Mesmo após um ano, pacientes ainda se queixam de sequelas
“Ninguém sabe por quanto
tempo as sequelas vão ficar. Se elas serão temporárias, permanentes ou como
tratar. Até agora, todos tem falado da covid, segunda onda e variantes. Mas com
relação às sequelas, ninguém tem falado nada e isso preocupa”, diz Marisa Lima,
especialista em saúde integrativa.
“A gente tem verificado
uma não recuperação total da pessoa, isso em 90% dos casos. A fadiga está em
100% dos casos aqui na clínica. Um mês após a covid, a pessoa pensa que se
livrou e depois começa a aparecer cefaleia, dores nas articulações. Tem pessoas
que o olfato não voltou após um ano. Para os atletas, muitos estão se queixando
de baixo rendimento. A expansão torácica diminuiu, então o desconforto
respiratório persiste. O nível de inflamação do organismo em geral ainda
continua”, explica a especialista.
Mas como se tratar das
sequelas? De acordo com Marisa, “As pessoas devem procurar especialistas,
principalmente relacionados à saúde integrativa. A gente tem que fortalecer o
terreno biológico e ir tratando essas sequelas. Porque se não houver um
tratamento pós covid, essas sequelas podem se tornar permanentes”.
Uma das alternativas é o
uso da ozonioterapia no pós covid, que, segundo Marisa, tem ajudado muito.
“Aumenta a circulação, e é um anti-inflamatório potente. Com isso, leva mais
oxigênio para todo o organismo. Além dessa técnica, a gente pode vir com
laserterapia de baixa intensidade, combinada a ozônio e aos nutricêuticos que, na
realidade, são alimentos que tem a função de desintoxicar e dar aporte ao
organismo”.
Marisa Lima
- especialista em saúde –
uma das pioneiras da terapia integrativa, que analisa os
cuidados de mente e corpo para prevenir doenças e proporcionar saúde, Marisa
Lima acumula no hall do conhecimento, a ozônioterapia, terapia holística,
especialidades em estomaterapia e psicologia social.
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