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sexta-feira, 11 de março de 2022

"Sobre Monstros" traz diálogos entre as obras de cinco artistas e uma dupla

Distorções Análolgas. Na Língua e na Faca.
Divulgação.
Exposição pode ser vista na LONA Galeria, em São Paulo, entre 12 de março e 7 de maio 

 

A LONA Galeria inaugura no dia 12 de março, às 13h, a mostra “Sobre monstros”, que reúne trabalhos de cinco artistas e uma dupla, na Barra Funda, em São Paulo. A exposição gratuita tem curadoria de Sylvia Werneck, que convidou os artistas Gabriel Pessoto e Gabriel Torggler, representados pela LONA, a indicarem artistas cuja produção dialogasse com a deles em termos conceituais ou formais. O conjunto traz representações múltiplas que se revelam em desenhos, pinturas, obras têxteis e instalações. A mostra pode ser visitada até o dia 7 de maio.  

Segundo Sylvia, o evento tem uma proposta curatorial semi-horizontalizada. “Com o conjunto definido, emergiram questões que perpassam as pesquisas do grupo: o estranho, o bizarro, o que foge às convenções e aquilo que nos amedronta. Dos pesadelos às criaturas fantásticas, passando por convenções sociais opressivas e pulsões inconfessáveis, os monstros se manifestam de diferentes maneiras”, disse. 

A dupla distorções análogas, formada por LDVC DMNQ e , como assinam os artistas Vinícius Chavarria e Caroline Fernandes, constrói seus desenhos simultaneamente, um processo “frankensteinista” porque coloca subjetividades e mesmo seus corpos em estado de negociação constante.  

Gabriel Pessoto confronta os universos do ambiente doméstico e da pornografia através de estratégias que demandam um olhar atento para captar as ironias do processo criativo. Gabriel Torggler apresenta obras recentes com materiais de construção civil, habitadas por criaturas em transição entre a figuração e a abstração.  

Os têxteis de Luciana Monteiro falam de um universo feminino sob a perspectiva das sombras que o ameaçam, como o machismo estrutural, e as sombras internas que resistem às regras comportamentais. Apropriando-se de imagens de acervos, Marina Woisky executa impressões distorcidas na fronteira entre o bi e o tridimensional. Wagner Olino se vale do grotesco para expressar medos íntimos e coletivos em composições que buscam desconstruir o cânone e afirmar a feiura como resistência.  

 

Serviço: 

LONA – Exposição “Sobre Monstros”

Artistas

distorções análogas

Gabriel Pessoto 

Gabriel Torggler

Luciana Monteiro

Marina Woisky

Wagner Olino

 

Local: Rua Brigadeiro Galvão, 990

Abertura: 12/3/22, às 13h

Entrada gratuita 

Encerramento: 7/5/2022

Horário de Visitação: de quarta-feira a sábado, das 13h às 17h


SÉRIE CONCERTOS CRIPTA DA CATEDRAL DA SÉ ESTÁ DE VOLTA EM 2022

  

Primeiras apresentações gratuitas no ano acontecerão em março, abril e maio. Jovens talentos e musicistas consagrados estão entre as atrações.

 

 

Série de apresentações na centenária Cripta da Catedral da Sé é realizada a partir da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federa e tem patrocínio do Tecnobank 

No sábado, 12 de março, o Quarteto Benedictus abre a programação dos Concertos Cripta em 2022. O grupo apresentará a capella uma série de peças que explorará a sonoridade da centenária Cripta da Catedral da Sé. Nove Ave-Marias de épocas distintas serão executadas pelo jovem quarteto. Entre os compositores estão: Jacob Arcadelt (1507 - 1568), Thomás Luis Victoria (1548 - 1611), Ignazio Donati (1570 - 1638), Camargo Guarnieri (1907 - 1993) e Villa Lobos (1887 - 1959). O concerto terá tradução simultânea em LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. 

Quarteto Benedictus é composto por soprano (Joyce Bastos), contratenor (Cássio Pereira), tenor (David Medrado) e Leonardo Marques (Barítono). O grupo é originário do Núcleo de Desenvolvimento de Carreira da EMESP Tom Jobim.

Para 2022 os Concertos Cripta seguirá alternando performances de jovens talentos com nomes já consagrados. Assim, em 30 de abril será a vez das cantoras líricas Marly Montoni e Juliana Taino apresentarem duetos e arias de grandes óperas de Verdi, Puccini, Mozart e outros. Soprano e mezzo-soprano, respectivamente, ambas têm presença de destaque em montagens de alguns dos principais palcos do Brasil como: Teatro Municipal de São Paulo, Praça das Artes de Belo Horizonte e Teatro da Paz, de Belém. Luciana Simões – doutora em Piano Colaborativo pela The University of Southern Mississippi (EUA) - se apresentará acompanhando as cantoras.  

“Dada a dimensão intimista da Cripta, será uma oportunidade bastante especial para o público ver e ouvir de muito perto essas grandes intérpretes”, afirma Camilo Cassoli, diretor geral da série Concertos Cripta. “Essa proximidade não é possível nem nos melhores lugares das principais salas de concerto. Com certeza o público irá se emocionar com a técnica dessas intérpretes”, complementa. 

No mês de maio, dia 21, será a vez do Quarteto da São Paulo Chamber Soloist apresentar-se no espaço que fica abaixo do altar-principal da Catedral da Sé. Formado por dois violinos (Alejandro Aldana e Matthew Thorpe), viola (Gabriel Marin) e violoncelo (Rafael Cesário), o grupo traz um recorte da camerata de cordas criada em 2020. No repertório estarão peças de Arturo Márquez, Radamés Gnatalli e Antonin Dvorák. 

 

INGRESSOS GRATUITOS – Os concertos, realizados aos sábados às 16 horas, tem ingressos gratuitos distribuídos a partir das 15 horas, ao lado da Secretaria da Catedral da Sé (à direita do altar principal). São 70 ingressos distribuídos ao público por apresentação.

Realizada a partir do PRONAC 185199, a Série Concertos Cripta tem 30% das apresentações com tradução em LIBRAS. Mapa tátil, guia de visita audiodescrita e folder em braille são disponibilizadas pelo projeto, além de barras de acesso nas escadas e assentos reservados para idosos, obesos e deficientes.  


A SÉRIE CONCERTOS CRIPTA – Inicialmente concebido como parte das comemorações dos 100 anos da Cripta da Catedral da Sé, os Concertos Cripta já apresentaram 36 diferentes atrações. Espaços da Catedral que nunca tinham sido abertos ao grande público receberam as atrações, todas com acesso gratuito e transmissão ao vivo por canais do projeto nas redes sociais ( /concertoscripta ) e indicados em www.concertoscripta.com.br

Já se apresentaram nos Concerto Cripta grandes nomes e jovens talentos da música instrumental e do canto coral brasileiros como: Laércio de Freitas, Clara Sverner, Alessandro Penezzi, Caixa Cubo Trio, Duo Siqueira Lima, Pastoras do Rosário, Chico Brown, Salomão Soares, Quarteto Mundana Refugi, Coro Sinfônico de Goiânia e outros.

 

A CRIPTA DA CATEDRAL DA SÉ - Centenária, a cripta da Catedral da Sé de São Paulo foi inaugurada no dia 16 de janeiro de 1919 – seis anos após o início da construção do atual templo e oito anos após a demolição da antiga Sé. 

Capela subterrânea que abriga 30 câmaras mortuárias, a cripta fica 7 metros abaixo do nível da praça da Sé. Acessível por duas escadas localizadas nas laterais do altar-mor e presbitério da Catedral, a cripta tem 365 metros quadrados e foi projetada em formato de cruz. Na nave central, atrás das escadas, estão localizados os túmulos do Padre Diogo Antonio Feijó, regente do Império do Brasil entre 1835 e 1837, e do índio Tibiriçá, cacique da tribo tupiniquim que habitava a região de Piratininga na chegada dos portugueses, em 1554. 

Além dos restos mortais de todos os bispos da fase diocesana de São Paulo (entre 1745 e 1908, quando a cidade ainda fazia parte da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro), está sepultado na cripta da catedral o Padre Bartolomeu de Gusmão, que inspirou um dos personagens principais do livro “Memorial do Convento”, do escritor português José Saramago. Acusado de bruxaria por seus contemporâneos e denunciado à Inquisição, Padre Bartolomeu é considerado o inventor do balão de ar quente.


Maria Thereza e Dener estreia em março no Teatro Eva Her

Crédito Priscila Prade


Espetáculo de José Eduardo Vendramini, livremente inspirado na obra de Wagner William, retrata amizade entre o estilista e a então primeira-dama do Brasil, tendo como pano de fundo a Ditadura Militar e o exílio da família Goulart

 

 

A pouco conhecida trajetória da célebre primeira-dama Maria Thereza Goulart, esposa do ex-presidente João Goulart (1919-1976), e sua amizade com o famoso estilista Dener Pamplona de Abreu são retratadas em Maria Thereza e Dener, que estreia no dia 16 de março no Teatro Eva Herz, onde segue em cartaz até 28 de abril. As apresentações acontecem às quartas e quintas-feiras, às 20h.

 

Com idealização da atriz Angela Dippe, que divide a cena com Thiago Carreira, a adaptação teatral deJosé Eduardo Vendramini é livremente inspirada no livro de Wagner William Uma Mulher Vestida De Silêncio - A Biografia De Maria Thereza Goulart (Editora Record, 2019).

 

O jornalista conseguiu reunir relatos inéditos sobre a vida pessoal da primeira-dama a partir do acesso ao diário dela e de uma longa série de entrevistas feitas em 11 anos com a biografada e centenas de familiares, antigos funcionários, amigos e inimigos políticos. Esses fatos pessoais se misturam ao nefasto cenário político estabelecido no Brasil durante a época da Ditadura Civil-Militar (1964-1985), acompanhado por Maria Thereza durante o exílio da família no Uruguai. 

 

“A maneira como o Wagner conta essa história é muito leve e envolvente. O fato de ser uma biografia feminina também me chamou muita atenção. A ideia de um recorte ficcional juntando Maria thereza e Dener me pareceu uma maneira interessante de colocar esta história no palco e falar de moda, imprensa, fofocas, amizade e saudade, tendo como fundo esse momento histórico tão dramático”, conta a atriz Angela Dippe, sobre como teve a ideia de levar a obra para o palco.

 

A Trama 

A bela e sincera amizade entre Maria Thereza e Dener é usada em cena como um artifício para que o público possa revisitar historicamente a política brasileira desse período turbulento e pensar em suas consequências para o país até hoje. 

 

A jovem esposa do presidente João Goulart precisa de um costureiro-estilista de grande nível. E ele, atrevido, logo se oferece para o cargo. Além de costureiro particular, Dener se torna conselheiro e preparador de Maria Thereza para a vida social obrigatória e digna da jovem primeira-dama mais bonita do mundo, frequentemente comparada a Jacqueline Kennedy. 

 

Ao longo dos anos, Maria Thereza revela grandes mudanças: de jovem despreparada para a vida política brasileira a esposa participativa e influente do presidente João Goulart, que está em vias de ser deposto e vê a renúncia como a única forma para não haver tumulto, violência, guerra civil e derramamento de sangue no país. 

 

“Ao colocar dois atores em cena, pretendi não só fazer alguma síntese possível daquele extenso período, como também elogiar a lealdade e a amizade entre duas figuras ímpares da história do nosso país. Ela, nossa primeira-dama mais bonita, que evoluiu da ingenuidade própria da juventude para o duro amadurecimento trazido pelo longo exílio; ele, talentosíssimo criador da moda brasileira, grande nome nacional e internacional, consumido precocemente por seu enorme brilho pessoal”, revela o autor José Eduardo Vendramini.

 

Ainda de acordo com o dramaturgo, a peça também trata de temas como “a amizade incondicional, a lealdade entre pessoas afins, a peculiaridade da política nacional e latino-americana na década de 1960, da qual ainda somos herdeiros”.

 

“Trazer para os palcos a história de Maria Thereza e Dener não é só narrar um lindo e marcante encontro, entre a ex-primeira-dama do Brasil e seu estilista, mas sim, contar a profunda e verdadeira amizade que havia entre os dois. Por meio de um recorte cênico, um estúdio/atelier moderno e arrojado, dois atores que se encontram para dar vida a estes personagens, recriaremos através dos objetos, dos figurinos, da iluminação e sonoplastia, a atmosfera dos anos 60”, acrescenta o diretor Ricardo Grasson sobre a encenação.

 

A trajetória de Maria Thereza Goulart

Filha de imigrantes italianos, Maria Thereza Goulart nasceu em São Borja (RS) e carregou o signo da mudança em sua jornada. Antes dos 15 anos, já havia morado em quatro cidades diferentes. Durante suas férias de verão em São Borja, a adolescente recebeu uma missão: teria de entregar uma correspondência ao empresário e político João Goulart. 

 

Catorze anos depois daquela tarde, agora já casada com o Presidente da República e com dois filhos pequenos, a senhora Goulart enfrentaria a mudança mais atribulada não apenas de sua vida, como também de uma nação. Ela se viu obrigada a fazer uma mala às pressas e embarcar com os filhos em um avião que decolou de uma pista improvisada na Granja do Torto, em Brasília, com destino ao Uruguai. Um golpe cívico-militar derrubava o governo de seu marido. 

 

Começava o exílio que só terminaria, para ela, depois que a profecia de Jango, feita em abril de 1964, se cumprisse: “Vais voltar viúva e com um neto no colo”. Sem ter como se defender, ela se tornou alvo de pesadas campanhas difamatórias promovidas pelos inimigos políticos de seu marido. 

Impedida de comparecer ao velório da mãe sob a ameaça de ser presa, chorou a perda num cais à margem do rio que separa a Argentina da cidade onde nasceu. Fatos como esse não foram notícia nos jornais, enquanto mentiras sobre compras milionárias de roupas passaram a estampar as páginas dos diários brasileiros. Cansada da imagem que se via obrigada a passar quando era primeira-dama, decidiu enfrentar o assédio da imprensa até explodir num telegrama destinado ao jornal Diário Carioca. Mandou um recado claro aos colunistas sociais: “me esqueçam”. 

 

Ficha Técnica: 

Texto: José Eduardo Vendramini. Livremente inspirado no livro "Uma Mulher Vestida de Silêncio", de Wagner William. Direção: Ricardo Grasson. Com Angela Dippe e Thiago Carreira. Cenografia: Ricardo Grasson. Desenho de Som: Chuck Hipolitho e Thiago Guerra. Desenho de luz: Gabriele Souza. Figurinos e adereços: Rosângela Ribeiro. Visagismo: Dicko Lorenzo. Assistente de Direção: Heitor GarciaBuckup. Maquiagem e Camarim: Edgar Cardoso Comunicação Visual: Lucas Sancho. Cenotécnico: Rafael Boese. Produção: NOSSO Cultural e Maria Flores Produções Culturais. Direção de produção: Ricardo Grasson. Produção Executiva: Heitor Garcia e Carol Centeno. Assistente de produção: Bruno Fidalgo. Operação de Som: Chuck Hipolitho. Operação de Luz: Jorge Leal. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli. Fotos: Priscila Prade. Idealização: Angela Dippe.

 

Serviço:

MARIA THEREZA E DENER 

De José Eduardo Vendramini

De 16 de março a 28 de abril - Quartas e quintas, às 20h.

Classificação: 12 anos.

Duração: 70 minutos.

Ingressos: R$50 e R$25.

Vendas Sympla.com.br

 

Teatro Eva Herz – Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2073, Cerqueira César, 168 lugares. 

Bilheteria aberta somente nos dias de espetáculo, duas horas antes da atração. 

Informações para imprensa:

Adriana Balsanelli

 11 99245 4138


Março lilás e amarelo alerta para saúde feminina

Campanha Março Lilás e Amarelo alerta para a saúde íntima da mulher

Divulgação


Campanhas com cores buscam chamar a atenção para o câncer de colo do útero e para a endometriose. Especialistas alertam sobre as doenças

 

Dentre as cores da saúde, este mês ganha duas para alertar sobre a saúde feminina: o março lilás e o amarelo abordam o câncer de colo do útero e a endometriose, respectivamente. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), excluindo o câncer de pele não melanoma, o câncer de colo do útero é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. 

Também chamado de câncer cervical, a doença é causada pela infecção persistente por alguns tipos de HPV (sigla em Inglês para Papilomavírus Humano). A ginecologista oncológica Nayara Portilho, que atende no centro clínico do Órion Complex, explica que o câncer de colo do útero possui desenvolvimento lento. “Ele pode não apresentar sintomas na fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual; secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais”. 

A especialista revela que entre os fatores de risco para o câncer de colo do útero está o início precoce da atividade sexual, múltiplos parceiros, tabagismo e uso prolongado de pílulas anticoncepcionais. Contudo, é possível prevenir a doença. “A vacina contra o HPV está disponível para meninas de 9 a 14 anos e para meninos de 11 a 14 anos. O uso de preservativos protege parcialmente, pois o contágio também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal. E as mulheres a partir dos 25 anos devem fazer o exame preventivo Papanicolau”, detalha Nayara Portilho. 

A médica destaca que entre os tratamentos para o câncer de colo do útero estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. “O tipo de tratamento dependerá do estágio de evolução da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade da paciente e desejo de ter filhos”. Nayara ressalta ainda a campanha março lilás: “a conscientização sobre os exames preventivos no diagnóstico precoce das lesões e da vacina do HPV é importante. O câncer de colo do útero, em sua maioria, é prevenível, basta ter acesso e informação”. 

 

Março Amarelo

Já a endometriose atinge cerca de 180 milhões de mulheres em todo o mundo, sendo 7 milhões apenas no Brasil, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença inflamatória e crônica é causada por células do endométrio (tecido que cobre a parte interna do útero), que em vez de serem eliminadas com a menstruação, se movimentam para outras partes do corpo, como os ovários ou mesmo a cavidade abdominal, onde se multiplicam e voltam a sangrar. Em maio, a OMS reconheceu a endometriose como um problema de saúde pública para que isso favoreça o desenvolvimento de políticas e ações para seu diagnóstico e tratamento. 

Para ressaltar a doença, o mês de março também ganha a cor amarela. “O objetivo é alertar as mulheres sobre a importância da realização de exames preventivos e diagnósticos com intuito de evitar o desenvolvimento da doença em suas formas graves, que muitas vezes pode causar dor pélvica e infertilidade e em outras ocasiões, complicações intestinais e urinárias”, destaca a ginecologista Rosane Figueiredo Alves, que também atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia. 

Ela explica que as principais manifestações clínicas da endometriose são cólicas intensas, dor pélvica crônica e dificuldade para engravidar em mulheres na fase reprodutiva, geralmente entre 25 e 35 anos. “A doença é mais frequente em mulheres que ainda não tiveram filhos, naquelas que apresentaram menarca (primeira menstruação) precoce, nas quais possuem maior exposição estrogênica e nas pacientes com histórico familiar de endometriose”, detalha a médica sobre os fatores de risco. 

Rosane Figueiredo revela que a escolha do tratamento depende da gravidade dos sintomas, da extensão e localização da endometriose e do desejo de gravidez. “Para o controle da dor indica-se o bloqueio do ciclo menstrual. A indução da ovulação isolada ou associada à inseminação intrauterina (IIU) é o tratamento para infertilidade. A cirurgia é indicada para as pacientes que apresentam dor e não melhoram com tratamento hormonal, que apresentam cistos ovarianos volumosos e/ou endometriose profunda com risco de obstrução intestinal ou de ureter”.


Aumento do consumo da maconha na adolescência: quais os danos?

Antes de tudo, é importante lembrar que uma coisa é a utilização medicinal do CDB da Cannabis sativa, outra é o consumo da maconha destinado à mera sensação de prazer ou diversão. No último caso, estamos falando sobre o uso recreativo da droga, expressão já bem conhecida e presente em diferentes publicações sobre o assunto.

Como acontece com qualquer outra substância semelhante, o uso contínuo e prolongado para fins de lazer tende a levar o indivíduo à dependência. Uma vez que o uso da maconha na adolescência é bastante comum, os pais devem ficar atentos ao comportamento dos filhos. Afinal, os possíveis danos registrados durante essa fase da vida são graves.

Se você se interessou em descobrir quais são as
consequências da maconha na saúde dos adolescentes, continue com a gente nas próximas linhas e saiba mais sobre o assunto proposto pelo psicólogo  do Hospital Santa Mônica, Antonio Chaves Filho!


Desregulação do sistema nervoso

Ao fumar maconha, o usuário ingere THC (tetrahidrocanabinol), que nada mais é do que o princípio ativo causador da sensação alucinógena vinculada à planta, por ser uma substância psicoativa perturbadora do Sistema Nervoso Central. O problema é que esse elemento compromete a eficácia das sinapses neurais (comunicações estabelecidas entre um neurônio e outro).

De acordo com um
levantamento, publicado por cientistas da PUC-RS no periódico Ciências e Cognição, a ação regular da maconha desregula o sistema nervoso. Em doses elevadas, os déficits cognitivos tendem a ser consideráveis, impactando o processo de aprendizagem.


Quadros de psicose

A relação entre consumo de maconha e o risco de desencadeamento de quadros de psicose é bem clara. A constatação é demonstrada por um estudo conduzido por pesquisadores da FMRP - USP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo) e divulgado pela revista Psychological Medicine.

Os pesquisadores brasileiros integram o EU-GEI (European Network of National Schizophrenia Networks Studying Gene-Environment Interactions). Trata-se de um consórcio internacional de estudos científicos.

Segundo a pesquisa, a psicose acontece devido à concentração excessiva de citocinas (proteínas que provocam inflamação) na corrente sanguínea. Isso porque a presença dessas substâncias inflamatórias intensifica os efeitos da maconha no usuário. Repare que a conclusão se aplica tanto a adultos quanto a adolescentes.

Quanto às consequências de um quadro psicótico, as pessoas costumam exibir os seguintes sintomas:

  • delírios;
  • perda da capacidade cognitiva;
  • esfacelamento do senso de realidade;
  • audição de vozes imaginárias;
  • alucinações.

Outro detalhe importante, extraído do artigo publicado sobre os resultados da pesquisa, é de que há uma linha próxima entre o aparecimento da psicose e eventuais disfunções do sistema imunológico. O estudo aponta que deficiências ligadas aos mecanismos de defesa do organismo ampliam a probabilidade de desenvolvimento do distúrbio.



Redução da atenção e memória 

Uma das reações relatadas por usuários de maconha se refere à dificuldade que boa parte deles tem em se lembrar de algumas coisas. Durante muito tempo, isso foi tratado como um mistério. Felizmente, uma pesquisa publicada na revista Nature revelou os motivos por trás dessa perigosa consequência.

Na prática, o consumo da maconha interfere na chamada memória de curto prazo, responsável por armazenar informações por apenas algumas horas. Aqui, a origem do transtorno está associada ao funcionamento das mitocôndrias, uma organela celular que desempenha a função de promover energia.

No cérebro, como mecionamos, o THC se conecta a determinados receptores, os quais também são encontrados nas membranas das mitocôndrias. Como é de se esperar, a presença desse “corpo estranho” atrapalha o funcionamento da respiração celular realizada por essas estruturas.

Isso impacta a energia dos neurônios do hipocampo, área cerebral diretamente atrelada à memória. Dessa forma, ela deixa de desempenhar suas funções com a mesma eficácia registrada em condições ideais.

Olhando mais de perto, os cientistas verificaram que o THC prejudica o deslocamento de cargas de elétrons, algo essencial para a síntese da energia, que diminui. Conforme essa queda acontece, os neurônios do hipocampo têm mais dificuldade para realizarem suas interligações.

Note também que, evidentemente, não há uma paralisação total das atividades neurais. Na prática, a falta de energia suficiente para o cumprimento de todas as atribuições faz com que os neurônios estabeleçam prioridades. Nesse meio tempo, a memória fica em segundo plano.

Toda essa dificuldade também se manifesta em outros neurônios, o que explica o déficit de atenção igualmente comum em muitos usuários de maconha. Junto à fraqueza de memória, a desatenção deixa a pessoa em uma espécie de inércia mental.

 

Depressão 

O consumo de maconha na adolescência também deixa o usuário propenso a desenvolver sintomas graves de depressão. Segundo os resultados de um estudo gerenciado por pesquisadores das universidades de Oxford (Inglaterra) e McGill (Canadá), o risco está vinculado ao surgimento de pensamentos suicidas.

Importante dizer que essa investigação científica resulta da compilação de outras 11 pesquisas. A conclusão foi que a utilização prolongada de maconha no decorrer da adolescência aumenta em até 37% o risco de desenvolvimento de quadros depressivos. Isso, por si só, já chama muito nossa atenção. Mas o dado assustador mesmo foi a ampliação da probabilidade de tentativas de suicídio: 246%.

Cabe a ressalva de que não foi possível especificar qual seria a quantidade e frequência aproximada de maconha que acarretaria essas consequências. Também é fundamental ter em mente que seria necessário definir uma causa direta entre o uso da maconha e o surgimento de quadros de depressão e ideação suicida — o que existe é uma associação entre ambos.

Tais ponderações foram efetuadas pelos próprios pesquisadores e pares da comunidade científica. De qualquer modo, eles garantem que os dados revelam um preocupante cenário quanto à difusão das sequelas da maconha entre diferentes gerações.

Com relação ao motivo dessa associação entre maconha, depressão e suicídio, mais uma vez temos que citar o THC. Geralmente, ele tem sua ação atrelada a uma profunda sensação de bem-estar. Mas o que ele faz mesmo é maximizar a liberação de dopamina, a verdadeira substância do prazer.

Uma vez que o adolescente integra o consumo da droga à sua rotina, a sensação natural de prazer oriunda de situações comuns, como passar no vestibular, perde força. Nessas circunstâncias, ele fica inclinado a recorrer à maconha, que se torna uma espécie de fonte artificial de felicidade diante de um acontecimento especial.

Quanto mais usa a maconha, mais o indivíduo se torna refém desse artifício para obter prazer. Em um médio e longo prazo, a escassez de alegria aumenta e é acompanhada do isolamento social. Quando nem a maconha é mais capaz de suprir o mínimo da sensação de bem-estar desejada, a depressão aparece como forte possibilidade.

Em relação à ansiedade, o mesmo estudo não encontrou agravamentos associados à maconha. Porém, tampouco relatou alguma melhoria de longo prazo atrelada ao uso regular da droga. Trata-se de um tópico que ainda requer um aprofundamento das pesquisas.

Além disso, a incidência do desenvolvimento de esquizofrenia é muito alto, quando a droga é consumida desde a adolescência. Assim, pode levar a quadros de incapacidade laboral ou até intelectual. Uma estimativa é que cerca de 24% dos casos de psicose poderiam ser evitados em países que têm o consumo elevado da droga.

Esses são os principais danos do consumo da maconha na adolescência. A boa notícia é que existe uma abordagem moderna e efetiva na recuperação de dependentes químicos da droga. No Hospital Santa Mônica, você conta com todo o suporte de uma equipe médica multidisciplinar especializada na terapia cognitiva comportamental dedicada a jovens.

    

Hospital Santa Mônica - Itapecerica da Serra - SP 
(011) 4668-7455 
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Clínica Integrativa - São Paulo - SP 
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Déficits de atenção e memória persistem por meses após a recuperação de COVID leve

 


Pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental de Oxford e do Departamento de Neurociências Clínicas de Nuffield mostraram que pessoas que tiveram COVID, mas não se queixam de sintomas prolongados de COVID na vida diária, podem apresentar comprometimento da atenção e memória por até 6 a 9 meses. 

Estudos anteriores mostraram que, após a infecção aguda por COVID-19, algumas pessoas podem continuar a sofrer de sintomas cognitivos, como dificuldades de concentração, coloquialmente chamadas de névoa cerebral, bem como esquecimento e fadiga -- características da síndrome do 'longo COVID'. 

Mas não se sabia se o desempenho cognitivo também pode ser afetado em indivíduos que apresentaram sintomas leves e não relataram preocupações após a recuperação da infecção aguda por COVID. 

Neste estudo, os participantes foram convidados a completar uma série de exercícios para testar sua memória e capacidade cognitiva, com foco em funções cognitivas críticas para a vida diária, como manutenção da atenção, memória, planejamento e raciocínio semântico. 

Todos os participantes já haviam sofrido de COVID-19, mas não eram significativamente diferentes de um grupo de controle no momento do teste de fatores como fadiga, esquecimento, padrões de sono ou ansiedade. 

Os pesquisadores descobriram que os participantes tiveram um bom desempenho na maioria das habilidades testadas, incluindo memória de trabalho e planejamento, mas apresentaram memória episódica significativamente pior (até seis meses após a infecção por COVID) e um declínio maior na capacidade de manter a atenção ao longo do tempo (para até nove meses) do que indivíduos não infectados. 

O Dr. Sijia Zhao, do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford, disse: "O que é surpreendente é que, embora nossos sobreviventes do COVID-19 não se sentissem mais sintomáticos no momento do teste, eles mostraram atenção e memória degradadas. Nossas descobertas revelam que as pessoas podem experimentar algumas consequências cognitivas crônicas por meses." 

O professor Masud Husain disse: "Ainda não entendemos os mecanismos que causam esses déficits cognitivos, mas é muito encorajador ver que essa atenção e memória retornam ao normal na maioria das pessoas que testamos 6-9 meses após a infecção, que demonstraram boa recuperação ao longo do tempo." 

O artigo, “Vigilância rápida e decrementos de memória episódica em sobreviventes do COVID-19”, foi publicado na Brain Communications. 

  

Rubens de Fraga Júnior é professor da disciplina de gerontologia da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná e é médico especialista em geriatria e gerontologia pela SBGG. 

 

Fonte: Sijia Zhao et al, Rapid vigilance and episodic memory decrements in COVID-19 survivors, Brain Communications (2021). DOI: 10.1093/braincomms/fcab295. academicoupcom/braincomms/ar … /4/1/fcab295/6511053


Flexibilização: SBGG faz recomendações à população idosa quanto ao uso de máscara

Embora a vacinação tenha reduzido drasticamente a proporção de óbitos dentre pessoas idosas, entidade reforça que este ainda é o público mais vulnerável

 

Frente ao cenário de redução do número de casos de COVID 19, diversas cidades brasileiras iniciaram o movimento de flexibilização do uso de máscaras nas últimas semanas. 

Considerando o impacto desta decisão para a saúde pública, e particularmente para a saúde dos idosos, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) faz algumas recomendações importantes.   

Embora a vacinação tenha reduzido drasticamente a proporção de óbitos dentre os idosos, esse grupo segue sendo o de maior vulnerabilidade às formas graves da doença, mesmo entre os que receberam a dose de reforço (terceira dose). Em janeiro, 63,3% das mortes por COVID-19 no Brasil foram de pessoas com 70 anos ou mais.  

Existem muitas razões que tornam o idoso mais vulnerável, dentre elas, o fato de acumular diversas comorbidades, além da imunossenescência, que gera uma resposta menos previsível quanto à eficácia das vacinas.  

Sendo assim, apesar das orientações locais de flexibilização, recomendamos, por ora, a manutenção do uso de máscaras para pessoas idosas, mesmo com esquema vacinal completo e, em especial, para aquelas não vacinadas ou com esquema incompleto de vacinação, principalmente em ambientes fechados, bem como evitar aglomerações sempre que possível.  

Ressaltamos o dado divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro em 24/02/2022, de que a taxa de vítimas de Covid-19 a cada 100 mil habitantes entre idosos com vacinação incompleta é 27 vezes maior que a dos idosos vacinados com todo o esquema de doses. Entre os idosos que receberam a dose de reforço, houve 2,9 mortes a cada 100 mil habitantes, entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Dentre aqueles que receberam duas doses ou dose única, sem a dose de reforço, a taxa sobe para 16,2 vítimas a cada 100 mil habitantes. A taxa se eleva para 78 mortes por 100 mil habitantes quando são considerados aqueles que não receberam nenhuma dose ou não chegaram à segunda dose.


 

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - SBGG


Pesquisa da Doctoralia aponta que, mesmo com a liberação do uso de máscaras em locais abertos, 37% das pessoas não deixarão de usar a proteção


Pesquisa realizada pela Doctoralia aponta que, mesmo com a liberação do uso de máscaras ao ar livre em alguns estados, 37% das pessoas afirmam que não abandonarão o uso da máscara mesmo após a imunização completa. 34% continuarão utilizando álcool em gel, 28% respeitarão o isolamento social e apenas 1% não pretende tomar nenhuma medida de prevenção. O levantamento, que busca entender o comportamento dos brasileiros após esquema vacinal completo, permitia a seleção de mais de uma opção nessa questão. 

Quando perguntadas sobre novas variantes do Sars-CoV-2, sete a cada 10 entrevistados afirmaram que têm medo da ocorrência delas, mesmo após estarem 100% imunizadas contra o vírus. Apesar desse cenário, surpreendentemente, 52% dos participantes responderam que, após completarem o esquema vacinal, se sentem confortáveis em estar na presença de grupos com mais de dez pessoas. 

Vale destacar que os especialistas alertam para a importância de não deixar de lado as medidas de segurança, no intuito de diminuir a circulação do vírus até que a maioria da população esteja vacinada e, consequentemente, a pandemia esteja sob controle. Dessa forma, caso as pessoas optem por encontrar familiares e amigos, devem dar preferência a pequenos grupos e, se puderem, conduzirzam essa reunião ao ar livre ou com o uso de máscaras bem ajustadas ao rosto. Ao todo, 1.726 pessoas foram entrevistadas, a maioria do sexo feminino, entre 36 e 45 anos.
 


Doctoralia


Como o mindful eating pode ajudar no tratamento da obesidade?


Caracterizada pelo excesso de tecido adiposo, a obesidade é uma doença que vem aumentando a incidência a cada ano. A Organização Mundial de Saúde (OMS) projeta que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso e que haja mais de 700 milhões de obesos no mundo. 

Dr. Andrea Bottoni, médico nutrólogo do Hospital IGESP, explica que a causa da obesidade é multifatorial e está associada a uma complexa interação de ambiente, predisposição genética e comportamento humano. Portanto, analisar o contexto comportamental por trás da obesidade é importante. “Um exemplo é este período de pandemia, em que as pessoas passaram a receber mais informações e notícias, precisaram desenvolver novas rotinas e mudanças nos convívios. Frequentemente, tiveram que realizar vários projetos ao mesmo tempo. Nesse contexto, elas, geralmente, acabam se alimentando correndo sem se atentar ao sabor, à textura e ao cheiro do alimento, o que atrapalha a harmonia entre o corpo e mente, provocando estresse. Esse estilo de vida favorece o desenvolvimento da obesidade”, afirma.

 

O conceito de mindful eating 

O mindful eating (em tradução, comer com atenção plena) tem a proposta de envolver a mente, o espírito e o coração no momento da refeição. É um conceito de nutrição focado no mindfulness, prática de meditação budista que propõe a atenção plena ao momento presente e sem julgamentos. 

O médico explica que a abordagem pode ajudar no tratamento da obesidade no sentido de auxiliar o indivíduo a ter um bom relacionamento com a comida. O conceito mindful eating favorece uma alimentação consciente, o respeito ao próprio corpo e ajuda o paciente a se conectar melhor com a alimentação.”
 

Descansar os talheres 

Um exemplo é descansar os talheres no momento da refeição. “Após cada garfada, repouse o talher ao lado do prato, e mastigue lentamente o alimento. Somente após terminar de mastigar e engolir o alimento, pegue novamente os talheres para uma nova garfada. Dessa forma, é provável que você aprecie mais este ato tão importante que é a alimentação”, explica. 

Bottoni, finaliza: “Quando seguramos continuamente os talheres, a tendência é emendar uma garfada na outra, sem pausas e, frequentemente, por isso, comemos de forma mais impulsiva. Descansar os talheres pode te ajudar a comer mais devagar e em menor quantidade, mas, sobretudo, a se alimentar com mais consciência e desfrutando mais.” 

 

Hospital IGESP


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