“O país necessita de uma política de desenvolvimento industrial integrada com as políticas de inovação e de comércio exterior, bem como com a política macroeconômica. Essas políticas devem coexistir, de forma estratégica e objetiva, para que possam contribuir na transformação da estrutura industrial, intensivas em tecnologia, para aumentar a produtividade, a competitividade e o desenvolvimento de produtos diferenciados e de maior valor agregado, extensivo a serviços junto a novos modelos de negócios….”
Essa frase foi publicada em 6 de outubro de 2022 no
Poder 360 e era o início de um artigo publicado pelo nosso presidente executivo
José Velloso, com o título BRASIL PRECISA DE POLÍTICA INDUSTRIAL MODERNA E
EFETIVA e o subtítulo – Estabilidade macroeconômica, equilíbrio fiscal e
melhoria da produtividade devem constar nos objetivos das medidas…
Esse é apenas um dos artigos publicados pela ABIMAQ
ao longo dos últimos 20 anos, uma vez que faz muito tempo que nos dedicamos a
estudos e reuniões com os poderes estabelecidos, para criação de uma Política
industrial articulada, capaz de promover a transformação da estrutura
industrial, com a melhoria na formação bruta de capital fixo, o avanço da
digitalização e da transformação nos modelos de negócios das empresas para que
resulte num forte aumento da produtividade da economia e consequentemente em
crescimento.
Com uma indústria mais produtiva e competitiva, com
equilíbrio fiscal, ganha o Brasil e a sociedade. Apoiamos a implementação das
ações propostas com responsabilidade, metas claras preestabelecidas e
transparência, de forma que o Brasil avance com uma nova estrutura produtiva
que possa contribuir para a resolução de nossos graves problemas econômicos,
sociais e ambientais.
Sabemos que a grande maioria dos países desenvolvidos
acordou para a importância da indústria de transformação, para um crescimento
sustentável com inovação, produtividade e competitividade e, por isso, tem
lançado mão de Políticas industriais. Assim, e por todo o nosso histórico
acreditamos que o governo brasileiro desenvolveu uma atitude de acerto em
priorizar a indústria.
Consideramos necessário que haja uma economia
ajustada e em rota de crescimento. A agenda de combate aos itens que compõem o
chamado “Custo Brasil” deve continuar a ser enfrentada, bem como a ABIMAQ
acredita na necessidade de continuar persistindo na agenda das “reformas
estruturantes”, de forma a remover os entraves à competitividade.
Acerta o governo e o MDIC em apresentar o projeto
do CNDI – Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, a Política
Industrial Brasileira – Nova Indústria Brasil – Forte, Sustentável e
Transformadora que tem como alicerce o “Plano Mais Produção – P+P”, onde o foco
é a melhoria da Produtividade, a transformação digital, com mais valor agregado
e sustentabilidade.
Com uma indústria mais produtiva e competitiva, com
equilíbrio fiscal, ganha o Brasil e a sociedade. Apoiamos a implementação das
ações propostas com responsabilidade, metas claras preestabelecidas e
transparência, de forma que o Brasil avance com uma nova estrutura produtiva
que possa contribuir para a resolução de nossos graves problemas econômicos,
sociais e ambientais.
A ABIMAQ apoia a aprovação pelo Congresso Nacional
dos projetos que fazem parte da nova Política Industrial, entre eles a
“Depreciação Acelerada” e a criação da “LCD – Letra de Crédito do
Desenvolvimento”. Também apoiamos a política de financiamentos para o programa
“Indústria Exportadora” – BNDES Exim Bank, com linhas de financiamento voltadas
ao apoio à exportação, incluindo “exportação de serviços”. Por fim, apoiamos
medidas que simplificam e reduzem os custos de exportação das empresas.
Gino Paulucci Jr. – Engenheiro, empresário e presidente
do Conselho de Administração da ABIMAQ
Nenhum comentário:
Postar um comentário