Com foco em
personalização, segurança e experiência, empresas apostam em inclusão como
diferencial competitivo em um mercado cada vez mais exigente
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O conceito de viagens de luxo está passando por uma
transformação no setor. Se antes era associado à ostentação, hoje está cada vez
mais ligado à experiência e pertencimento. Em 2026, o verdadeiro diferencial
das marcas não será apenas o destino, mas a capacidade de oferecer
personalização, acolhimento e respeito à diversidade, fatores que estão
reposicionando o segmento inclusivo como uma das maiores tendências mundiais.
De acordo com a Grand View Research, o mercado global de turismo de luxo foi
estimado em US$ 1,4 trilhão em 2023 e espera-se que cresça +7,9% ao ano entre
2024 e 2030.
A mudança reflete um consumidor mais consciente e
exigente, que busca experiências alinhadas aos seus valores. Nesse cenário,
nichos antes pouco explorados passaram a ocupar o centro da estratégia de
algumas empresas, como a 365 Fun Fest, rede de franquias especializada em viagens
para o público LGBTQIA+
“O mercado está vivendo uma virada conceitual. Luxo
hoje em dia é a exclusividade e ser bem recebido em qualquer lugar do mundo. É
viajar sem medo, sem perrengue e com a certeza de que aquela experiência foi
pensada para você. A personalização e o acolhimento deixaram de ser
diferenciais e se tornaram essenciais”, afirma Marco Lisboa, CEO da rede.
Segundo o executivo, destinos e operadores que
entendem essa nova lógica conseguem gerar mais valor, fidelização e
recorrência. A 365 Fun Fest atua com curadoria de destinos, parceiros treinados
e experiências desenhadas para diferentes perfis dentro da comunidade LGBTQIA+,
respeitando diversidade de identidades, idades e estilos de viagem. “Não existe
um único viajante LGBTQIA+. Existe uma pluralidade enorme, e atender bem
significa compreender essas nuances”, explica Lisboa.
Outro ponto central dessa tendência é a quebra da
sazonalidade. Ao contrário do turismo tradicional, concentrado em datas
específicas, o turismo inclusivo movimenta o mercado de luxo durante todo o
ano. “Quando o foco está na experiência e no acolhimento, a decisão de viajar
não depende apenas da alta temporada, até mesmo porque estamos falando de um
público classe A e B. As pessoas viajam quando querem ir para algum evento
específico, se sentem seguras e representadas”, destaca o CEO.
Além do impacto no consumidor final, o avanço do
turismo inclusivo também abre oportunidades relevantes para empreendedores e
investidores. Modelos de franquia especializados, com processos estruturados e
posicionamento claro, ganham força por oferecer previsibilidade e diferenciação
em um mercado cada vez mais competitivo.
“O futuro do turismo passa por entender pessoas,
não apenas destinos. Quem investir agora em inclusão, personalização e respeito
vai sair na frente em 2026 e nos próximos anos”, conclui Marco Lisboa.
365 Fun Fest
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