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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Crescimento do investimento em nuvem, tecnologia Open RAN, Intelligent Edge e telemedicina são as principais tendências tecnológicas em 2021, aponta estudo da Deloitte

 • Pesquisa "Previsões em Tecnologia, Mídia e Telecomunicação" - TMT Predictions 2021 indica que os gastos globais em Cloud crescerão sete vezes mais rápido do que os gastos globais de TI, totalizando US 150 bilhões até 2022;

• Serviços móveis contarão com a flexibilidade das Redes de Acesso de Rádio Abertas (Open RANs) e virtualizadas, atingindo até dez vezes mais sua participação no mercado em 2025;

• O mercado global de computação de borda (Intelligent Edge) expandirá para US 12 bilhões em 2021 e 70% das empresas utilizarão esta tecnologia até 2023;

• Haverá mais de 400 milhões de teleconsultas em todo o mundo em 2021.

 

O estudo "Previsões em Tecnologia, Mídia e Telecomunicação", elaborado pela Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, chega a sua 19ª edição ressaltando como as tendências mundiais dessas áreas para 2021 podem influenciar empresas e consumidores em todo o mundo. O relatório apresenta como cada fator destacado é impulsionado pelos impactos econômicos e sociais globais decorrentes dos padrões de crescimento já esperados e da aceleração digital resultante da pandemia da Covid-19.

No Brasil, quatro pontos-chave na tecnologia ganharão força em 2021: crescimento dos serviços em nuvem, Open RAN facilitando o crescimento das redes móveis, Intelligent Edge desencadeando a Indústria 4.0 e telemedicina.

"Cada vez mais a tecnologia e as telecomunicações são fundamentais e bens essenciais para o mundo e, apesar de seguirem os padrões de crescimento esperados, a realidade de uma pandemia global resultou em uma aceleração tecnológica sem precedentes, que mudou fundamentalmente a forma como vivemos e trabalhamos. É de grande relevância para o Brasil acompanhar essas tendências e elementos-chave da economia mundial. É o momento de não ficarmos para trás", afirma Marcia Ogawa, Sócia-líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte .


Covid-19 impulsiona o crescimento da nuvem

O mercado de nuvem cresceu ainda mais rápido em 2020 do que no ano anterior. De acordo com a pesquisa, o setor foi impulsionado pelo aumento da demanda devido à pandemia, lockdowns e ao volume de pessoas em trabalho remoto. Em 2020, a receita de nuvem em hiper escala aumentou em 25%, as vendas de chip para datacenters aumentaram 45% e o tráfego de internet em nuvem dobrou. A Deloitte prevê que a receita continuará crescendo em 2021 e será superior a 30% até 2025. Os gastos globais na tecnologia totalizarão US 150 bilhões até 2022.

As empresas migram para a nuvem para economizar dinheiro, se tornar mais ágeis e impulsionar a inovação. O mercado deverá emergir da crise ainda mais forte e os provedores de nuvem terão a oportunidade de capitalizar o aumento do uso, enquanto os usuários poderão explorar novas maneiras de criar valor. Em um futuro próximo, as tecnologias em nuvem podem se tornar a solução dominante em todos os tipos de negócios.


Open RAN virtualizado flexibiliza a evolução das redes móveis

O Open RAN virtualizado dá às operadoras de rede móvel o potencial para reduzir custos e aumentar a escolha do fornecedor à medida que adotam o 5G. Até 2021 serão realizados mais de 70 ensaios de Open RAN virtualizado, o dobro da atividade atual. Cerca de 80% das principais implementações de rede sem fio serão virtualizadas até 2023 e, até 2025, a participação do Open RAN no mercado poderá crescer dez vezes ou mais.


Intelligent Edge: computação de borda desencadeando a Indústria 4.0

A combinação de conectividade sem fio avançada (5G/Wi-Fi 6), do processamento de alta performance em componentes de tamanho reduzido e da Inteligência Artificial (IA), localizada perto de dispositivos que usam e geram dados, o Intelligent Edge, já está animando algumas das maiores empresas de tecnologia e comunicação do mundo. A Deloitte prevê que, em 2021, o mercado global para a tecnologia chegará a US 12 bilhões, em um crescimento anual composto (CAGR) de 35%. Esse crescimento é impulsionado principalmente pelas empresas de telecomunicações e as redes 5G em expansão, juntamente com provedores de nuvem de hiper escala entre outras tecnologias. Até 2023 estima-se que 70% das empresas utilizarão Intelligent Edge e, até 2025, o mercado de edge datacenter chegará a US 16 bilhões. Essas tecnologias, ainda mais rápidas, com menor custo e mais seguras, abrirão o caminho para a Quarta Revolução Industrial.

"O Intelligent Edge proporciona a utilização de modelos de IA na ponta, habilitando aplicações como carro autônomo, telemedicina, drones, entre outras tecnologias", declara Marcia Ogawa.


O crescimento das teleconsultas

Um dos principais efeitos resultantes da Covid-19 é o salto que a telemedicina deu em consultas médicas baseadas em vídeo. A pandemia não só exigiu a eliminação de barreiras regulatórias a essas visitas, mas também ajudou os consumidores, especialmente os com mais de 65 anos, a entender melhor e alavancar os aplicativos de videochamada.

O relatório "Previsões em Tecnologia, Mídia e Telecomunicação" ilustra quantos pacientes e médicos estão dispostos a mudar para consultas virtuais. A Deloitte estima que a porcentagem de teleconsultas aumentará para 5% globalmente em 2021, atingindo mais de 400 milhões de atendimentos médicos por vídeo, o que corresponde cinco vezes o nível de 2019, representando US 25 bilhões de valor de mercado.

O Brasil segue no caminho do avanço nessas tecnologias. Outros fatores serão de grande destaque em todo o mundo e para ter acesso ao relatório completo acesse: https://www2.deloitte.com/global/en/insights/industry/technology/technology-media-and-telecom-predictions.html .


Metodologia da pesquisa

O relatório anual "Previsões em Tecnologia, Mídia e Telecomunicação" apresenta perspectivas e tendências do setor que podem impactar e transformar os ecossistemas de negócios e consumidores em todo o mundo. As previsões deste ano para o cenário brasileiro se concentram em uma variedade de tópicos: crescimento do investimento em Cloud, tecnologia Open RAN, Intelligent Edge e telemedicina.



Deloitte

https://www.deloitte.com.br  

https://www.deloitte.com/about


Acaba em fevereiro prazo para entrega da DIRF ao empregado doméstico

O período de entrega do Imposto de Renda Pessoa Física está chegando e muitos empregadores domésticos devem se atentar à necessidade de entregar a DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte) a seus empregados "domésticos" que tiveram rendimentos sujeitos à retenção de imposto de renda.

Esse documento deve ser entregue até o dia 26 de fevereiro, às 23h59min59s e, caso esse prazo não seja cumprido, será cobrado multa pelo atraso. Para emissão desse documento o empregador deve acessar: https://receita.economia.gov.br/orientacao/tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/dirf-declaracao-do-imposto-de-renda-retido-na-fonte/tabelas-pgds/programa-gerador-da-declaracao-dirf-2021, ou procurar uma empresa especializada.

"Falta muito conhecimento das pessoas desse tema, assim, é fundamental que a pessoa que contratou trabalhador doméstico faça uma análise para saber se há o enquadramento nessa obrigatoriedade", explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Ele explica que para saber é preciso enviar esse documento se deve verificar se houve o desconto do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) no pagamento de Salário, Férias, 13º Salário ou Rescisão do seu empregado doméstico, pelo menos uma vez, durante o ano-base de 2020. Se houver o desconto, você precisa entregar a DIRF.

Além disso, se o empregado recebeu vencimentos a partir de R 28.559,70 durante o este período, também é preciso declarar.

No documento devem constar as informações das referidas retenções, para que assim os empregados possam entregar suas declarações. O valor desta multa é de 2% sobre o montante dos tributos e das contribuições informadas, limitadas a 20%.

"É muito importante que as pessoas físicas tenham grande cuidado na hora de enviar essas informações, pois, é a partir delas que são feitos diversos cruzamentos de informações pela Receita Federal, principalmente com o Imposto de Renda Pessoa Física, podendo assim ocasionar problemas para empregador e para os funcionários - que podem cair na malha fina por causa de informações desencontradas", explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

 

Das escolas ao espaço: 8 previsões de como a tecnologia continuará mudando nossa vida em 2021

2021 será o ponto de partida para muitas mudanças - descubra o que vem por aí


2020 foi um ano diferente de qualquer outro. Tanto empresas grandes e pequenas, quanto governos novos e antigos, tiveram de mudar completamente o que fazem e como funcionam. E a tecnologia nos ajudou a gerenciar essa transformação drástica. Seja com o Zoom virando nossa sala de reuniões de negócios (e nosso barzinho) ou o Netflix assumindo o papel do nosso cinema, nós usamos a tecnologia para ajudar a alimentar nossa família, ensinar nossos filhos, trabalhar junto com nossos colegas e até conseguir um pouco de diversão após passarmos mais um dia em casa. Em vez de causar uma desaceleração, 2020 acelerou nossa transição para um mundo digital, e eu imagino que não voltaremos tão cedo ao que tínhamos antes. Na minha opinião, 2021 será o ponto de partida para todos os tipos de mudança graças a essa aceleração, e aqui estão algumas áreas que serão pioneiras nisso.

 

  • A nuvem será onipresente 

A época em que todos os recursos da nuvem ficavam centralizados em data center está começando a sumir. Hoje já é possível encontrar aplicações de cloud que ajudam a potencializar o desempenho de navios, aeronaves, carros e casas. O acesso à computação e ao armazenamento da nuvem está passando de data centers robustos e chegando em comunidades rurais, áreas remotas e até órbitas próximas à Terra. Na prática, a nuvem está chegando em todos os lugares.

Hoje em dia, os avanços possibilitam colocar as tecnologias de nuvem mais próximas do que nunca dos clientes do mundo inteiro.  Além disso, conforme vemos a expansão das redes 5G, as operadoras começam a implementar zonas de comprimento de onda para que o tráfego das aplicações dos dispositivos 5G possa aproveitar ao máximo a latência baixa e a largura de banda alta dessas redes modernas. Quando as conexões rápidas com a nuvem são expandidas para os pontos mais distantes da rede, muitas coisas boas podem acontecer.

Ao remover a latência e executar mais processamento no dispositivo localizado na extremidade da rede, estamos começando a superar a única limitação que ainda afeta todas as tecnologias na Terra: a velocidade da luz. Operações que exigem uma latência muito baixa, incluindo carros autônomos, processamento de linguagem natural e o gerenciamento ativo de infraestruturas vitais, já não precisam depender de um deslocamento das informações dos confins da Terra para um servidor central. Agora, é possível executar as tarefas onde os resultados são mais necessários. E sabe qual é o efeito disso? Carros autônomos viram uma realidade; fábricas, casas e escritórios ficam cada vez mais eficientes e resilientes; e quem gosta de jogar videogame poderá contar com uma representação fiel da obra, onde quer que esteja.

Conforme a nuvem expande de locais centralizados para os ambientes em que moramos e trabalhamos, veremos cada vez mais o software executado na nuvem rodando perto de você, o que levará a melhorias em todos os aspectos da vida, incluindo nas áreas de saúde, transporte, entretenimento, fabricação e muito mais. Em 2021, essa transição para as extremidades do sistema será acelerada.

 

  • A internet do machine learning 

Estamos passando por uma explosão de dados. Hoje em dia, geramos mais dados em uma hora do que durante todo o ano de 2000, e mais dados serão criados nos próximos três anos do que nos últimos 30 anos. Em 2020, vimos os sinais dessa curva crescente conforme pesquisadores, farmacêuticas, governos e instituições de saúde direcionaram  recursos para o desenvolvimento de vacinas, novos tratamentos e outras formas de ajudar o mundo a permanecer saudável durante a pandemia. Esses esforços demandaram a geração e o processamento de grandes quantidades de dados. Seja na área da saúde ou em outras aplicações, a única maneira realista de lidar com todas as informações que estamos gerando é usar ferramentas de processamento e agregação junto com modelos de machine learning (ML) que nos ajudem a compreendê-las. Não é à toa que o machine learning se popularizou em 2020.

Historicamente, o ML sempre foi uma carga de trabalho pesada em termos computacionais, e não era possível executá-la em qualquer lugar, exceto nos hardwares mais potentes. Conforme conseguirmos avanços nos softwares e no silício, isso começará a mudar.  E, por estarmos chegando mais perto das bordas, o que veremos no próximo ano é uma aceleração da adoção dos modelos de ML em todos os setores e governos. Na manufatura, será incorporado às linhas de produção, conseguindo detectar anomalias em tempo real, e na agricultura, modelos ajudarão a gerenciar de forma mais inteligente recursos valiosos, como o solo e a água.

Também veremos uma explosão das conexões entre máquinas (M2M). Em 2018, segundo o relatório anual de internet da Cisco, apenas 33% das conexões existentes na internet eram do tipo M2M. Se você tiver um assistente de voz, contar com qualquer dispositivo doméstico inteligente ou estiver acompanhando a evolução rápida dos carros e caminhões, já imagina o que vem por aí: uma proliferação de sensores e dispositivos conectados à nuvem e também uns aos outros. Em 2021, as conexões M2M devem atingir 50% de todas as conexões e continuarão crescendo.

 

  • Imagens, vídeos e áudios serão mais importantes que a escrita 

No último ano, conforme exploramos as profundezas do confinamento, nos comunicamos cada vez mais por áudio, vídeo e imagens. Em decorrência disso, a quantidade de texto que consumimos nas nossas telas está caindo conforme usamos mídias diferentes para nos comunicarmos. Em um dia normal no Twitter, 80% das mensagens contém algum tipo de imagem ou vídeo, ou são apenas imagens ou vídeos. 

As empresas que quiserem continuar sendo relevantes para seus clientes precisarão estar bem cientes dessas mudanças de hábito. Na hora de construir relacionamentos e interagir com uma marca, os clientes querem fazer o que é mais natural, motivo pelo qual as empresas precisam adotar mais interfaces naturais. 

Essa transição para formas de comunicação também será mais democrática no que diz respeito ao acesso a serviços e informações. Para quem nunca aprendeu a ler ou escrever, a voz pode ser o único meio de acesso às informações. Em geral, pessoas com necessidades especiais que não consigam usar um touchpad ou um teclado podem conversar com uma tela ou um smart speaker para solicitar a exibição de fotos do último verão, pedir comida em um restaurante da região ou ligar para os filhos.

Sem falar em todos aqueles vídeos, áudios e imagens – no Twitter e em outros lugares –, que também gerarão novos insights e inspirarão novos produtos e serviços, como aconteceu com as plataformas de streaming de música.

A partir de 2021, o uso de áudios, vídeos e imagens continuará substituindo os textos em tudo, das plataformas sociais às operações empresariais, e as tecnologias de nuvem terão um papel importante na hora de suprir essa demanda.

 

  • A tecnologia transformará nossos mundos físico e digital 

Em 2020, fomos apresentados ao distanciamento social. Neste tempo, tivemos a oportunidade de parar para analisar e repensar a forma como nossas cidades vivem, respiram e funcionam. Muitos dos lugares em que moramos e trabalhamos foram construídos com base em premissas de décadas ou até séculos atrás, dependendo de onde estamos, e essa realidade já não existe – ou, no mínimo, não funciona bem durante uma pandemia. 

Com a ajuda de avançado data analytics, 2021 é o ano em que começaremos a descobrir como projetar nossas cidades de uma forma melhor para aproveitarmos as vantagens do distanciamento social sem nos sentirmos tão sozinhos. Nosso planejamento levará em consideração, por exemplo, como podemos deixar nossas comunidades mais saudáveis e seguras, em vez de apenas mais densas e eficientes. Será uma verdadeira convergência do digital e do físico. 

Grandes lojas já usam uma versão dessa tecnologia há muitos anos para analisar a movimentação de seus clientes e ajudar a direcionar essas pessoas em tempo real para melhores promoções. Porém, adicionando modelos de machine learning nesse kit de ferramentas para resolvermos os problemas mais difíceis do mundo real, poderemos identificar os gargalos e pontos de alerta antes da existência deles. 

Outra transformação física que veremos será menos social e mais financeira: precisaremos cada vez menos de dinheiro em espécie. Em 2020, vimos um aumento drástico de plataformas de pagamento on-line com operações construídas na nuvem e um sistema básico de criptografia também na nuvem – um exemplo disso é o blockchain. Essas opções serão cada vez mais abundantes conforme o mundo adotar tecnologias digitais para substituir opções antiquadas e centenárias. 

 

  • O ensino à distância conquista seu espaço na educação 

Nos últimos anos, vimos mudanças radicais em quase todos os setores, com uma exceção gritante: a educação. A maioria dos institutos educacionais funciona de uma forma parecida com quando eu ia à escola, há muitos e muitos anos. Embora tenhamos começado a ver mudanças nessa seara a passos lentos por meio de opções on-line, a COVID-19 forçou a educação a passar por uma reinvenção rápida, mais do que quase qualquer outro setor. E ela não voltará ao que era. 

Esse ano, vamos provar que o ensino à distância pode funcionar e talvez seja uma opção melhor para algumas pessoas, mostrando como isso pode ter um papel positivo e duradouro na educação. Não precisamos de uma crise global de saúde para ver que oferecer aulas pela internet faz sentido. Ter opções de ensino (e trabalho) à distância disponíveis o tempo todo também significa que as crianças poderão ficar em casa quando estiverem doentes, mas não precisarão perder aula. E se não houvesse nenhuma escola para o ensino presencial? Havendo uma conexão com a internet, pelo menos existirá a possibilidade de algum tipo de educação.

Sem dúvida, eu acho que devemos enviar nossos filhos de volta para a sala de aula, e para o contato com os colegas, mas nós passaremos por outras interrupções. O ensino à distância dá às instituições educacionais e aos alunos a flexibilidade necessária para reagir a imprevistos, sejam pandemias, desastres naturais ou causados pelo ser humano – para não interromper o aprendizado. 

  • Pequenas empresas irão acelerar sua migração para a nuvem, e o Sudeste Asiático e a África Subsaariana serão pioneiras disso 

A partir de 2021, veremos uma grande mudança nas pequenas empresas começando a usar a tecnologia avançada da nuvem para alcançar os clientes e uma explosão de tecnologias de alto nível e provedores de serviços que atenderão essas organizações. Isso vai ajudá-las a fazerem de tudo, desde ativarem um chatbot para ajudar a responder às perguntas mais frequentes dos clientes até implementarem um sistema de CRM extremamente simples em questão de minutos. As pequenas empresas colherão os frutos de arquiteturas e aplicações sofisticadas sem precisarem investir tempo e recursos financeiros para construí-las do zero. 

A tendência de onipresença da nuvem descrita acima é o que possibilita isso. Mas a força-motriz por trás dessa mudança é a experiência que a maioria das pequenas empresas vivenciou no último ano, quando, em muitos casos, conseguir utilizar a tecnologia era uma questão de sobrevivência empresarial. Com a expansão dessa tendência para o mundo inteiro, é esperado que nações do Sudeste Asiático, como Indonésia, Filipinas, Tailândia e Vietnã, e da África, como Quênia, Nigéria e África do Sul, liderem essa adoção. 

Antes de 2020, eu costumava passar um tempão nessas partes do planeta, sempre conversando com os clientes e ouvindo suas histórias de como estavam usando a tecnologia para superar desafios locais. Durante o tempo que passei nessas regiões, vi um potencial muito grande para as pequenas e médias empresas, e sempre achei suas histórias inspiradoras. Na África Subsaariana, 90% das empresas são de pequeno porte, e elas representam 40% do PIB e são responsáveis por US$ 700 bilhões na economia da região. Nos países do Sudeste Asiático, as pequenas e microempresas representam 99% das companhias de vários setores essenciais, principalmente no turismo e no artesanato. A penetração on-line desses países já está entre as mais altas do mundo, motivo pelo qual uma presença virtual possibilita que as pequenas e microempresas consigam ir além de suas comunidades e continuem fazendo negócios mesmo quando o mundo à sua volta estiver inacessível.

Quando essas pequenas empresas começarem a trazer suas perspectivas únicas e, muitas vezes, seus produtos artesanais para o mundo, é provável que elas comecem a dar saltos com muitas das práticas de negócios que vemos em países mais estabelecidos. Esses países não estão presos a uma tecnologia legada ou a um raciocínio obsoleto a respeito do que é possível para eles, então o céu é o limite. 

 

  • A computação quântica começa a desabrochar 

Ao conseguirmos democratizar as tecnologias mais avançadas e complexas, deixando-as acessíveis, disponíveis e inteligíveis para o maior número possível de pessoas, muita coisa boa acontece. 

Não há dúvida de que estamos nos estágios iniciais de uma transformação completamente inédita na computação. Nesta época de desbravamentos, é extremamente importante deixarmos o maior número possível de pessoas botarem a mão na massa e tentarem destrinchar a computação quântica. Conforme as empresas e instituições começarem a experimentar o universo quântico pela primeira vez, e essa expertise começar a ir além do mundo acadêmico, veremos planos de negócios e as primeiras sementes de produtos e serviços fundamentados em um futuro quântico. Como vimos com o machine learning, quando o ecossistema de softwares conseguir potencializar os hardwares de verdade, milhares de aplicações ganharão corpo.

Com o tempo, provavelmente por volta da próxima década, a computação quântica transformará áreas como a engenharia química, a ciência de materiais, a descoberta de medicamentos, a otimização de portfólios financeiros, o machine learning e muito mais. Mas isso só acontecerá se pessoas cada vez mais diversas começarem a imaginar esse futuro. 2021 será o ano em que a computação quântica começará a desabrochar. 

 

  • A última fronteira... 

Para a tecnologia cumprir seu potencial de ajudar todas as pessoas ao redor do mundo a viverem uma vida melhor, não devemos sair dando a volta ao mundo; devemos ir às alturas. A partir de 2021, imagino que o espaço será a área em que veremos alguns dos maiores avanços das tecnologias de nuvem. 

Já estamos vendo a capacidade de acessar e processar dados de satélite ajudando pesquisadores a acompanharem o desgaste das geleiras, as agências marítimas a protegerem as reservas marinhas vulneráveis e os agrônomos a fazerem uma previsão melhor do abastecimento alimentar. As startups estão tentando transformar o espaço no lugar ideal para uma nova geração de redes rápidas e seguras. Ao disponibilizar e facilitar o acesso ao espaço para todos os desenvolvedores, fico animado para ver as inovações que voltarão à Terra e nos ajudarão a promover nosso crescimento e prosperidade.

 


Dr. Werner Vogels - Vice-Presidente e Diretor de Tecnologia da Amazon.com


Como usar os chatbots nos processos de recrutamento e seleção

 A procura por emprego é uma atividade cansativa, tanto para o candidato, quanto para a seleção realizada pelo recrutador. Se antes bastava um currículo e uma entrevista pessoal, agora os candidatos enfrentam processos de aproximadamente cinco fases. Não é de se admirar a percepção de alguns de que procurar emprego é como fazer um trabalho de tempo integral por si só.

Nestas seleções, diversas empresas acabam promovendo uma experiência negativa, frustrando os candidatos, seja por processos longos e engessados, ou pela falta de feedback sobre a seleção. E essa experiência ruim, quando compartilhada, pode prejudicar a reputação da companhia. A boa impressão precisa ser de ambas as partes. 



Chatbots utilizados na comunicação com os candidatos


Já pensou usar um chatbot com tecnologia de IA como parte do seu processo de contratação? Os bots, que já são usados para potencializar vendas e para se comunicar com os consumidores, também podem ajudar a estabelecer um diálogo com os candidatos e eliminar a falta ou ruído na comunicação. 


Quanto mais os chatbots são usados como parte da experiência digital, mais confortáveis as pessoas ficam com ele. Na verdade, muitas pessoas já o esperam. E quando se trata da procura de emprego, 82% dos candidatos acreditam que o processo ideal seja uma mistura de tecnologia e comunicação humana, segundo a Ideal Recruiter, especializada em dados e tecnologias para RH.


Em um cenário de "coloque-se no lugar deles", imagine a frustração de investir tempo e esforço com preenchimento de formulários, inserindo históricos de educação e trabalhos, respondendo a perguntas com foco em capacidades profissionais e características sócio-comportamentais, e, mesmo assim, demorar muito tempo, ou nem receber retorno do recrutador. Aqui entram os chatbots. Um de seus melhores recursos é a capacidade de fornecer feedback rápido e imediato, além de atualizações de status.


Isso significa que os chatbots podem não apenas responder às perguntas mais frequentes dos clientes, como “o que é um fax?”, mas também aos pedidos de emprego.


Para usar chatbots desta forma, a programação é adaptada para responder a todos, dizendo algo como: “Muito obrigado pela sua candidatura. Agradecemos o tempo e o esforço que dedicou no processo! Estamos muito honrados pelo seu interesse em trabalhar conosco! Em breve entraremos em contato, ok? Boa sorte! ”


Esta resposta é genérica o suficiente para ser enviada a todos os candidatos, ao mesmo tempo que é pessoal o suficiente para elevar o moral do candidato. Ao fazer isso, as pessoas saberão que a candidatura está em análise, ao invés de ficar no escuro, perguntando-se o que aconteceu.



Automatizando processos


Freqüentemente, os candidatos preenchem longos formulários de inscrição, que precisam ser feitos em computadores. Mas por que não pelo celular? Esse método de recrutamento está cada vez mais em ascensão. Afinal, muitos candidatos acham que preencher longos formulários cria uma experiência negativa de procura de emprego.


Os chatbots podem ser usados para selecionar candidatos, fazendo-lhes uma série de perguntas via texto. Isso não é apenas rápido, mas também mais envolvente. Isso tira a pressão dos candidatos e economiza tempo e energia. O assistente virtual pode coletar dados, examinar currículos e encontrar informações relevantes para a função, limitando as aplicações adequadas e tornando o processo mais fácil, fornecendo o feedback. Também pode rejeitar um candidato ou agendar uma entrevista, por meio do calendário da empresa, ou mesmo um sistema integrado de reservas online. 


O chatbot também pode estar nas redes sociais. Se um candidato tiver alguma dúvida, pode entrar em contato com a sua empresa no Facebook ou Whatsapp. Assim, ele obterá uma resposta rápida e precisa, o que lhe dará uma boa impressão.



Existem desvantagens para os chatbots?


Para começar, há uma ideia de que o chat pode ser muito robótico, pois nem sempre é programado para usar gírias ou coloquialismos. No entanto, enquanto antes era verdade que os chatbots lutavam para entender metáforas, gírias e outros discursos fora do padrão, hoje foram aprimorados e são capazes de entender frases e mensagens muito mais complicadas ou incomuns. Isso se deve, em grande parte, à tecnologia de processamento de linguagem natural (PNL).

 

Outro problema é a falta de calor humano. Mesmo assim, os desenvolvedores têm trabalhado muito para resolver esse problema. AIML (Artificial Intelligence Markup Language) é a forma como os engenheiros programam a linguagem do chatbot. Hoje, depois de reconhecer o problema com carinho, os chatbots são muito mais amigáveis e falam de uma forma muito mais humana.

 

Lembre-se, porém, de que os chatbots não são substitutos de humanos. Talvez, um dia, mas não hoje. O que significa que, embora os bots ajudem muito a economizar tempo e dinheiro, é um ser humano que tem a palavra final.

 

Assim como em uma interação B2C, um candidato contará ao mundo se tiver uma experiência negativa. Levantamento da consultoria Software Advice aponta que 59% das pessoas que têm uma experiência ruim com um sistema tentarão afastar outras pessoas, enquanto que 88% dos candidatos com boa experiência dirão às pessoas para se candidatarem à empresa.


Então, para evitar uma crítica negativa em plataformas como Glassdoor, dê às pessoas uma boa experiência e mantenha a comunicação com um chatbot. Quer consigam o emprego ou não.

 



Cassiano Maschio - diretor comercial e de marketing da Inbenta Brasil, empresa especializada em relacionamento com o cliente online, por meio de abordagens de inteligência artificial.

 

Alta do Bitcoin faz criptoativo atingir a marca histórica de U$51 mil

O Bitcoin, principal criptomoeda, chegou a marca histórica de U$51 mil nesta semana, um marco histórico para a moeda. Essa alta acontece em um momento em que grandes empresas do mercado estão aderindo ao Bitcoin, como a Tesla do Elon Musk, que comprou na semana passada cerca de US$ 1,5 bilhão em bitcoin, a empresa planeja aceitar a criptomoeda como pagamento. 

Esse boom mexeu com o mercado e a tendência é que o Bitcoin continue a crescer nos próximos dias. Pensando nisso, especialistas do mercado falaram sobre essa movimentação.

Para Vinicius Frias, CEO do Alter, o Bitcoin chegando aos U$51 mil é um marco significativo. “Na história do Bitcoin, ficará marcado como um marco da entradas dos institucionais posicionados no ativo, como Grayscale (fundo de criptoativos), MicroStrategy, Tesla e outros” Para ele o Bitcoin o próximo grande alvo será os U$100 mil. Essa alta vem através de uma história que já tem 12 anos, cheio de altos e baixos.”Durante anos os evangelizadores e o varejo foram os responsáveis por trazer o bitcoin até o patamar atual. O ecossistema hoje é muito mais maduro, era algo natural de acontecer” completa o CEO.

Para Ricardo Dantas, COCEO da Foxbit, cada ATH (all time high)é uma grande vitória para o mundo das criptomoedas. “Isso mostra toda mudança do mundo financeiro que ainda está por vir. A tendência é de subir ainda mais esse ano, mas acreditamos que o Ether ainda não começou o movimento de subida que o Bitcoin já está”. Ricardo completa e diz que esse aumento aconteceu por consequência do Halving em 2020. “As boas notícias dos grandes investidores e empresas têm acelerado bastante esse processo. Dessa vez está bem diferente do que aconteceu em 2017/2018” finaliza.

Segundo Lucas Schoch, CEO da Bitfy, carteira multiuso e sem custódia de bitcoins, a ascensão da criptomoeda, impulsionada por grandes empresas como a Tesla e a Square, mostra que investidores estão visando ativos que não são afetados pela inflação, com objetivo de “reserva de valor”, como é o caso da Bitcoin. “Todos os momentos em que o Bitcoin atinge sua máxima histórica, o que tem acontecido bastante ultimamente, fazem com que o Bitcoin e outras criptomoedas entrem em evidência. Acredito que ainda estamos longe do mainstream, mas que sem dúvidas nunca estivemos tão perto”, destaca. 

 

Pesquisa sinaliza que os vendedores b2b que se adaptarem mais rápido sairão na frente em 2021

(Pesquisa elaborada pela neoxs, tem por objetivo entender, na opinião dos profissionais diretamente envolvidos em vendas b2b, como foram as interações com clientes no ano de 2020 e o que esperam de 2021).

 

A neoxs, primeira plataforma de treinamentos de vendas B2B por assinatura do Brasil, realizou pesquisa sobre a área comercial. O estudo “Como foi 2020 + Como será 2021” ouviu 161 profissionais de áreas comerciais de empresas de diferentes setores da economia brasileira no mês de dezembro de 2020, pela metodologia survey, com questionários online, enviados por e-mail para profissionais da área de vendas.

De acordo com Mauricio Vergani, CEO da neoxs, a pesquisa mostrou que a pandemia colocou à prova a capacidade dos profissionais de vendas e que desenvolver novas habilidades será a chave para enfrentar a nova realidade de mercado. ”Todo mundo terá que se adaptar porque tudo mudou”, explica o executivo.

A crise trouxe mudanças que obrigam as áreas de vendas a repensar sua forma de atuar. Uma dessas mudanças foi o aumento da atividade comercial: e a pesquisa mostrou que os vendedores estão mais ativos, usando ainda mais redes sociais e também o telefone, por outro lado investem pouco tempo na preparação de suas abordagens aos clientes. Ainda assim, para 33% dos vendedores e vendedoras participantes, o resultado de 2020 foi menor do que o ano anterior.

A neoxs observou ainda na pesquisa que as interações digitais com clientes se tornaram regra. “80% dos respondentes declararam que as interações digitais são a nova regra na hora de interagir com os clientes. Considerando que o fim da pandemia ainda está distante, a nova realidade que se impõe obriga os profissionais a se preparem melhor e desenvolverem suas habilidades para sobreviver em um contexto em que interações presenciais serão evitadas ainda por alguns meses”, ressalta Fausto Mello, COO da Neoxs.


O desafio da prospecção no mundo digital

A pesquisa apontou que os vendedores perceberam um aumento na dificuldade em prospectar clientes, sendo que a migração para o digital é uma das possíveis razões disso. O estudo aponta que 42,2% consideraram que está mais difícil a prospecção. Portanto, é possível concluir que essa é mais uma mudança que obriga vendedores e vendedoras a se adaptarem ao novo cenário para atingir suas metas.

Quando perguntados sobre quanto tempo em média os vendedores investem na preparação prévia para realizar uma reunião com um cliente, quase metade dos vendedores e vendedoras brasileiras responderam que investem pouco tempo na preparação: mais da metade gastam menos de uma hora preparando uma abordagem ou não se preparam. Enquanto 53,2% investem menos de 1 hora ou não se preparam, apenas 15,6% dos respondentes declararam gastar 2 horas ou mais planejando a sua abordagem. “Considerando o contexto atual, no qual a atenção dos clientes está cada vez menor e o tempo está escasso, a falta de preparo pode ser um fator importante no desperdício de oportunidades”, revela Fábio Tadashi Suzaki, Diretor de Pesquisa da Neoxs.

A pesquisa apurou também que, além de estar mais difícil falar com o cliente, os mesmos estão dedicando um pouco mais de tempo nas interações. Os clientes estão dedicando aos vendedores, em média, 47 minutos de seu tempo, 12 minutos a mais do que dedicavam no início da pandemia.  “Umas das conclusões que podemos tirar é que a preparação prévia é chave para aproveitar ao máximo o tempo escasso que clientes estão dispostos a ceder para vendedores e vendedoras”, explica Fábio.


O telefone é utilizado por 78,9% para interagir com o cliente na prospeção

De acordo com a pesquisa da Neoxs, as ferramentas digitais se consolidaram como as mais utilizadas para contato, mas também foi observado como o telefone tem sido bastante utilizado na prospecção.

Veja no quadro abaixo a preferência dos vendedores para acesso a um novo cliente:



“Enquanto os meios digitais são uma via única de comunicação, o telefone é um meio de comunicação na qual o diálogo acontece em tempo real. Nesse momento de isolamento, poder interagir e realizar um contato mais humano parece ter voltado a ganhar força”, afirma Fabio.


Fechar uma venda está levando mais tempo

A pesquisa também traçou o tempo de ciclo de uma venda, comparando 2020 com o ano anterior. Continuando uma tendência verificada no início da pandemia, o tempo médio de negociação para o fechamento de uma venda aumentou para mais da metade dos respondentes. “É possível que a combinação de clientes em crise e da dificuldade de lidar com meios digitais tenha trazido como consequência o aumento dos ciclos de venda”, explica Fausto Mello, COO da Neoxs. Para os entrevistados, 56% registraram aumento no tempo médio de negociação, 14,7% apontaram queda e para 29,4% permanece inalterado. Para 39,5% a variação da taxa de aproveitamento em oportunidades e fechamentos quando comparado com 2019 diminuiu, enquanto para 31,2% aumentou e para 29,4% permaneceu igual.


Vendedores B2B estão otimistas depois de um 2020 difícil

Embora tenha sido um ano desafiador, segundo a pesquisa da Neoxs os vendedores estão otimistas quanto ao que se aproxima, com 87,2% acreditando que 2021 será um ano para alcançar resultados melhores.

Apesar do otimismo dos vendedores, os Gestores comerciais de vendas B2B ouvidos na pesquisa consideram que vender está 67,9% mais difícil em meio a tantas mudanças. A pesquisa perguntou aos Gestores de vendas sobre seus planos para o tamanho da equipe comercial de suas empresas para 2021 e 58% responderam que irão manter suas equipes, 30,4% pretendem aumentar e 10,7% vão diminuir, indicando disposição para investir, continuar preparando as equipes para se adaptarem e assim entregarem resultados mesmo em um cenário ainda de mudança.

Vale ressaltar ainda na pesquisa que, enquanto 7 em cada 10 empresas que investiram na preparação de suas equipes comerciais para atuar neste novo cenário declararam ter tido resultados maiores em 2020, apenas metade das empresas que não fizeram isso tiveram resultados melhores que em 2019.

A pesquisa concluiu que, em muitos segmentos, a migração quase total para interações virtuais é uma das mudanças que profissionais de vendas ainda estão assimilando, com alguns tendo dificuldade na transição, que deu mais poder ao cliente e exigem mais preparação para abordá-lo de forma relevante. “Aqueles que investirem mais tempo para assegurar que há relevância para o cliente em suas conversas podem se diferenciar muito mais no cenário atual”, conclui Mauricio Vergani, CEO da Neoxs. 

Segue link para acesso à pesquisa completa:

https://conteudo.neoxs.com.br/pesquisa-neoxs-2021

 


Neoxs

www.neoxs.com.br

 

A mediação e conciliação na área da saúde

Mediador e conciliador da CâmaraSIN, Claudemir Machi, fala sobre a judicialização dos planos de saúde e o papel da mediação e da conciliação para descarregar o judiciário

 

Dentro do mercado de seguros temos diversos ramos que são demandados e colocados para resolução através do Judiciário e, dentre tantas situações, aquela que é mais evidenciada diz respeito a judicialização dos planos de saúde e seguro saúde, onde normalmente ocorrem entraves, com a instabilidade emocional do beneficiário ou de um ente próximo.

Diante dos fatos, as coisas acabam por sair um tanto quanto do controle. No entanto, devemos lembrar que do outro lado da relação jurídica está a seguradora, ou operadora do plano de saúde, que vislumbra sua negativa baseada no Rol de Procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Pois bem, ao longo de minha carreira profissional como corretor de seguros e também como advogado especialista em Direito Securitário, um dos principais problemas com relação à judicialização dos planos de saúde e/ou assistência médica, estão envoltos a inércia de um ente que está entre o segurado e a seguradora, que é a ANS.

A morosidade, que se baseia em diversos fatores elencados pela Agência, deveriam, sem sombra de dúvidas, serem revistos e a CâmaraSIN teria fundamental importância para trazer o entendimento aos entes da relação. Tal embaraço, regulamentado de prazo, somente traz inúmeros processos judiciais em desfavor das seguradoras/ operadoras, pelo simples fato de que para qualquer procedimento ou medicamento ser incluso no Rol de Procedimentos leva-se, em média, dois anos.

Temos instrumentos científicos e tecnologia suficientemente eficazes para reduzir – e muito – a morosidade e, com certeza, trazer significativos resultados ao setor. Portanto, devemos iniciar a revisão desse dispositivo com máxima brevidade e, assim, iniciar os trabalhos de mediação entre todos os envolvidos, em especial pela CâmaraSIN e um grupo de mediadores e conciliadores especialistas no tema.

Verifique que a Resolução Normativa nº 428/2017 traz, inclusive, a possibilidade de ser atualizado a qualquer tempo, mas, infelizmente, não é o que ocorre. No transcorrer do processo judicial, que tinha como objetivo obrigar a operadora/ seguradora a disponibilizar determinado procedimento ou medicamento que, naquele momento, não estava elencado no Rol de Procedimentos, ao passar alguns anos de processo, ou mesmo durante seu curso, acaba sendo inserido, perdendo o objeto da ação. Sendo assim, poderíamos interceder de forma mais proeminente.

Art. 28. O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde deverá ser revisto periodicamente a cada 2 (dois) anos, podendo ser atualizado a qualquer tempo, segundo critérios da ANS.

Parágrafo único. Para fins de qualificar e organizar o processo de revisão, as solicitações de inclusão, exclusão ou alteração no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e de suas diretrizes de atenção à saúde deverão ser feitas por meio de formulário próprio, disponibilizado em período a ser definido pela ANS.

Com propósito, deveríamos, então, ter apenas uma agência reguladora com o controle técnico da saúde que é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), sendo uma autarquia do Poder Executivo Federal, vinculada ao Ministério da Saúde, que “tem como campo de atuação não um setor específico da economia, mas todos os setores relacionados a produtos e serviços que possam afetar a saúde da população. Sua competência abrange tanto a regulação sanitária quanto a regulação econômica do mercado”.

Dito isso, se todos os procedimentos e medicamentos já se encontram devidamente autorizados pela ANVISA, qual a necessidade da atuação da ANS para incluir os procedimentos e medicamentos, já autorizados pela ANVISA, e aguardar dois anos para incluir no Rol de Procedimentos? Vamos mediar e conciliar o setor. Dessa maneira, estaremos fazendo um bem enorme às pessoas e, em especial, ao próprio setor de saúde suplementar.

Entendo que a situação poderia ser resolvida com o trabalho da CâmaraSIN, através da mediação e conciliação com todos os envolvidos e não apenas as seguradoras, mas ir além, com a participação da própria ANS, bem como da ANVISA, além da intervenção de outros entes do poder público.

Dessa forma, teríamos mais celeridade na atualização do Rol de Procedimentos e, com isso, demonstraríamos a assertividade e efetividade da CâmaraSIN nos processos, além da importância da mediação e conciliação num grau tão efetivo, que reduziríamos de maneira acentuada todas as demandas judiciais em um breve espaço de tempo.

Portanto, considero que a efetividade e a importância da mediação e conciliação no mercado de seguros podem, sem dúvida, ser mais propositivas em parceria com as empresas do mercado de seguros, tratando os casos em sua individualidade. Mas, ao mesmo tempo, tratando temas de alta complexidade para o judiciário e identificando “sintomas” mais graves, que podem ou poderão ser resolvidos com outras medidas e não apenas com situações pré-processuais ou processuais e, com isso, tratando a “causa” propriamente dita.


VANTAGENS DE CONTRATAR ESTAGIÁRIOS

Entenda quais benefícios a empresa tem ao abrir oportunidades desse estilo


O melhor meio de inserção de jovens no mercado de trabalho é o estágio. Essa modalidade garante uma jornada repleta de aprendizados, conquistas, desafios e também dá estímulo aos primeiros passos profissionais de muitos cidadãos. Entretanto, não é apenas o indivíduo admitido quem sai ganhando. Afinal, as empresas, quando abrem suas portas para esse tipo de contratação, têm diversos benefícios. 

 

Um talento para moldar 

Como estagiar é uma porta de entrada para o mundo dos negócios, grande parte dos brasileiros em busca de uma vaga desse estilo não têm experiências prévias. Isso pode ser de grande interesse para um gestor com o desejo de orientar um talento em potencial, até porque ele virá sem vícios de outras vivências e poderá ser moldado para desenvolver habilidades. 

 

Atitude empreendedora 

Assim, a cada passo da evolução desse estagiário, é possível direcioná-lo assertivamente para novas posições dentro do quadro de colaboradores. Essa é uma das grandes vantagens para a corporação e, além de tudo, é uma iniciativa empreendedora ao plantar dedicação hoje para colher alta performance no futuro. 

 

Inovação para os times 

A modalidade é voltada apenas para quem está matriculado e frequentando regularmente uma instituição de ensino médio, técnico, superior ou EJA - Educação de Jovens e Adultos. Por trás disso, outro grande ganho para as companhias: conhecimentos atualizados para inovar processos, serviços, produtos e posicionamentos. 

 

Algo crucial em momentos de crise 

Com isso, a marca consegue permanecer relevante no mercado e se adaptar aos desafios com times repletos de membros criativos e muita disposição para contribuir com os resultados. Em momentos de crise como o vivido atualmente esse é um dos pontos mais valiosos para muitos líderes.

 

Legislação e regras 

Além disso, como essa prática é definida como o ato educativo escolar supervisionado e, portanto, não gera vínculo empregatício, a organização fica isenta de pagar encargos trabalhistas. Dentre eles, estão o FGTS, INSS, 13º salário, sobre férias e verbas rescisórias. Esse é outro estímulo para os gestores darem essa oportunidade a quem mais precisa se desenvolver. 

Em contrapartida, quem é contratado não fica, de forma alguma, desamparado. Segundo a Lei 11.788/2008, é garantido o direito de recebimento de uma bolsa-auxílio, bem como o auxílio transporte, seguro contra acidentes pessoais, recesso remunerado e carga horária reduzida.  

Portanto, acredite na força do estágio e do jovem estudante. Dar uma chance como essa pode garantir um futuro repleto de prosperidade para a economia e para o país de forma geral!

 

Carlos Henrique Mencaci - presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágios


Para quê estratégia em venda?

 Fala campeão!


Hoje eu trago para vocês um tema de extrema importância: Você sabe o que é estratégia de vendas? Para que serve? Quando empregar? Os erros que você não pode cometer?

Vem comigo!

Trouxe um breve e rico conteúdo sobre estratégia de vendas. Na década de 1970, através da globalização, as empresas passaram a ser mais competitivas, então quem vendia nesse período não estava mais sozinho na negociação e todos passaram a almejar o mesmo objetivo. A partir dessa década, o mundo começou a se abrir e tivemos aumento nas exportações e importações, ou seja, a competitividade ficou mais acirrada, foi preciso fornecer um diferencial para o cliente. Com esse cenário de competição, a estratégia de vendas passou a ser extremamente necessária.

Mas o que seria essa estratégia? Estratégia de vendas é o momento que você foca no seu objetivo, é o momento de estruturar as formas para chegar até o objetivo. Neste momento colocamos na mesa as ferramentas de negócio: Quem é o influenciador? Qual o melhor meio de comunicação com seu cliente? Qual o melhor horário de negociar? Com essas respostas e ferramentas, você consegue montar a sua estratégia de vendas.

Essa ação passou a ser decisiva no processo de venda, há uma possibilidade de sucesso maior na negociação, por isso vou deixar uma dica para você: Escreva em um papel qual a melhor estratégia para um determinado grupo de clientes. Por exemplo seu cliente A, é o seu cliente que exigirá maior cuidado no planejamento, o que você criaria para esse grupo de clientes?

Mas o que você precisa saber?

Tenha informações! Faça perguntas, entenda a necessidade do seu cliente, garanta que ele leve o problema até você e, por último, mas não menos importante: ouça o que ele irá te dizer. As informações vindas do seu cliente sempre irão te ajudar a estruturar o seu objetivo.


5 Dicas para não errar: 

  • Só passe o preço quando a necessidade estiver clara, desde que você saiba a necessidade do cliente, e que o negócio vai ser fechado. 
  • Enxergue falhas! Mapeie as possíveis falhas da sua estratégia, mesmo antes da aplicação prática. 
  • Deixe seu objetivo claro para a outra parte, não navegue sozinho, leve seu cliente junto com você para todos os níveis do processo de venda. 
  • Desenhe o pós-venda, quando você atingiu seu objetivo e a estratégia foi um sucesso, tenha em mente o que você deve fazer depois que conquistar seu objetivo. 

Compartilhe com estrategistas mais experientes as suas estratégias, principalmente se você é novato na área comercial, isso vai lhe proporcionar uma visão mais ampla do negócio. Aproveitem o início do mês para montar sua estratégia de vendas! E fique ligado que em breve vou trazer mais ferramentas de vendas para te ajudar a alcançar o seu objetivo na venda! Grande abraço e boas vendas campeão!! Marcelo Cerutti é Diretor da empresa CERUTTI Consultoria e Treinamento, especializada em gestão de vendas para o Agronegócio. Visite nossas redes.




MARCELO CERUTTIVeterinário e Pós graduado em Marketing. Diretor da CERUTTI – Consultoria e Treinamentos. Campo Grande - MS
cerutti@cursosposagro.com.br
Site: www.cursosposagro.com.br

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