Pesquisar no Blog

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Inteligência Emocional: aprendizado para a vida

A escola é o primeiro lugar onde se aprende a socializar fora do ambiente familiar, onde culturas e opiniões distintas dão início aos primeiros conflitos, é uma excelente oportunidade de aprendizado, tanto de frustações, medo do novo e de mudanças quanto de troca de experiências.


 A Neurociência comprova que estimular a criança o quanto antes a conhecer e saber lidar com seus sentimentos, ajuda a criar caminhos neurológicos que faz com que ela se recupere de uma experiência negativa ou de alguma frustração com mais sabedoria e rapidez, porque estimula o córtex pré-frontal, área do cérebro que atua no planejamento, pensamento criativo, capacidades emocionais e modulação do comportamento.

A Inteligência Emocional auxilia na prevenção do bullying, preconceitos, uso das drogas, violência e suicídio. Pesquisas revelam uma melhora significativa no rendimento escolar e nas notas das avaliações, mostrando que devido ao estado emocional equilibrado se aprende com maior facilidade, pois a competência socioemocional está ligada diretamente ao processo de aprendizagem, além de ser uma das habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho, porque envolve trabalho em equipe, resiliência e comunicação. Por este motivo, o aluno terá este aprendizado para a vida toda.

 Mas para uma criança ser saudável emocionalmente não significa que não poderá chorar, muito pelo contrário, isso também faz parte do autoconhecimento. É imprescindível que ela se expresse, exteriorize e aprenda a se acalmar.

Em 1990, a Unesco promoveu uma conferência Mundial da Educação para todos, na Tailândia, onde foram definidos quatro pilares importantes para a educação, também abordados na Base Nacional Comum Curricular, são eles: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. Todos eles estão interligados com as habilidades socioemocionais.

Aprender a conhecer: é o interesse em buscar o conhecimento, manter-se atualizado. Vê-se necessário manter em alta essa habilidade em tempos onde a tecnologia entrega tudo pronto.

Aprender a fazer: é colocar em prática os aprendizados, aperfeiçoando-os com as atualidades.

Aprender a conviver: em uma sociedade interativa, é necessário desenvolver a percepção, o respeito e saber argumentar sua opinião sem entrar em conflitos.

Aprender a ser: desenvolver o pensamento crítico, ser autônomo e estar aberto para conhecimentos novos.

Para facilitar essa busca pelo desenvolvimento da criança em sua plenitude pela Educação Emocional, Daniel Goleman, escritor renomado, psicólogo, jornalista científico nos Estados Unidos apresenta cinco aspectos centrais:

Autoconhecimento: identificar e lidar com suas próprias emoções e limitações, quanto mais consciente estivermos acerca de nossas emoções, mais facilmente entenderemos o sentimento de outra pessoa;

Consciência social: reconhecer que o outro também tem sentimentos, pensamentos e expectativas (empatia);

Tomadas de decisões responsáveis: identificar, analisar, refletir e ter habilidades para solucionar um problema por meio de atitudes éticas e construtivas;

Habilidade de relacionamentos: relações interpessoais saudáveis e;

Autocontrole: aprender a controlar suas emoções, sentindo, respirando e pensando sobre como solucionar sem a intensidade da emoção.

Algumas práticas em sala de aula podem ser facilitadoras, como jogos cooperativos que acrescentam muito nessa conquista, trabalham o grupo, desenvolvendo estratégias e ensinando a lidar com as perdas e frustações.

Um ambiente dinâmico onde há interação entre professor e aluno e entre aluno e aluno, propicia respeito com as diferentes opiniões, ensinando o aprendiz a ser um bom ouvinte, fazendo com que se sinta acolhido, respeitado e que tenha uma maior autoestima.

A experiência da autoavaliação com o intuito de buscar uma melhor versão dentro de si, buscando a concentração e equilíbrio interior e estados de espírito positivos, enquanto duram, aumentam a capacidade de pensar com flexibilidade e mais complexidade, tornando assim mais fácil a resolução dos conflitos.

Apresentar as emoções através de livros, filmes, buscar formas lúdicas como a confecção de um termômetro dos sentimentos, “emociometro”, colocando os sentimentos base, que a cada dia se faz a referência para a criança pensar sobre o que está sentindo e relacionar que pensamentos tem reações que precisam ser repensadas antes das atitudes.

Desenvolver atividades que envolvam interpretar emoções através de expressões faciais e corporais, dramatizações, apresentação de peças teatrais, dança, música e até mesmo brincar de mímica para compreensão da empatia e buscar formas positivas de auxiliar o outro.

Para trabalhar o autocontrole e ludicidade fazer o semáforo, sendo vermelho (Pare e se acalme), amarelo (verificar seu sentimento, pensar em soluções construtivas para tentar prever consequências), verde (siga com o melhor plano). Além de técnicas de relaxamento, como Mindfulness que evita o stress, trabalhar o conhecimento e controle da respiração, meditação entre outras.

Os educadores de modo geral, necessitam de conhecimentos e habilidades desenvolvidas para aplicar todos esses ensinamentos, uma vez que servem também para lidar com seus próprios sentimentos, procurando por reciclagens em treinamentos, leituras, cursos e outros, porque é importante dar bons exemplos de atitudes e servir de referências para muitas crianças com comportamentos positivos além de ensinar e incentivar, gera segurança e conforto para os aprendizes.

 

 

Sabrina Mader Ribeiro - Professora do Colégio Santa Amália – Unidade Saúde, em São Paulo, instituição mantenedora da Liga Solidária.


Dicas para aplicar Feng Shui em casa

Consultora holística de organização e interiores do GetNinjas explica como renovar a energia do lar


A pandemia fez com que os brasileiros passassem mais tempo em casa por conta do trabalho e estudo remoto, bem como por causa da reclusão. Sem a correria, as pessoas perceberam como seus lares interferem no seu bem-estar e para tornar os ambientes mais confortáveis e agradáveis, uma solução é investir em uma repaginada na decoração e se aprofundar no Feng Shui, técnica chinesa milenar de harmonização dos espaços. Para ajudar aqueles que querem equilibrar a energia da casa, a Karis Brito, consultora holística de organização e interiores em São Paulo cadastrada no GetNinjas, selecionou quatro dicas sobre a aplicação do Feng Shui.


O que é

Primeiramente, Karis esclarece que Feng Shui não tem nenhuma ligação com religião. Trata-se de uma técnica chinesa milenar de harmonização dos espaços. Com o Feng Shui é possível identificar padrões vibratórios de energia de um determinado local - através da leitura da planta baixa e da observação - e harmonizar seus espaços garantindo bem-estar e equilíbrio mental e espiritual
para os moradores do imóvel.


Benefícios

"A nossa casa é como a nossa alma, reflete nossa essência e nosso estado de espírito!", explica a consultora. Sendo assim, ao harmonizar a energia do lar com o Feng Shui, os moradores podem ter inúmeros benefícios, tais como: ter mais saúde, melhorar a carreira, obter prosperidade, ter mais criatividade e concentração, solucionar problemas de relacionamento, conquistar realização pessoal, aumentar o foco e cultivar o otimismo. Entretanto, o primeiro passo para conquistar tais benefícios é depositar intenção e confiança ao seguir o Feng Shui.


Home Office

"No home office é importante que a mesa esteja posicionada de uma forma em que a pessoa sentada veja quem está entrando no local; é o que chamamos de posição de comando. Precisamos estar na posição de comando para que nossa vida flua e a gente consiga tomar as rédeas da vida. Porém é preciso evitar que o móvel fique de costas para a janela, pois essa é uma posição desfavorável para o sucesso. Outra posição que deve ser evitada é a de manter a mesa de frente para a porta de entrada, pois dessa forma, há muito desgaste de energia e a pessoa pode se sentir cansada e ter falta de foco e ânimo para trabalhar", aconselha
Karis.


O que evitar

Há algumas arrumações e organizações de móveis que devem ser evitadas e que são fáceis de reproduzir na casa, tais como: posicionar o sofá de costas para a porta de entrada ou posicionar sofá, cama, mesa de costas para a janela. Segundo o Feng Shui, a cozinha e o fogão simbolizam prosperidade, e por isso, é preferível manter o espaço sempre limpo e evitar usar apenas uma das bocas do eletrodoméstico.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Fevereiro Laranja e a importância da doação de sangue para o tratamento da Leucemia

 Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a Leucemia é o 9º. tipo de câncer mais comum entre os homens e o 11º. entre as mulheres. Apesar dos índices estatísticos, é uma doença que atinge também crianças e idosos.

Ela se origina na medula óssea e se espalha pelo sangue, impactando na produção de glóbulos vermelhos, plaquetas e glóbulos brancos, causando sérios danos ao organismo, como anemia aguda, infecções e hemorragias.

A Campanha Fevereiro Laranja foi instituída nacionalmente para alertar a sociedade de que a prevenção e o diagnóstico precoce ainda são as estratégias mais eficientes no enfrentamento à doença.

Nesse contexto, é importante também conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue para pacientes em tratamento de Leucemia.

A médica Dra. Ana Paula Carrijo Rodrigues, do Banco de Sangue de São Paulo, explica que pacientes com leucemia aguda certamente necessitarão de transfusões de sangue ao diagnóstico e no decorrer do tratamento.

"Isso ocorre porque, com o progresso da doença, que se origina na medula óssea, há um bloqueio na produção natural do sangue pelo organismo por ocupação da medula óssea pelas células tumorais. Dessa forma, os pacientes com esse tipo de câncer necessitam de transfusão de plaquetas e hemácias", informa a Dra. Ana Paula Carrijo Rodrigues.


Como o sangue é convertido em plaquetas?

A Dra. Ana explica que há duas formas para obtenção de plaquetas, sendo uma por meio da doação de sangue total, na qual o sangue é separado em concentrado de hemácias, de plaquetas e plasma.

O segundo método é por aférese de plaquetas, processo em que o sangue do doador passa por uma máquina que separa apenas as plaquetas e devolve ao doador as hemácias e o plasma. Neste processo, a quantidade de plaquetas corresponde a cerca de sete doações de sangue total e expõe o paciente a menos doadores, o que é recomendado a pacientes com leucemia.

O Banco de Sangue de São Paulo ressalta que todos os doadores, de todos os tipos sanguíneos, são bem-vindos nesta ampla rede de solidariedade. Não há restrição para doações de sangue que serão utilizados em tratamentos de leucemia, desde que os doadores estejam de acordo com os requisitos básicos descritos abaixo.


Requisitos básicos para doação de sangue:

• Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH, etc.) em bom estado de conservação;

• Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença dos pais no momento da doação);

• Estar em boas condições de saúde;

• Pesar no mínimo 50 kg;

• Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;

• Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas. Não é necessário estar em jejum;

• Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e língua (12 meses após a retirada);

• Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;

• Não ter tido gripe ou resfriado nos últimos 30 dias;

• Não ter tido Sífilis, Doença de Chagas ou AIDS;

• Não ter diabetes em uso de insulina;

Consulte a equipe do banco de sangue em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.


Critérios específicos para o CORONAVÍRUS:

• Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 30 dias após cessarem os sintomas para realizar doação de sangue;

• Candidatos que viajaram para o exterior devem aguardar 30 dias após a data de retorno para realizar doação de sangue;

• Candidatos à doação de sangue que tiveram contato, nos últimos 30 dias, com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico e/ou laboratorial de infecções pelos vírus SARS, MERS e/ou 2019-nCoV, bem como aqueles que tiveram contato com casos suspeitos em avaliação, deverão ser considerados inaptos pelo período de 30 dias após o último contato com essas pessoas;

• Candidatos à doação de sangue que foram infectados pelos SARS, ERS e/ou 2019-nCoV, após diagnóstico clínico e/ou laboratorial, deverão ser considerados inaptos por um período de 30 dias após a completa recuperação (assintomáticos e sem sequelas que contraindique a doação).



Serviço:

Banco de Sangue de São Paulo

Unidade Paraíso

Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 - Paraíso

Tel.: (11) 3373-2000

Fatores psicológicos e ambientais também influenciam no desenvolvimento de LER/Dort

Domingo é o Dia Mundial de Combate à LER/Dort, problema que têm aumentado no Brasil nos últimos anos
Divulgação

Especialista explica o que é preciso estar atendo em relação ao problema, que ainda afasta muitos profissionais do trabalho


Se você sente sensação de fadiga muscular e cansaço constante; seguida pela presença de dor nos membros superiores e nos dedos, que varia de intensidade, mas atrapalha na execução de atividades diárias; dificuldade para movimentá-los; formigamento; alteração da temperatura e da sensibilidade e redução na amplitude de movimento, fique atento, pode ser Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort). Cerca de 39 mil trabalhadores foram afastados do trabalho em 2019 por causa da LER/Dort, de acordo com dados da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.  

A condição tem aumentado muito no Brasil nos últimos anos e merece atenção. Segundo o estudo Saúde Brasil 2018, produzido pelo Ministério da Saúde, o total de registros cresceu 184% entre 2016 e 2017, saltando de 3.212 casos para 9.122. Mulheres de 40 a 49 são as mais atingidas. Diante da gravidade do problema, foi criado o Dia Mundial de Combate à LER/Dort, celebrado em 28 de fevereiro. O fisioterapeuta Thiago Vilela Lemos, que atende na Care Clinic, no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, explica que é preciso estar atento, pois os sintomas não começam necessariamente com dores. 

“Iniciam com sensação de fadiga, cansaço, porque o ambiente de trabalho também influencia. A dor pode aparecer apenas quando o problema já está mais avançado”, destaca. Ele reforça que é importante observar esses sinais, e se permanecerem por duas a três semanas é preciso buscar ajuda de um profissional. “Muitas pessoas só procuram ajuda quando não dá mais para trabalhar, o que é errado”, completa o especialista. Segundo ele, os problemas mais comuns são nos membros superiores, como punho, cotovelo e ombro, além da coluna. 

De acordo com o especialista, não é apenas o trabalho físico que leva a Dort, é multifatorial. O aspecto psicossocial também contribui para causar e agravar a doença, “Quando o trabalho é estressante ou se tem muita pressão, pode ser um fator de risco e deve ser observado”, pontua. Para prevenir o problema ele dá as dicas: “praticar atividade física, cuidar da saúde mental e ter um bom relacionamento no ambiente de trabalho”, explica o fisioterapeuta, que exerce a profissão há 16 anos.

 

Entendendo a doença 


A LER representa um grupo de afecções do sistema musculoesquelético (tendão, nervo, músculo, ligamento, osso, articulação, entre outras estruturas), decorrentes de sobrecargas mecânicas, que apresentam manifestações clínicas distintas e variam em intensidade, porém o termo foi substituído por Dort, por ser mais abrangente. “Nem toda LER poderia ter relação com trabalho, poderia ser de outras causas, como esportiva. Além disso, a lesão não é aparente. E com a Dort é preciso comprovar que está relacionada ao trabalho”, explica. A doença é mais comum em profissionais que realizam trabalhos manuais, como costureiras, torneiros mecânicos, carpinteiros; profissões onde há requisição dos membros superiores ou que fazem trabalhos finos com as mãos, mas também afeta trabalhadores da indústria, comércio, alimentação, serviços, entre outros. 

Ao contrário do que se pode pensar, de acordo com Thiago, o home office veio para contribuir com uma possível redução de casos e não aumento. “O home office não é um agravador dessas lesões, pois em casa as pessoas ficam mais confortáveis e em um ambiente que gostam, mas é preciso analisar a adaptação do espaço para o trabalho” alerta ele. O tratamento da LER/Dort, segundo o profissional, é feito, na maioria das vezes, com fisioterapia, adequações no ambiente de trabalho e terapias. “Em 90% das vezes são feitos esses tratamentos que chamamos de conservadores, apenas em último caso são realizadas cirurgias”. 


Surdez pode ocorrer em apenas um dos ouvidos, alerta Hospital Paulista

 Lado em que ocorre a perda auditiva também pode influenciar na gravidade da situação do paciente

 

Entre as várias confusões que são feitas por pacientes e seus familiares é de que a surdez sempre atinge os dois ouvidos. De acordo com o otorrinolaringologista José Ricardo Gurgel Testa, do Hospital Paulista, algumas doenças geram predominantemente a surdez em apenas um dos ouvidos. 

“São quatro cenários principais que podem envolver a surdez em apenas um dos ouvidos. Pode ser através de (i) uma infecção viral como a otite; (ii) de uma lesão vascular da cóclea, hemorragia ou infarto; (iii) devido a trauma; (iv) ou até mesmo por conta de tumores do nervo auditivo”, explica o especialista. 

Ainda segundo o médico, engana-se também quem pensa que a surdez em um dos ouvidos gera apenas um desconforto. Nessa situação, o paciente já apresentará dificuldade de comunicação, pois perderá capacidade de localização da fonte sonora, ainda que escute perfeitamente com o outro ouvido. 

Até mesmo o lado em que ocorre a surdez influenciará nas dificuldades vividas pelo indivíduo. Conforme explica o médico, as pessoas podem ter dominância cerebral do lado esquerdo ou do lado direito. A maioria tem dominância cerebral e cognitiva na parte direita do cérebro. 

“Se essa pessoa tiver, portanto, perda auditiva do lado direito, seu raciocínio será mais comprometido principalmente quando precisar usar a audição em locais ruidosos, pois sua dominância cerebral também está daquele lado”, completa.

 

Adaptação 

Se a perda auditiva em dos ouvidos não é total, o paciente poderá corrigir o problema de forma simples, com um aparelho auditivo. No entanto, em casos de perdas totais ou mais severas, a idade da pessoa será preponderante para o sucesso do tratamento. Quanto mais velho, maiores serão as dificuldades para a recuperação. 

“Em relação à adaptação, mesmo se não houver tratamento adequado, o paciente que desenvolveu surdez em um ouvido durante a infância ou adolescência acaba registrando certa adaptação no cérebro para conviver com a dificuldade. No idoso, essa adaptação é muito mais difícil”, afirma.

 

Sintomas 

E como perceber que a surdez ocorre em somente um dos ouvidos antes de consultar um médico? De acordo com o otorrinolaringologista, é essencial que familiares e pessoas próximas observem a queixa do paciente, especialmente se for alguém idoso que, naturalmente, terá mais dificuldades para expor com clareza suas dificuldades. 

“O paciente irá relatar pressão e zumbido em apenas um dos ouvidos, como se estivesse obstruído. Pode haver uma confusão da própria pessoa também em relação à gravidade do problema. Ou ele entende que a perda auditiva é grande, quando não é. Ou entende que a perda é leve, quando na verdade é mais severa”, explica o médico. 

Segundo ele, somente com o exame auditivo será possível avaliar o grau da perda, realizar o diagnóstico correto e proceder ao tratamento mais adequado.


Hospital Paulista de Otorrinolaringologia


O sangue menstrual não tem mau cheiro: entenda de onde vem o odor típico da menstruação

Durante a menstruação, em uma simples troca de absorvente, é comum pensarmos que existe um mau cheiro presente no sangue menstrual. Porém, de acordo com Mariana Betioli, obstetriz e fundadora da marca de coletores menstruais Inciclo, o sangue tem um odor neutro, quase imperceptível. 

“Quando usamos absorventes descartáveis, sentimos um odor que pode incomodar, de fato. Mas esse cheiro não é do sangue menstrual e muitas pessoas não sabem disso”, afirma Mariana Betioli. 

“O cheiro aparece quando o sangue entra em contato com o ar e com as substâncias químicas dos absorventes descartáveis e começa a entrar em decomposição. Para disfarçar o odor, esses produtos são até mesmo perfumados ou contam com neutralizadores de odor, mas não chega a funcionar muito bem”, explica a especialista.  

“Além disso, os absorventes possuem camadas plásticas que não permitem a passagem de ar, criando um ambiente úmido e quente. Assim, provoca a proliferação excessiva de bactérias e aumenta ainda mais o odor, em um círculo vicioso.” 

Mariana destaca que o cheiro do sangue isolado é bem fraco, assim como o de outras partes do corpo, e que não deve ser motivo de preocupação. “O sangue menstrual tem cheiro, mas é um cheiro bem fraquinho de ferro super comum, que reflete todos os nutrientes que contém em sua composição”, acrescenta. 

Por esse motivo, outras formas de coletar a menstruação são indicadas, como o coletor e o disco menstrual. De acordo com Mariana, essas opções são mais saudáveis e seguras para a região íntima. 

“O ideal é evitar produtos químicos em contato com a região genital e deixar a área mais arejada. A melhor alternativa para a higiene menstrual é usar o coletor ou o disco menstrual, que são feitos de silicone hipoalergênico, um material substâncias químicas. Além de acabar com o desconforto do mau cheiro, reduz o risco de infecção”, garante a obstetriz. 

Betioli reforça que o consenso de que a região íntima da mulher é suja, fedida, nojenta e precisa ter seu odor disfarçado, não é baseado em estudos científicos, e sim em tabus que sempre estiveram presentes na nossa cultura. 

“Na verdade, esse tipo de pensamento não está restrito apenas ao cheiro da menstruação. A vagina também é constantemente associada ao odor de peixe. Não é coincidência você ir na farmácia e ter uma prateleira cheia de produtos de higiene íntima feminina, com aroma de flores e doces. Não existe nada parecido para a higiene íntima dos homens, porque é algo culturalmente enraizado, e não biologicamente apontado”, reflete. 

“É importante conhecer o seu próprio corpo e seus odores naturais, até para observar padrões e perceber quando algo não vai bem. O tema da menstruação e da saúde da mulher como um todo ainda é rodeado de tabus, e é preciso desconstruir isso para a sua própria segurança. Não deixe de se consultar com uma ginecologista de confiança, fazer exames regulares e acompanhar de perto a sua saúde íntima”, conclui a CEO da Inciclo.


13 milhões de brasileiros têm doenças raras

São mais de 8 mil doenças deste gênero, e diagnóstico é um dos principais desafios

 

A data de 28 de fevereiro é lembrada como o Dia Mundial das Doenças Raras. A Organização Mundial da Saúde estima que 65 pessoas em cada 100 mil habitantes possuam uma das 8 mil doenças raras catalogadas pela medicina, calcula – se que no Brasil, esse número chegue a 13 milhões, maior do que a população da cidade de São Paulo.

Roberta Pontara de Carvalho, biomédica e coordenadora de Laboratório da Afip Medicina Diagnóstica, tem sua trajetória de vida marcada por uma doença rara. Seu marido foi diagnosticado com Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN) após sofrer um AVC, em 2014, com 32 anos de idade, consequência da doença até então não diagnosticada.

A doença é caracterizada por uma anemia hemolítica, ou seja, quando a medula óssea não é capaz de repor os glóbulos vermelhos que estão sendo destruídos.

““Hoje meu esposo segue em tratamento, pois a doença não tem cura.

O processo de reabilitação é contínuo, com fonoaudiologia e fisioterapia, porém (ou...e assim) ele convive com algumas sequelas.

Diante do ocorrido e da gravidade do AVC e da doença ele está muito bem Tivemos e temos o apoio de várias instituições. A rede de apoio, o convívio nessas intuições com outros doentes nos conforta e aquece o coração, nos mostra que não estamos sozinhos”, explica.

A biomédica alerta que o mais importante é a informação. Saber que as doenças existem e a divulgação pode chamar a atenção para o problema.

Sempre repito que, se tivéssemos descoberto a doença a tempo o AVC poderia ser evitado.

 

Como diagnosticar doenças raras

De acordo com Pontara, 80% das doenças raras são decorrentes de fatores genéticos e 20% originárias de causas ambientais, infecciosas ou imunológicas. Ela explica que a maioria dos casos, aproximadamente 75% manifestam- se na infância. “Por ser algo de difícil diagnóstico, pode-se levar anos para o início do tratamento”, afirma.

Para o diagnóstico da Hemoglobinúria Paroxística Noturna realizamos o exame citometria de fluxo, CD55 e CD59 que consiste em uma coleta de sangue periférico. (coleta de sangue comum, como outros exames).

É específico pois identificamos nesse exame a diminuição das proteínas nos glóbulos vermelhos (CD55 e CD59) e isso tem como consequência a hemólise.

 


AFIP Medicina Diagnóstica

www.afipdiagnostica.com.br 


Um ano de Covid 19 no Brasil: como a rede privada contribuiu para o enfrentamento à doença

 Na mesma semana em que a Anvisa anuncia a aprovação da 1ª vacina contra a Covid, o país completa um ano do registro do primeiro diagnóstico de Coronavírus no país. Índices de 2020 mostram como a rede laboratorial privada fortaleceu a batalha contra a pandemia

 

26 de fevereiro de 2020 confirmado primeiro caso de Coronavírus no Brasil. O paciente, um homem, de 61 anos, recém chegado de viagem à Europa. No dia seguinte ao anúncio oficial, o Ministério da Saúde confirmou outros 132 casos suspeitos da doença estavam sob monitoramento.

Os dias, semanas e meses que sucederam o primeiro registro foram de preocupação. O crescente número de casos e vítimas de norte a sul do país desfiou autoridades de saúde, tanto na esfera pública, quanto na privada, que se uniram em uma verdadeira ‘força-tarefa’ para tentar reduzir a incidência da doença.

Na mesma semana em que se relembra o primeiro caso oficial de Covid, o país chega a 250.079 vítimas da doença e supera 10 milhões de casos. Ao mesmo tempo, uma boa notícia estampa os noticiários, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a autorização de registro definitivo da 1ª vacina contra Covid-19. Produzido pelo laboratório Pfizer/Biontech, o imunizante poderá ser importado para o país, inclusive pela rede privada, com medida que permite ao Estado requisite as vacinas para o setor público. "Observar o cenário atual da pandemia, nos permite destacar um importante legado: a inegável contribuição para os avanços que temos hoje. Neste um ano, vimos o empenho e dedicação de cientistas e pesquisadores para responder de forma rápida, segura e eficaz à Covid 19", declarou o médico Rafael Jácomo, Diretor Técnico do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica, na 3ª edição do BootCamp, promovido pela Associação brasileira de Medicina Diagnóstica.

Amparado pelos números divulgados pela entidade no encontro - que apontaram que cerca de 40% dos exames para Covid 19 foram realizados pela rede privada de laboratórios, percentual que indica mais de 10 milhões de testes - o especialista destacou ainda a relevância da medicina diagnóstica no enfrentamento à doença. "Os indicadores levantados a partir dos testes produzidos pelas companhias do setor fizeram diferença na rápida tomada de decisões de médicos e autoridades de saúde".

Jácomo esteve à frente da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento do Sabin no desenvolvimento dos testes para detecção da Covid 19. Lançado ainda em fevereiro de 2020, o teste no formato RT-PCR do Grupo Sabin, juntamente com os sorológicos, foi grande aliado da saúde da população e a prova disso está nos números: o Grupo Sabin superou a marca de mais de 1 milhão de testes para a Covid 19 realizados no país. Até o final de janeiro, a empresa contabilizou no total 1.220.000 exames, destes 745.000 no modelo RT-PCR e outros 475.000 sorológicos.

Para atingir este patamar, a empresa investe continuamente na atualização de seus processos e operações oferecendo testes com capacidade de detecção de todas as variantes de SARS-CoV-2 descritas até o omento. "Mantemos uma rotina de atualização constante das alterações do vírus e desde os primeiros relatos dos casos das variantes seguimos acompanhando dos reports produzidos pelas principais autoridades de saúde globais", enfatiza o médico. O trabalho de monitoramento da descrição de vírus e suas variantes garante a eficiência dos testes oferecidos pela empresa, reafirmando seu compromisso de entregar serviços de saúde com o mais alto padrão de excelência.

 

Um ano Covid 19: um ano de aprendizados

 

"Foi um ano de muita dedicação à nossa missão de buscar a evolução constante de nossos estudos, pesquisas e processos, para assegurar ao paciente o melhor diagnóstico e ajudar assim no sucesso da jornada de tratamento", esclareceu Jácomo e reiterou "outro legado da pandemia é nossa capacidade de nos adaptarmos às novas realidades, novas rotinas para introduzirmos novos testes para uma doença, até então, desconhecida. Foi um desafio e um importante avanço para em abril já termos em nosso portfólio os novos testes, os chamados sorológicos. Como conseguimos isso? Com empenho, atenção e observação. Em janeiro de 2020, já estávamos atentos aos reports enviados pela OMS e CDC e a partir dos protocolos disponibilizados colocamos em prática e adotamos à nossa metodologia".

Referência em medicina diagnóstica, o Grupo Sabin também investiu em outras medidas de enfrentamento à doença, que fizeram a diferença em 2020. Implantou um comitê de crise multidisciplinar para análise e implantação das ações de enfrentamento ao COVID-19 na empresa. Além de monitorar as estatísticas globais de casos, o comitê também é responsável pela análise de impactos e riscos, e definição das ações de contingência e adaptação de processos, estruturas internas e externas e, principalmente, gestão de equipes e também pela implantação das ações estratégicas de transformação pós-crise. Para manter a realização de testes em todo o país, de forma ininterrupta, a empresa firmou parcerias superando as adversidades logísticas e assegurando estoque de insumos e reagentes.

Além disso, ampliou sua plataforma e portifólio de testagem, bem como capacidade produtiva. Expandiu também o acesso aos exames por meio dos novos canais de atendimento, que inclui as modalidades coleta em domicílio, coleta empresarial, drive thru e unidades exclusivas para COVID - 19. A empresa também aumentou as opções de serviços em domicílio e atendimento a hospitais em todo Brasil, para garantir mais agilidade e segurança dos clientes que procuram pelos serviços.

 

Um ano cuidando de dentro para fora


Uma série de medidas preventivas para proteger e conscientizar colaboradores, que estão na linha de frente, foi colocada em prática por meio de campanhas internas, reforçando cuidados de higienização nas as estruturas e unidades. Além da aquisição de novos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Para a manutenção da saúde emocional e mental dos colaboradores, a empresa lançou o "Guia de orientação", para profissionais em home office, fornecendo conteúdos em favor da produtividade e cuidados, e disponibilizou o "O Guia de Isolamento Domiciliar", com orientações sobre como proteger colaborador e familiares, em caso de contaminação.

O Sabin adotou protocolos especiais para acolher e cuidar daqueles que fazem parte do grupo de risco como colaboradores acima de 60 anos, crônicos e gestantes, concedendo férias, acompanhamento médico, acompanhamento virtual, protocolos específicos de retorno e reorganizou suas estruturas físicas e adequou escalas de trabalho, para garantir a redução do fluxo de pessoas em seus espaços.

Para atender a demanda das empresas, o Sabin remodelou o sistema de coleta empresarial para promover a testagem de funcionários, com serviço consultoria e a estruturação de protocolos de triagem, monitoramento e testagem, bem como as recomendações técnicas a partir dos resultados da testagem do grupo populacional.

"São iniciativas assim que nos permitiram alcançar os avanços para enfrentamento da pandemia em 2020. Mas ainda estamos enfrentando a pandemia. Temos vacina, mas o vírus ainda está circulando. O momento nos pede resiliência e atenção à rotina de cuidados. Lavar as mãos, usar máscaras de proteção e sair somente quando necessário são prioridades. Precisamos entender que é uma medida de proteção individual, mas também coletiva. E é uma forma de nos proteger e proteger quem está ao nosso lado", finaliza Jácomo.

 


Grupo Sabin

http://www.sabin.com.br

 

Dia Mundial da Obesidade

Pesquisa do IBGE aponta que seis em cada dez brasileiros são obesos e quase dois terços da população estão com sobrepeso


A obesidade é uma das doenças que mais cresce no Brasil e no mundo e suas consequências para a saúde estão envolvidas na incidência cada vez maior de diversas condições crônicas, como diabetes, problemas cardiovasculares, câncer e hipertensão, entre outras. A última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, mostrou que 96 milhões de pessoas são obesas ou estão acima do peso no país, o que corresponde a seis em cada dez brasileiros. E quando considera-se apenas a população adulta, a incidência da obesidade mais do que dobrou entre 2002 e 2019, indo de 12,2% para 26,8%.

São dados preocupantes, principalmente considerando que esses índices tendem a continuar crescendo nos próximos anos. "O cenário se agrava ainda mais quando levamos em conta o impacto da pandemia sobre a população. Boa parte das pessoas passou por meses de isolamento, o que aumentou a prevalência do sedentarismo e o consumo de alimentos como forma de aliviar a ansiedade", pontua o nutricionista ortomolecular Rafael Félix, da Via Farma. E assim como a pandemia tem impactado no peso da população, o excesso de peso também tem influenciado o cenário da Covid-19 no Brasil. "Como tem sido observado, a obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de formas graves da doença, mesmo quando o excesso de peso não é acompanhado de comorbidades. Já quando estão presentes quadros de diabetes e hipertensão, o risco torna-se ainda maior", diz Félix.


Os impactos da obesidade

É inegável que a crise sanitária e econômica que o mundo atravessa mudou os hábitos de vida e trouxe impactos importantes para a saúde mental de boa parte da população. O estresse e a ansiedade crescentes trazem diversas repercussões para a saúde, e uma delas é a mudança no apetite e na qualidade da alimentação. "É nesses momentos que as pessoas passam a buscar alimentos que prejudicam a composição corporal, como os ultraprocessados, refinados e doces, entre outros alimentos de alto valor calórico", alerta o nutricionista. Assim, é preciso atentar-se aos gatilhos da má alimentação para evitar que quadros de sobrepeso ou obesidade de instalem ou se agravem nesse período.

Na prática, podemos dizer que as origens da obesidade são multifatoriais, já que ela não está exclusivamente relacionada ao estilo de vida. Além de contar com a genética como fator importante, a doença ainda está ligada ao estresse crônico, distúrbios do sono e até mesmo à exposição prolongada a toxinas ambientais, que agem como disruptores endócrinos, prejudicando o equilíbrio hormonal do organismo. "No entanto, é preciso ter em mente que o estilo de vida ainda é o maior determinante no desenvolvimento da obesidade. Por isso, as mudanças de hábito são essenciais para combater a doença, junto de outras estratégias que podem ser indicadas pelo médico e nutricionista", destaca.

O melhor tratamento, aliás, é aquele multidisciplinar, já que que a doença é complexa e traz implicações que demandam o envolvimento de diversas especialidades da saúde. "A obesidade é uma doença endócrina e metabólica, de caráter inflamatório. O desequilíbrio que ela causa no organismo intensifica o estresse oxidativo, causando disbiose intestinal e alterações que afetam a ação da insulina, cortisol, hormônios sexuais e tireoidianos" elenca o nutricionista. De acordo com ele, o excesso de peso ainda bagunça o relógio biológico e interfere nos mecanismos de detoxificação do fígado, aumentando a pré-disposição a problemas hepáticos. "Com o corpo em desarmonia, também aumentam os riscos de comorbidades como diabetes tipo 2, doenças do coração, pressão alta, colesterol elevado e alguns tipos de câncer", afirma Félix.

Mas não é só o Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 30 que representa riscos para a saúde. O sobrepeso também vem crescendo no país e sua predominância passou de 43,3% para 61,7% nos últimos 17 anos, representando, segundo o IBGE, quase dois terços da população brasileira. "Esse dado também é muito preocupante, pois nos leva a concluir que boa parte da população pode ter acúmulo de gordura na região abdominal, o que já é fator de risco para diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares", aponta o nutricionista. Isso acontece porque quando a gordura abdominal é do tipo visceral, acaba se acumulando entre os órgãos, prejudicando seu funcionamento e a circulação sanguínea. Por isso, ao mínimo sinal de que o tamanho da barriga está passando dos limites saudáveis, já é indicado buscar ajuda para reverter o quadro e evitar que doenças crônicas se instalem.

Devido a tantas consequências que a obesidade pode trazer para a saúde e para a qualidade de vida, é preciso contar com a orientação de um endocrinologista e, se possível, de outros especialistas para lutar contra o excesso de peso. "O acompanhamento médico, nutricional e até mesmo psicológico é essencial para que o emagrecimento aconteça de forma saudável e efetiva. Dentre as opções terapêuticas, podemos citar as abordagens medicamentosas, fitoterápicas e até mesmo a intervenção cirúrgica, em último caso. Independente de qual seja a estratégia escolhida pelo médico, a dieta equilibrada e os exercícios físicos regulares devem estar sempre presentes", afirma. "Muitas vezes, é possível ajudar o paciente apenas com uma reorganização dos hábitos de vida e a prescrição de fórmulas fitoterápicas personalizadas, como o blend entre Alchemilla vulgaris L, Olea europaea L, Mentha piperita e Cuminum cyminum L, que tem se mostrado seguro e eficaz no combate à obesidade. Tudo vai depender do grau da doença e das características de cada perfil", finaliza.


Posts mais acessados