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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Por que não cumprimos as promessas para 2018 – e como não repetir o mesmo erro em 2019


Especialista ensina como mudar a relação com as metas e acabar com a frustração típica do fim do ano


“Então é Natal, e o que você fez?”. A música famosa que toca no fim do ano também traz uma sensação ruim: a de que passamos o ano todo sem fazer nada, ou seja, não cumprimos nenhuma daquelas promessas. Depois, é só pegar o papel com a lista de objetivos do ano para sentir a frustração: nada de passar mais tempo com a família, parar de fumar ou viajar mais, por exemplo. Segundo Fagner Borges, autor do livro “A Jornada da Liberdade” e fundador do Movimento Freesider, isso acontece por dois motivos: porque as pessoas não sabem estabelecer metas, e porque não sabem ter constância nas atividades.


Explicação nº1: Para realizar é preciso mudar o foco da dor

“Existe um motivo muito simples pelo qual você não se dedicou a realizar suas metas: a sua mente é preguiçosa”, provoca Fagner. Mas o especialista conta que todos nós temos mentes que nos forçam a fazer apenas o que é confortável. “Se você precisa estudar todos os dias para passar em uma prova, treinar todo dia para ganhar uma competição, ou se programar para uma viagem mais longa, você vai precisar deixar de lado algumas coisas confortáveis e se forçar a fazer algo que traz desconforto”, completa.

Criador de um movimento que leva as pessoas sufocadas pela rotina a conquistarem liberdade de tempo, mobilidade e dinheiro, Fagner Borges explica que a mente humana sempre vai buscar o prazer e evitar a dor. “Mas existe uma forma de você se forçar a estudar ou se dedicar a alguma coisa que vai realmente te ajudar a cumprir as metas”, conta. O segredo, segundo o especialista, é criar uma imagem mental positiva de extremo prazer de conquistar as metas. “Assim, a sua mente vai parar de associar essas tarefas com alguma dor e passará a associar a realização delas com o prazer de conquistar esses sonhos, antecipando o sentimento”, ensina. “Como a nossa mente não faz distinção entre realidade e imaginação, essa é uma forma que eu chamo de ‘enganar o cérebro’ e incentivá-lo a encontrar prazer em fazer o que tem que ser feito”.

Fagner completa dizendo que é importante contar os objetivos para mais pessoas. “Você provavelmente não conseguiu atingir seus objetivos porque, além de tê-los deixado de lado para fazer o que é confortável, não teve pressão nenhuma de ninguém, então sugiro que você faça um compromisso público em relação a uma grande meta”, indica, destacando que familiares e amigos ainda podem ajudar na realização das metas.


Explicação nº 2: ninguém realiza meta vaga

Ganhar mais, viajar mais e aproveitar a vida são metas vagas e difíceis de realizar. Segundo Fagner Borges, o segredo é torná-las específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. “Você vai perceber que é muito mais fácil alcançar um objetivo quando ele está claro na sua mente”, completa, antes de exemplificar as metas que foram criadas pelo consultor George T. Doran na década de 1980, e que são chamadas de SMART.

Fagner conta que o objetivo vazio de viajar mais pode ser específico quando se tornar em “viajar a cada dois meses” ou “viajar todos os feriados prolongados”, por exemplo. “O objetivo se torna mensurável quando você estabelece quantas vezes vai viajar no próximo ano, ou qual valor passará a ganhar a mais. Esses valores precisam ser alcançáveis, então nada de criar algo que você sabe que não conseguirá alcançar em apenas um ano”, alerta.

O especialista ainda destaca a importância de os desafios serem relevantes para cada pessoa. “Desafios impossíveis ou fáceis demais servem para nos desestimular”, pondera, destacando que também não se deve fazer algo para os outros, mas que seja relevante para si próprio. “O objetivo precisa ser importante para você”. Com isso, a meta definida será específica, mensurável, alcançável e relevante. Por fim, basta definir uma data final para atingir a meta. “Não adianta pensar em alguns meses ou até o final do ano. Pense em datas específicas, envolvendo até o horário”, sugere.

Fagner também recomenda que as metas podem ser divididas em três níveis. “Você pode criar a meta mínima, que seja desafiante e boa de se atingir; a meta boa, que é o objetivo real que faz seus olhos brilharem; e a meta incrível, que vai te fazer comemorar como nunca”, finaliza, desafiando as pessoas a finalmente conquistarem os sonhos em 2019. “Garanto que, se você definir suas metas para o ano novo de forma específica e trabalhar nelas com constância, vai conseguir realizar todas elas antes do próximo Natal”.


Despertar à vida


A Autosofia se mostra como o caminho como meio de se apropriar e alcançar a completude da vida

 
João Gonsalves, terapeuta transcendental, tem sua caminhada cercada pela Autosofia, filosofia criada a partir de suas vivencias. Ele explica que o termo Autosofia fora criado a partir da consciência de que a sabedoria é própria, a criação é própria. “Tudo o que nós nos tornamos é autocriação, é auto geração – eu me torno, eu me gero, eu me construo, eu me esculpo”.

A Autosofia, segundo Gonsalves, mostra que somos essa consciência macro, universal que se tornou seres humanos e esta experenciando essa vida humana. “Na Autosofia constatamos que somos a instância máxima criadora, que não existe ninguém superior a você, a mim. Que não existe nenhuma instância a qual eu deva me subordinar”, avalia.

Ele afirma que, ao entrar em contato com a Autosofia, entramos em contato com nossa sabedoria interior, nos permitindo conhecer quem somos, nos cercando, assim, de independência, autossuficiência e liberdade. “Ela nos dá a clareza para agir e a consciência de como agir”, afirma.

Com essa filosofia, o terapeura e seus simpatizantes constatam que nós somos os criadores de tudo o que vivemos, seja agradável ou desagradável. “Muitas pessoas se esquecem disso, muitas pessoas que passam por experiência muitas vezes buscam explicações em fontes externas, ou seja, começam a querer explicar o que vivem como gerado por uma forca externa, seja ela boa ou má. Mas, na Autosofia,

constatamos que não existe boa ou má, nem certo ou errado – esses são apenas termos que usamos para distinguir coisas como agradáveis e desagradáveis em nossasvidas”, explica o terapeuta.

Ele ainda explica que, na Autosofia, percebemos que nós temos a possibilidade de criar nossa realidade: “Entendemos que temos o poder de determinar o que vamos viver. Todo aquilo que vivemos externamente é uma projeção do que está dentro de nós”.

“Na Autosofia, você vai aumentar a sua capacidade de entendimento e de treinar criação: nela nos autoconhecemos e assumimos que somos seres criadores. Com a Autosofia, buscamos o caminho para nos fortalecer, nos desenvolver e viver plenamente. Essa busca sincesa nos levará a um meio de despertar. Despertar para a vida”, finaliza João.







João Gonsalves - Terapeuta e Assessor de Autoconhecimento
Endereço: Estrada Manoel Lages do Chão, 1335 - Cotia - São Paulo



4 dicas para ser um "bagunceiro ordenado"e ter mais criatividade no trabalho


Pesquisas comprovam que a bagunça criativa traz inovação para os negócios

 Divulgação

Já ouviu a frase - É no caos que encontramos a ordem - de Alpheu Mattos? O autor tem razão nesse pensamento. Essa "ordem"está ligada a criatividade. Segundo um estudo divulgado na ScienceDaily, canal de ciência mundialmente conhecido, para aguçar a criatividade das pessoas é necessário um ambiente um pouco caótico e que faça com que esse indivíduo saia da sua zona de conforto.

A pesquisa foi desenvolvida pela Doutora Kathleen D. Vohs da Universidade de Minnesota, Estados Unidos, e consistiu no recrutamento de 48 participantes. 

Algumas dessas pessoas foram colocadas para trabalharem em ambientes bagunçados e outras em locais organizados. Ao final, os grupos precisavam propor soluções para a seguinte questão: Uma empresa de bolas de ping-pong necessita pensar em novos usos para o objeto. Proponha quantas ideias vocês tiverem para isso. O resultado foi surpreendente, pois ambas turmas apresentaram a mesma quantidade de soluções, porém o grupo que exerceu a atividade no ambiente caótico foi mais criativo nas soluções em 28%. Essa porcentagem foi comprovada por pesquisadores da Universidade de Northwestern. 

É importante ressaltar que Kathleen Vohs comprovou que os efeitos da ordem visual existe para quem precisa ser criativo/inovador, porém nada tem a ver com sujeira. Sujeira é diferente de bagunça. 

A bagunça criativa estimula a tomada de decisão mais arriscada, ou seja pode ser ideal para um brainstorm e/ou desenvolvimento de novos produtos, entretanto para as atividades que precisam de foco e produtividade, a organização é primordial. 

"Um ambiente organizado é importante para por em prática a inovação que veio do caos. Ou seja, do ambiente desordenado. E isso não tem a ver com o nicho que a empresa atua. Na era tecnológica que vivemos precisamos do processo criativo em todas as áreas", explica Fabiano Castro, especialista em carreiras e Diretor da Minds que colocou na rede de idiomas os dois tipos de perfis. 

Na rede de idiomas, Minds English school, há esse tipo de gestão direcionada. As escolas têm os seus espaços destinados a troca de experiência e para proporem ideias. E também tem os ambientes para preparar as aulas, se concentrar e cuidar da parte administrativa. Demorou cerca de um ano para por em prática nas 70 escolas da rede. Já que a rede trabalha no sistema de franchising e unificar o que dar certo é uma prioridade.

Para ajudar você a pensar fora da caixa, o especialista em Carreiras e Diretor da Minds Idiomas,Fabiano Castro, lista 4 ações simples para ser um bagunceiro(a) consciente e ter mais criatividade no dia a dia:

  1. Mude os objetos de lugar da sua mesa de trabalho
Algo simples e eficiente. Para o cérebro exercer novas conexões neurais é preciso ter estímulos visuais diferentes. Por isso, mudar os itens da mesa que trabalha já faz diferença e ajudará você a pensar diferente.

  1. Exerça, se possível, o seu trabalho em um ambiente diferente do usual
Não são todas as empresas que permitem, mas muitas estão aos poucos liberando o Home office uma vez por semana. Seja nesse dia que a empresa liberar ou se você tiver uma flexibilidade maior busque locais diferentes para trabalhar. Ideias, troca de experiência com outras pessoas, e até o trajeto novo para ir ao local escolhido podem fazer a diferença na hora de ter uma grande ideia. 

  1. Sente ao lado de um colega de trabalho e conceda 1 hora do seu tempo (semanalmente)
A ideia aqui é você sentar e observar um colega de preferência de outra área enquanto ele trabalha. Faça isso após o expediente. Absorver outras informações e até o método de trabalho do outro pode lhe ajudar nas suas tarefas do dia a dia. E a melhorar processos como um todo da empresa. Quantas pessoas você já viu fazendo isso? A ideia pode parecer bagunçada e é justamente por isso que ele dá certo.

  1. Altere a ordem das atividades do seu dia
É normal em qualquer função criarmos uma rotina das tarefas que temos para entregar no dia e semanalmente. Claro que temos as que são prioridades, mas nas demais tente trocar a ordem que as executa. É como aprender um idioma, o seu cérebro é "forçado"a pensar de uma outra forma. Isso gerará novos fluxos e processos no seu dia a dia.

" Pensar fora da caixa pode ser sinônimo de mudar as coisas do escritório de lugar. Ambiente como o Google e diversas startups já entenderam isso, e muitas adotaram o modelo horizontal em que há troca entre todos os setores. 
Aprendemos com o caos do outro e com o nosso próprio caos. Essa é a essência da psicologia da bagunça e talvez uma solução para o que as empresas tanto almejam: colaboradores unidos e únicos" finaliza Fabiano Castro, Diretor Nacional da Minds.



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