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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Volta às aulas: hora de levar a criança ao oftalmologista






Na época da volta às aulas é importante que a criança faça o exame de acuidade visual para detectar possíveis problemas que reduzem o aproveitamento escolar. Além de detectar disfunções como miopias e astigmatismos, que dificultam o aprendizado e as atividades físicas da criança, o exame ocular completo pode identificar problemas como o estrabismo, lesões de retina por toxoplasmose, entre outros. Muitos deles podem ser corrigidos ou estabilizados quando detectados cedo.

De acordo com dados recentes do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, cerca de 10% das crianças com menos de quatro anos necessitam de óculos.
O número chega a 20% entre crianças até 10 anos e 30% para o grupo de adolescentes.

Segundo o oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, normalmente a criança não sabe informar aos pais e professores que apresenta um problema de visão. “Muitas vezes a criança já é estigmatizada como desinteressada, mas, na verdade sofre com problemas de visão que são a causa do mau rendimento escolar. Por isso, recomendo aos pais que levem seus filhos ao oftalmologista antes de iniciar a alfabetização”, afirma o especialista.

O médico explica que quando a criança chega o rosto muito próximo ao caderno ou livro é porque ela pode ter hipermetropia. Já a dificuldade em ver o que está escrito na lousa pode ser miopia. Quando a criança tem problemas para distinguir ou combinar cores é porque ela pode ser daltônica.  Outros indícios de problemas oculares nas crianças são: mau rendimento escolar; confusão de letras; lacrimejamento excessivo; dor de cabeça; franzimento da testa; coceira nos olhos e vermelhidão ocular.

Na consulta, serão realizados exames que avaliam a integridade anatômica e funcional das diversas partes do olho, dando ênfase ao diagnóstico de vícios de refração - miopia, hipermetropia e astigmatismo. A criança também deve ser submetida a exames de fundo de olho. O procedimento pode identificar doenças sérias como tumores e problemas vasculares.

Um dos problemas mais comuns encontrados em crianças é a hipermetropia:
um erro de focalização da imagem no olho, fazendo com que a imagem seja formada após a retina. Em função do cristalino da criança ser mais flexível, o erro de refração pode ser compensado com maior facilidade.

O estrabismo também pode ser detectado e tratado durante a infância.
“Quando um dos olhos fica estrábico, duas imagens diferentes são enviadas para o cérebro. Nas crianças com pouca idade, o cérebro aprende a ignorar a imagem do olho desviado, passando a receber somente a imagem do olho não desviado ou de melhor visão. Ou seja, o estrabismo provoca a perda da visão tridimensional na criança”, alerta Hilton Medeiros.
Quando tratado nos primeiros anos de vida, apresenta um bom resultado.
Caso contrário, a baixa visual poderá ser definitiva.

A miopia e o astigmatismo provêm de alterações na estrutura do olho, mas um exame nos anos iniciais pode detectar até casos mais delicados, resultantes de acidentes ou de malformação genética.

Outro exame de suma importância é o teste do reflexo vermelho ou do olhinho. Este, por sua vez, deve ser feito nas primeiras semanas de vida. O exame identifica a catarata infantil, responsável por 20% dos casos de cegueira de brasileiros até 15 anos, segundo a Organização Mundial de Saúde. Apesar de curável, a falta de informação e o diagnóstico tardio são os principais vilões dos pequenos.





O importante papel do professor na Educação Especial




Especialista fala sobre como o docente pode ajudar na evolução dos alunos em sala


É relevante pontuar que o papel do professor é importante na mesma intensidade, interesse e formação independente da modalidade de ensino em que esse profissional está inserido, pois todo aprendiz precisa ser considerado com suas habilidades e limitações e assim trabalhados, desenvolvidos com o objetivo de adquirirem o conhecimento de maneira adequada. Ao trabalhar com a Educação Especial o professor deve buscar para sua formação profissional os conteúdos pertinentes, os quais podem auxiliar no momento de planejar e desenvolver algumas atividades específicas com seus alunos atendendo a demanda de cada um.

Segundo explica a psicopedagoga, especialista em educação especial e em gestão escolar, Ana Regina Caminha Braga, o papel do professor é de suma importância, ele precisa orientar o aluno na sua atividade de forma controlada em direção ao seu objetivo final, permitindo que ele tome consciência da tarefa. “O papel do professor é ensinar e mediar situações de aprendizagem para que o aluno esteja preparado para utilizá-las nos diversos âmbitos da vida, e não tenha uma aprendizagem fragmentada, não conseguindo associar com a sua realidade”, explica.

Para Ana Regina, em sala de aula, o professor não precisa ficar preso às respostas exemplares, mas precisa estar atento aos processos cognitivos de cada aluno. Já que o erro desse aluno pode ser considerado como um aspecto relevante para a aprendizagem e não como um fracasso. O papel do professor é poder enxergar em cada aluno o potencial que ele tem e assim trabalhá-lo. Assim como as limitações devem ser reconhecidas e abordadas com conhecimentos adequados para que o aluno não desista desenvolva sua aprendizagem.

“Se o docente tiver essa consciência fica mais fácil acessar o aluno e a partir disso, construir com ele o raciocínio que aprender não é somente deter a informação pela informação, mas que é necessário à reflexão do que está sendo estudado, de modo que ele possa desenvolver sentidos e significados para cada conteúdo e os torne aprendizagem”, comenta. Para finalizar, a especialista alerta que o professor não pode esperar essa iniciativa apenas da escola em que trabalha, mas também é seu papel buscar melhorias, ferramentas, conhecimento e instrumentos por sua própria conta se identificam que por vezes as instituições demoram a oferecer cursos e formações para o quadro docente.




Quando as crianças devem aprender um novo idioma?



Yulia Green – Professora no Preply.com e autora de blog sobre aprender inglês


Vivemos em um mundo em que os filhos de celebridades aprendem dois ou três idiomas antes mesmo de entrarem nas escolas e, assim como mães “comuns”, comentam sobre as conquistas dos seus pequenos poliglotas nos playgrounds e em suas redes sociais. Isso acaba levantando uma questão: quando as crianças estão prontas para aprender um novo idioma?

Os pais podem colocar os filhos em aulas de idiomas desde a primeira infância das crianças. Nós tendemos a ficar com pena dos pequenos quando eles são obrigados a aprender algum outro idioma tão cedo, no entanto por exemplo, quando uma criança nasce emu ma família onde os pais são de nacionalidades diferentes, nada os impede de aprender uma segunda língua. Na verdade, as duas situações são similares, pois, em ambos os casos, a criança aprende dois idiomas ao mesmo tempo e o esforço é o mesmo para ela.

Nós, os adultos, achamos que um novo idioma é uma questão complicada e que pode vir a sobrecarregar as crianças. Na realidade, não importa qual idioma o seu filho aprenda, seja inglês, chinês ou russo. O importante é o modo como você passa novas informações para ela.

O momento ideal em que uma criança está pronta para estudar alguma coisa é a partir dos cinco anos. No entanto, existem métodos que auxiliam no aprendizado tanto de crianças bem pequenas também, basta ter em conta a idade do seu filho, antes de planejar as aulas.

Escolher o idioma certo é igualmente importante. No Brasil, e no mundo, o inglês é fundamental para a futura carreira da criança. Em relação a um terceiro idioma, a escolha é dos pais mas eles não devem se apressar em supor que os adultos estão privando os pequenos de sua infância: o mais importante é escolher o método de ensino e o ritmo adequado.

É importante ter em mente que as crianças tendem a ser muito dispersas, dessa forma, é preciso algo realmente interessante para fazê-las ficarem quietas por 15 minutos. Por isso impor um volume grande de informações pode se tornar estressante, então o melhor é incluir em seu programa jogos para celulares, desenhos e vídeos educacionais e leituras de livros infantis, tudo isso no idioma de aprendizagem, seguidos de uma conversa.

O melhor modelo de aprendizado é o de aulas individuais realizadas de forma presencial ou através do Skype. Cursos em grupo dificultam a concentração de crianças pequenas e, além disso, se a criança adoecer e faltar a uma aula, dificilmente ele conseguirá acompanhar o grupo.

Com um professor online os pais pode combinar aulas mais curtas, especialmente se a criança for pequena e você achar que aulas longas são difíceis para ela.

Não há nada impossível ou amedrontador no aprendizado de um novo idioma, desde que os pais escutem seus filhos e entendam suas necessidades. É importante experimentar novas técnicas, ajustar o programa de aprendizado ou o cronograma conforme necessário e as coisas irão se encaixar.




Preply





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