos e a aplicação de hidratante próprios para pets colabora com a saúde da pele dos coxins.

 

Banho e tosa somente com moderação e recomendação  

Para algumas raças, os banhos em lagos e piscinas ou brincadeiras com água são pura diversão. No entanto, tanto os banhos para refrescar, quanto os banhos para higiene retiram a proteção natural da pele, o que pode ser prejudicial para os animais. O indicado é que os cães tomem banho com o intervalo mínimo de uma semana, mas a regularidade depende da raça e da saúde cutânea. Por isso, vale seguir as recomendações do médico-veterinário. Já os gatos realizam a sua própria higiene e regulação da temperatura se lambendo. Mas, também vale a orientação do médico-veterinário em relação a banhos em pet shops ou não. 

Embora pareça refrescante, tosar os animais pode não ser uma boa opção, pois pelos curtos demais deixam a pele mais exposta, podendo causar queimaduras. Se o objetivo for refrescar, o recomendado é fazer a tosa higiênica, tosando uma área maior do abdômen para aumentar o contato com pisos frios. 

 

Prevenção essencial na dose certa

O uso do protetor solar é uma importante forma de
prevenção do câncer de pele nos pets
 
Foto: Priscilla Fiedler

Chuvas e calor em excesso promovem uma maior proliferação de pulgas, mosquitos e carrapatos, por isso, a prevenção com antipulgas e carrapaticidas precisa ser ainda maior. Pulgas causam desconforto, podem transmitir vermes e causar problemas de pele, como a dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP). Carrapatos podem transmitir doenças hemolíticas graves como a erliquiose e a babesiose, infecções gravíssimas e com grandes chances de óbito, se não tratadas de forma adequada.

Vermífugos protegem contra diversas verminoses e, conforme a composição, previnem também a dirofilariose (doença do verme do coração), transmitida por mosquitos, principalmente em cidades litorâneas. O uso de repelentes, próprios para animais, também é recomendado para complementar a prevenção dessa doença, evitar picadas comuns e como coadjuvante nos cuidados para combater a leishmaniose.

Vale ainda garantir o cuidado certo. “As farmácias de manipulação veterinária manipulam repelentes feitos especificamente para pets, além de antipulgas e vermífugos feitos na dose exata para o pet e que podem combinar mais de um fármaco, o que otimiza a administração e pode reduzir custos. A DrogaVET ainda oferece uma variedade de formas farmacêuticas e flavorizantes que agradam aos pets e facilitam a administração dos medicamentos”, completa a veterinária.  

Prevenção com antipulgas, carrapaticidas e vermífugos
é essencial e pode ser feita com medicamentos
manipulados flavorizado 
Foto: Melvin Quaresma


DrogaVET
www.drogavet.com.br


Ataques de cães: como proceder em acidentes desse tipo

Nas mãos, os ferimentos mais comuns de mordidas
 de cães são as lacerações, lesões tendíneas,
 de nervos e fraturas
 Freepik
Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM) explica riscos e lesões decorrentes das mordeduras, e como agir no caso de uma ocorrência

 

 

Os incidentes com cães não são incomuns no país. As estatísticas brasileiras, no entanto, variam, mas, em geral, estima-se que milhares de pessoas sejam atacadas anualmente. Dados do Ministério da Saúde somam cerca de 30 mil atendimentos por ano em unidades de saúde relacionados a mordidas de cães, que causam lacerações e cortes profundos, contusões e, em casos extremos, amputações com danos a músculos e ossos.

 

De acordo com o DATASUS, em 2022, foram contabilizados 35.290 atendimentos ambulatoriais envolvendo acidentes com cães. No ano seguinte, os números chegaram a 49.377 e, até agosto deste ano, somam 39.147 atendimentos. Já em 2022, as internações hospitalares por acidentes com cães, totalizaram 1.216 registros. Em 2023, alcançaram 1.438 e, até agosto deste ano, somam 960.

 

Um caso recente de grande repercussão exemplifica a dimensão da violência que pode conter uma ocorrência com cães. Em abril deste ano, a escritora Roseana Murray, de 73 anos, foi atacada por três animais da raça pitbull, enquanto caminhava na praia de Saquarema, no Rio de Janeiro. Arrastada por pelo menos 5 metros, ela teve o braço direito dilacerado, que passou por amputação, além de uma orelha arrancada. O braço esquerdo e o lábio precisaram ser reconstruídos.

 

“As mordidas de cachorro, seja de um animal de estimação ou um animal estranho, muitas vezes pode ter consequências terríveis para o indivíduo. Todo cachorro pode provocar lesões, mas, obviamente, quanto mais forte a mordida e quanto mais tempo o cachorro mantém a parte do corpo entre os dentes, os danos serão maiores”, fala o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM), Antonio Carlos da Costa. “Os cães pitbulls, além da força de mordida de aproximadamente 200 kgf (quilogramas-força), mantém o objeto, ou parte do corpo da vítima presa por tempo prolongado. As partes do corpo mais acometidas são as mãos, o antebraço, braço e pernas. Nas crianças, o rosto também é comumente acometido, já que ficam em altura mais acessível aos cachorros. Esse tipo de acidente vitimiza mais homens jovens”, acrescenta.

 

Nas mãos, os ferimentos mais comuns são as lacerações, lesões tendíneas, de nervos e fraturas. Pode, ainda, haver amputação. “A mão do homem é uma estrutura complexa que nos permite executar tarefas finas e com sensibilidade epicríticas, o que nos diferencia das outras espécies. Quando há lesões de nervos, de tendões, ligamentos e/ou fraturas, ocorre quebra da harmonia dos tecidos e, consequentemente, déficit funcional”, explica o especialista da SBCM. “A médio prazo, é comum haver infecção devido à inoculação de bactérias presentes na boca do animal nos tecidos mais profundos. Os imunossuprimidos e os pacientes com alteração na microcirculação (fumantes e diabéticos) apresentam maior probabilidade de ter infecção”, completa.

 

Em caso de acidentes do tipo, o médico ressalta que é importante procurar serviço especializado o mais rápido possível. “Nos acidentes de mão, procure um cirurgião da mão. No local, lave com água corrente e cubra com tecido limpo. Não coloque pomadas ou remédios caseiros. Em caso de amputação, lave a parte amputada com água corrente, envolva em tecido limpo e coloque em geladeira de isopor com gelo, evitando o contato direto de dedo com o gelo”, conclui, reforçando que a atuação rápida e adequada é essencial para minimizar os danos.





SBCM - Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão
http://www.cirurgiadamao.org.br/



Pets: cerca de 85% da população não vacina animais domésticos Entenda indicação e importância de manter a carteirinha em dia

Protocolo individualizado é primordial, de acordo com classificação de risco a infecções e estilo de vida do pet. Agener, unidade em saúde animal da farmacêutica União Química, disponibiliza mais informações

 

Cerca de 85% da população brasileira não realiza a vacinação de pets, de acordo com dados disponibilizados pela Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sidan, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal, o número indica uma baixa cobertura vacinal contra zoonoses e doenças infecciosas que atingem animais domésticos, especificamente cães e gatos. 

Quanto maior o número de animais vacinados em uma população, menor a chance de transmissão de doenças, mas para que haja o controle das doenças infecciosas em uma população, pelo menos 70% dos animais devem ser vacinados, garantindo assim, a chamada imunidade de rebanho. 

Por isso, tutores de primeira viagem ou aqueles que ainda não vacinaram seus animais devem ficar atentos às indicações e ao calendário vacinal específico para cada pet, como forma de garantir a imunidade e protegê-lo de doenças, sendo as mais comuns a cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina, leptospirose, raiva e doenças causadas por vírus respiratórios. 

"Cada pet tem um estilo de vida e de histórico materno diferente. Por isso é importante se atentar ao cronograma vacinal principalmente se você não conhece a mãe do seu pet para identificar se havia nela um esquema vacinal adequado capaz de ser transmitido pela amamentação no início da vida do filhote. A duração desses anticorpos também pode variar, reforçando a importância de se manter atento às vacinas nas primeiras semanas do seu animal de estimação”, afirma Marina Bonfim, gerente técnica da Agener União. 

A partir do nascimento, o pet passa por uma janela de suscetibilidade maior às infecções entre a 8ª a 16ª semana de vida, momento em que a quantidade de anticorpos que vieram da mãe cai abaixo do nível de proteção e a vacina ainda não é capaz de proteger, dessa forma o protocolo vacinal deve terminar com 16 semanas de vida ou mais, para que a presença dos anticorpos maternos não cause competitividade ou inativação dos anticorpos produzidos pela vacina.

Sendo assim, saber quando iniciar e principalmente quando terminar o protocolo vacinal, pode ser um fator determinante para o melhor desempenho da vacina.
 

Cuidados e orientações 

Durante todo o período de vacinação, até pelo menos duas semanas após a última dose, é essencial que o filhote permaneça isolado, sem contato com ambientes públicos e animais não vacinados. 

Nas primeiras 24 horas após a vacina é possível ocorrer reações, que geralmente são leves e de curta duração. O tutor poderá perceber febre baixa, sonolência, dor no local da aplicação ou formação de nódulo no local, que regride progressivamente. 

É preciso estar atento ao aparecimento de edema facial, urticárias e também reações graves (choque anafilático), que são mais raras. Caso ocorra, o animal deverá retornar, no mesmo momento, para a clínica ou hospital veterinário para o tratamento adequado. 

Após o esquema de vacinação das primeiras 16 semanas de vida o especialista reforça a importância da vacinação anual.
 

Esquema vacinal individualizado para cães 

Focada em saúde animal, a Agener, unidade de negócio em saúde animal da União Química, é pioneira em criar um protocolo que segue os highlights de guias internacionais mais atualizados sobre o esquema vacinal individualizado e que finalize às16 semanas de vida. 

O protocolo vacinal é individual e definido de acordo com a idade do animal, estilo de vida e o risco de infecção. O médico veterinário, junto com o tutor vão definir com base nessas informações o melhor esquema que atende as necessidades daquele pet.
O protocolo individualizado segue uma previsão de risco de infecções e chances aumentadas para zoonoses, definido de acordo com a exposição do animal, contato social com outros animais e o ambiente em que ele vive:

  • Alto risco: pets que entram em contato com área externa da casa e locais públicos, como praças, ruas, shopping, pet shop, banho e tosa; que entram em contato com água de chuva, rios e lagoas; locais com espécies rurais ou silvestres, como fazenda e sítio, áreas afastadas dos grandes centros; quando o contato pode ocorrer com 1 único ou mais de 1 outro animal sem histórico de saúde e vacinação.
  • Médio risco: pet que vive em casa, ambientes externos da casa (quintal, gramado) e não tem acesso a locais públicos; quando entra em contato com ao menos 1 animal com histórico de saúde e vacinado, vermifugado e sem ectoparasitas.
  • Baixo risco: pet circula apenas em ambiente interno, apartamento, sem acesso a quintais, gramados ou áreas de difícil desinfecção, sem acesso a locais públicos, e quando é único animal na casa e não entra em contato com outros animais.

Mesmo os cães sem histórico vacinal e maiores de 18-20 semanas de idade também podem e devem ser vacinados. Nestes casos a recomendação Agener, que segue as diretrizes internacionais do WSAVA, indica aplicação de 2 doses de Providean® Viratec 10 CVL, com intervalos de 3 a 4 semanas entre elas. Após esse esquema, recomenda-se vacinação anual. 

As vacinas Providean Viratec Agener são importadas, livres de adjuvantes, testadas e aprovadas por órgãos reguladores, seguindo protocolos clínicos e de segurança, e são produzidos com antígenos na medida para a menor reação local e menor risco de reações adversas.

 

Grupo União Química

 

Palácio Tangará lança campanha de Natal contra o abandono de cães

O hotel se une à luta pela guarda responsável, com foco no período de férias e festas de fim de ano


 

O Palácio Tangará, renomado hotel de luxo em São Paulo, lançou uma campanha especial de fim de ano, para a conscientização contra o abandono de pets, especialmente no período crítico de férias e festas. A iniciativa integra o movimento Dezembro Verde, que alerta para o aumento de abandono de animais nessa época, e promove a guarda responsável.

Uma das ações criativas e inéditas da campanha é uma série de fotos divertidas, onde cães adotados tornam-se personagens de fotos icônicas, normalmente feitas pelos hóspedes e compartilhadas nas redes sociais. Com isso, o hotel reforça a ideia de que os pets fazem parte da família e devem ser incluídos em celebrações e viagens, jamais deixados para trás. “Queremos mostrar que nossos hóspedes não precisam escolher entre viajar ou cuidar de seus cachorros; no Palácio Tangará, além de encantarmos nossos hóspedes, estamos preparamos para receber também o seu melhor amigo. Nossa campanha busca sensibilizar sobre a guarda responsável, especialmente neste período delicado”, destaca Juliana Pestana, Diretora de Marketing do Palácio Tangará.

Sendo um hotel dog friendly, o Palácio Tangará oferece pacotes especiais de fim de ano que podem incluir a estada dos cães, proporcionando uma experiência completa para quem viaja com seus animais. Segundo o Instituto Pet Brasil, o país registrou aproximadamente 185.000 animais abandonados ou resgatados de maus-tratos em 2023; no período de férias e final de ano, há aumento de 30% destes casos.

Além da campanha visual, o hotel também se compromete a doar R$200 a cada cachorro hospedado, durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, para o Instituto Adotedog, ONG que atua no resgate de animais abandonados desde 2011, somando mais de 5 mil atendimentos ao longo destes anos, e que tem no momento 314 amiguinhos disponíveis para adoção. “Além de diversas ações sociais que o Palácio Tangará realiza ao longo do ano, a adesão ao Dezembro Verde reforça a ideia de que responsabilidade e solidariedade com os animais é essencial”, afirma Celso Valle, Diretor Geral do Hotel.

As reservas dos pacotes de fim de ano já podem ser feitas através do site ou pelo telefone (11) 4904-4040, com valores que podem ser parcelados em até seis vezes.
 

Sobre a Oetker Collection

A Oetker Collection é um portfólio excepcional de Masterpiece Hotels e Villas na Europa, Brasil e Caribe. Localizadas nos destinos mais cobiçados do mundo, cada uma das 12 propriedades é um ícone de elegância, combinando a hospitalidade lendária europeia, com o genuíno espírito familiar exclusivo da Oetker Collection. Sua missão é perpetuar a alta qualidade gastronômica e de hospedagem em suas propriedades.

O portfólio atual inclui Le Bristol Paris, Brenners Park-Hotel & Spa em Baden-Baden, Hôtel du Cap-Eden-Roc em Antibes, Château Saint-Martin & Spa em Vence, The Lanesborough em Londres, L'Apogée Courchevel, Eden Rock - St Barths, Jumby Bay Island em Antígua, Palácio Tangará em São Paulo, The Woodward em Genebra e Hotel La Palma em Capri. No final de 2024, a Oetker Collection abrirá sua 12ª Masterpiece, o primeiro hotel da coleção nos EUA, o Hotel Vineta - Palm Beach.



Serviço:

Palácio Tangará
Endereço: R. Dep. Laércio Corte, 1501 - Panamby, São Paulo – SP
Telefone: (11) 4904-4040
Reservas: (11) 4904-4001
Instagram: @palaciotangara
Site: Link


Principal revista de Ciência Animal publica estudo clínico da ADM em cães, explorando os efeitos benéficos do microbioma do BPL1™ para saúde

Suplementação de probiótico e pós-biótico demonstra efeitos na saúde intestinal de cachorros adultos.

 

A ADM, empresa líder em comercialização de grãos, insumos, nutrição humana e animal, anuncia a publicação de seu primeiro estudo em espécies de Bifidobacterium animalis subsp. lactis CECT 8145 (BPL1™)[1] em cães adultos pelo Journal of Animal Science, principal periódico internacional de ciência animal, mantido pela Universidade de Oxford. Este estudo pioneiro examinou os efeitos da suplementação diária das formas de probiótico vivo e pós-biótico tratado termicamente do BPL1™ na saúde canina.

De acordo com uma pesquisa global recente da ADM, 55% dos tutores de pets nos Estados Unidos compram produtos biológicos pelo menos uma vez ao ano, com base em recomendações profissionais[2]. Em muitos casos, esses produtos são usados para apoiar a saúde digestiva ou gastrointestinal dos pets2.

“A popularidade dos ingredientes funcionais aumentou à medida que os donos de animais de estimação buscam maneiras de melhorar a saúde e o bem-estar dos pets, mas até então somente pesquisas limitadas foram conduzidas sobre o uso de probióticos e pós-bióticos e seus efeitos na saúde canina”, disse Sophie Nixon, Ph.D., Chefe de Pesquisa Clínica para Bem-Estar de Animais de Estimação e Animais na ADM, que supervisionou o estudo.

Para este estudo exploratório, 18 beagles adultos e 18 pointers ingleses adultos foram usados em um delineamento de grupo paralelo, randomizado e controlado por placebo, de 3 braços, com 12 animais por grupo. Após um período de adaptação de 60 dias no qual os cães foram alimentados apenas com uma dieta padrão, os cães foram então suplementados com probiótico ou pós-biótico BPL1™ ou um placebo idêntico junto com sua dieta padrão por 90 dias. As medições foram feitas para avaliar medidas de resultados relacionadas a uma variedade de áreas de saúde, incluindo produtos finais fermentativos fecais e microbioma, sensibilidade à insulina, hormônios intestinais séricos, estresse oxidativo, biomarcadores inflamatórios e expressão gênica de glóbulos brancos.

Melhorias foram observadas em ácidos graxos de cadeia curta fecais, bem como mudanças na composição do microbioma e no metagenoma funcional, quando comparado ao controle placebo. Dados do estudo mostram que tanto as formas vivas quanto as tratadas termicamente de BPL1™ podem ser suplementadas com segurança em cães adultos saudáveis e dar suporte a vários aspectos da saúde intestinal. Um estudo clínico adicional está em andamento para avaliar resultados fisiológicos adicionais, com foco na saúde metabólica.

“A ciência inovadora, como este teste canino, estimula o desenvolvimento de ingredientes funcionais da ADM em nutrição humana, de animais de estimação e animal”, disse Mark Lotsch, presidente de Saúde e Bem-Estar Global da ADM. “Resultados benéficos e estabilidade de ingredientes da nossa premiada solução BPL1™ foram repetidamente demonstrados em testes clínicos humanos anteriores. Estamos entusiasmados em ver também resultados promissores para aplicações de saúde de animais de estimação.”

Como o BPL1™ tratado termicamente tem um efeito semelhante ao BPL1™ vivo em cães adultos saudáveis, os formuladores de produtos para animais de estimação terão maior flexibilidade durante o processo de fabricação e fornecimento, pois não precisam fazer adaptações para microrganismos vivos[3]. Notavelmente, o calor extremo da extrusão e do cozimento, comum no processamento de alimentos para animais de estimação, pode diminuir a eficácia dos probióticos vivos. Como microrganismos inanimados, os pós-bióticos podem conferir um benefício à saúde do hospedeiro, apesar dessas condições desafiadoras.

Saiba mais sobre a ampla gama de soluções de microbioma com respaldo científico da ADM para animais de estimação aqui.

 



ADM
www.adm.com




[1] BPL1® é uma marca registrada da Biopolis, S.L. na UE e em outros países.

[2] ADM Outside Voice℠

[3] Regulamentos locais devem ser revisados para confirmar a permissibilidade dos ingredientes para cada categoria.



Paseo Alto das Nações reforça compromisso com a causa animal incentivando a convivência entre pessoas

Shopping pet friendly promove eventos de adoção e estrutura diferenciada em parceria com a Cobasi.
 


O Paseo Alto das Nações, localizado em frente à estação Granja Julieta, tem se destacado como um espaço pet friendly, proporcionando a seus visitantes a possibilidade de conviver com seus pets em um ambiente acolhedor e preparado. Com uma estrutura desenvolvida para apoiar a causa animal, o shopping oferece uma experiência única e completa, que também inclui coworking e uma praça de alimentação onde os clientes podem desfrutar de refeições na companhia de seus animais. 

Em parceria com a Cobasi, o espaço coworking foi projetado para que os tutores possam trabalhar e realizar suas atividades do dia a dia sem se preocupar em deixar seus pets em casa, integrando um lugar onde os animais são bem-vindos. Além disso, o shopping disponibiliza um ambiente exclusivo para alimentação, ideal para visitantes que desejam fazer uma refeição na companhia de seus amigos de quatro patas, e um espaço pet onde os animais podem passear e interagir em segurança. 

Segundo dados recentes, a adoção de animais de estimação tem se mostrado uma tendência crescente no Brasil, impulsionada pela busca de boas companhias para o lar. Em períodos de distanciamento social, houve um aumento significativo no número de adoções de cães e gatos, especialmente entre jovens e famílias. Esta crescente demanda reforça a importância de eventos que facilitem a adoção e deem visibilidade a animais resgatados. 

Como parte de seu apoio contínuo à causa animal, o empreendimento do Carrefour Property, também realiza mensalmente eventos de adoção. A ação serve para incentivar os visitantes a considerar a adoção responsável, como uma forma de ampliar suas famílias. Iniciativas como essa já foram realizadas em outros shoppings do Property, com destaque para o Butantã Shopping, que recentemente trouxe cães resgatados do Rio Grande do Sul para adoção. 

“Acreditamos que os nossos ambientes podem se tornar uma ferramenta poderosa para incentivar a adoção responsável e dar uma segunda chance para esses animais. Queremos tornar o Paseo Alto das Nações um espaço onde a convivência entre pessoas e pets seja natural e estimulante”, comenta Roger Teixeira, gerente de marketing do Carrefour Property. 

Com o foco em ser mais do que um espaço de compras, o Alto das Nações busca proporcionar um ambiente acessível e amigável para pessoas e animais. Além dos eventos de adoção e das facilidades para pets, o shopping reforça a importância do respeito e da responsabilidade para com os animais. “O objetivo é criar uma comunidade inclusiva, que acolha pets e seus tutores, incentivando a adoção e proporcionando uma experiência única de convivência”, completa Roger.
  


Carrefour Property
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Black Friday impulsiona vendas em lojas pet e possibilita estratégias de fidelização

Marketing e atendimento especializado podem aumentar vendas e conquistar tutores

 

A Black Friday se tornou uma das datas mais esperadas do ano para consumidores e empresas, e o setor pet não fica de fora. Para os estabelecimentos voltados ao bem-estar animal, esse é um momento de potencializar vendas e, ao mesmo tempo, reforçar o vínculo com os clientes e seus animais.

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), o setor pet no Brasil cresceu de forma consistente, tendo movimentado mais de R$50 bilhões em 2022. Isso reflete o aumento das adoções e a busca por produtos e serviços que priorizem o cuidado e a qualidade de vida dos animais.

André Faim, empresário do setor pet, com negócios centrados no bem-estar animal, co-fundador da Lobbo Hotels e da plataforma de gestão de equipe e treinamentos Trabalhe pra Cachorro, aponta para o valor de criar experiências únicas durante o período de promoções. “A Black Friday é uma excelente oportunidade para se destacar, mas é preciso ir além do preço baixo. O tutor quer sentir que seu pet está recebendo o melhor, e isso só acontece com um atendimento atencioso e especializado”, reflete.


Investir em atendimento e treinamentos é um diferencial

Preparar a equipe para o aumento de fluxo durante a Black Friday é uma estratégia que faz diferença. O treinamento contínuo dos funcionários garante uma melhor interação com os tutores e ainda transmite confiança e segurança. “Quando um tutor percebe que o profissional entende as necessidades do animal, ele sente que está em um lugar que valoriza a experiência como um todo”, destaca Faim.

Além disso, personalizar as promoções de acordo com as demandas específicas dos consumidores pode ser um trunfo. Oferecer pacotes de produtos com benefícios voltados à saúde e bem-estar dos pets, como alimentos especiais ou acessórios de qualidade, tende a atrair mais clientes e a fomentar recomendações boca a boca. A combinação de um bom atendimento e produtos de alta relevância reforça a relação de confiança entre marcas e compradores.


Utilizando a Black Friday para criar laços

Outra estratégia para os estabelecimentos pet durante a Black Friday é investir em programas de fidelidade e ofertas exclusivas para clientes antigos. Isso os estimula a retornarem ao local e cria um vínculo contínuo. “Uma oferta especial para quem já é cliente faz com que a pessoa se sinta valorizada e transforma uma simples compra em uma experiência positiva e memorável”, reforça Faim.

Divulgar promoções com antecedência é igualmente relevante. Utilizar as redes sociais para apresentar produtos em promoção e os diferenciais de atendimento pode atrair um público maior e fortalecer a imagem da empresa. O conteúdo pode incluir dicas sobre o bem-estar dos pets, tornando a comunicação mais envolvente.

Faim conclui destacando a importância de aproveitar a data para consolidar o propósito da empresa. “Não basta vender mais. A verdadeira meta é mostrar ao cliente que, mesmo em meio a ofertas e descontos, o bem-estar do pet é a prioridade. Quando isso fica claro, a loja ganha mais que uma venda — ganha a lealdade”, finaliza.

 



André Faim - empreendedor e investidor no setor pet. Sócio de empresas de investimentos e co-fundador da Lobbo Hotels, a maior rede de creches e hotéis pet do país, que hoje conta com 7 unidades na cidade de São Paulo. Ele começou sua jornada em 2016, investindo em uma creche para cães, e observando a informalidade do mercado, decidiu criar uma marca referência em serviços pet, combinando acolhimento e profissionalismo. Com experiência em diversas áreas, André também é investidor na Trabalhe pra Cachorro, focando em oferecer soluções especializadas e elevar o padrão de cuidados no setor.
Para mais informações, visite o Instagram.


Trabalhe pra Cachorro

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Lobbo Hotels
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Primeiros casos de raiva em capivaras no litoral paulista são alerta para monitoramento do vírus


Filhote de capivara apresenta paralisia das patas traseiras
 poucos dias antes de morrer por encefalite causada pelo vírus
da raiva, na Ilha Anchieta, litoral de São Paulo
(
foto: Fundação Florestal)

 Variante encontrada na Ilha Anchieta, município de Ubatuba, era a mesma dos morcegos-vampiros, que provavelmente se alimentaram do sangue dos roedores em momento de distúrbio no hábitat

 

Três capivaras foram encontradas mortas na Ilha Anchieta, no município de Ubatuba (SP), entre dezembro de 2019 e janeiro de 2020. Duas delas apresentaram paralisia das patas traseiras antes de morrerem. Análises dos cérebros, realizadas no Instituto Pasteur, em São Paulo, determinaram a causa da morte: encefalite causada pelo vírus da raiva.

Este terceiro relato de casos de raiva em capivaras no mundo, e o segundo no Brasil, foi publicado na revista Veterinary Research Communications. O estudo, apoiado pela FAPESP, também detectou que a variante do vírus encontrada nos três animais é a mesma presente em morcegos-vampiros (Desmodus rotundus).

“Nos últimos anos, tem-se observado um aumento no número de casos relatados de raiva em animais silvestres. Isso possivelmente está relacionado a distúrbios ambientais que desequilibram o ecossistema onde vivem os morcegos”, explica Enio Mori, pesquisador do Instituto Pasteur, órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, e coordenador do estudo.

Outro caso recente foi o de um gambá infectado com o vírus, encontrado morto em Campinas (leia mais em: agencia.fapesp.br/50785/).

Os casos da Ilha Anchieta, um parque estadual no município de Ubatuba, ocorreram pouco depois de uma reforma nas ruínas existentes na ilha, em 2019, quando o telhado de uma construção foi reformado e os morcegos perderam temporariamente seus abrigos.

“Em momentos como esse, há grande estresse nas colônias e muitas brigas entre os morcegos. Com isso, podem passar raiva uns aos outros, aumentando as chances de transmiti-la para os animais silvestres dos quais eles se alimentam, como as capivaras”, conta Mori, que também é professor do Programa de Pós-Graduação em Patologia Experimental e Comparada da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP).

De modo geral, o desmatamento também contribui para o aumento dos casos de raiva. A diminuição do número de animais silvestres, que servem como fonte de alimento original para os morcegos-vampiros, faz com que estes busquem outros mamíferos, como animais domésticos ou até mesmo seres humanos, para se alimentarem. Isso aumenta o risco de transmissão da raiva para novos hospedeiros.


Variantes

As capivaras mortas foram localizadas por funcionários da Fundação Florestal, responsável pela administração do Parque Estadual da Ilha Anchieta. Amostras de seus cérebros foram enviadas ao Instituto Pasteur, que integra uma rede de laboratórios que realizam diagnósticos para vigilância epidemiológica da raiva, utilizando material enviado pelos centros de controle de zoonoses dos municípios.

Primeiro, como prova de triagem, os pesquisadores e técnicos realizaram a detecção de antígenos para o vírus da raiva no tecido cerebral. Os três casos apresentaram resultado positivo para a raiva.

Em seguida, o isolamento do vírus foi realizado como teste confirmatório. Uma das amostras estava muito deteriorada, o que impediu a realização desse exame, mas o genoma da partícula viral pôde ser sequenciado. Todas as amostras confirmaram a presença da mesma variante encontrada em morcegos-vampiros, indicando uma provável transmissão pela mordedura.

O único outro caso de raiva em capivaras no Brasil foi publicado em 1985. No mundo, outro caso só foi relatado no norte da Argentina, em 2009. Apenas no estudo atual foi feita a tipificação da variante viral encontrada.

Não existem relatos de casos de raiva humana transmitida por capivaras. No entanto, acidentes em que pessoas foram mordidas por esses animais geralmente causam grandes lesões. Ainda não se sabe se a saliva das capivaras contém o vírus, como ocorre com os morcegos, que são reservatórios do patógeno.

“Por isso, a vigilância epidemiológica precisa continuar para entender o papel das capivaras no ciclo do vírus, por exemplo. É bem possível que elas sejam hospedeiros finais, que morrem sem transmitir o vírus para outros animais. Mas, para confirmar isso, precisamos de novos estudos”, atesta o pesquisador.

O artigo Rabies in free-ranging capybaras (Hydrochoerus hydrochaeris) on Anchieta Island, Ubatuba, Brazil pode ser lido em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11259-024-10558-y.

 



André Julião
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/primeiros-casos-de-raiva-em-capivaras-no-litoral-paulista-sao-alerta-para-monitoramento-do-virus/53245

 

A volta do animal print - saiba como incorporar a tendência nos visuais

Especialista indica como vestir a estampa para compor looks tanto para o dia a dia, quanto para eventos

 

O animal print, que ganhou destaque na moda nas décadas de 1960 e 1970, está de volta e promete conquistar os corações fashionistas. Inicialmente associado à ousadia, esse estilo se popularizou nas décadas seguintes, especialmente nos anos 1980 e 2000, quando se tornou um símbolo de modernidade. Atualmente, a tendência ressurge com novas interpretações, trazendo um toque sofisticado aos guarda-roupas contemporâneos.

“Esse retorno se deve à sua versatilidade e capacidade de se adaptar a diferentes estilos,” afirma Rogério Zorzetto, CEO da Prioridade 10, uma rede de varejo especialista em vestuário. Ele observa que as novas coleções foram desenvolvidas para recontextualizar essa estampa, oferecendo combinações que se encaixam perfeitamente no dia a dia e em eventos mais formais. “O animal print agora é visto como uma base, permitindo combinações mais ousadas com peças básicas,” completa Zorzetto, enfatizando a flexibilidade da tendência. 

Com a valorização do animal print, a demanda por peças estampadas aumentou significativamente. As lojas estão repletas de opções, que vão desde blusas e saias até vestidos e acessórios. “Os consumidores estão em busca de peças que expressem sua individualidade, e o animal print é certeiro em atender a essa demanda”, explica Zorzetto. Vestidos longos com estampa de onça ou blusas de zebra, por exemplo, têm chamado a atenção nas vitrines.

Porém, vale ressaltar que saber usar a estampa na medida certa é essencial. “O segredo está na escolha de peças que complementem o visual sem se tornarem excessivas,” aconselha Rogério.

 

Como combinar com cores neutras

Uma forma tradicional de incorporar o animal print é combiná-lo com cores neutras. Essas tonalidades ajudam a equilibrar o visual, tornando o look mais sóbrio e elegante. “Cores neutras servem como uma moldura perfeita para a estampa, destacando-a sem competir com ela,” observa Zorzetto.

Por exemplo, uma blusa de onça pode ser usada com uma calça preta ou uma saia branca, criando uma base clássica que valoriza a estampa. A escolha de acessórios também deve seguir essa linha, optando por peças discretas.

 

Usar acessórios

Os acessórios são uma excelente maneira de adotar o animal print sem exageros. Bolsas, sapatos e cintos adicionam um toque especial ao visual, permitindo a inclusão da tendência de maneira sutil. Um sapato de onça pode modernizar um look básico, como uma calça jeans e uma blusa branca.

 

Misturar estampas

“A mistura de estampas é uma tendência crescente, mas deve ser feita com cuidado para evitar excessos,” alerta Zorzetto. Combinar uma blusa de cobra com uma saia listrada, por exemplo, se traduz em um visual ousado. A chave está em equilibrar as cores e padrões para criar um efeito harmônico. Ao usar peças com desenhos diferentes, é importante manter uma paleta de cores que dialoguem entre si.

 

Usar em camadas

Outra estratégia válida é o uso do animal print em camadas. Uma jaqueta ou um cardigã estampado pode ser combinado com uma peça básica por baixo, como uma camiseta lisa ou uma blusa neutra. Essa técnica permite que a estampa se destaque sem dominar todo o visual, tornando o resultado mais equilibrado e elegante.

 

Prioridade 10

 

Tendências de Moda para o Verão 2025: Tecidos e Texturas para os Dias Quentes

 

O verão 2025 promete ser marcado por leveza, frescor e naturalidade. À medida que a moda caminha cada vez mais para a sustentabilidade e o conforto, tecidos naturais e peças feitas à mão ganham espaço nas passarelas e no dia a dia. Para enfrentar o calor de forma estilosa e confortável, opções como roupas de crochê, linho e seda surgem como protagonistas, trazendo uma estética sofisticada e ao mesmo tempo descontraída.

As roupas de crochê, por exemplo, voltaram com tudo e são tendência no verão 2025. Feitas artesanalmente, essas peças não apenas traduzem autenticidade, mas também permitem uma excelente ventilação, sendo ideais para os dias quentes. Com uma variedade de tramas e texturas, o crochê oferece peças leves e arejadas, como tops, vestidos e saídas de praia. Além disso, sua versatilidade permite combinar com outras peças, criando um visual casual e sofisticado, como por exemplo, misturar crochê com saia de seda.  Ou seja, o crochê é um elemento-chave que traz um toque artesanal e moderno ao guarda-roupa. 

 

Dayane Matos - advogada que se dedica parte do seu tempo em orientar as mulheres com dicas de modas personalizada de acordo com o posicionamento social.


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