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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Quer ficar rico? Comece se conhecendo



O terapeuta transpessoal João Gonsalves explica que é possível transformar momentos de crise em oportunidades para ganhar dinheiro e que a chave da mudança está na tomada de consciência


Nos noticiários e nas rodas de conversa, o que mais se ouve são os efeitos da crise econômica, que gera inflação, desemprego e desânimo. Mas essa postura pessimista pode contribuir ainda mais para agravar a situação de quem busca a prosperidade. Em tempos de crise, é fundamental procurar soluções para ultrapassar as dificuldades e aprender com elas. Conhecer a si mesmo pode ser o primeiro passo para uma vida mais positiva em constante progresso, mesmo em tempos de crise e instabilidade. É o que explica o terapeuta transpessoal, pesquisador e escritor João Gonsalves.

Segundo o especialista, que é autor do livro “Quem é você? Eu te ajudo a se lembrar”, recém-lançado no mercado, é importante reconhecer a autonomia que cada indivíduo possui e a responsabilidade pela criação tanto do próprio sucesso quanto do próprio fracasso. Para ele, essa máxima vale para todos os campos, inclusive o financeiro. “Com a instabilidade econômica que estamos vivendo, muitas pessoas ficam com medo de arriscar. Esse pode ser um momento de internalizar aquilo que se busca, incluindo na rotina pensamentos como ‘Eu sou próspero e ganho dinheiro com facilidade e harmonia’, o que poderá levar a pessoa a criar caminhos em diferentes níveis de consciência para que essa frase se torne verdadeira na vida dela”, afirma.

Para o terapeuta, o autoconhecimento é um exercício constante. Por meio da Autosofia, auto (de si mesmo) + sofia (sabedoria), é possível acessar a sabedoria que existe dentro de cada pessoa e que, muitas vezes, não é perceptível no primeiro momento. “Quando iniciamos o trabalho de autoconhecimento, podemos desconstruir padrões de pensamento e comportamento que são criados ao longo da vida, contribuindo para a percepção de nuances que muitas vezes não são observadas no dia a dia”.

Gonsalves também afirma que olhar para dentro de si mesmo possibilita influenciar o subconsciente com ideias e visões daquilo que a pessoa gostaria de viver. “A Autosofia foi desenvolvida para que possamos saber como nós criamos o que estamos vivendo e também como podemos mudar o que gostaríamos de mudar. É com esse aprendizado que conseguimos influenciar nosso subconsciente, pois, ao sabermos como fazer essas mudanças, podemos alimentá-lo daquilo que gostaríamos de viver e, assim, encontrar mais equilíbrio e harmonia”, diz.





João Gonçalves - terapeuta transpessoal, pesquisador e autor do livro “Quem é você? Eu te ajudo a se lembrar”. É também o criado da Autosofia – auto (de si mesmo) + sofia (sabedoria) –, método que possibilita o acesso à sabedoria que existe dentro de cada pessoa. A Autosofia é aplicada de forma combinada com o método da consciência expandida, estado meditativo que possibilita um olhar para dentro de si mesmo a fim de analisar fragilidades, crenças e pontos que podem ser melhorados, além de contribuir para o autoconhecimento. Informações:http://www.joaogonsalves.com.br/






Terra oca



Como podemos saber com certeza que a Terra não é oca? Ela não poderia ter uma crosta e um grande vazio por dentro, desconhecido de nós, habitantes da parte externa? Será que alguns governos sabem que a Terra é oca e que lá dentro existe vida e talvez mais evoluída? A teoria da Terra oca não é nova e afirma que a Terra não é sólida, mas sim, oca com aberturas principais nos polos. 

Lá dentro, existiria uma civilização mais adiantada que a nossa e que os OVNIs viriam de lá e não de outros mundos. Dizem que existem ao redor do mundo, várias entradas, inclusive no Brasil. Um fato intrigante é que os icebergs são feitos de água doce, mas estão inseridos nos mares de água salgada. De onde vem essa água doce? A teoria convencional não pode responder a essa pergunta, mas a teoria da Terra oca pode. 

Existem rios que fluem do centro da Terra e essa água congela quando chega na superfície, formando os icebergs de água fresca, em uma área onde só existe água salgada. A comunidade científica ridiculariza essa ideia, da mesma forma que ridicularizaram no passado a teoria da Terra redonda. Talvez estejam errados agora, como estavam na antiguidade. 

Thomas Moore, no seu livro Utopia, fala sobre uma região desconhecida, com uma sociedade organizada, que vivia no interior da Terra. Francis Bacon também nos fala sobre uma civilização que se transferiu para o interior da Terra quando ocorreu uma grande catástrofe há milhares de anos. 

Júlio Verne nos escreve sobre um mundo existente no interior do planeta. James Hilton nos fala sobre a existência de Shangri-Lá, uma cidade nas profundezas do Himalaia. Helena Blavatsky, escreveu vários livros onde menciona um governo oculto que mora no interior do planeta. Os índios Macuxi, da Amazônia, falam sobre uma entrada para o centro da Terra, onde existem cidades altamente desenvolvidas. Contam que a viagem demora vários dias, mas após 7 a 8 dias, eles precisam se mover com cuidado, uma vez que o ar misterioso faz as pessoas flutuarem (falta de gravidade).  

Talvez a mais importante testemunha seja o almirante americano Richard Byrd, aviador e explorador, que fez 11 expedições aos polos entre 1926 e 1955.  Numa dessas viagens, ele teria entrado de avião no centro da Terra, onde teria visto e tido contato com seres que lá habitam, muito mais desenvolvidos que nós. Em 1947, ele relatou sua visita e seu contato com essa civilização ao Pentágono, mas foi ordenado que ficasse em silêncio. 

A partir dessa data, ele escreveu um diário onde relatou tudo o que se passou. Esse diário foi descoberto e publicado em 1992, vários anos após sua morte, em 1958. Nele Byrd conta, com detalhes impressionantes, tudo o que se passou e diz que esse contato poderá ser a única esperança para a espécie humana. Fato ou imaginação? Talvez muitas verdades venham dos polos a partir de agora, no momento em que o mundo externo está em crise.





Célio Pezza - colunista, escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Tumba do Apóstolo. Saiba mais em www.facebook.com/celio.pezza




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

O homem que não deu certo



O universo organizado, que propicia inteligência e vida, só é viável mediante a observância de leis. São acontecimentos obrigatórios. Fora deles é o caos. No mundo físico, não são interpretáveis. Valem sob um único sentido. Sem o posicionamento da terra no exato ponto do sistema solar não haveria vida em nosso planeta, assim como não há em outros astros do sistema, aparentemente. O mundo, contudo, está repleto de galáxias e sistemas centrais.

 Habitamos a periferia da Via Láctea. Se não há, por insuficiência evolutiva do homem, correlação entre a exatidão das leis cósmicas e das leis dos homens, talvez seja essa a causa de nossos sofrimentos. O saudoso professor do Largo São Francisco Goffredo da Silva Telles percebeu esse liame que soa insólito aos positivistas, ao estudar o tempo e o espaço na formação das leis humanas e escrever seu belo e incompreendido livro "O Direito Quântico". 

As leis que governam o universo estão em perfeita sintonia na emergência da vida humana. Se a força da gravidade fosse mais forte, as estrelas teriam exaurido seu combustível de hidrogênio mais rapidamente e a vida humana não teria tido tempo de evoluir. Ou a água poderia estar ausente, se as forças que ligam os átomos fosse milimetricamente maior. Discute-se se nossa consciência medita sobre um sistema aleatório ou se seria totalmente improvável, sem a determinação dessas leis, nossa existência. Se o universo é resultado de um fim inteligente, o que envolve a existência de um ser superior e poderoso, é tema que até hoje abala os fundamentos da ciência e da filosofia. 

Contudo, o importante é verificar que, sem a absoluta e quase que inacreditável exatidão dessas leis, não estaríamos escrevendo essas linhas. Desse postulado é possível estudar as sociedades humanas, suas incongruências e seus devidos graus de desenvolvimento, e, particularmente, nosso atual Brasil. 

Nosso país, antes tido como "país dos bacharéis", devido às primeiras Faculdades de Direito em São Paulo e Olinda (1827) e a fluência unilateral do conhecimento no campo do direito, voltado sobretudo a uma direito civil posto a serviço do domínio senhorial, encontra-se imerso num ordenamento jurídico caótico, em primeira plana, e, em segunda, à sua violação corriqueira. 

À falta de coisas melhores, cresceu imoderadamente o número de nossas leis.

 E, quanto mais multiplicadas, mas multiplicados são os atos de sua violação. Um paradoxo do excesso. Acabamos sendo, como é curial, o "país da impunidade". 

Exemplos: o Código de Defesa do Consumidor criou portentosos direitos, sobretudo às pessoas humildes, que não podem adquirir um liquidificador com um pequeno defeito, não fosse pelo justo pelo dinheirinho contado; empresas de grande porte, entretanto, não raro se negam a observar os direitos dos compradores. Os direitos consumeristas constituem grande parte de nosso judiciário atravancado. Criaram-se em nosso país agências reguladoras. Seria interessante verificar seus marcos normativos para se constatar que tais agências acabaram firmando um compromisso societário com grandes empresas monopolistas, remetendo ao custoso judiciário - ou às calendas gregas - as violações cometidas contra a população. Nossa previdência oficial faz cálculos de benefícios incorretos, sempre a seu favor, como se fosse um comerciante ardiloso aos nos dar o troco. O país precisa de insólitas "Justiças Previdenciárias". 

Essas são as violações menores, partidas do próprio Estado, responsável pelo maior número de ações judiciais em tramitação e, muitas delas, quando terminam, em favor do cidadão, percorrem a "via crucis" dos precatórios, ao que se sabe única no mundo, para blindar um Estado cronicamente inadimplente. 

Inadimplente há décadas. Porque há décadas a corrupção, o verme que corrói a estabilidade interior deste planeta, existe, em enorme escala. Se houvesse condições de somar todos os valores derivados do erário público, num período de meio século, pelo menos teríamos consciência do porquê somos um país inviável. Nos últimos tempos, a corrupção aumentou e assustou porque medrada no campo de um partido supostamente de trabalhadores, que gerou fundadas esperanças e decepções aos mais pobres. Toscas, vieram à luz.  Claro que há outras causas de nossa pobreza política, mas a corrupção é a determinante. As operações levadas a cabo pelo juiz Sérgio Moro, com prisões muitas vezes inopinadas, foi a primeira medida saneadora deste país. Em face da insólita blindagem dos políticos por um foro por privilégio de função, não será abolida a impunidade e, graças a isso, a praga, que Rui Barbosa já comparava à saúva e a cachaça, persistirá a derruir esta significativa parte do planeta terra. 

Filósofos renomados afirmaram que a estabilidade das leis cósmicas propiciou a evolução das espécies na Terra. Uma única derrapagem seria o suficiente para o planeta secar. "Um milagre", disseram. Em seu interior, porém, e principalmente em nosso Brasil, o "milagre" estaria na consciência de todos de que não podem distanciar-se um milímetro da ética e do direito. Lamentavelmente, um milagre impossível. Ocorrente numa enormidade de outros países, também; dada a correlação da vida humana e das leis cósmicas, com melancolia constatamos que provavelmente este será nosso último século, numa experiência histórica fugaz. A esperança está em que átomos da amizade - que a física quântica denomina de bósons - por sua capacidade de entrosar-se com outros corpos cósmicos -, persistentes após a morte dos seres humanos, criarão novos mundos. Sem Estado e sem leis. 






Amadeu Roberto Garrido de Paula - Advogado e membro da Academia Latino-Americana de Ciências Humanas.  





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