A Reforma Trabalhista foi
assinada há quase um ano, e as novas leis de trabalho vieram para modernizar a
CLT, que completa 75 anos em 2018. Mas depois de tantas décadas com a mesma
legislação engessada, é normal que haja um período de adaptação às novas leis,
certo?
Ainda vemos muita
insegurança e dúvidas por parte dos empresários, trabalhadores e RH no que se
refere à reforma, principalmente quanto a regulamentação do trabalho remoto
(home office) e dos altos empregados, por questões meramente jurídicas.
Entretanto, com a mudança da legislação em si, erros e dúvidas em si são
justificáveis.
Também há um outro fator que
deve ser levado em conta na equação: o eSocial. O sistema que unifica os dados
trabalhistas, previdenciários, entre outros dos trabalhadores é outra novidade nos
RHs. Claramente estamos em uma fase de mudanças, flexibilização e
desburocratização, mas para o sucesso desta transição, é imprescindível que se
cumpram as tarefas da melhor e mais correta forma. E o RH, nesse sentido, é a
peça chave, o x dessa conta.
E como o RH está lidando com
essas novas realidades? É a questão que todos os empresários deveriam se fazer
agora. Investir na mudança é uma saída viável, que deve ser encarada não como
custo, mas como investimento. Uma profilaxia ao vencimento de prazos e a
possíveis multas. Contratar um software de automação de processos, que programe
e execute de forma inteligente, ágil e correta as novas informações dentro das
novas leis é um jeito.
Porque afinal, bancar os
custos de um sistema como esse dará tempo para o RH pensar mais
estrategicamente - e não gastar tanto tempo com o operacional. Não só isso,
como irá otimizar o trabalho e reduzir erros em um momento de adaptação, que
tudo deve ser realizado na mais perfeita ordem para que, com a boa funcionalidade
dos processos, todas as dúvidas sejam esclarecidas paulatinamente.
Com isso, se todas as partes
se comprometerem a respeitar as novas leis e, mais do que isso, cumprirem
exatamente os novos termos, mais fácil aprenderemos a trilhar este novo
caminho.
Jeanderson Gripa - Gerente de Desenvolvimento de Sistemas da
Benner
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