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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Ensino superior acelera renda em 15 anos, revela estudo do Unico Skill

Levantamento do Unico Skill, empresa responsável pelo primeiro benefício educação do Brasil, mostra ainda que profissionais com graduação ganham 160% mais do que quem tem ensino médio


Um levantamento inédito do Unico Skill revela como a educação acelera a renda do trabalhador brasileiro conforme o nível de escolaridade. O salário médio de quem tem ensino superior (R$ 6.522) equivale ao que um profissional com ensino médio (R$ 2.509) só alcançaria após cerca de 15 anos, considerando um reajuste anual de 6,35%, que é a média composta (CAGR) de aumento do salário mínimo nos últimos dez anos. Em outras palavras, a graduação antecipa em uma década e meia o patamar de renda do trabalhador. O estudo foi realizado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, referente ao segundo trimestre de 2025, e no Censo Escolar 2024, do Inep.

 

“Essa vantagem de 15 anos traz um impacto profundo na vida de qualquer pessoa porque amplia suas perspectivas de futuro e abre portas que permaneceriam fechadas por muito tempo. Estamos falando de acesso a posições de liderança, projetos mais desafiadores e a possibilidade de moldar a própria trajetória profissional desde cedo”, explica a responsável pelo levantamento, Isabela Melnechuky Cavalcanti de Albuquerque, pesquisadora formada pelo Instituto de Copenhagen de Estudos Futuros e líder de projetos estratégicos do Unico Skill. 

Se considerarmos níveis de escolaridade mais baixos, a discrepância de renda é ainda maior. O trabalhador com ensino fundamental (R$ 2.137) levaria 18 anos para chegar ao patamar de quem tem ensino superior – considerando um cenário hipotético em que o profissional graduado teria reajuste zero no período. No caso de quem não tem instrução formal (R$ 1.662), seriam 22 anos. 

“Os números comprovam que a educação continua sendo o meio mais efetivo para o brasileiro conseguir melhorar sua renda”, destaca Isabela. “E isso tem ficado ainda evidente diante da transformação tecnológica pela qual estamos passando. As empresas estão valorizando cada vez mais profissionais com capacidade analítica, pensamento crítico e adaptabilidade, e estudar é a maneira mais eficiente para desenvolver essas habilidades”.

 

Impacto do estudo sobre a renda

Os dados mostram, ainda, que o impacto da educação sobre a renda cresce conforme o nível de escolaridade avança. O salário médio de trabalhadores com ensino fundamental é 28,6% maior do que a renda de quem nunca estudou. Do ensino fundamental para o médio, o aumento é de 14,6%, e do médio para o superior, o salto chega a 159,9%. Ou seja, um profissional que conclui a graduação tem o salário 2,7 vezes maior em relação a quem parou de estudar e não entrou na universidade. Na comparação com quem não tem instrução formal, o trabalhador graduado ganha mais do que o quádruplo: 292,4%. 

“Quanto mais o profissional se qualifica, mais ele passa a fazer parte de um grupo restrito e mais disputado no mercado de trabalho. E o mais interessante é que essa valorização acontece mesmo antes da pessoa receber o diploma”, conta Isabela. Um brasileiro com ensino superior incompleto, por exemplo, recebe 21,5% a mais do que alguém que apenas concluiu o ensino médio. “O aprendizado é um processo gradual de transformação que começa no primeiro dia de aula, não na cerimônia de formatura. É por isso que o chamado lifelong learning, a prática de continuar estudando ao longo de toda a vida profissional, se tornou uma vantagem competitiva.” 

E essa vantagem fica ainda mais acentuada conforme os anos de estudo vão se acumulando. Um ano de ensino fundamental, por exemplo, potencialmente aumenta a renda média em 2,8%. No ensino médio, 4,7%, e no superior, 27%. Esses percentuais representam o ritmo médio de crescimento salarial durante os anos de estudo de cada nível de ensino, em taxa composta. 

Além dos ganhos de renda, o levantamento do Unico Skill também comprova que estudar é um escudo contra o desemprego – e essa “proteção” vai ficando mais forte à medida que a escolaridade avança. A chance de um profissional com ensino superior completo permanecer desempregado é menos da metade da de quem concluiu apenas o ensino médio (3,5% contra 8%), e chega a ser seis vezes menor em relação àqueles que não terminaram o ensino fundamental (3,5% contra 21,1%). Os dados foram obtidos a partir do índice oficial de desemprego divulgado pelo IBGE referente a 2024.

 

Qualificação é um ativo cada vez mais valioso

Se a mão de obra qualificada é valorizada pelo mercado de trabalho, encontrar o trabalhador com as habilidades necessárias é cada vez mais difícil. Para os CEOs brasileiros, a escassez de talentos já se tornou a principal ameaça ao futuro dos negócios no país, segundo uma pesquisa da consultoria PwC. “É por isso que cada vez mais empresas vêm investindo na educação dos seus próprios colaboradores”, explica Isabela. “E isso é uma ótima notícia para esses profissionais e para a economia como um todo porque essa capacitação em massa, além de elevar o nível da força de trabalho, tem o potencial de aumentar a renda média do brasileiro, impulsionando o consumo interno e acelerando o crescimento econômico”. 

Mais de 100 grandes empresas que operam no país já oferecem educação como benefício por meio do Unico Skill. A lista inclui nomes como Nestlé, Heineken, banco BV, BMG, Motiva (antiga CCR), Ypê, Alelo, Pague Menos e outras, que juntas somam mais de 200 mil colaboradores. Elas pagam um valor fixo mensal por funcionário, que tem acesso gratuito a uma plataforma com mais de 26 mil opções de graduações, pós, MBA, cursos livres e de idiomas em mais de 90 instituições de ensino brasileiras e estrangeiras, como Ibmec, FGV, MBA Esalq/USP, Estácio, CNA, Coursera, Kellogg, etc. “Em um mercado global cada vez mais instável e competitivo, não haverá sucesso sem profissionais altamente qualificados”, conclui Isabela.

 

Unico Skill

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DADOS UTILIZADOS NO ESTUDO

Fonte: IBGE 2025, análise Unico Skill

Escolaridade

Renda Média Mensal (R$)

Sem instrução

1662

Fund. incompleto

1872

Fund. completo

2137

Médio incompleto

2041

Médio completo

2509

Sup. incompleto

3048

Sup. completo

6522



ABB dá vida à arte de rua criada por IA na República Tcheca

  • Robô da ABB recria, ao vivo, mural concebido por inteligência artificial no City=Gallery Street Art Festival
  • Estilo e temas do “artista robô” foram definidos por meio de votação pública online
  • ABB, Škoda Auto Endowment Fund, Škoda Auto, City=Gallery e PPG unem forças para integrar engenharia de precisão com arte comunitária

 

Link para vídeo 

ABB uniu robótica avançada e inteligência artificial para criar uma obra de arte única para o City=Gallery Street Art Festival, em Mladá Boleslav, na República Tcheca, cidade que abriga a principal fábrica da Škoda. Em colaboração com o Škoda Auto Endowment Fund, a Škoda Auto, a PPG e os organizadores do festival, o robô ABB IRB 5500 pintou um mural em grande escala, concebido inteiramente por IA a partir de ideias enviadas pelo público.

“Estamos entusiasmados em levar a robótica para fora da fábrica e para o coração da comunidade”, afirmou Joerg Reger, diretor-geral da linha de negócios automotivos da ABB Robótica. “Não estamos apenas demonstrando engenharia de precisão – estamos mostrando como a tecnologia pode responder às ideias criativas das pessoas e transformá-las em realidade de uma forma interativa e inspiradora.”

Por meio de uma votação online, o público ajudou a definir o estilo, a atmosfera e os temas do mural, que foram traduzidos pelo time da Škoda Design em insumos para as ferramentas de IA responsáveis pela criação da arte final. Um robô ABB, equipado com a premiada tecnologia PixelPaint – que utiliza 1.000 bicos controlados individualmente, semelhantes aos de uma impressora jato de tinta – deu vida ao projeto com total precisão na parede da Escola de Arte Pastelka.

“Como empresa internacional, a Škoda Auto sabe que inovação e sustentabilidade só são possíveis com raízes locais fortes. Por meio do Škoda Auto Endowment Fund, há muito tempo apoiamos o espaço público, a educação e a inovação na região de Mladá Boleslav. O projeto do artista robótico é um exemplo perfeito disso – unindo arte, novas tecnologias e participação da comunidade de uma forma que torna esses valores visíveis nas paredes da nossa cidade. Mostra como fortalecer as comunidades locais também fortalece a própria empresa. É por isso que atuamos localmente para permanecermos fortes internacionalmente e por isso temos orgulho de coorganizar o festival City=Gallery pela quarta vez”, afirmou Ladislav Kučera, diretor do Endowment Fund.

Originalmente desenvolvida para a indústria automotiva, a tecnologia PixelPaint destaca-se por aplicar padrões intrincados em uma única passagem, sem necessidade de mascaramento, o que a torna especialmente adequada para transformar a imagem gerada por IA em um mural de grande escala.

A PPG forneceu uma base aquosa avançada, especialmente formulada para a PixelPaint da ABB, garantindo desempenho confiável e precisão. Para o mural, o sistema de revestimento da PPG foi adaptado às demandas únicas da arte urbana, incluindo um primer de secagem rápida e um acabamento que oferece proteção contra raios UV e resistência às intempéries.

A pintura ao vivo realizada pelo robô, nos dias 4 e 5 de setembro, foi uma das principais atrações do festival. A colaboração inovadora entre ABB, Škoda Auto Endowment Fund, Škoda Auto, o festival City=Gallery e a PPG marcou a primeira vez que um artista robô foi apresentado no evento.

O festival City=Gallery segue uma longa tradição de transformar espaços públicos em galerias a céu aberto, prática que encontra eco em cidades de todo o mundo. A edição deste ano, em Mladá Boleslav, trouxe uma nova dimensão, ao unir arte, tecnologia e comunidade em uma colaboração ao vivo que mostrou como pessoas e máquinas podem criar juntas, conectando ao mesmo tempo vozes locais a um movimento cultural mais amplo. 

ABB é uma líder global em tecnologia de eletrificação e automação, viabilizando um futuro mais sustentável e eficiente em recursos. Ao conectar sua expertise em engenharia e digitalização, a ABB ajuda as indústrias a operarem com alto desempenho, de forma mais eficiente, produtiva e sustentável – superando desafios. Na ABB, chamamos isso de ‘Engineered to Outrun’. A empresa tem mais de 140 anos de história e cerca de 110.000 funcionários em todo o mundo. Suas ações são negociadas nas bolsas SIX Swiss Exchange (ABBN) e Nasdaq Stockholm (ABB). www.abb.com 

ABB Robotics & Discrete Automation é uma das principais fornecedoras globais de robótica e automação de máquinas, sendo a única empresa com um portfólio abrangente e integrado que cobre robôs, robôs móveis autônomos (AMRs) e soluções de automação de máquinas, tudo orquestrado por software que gera valor. Ajudamos empresas de todos os tamanhos e setores – de automotivo a eletrônicos e logística – a superarem seus desafios tornando-se mais resilientes, flexíveis e eficientes. A ABB Robotics & Discrete Automation apoia seus clientes na transição rumo à fábrica conectada e colaborativa do futuro, operando de forma mais enxuta e limpa por um futuro melhor. A área emprega aproximadamente 11.000 pessoas em mais de 100 localidades, em cerca de 53 países. go.abb/robotics



Do hype ao impacto: A fundação de dados que sustenta a tomada de decisão com IA


O fascínio com a Inteligência Artificial (IA) Generativa é compreensível: como mágica, ela pode gerar imagens, textos, conversar como um humano e trazer insights em segundos. Mas em se tratando de tomada de decisão, entre a promessa e a realidade corporativa existe um abismo. Sem uma fundação de dados sólida, a “mágica” pode se transformar rapidamente em frustração. A diferença entre hype e impacto está na fundação de dados: se a IA não tiver acesso a dados suficientes e de qualidade, ela não conseguirá gerar conclusões úteis – e se tentar, os erros serão significativos.

 

A questão central não está na sofisticação dos algoritmos, mas na qualidade da fundação sobre a qual construímos nossas soluções de IA. E os números são relevadores: segundo um estudo da RHEO Data, estima-se que entre 70% e 85% dos projetos de IA não atinjam seus objetivos, sejam abandonados ou nunca cheguem a produção. De acordo com outro levantamento da RAND, mais de 80% falham devido a dados inadequados e falta de clareza no problema a ser resolvido. Uma terceira pesquisa, do MIT, aponta que cerca de 95% dos projetos de IA Generativa não produzem ganhos mensuráveis em receita ou produtividade. Estes fracassos não decorrem de falta de talento ou ferramentas inadequadas, mas fundamentalmente de bases de dados fracas, mal preparadas ou fragmentadas.

 

Considere exemplos estratégicos que ilustram essa realidade. No setor financeiro, modelos de risco de crédito dependem de informações confiáveis de clientes; dados incompletos ou duplicados podem levar a concessões equivocadas e perdas significativas. Já no varejo, redes que buscam prever demanda futura para otimizar estoques e logística precisam de bases históricas limpas e contextualizadas. Sem isso, a IA pode induzir ao excesso de produtos de baixa saída ou à falta de itens de alta procura. Como tomar decisões estratégicas se a base informacional é falha?

 

Uma fundação de dados sólida vai muito além da coleta de informações: envolve criar uma base confiável, relevante, bem-governada e com diversidade e volume de dados. Isso significa ter uma estratégia de dados alinhada ao que é importante para o negócio, arquitetura de dados bem projetada com data lakes, data warehouses, pipelines de ingestão que incluam transformação e limpeza (remoção de dados duplicados, correção de erros, normalização), integração com diversas fontes de dados, além de escalabilidade para lidar com volumes massivos.

 

A governança de dados é essencial nesse contexto: ela define papéis, responsabilidades, políticas de acesso, padronização de conceitos e regras de uso, garantindo que todos os stakeholders possam confiar nos dados e que decisões estratégicas possam ser tomadas com segurança e consistência. A temporalidade também importa: data warehouses raramente operam em tempo real, pois isso é custoso. Em determinados contextos, informações de ontem podem já estar desatualizadas para decisões importantes de hoje. Além disso, uma base de qualidade exige completude, consistência e organização, enquanto segurança, privacidade (LGPD) e compliance ganham relevância especial quando a IA lida com dados sensíveis e pessoais.

 

Metadados e contextualização são frequentemente negligenciados, porém essenciais. Saber quem produziu cada dado, quando, e que transformações foram aplicadas, permite que modelos de previsão separem ruído de sinal. Marcar dados com contexto – sazonalidade, feriados, eventos especiais – diferencia previsões úteis de conclusões frágeis. A manutenção e o monitoramento contínuos reconhecem que dados não são estáticos, à medida que negócios evoluem, processos mudam e modelos podem se tornar obsoletos. Sem esses elementos, previsões estratégicas tornam-se arriscadas.

 

Há ainda o desafio de construir uma IA responsável, com transparência, auditoria de modelos, mitigação de vieses e supervisão humana (curadoria). Exemplos concretos ajudam a ilustrar como o viés pode emergir nas decisões estratégicas. Um caso conhecido internacionalmente é o do Apple Card, que mostrou que mulheres receberam limites de crédito muito inferiores aos seus parceiros, mesmo declarando rendas similares – evidenciando como variáveis correlacionadas ou históricos refletindo desigualdades podem gerar resultados assimétricos. Reguladores em vários países já exigem explicações detalhadas em decisões automatizadas de crédito, para garantir que não se perpetuem desigualdades disfarçadas de lógica algorítmica. A curadoria é ainda mais crítica em aplicações com atendimento direto ao cliente.

 

Importante destacar que a tecnologia sozinha não resolve – existe uma dimensão humana fundamental. A IA muda a forma como pessoas trabalham e exige adaptação cultural e capacitação: compreender processos, interpretar dados e incorporar os modelos às decisões estratégicas. Resistir a esse movimento abre espaço para concorrentes mais ágeis e preparados.

 

A mensagem final é clara: usar IA não é apertar um botão. Não adianta começar projetos de IA para decisões estratégicas sem preparar uma fundação sólida de dados, porque previsões ruins levam a decisões ruins. Investir no trabalho de preparação dos dados é o que separa as empresas que passam do hype (que é passageiro) daquelas que geram impacto real, mensurável e sustentável. 

A fundação de dados não é detalhe técnico: é o alicerce que garante que a IA traga, de fato, valor para os negócios. 


Fabiana Piesigilli - Chief Operating Officer (COO) da GFT Technologies no Brasil


Nova York lidera buscas no Natal e Réveillon por brasileiros; veja as gírias para se virar na cidade

Levantamento da ViajaNet mostra que Nova York concentrou 5% das buscas de brasileiros para as festas de fim de ano em 2024. Entre as atrações estão o Bryant Park, ambiente para toda a família, com opções de comida, compras e a pista de patinação, vitrines natalinas e o Réveillon na Times Square. Especialistas dão dicas de gírias e expressões locais que ajudam a tornar a experiência ainda mais completa e reforçam a importância de aprender inglês para vivenciar tudo com mais autonomia.

 

Uma pesquisa realizada pela agência online de turismo ViajaNet mostrou que Nova York, nos Estados Unidos, foi o destino internacional mais buscado pelos brasileiros para passar as festas de final de ano, em 2024, respondendo por 5% do volume de buscas de pacotes que incluem passagens aéreas e hospedagem para viagens entre 23 de dezembro e 1º de janeiro.

Com temperaturas baixas e cenários iluminados, entre as atrações mais cobiçadas nesta época do ano estão a patinação no gelo, visitar as vitrines natalinas de lojas famosas, passeio no Bryant Park, ambiente para toda a família, com opções gastronômicas e pista de patinação, além de viver a experiência do Réveillon na Times Square. Com seus painéis luminosos e a contagem regressiva mais famosa do mundo, a celebração reúne milhares de pessoas todos os anos. 

Para aproveitar ao máximo essas experiências, além de dominar o inglês básico, conhecer as gírias e expressões comuns de Nova York é essencial para se sentir parte da cidade. Especialistas da KNN Idiomas, uma das maiores redes de cursos de inglês do Brasil, explicam que a metrópole é dividida em cinco boroughs (“distritos”) e que, para circular entre eles, uma opção são os famosos yellow cabs (“táxis amarelos”). Para pedir um táxi, basta sinalizar com a mão, gesto conhecido como hail a cab (“chamar um táxi”). Dentro do carro, dá para impressionar ao pedir uma travessia pela Willy B. (“Williamsburg Bridge” ou “Ponte Williamsburg”), que conecta Manhattan ao Brooklyn em um trajeto chamado crosstown (“atravessar a cidade de leste a oeste”). Já quem segue para o norte, ouve com frequência a expressão uptown (“parte alta da cidade” ou “ir para o norte de Manhattan”).

Especialistas explicam que os nova-iorquinos têm até um jeito próprio de falar sobre filas. Enquanto a maior parte dos americanos usa a expressão stand in line (“ficar em uma fila”), em Nova York eles trocam a preposição e dizem stand on line (“ficar na fila”). Assim, para puxar conversa, você pode arriscar um Are you standing on the line for too long? (“Você está esperando na fila há muito tempo?”). Já para matar a fome, nada mais típico do que pedir um frank (“cachorro-quente”), vendido nos famosos hot dog carts (“barracas de cachorro-quente”) espalhados pelas ruas.

“A cidade de Nova York é um dos destinos mais emblemáticos do mundo para passar as festas de final de ano. Além da grandiosidade dos eventos, como a contagem regressiva na Times Square e o clima natalino das vitrines iluminadas, vivenciar essa experiência exige preparo cultural e linguístico. Dominar o inglês vai além do básico: é entender as expressões do dia a dia, as gírias locais e até mesmo a forma como os nova-iorquinos se comunicam. Esse conhecimento facilita a interação e também faz com que o turista se sinta integrado à cidade, vivencie cada momento como se fosse um morador. Para isso, investir em cursos de inglês de qualidade é o caminho para se tornar fluente em inglês e aproveitar ao máximo cada detalhe da viagem”, destaca Reginaldo Kaeneêne Santos, CEO da KNN Idiomas. 



KNN Idiomas
www.knnidiomas.com.br

 

Endividamento em São Paulo atinge pico em dois anos, apesar da estabilidade na inadimplência

Quase 3 milhões de famílias têm dívida na capital paulista; inadimplência se mantém acima do registrado em setembro de 2023

 

O endividamento atingiu 72,7% das famílias paulistanas em setembro – chegando ao maior nível desde junho de 2023, quando alcançava 72,8% dos lares. Os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) mostram um avanço em relação a agosto, quando o porcentual de endividadas era de 71,5%. 

 

[GRÁFICO 1]

Pesquisa de Endividamento do Consumidor (PEIC)

12 meses

Fonte: FecomercioSP


 

Em termos absolutos, são quase 3 milhões de famílias com algum tipo de dívida na cidade – 50 mil a mais em apenas um mês e pouco mais de 200 mil na comparação interanual. Entre as faixas de renda, os lares com renda até dez salários-mínimos, apresentaram uma elevação do endividamento. O porcentual passou de 75,1%, em agosto, para 76%, no nono mês do ano. Já entre os que recebem acima desse valor, o índice cresceu de 60,9% para 62,9%. 

No sentido contrário, o tempo médio de comprometimento com as dívidas, recuou para sete meses enquanto o porcentual dos recursos comprometidos com elas ficou praticamente estável, passando de 26,5% para 26,6%. Entre os tipos de compromissos não quitados, o cartão de crédito permanece na liderança, com quase 80%, seguido do crédito pessoal (12%), e do consignado, que representa 4,5% das dívidas das famílias.

 

[GRÁFICO 2]

Pesquisa de Inadimplência do Consumidor (PEIC)

12 meses

Fonte: FecomercioSP


 

Inadimplência se manteve estável 


Enquanto o endividamento avançou, a inadimplência se manteve estável. Atualmente, 22,7% dos lares têm dívidas atrasadas – mesmo porcentual de agosto, embora acima do registrado sem setembro de 2023, quando essa porcentagem era de 18,9%. São 931,6 mil famílias com contas em atraso – um crescimento de 160 mil em um ano. 


Na avaliação por classe social, os grupos que recebem até dez salários mínimos mostraram estabilidade, passando de 27,1%, em agosto, para 27,2%, em setembro. Entre os que recebem acima desse valor, a taxa recuou de 11,7% para 11,5%. O tempo médio de atraso cresceu de 63,3 para 63,8 dias, mas mais da metade dos inadimplentes está com débitos vencidos há mais de 90 dias. 

 

Apenas 10,8% das famílias declararam que possuem intenção de contrair crédito ou financiamento nos próximos três meses. Este é o menor patamar desde julho de 2023. Dentre essas, 82,5% afirmam que o objetivo é usar esse recurso para o consumo e 12,1% para o pagamento de dívidas. O porcentual de famílias que não conseguirão quitar os débitos em atraso avançou para 9,6% em setembro, atingindo o maior índice desde abril de 2023 (9,8%). Em números absolutos, são 393,5 mil famílias. 

 

[GRÁFICO 3]

Famílias que não terão condição de pagar as dívidas

12 meses

Fonte: FecomercioSP

Na avaliação da FecomercioSP, o endividamento elevado não é, necessariamente, um fator negativo. Muitas famílias recorrem ao crédito para manter o consumo diário, já que nem sempre conseguem absorver as despesas à vista. A estabilidade na inadimplência mostra que, embora as famílias dependam, cada vez mais, do crédito para manter o consumo cotidiano, a combinação de mercado de trabalho aquecido e inflação mais baixa tem favorecido o cumprimento dos compromissos financeiros. Sendo assim, a tendência, no médio prazo, é que esse cenário contribua também para a melhora no perfil dos atrasos, abrindo espaço no orçamento das famílias para a quitação das dívidas acumuladas.

 

Nota metodológica 


PEIC 


A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela FecomercioSP desde fevereiro de 2004. São entrevistados aproximadamente 2,2 mil consumidores na capital paulista. Em 2010, houve uma reestruturação do questionário para compor a pesquisa nacional da Confederação Nacional do Comércio (CNC), e, por isso, a atual série deve ser comparada a partir de 2010.O objetivo da PEIC é diagnosticar os níveis tanto de endividamento quanto de inadimplência do consumidor. O endividamento é quando a família possui alguma dívida. Inadimplência é quando a dívida está em atraso. A pesquisa permite o acompanhamento dos principais tipos de dívida, do nível de comprometimento do comprador com as despesas e da percepção deste em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos, além de ter o detalhamento das informações por faixa de renda de dois grupos: renda inferior e acima dos dez salários mínimos.  




FecomercioSP
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Mudança de carreira: transição exige educação continuada

 Mais da metade dos brasileiros deseja mudar de carreira; especialistas do Centro Universitário Facens dão dicas para quem quer recomeçar

 

A decisão de mudar de carreira pode ser desafiadora e deixar muita gente em dúvida, mas uma pesquisa recente da DataCamp revelou que mais da metade dos brasileiros (51%) está disposta a fazer uma transição profissional no futuro e 56% acreditam que esse movimento será ainda mais comum entre as pessoas das novas gerações. Em um cenário de constantes inovações, só o diploma tradicional já não garante a empregabilidade a longo prazo. É o que avalia o Professor Christian Tirelli, Diretor de Educação Continuada do Centro Universitário Facens, referência em metodologias inovadoras de educação nas áreas de engenharia, tecnologia, arquitetura e saúde. 

"Hoje, o ciclo de vida de um conhecimento pode ser de apenas dois ou três anos. Por isso, para lidar com novas ferramentas, modelos de negócios ou demandas comportamentais, a educação continuada é fundamental. Ela engloba cursos rápidos, especializações práticas e trilhas personalizadas, é mais flexível, enxuta e focada em habilidades específicas (hard e soft skills). O objetivo é munir o profissional com o que o mercado precisa agora e evitar a temida obsolescência”, explica Tirelli. 

O perfil de quem busca essa formação é diverso, abrangendo desde recém-formados até profissionais com mais de 15 anos de mercado que precisam se manter relevantes ou buscam ativamente uma transição de área. “Além disso, a longevidade da vida laboral faz com que muitas pessoas repensem suas trajetórias aos 35, 45 ou até 60 anos, seja por propósito ou necessidade financeira”, pontua o especialista. 

Os números mostram, contudo, que a vontade nem sempre se traduz em ação: 17% dos entrevistados veem a mudança como positiva, mas sentem receio de arriscar, enquanto 16% encaram o movimento como benéfico, mas consideram que o mercado não está favorável.
 

Planejamento é essencial 

Patrícia Cardoso, especialista em Carreiras do Centro Universitário Facens, enfatiza que o ponto de partida é a reflexão e o planejamento. “Sempre que converso com mentorados, começo com uma pergunta simples: o que está acontecendo? É uma questão técnica ou comportamental? É algo que pode ser resolvido com uma conversa transparente ou realmente é hora de olhar para fora e buscar novos caminhos?", relata a especialista. 

Após o diagnóstico pessoal, a chave é o entendimento do mercado. Patrícia orienta o profissional a construir um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) com metas claras para preencher os "gaps" de competências, ou seja, as habilidades que faltam para a nova área. O PDI deve incluir:

  • Cursos de curta e longa duração: como pós-graduações ou certificações, fundamentais para adquirir o hard skill técnico da nova área;
  • Mentorias: essenciais para entender os desafios práticos e receber orientação de quem já está na área.
  • Experiências práticas: o trabalho voluntário, por exemplo, é uma forma de desenvolver habilidades e ganhar experiência antes da mudança definitiva. 

“Mudar de carreira não é apenas sobre aprender algo novo, mas também sobre se reposicionar. É um processo que exige reflexão, planejamento e, acima de tudo, exige consistência”. Nesse processo, ferramentas como o LinkedIn são aliadas poderosas para construir a nova narrativa profissional e fortalecer o networking, afirma a especialista.
 

Adulto aprendiz 

A alta demanda por atualização também impõe às instituições de ensino o desafio de se adaptar ao adulto aprendiz. Segundo Tirelli, o modelo educacional não pode ser engessado. "Hoje o aluno quer aprender uma nova ferramenta de gestão ou programação e aplicar na próxima segunda-feira. Não dá para esperar o próximo semestre. A nova dinâmica do mercado exige que o profissional desenvolva a capacidade de reaprender de forma contínua, prática e alinhada com seus propósitos e as necessidades do mercado”, diz. 

O Centro Universitário Facens, reconhecendo este contexto, criou a Diretoria de Educação Continuada, oferecendo cursos em diferentes formatos e, sendo parte da Rede de Educação Contínua de Latinoamérica y Europa (RECLA), garante que seus alunos estejam conectados a uma rede global de possibilidades de formação.

 

Centro Universitário Facens


Metade das mulheres diz que situação hoje em dia é melhor do que no passado, aponta pesquisa

Apesar disso, 1 em cada 4 considera que há mais pontos ruins em ser mulher e que discriminação social e machismo são principais motivos para essa percepção; dados fazem parte de estudo nacional promovido pela Fundação Perseu Abramo e Sesc São Paulo  

 

Metade das mulheres (54%) acredita que a situação delas está melhor hoje em dia do que no passado. Apesar da maior parcela (58%) considerar que há mais aspectos positivos, 1 em cada 4 delas aponta que há mais pontos ruins em pertencer ao público feminino. No caso dos homens, 62% apontam o cenário atual melhor para a mulher. Esses são alguns dos resultados da pesquisa nacional “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”, que acaba de ser divulgada.  

A iniciativa é da Fundação Perseu Abramo, centro de formação política e de produção de conhecimento do PT, em conjunto com o Sesc São Paulo. Trata-se da segunda parceria consecutiva entre as instituições e do terceiro estudo realizado pela fundação – as edições anteriores ocorreram em 2001 e 2010. 

A investigação atual, realizada ao longo de 2023, avaliou seis eixos temáticos: imagem da mulher – machismo e feminismo; trabalho remunerado e não remunerado; corpo, sexualidade e saúde das mulheres; violência contra as mulheres; proteção social e política de cuidados; e cultura política e participação. 

Como comparação, o levantamento de 2001 teve 2.500 entrevistas domiciliares nas cinco regiões geográficas. O seguinte ouviu 2.365 mulheres e 1.181 homens de áreas urbanas e rurais. O que acaba de ser publicado teve duas fases: uma qualitativa, com 65 mulheres cisgêneros e transgêneros, e outra quantitativa, em que foram entrevistadas 2.440 mulheres e 1.221 homens. 

De acordo com a pesquisa, cerca de 1 a cada 4 mulheres (23%) pontua a discriminação social e o machismo como os piores motivos em fazer parte do público feminino. Na sequência, 21% elencam a violência. Por outro lado, a maternidade ainda se configura, para 43%, como um dos principais pontos em ser mulher, mesmo com uma queda de mais de 10 pontos percentuais em relação a 2001 (55%) e 2010 (57%). A diminuição se deve, muito provavelmente, à mudança de prioridades, sobretudo das que são mais jovens e mais escolarizadas. 

Quanto às principais diferenças existentes entre mulheres e homens, o mercado de trabalho é apontado por ambos como fator primordial, com 26% e 22% das menções, respectivamente. Não à toa, este é o primeiro item que elas mudariam (21%) para que a vida delas fosse melhor. 

Um elemento importante é que a pesquisa captou o crescimento e o aprimoramento do que se entende por feminismo, o qual é reconhecido como uma luta por direitos e liberdade de expressão para 30% das mulheres e 32% dos homens. Em 2010, o percentual era, respectivamente, de 27% e 22% – nota-se uma elevação de 10 pontos percentuais no caso do público masculino. 

A maioria absoluta dos homens (94%) e das mulheres (96%) admite que existe machismo no Brasil. Entre elas, 82% percebem a prevalência muito acentuada disso no país enquanto o patamar para eles é de 67%. Mesmo reconhecendo no dia a dia a forte presença do machismo, apenas 1 a cada 10 homens se considera machista. 

Para a cientista social Sofia Toledo, que é mestra em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora analista do Núcleo de Opinião Pública, Pesquisas e Estudos (NOPPE) da Fundação Perseu Abramo, os números gerais trazidos pelo estudo indicam um acentuamento das desigualdades e do empobrecimento das mulheres na última década. Ainda que tenham avançado em nível de escolaridade, os salários e postos de trabalho não acompanharam o crescimento. A elevação da escolaridade não alcançou toda sociedade, uma vez que houve aumento das pessoas que não sabem ler nem escrever.  

“O empobrecimento atinge sobretudo as mulheres negras – 59% têm renda familiar de até 2 salários mínimos – e aquelas que vivem na região Nordeste, que representam 64% da amostra. Houve um crescimento de 50% das que são assistidas por benefícios e programas sociais, sendo novamente a maioria representada pelo público feminino negro, um dado que informa bem o perfil das mulheres que enfrentam situações de pobreza e vulnerabilidade no Brasil”, afirma Sofia Toledo. 

Os dados do eixo sobre a imagem da mulher – machismo e feminismo podem ser consultados no link https://fpabramo.org.br/pesquisas/wp-content/uploads/sites/16/2025/09/Cap1_ImagemMulher.pdf. A pesquisa completa está disponível no link https://fpabramo.org.br/pesquisas/wp-content/uploads/sites/16/2025/09/Versao-completa-Mulheres-brasileiras-e-genero-nos-espacos-publico-e-privado-3ed.pdf. 

A seguir, outros recortes da pesquisa nacional “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”: 

    • 3 a cada 4 mulheres têm filhos e a primeira gravidez é cedo – cerca de 4 em cada 10 mulheres têm o primeiro filho antes de completar a maioridade.

    • Cerca de 1/4 das mulheres sofreu violência física ou verbal durante o parto – crescimento na última década.

    • 71% das mulheres que interromperam a gravidez não tiveram acompanhamento ou orientação médica.

    • 75% das mulheres fazem acompanhamento da gestação pelo SUS e 50% se sentem satisfeitas com o serviço público de saúde.

    • 50% das mulheres e homens são favoráveis que as leis atuais sobre o aborto permaneçam como estão.

    • 50% das mulheres já sofreram algum tipo de violência – a física prevalece, com 11% das menções espontâneas e 22% das citações estimuladas.

    • As violências psicológica e moral são pouco reconhecidas – 2% e 1%, respectivamente, nos registros espontâneos –, mas são as mais vivenciadas por 43% e 37%, respectivamente, nas respostas estimuladas.

    • Consequências da violência sofrida refletiram principalmente na saúde mental ou emocional para 69% das mulheres.

    • 91% das mulheres conhecem a Lei Maria da Penha; entre os homens o conhecimento subiu de 85%, em 2010, para 89%.

    • 58% das mulheres que sofreram violência não pediram ajuda.

    • 71% das mulheres que sofreram violência não denunciaram oficialmente o episódio.

    • 2 a cada 10 mulheres que admitiram ter sofrido violência foram orientadas a não denunciar – o aviso partir principalmente por pessoas da própria família.

    • 4 em cada 10 mulheres que relataram estupro apontaram que o agressor era o companheiro (42%).

    • 93% dos domicílios têm 1 mulher como principal responsável pelos afazeres domésticos.

    • Aumento dos domicílios que têm 1 mulher como principal provedora.

    • 66% das mulheres são as principais responsáveis pelos cuidados com as crianças quando elas não estão na escola e 23% as deixam aos cuidados da mãe ou da sogra.

    • Cerca de 50% das mulheres que têm crianças as criam sozinhas, sem participação de outra pessoa.

    • Entre as mulheres que têm crianças que moram apenas com elas, 46% recebem pensão alimentícia ou contribuição financeira para o cuidado com a criança – em 2001, 37% recebiam esse auxílio e, em 2010, 50%.

    • Aprofundamento da informalidade entre as mulheres e maior formalização entre os homens.

    • Renda média das mulheres é 40% inferior à dos homens.

    • Proporção de mulheres com renda abaixo de 1 salário mínimo é o dobro da dos homens: 44% ante 21%.

    • 16% das mulheres não têm renda alguma.

    • 4% das mulheres têm renda superior a 3 salários mínimos enquanto 18% dos homens estão nesse patamar.

    • Quanto maior a renda aumenta mais a desigualdade.

    • População economicamente ativa: renda média das mulheres é 2/3 na comparação com os homens e apenas 2% delas atingem renda acima de 5 salários mínimos – no público masculino, esse percentual é de 8%.

    • 59% das mulheres consideram a democracia a melhor forma de governo enquanto apenas 4% indicam a opção por um regime ditatorial.

    • Na hora do voto, o principal fator de decisão para 89% das mulheres é a preferência por candidaturas femininas – posição equivale a 72% no caso dos homens. 

    • Na sequência, definem o voto das mulheres o fato de o candidato ser negro (78%) e indígena (68%).

    • 66% das mulheres votam em candidaturas que defendam a demarcação de terras indígenas e outras pautas voltadas a essa parcela da população.

    • A maioria delas (71%) é contrária à influência da religião nas decisões políticas.

    • 64% das mulheres dizem que há preconceito e discriminação contra a participação do público feminino na política – 55% dos homens compartilham dessa posição.


Pensa em morar na Espanha? Especialista ensina cinco passos para facilitar o processo migratório

Camila Bruckschen


Planejamento e escolha do processo adequado são fundamentais para garantir uma transição tranquila e a conquista de direitos no país europeu

 

Morar na Espanha é o sonho de muitos brasileiros, mas o caminho até lá pode ser desafiador quando não há planejamento. Desde a definição do visto adequado até a validação de documentos, cada etapa do processo migratório exige atenção e conhecimento técnico. 

Segundo Camila Bruckschen, CEO da CB Asesoría, consultoria especializada em processos migratórios e cidadania espanhola, a falta de planejamento é o principal fator que compromete o sucesso da mudança. 

“Optar pelo processo adequado pode reduzir significativamente o tempo e o custo da mudança, além de evitar retrabalhos e frustrações. Cada caso é único, e entender qual caminho seguir desde o início faz toda a diferença para garantir uma transição segura e a conquista dos direitos no novo país”, explica a especialista. 

Pensando nisso, a CB Asesoría, com sede em Barcelona, reuniu cinco passos essenciais para quem deseja iniciar o processo de mudança para a

Espanha com segurança e assertividade:
 

1. Entenda seu objetivo migratório

Antes de iniciar qualquer processo, é fundamental definir o motivo da mudança : trabalho, estudos, qualidade de vida ou reunião familiar. Essa decisão influencia diretamente o tipo de visto, a documentação necessária e até o caminho mais adequado para cada perfil.

 

2. Escolha o processo correto
Cada tipo de processo migratório, seja nacionalidade, residência, trabalho ou estudos, exige requisitos e documentações diferentes. Uma análise detalhada do perfil do solicitante é essencial para definir o caminho mais eficiente e evitar erros que possam comprometer o resultado.
 

3. Organize a documentação com antecedência
Reunir certidões, traduções juramentadas e comprovantes de vínculo costuma ser uma das etapas mais demoradas. Criar um cronograma detalhado ajuda a

evitar atrasos e imprevistos, especialmente considerando os prazos consulares e legais na Espanha.

 

4. Conte com orientação especializadaO apoio de profissionais qualificados evita erros que podem comprometer todo o processo. A CB Asesoría conta com especialistas em legislação espanhola

e internacional, oferecendo acompanhamento completo — do diagnóstico inicial até a regularização no país.
 

5. Planeje a adaptação cultural e financeira
Além da parte legal, o sucesso da mudança depende também do preparo emocional e financeiro. Pesquisar o custo de vida, o mercado de trabalho e as

diferenças culturais entre Brasil e Espanha faz parte de um planejamento migratório inteligente. Conversar com pessoas que já passaram pela experiência

ajuda a compreender melhor a realidade local.

 

CB Asesoría


IA e Geração Z: ferramentas mais inteligentes auxiliam na produtividade da rotina profissional

 Especialista da Prepara IA explica como plataformas como ChatGPT, Notion e Canva podem transformar o dia a dia corporativo 

 

A busca por mais produtividade e eficiência no mercado de trabalho tem levado profissionais da geração Z de diferentes áreas a recorrerem à Inteligência Artificial (IA). Segundo a pesquisa "The state of AI in early 2024: Gen AI adoption spikes and starts to generate value", realizada pela McKinsey, 72% das empresas do mundo já adotaram ferramentas de IA em 2024. O avanço foi significativo, visto que em 2023 o uso desse tipo de tecnologia era de 55%. 

Ferramentas como ChatGPT, Notion e Canva já são aliadas estratégicas em tarefas do dia a dia, ajudando desde a organização de processos até a criação de conteúdos visuais e textuais de forma ágil e inovadora. De acordo com Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, rede de cursos profissionalizantes que faz parte do Grupo MoveEdu, compreender como essas soluções funcionam é essencial para quem deseja se destacar no ambiente corporativo atual. 

“O uso da Inteligência Artificial deixou de ser tendência e passou a ser uma realidade acessível, que impacta diretamente a forma como trabalhamos. Profissionais que aprendem a aplicar recursos como o ChatGPT, Notion e Canva conseguem economizar tempo e agregar mais qualidade e criatividade nas entregas”, afirma Leonardo Andreoli.
 

Principais aplicações da IA na rotina profissional 

ChatGPT: é um modelo de linguagem que auxilia na geração de textos, brainstorms de ideias, revisões e até no atendimento ao cliente. Pode ser usado para otimizar a comunicação de empresas, criar conteúdos de marketing e automatizar tarefas repetitivas.
 

Notion IA: a plataforma de organização agora com integração de inteligência artificial apoia na estruturação de informações, elaboração de resumos, construção de pautas e, até mesmo, no acompanhamento de projetos. Dessa forma, a gestão de tarefas se torna mais simples e estratégica.
 

Canva IA: além das tradicionais funcionalidades de design, a ferramenta passou a contar com inteligência artificial para criar apresentações, peças gráficas e materiais de forma intuitiva. Isso democratiza a produção de conteúdo visual, antes restrita a profissionais especializados.
 

O impacto no mercado de trabalho 

A popularização dessas ferramentas impulsiona transformações em diferentes profissões, exigindo que os profissionais estejam cada vez mais abertos a aprender e aplicar novos recursos. 

“O futuro do trabalho já está sendo moldado pela IA. Saber utilizá-la de forma prática é um diferencial competitivo em qualquer área de atuação. Na Prepara IA, por exemplo, os alunos além de descobrir como usar tais ferramentas, também aprendem a efetuar diferentes aplicações com base nos cursos escolhidos de forma estratégica, com orientações práticas, cases reais e acompanhamento de professores”, finaliza Leonardo Andreoli.

 

Prepara IA


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