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terça-feira, 15 de outubro de 2024

Outubro Rosa: câncer de ovário e de colo de útero também demandam atenção

 

Durante o mês de conscientização, é fundamental ir além do câncer de mama e abordar também outros tumores que atingem massivamente as mulheres; 30 mil brasileiras são diagnosticadas com cânceres ginecológicos a cada ano

 

Ao longo do mês, a campanha Outubro Rosa vem para alertar sobre a prevenção e conscientização do câncer de mama, que atinge majoritariamente mulheres - 99% dos 66.280 novos casos diagnosticados todos os anos, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) - e atualmente é o tipo de tumor mais frequente diagnosticado no mundo. Mas para além da atenção às mamas, especialistas alertam para a necessidade de expandir o olhar para os tipos de câncer que afetam o sistema reprodutor feminino (útero, ovário e endométrio). 

Segundo o Inca, cerca de 30 mil brasileiras são diagnosticadas com cânceres ginecológicos por ano, sendo o mais comum deles, responsável por mais da metade desses casos, o câncer do colo do útero, que afeta especialmente mulheres mais jovens. Já os tumores ovarianos e de corpo uterino tendem a surgir naquelas acima de 50 anos. 

Diante deste cenário, a oncologista Angélica Nogueira, do Grupo Oncoclínicas, comenta que medidas simples podem ajudar a conter essas estatísticas, entre as quais a realização de exames de rotina com o acompanhamento de ginecologista. Outro ponto é a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV), um fator importante e que não pode ser deixado de lado. 

“Mais de 90% dos casos do câncer do colo do útero estão ligados ao HPV. Infelizmente, apenas um terço das meninas são vacinadas no Brasil e isso pode impactar diretamente no problema. Isso poderia reduzir em até 95% as chances de desenvolvimento da neoplasia”, destaca. 

Desde 2014, a vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde no Brasil para as meninas de 9 a 14 anos e também para os meninos de 11 a 14 anos. "A imunização pode ajudar não só a prevenir o câncer do colo do útero, como também o de vulva, vagina e ânus nas mulheres e de pênis nos homens". Além disso, vale lembrar que a vacina também é indicada para pacientes com câncer, HIV e transplantados (até os 45 anos nas mulheres e 26 anos nos homens). 

"O câncer do colo do útero ainda é, infelizmente, considerado um problema mundial de saúde. Nos países em que há uma alta taxa de infecção pelo HPV, a neoplasia possui uma maior repercussão. Apesar de na grande maioria dos casos as mulheres terem a infecção resolvida por volta de seus 30 anos, ainda existe a probabilidade do vírus evoluir para o câncer do colo do útero", comenta a oncologista.

 

Como identificar tumores ginecológicos 

Considerado grave e silencioso, o câncer ginecológico é infelizmente descoberto em 75% dos casos em estágio avançado. Contudo, alguns sintomas podem indicar que algo está errado com o corpo, por isso, fique de olho se houver:

  • Sangramento vaginal anormal
  • Febre que persiste por mais de 7 dias
  • Inchaço abdominal
  • Gases
  • Dor pélvica ou pressão abaixo do umbigo
  • Dor de estômago
  • Alterações intestinais
  • Mamas sensíveis, com secreção, nódulos, inchaço ou vermelhidão
  • Fadiga
  • Vulva e vagina com feridas, alteração da cor ou bolhas
  • Perda de peso sem motivo (10kg ou mais)

Quanto ao rastreamento dos cânceres ginecológicos, Angelica Nogueira comenta que o Papanicolau é uma maneira de identificar as lesões pré-malignas antecipadamente. “Ele pode ajudar a diagnosticar precocemente o câncer do colo do útero e evitar que o tumor seja encontrado em estágios mais avançados, prejudicando o tratamento e deixando-o mais complexo”. 

Já nos casos de câncer de ovário e endométrio, ainda não existem bons exames de rastreamento precoce. Em casos como esse, o médico pode solicitar exames clínicos ginecológicos, laboratoriais e também de imagem que ajudam a identificar a presença de ascite ou acúmulo de líquidos, além da extensão da doença em mulheres com suspeita de disseminação intra-abdominal. Contudo, se houver suspeita de câncer de ovário, por exemplo, é necessário uma avaliação cirúrgica. 

Além disso, o raio-x ou tomografia computadorizada do tórax pode auxiliar na análise de derrame pleural, metástases pulmonares ou ainda quaisquer outras alterações.
 

Fatores de risco

  • Câncer do colo do útero: HPV, ter tido cinco ou mais partos, HIV, tabagismo e constante troca de parceiros
     
  • Câncer de ovário: menarca precoce (antes dos 12 anos) ou menopausa após os 52 anos, mulheres que nunca tiveram filhos ou que possuam histórico da doença na família.
     
  • Câncer de endométrio: menarca precoce (antes dos 12 anos) ou menopausa após os 52 anos, mulheres que nunca tiveram filhos, idade acima dos 50 anos, obesidade, diabetes, ou que realizaram terapia de reposição hormonal de maneira inadequada após a menopausa.

Prevenção

 

De acordo com a oncologista do Grupo Oncoclínicas, no caso do câncer do colo do útero, a prevenção deve ser realizada através do Papanicolau (a partir dos 25 anos), sendo repetido uma vez por ano por três vezes e, se não houverem alterações, uma vez a cada três anos após esse período, vacinação contra o HPV e uso de preservativos durante a relação sexual. 

"No caso dos cânceres de útero e endométrio, por não existirem exames específicos de rastreamento, é fundamental praticar regularmente exercícios físicos, manter uma dieta equilibrada e, caso seja indicado pelo especialista, o uso da pílula anticoncepcional", comenta a especialista.

 

Tratamento 

O tratamento adequado irá depender do estadiamento das neoplasias e também se existem metástases. "Podem ser recomendadas radioterapia, cirurgia, quimioterapia, braquiterapia, ou ainda a combinação de dois ou mais tratamentos". 

“Não podemos esquecer que quando falamos de prevenção e tratamento, é muito importante buscar por fontes de informação seguras. Na internet, por exemplo, existem diversos boatos que podem impactar de maneira negativa na saúde da população. Por isso, sempre tire as principais dúvidas com um especialista e confirme quaisquer informações recebidas pelas redes sociais antes de compartilhar ou iniciar tratamentos milagrosos. Isso pode trazer consequências graves para os pacientes oncológicos e até mesmo dificultar e agravar o quadro de saúde", finaliza Angélica Nogueira.  



Oncoclínicas&Co
www.grupooncoclinicas.com


Novo estudo alerta para conexão preocupante entre obesidade e doenças cardíacas em mulheres

Pesquisa revela que mais da metade das mulheres acima de 35 anos tem sobrepeso ou obesidade, condições consideradas determinantes para a manifestação de doenças do coração 

 

A obesidade, doença crônica reconhecida pela OMS, é um dos principais fatores que influenciam o surgimento de doenças do coração, e a prevalência dessa condição em mulheres alerta para um grave risco de comprometimento da saúde cardiovascular e geral do público feminino. Dados inéditos da pesquisa Meu Peso, Minha Jornada, conduzida pelo Instituto Datafolha em parceria com a Novo Nordisk, revelaram que mais da metade das mulheres acima de 35 anos tem sobrepeso ou obesidade no Brasil, e representam 54% da população com essas condições no país. Durante a menopausa, as alterações hormonais podem levar a um redirecionamento da distribuição de gordura, resultando em um aumento da gordura abdominal, o que por sua vez pode agravar essas disfunções, destacando a conexão entre múltiplos aspectos da saúde feminina. 

As análises da pesquisa impactam ainda mais ao considerar a relação próxima entre o excesso de peso e as complicações do coração. Isso porque, a obesidade sobrecarrega o funcionamento do órgão e é capaz de alterar seu tamanho e estrutura, ocasionando um aumento da exigência do coração e dificultando o bombeamento sanguíneo. Para as mulheres, ainda que pouco reconhecidas e associadas a esse público, as doenças cardiovasculares são responsáveis por 35% das mortes entre essa população no mundo, segundo a World Heart Federation – WHF (Federação Mundial do Coração). 

Uma nova subanálise do estudo SELECT (Efeitos da Semaglutida nos Desfechos Cardiovasculares em Pessoas com Sobrepeso ou Obesidade), apresentada em setembro deste ano no congresso europeu de obesidade, revelou que a semaglutida 2,4 mg oferece benefícios além da perda de peso. Entre esses benefícios, destacam-se as quedas significativas nos níveis de colesterol LDL, triglicerídeos e pressão arterial — fatores cruciais na prevenção de doenças cardíacas, que resultam em uma melhora notável de diversos indicadores de risco cardiovascular. Além disso, o medicamento para o tratamento de obesidade demonstrou capacidade de reduzir em 20% o risco de morte por causas cardiovasculares, infarto do miocárdio não fatal e/ou AVC não fatal independentemente do sexo. 

Marcela Saturino Caselato, endocrinologista e diretora médica da Novo Nordisk no Brasil, destaca que os resultados do estudo reforçam a importância de tratamentos direcionados para as mulheres. “Nos últimos anos, observamos um avanço significativo no tratamento da obesidade, marcando a chegada de uma nova era, com mais tecnologia e inovação, que permite não só o controle do peso, mas também a proteção cardiovascular dos pacientes. E é necessário um olhar empático à população feminina, visto que as doenças ligadas ao coração podem acometer a saúde da mulher antes mesmo da menopausa, principalmente para aquelas que enfrentam o excesso de peso durante boa parte da vida e apresentam variações físicas e emocionais intensas ao longo dessa jornada. Os resultados do estudo SELECT demonstraram o potencial que a semaglutida 2,4 mg possui de transformar a vida dessas mulheres e de toda população com condições semelhantes, proporcionando muito mais do que uma perda de peso sustentada, como também impactos positivos nos desfechos cardiovasculares e na redução expressiva do risco de desenvolvimento dessas disfunções”. 

A especialista reforça que a obesidade e suas comorbidades correspondem a um dos maiores desafios da saúde, tanto no Brasil quanto globalmente, e impacta de maneira significativa a qualidade de vida e aumento da prevalência de doenças crônicas. A manifestação de uma doença relacionada ao coração em decorrência do excesso de peso é comum e merece acompanhamento, em especial ao público feminino, uma vez que os sintomas de infarto e angina, por exemplo, são diferentes para as mulheres e podem resultar em quadros minimizados e atendimento negligenciado. 

Considerando esse panorama e as opções limitadas de tratamento, a chegada da semaglutida no mercado simboliza um avanço significativo no tratamento e prevenção da obesidade e comorbidades associadas, e proporciona qualidade de vida e longevidade aos pacientes.
 

Insuficiência cardíaca 

As principais complicações cardiovasculares associadas à obesidade incluindo o infarto do miocárdio e a hipertensão arterial, estão diretamente relacionadas ao agravamento do risco de insuficiência cardíaca, criando um ciclo que compromete a saúde do coração. 

Nesse contexto, a obesidade é um fator-chave no desenvolvimento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP), o que pode ser comprovado tendo em vista que cerca de 80% das pessoas que possuem ICFEP, convivem com excesso de peso. Além disso, de acordo com o estudo GBD 2017, a prevalência de insuficiência cardíaca é maior em mulheres do que em homens, o que ressalta a necessidade de tratamentos direcionados que considerem as diferenças biológicas entre os sexos, visando uma abordagem mais eficaz no manejo da saúde cardiovascular. 

Em 30 de agosto de 2024, o The Lancet publicou uma nova análise combinada, a partir de dados de participantes, de pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção levemente reduzida ou insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP), provenientes dos ensaios clínicos randomizados e controlados por placebo: SELECT, FLOW, STEP-HFpEF e STEP-HFpEF DM.1 De acordo com a análise, a semaglutida levou a uma redução de 31% no risco combinado de morte cardiovascular (CV) ou eventos de piora da insuficiência cardíaca (IC), com uma incidência de 5,4% em pacientes que receberam semaglutida em comparação com 7,5% naqueles que receberam placebo.1  

“Considerando a maior incidência de obesidade, os resultados dessa análise combinada são extremamente promissores para a prática clínica, especialmente no manejo de pacientes com sobrepeso ou obesidade, condições já reconhecidas como fatores de risco para doenças cardíacas. Essa relação se intensifica no contexto da menopausa, quando o risco de complicações cardiovasculares aumenta devido a fatores hormonais e ao acúmulo de gordura abdominal”, conclui Caselato. 

 

Sobre a semaglutida 2,4 mg

Trata-se do primeiro e único tratamento para obesidade com benefício e proteção cardiovascular comprovados, além de ser, no País, o primeiro e único análogo semanal do GLP-1 aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratar pessoas que vivem com obesidade e sobrepeso com ao menos uma comorbidade relacionada ao peso1.

Pesquisas clínicas comprovaram que o medicamento apresenta redução média de 17% do peso, sendo que um terço dos pacientes apresentam redução superior a 20%, além de diminuição de 20% no risco de eventos cardiovasculares adversos maiores (MACE, que consiste em morte cardiovascular, infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral não fatal)1. Também já foi comprovado que a redução no risco de MACE ocorre independentemente da perda de peso desses pacientes4, que se mostrou sustentada ao longo de 4 anos5, com relação positiva de risco-benefício e perfil de segurança consistente4.

Todos os produtos da Novo Nordisk da classe GLP-1 são tarja vermelha e por isso só podem ser vendidos sob prescrição médica.
 

Sobre o estudo SELECT (semaglutida 2,4 mg)

O estudo SELECT (Efeitos da Semaglutida nos Desfechos Cardiovasculares em Pessoas com Sobrepeso ou Obesidade) foi um ensaio multicêntrico, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, e orientado por eventos, projetado para avaliar a eficácia e segurança da semaglutida 2,4 mg em comparação com placebo como um complemento ao tratamento padrão para doença cardiovascular, na redução do risco de eventos cardiovasculares adversos maiores em pessoas com doença cardiovascular estabelecida e sobrepeso ou obesidade, sem histórico prévio de diabetes.2

O ensaio, iniciado em 2018, recrutou 17.604 adultos e foi conduzido em 41 países em mais de 800 locais de investigação.2
 

Sobre a pesquisa conduzida pelo Datafolha

Em agosto, a pesquisa do Datafolha encomendada pela Novo Nordisk revelou que a maioria dos brasileiros (59%) está acima do peso (24% com obesidade e 35% com sobrepeso), mas apenas 11% possuem diagnóstico médico confirmado. Ainda entre este público, 61% afirmam que possuem boa saúde e 42% não apontam qualquer condição de saúde relacionada ao excesso de peso.

No total da amostra, 72% dos brasileiros dizem estar satisfeitos com o próprio peso, mas que 63% dizem que gostariam de mudá-lo – 17% querem ganhar e 46% perder peso.

A pesquisa, que teve abrangência nacional, entrevistou 2.012 brasileiros com idade média de 43 anos. A amostra foi desenhada de forma representativa em termos de gênero, classe social e região do país, e conduzida para explorar as percepções dos brasileiros em relação ao sobrepeso e obesidade.
 

 

Novo Nordisk

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Referências

  1. Kosiborod, MN, Deanfield J, Pratley R, et al. Semaglutide versus placebo in patients with heart failure and mildly reduced or preserved ejection fraction: a pooled analysis of the SELECT, FLOW, STEP-HFpEF, and STEP-HFpEF DM randomised trials. The Lancet. Published online: August 30, 2024.
  2. Lincoff AM, Brown-Frandsen K, Colhoun HM, et al. Semaglutide and cardiovascular outcomes in obesity without diabetes. N Engl J Med. 2023; 389:2221-2232.
  3. Kosiborod MN, Abildstrom SZ, Borlaug BA, et al. Semaglutide in patients with heart failure with preserved ejection fraction and obesity. N Engl J Med. 2023; 389:1069-1084.
  4. Kosiborod MN, Petrie MC, Borlaug BA, et al. Semaglutide in patients with obesity-related heart failure and type 2 diabetes. N Engl J Med. 2024;390:1394-1407.
  5. Perkovic V, Tuttle KR, Rossing P, et al. Effects of semaglutide on chronic kidney disease in patients with type 2 diabetes. N Engl J Med. 2024;391:109-121.

 

Como cuidar da saúde em meio às adversidades climáticas

Especialistas alertam sobre os riscos da baixa umidade, calor extremo e poluição atmosférica, oferecendo orientações práticas para minimizar impactos respiratórios e cuidar da pele 

 

O cenário de calor extremo no Brasil, combinado com a baixa umidade do ar, falta de chuva e a poluição atmosférica, especialmente agravada pelas queimadas, representa uma séria ameaça à saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade do ar ideal para o bem-estar humano deve estar acima de 40%, mas em muitas regiões do Brasil, esse nível tem ficado muito abaixo, expondo a população a uma série de riscos.

Segundo o farmacêutico e coordenador do Núcleo de Pesquisa e Inovação do Grupo Farmácia Artesanal, Mário Abatemarco, é essencial que a população adote medidas preventivas para proteger a saúde. “A falta de umidade no ar pode ressecar as vias respiratórias, facilitando a entrada de poluentes e aumentando a incidência de doenças como rinite, bronquite e asma. Para atenuar esses efeitos, é fundamental manter a hidratação constante e umidificar os ambientes internos”, afirma.

Dentre as principais consequências dessas adversidades climáticas, Abatemarco destaca também os impactos na pele. “O ressecamento excessivo da pele também é uma queixa comum durante esse período. Além de beber bastante água e usar filtro solar, é importante utilizar hidratantes específicos e buscar alimentos ricos em água e nutrientes que ajudam a fortalecer o sistema imunológico”, complementa.

Diante desse cenário, é possível encontrar no mercado de farmácias de manipulação produtos personalizados que auxiliam nos cuidados com a saúde, como soluções naturais para hidratação e fórmulas específicas para melhorar a respiração e aliviar os sintomas de alergias, além de cuidados para a pele. A quercetina, por exemplo, é um flavonoide com propriedades anti-histamínicas naturais que pode ser utilizada em associação com a Vitamina C e o Zinco que auxiliam reforçando e regulando a resposta imunológica, o que pode contribuir para o tratamento dos sintomas da rinite e das alergias respiratórias de uma forma geral.


Orientações práticas para minimizar os efeitos do clima seco:

- Hidratação constante: Beba ao menos 2 litros de água por dia.

- Umidificação de ambientes: Utilize umidificadores ou bacias de água para aumentar a umidade do ar em casa.

- Cuidados respiratórios: Use soluções salinas (soro fisiológico) para limpar as vias respiratórias e, caso necessário, consulte um especialista para ajustar medicações.

- Alimentação adequada: Priorize alimentos ricos em água, como frutas, e aqueles que fortalecem o sistema imunológico como ovos, iogurte natural, carnes magras, verduras verdes-escuras.

- Cuidados com a pele: Hidrate a pele regularmente com produtos indicados para o clima seco e use filtro solar. 

“A prevenção é o melhor caminho para evitar complicações. Além dos cuidados básicos, é importante estar atento aos sinais do corpo e buscar orientação profissional sempre que necessário”, finaliza Mário Abatemarco.



SBGG reforça a importância do Calendário da Vacinação Idoso 60+

 No Dia Nacional da Vacinação, Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia destaca a eficácia das vacinas para a saúde dos idosos

 

Data comemorativa para ressaltar a importância das vacinas no controle de doenças e na prevenção de epidemias, 17 de outubro é o Dia Nacional da Vacinação. Este é um assunto tão importante que, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), as vacinas salvam a vida de cerca de três milhões de pessoas todos os anos. 

No Brasil e no mundo, muitas doenças deixaram de ser um problema de saúde pública graças à vacinação em massa da população. Sarampo, poliomielite, rubéola, tétano e coqueluche são alguns exemplos de doenças que eram comuns antigamente e que hoje já não atingem mais as pessoas. Há quatro anos, com a pandemia da Covid-19, a importância da vacinação ficou ainda mais latente. O fato é que á vacinação está presente durante toda a vida da pessoa; do nascimento a vida adulta, sendo de extrema importância para os idosos. Para se ter ideia, o País concentra atualmente uma população de mais de 32 milhões de pessoas acima dos 60 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a vacina previne doenças comuns nessa etapa da vida, como pneumonia e a influenza. 

A Comissão de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), possui o Calendário de Vacinação Idoso 60+, um guia completo para garantir a saúde e a proteção a esse grupo tão importante da sociedade. O documento conta com orientações sobre doses, intervalos e aplicação das vacinas necessárias para os idosos, bem como informações importantes sobre contraindicações e efeitos colaterais. 

De acordo com as entidades médicas, a imunização é essencial para agregar prevenção à saúde da pessoa idosa e imunizá-la contra doenças potencialmente graves, cujas complicações podem levar a hospitalizações, aumentando, inclusive, o risco de mortalidade. 

A presidente da Comissão de Imunização da SBGG, Dra. Maisa Kairalla, destaca a necessidade da vacinação em pessoas idosas e reforça o empenho da comissão em possuir um calendário moderno e atualizado: “As vacinas são inegavelmente uma das maneiras que temos para promover o envelhecimento melhor às pessoas. Nos dedicamos em ter um calendário moderno atualizado, que engloba diversas vacinas, aquelas que estão no Programa Nacional de Imunização e outras, para que tenhamos um envelhecimento saudável com melhor qualidadede vida". 

O download do calendário está disponível no site da SBGG.



Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - SBGG


Pesquisa revela que lente de contato dental é um dos tratamentos estéticos bucais mais procurados pelos brasileiros

Especialista esclarece alguns mitos sobre o procedimento e destaca a importância das lentes de contato dental na autoestima das pessoas.

 

Nos últimos anos, as lentes de contato dental têm se consolidado como uma solução inovadora e eficaz para transformar sorrisos e autoestima. Segundo uma pesquisa da Academia Americana de Odontologia Cosmética (American Academy of Cosmetic Dentistry), a estimativa é que o mercado mundial de lente de contato dental possa atingir US$2,30 bilhões até 2028. No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, a colocação de lente de contato dental está entre os três procedimentos de estética bucal mais procurados atualmente.

Esses finos revestimentos de porcelana, aplicados sobre os dentes naturais, têm se tornado uma opção para quem busca um sorriso mais estético sem a necessidade de procedimentos invasivos. Renato Ayub, dentista referência em harmonização facial e lente de contato dental e sócio-proprietário da Clínica Ayub, explica que esse procedimento é projetado para corrigir imperfeições como dentes descoloridos, desgastados, desalinhados ou com pequenas fraturas. “A principal vantagem dessas lentes é a capacidade de proporcionar um sorriso mais harmonioso e brilhante com um procedimento minimamente invasivo”, destaca.


O impacto das lentes de contato dentais na autoestima

Um sorriso bonito pode ter um impacto significativo na autoestima de uma pessoa. Estudos mostram que a aparência dos dentes está fortemente ligada à percepção que temos de nós mesmos e ao modo como somos percebidos pelos outros. “Para muitas pessoas, um sorriso esteticamente agradável não é apenas um símbolo de beleza, mas também um reflexo de confiança e bem-estar, trazendo mais segurança e autoestima às pessoas”, pontua Ayub.

A transformação que as lentes de contato dentais proporcionam vai além da estética. Ayub revela que pacientes relatam uma melhora significativa na sua confiança e autoestima após a aplicação das lentes. “A possibilidade de sorrir sem constrangimentos e o impacto positivo na vida social e profissional são alguns dos benefícios mais valorizados”.


Mitos sobre lente de contato dental

  1. Lentes causam desgaste dos dentes: Ayub esclarece que os métodos modernos para aplicação de lentes de contato dentais são projetados para preservar a estrutura natural dos dentes. "O desgaste é praticamente inexistente, exigindo apenas pequenos ajustes para um melhor encaixe das lentes. O tratamento é rápido, indolor e não causa danos aos dentes", afirma.
  2. É um procedimento permanente e irreversível: Embora as lentes de contato dentais sejam feitas de materiais altamente duráveis, Ayub destaca que elas não são permanentes. "Caso necessário, as lentes podem ser removidas e substituídas sem comprometer a integridade dos dentes naturais", explica.
  3. Lentes causam sensibilidade dentária: Ayub reforça que as lentes de contato dentais não causam sensibilidade nos dentes. "Na verdade, as lentes podem ajudar a reduzir a sensibilidade, atuando como uma barreira protetora para a superfície do dente", afirma.
  4. Só casos estéticos adequam-se à colocação das lentes: O especialista também refuta o mito de que as lentes de contato dentais são adequadas apenas para pequenas imperfeições. "Elas podem ser utilizadas para corrigir uma ampla gama de problemas estéticos, desde leves imperfeições até casos mais complexos, como dentes desalinhados ou manchas severas", ressalta Ayub.
  5. Exige cuidados e manutenções complexas: Ayub assegura que as lentes de contato dentais requerem os mesmos cuidados básicos que os dentes naturais. "A escovação regular, o uso de fio dental e as visitas periódicas ao dentista para exames de rotina são suficientes para manter as lentes em boas condições", conclui.
  6. Aparência artificial: Ayub afirma que as lentes de contato dentais são projetadas para ter uma aparência o mais natural possível. "Elas replicam o brilho e a aparência dos dentes naturais, garantindo um sorriso estético e discreto".

Embora as lentes de contato dentais ofereçam muitos benefícios, é importante que a decisão de as utilizar seja bem ponderada. Consultar um dentista especializado e referência no assunto é fundamental para garantir que o tratamento seja adequado e que os resultados sejam os esperados. “A transformação proporcionada pelas lentes de contato dentais é mais do que uma questão estética; trata-se de um investimento na confiança e no bem-estar pessoal. Para aqueles que buscam um sorriso renovado e um impulso na autoestima, essa pode ser a solução ideal”, conclui o especialista.

 

Hepatologista Esclarece Impactos de Erro no Protocolo de Segurança em Transplantes após Casos de Contaminação por HIV

 

Após erro no protocolo de transplantes, seis pacientes contraíram HIV. Dra. Patrícia Almeida, hepatologista do Hospital Israelita Albert Einstein, esclarece que o sistema de transplantes no Brasil é seguro, com triagens rigorosas para evitar a transmissão de doenças, e explica como o manejo desses casos deve ser feito.



Na última semana, foi noticiado que seis pacientes contraíram HIV após um erro no protocolo de segurança de órgãos para transplante. Esse incidente grave reacendeu discussões sobre a segurança nos processos de triagem e transporte de órgãos, além de gerar dúvidas entre a população sobre a segurança do protocolo e como minimizar os riscos de infecção.

No Brasil, pessoas que vivem com HIV não podem ser doadoras de órgãos, exceto em casos especiais onde o receptor também seja HIV positivo. Uma medida de proteção para garantir a segurança dos receptores. A triagem pré-transplante é composta por exames obrigatórios para doenças transmissíveis, como HIV, hepatites B e C, sífilis e outras infecções, e casos como este indicam falhas pontuais que devem ser investigadas para prevenir ocorrências futuras.

Dra. Patricia Almeida, hepatologista do Hospital Israelita Albert Einstein explica que "O diagnóstico de HIV em um paciente transplantado exige uma abordagem imediata e multidisciplinar. A triagem pré-transplante inclui exames para doenças transmissíveis, e qualquer falha nesse processo pode ter consequências sérias. É fundamental que todos os protocolos de segurança sejam seguidos de forma criteriosa, mas devemos lembrar que o sistema brasileiro de transplantes tem altos índices de segurança e eficiência."

A especialista também explica que o manejo do paciente transplantado com HIV envolve cuidados precisos para controlar a infecção e preservar o funcionamento do órgão transplantado. "O controle do HIV em pacientes transplantados requer uma coordenação entre infectologistas, imunologistas e a equipe responsável pelo transplante para garantir a saúde do paciente e o sucesso do transplante," conclui.


Esclarecimentos Importantes:


Como é feita a triagem de órgãos?

A triagem envolve testes rigorosos, incluindo exames sorológicos e moleculares, como o PCR, para identificar vírus como HIV, hepatite B e C, entre outros. Essa triagem visa proteger tanto o receptor quanto o doador, garantindo a compatibilidade e a viabilidade do transplante.


O que fazer após um diagnóstico de HIV em um paciente transplantado?

O tratamento antirretroviral (TARV) deve ser iniciado ou ajustado imediatamente, levando em consideração a interação dos medicamentos com os imunossupressores usados para prevenir a rejeição do órgão. A equipe multidisciplinar deve monitorar a função do órgão transplantado e o status imunológico do paciente.

 

Quais são as medidas preventivas contra infecções oportunistas?

Pacientes transplantados e com HIV são mais suscetíveis a infecções oportunistas, como Pneumocystis jirovecii e citomegalovírus (CMV). Profilaxias são frequentemente recomendadas para evitar complicações adicionais.

Dra. Patricia Almeida ressalta que, apesar do incidente, é importante não desmotivar a doação de órgãos, uma prática que salva milhares de vidas anualmente no Brasil. "É fundamental que continuemos incentivando a doação e aprimorando os protocolos para garantir segurança máxima aos receptores," conclui a médica.

 

Dra. Patricia Almeida - CRM SP 159821. Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (2010). Residência Médica em Clínica Médica no Hospital Geral Dr César Cals em Fortaleza-CE- (2011-12). Residência em Gastroenterologia no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo-(USP RP) (2013/15). Aprimoramento em Hepatologia no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP RP)- (2016). Aprimoramento em Transplante de fígado no Hospital das clínicas da Universidade de São Paulo (USP RP) (2017). Observership no Jackson Memorial Hospital em Miami/EUA 2017. Doutorado em Hepatologia no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Título de Especialista em Gastroenterologia pela FBG Título em Hepatologia pela SBH. Hepatologista do Hospital Israelita Albert Einstein



Cinco dicas para saborear doces sem comprometer a saúde bucal

 

Escovação, fio dental e enxaguante bucal são fundamentais para uma higiene completa após o consumo das guloseimas

 

Em outubro o consumo de doces está em alta pela comemoração de duas datas especiais: o Dia das Crianças e o Halloween. Com isso, tanto a saúde bucal das crianças quanto dos adultos pode ser prejudicada, sendo o surgimento de cáries um dos principais riscos durante esse período. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 12 milhões de brasileiros procuram dentistas anualmente, destacando a importância de cuidados preventivos com a saúde bucal. 

A dentista Fernanda Marur, coordenadora técnica da Oral Sin, orienta que a prevenção é sempre o melhor tratamento, e que é possível manter uma alimentação doce sem abrir mão da saúde bucal. Abaixo seguem cinco dicas da especialista para que essas datas possam ser comemoradas com tranquilidade e sorrisos saudáveis.


1- Atenção aos tipos de doces: O açúcar presente nos doces industrializados é praticamente o mesmo em todos, mas o alerta maior vai para os doces mais pegajosos, como balas, chicletes e pirulitos. Esses doces tendem a ficar mais aderidos à superfície dentária, dificultando sua remoção e aumentando o risco de cáries. Ao optar por guloseimas, prefira aquelas que são menos propensas a grudar nos dentes.

 

2- Hidrate-se após o consumo: Uma dica simples e eficiente é beber bastante água após a ingestão de doces. Além de hidratar, a água auxilia na remoção dos resíduos de açúcar que ficam nos dentes. A ingestão de água é uma aliada importante para minimizar os danos causados pelo açúcar, especialmente quando a escovação imediata não é possível.

 

3- Higienização frequente e eficaz: A escovação dos dentes deve ser feita sempre após as refeições e, em especial, após o consumo de doces. Os dentes das crianças são mais frágeis, e a anatomia dos dentes de leite favorece a retenção de resíduos, exigindo maior cuidado dos responsáveis. O ideal é que os pais supervisionem ou ajudem na escovação, principalmente à noite, antes de dormir. Durante o sono, a produção de saliva diminui, tornando o ambiente bucal mais propenso à desmineralização, ponto de partida para a cárie.

 

4- Escovação, fio dental e enxaguante bucal: Além da escovação, o uso do fio dental e enxaguante bucal são fundamentais para uma higiene completa. Esses aliados complementam a ação da escova, garantindo que os resíduos de açúcar não fiquem presos entre os dentes e que as áreas de difícil acesso sejam adequadamente limpas.

 

5- Mantenha as visitas regulares ao dentista: A frequência de consultas ao dentista não precisa ser aumentada durante os meses de maior consumo de doces, mas é fundamental que os pais não relaxem nos cuidados diários. Mais importante do que aumentar as idas ao consultório é garantir a correta higienização em casa. Além disso, durante as consultas regulares, o dentista pode indicar a aplicação de flúor ou selantes, que ajudam a prevenir cáries.

  

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Como amenizar a insônia e sua relação com transtornos psiquiátricos


A insônia, caracterizada pela dificuldade em iniciar ou manter o sono, é um problema cada vez mais comum e com sérias consequências para a saúde. Pesquisas indicam que a falta de sono pode agravar transtornos como ansiedade e depressão, criando um ciclo vicioso que prejudica o bem-estar. 

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera o ranking mundial em casos de ansiedade. Além disso, um estudo da Fiocruz revela que 72% da população brasileira sofre com algum tipo de distúrbio do sono. 

A nutricionista Priscila Gontijo, coordenadora do Science Hub Puravida, alerta para os perigos da privação do sono. “A falta de sono pode intensificar os sintomas de doenças mentais, como a ansiedade e a depressão. Isso ocorre porque o sono é fundamental para a regulação hormonal e a saúde mental”, explica a especialista. 

Segundo Priscila, quando não dormimos o suficiente, o corpo não consegue restaurar adequadamente o sistema nervoso, o que pode afetar os níveis de serotonina e melatonina, neurotransmissores importantes para o humor e o ciclo do sono. 


Como a insônia interfere em transtornos psiquiátricos? 

A falta de sono, ou insônia, é um problema cada vez mais comum e pode ter consequências graves para a saúde mental. Um estudo recente realizado pela Puravida, empresa especializada em nutrição e bem-estar, revela que a insônia não apenas agrava condições como ansiedade e depressão, mas também pode desencadear crises em transtornos mais complexos, como a bipolaridade. 

A privação do sono afeta diretamente a capacidade de concentração, aumenta a irritabilidade e diminui a motivação, intensificando os sintomas de quem já sofre com algum transtorno mental. Essa relação entre sono e saúde mental é complexa e exige atenção, pois a falta de descanso pode criar um ciclo vicioso, dificultando ainda mais o tratamento de condições psiquiátricas. 

Blue Calm: um aliado natural para melhorar o sono e o bem-estar 

Uma alternativa saudável para amenizar os efeitos da insônia é a utilização de suplementos naturais, como o Blue Calm da Puravida. Um suplemento natural inovador, especialmente desenvolvido para promover um relaxamento de qualidade.  
 
Com o tom azul natural da spirulina e magnésio, o Blue Calm foi desenvolvido para apoiar o funcionamento neuromuscular e melhorar o equilíbrio dos eletrólitos. Contendo uma fórmula completa de compostos ativos, como magnésio, triptofano e taurina, além de um exclusivo blend de ingredientes botânicos, este produto foi cuidadosamente elaborado para promover a qualidade do sono. 

"O Blue Calm pode ser tomado quente ou frio, misturado com leite, bebidas vegetais ou até suplementos proteicos, oferecendo flexibilidade para diferentes paladares e rotinas", explica Priscila Gontijo. "É ideal para a rotina de sono, ajudando o corpo a relaxar e preparar-se para uma noite de descanso mais profundo e reparador." 


Dicas saudáveis para amenizar a insônia 

A nutricionista Priscila Gontijo, coordenadora do Science Hub Puravida, destaca que o uso do Blue Calm, aliado a hábitos saudáveis, podem ajudar a amenizar a insônia de forma natural: 

  1. Manter uma rotina de sono regular: "Ir para a cama e acordar no mesmo horário todos os dias ajuda a regular o ciclo circadiano", afirma Priscila. 
  1. Evitar cafeína e álcool à noite: a cafeína, presente no café, chá preto e refrigerantes, e o álcool podem interferir na qualidade do sono. 
  1. Alimentos ricos em triptofano: Priscila sugere alimentos como banana, abacate e castanhas, que são fontes de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem-estar e ao sono. 
  1. Praticar exercícios físicos regulares: preferencialmente no período da manhã ou tarde, ajudam a reduzir o estresse e a melhorar a qualidade do sono. 
  1. Relaxamento antes de dormir: meditação, respiração profunda e práticas de relaxamento podem ajudar a acalmar a mente antes do sono. 

 

Puravida
www.puravida.com.br

 

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