Tocantins
é o único estado a alcançar média acima de 0,6, o que indica boa viabilidade
para migração
A
FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de
lançar estudo que aponta o Tocantins como o único estado do Brasil com uma boa
atratividade do mercado livre para fontes limpas de energia. Apesar do índice
revelar uma pequena melhora, a situação mostra ainda quase o Pais todo com baixa
viabilidade para que empresas façam a migração.
“A escassez de chuva e a baixa oferta de energia incentivada minam a atratividade do Ambiente de Comercialização Livre”, explica Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo. O levantamento mostra que o período registra uma pequena recuperação da atratividade das fontes limpas de energia no mercado livre, com a média de “0,516”, no comparativo com junho, que registrou “0,507”.
De acordo com o estudo, Tocantins continua na liderança do ranking e recuperou a média acima de 0,6, que indica boa viabilidade financeira para migração para o mercado livre de energia. O estado foi o único do mês a atingir essa classificação.
“A escassez de chuva e a baixa oferta de energia incentivada minam a atratividade do Ambiente de Comercialização Livre”, explica Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo. O levantamento mostra que o período registra uma pequena recuperação da atratividade das fontes limpas de energia no mercado livre, com a média de “0,516”, no comparativo com junho, que registrou “0,507”.
De acordo com o estudo, Tocantins continua na liderança do ranking e recuperou a média acima de 0,6, que indica boa viabilidade financeira para migração para o mercado livre de energia. O estado foi o único do mês a atingir essa classificação.
Na
segunda posição do índice nacional FDR, ficou o Pará, com a nota “0,592”,
seguido por Espírito Santo com “0,580”. Na quarta posição ficaram os estados de
Goiás e Rio de Janeiro com “0,578” e em quinto Amazonas, com “0,577”. E
na lanterna permanece o Amapá, com nota “0,360”, que indica baixa atratividade.
O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.
Pode-se considerar que valores abaixo de 0,4 são tidos como inviáveis financeiramente para migração para o ACL. Entre 0,4 e 0,6 como viabilidade moderada, entre 0,6 e 0,8, de boa viabilidade e acima de 0,8, com alta viabilidade.
O índice foi calculado com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro.
O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.
Pode-se considerar que valores abaixo de 0,4 são tidos como inviáveis financeiramente para migração para o ACL. Entre 0,4 e 0,6 como viabilidade moderada, entre 0,6 e 0,8, de boa viabilidade e acima de 0,8, com alta viabilidade.
O índice foi calculado com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro.
VEJA O RANKING COMPLETO DO MÊS DE
JULHO
|
ESTADO
|
Jul
|
|
TOCANTINS
|
0,602
|
|
PARÁ
|
0,592
|
|
ESPIRITO
SANTO
|
0,580
|
|
GOIAS
|
0,578
|
|
RIO DE
JANEIRO
|
0,578
|
|
AMAZONAS
|
0,577
|
|
SANTA
CATARINA
|
0,565
|
|
MATO
GROSSO
|
0,564
|
|
PARANÁ
|
0,544
|
|
PIAUI
|
0,536
|
|
DISTRITO
FEDERAL
|
0,534
|
|
PARAIBA
|
0,525
|
|
MARANHÃO
|
0,521
|
|
CEARA
|
0,518
|
|
MATO
GROSSO DO SUL
|
0,516
|
|
ALAGOAS
|
0,509
|
|
PERNAMBUCO
|
0,494
|
|
SÃO
PAULO
|
0,486
|
|
MINAS
GERAIS
|
0,481
|
|
RONDONIA
|
0,479
|
|
SERGIPE
|
0,478
|
|
BAHIA
|
0,474
|
|
RIO
GRANDE DO SUL
|
0,473
|
|
RIO
GRANDE DO NORTE
|
0,460
|
|
ACRE
|
0,453
|
|
AMAPÁ
|
0,360
|
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