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quarta-feira, 16 de junho de 2021

São João e São Pedro! Cartomante e taróloga Maria do Sol apresenta simpatias para os devotos dos santos de Junho


 Simpatias com ervas e orações atraem boas energias e purificam o caminho daqueles que têm fé.




Junho é época de quentão, canjica, pamonha e tudo mais a que se tem direito nas tradicionais festas juninas. Claro, com a pandemia de Covid-19, não dá pra dançar a quadrilha com os amigos, mas, nem por isso, a data precisa passar em branco. As comemorações deste mês celebram três dos mais tradicionais santos da Igreja Católica: Santo Antônio (13 de junho), São João Batista (24 de junho) e São Pedro (29 de junho).

Para garantir as boas energias e vibrações deste período, a cartomante e taróloga brasileira, Maria do Sol, que vive na Itália, preparou dicas e simpatias para os devotos. Cada uma das figuras sagradas tem a própria representatividade, então fique atento nas orientações, e conheça mais sobre os santos juninos.


Santo Antônio – simpatia para novo amor


Santo Antônio nasceu em Portugal, em 1195 e morreu na Itália, em 1231, no dia 13 de junho. Nesta data, os devotos de todo o mundo prestam homenagem ao santo casamenteiro.

Quem busca um novo amor, precisa ter uma imagem de Santo Antônio e escrever em uma fita branca: “um amor novo chegando na minha vida”. Se você já está em um relacionamento e quer deixá-lo mais forte, escreva: “mais união e harmonia no meu casamento”. Depois amarre a fita na parte debaixo do santo, prendendo bem com sete nós. Termine a simpatia fazendo uma oração para Santo Antônio.

A fita deve ficar amarrada por um ano. Mesmo que o pedido seja realizado antes, só desamarre após este período. Quando a graça for alcançada e os 12 meses se passarem, desamarre a queime a fita.



São João – Cravo, louro e alecrim

São João Batista é celebrado no dia 24 de junho, data de seu nascimento. De acordo com a tradição católica, foi profeta e precursor de Jesus Cristo. Segunda a Bíblia, foi ele quem batizou o próprio Cristo, no rio Jordão. São João é o protetor dos casados e dos enfermos, protegendo contra dor de cabeça e de garganta.

“A fogueira e as bandeiras que decoram a festa de São João representam a alegria. Por isso, os devotos do santo podem fazer uma simpatia para atrair felicidade e proteção, no dia 24 de junho”, explica Maria do Sol.

Para isso, você vai precisar de cravo, folhas de louro e alecrim. Junte tudo em uma bacia e amasse bem com as mãos. Depois coloque água quente e misture. Deixe repousar por uma hora. Após o banho para higiene, use esta solução para se banhar do pescoço para baixo. Faça a limpeza pedindo a proteção de São João. Enxugue-se e acenda uma vela fazendo uma oração.

O santo também ajuda nos relacionamentos. Se você está solteiro e procurando companhia, dê oito voltas na fogueira de São João, pedindo por um amor verdadeiro. Assim que chegar em casa, acenda uma vela para o santo, reforçando o pedido. Quem já tem um relacionamento, pode fazer a mesma simpatia, pedindo que o amor se fortaleça e que a paixão esquente ainda mais.



São Pedro – Abertura de caminhos

São Pedro é o dono da chuva. De acordo com a tradição católica, é o primeiro papa da Igreja. Identificado como aquele que recebe as pessoas no céu e o responsável por fazer chover e mudar o clima. Em junho, os devotos de São Pedro podem fazer simpatia pela abertura de caminhos. Além de ajudar as pessoas, o santo faz com que os desejos aconteçam mais rápido.

Para pedir ajuda de São Pedro para encontrar um novo amor, faça uma cópia da chave de casa e pegue uma fronha de travesseiro nova. Passe a chave pelo corpo, pedindo para uma pessoa que te ame de verdade, que sua alma gêmea de encontre. Se estiver em um relacionamento, peça que a relação se fortaleça, com mais união e companheirismo. Finalize a simpatia com uma oração para São Pedro. Depois, coloque a chave dentro de uma fronha nova, junto com o travesseiro. Durma e no dia seguinte, pela manhã, pegue a chave e deixe em uma rua de sua escolha.

Para a prosperidade, faça o seguinte. Em uma segunda-feira, pegue algumas folhas de louro e segure-as na mão enquanto repete três vezes uma oração para São Pedro. Peça prosperidade, riqueza, abundância, tudo o que você quer na sua vida financeira em voz alta.








Maria do Sol - Para muitos, dom é uma herança passada de geração em geração. Assim foi com Maria do Sol. Sua bisavó era índia e se envolveu com um cigano, trazendo ares místicos à família, quando aprendeu a leitura das cartas e a prática da adivinhação. Passado de mãe para filha, de todos os irmãos, Maria foi a única a dar continuidade e hoje se consagra levando seu esoterismo do Brasil à Itália. Maria do Sol vê sua jornada como uma missão espiritual de ajudar pessoas e assim seguirá. Segundo a taróloga, a maioria das pessoas a procuram para saber sobre o futuro em questões relacionadas a amor e prosperidade. Também vão em busca de tranquilidade através de seus banhos calmantes.


Férias escolares em casa: como brincar e fortalecer o corpo ao mesmo tempo

 Especialista explica como aproveitar a diversão no isolamento social para ajudar no desenvolvimento motor

 

O estímulo motor para a criança é muito importante para que ela desenvolva habilidades básicas do dia a dia formando a base motriz, fundamental para tarefas recreativas e esportivas. O isolamento social fez com que as crianças tivessem mais dificuldade de serem estimuladas, já que o maior meio de aprendizagem para o tema são as creches e escolas.

Sendo assim a coordenadora do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, Viviane dos Santos Augusto Doval, traz algumas brincadeiras que as crianças podem fazer em casa e durante as férias para que elas não percam o desenvolvimento motor amplo.


DE 1 A 3 ANOS

"As crianças mais novas, de 1 a 3 anos, podem brincar com atividades de encaixe e que estimulam o movimento de pinça e, uma dica legal, é o Morto-Vivo que ajuda a firmar os músculos e articulações das pernas e equilíbrio. Já brincar de roda melhora a coordenação motora por conta das mudanças de direção e a estimulam a entender comandos simples", diz a especialista.

Caso tenha a infraestrutura, brincar de escorrega também é válido. Ela aciona os músculos estabilizadores de tronco e ombros e melhora a coordenação e percepção do corpo. Já pensando na motricidade fina, pintar e desenhar, seja de lápis, pincel ou giz de cera, ensina a criança a controlar movimentos e ter noção do espaço que possui para a atividade.


DE 4 E 5 ANOS

Algumas atividades aqui já requerem mais espaço, como pique-pega, esconde-esconde e cabo-de-guera. De acordo com Viviane, elas auxiliam, respectivamente, na movimentação dinâmica por conta do abaixar, pular e correr em várias direções, desenvolvendo também o condicionamento cardio-respiratório, e no fortalecimento da musculatura de braços e pernas usando as articulações para gerar força.

Para quem não tem espaço, a amarelinha ou circuitos podem ser uma opção, já que eles fornecem mais equilíbrio dinâmico. "O circuito, conhecido como circuito motor, pode ser feito de várias formas e é adaptável conforme o espaço disponível. Pode usar barbante, fita, bexiga, lençol, corda, bolas, bambolê e o que conseguir pensar. Quanto mais pontos de atividades no circuito, mais áreas do corpo serão fortalecidas".

Algumas ideias para as atividades do circuito são colocar cordas para a criança passar por baixo e por cima, pendurar um lençol para que ela enrole, passar por dentro do bambolê, grudar fita adesiva no chão como um caminho para a criança andar com um pé da frente do outro, atirar meias no balde, entre outros.


DE 6 A 12 ANOS

Para os mais velhos, natação, queimado, carrinho de mão e jogos num geral ajudam a criar habilidades mais específicas e senso de competição. "Cada atividade traz seu benefício. O queimado desenvolve a potência e a agilidade, o carrinho de mão trabalha os músculos abdominais e dos braços e a coordenação motora, e nadar, evita problemas de postura e fortalece a musculatura de forma simétrica", explica a coordenadora.

"Corda e elástico também trazem benefícios motores e de equilíbrio", continua. "Mas para dentro de casa, dançar ajuda bastante o controle motor e respiratório. Outras atividades podem ser dardo, dança da cadeira, dama, xadrez, perna de pau ou de lata e, até mesmo, o circuito motor".

É importante ressaltar, que a estimulação acontece também nas horas de descanso, através de mais um momento de interação com os pais, como na leitura de um livro, ouvir músicas ou regar plantas.

 


Anhanguera

anhanguera.com e blog.anhanguera.com .

 

Kroton

https://www.kroton.com.br


Meditar pra quê?

Vemos nomes imponentes da mídia meditando: Bill Gates, Rodrigo Santoro, Gisele Bündchen, Grazi Mazzarefa e poderia citar muitos outros nomes por aqui. O que eles têm em comum? Carreira e vida pessoal bem sucedida podem ser a resposta unânime. Porém, existe um algo a mais que os ajudou a percorrer esse caminho tortuoso que é viver com mais facilidade: a meditação.

Se procurarmos pela internet e redes sociais, percebemos que este parece ser o assunto da vez. A pandemia colocou uma lente de aumento no desequilíbrio mental e emocional de todos. O Brasil é o País mais ansioso do mundo e este é um ranking bem triste de se ostentar, uma vez que poderíamos com a nossa diversidade ocupar rankings muito mais interessantes.

Meditação Transcendental, Vipassana, Deeksha, Tantra, Mindfulness... São muitas as linhas meditativas disponíveis atualmente. Osho, guru indiano líder do movimento Rajneesh, dizia que se você fosse capaz de centrar a sua atenção e respiração conectando-se ao estado total de presença por apenas 1 minuto, já teria meditado.

Só que, atingir essa percepção com a quantidade de elementos que distraem a nossa mente, ainda mais nos grandes centros urbanos, parece uma grande aventura. E a ansiedade nos toma de sobressalto dizendo que não temos todo esse tempo para nos dedicar para essas bobagens de ficar parado por algum tempo na tentativa de esvaziar a mente.

E aí, andamos em círculos tentando dormir melhor, render e ser criativo no trabalho, melhorar a qualidade dos nossos relacionamentos e nada parece fluir. Procrastinamos dores, incômodos e, literalmente, passamos pares de anos engolindo sapos, jogando a sujeira para debaixo do tapete.

Um belo dia  explodimos ou tropeçamos. Triste mesmo é quando acontecem ambos na mesma ocasião. O corpo cobra caro a nossa omissão. E o hábito de meditar facilita ver de fora tudo aquilo que nos incomoda. Ajuda a organizar o “quarto da bagunça” interno. E funciona como receber um Mapa da Vida com o seu GPS interno devidamente calibrado.

Sabendo onde dói, com as coisas organizadas em suas devidas caixas, ocupando o lugar exato, fica muito mais leve o seu caminhar. Ser empático também entra em cena. Porque quando sabemos onde nos dói, cuidamos de nos compadecer das dores dos outros mesmo que não saibamos do que se trate inicialmente. Desta forma, nossas relações também melhoram.

A paz que você tanto busca não está escondida em uma caverna no Tibet. Ela está dentro de você mesmo. E, para acessá-la, basta fechar os olhos e abrir o seu coração.

Você pode começar com 5 minutos caso 1 minuto lhe pareça muito rápido. Essa prática pode ser passiva ou ativa. Podem ser utilizados mantras ou músicas de relaxamento. Existem diversos aplicativos com meditações guiadas gravadas com esta finalidade mais individual. Porém, se você é da turma que gosta de companhia, hoje em dia, existem grupos de meditações online para pessoas físicas e jurídicas.

Se você, assim como eu, gosta de calor humano, as salas online ao vivo são excelentes pedidas! É possível interagir na abertura e conclusão das salas. E o tempo médio de prática conduzida é de 15 a 25 minutos. Um tempo bem salutar para quem tá começando ou pra quem já está habituado. Quem medita comigo sabe que não tem rotina. Cada sala é uma nova experiência! Ainda acaba fazendo novas amizades que buscam por assuntos afins.

Além dos exercícios de respiração, relaxamento e atenção plena, utilizo os tradicionais mantras, músicas de elevação, sound healing, música clássica, textos e poesias. E vou mais longe, explorando levemente a reflexologia, dança, conexão com os elementos da natureza e inspirando a recuperação de nossa capacidade natural de sonhar. Sempre de forma ecumênica. De modo que todos os credos possam sentir-se abraçados e cada indivíduo possa potencializar sua fé totalmente isento de julgamentos.

E aí, ficou com vontade de meditar? No início pode parecer estranho, assim como a primeira semana de academia. Porém, à medida em que persiste e isso torna-se um hábito, a vida passa a ter possibilidades que antes você nem considerava porque lhe fugia a clareza mental. Quer tentar? Vem meditar comigo!

 


Gracce Dorta - terapeuta integrativa, ativista do amor, desadestradora de padrões e especialista em felicidade e bem-estar corporativos.


Autonomia: confira os benefícios na rotina das crianças desde os primeiros anos de vida

Especialista afirma que quanto antes a habilidade for estimulada, melhor e mais rápido será o desenvolvimento dos pequenos

 

O processo de aprender acontece como resultado de uma construção pessoal dos bebês e das crianças, em interação com crianças de todas as idades, com os adultos e com os elementos da cultura com os quais entram em contato. Os pequenos começam a se desenvolver à medida que se relacionam com as pessoas, seus hábitos e costumes, com a língua e as outras linguagens corporais acumulando conhecimento. 

Algumas capacidades cognitivas e afetivas desenvolvidas na infância como a memória, a fala (vocabulário), o pensamento (concreto, lógico e abstrato), a imaginação, os valores (da família e da sociedade), os sentimentos e a autodisciplina são fundamentais e serão levadas para o resto da vida.

“Em outras palavras, as crianças aprendem na convivência. Percebem o mundo por inteiro quando observam, ouvem e pensam, brincam, experimentam, descobrem, comparam e expressam, por meio de diferentes linguagens, aquilo que vão aprendendo e percebendo do mundo ao redor”, diz Mariana Bruno Chaves, formada em Letras pela USP e coordenadora do setor pedagógico do Kumon.

Em casa, o aprendizado também pode acontecer em diferentes momentos da rotina: na hora de escovar os dentes, na hora das refeições, na realização de brincadeiras e jogos, sempre pensando no desenvolvimento da autonomia dos pequenos. 

“As brincadeiras também são importantes e fazem parte do processo de crescimento. Os pais podem aproveitar o tempo em casa para resgatar as histórias da família, incluindo jogos com palavras simples, mas divertidas, como trava-línguas, adivinhas, entre tantas outras”, completa Mariana. 

Além disso, indica a especialista, deve-se ler diariamente para bebês e crianças. Enquanto contamos ou lemos uma história, as crianças ouvem, mas também imaginam, pensam, comparam, observam o nosso tom de voz, a maneira como nos relacionamos, como tratamos as outras crianças e como cuidamos dos livros. Também percebem o nosso interesse e entusiasmo. Com isso, aprendem modos de ser, a gostar das coisas, percebem os outros e a si mesmas, vão assimilando modos de se relacionar com o ambiente e com os outros, criando uma imagem de si e constituindo a sua autoestima. 

A leitura desperta a imaginação, ajuda no desenvolvimento emocional da criança e da empatia, possibilita a construção do pensamento crítico, aproxima e fortalece os vínculos afetivos além de muitas outras vantagens.

 


Kumon

www.kumon.com.br


8 dicas para seu filho desmamar do digital e descobrir que há mundo além das telas

 

Um estudo realizado por uma companhia de tecnologia infantil, SuperAwesome, concluiu que crianças de 6 a 12 anos, nos Estados Unidos, estão passando ao menos 50% do seu tempo mexendo em telas diariamente durante a quarentena. A discussão sobre o tempo de utilização de celulares, tablets, computadores e TVs já existia. Na pandemia, a preocupação se intensificou, até porque muitos ficaram dependentes das telas para os estudos. 

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda limitar o uso de telas para crianças entre 2 a 5 anos em uma hora por dia; entre 6 e 10 anos, são recomendadas duas horas. E, para os mais velhos, a recomendação é de três horas diárias. Uma rotina que extrapole esses limites pode ser a porta de entrada para a dependência em eletrônicos, mal que atinge cerca de 65% das crianças do mundo todo. 

Não à toa, este excesso, somado ao estresse do momento atual, tem causado diversos tipos de transtornos. Uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), baseada em respostas de cerca de 7.000 pais de crianças e adolescentes dos 5 aos 17 anos, mostra que 27% das pessoas dessa faixa etária apresentam sintomas de ansiedade ou depressão em nível clínico na pandemia, ou seja, com necessidade de avaliação profissional. 

“De fato, identificamos muitos pacientes, especialmente crianças, que nunca tiveram nenhum tipo de transtorno e passaram a apresentar quadros ansiosos ou até depressivos. Quem já era acometido por algum transtorno, teve uma piora significativa”, afirma Dra. Danielle H. Admoni, psiquiatra da Infância e Adolescência na Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

 

Como estimular a capacidade imaginativa das crianças

Ainda que o uso excessivo do meio digital possa causar prejuízos à saúde mental, ele se tornou, durante a quarentena, uma forma de entretenimento e de saciar a necessidade de estímulos. “O cérebro humano foi desenhado para buscar uma estimulação constante. No entanto, para a criança, isso tem um custo alto, pois quando essa superestimulação é tirada, o cérebro dela não descansa e segue pedindo a continuação da estimulação”, explica a psiquiatra. 

Assim que desliga a tela, a criança olha ao redor e não encontra nada compatível à torrente sensorial que os eletrônicos podem proporcionar. Para piorar, muitos pais incentivam o uso das telas para evitar que os filhos fiquem entediados e, consequentemente, agitados, como se os eletrônicos fossem os únicos meios de despertar a atenção. 

“Em meio ao caos que estamos vivendo, a correria e impaciência fizeram muitas famílias esquecerem que há várias outras maneiras de estimular a criança, e de forma mais saudável, tanto para a mente como para o corpo”, diz Danielle Admoni. 

Segundo a psiquiatra, é preciso fazer o “desmame das telas”. Para isso, dicas não faltam: 

- Deixe a criança entediada. Permita que ela mesma busque a estimulação que seu cérebro precisa. Se notar dificuldade, invente uma atividade com ela. Aos poucos, vá deixando que ela brinque sozinha, evitando criar uma dependência da sua presença. 

- Motive seu filho a brincar com algo que não tenha pilhas ou baterias. Vale presentear a criança com um brinquedo novo. Se ela quiser escolher, incentive jogos de construção, massinha de modelar, pinturas, quebra-cabeça com o tema do seu personagem favorito ou até brinquedos artesanais. 

- Proponha desafios, como reorganizar seus brinquedos. Peça para seu filho escolher algo que não lhe interesse mais e sugira doar para alguma criança na rua ou para uma instituição. Só vale se seu filho participar deste ato. Será uma excelente oportunidade de ensina-lo a exercer a solidariedade. 

- Aposte nos livros. A leitura, que auxilia no desenvolvimento cognitivo, socioemocional e cultural, deve ser introduzida junto com os demais brinquedos como mais um objeto de prazer e de exploração do mundo. 

- Caso seu filho não demonstre entusiasmo pelos livros, leia com ele. Além de ser uma oportunidade de estarem juntos, você pode ajudar a criança a desenvolver linguagem, compreensão, imaginação, criatividade, entre outras habilidades que a leitura pode proporcionar. 

- Demonstre interesse pelas atividades de seu filho. Pergunte o que ele está fazendo, como está fazendo e se disponha a ajuda-lo no que for preciso. Além disso, elogie suas evoluções. 

- Crie uma tabela que estipule o tempo dedicado aos eletrônicos. Coloque metas e seja firme. Não deve haver exceções. 

- Não esqueça de dar o exemplo. Evite ao máximo usar o celular quando estiver com seu filho. 

“Vale lembrar que é possível que algumas crianças não respondam bem à retirada ou redução das horas de uso das telas. Daí a importância de ter paciência e firmeza, não deixando se levar por manhas ou chantagens. Na realidade, será a intensidade e frequência de protesto por parte da criança que mostrará o quanto essa intervenção é necessária. O mais importante é que este processo seja natural e que a criança perceba que as mudanças propostas são positivas. Se for preciso, não hesite em buscar ajuda de um especialista”, finaliza Danielle Admoni.

 

5 dicas para cuidar da sua saúde mental

Com a pandemia e o isolamento social, as pessoas tiveram mais tempo para refletir sobre as mudanças na sua trajetória de vida. E para ajudar você a cuidar da sua saúde mental nós organizamos algumas dicas bem fáceis de colocar em prática. Confira:


- Seja realista

Para qualquer atividade que você tem vontade de fazer é preciso adequar as expectativas com a realidade do processo. É preciso levar em consideração as possibilidades que você teve para alcançar as metas e objetivos pretendidos para evitar frustrações.


- Evite o uso de álcool e outras drogas

O consumo de forma abusiva das chamadas substâncias psicoativas (álcool e drogas) aumenta as chances de você desenvolver transtornos mentais.


- Seja sociável

Um dos pontos importantes em manter uma vida saudável, principalmente no quesito da saúde mental, é manter contato direto (e presencial) com pessoas. A interação social é um fator de proteção ao surgimento de transtornos mentais.


  - Cuide do corpo

Se alimente bem e sem exageros de doces, gorduras ou sal e mantenha uma frequência de exercícios físicos. Está comprovado cientificamente que aliar uma alimentação balanceada às atividades físicas é uma medida que ajuda a combater transtornos mentais.

 

- Durma bem

Situações que levam à privação do sono ou uma má qualidade desse sono podem levar ao surgimento de transtornos mentais. Então, evite usar celular, tablet, computador ou ver televisão, pelo menos, 30 minutos antes de dormir.

Além disso, um local confortável ajuda no descanso. Por fim, a média de horas de sono deve ser de sete horas por dia.

Você já sabe como ter mais saúde mental? Comece por essas dicas!

 


Ricardo Oliveira - sócio fundador da Lion Saúde e especializado em Direito Securitário para planos de saúde.


Além de destruir a carreira de um atleta, o que mais um anabolizante prejudica

 O ex-ciclista Lance Armstrong perdeu todos os seus títulos para o doping. Uso indevido dessas substâncias pode provocar glaucoma e muitos outros danos


Em 2018, o Oscar de melhor documentário foi para a produção da Netflix, Ícaro, que revela um dos maiores esquemas para burlar os testes antidoping.   

Ao lado de autoridades Russas, incluindo o atual presidente Vladimir Putin, o químico Grigory Rodchenkov montou um sistema de manipulação de testes antidoping para atletas russos, durante os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, em 2014.  

Apesar do documentário trazer um enfoque maior no esquema, Ícaro menciona o ex-ciclista Lance Armstrong, que foi banido do esporte por doping. 

Quem é Lance Armstrong e como o doping destruiu a sua carreira

Armstrong é um ex-ciclista profissional estadunidense, famoso por vencer sete vezes seguidas o Tour de France, entre 1999 e 2005, o que o tornou um dos maiores atletas do ciclismo.  

Porém, o que muitos não sabiam é que por trás da alta performance de Armstrong estava o uso de substâncias químicas que ajudam o atleta a ter um melhor desempenho nas competições. É o chamado doping. 

O ex-ciclista foi alvo constante de acusações de doping desde 1996, mesmo ano em que descobriu um câncer testicular.  

Armstrong foi considerado sinônimo de superação ao vencer a doença em 1997, criando, inclusive, a Fundação Lance Armstrong para a luta contra o câncer.  

No ano seguinte, o estadunidense voltou a pedalar e passou a usar o hormônio EPO (eritropoetina), que aumenta a produção de glóbulos vermelhos do sangue (eritrócitos) e, consequentemente, acelera o metabolismo do organismo.  

Armstrong negou veemente todas as acusações de doping por mais de uma década.  

O público nutria uma grande admiração por Armstrong, principalmente por ele ter vencido várias vezes o Tour de France. As alegações provocaram controvérsias entre muitos ciclistas e fãs do esporte que acreditavam que o EPO não poderia ser considerado doping. 

Até que, em 2011, um de seus amigos mais íntimos, o veterano do ciclismo Tyler Hamilton, que fez parte da equipe USA competindo com Armstrong em muitos campeonatos, decidiu contar toda a verdade sobre os dopings de Armstrong.  

Em 2012, a Usada (Agência Americana Antidoping) provou o uso de substâncias ilícitas por parte de Armstrong, incluindo um esquema de troca ilegal de amostras de urina feito pelo ex-ciclista, e o baniu do esporte. 

Armstrong, então, perdeu todos os títulos de sua carreira, incluindo os sete troféus do Tour de France que o tornaram um ídolo no esporte.  

Um ano após sua expulsão, o estadunidense decidiu vir a público e revelou à apresentadora e jornalista Oprah Winfrey o uso de EPO, testosterona e transfusões de sangue para melhorar o seu desempenho no ciclismo.  

O ex-ciclista ainda confessou que sem o uso de doping seria impossível ganhar o Tour de France sete vezes seguidas e ainda afirmou que os atletas não eram obrigados a utilizar tais substâncias.  

Após as confissões, Armstrong foi expulso de sua própria fundação, perdendo diversos patrocinadores. 

 

Como o Doping prejudica a saúde

O doping é caracterizado por substâncias usadas na tentativa de melhorar o rendimento de um atleta, o que inclui anabolizantes ou esteróides, hormônios, estimulantes, diuréticos, etc.  

A maioria das pessoas que buscam o doping são atletas de alto rendimento, mas não é incomum nos depararmos com frequentadores de academia fazendo uso dele, principalmente de anabolizantes.   

Geralmente, o uso dos anabolizantes é feito por aqueles que querem resultados melhores e mais rápidos na musculação.  

Porém, o uso inconsciente dessas substâncias não é apenas anti-ético e ilegal, mas também extremamente prejudicial à saúde.  

Uma das principais doenças causadas pelos esteróides é o câncer de fígado. O órgão é responsável por processar tudo que entra no nosso organismo, e acaba ficando sobrecarregado ao filtrar o anabolizante, o que pode provocar câncer.  

Outro órgão vital para o corpo humano e que é diretamente afetado pelos anabolizantes é o coração. O uso indiscriminado da substância pode aumentar o tamanho do coração, acarretando em um ataque cardíaco.  

Além disso, como é preciso aumentar as doses do anabolizante para melhorar os resultados, a droga causa dependência psicológica. O atleta também pode desenvolver depressão, síndrome do pânico e bipolaridade. 

O uso de esteróides pode afetar também a saúde ocular do usuário. O uso irregular de anabolizantes causa aumento da pressão intraocular, um dos fatores de risco do glaucoma, que pode levar até a necessidade de realizar a cirurgia do glaucoma. A doença, se não for diagnosticada a tempo e tratada corretamente, pode causar cegueira. 

Para manter a saúde e obter uma performance cada vez melhor do esporte, é importante consultar profissionais da medicina regularmente, manter exames em dia e apostar em hábitos cada vez mais saudáveis. O uso de anabolizantes não vale os riscos à saúde. 


Cinco ferramentas para enfrentar o medo

Psicóloga explica que esperança e persistência ajudam a lidar com o medo provocado pela pandemia

 

Vivemos um período de intensa ansiedade, que nos paralisa, suspendendo ações, planos e decisões. A pandemia da Covid 19 nos mergulha em um contexto incerto, despertando o desejo de uma solução imediata, como um passe de mágica, que traria de volta à normalidade a que estávamos acostumados.

Nesse momento de grande vulnerabilidade das nossas emoções precisamos esperançar. Temos que acreditar que o bom virá no seu tempo. Mas, ainda assim, caminhar. Dar pequenos passos em prol de viver, de se reconectar, de construir novos vínculos e se adaptar um dia por vez.

A pandemia nos trouxe o medo do vírus, de gente, do futuro. Mudou o cotidiano de todo mundo. Todo mundo mesmo! Tirou o controle das situações que sempre acreditamos ter! Mas não podemos nos manter reféns dessa situação. Existe vida, mesmo diante desse desafio tão perturbador e sem precedentes para a sociedade atual. Sim, sucumbiu a todos os planos. Sim, não fazemos mais nada como antes. Sim, até sair de casa tornou-se um esforço monumental, maior que a coragem para as atividades que sempre julgamos tão simples e essenciais.

Apesar dessa reviravolta que a vida parece ter dado aceitar o novo é fundamental nesse momento. Se readaptar é uma condição! Para isso, doses de paciência são importantes. Aos poucos tudo se encaixará novamente e enxergaremos o sentido que sempre norteou nosso viver. O famoso clichê “Um dia de cada vez” é mais verdadeiro do que nunca para este momento. Não tenha pressa, não se cobre tanto, mas não pare! Continue acreditando em dias melhores. Desenvolva a sua capacidade de adaptação.

Saiba que não temos controle absoluto da nossa vida. O atual cenário escancara essa verdade e mudará esse modelo mental para quem o ainda tem. É hora de reconstruir, de ressignificar. E, sobretudo, de ter esperança de dias melhores, mais cheios de sentido. E não desista, especialmente de você!

Pensando em você, talvez esteja na hora de se dar oportunidade de olhar para dentro, para seus recursos e pontos a desenvolver. Todos nós somos únicos e é nessa verdade que mora de um lado nossas maiores fraquezas e medos e do outro, nossa maior força e virtude que podem, inclusive, ser grandes vantagens competitiva quando em equilíbrio.

Convido-lhe nesse momento a ler o livro “Chega de fugir do Medo! Resgate sua autoconfiança e promova o autoconhecimento”. Cujo conteúdo tem como premissa base ser um companheiro nessa jornada interior de se auto reconhecer e permitir dar pequenos passos em direção ao seu propósito de vida e enfrentamento de novos e mais abrangentes desafios.

 

Ferramenta para auxílio diante do medo


Sugiro fazer uso de sua criatividade para viver essa experiência.

Sente-se confortavelmente ou enraíze os pés no chão de forma segura e tranquila. Se possível, feche os olhos, respire fundo algumas vezes e vá aos poucos se permitindo sentir o ar que entra e o ar que natural sai. E, no seu tempo, colocando a sua atenção e se conectando com as suas sensações corpóreas que vão ficando mais perceptíveis e claras quanto mais você treina. Talvez note sensações agradáveis ou levemente desagradáveis ou ainda algo neutro.

Conectado a si mesmo, em silêncio, pergunte-se mentalmente, diante do medo:

  • Como essa sensação se manifesta em mim?

Exemplos: Aperta-me o peito; dá um nó na garganta; palpitações; mordo as unhas.

  • Que impulso tenho para buscar o antidoto?

Exemplos: Como demasiadamente; faço muito exercício físico; abro e fecho portas; arranco os cabelos; fico remoendo uma ideia.

  • Na sua linha do tempo como isso tem evoluído (esse tipo de manifestações e impulsos)?
  • O que me ajudou no passado, e, o que me ajuda a regular-me hoje no presente?
  • Para que isso, esse medo serve na minha vida hoje, ele traz algum benefício?

Após esse momento de conexão consigo mesmo é possível que novas ideias e novas linhas de comunicação internas possam surgir e abrir espaço para agir de forma mais assertiva diante do Medo. Caso sinta que lhe faltam recursos busque ajuda profissional. Você não precisa viver sozinho esse caminho!

 



Karina Marcuci - Graduada em Psicologia (2002). Especialista em Avaliação Psicológica e Terapias Cognitivas. Especialista em Neurociência e Comportamento (PUC-RS). Especialista em Hipnose Clínica Avançada. Hipnoterapeuta com formação e certificação pela OMNI, Hipnose Clínica. Hipnoterapeuta com formação HCI (Hipnose Clínica Integrativa). Formação em Hipnoterapia Clínica na Escola da Hipnose ENFT e em Hipnoterapia Anthony e Freddy Jacquin. Especialista em Hipnose Clínica para Crianças e Adolescentes do Brasil (Sonya Mosimann e Barbara Scholl). Especialista DMC (Decodificação Mente e Corpo, assertividade no trato de dores emocionais que refletem no corpo). Especialização em Transes Profundos (Michael Cieslakowski). Especialização em Hypnowaving (Hansruedi Wipf). Especialização em Terapia de Partes (Hansruedi Wipf). Membro da NGH (National Guild of Hypnotists como Certified Hypnoterapist). Professora em Ensino Superior.


Problemas com ansiedade?

Alimentação pode ajudar no controle dos sintomas


Nutricionista da Dietbox elenca grupos alimentares que aumentam a produção de serotonina, hormônio responsável pela nossa felicidade


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A ansiedade pode não ser temida pelo público geral como a depressão - a chamada "doença do século" -, mas seu impacto negativo na vida daqueles que sofrem com ela não deve ser negligenciado, principalmente quando se observa um aumento no número de pessoas que sofrem com o transtorno. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros foram diagnosticados com o distúrbio só em 2020, número impulsionado pela pandemia da covid-19 e o isolamento social, tornando a população do país a que mais sofre com o mal ao redor do mundo. Entre os principais sintomas da doença, pode-se elencar a preocupação e medo desmedidos, angústia, dificuldade de concentração e até mesmo sinais físicos como inquietação, enjoo e coração acelerado.

Pensando nisso, Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, listou alguns alimentos ricos em propriedades e nutrientes, que convertidos em serotonina, geram a consequente diminuição da ansiedade. A profissional explica: "Acrescentar alguns alimentos na dieta pode ajudar no controle do transtorno, principalmente quando damos preferência àqueles ricos em probióticos, triptofano, magnésio, ômega-3, e vitamina C. Esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, hormônio conhecido por ser o responsável pela nossa felicidade".

Abaixo, a nutricionista comenta em quais alimentos esses nutrientes podem ser encontrados:

Probióticos

Podem ser encontrados em alguns iogurtes, leite fermentado, alguns queijos e kombucha. "Eles favorecem a saúde intestinal, melhorando a absorção de nutrientes", declara Bettina Del Pino.

Triptofano

"O triptofano é um aminoácido essencial e, por não ser produzido pelo nosso organismo, precisa ser obtido pelos alimentos". Exemplos se dão com ovos, leite e derivados, peixes, oleaginosas, cereais integrais, banana e cacau.

Magnésio

"O Magnésio participa no processo que converte o triptofano em serotonina, e pode ser encontrado em alimentos como carnes, peixes, vegetais verdes escuros, leite, cacau, cereais e oleaginosas".

Ômega 3

"Ele é um tipo de gordura benéfica para o nosso organismo e possui a capacidade de atenuar as respostas inflamatórias, por meio da redução da produção de citocinas". Segundo a profissional, o Ômega 3 está presente em alguns peixes como sardinha, atum, salmão, e em alimentos como linhaça e chia.

Vitamina C

Essa vitamina possui propriedades antioxidantes que combatem o estresse oxidativo. "Mais popular na laranja, a vitamina C também está presente em frutas como tangerina, goiaba, acerola, e limão e algumas hortaliças como brócolis e pimentão".

Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, alerta que a dieta, apesar de amenizar os sintomas da ansiedade, não deve substituir o acompanhamento psicológico, e sim complementá-lo. É recomendável consultar um psiquiatra caso os sintomas persistam.

 


 Dietbox 

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Vazio: Como superar quando os filhos saem de casa?



Especialistas da Holiste Psiquiatria explicam quais são os sintomas e quando é hora de buscar ajuda para superar a mudança dos filhos


Os filhos crescem e saem de casa em busca de outros objetivos e da própria independência. O desafio de se adaptar à casa vazia e a buscar novos objetivos leva alguns pais a passar por um período de sofrimento profundo, a Síndrome do Ninho Vazio. Diferente de uma tristeza comum, o sentimento de melancolia e desamparo desencadeado nesses pacientes exige acompanhamento profissional para ser tratado.

“Apesar de não ser um diagnóstico oficial, a Síndrome do Ninho Vazio é um termo utilizado para descrever os pais que passam por um sofrimento intenso após a saída dos filhos de casa. É importante entender que se caracteriza como síndrome porque se trata de um conjunto de sentimentos e sensações um pouco mais exacerbada do que a simples falta dos filhos e da rotina anterior. Mais do que saudade, é um período de reflexão existencial”, explica a psicóloga especialista em clínica da pessoa e da família na Holiste Psiquiatria, Maria Eugênia Glustak.

Apesar de comum, muitos pais que estão passando pela Síndrome do Ninho Vazio desconhecem o diagnóstico. Para esclarecer dúvidas e levar informações sobre os sintomas e tratamentos, a Holiste Psiquiatria realizará um bate-papo online com as psicólogas Josefa Ferreira e Maria Eugênia Glustak, na quarta-feira (16) às 19h30 no instagram da clínica que realiza o atendimento de saúde mental presencialmente e online (@holistepsiquiatria).

O objetivo do diálogo aberto sobre esse momento, que ainda é um tabu para muitas pessoas, é ensinar sobre os principais sintomas e sinais de alerta, além de ouvir relatos e dúvidas de pais e filhos que possam estar passando por esse período de sofrimento emocional durante a pandemia. “Com a mudança dos filhos, a função materna e paterna muda de dinâmica. Por isso, é preciso se enxergar novamente como sujeito e aprender a lidar com outras demandas, procurar outras atividades e objetivos. Esse momento pode ser bastante delicado e alguns sinais indicam a hora de pedir ajuda”, complementa.



SERVIÇO

O que: Live da Holiste
Tema: Síndrome do Ninho Vazio
Quando: 16 de junho (quarta-feira), às 19h30
Onde: Instagram (@holistepsiquiatria)

 

Holiste 

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Namoro é prata e casamento é ouro. Por quê?

A aliança pode representar diferentes níveis de compromisso e, para cada um deles, há um tipo de joia com um significado.


A palavra aliança vem do latim alligare, que significa ligar-se. No dicionário, é definida como fazer um acordo, um pacto, uma união. Seu formato circular simboliza ainda a eternidade, pois um círculo não tem começo, nem fim.

A aliança nada mais é que o símbolo que encontramos para demonstrar o nosso amor. Ela pode representar um namoro, uma união estável, um matrimônio ou até bodas de casamento. E, para isso, utilizamos joias de diferentes materiais e tonalidades.

Esse anel pode variar de acordo com a situação de um casal. Nossa sociedade tem como tradição que namoro é prata e casamento é ouro, mas não existem somente esses dois tipos de aliança no mercado. Há, por exemplo, o ouro branco, o rosé e a platina, que fazem muito sucesso com os casais brasileiros. Confira neste texto as características dos tipos mais comuns de alianças e o propósito de cada uma delas:


Prata

Um namoro trata-se de um compromisso sério, mas ainda é uma fase de incertezas e mudanças. É um período em que os parceiros ainda estão se conhecendo melhor, convivendo mais e tudo é muito recente. Por esse motivo, as alianças de namoro são feitas de prata, por simbolizarem um amor novo.

A tradição diz que a aliança de compromisso é usada sempre no dedo anelar da mão direita. Posteriormente, ela é substituída pela de noivado, de ouro, usada na mesma mão até o casamento.

No entanto, é comum também a aliança de prata 925 ser colocada na mão esquerda. Isso acontece quando o casal deixa de fazer parte de um namoro para assumir uma união estável. Desta forma, em países como o Brasil, muitas vezes é possível distinguir o estado civil de uma pessoa apenas olhando para a mão dela. Interessante, né?


Ouro amarelo

Historicamente, não há nenhuma outra aliança que chegue aos pés da de ouro. É a preferência nacional e também em muitos países do mundo. Segundo Christian Hallot, embaixador mundial da joalheria H.Stern, mais de 90% das alianças de casamento são douradas.

É considerada a aliança mais romântica e atemporal de todas e tende a ser também uma joia mais valiosa e mais resistente à passagem dos anos. Significa o valor do amor entre os parceiros e tem como característica ainda o fato de ser fácil de polir e de fazer reparos.

A coloração do ouro varia de acordo com a proporção de elementos misturados no anel. O ouro 18 quilates, o mais tradicional, é 75% ouro puro e 25% ligas metálicas, sendo 15% prata e 10% cobre. Há também o ouro 14 quilates, feito 58,3% de ouro e 41,7% de outros metais, não tão comum entre brasileiros.


Ouro branco

O dourado é a cor mais comum em joias, isso é um fato. Mas há quem não goste dessa tonalidade na pele e prefira o ouro branco. Em muitos casos, quem opta por esse anel é o homem, pois o ouro tradicional pode ser mais difícil de combinar com um relógio, por exemplo.

Como um casamento se trata de entrar sempre em um consenso, alguns modelos com alguma pedra de preferência da noiva, como um diamante ou uma esmeralda, têm feito sucesso no mercado nos últimos anos.

O ouro branco é constituído de ouro amarelo em grande quantidade e um percentual de liga de metais como prata, paládio ou ródio. A joia passa ainda por um banho de ródio, que confere o aspecto brilhante à peça.


Ouro rosé

Esse tom de ouro, mais avermelhado, virou tendência no mercado de joias recentemente. O ouro rosé, porém, já tinha sido bastante popular um século atrás, na década de 1920.

A cor evoca mais romantismo, e os anéis de ouro rosé voltaram repaginados e modernos. Até porque hoje em dia não existe mais essa história de que ouro amarelo só fica bom com ouro amarelo – é possível combinar várias joias diferentes. Por esse motivo, inclusive, esse tipo de aliança é procurado por mulheres que estão buscando diversificação e já possuem uma razoável coleção de peças.

O metal geralmente é 75% ouro puro e 25% ligas metálicas avermelhadas, como o cobre. Entretanto, o ouro rosé possui a mesma pureza do amarelo e do branco.


Platina

Hipoalérgica e resistente à perda de brilho e manchas, a platina é um material mais pesado que o ouro e, por isso, está associada à durabilidade e à proteção. A joia combina muito bem com pedras e pode chegar a valer quase o dobro de um anel de ouro amarelo.

As alianças de platina têm se tornado mais frequentes nas joalherias de tempos para cá, mas, por consistirem em um metal caro, elas não são tão populares assim para anéis de noivado. Há lojas que aceitam apenas encomendas ou que simplesmente não trabalham com o produto.

Por possuir esse aspecto de exclusividade, a aliança de platina é considerada uma opção em ocasiões muito especiais, como as bodas de prata, quando o casal completa 25 anos de casado.

Recomenda-se ficar atento à pureza do material ao comprar um anel de platina. Uma aliança com 80% de platina e 20% outros metais vale muito menos que uma aliança com 95% de platina pura.

Há muitas opções de alianças no mercado para tornar a sua relação algo ainda mais especial – e até outros metais, como o titânio e o tungstênio. Mas é importante pesquisar bem antes de decidir e levar em conta que, dependendo do material, a manutenção é diferente: o ouro amarelo, o rosé e a platina necessitam apenas de polimentos ocasionais, mas o outro branco precisa de banho de ródio para manter o brilho, enquanto a prata é mais suscetível à rápida oxidação no dia a dia em função do contato com o suor e produtos.


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