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segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Fraudes digitais disparam entre jovens: tentativas de golpe crescem 50% entre pessoas de até 25 anos, revela Serasa Experian

• Indicador de abril mostra que criminosos digitais estão ampliando o foco para um público com menor histórico de crédito e exposição prévia;

• Volume total de tentativas de fraude no Brasil ultrapassa a marca de 1 milhão pelo quarto mês consecutivo;

• Setor de Telefonia teve 61,1% de aumento nas tentativas de fraude, mas Bancos seguem como alvo principal dos golpistas; 

 

As fraudes no Brasil estão avançando sobre um novo alvo: os jovens. Segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, o número de golpes direcionados a pessoas com até 25 anos cresceu 50,2% em abril de 2025, na comparação com o mesmo período do ano passado. A mudança de foco dos criminosos revela uma dinâmica nas estratégias de ataque que se voltam a perfis altamente conectados e com menor histórico financeiro. O levantamento ainda aponta que o país registrou 1.101.410 tentativas de fraude no mês, o equivalente a uma a cada 2,4 segundos — volume que mantém o patamar acima de 1 milhão desde janeiro.

 

“De modo geral, as tentativas de fraude seguem em evolução acelerada, impulsionadas por tecnologias como inteligência artificial e pela sofisticação das táticas de engenharia social. Já não se trata apenas de volume, mas de qualidade dos golpes”, destaca o Diretor de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha. “Neste cenário, a adoção de estratégias antifraude em camadas é indispensável. Soluções integradas que atuam em diferentes etapas da jornada digital permitem identificar comportamentos suspeitos com mais precisão e agir de forma preventiva, reduzindo os riscos antes mesmo que a fraude se concretize. Além disso, é essencial promover a conscientização contínua dos consumidores, que seguem sendo alvos dos golpistas”, completa. 

Confira no gráfico abaixo a evolução mensal das tentativas de fraude nos últimos 12 meses: 

Os adultos economicamente ativos continuaram sendo o principal foco dos golpistas. Em abril, a faixa etária de 36 a 50 anos foi a mais atingida pelas tentativas de fraude, respondendo por um terço (33%) das ocorrências detectadas. Em seguida, aparecem os grupos de 26 a 35 anos (26,3%) e aqueles com até 25 anos (15%). 

No entanto, na comparação com abril de 2024, o maior crescimento proporcional foi registrado entre os mais jovens: a participação das vítimas com até 25 anos aumentou 50,2%, revelando um movimento preocupante de ampliação do alcance das fraudes entre pessoas com menor histórico de crédito ou menor exposição anterior. As faixas de 26 a 35 anos e 36 a 50 anos também apresentaram altas significativas, de 38,2% e 26,8%, respectivamente.

 

“O crescimento expressivo das fraudes entre os mais jovens acende um alerta importante. Esse grupo, muitas vezes com pouco histórico de crédito e menos familiaridade com armadilhas digitais, se tornou um novo alvo estratégico para os golpistas. É fundamental que a proteção contra fraudes comece desde cedo, com acesso à informação e educação digital, além de ferramentas de monitoramento e revisão constante dos processos em cada etapa da jornada por parte das empresas, de modo a garantir proteção em camadas em todo o processo, do cadastro do cliente à compra”, afirma Caio Rocha, Diretor de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian.

 

Entre os públicos mais velhos, a participação de 51 a 60 anos cresceu 21,1%, enquanto o grupo acima de 60 anos teve aumento de 11,7% no período, reforçando que, embora com menor volume total, os fraudadores seguem mirando perfis mais vulneráveis em termos de experiência digital ou acesso à informação.

 

Bancos seguem como alvo principal dos golpistas, mas Telefonia liderou em crescimento anual

 

O setor de Bancos e Cartões continuou liderando o ranking de tentativas de fraude no Brasil, concentrando 54,2% dos registros em abril de 2025. Em seguida, aparecem os setores de Serviços (30,9%), Financeiras (7,2%), Telefonia (5,8%) e Varejo (1,9%).

 


Todos os segmentos registraram aumento em relação a abril de 2024, com destaque para o setor de Telefonia, que apresentou o maior salto: crescimento de 61,1% nas tentativas de fraude. Na sequência, Bancos e Cartões cresceram 32,9%, enquanto Serviços tiveram alta de 23,9%. Financeiras e Varejo apresentaram aumentos de 19% e 9,5%, respectivamente.

 

Fraudes com dados manipulados no momento de cadastro representam mais da metade das tentativas evitadas 

 

Na análise por modalidade, a maioria das investidas golpistas foram identificadas por inconsistências cadastrais (52,1%) identificadas em abril de 2025. Essa modalidade inclui divergências em dados pessoais fornecidos no momento do cadastro, como CPF, nome, endereço ou telefone, que não coincidem com fontes confiáveis ou apresentam sinais de manipulação.

 

Os alertas relacionados à autenticidade de documentos e verificação biométrica, responsáveis por 39,9% das tentativas evitadas apareceram em segundo lugar. Por fim, comportamentos suspeitos em dispositivos, como acessos a partir de equipamentos vinculados a tentativas de fraude anteriores ou padrões anômalos de navegação, representaram 8% das fraudes barradas no período.


 

Sudeste concentra quase metade das fraudes, mas Norte lidera crescimento proporcional

 

A região Sudeste continuou sendo o epicentro das tentativas de fraude no país, com 521.451 ocorrências em abril de 2025, o que representa 47,3% do total nacional. O ranking seguiu com Nordeste (246.550), Sul (177.351), Norte (79.431) e Centro-Oeste (76.627). Apesar disso, quando se observa a variação anual por região, o Norte liderou o avanço proporcional, com aumento de 38,3% nas tentativas de fraude em relação ao mesmo mês do ano anterior. O Nordeste também apresentou forte crescimento (+33,7%), com destaque para estados como o Amazonas (+42,2%), Pará (+41,4%) e Maranhão (+38,9%).

 

A unidade federativa (UF) de São Paulo liderou isoladamente em quantidade mensal de registros, com 301.195 ocorrências, seguido por Rio de Janeiro (104.117) e Minas Gerais (96.161). Na outra ponta, Roraima (2.290) e Amapá (3.176) apresentaram os menores volumes absolutos, embora ambos tenham registrado altas expressivas em relação a abril de 2024, de 39,3% e 36,1%, respectivamente.

 

Apesar de já concentrarem volumes elevados, Sudeste (+29,9%) e Centro-Oeste (+27,3%) também registraram crescimento relevante. A região Sul, embora tenha os menores índices de variação, ainda apresentou aumento de 23,1%, com destaque para o Paraná, que somou mais de 70 mil ocorrências no mês.

Veja abaixo um gráfico com a quantidade de tentativas de fraude por UFs e, em seguida, uma tabela com a variação anual:

 



Na análise proporcional à população, o Distrito Federal apresentou a maior taxa de tentativas de fraude em abril de 2025, com 7.759 ocorrências por milhão de habitantes. Em seguida, destacam-se os estados de São Paulo (6.540), Mato Grosso (6.093) e Rio de Janeiro (6.045) todos acima da média nacional, de 5.166, e com forte presença digital e bancarização elevada, fatores que ampliam a exposição ao risco. 

Na outra ponta, Maranhão (3.105), Roraima (3.123) e Piauí (3.361) registraram as menores densidades, embora alguns desses estados tenham apresentado altas expressivas na comparação anual, o que indica um possível movimento de interiorização das fraudes. Confira o gráfico com informações completas de densidade por UFs:


Evite fraudes: veja dicas dos especialistas da Serasa Experian para se proteger

Consumidores: 

 

• Garanta que seu documento, celular e cartões estejam seguros e com senhas fortes para acesso aos aplicativos;


• Desconfie de ofertas de produtos e serviços, como viagens, com preços muito abaixo do mercado. Nesses momentos, é comum que os cibercriminosos usem nomes de lojas conhecidas para tentar invadir o seu computador. Eles se valem de e-mails, SMS e réplicas de sites para tentar coletar informações e dados de cartão de crédito, senhas e informações pessoais do comprador;


• Atenção com links e arquivos compartilhados em grupos de mensagens de redes sociais. Eles podem ser maliciosos e direcionar para páginas não seguras, que contaminam os dispositivos com comandos para funcionarem sem que o usuário perceba;


• Cadastre suas chaves Pix apenas nos canais oficiais dos bancos, como aplicativo bancário, Internet Banking ou agências;


• Não forneça senhas ou códigos de acesso fora do site do banco ou do aplicativo;


• Não faça transferências para amigos ou parentes sem confirmar por ligação ou pessoalmente que realmente se trata da pessoa em questão, pois o contato da pessoa pode ter sido clonado ou falsificado;


• Inclua suas informações pessoais e dados de cartão somente se tiver certeza de que se trata de um ambiente seguro;


• Monitore o seu CPF com frequência para garantir que não foi vítima de fraude.

 

Empresas: 


• Invista em tecnologias de prevenção à fraude para proteger a integridade e a segurança das operações da sua empresa.


• Em um ambiente de negócios cada vez mais digital e interconectado, onde as fraudes evoluem e se ampliam rapidamente a prevenção à fraude em camadas não é apenas uma boa prática, mas uma necessidade estratégica;


• Garanta a qualidade e a veracidade dos dados das soluções de prevenção à fraude a partir de soluções que se aprimorem constantemente diante das mudanças e ameaças das fraudes;


• Entenda profundamente o perfil do seu usuário e busque constantemente minimizar pontos de fricção em sua jornada digital, garantindo uma experiência fluida e sem comprometer a segurança.


• Utilize a prevenção à fraude como uma alavanca para gerar receita, implementando uma orquestração inteligente de soluções que maximize a segurança, reduza perdas e permita uma experiência de compra mais ágil e confiável para o cliente



Metodologia

O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude – Consumidor é resultado do cruzamento de dois conjuntos de informações das bases de dados da Serasa Experian: 1) total de consultas de CPFs efetuado mensalmente na Serasa Experian; 2) estimativa do risco de fraude, obtida por meio da aplicação dos modelos probabilísticos de detecção de fraudes desenvolvidos pela Serasa Experian, baseados em dados brasileiros e tecnologia Experian global já consolidada em outros países. O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor é constituído pela multiplicação da quantidade de CPFs consultados (item 1) pela probabilidade de fraude (item 2), além da adição do volume de tentativas de fraudes registradas pela companhia referentes a verificação de documentos, biometria facial e verificação cadastral. 



Experian
experianplc.com


Brasil precisa investir em manufatura para sair da armadilha das commodities, alerta professor da FGV

Especialista defende políticas industriais e investimentos em tecnologia para fortalecer o mercado interno e garantir crescimento sustentável. 

 

O Brasil permanece excessivamente dependente da exportação de commodities e distante das cadeias globais de maior valor agregado, alerta o economista e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Paulo Gala. O tema será destaque no 9º Fórum de Manufatura, que reunirá especialistas e empresários para debater como o país pode retomar uma trajetória de desenvolvimento sustentável.

Segundo Gala, a ausência de um parque industrial robusto compromete a competitividade e limita as oportunidades de emprego qualificado. “O problema surge quando a possibilidade de ganhar dinheiro num país significa permanecer eternamente extraindo commodities ‘da terra’. Nesse caso, não surgirão as externalidades responsáveis pelo desenvolvimento”. Ele destaca que a reprimarização da economia brasileira é um entrave estrutural, que reduz a capacidade de inovação e aprofunda a vulnerabilidade a crises externas e a  perda de complexidade produtiva.

Após um ciclo de crescimento puxado pelo consumo e pelo boom das commodities, a indústria nacional não conseguiu avançar em tecnologia e sofisticação. Para Gala, esse movimento trouxe consequências graves: “A economia brasileira perdeu, em grande escala, complexidade produtiva. A produtividade total da economia caiu, em um movimento que continuará até que as manufaturas domésticas se recuperem. O quadro para o futuro é alarmante” .

O palestrante aponta que, enquanto países asiáticos priorizaram políticas industriais estratégicas para criar cadeias produtivas de alta complexidade, o Brasil concentrou suas exportações em produtos primários. “Em 2014, cinco produtos – ferro, soja, açúcar, petróleo e carnes – responderam por quase 50% das exportações brasileiras”, exemplifica.

Devemos  investir em pessoas e  em tecnologia para reverter esse cenário, Gala defende uma estratégia coordenada entre Estado, universidades e empresas, capaz de gerar conhecimento aplicado e inovação. “O aprendizado produtivo relevante é social: nas economias, pessoas aprendem com outras pessoas mais experientes sobre como fazer coisas em geral e produzir bens e serviços. Não é possível ser um médico sem antes ter feito residência – o mesmo vale para produzir computadores, carros e aviões”.

Esse aprendizado exige um ecossistema que estimule pesquisa, desenvolvimento e formação técnica. Para o professor, o Brasil precisa olhar para os exemplos internacionais e adaptar soluções: “Sempre haverá risco de captura do Estado, mas não fazer nada é condenar o país à estagnação, preso à armadilha da baixa complexidade”.

Investir em manufatura não é apenas uma questão econômica, mas social. Setores industriais sofisticados são os que mais geram empregos qualificados e aumentam a produtividade. Segundo Gala, é essa dinâmica que garante crescimento sustentado e melhora da renda. Países que investiram em tecnologia e indústria se tornaram mais resilientes às crises globais e capazes de competir nos mercados mais exigentes.

O 9º Fórum de Manufatura será um espaço para debater esses desafios e propor caminhos. O evento abordará temas como inovação, política industrial, formação de talentos e estratégias para inserir o Brasil em cadeias produtivas globais, destacando a urgência de transformar a base produtiva nacional.

O Link da página no site:  https://forumdemanufatura.com.br/

 

Metrô e CPTM viram pontos de oportunidades com ação do CIEE

Nesta terça-feira, 12, CIEE em Movimento estará na estação Ana Rosa do Metrô e na estação Luz da CPTM

 

        Atendimento gratuito para jovens e estudantes interessados em ingressar no mundo do trabalho

 

O CIEE em Movimento, ação itinerante do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), estará presente ao longo de todo o mês de agosto em diversas estações do Metrô e da CPTM. A iniciativa, que teve início na sexta-feira, 1º de agosto, segue até o dia 29, sempre das 11h às 15h, nas seguintes estações: Metrô: Tatuapé, Ana Rosa e Vila Prudente e CPTM: Barra Funda, Luz e Brás.

 

Durante a ação, estudantes poderão realizar cadastro no portal do CIEE, receber apoio na construção do currículo e obter orientações sobre os serviços da instituição. Também será possível esclarecer dúvidas sobre o mercado de trabalho e conhecer os cursos oferecidos pelo CIEE Saber Virtual, plataforma de aprendizado online e gratuita.

 

Para participar do atendimento, é necessário apresentar documentos pessoais.

 

Serviço


CIEE em Movimento

 

METRÔ: Ana Rosa, Linhas 1-Azul e 2-Verde

Data: terça-feira (12/08)

Horário: 11h às 15h

 

CPTM: Luz, linhas 7-Rubi, 11-Coral e 13-Jade da CPTM e linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô

Data: terça-feira (12/08)

Horário: 11h às 15h

 

METRÔ: Ana Rosa, Linhas 1-Azul e 2-Verde

Data: quarta-feira (13/08)

Horário: 11h às 15h

 

METRÔ: Ana Rosa, Linhas 1-Azul e 2-Verde

Data: quinta-feira (14/08)

Horário: 11h às 15h

 

METRÔ: Vila Prudente, linhas 2-Verde e 15-Prata

Data: terça-feira (19/08)

Horário: 11h às 15h

  

METRÔ: Vila Prudente, linhas 2-Verde e 15-Prata

Data: quarta-feira (20/08)

Horário: 11h às 15h

 

METRÔ: Vila Prudente, linhas 2-Verde e 15-Prata

Data: quinta-feira (21/08)

Horário: 11h às 15h

 

CPTM: Tatuapé, linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM

Data: quinta-feira (21/08)

Horário: 11h às 15h

 

CPTM: Barra Funda, linhas 3-Vermelha do metrô, 7-Rubi e 8-Diamante e 11-Coral da CPTM

Data: segunda-feira (25/08)

Horário: 11h às 15h

 

Metrô: Tatuapé, linha 3-Vermelha

Data: terça-feira (26/08)

Horário: 11h às 15h

 

Metrô: Tatuapé, linha 3-Vermelha

Data: quarta-feira (27/08)

Horário: 11h às 15h

 

CPTM: Luz, linhas 7-Rubi, 11-Coral e 13-Jade da CPTM e linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô

Data: quarta-feira (27/08)

Horário: 11h às 15h

 

Metrô: Tatuapé, linha 3-Vermelha

Data: quinta-feira (28/08)

Horário: 11h às 15h

 

CPTM: Brás, Linhas 7-Rubi, 10-Turquesa,11-Coral e 12-Safira, 13-Jade e 3-Vermelha do Metrô.

Data: sexta-feira (29/08)

Horário: 11h às 15h


Quatro viagens extraordinárias para explorar Belize

Além dos atrativos tradicionais, o destino surpreende com experiências autênticas e pouco convencionais em meio à natureza e à cultura local

 

 

Parque Nacional Billy Barquedier.
 (Crédito: Belize Tourism Board)


       Ao planejar seu roteiro para visitar Belize, é provável que pense primeiro em experiências "típicas", como tirolesa, exploração de cavernas e visitas a sítios arqueológicos maias. No entanto, o destino na América Central também oferece excursões extraordinárias que estão longe do comum. De trilhas por cachoeiras a imersões na vida local, prepare-se para uma viagem repleta de momentos únicos e atividades fora do convencional. Confira quatro aventuras imperdíveis para dias inesquecíveis no país:

 

Passeio com pescadores em Sarteneja

       Descubra o charme costeiro de Sarteneja em uma experiência única ao lado de pescadores locais. Comece o dia bem cedo e encontre-se com eles no píer para embarcar em um passeio de barco pela costa sob um céu azul brilhante. Aprofunde seu entendimento sobre a indústria pesqueira de Belize ao visitar as tradicionais armadilhas em forma de arraia, usadas há gerações para capturar o almoço! Prepare e saboreie uma refeição com frutos do mar ao lado das famílias dos pescadores, aprendendo inclusive a arte de filetar o peixe. Além disso, visite o sítio arqueológico de Santa Rita, em Corozal. Uma experiência inesquecível com os pescadores de Sarteneja!

 

Passeio pela vila menonita de Indian Creek

       Viaje em uma charrete puxada por cavalos por Indian Creek, uma comunidade menonita tradicional de língua alemã localizada no distrito de Orange Walk. Os menonitas são conhecidos pela agricultura e marcenaria, sendo grandes fornecedores de aves, ferramentas e materiais de construção no país. Conheça as escolas, lojas e o cotidiano da vila. Passe um tempo com uma família local para cozinhar, saborear um almoço tradicional e brincar com as crianças. Uma oportunidade autêntica e respeitosa de mergulhar na história e na cultura dessa comunidade.

 

Aventura no Buraco Negro

       Para os aventureiros de plantão, a experiência Black Hole Drop, em Actun Loch Tunich, oferece uma descarga máxima de adrenalina. A jornada começa com uma trilha intensa pelas montanhas Maya, que leva a uma dolina a cerca de 91,4 metros acima do solo da floresta. Com o auxílio de instrutores experientes em espeleologia, desça de rapel pelas imponentes paredes, apreciando vistas espetaculares enquanto atravessa o dossel da floresta tropical rumo à bacia lá embaixo. Apesar do nome, não há “buraco negro” — o fundo é que não pode ser visto do ponto inicial do rapel. Uma aventura selvagem e eletrizante no coração da natureza belizenha.

 

Trilha pelas cachoeiras em Billy Barquedier

       Encante-se com a trilha pelas cachoeiras no Parque Nacional Billy Barquedier. Localizado entre a bacia do rio Mullins e a bacia hidrográfica do norte de Stann Creek, o percurso leva até a cachoeira Barquedier, que despenca das montanhas Maya. Refresque-se em uma piscina natural antes de deixar a floresta. Uma experiência tranquila e, ao mesmo tempo, aventureira em meio à rica biodiversidade local.

       Você certamente voltará para casa com histórias incríveis dessas experiências imersivas. Seja cozinhando com os menonitas ou pescando em Sarteneja, vai inspirar seus amigos e familiares a visitar Belize para viverem momentos verdadeiramente únicos neste pequeno paraíso na América Central. Para chegar, a partir do Brasil, há voos da Copa Airlines via Panamá, onde é o hub da companhia. Já para quem for viajar a partir dos Estados Unidos, há voos via Miami e Dallas com a American Airlines, via Houston com a United Airlines e de Atlanta com a Delta Airlines.

 

Belize Tourism Board (BTB) - Órgão estatutário do Ministério do Turismo e Relações da Diáspora de Belize, visite o site.

TM Americas


Quer alugar por temporada? Descubra se seu imóvel está legalmente autorizado

Renato Ticoulat, presidente da Limpeza com Zelo, esclarece diferenças entre unidades HIS e NR e orienta investidores sobre riscos jurídicos, novas regras e como evitar prejuízos no mercado imobiliário de São Paulo 

 

A locação por temporada, prática comum em plataformas como Airbnb e Booking, tem atraído milhares de investidores no mercado imobiliário de São Paulo, especialmente no segmento de apartamentos compactos. No entanto, uma armadilha jurídica pode comprometer o retorno financeiro de quem comprou imóveis classificados como HIS (Habitação de Interesse Social) — e sequer foi devidamente informado.

Renato Ticoulat, CEO da rede de franquias de limpeza profissional Limpeza com Zelo e especialista no setor condominial, alerta para os riscos. "É urgente que investidores entendam a classificação legal do imóvel que adquiriram. A compra de unidades HIS sem essa consciência pode resultar não apenas em multas e perda do imóvel, mas também em prejuízos permanentes na reputação do investidor junto a órgãos públicos e instituições financeiras", afirma Ticoulat.

Com a publicação do Decreto Municipal nº 64.244/2025 e a intensificação das fiscalizações pela Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB), as regras ficaram ainda mais rígidas. Unidades HIS não podem ser alugadas por temporada em nenhuma hipótese — e os valores de locação convencional são limitados a até R$ 2.732,40 por mês, com base em critérios de renda do inquilino.

Enquanto isso, os imóveis classificados como NR (Não Residenciais) mantêm maior flexibilidade legal, podendo ser utilizados para fins comerciais e locações de curta duração — desde que em conformidade com as regras do condomínio.

Para evitar dores de cabeça, Renato Ticoulat recomenda aos proprietários três medidas imediatas:

  1. Verificar a matrícula do imóvel e sua classificação legal (HIS, HMP ou NR).
  2. Consultar um advogado especializado para revisar contratos de compra e venda.
  3. Respeitar as regras condominiais e fiscais para não inviabilizar a operação.

“O mercado de imóveis compactos continua promissor, mas exige conhecimento jurídico e responsabilidade social. Muitos compradores foram seduzidos por anúncios que vendiam ‘studios para Airbnb’, mas acabaram caindo em uma cilada legal. É hora de reavaliar estratégias e agir dentro da lei”, complementa Ticoulat.

Para os que já adquiriram unidades HIS, a alternativa viável é a locação convencional dentro dos limites legais — ou, em alguns casos, a venda do imóvel, respeitando os valores máximos fixados por decreto.

 

O Apagão de Mão de Obra e a Baixa produtividade são Ameaças ao Crescimento do PIB no Brasil

 A taxa de Formação Bruta de Capital tem oscilado entre 15% e 19% ao longo das últimas décadas. Este nível de investimento é compatível para países não industrializados e precisaríamos estar investindo acima de 20%. Não bastasse este problema estamos enfrentando um apagão de mão de obra, o que coloca o setor produtivo, no caso a indústria, em risco de não crescer, pois sem investimentos em modernização do parque fabril e sobretudo investir pesado em automação e qualificação da mão de obra disponível ela estará condenada a perder mais espaço e sucumbir nos próximos vinte anos. 

Para melhor entendimento o parque fabril brasileiro tem em média 14 anos. Segundo o Portal da Indústria, veículo oficial do Sistema Indústria (CNI/SESI/SENAI/IEL), cerca de 38% dos equipamentos estão próximos ou já ultrapassaram o ciclo de vida ideal recomendado pelos fabricantes. 

Na área de automação industrial a relação entre funcionários e robôs é desanimadora. Para se ter um dimensionamento mais claro, enquanto no Brasil a relação é de 10 robôs para cada 10 mil funcionários, na Europa são 160 robôs para cada 10 funcionários. Na Coreia do Sul onde as empresas apresentam alto grau de automação, são 1000 robôs para cada 10 funcionários. 

Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) informa que em 1995, a indústria brasileira representava 2,77% da produção industrial mundial. Hoje, esse número é de apenas 1,28%, ou seja, praticamente a metade em sua performance. 

Um relatório do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) revelou que em 2018, a indústria de transformação representou apenas 11,3% do PIB, quase metade dos 20% registrados em 1976. E estimativas indicam que, se nada for feito, a participação da Indústria no PIB pode cair abaixo de 10% nos próximos anos. 

Ficou bem registrado em minha memória que a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) já vinha fazendo movimentos sobre essa questão desde 2012 e o governo federal, mesmo tendo lançado políticas, como Brasil mais Produtivo, de lá para cá, o cenário não mudou nada. 

O problema da mão de obra passa pela educação pública de melhor qualidade com inclusão e foco na formação profissional que deve ser uma prioridade. As máquinas e equipamentos estão cada vez mais automatizados e sofisticados. Os tempos do aprendizado on the job, no ‘chão de fábrica’, estão ficando cada vez mais distantes. 

O Brasil precisa de projetos de políticas de Estado, com visão a médio e longo prazos, pelos quais se tenham fomentos para investimentos na renovação e automação de nosso parque fabril. 

 

Hernane Cauduro - diretor da Metal Work Pneumática do Brasil. https://www.metalwork.com.br/

 

Como a tecnologia ajuda a superar os desafios do setor de distribuição atacadista?


De acordo com dados da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad), o setor atacadista iniciou 2025 com alta de 1,6% no faturamento. Mesmo o dado sendo animador, isso não elimina os desafios enfrentados pelo segmento. Atualmente, vivemos uma instabilidade econômica marcada pela alta de juros, inflação e, principalmente, o comportamento do consumidor que muda cada vez mais rápido. Diante deste cenário, cabe aos atacadistas a missão de encontrar formas de continuar crescendo e, ao mesmo tempo, controlar os custos.

É justamente neste contexto que a tecnologia entra como uma grande aliada. Isso porque seus recursos não servem apenas para deixar as operações mais rápidas, mas também para aprimorar os processos, unir setores, evitar perdas e auxiliar líderes e gestores a tomarem decisões com base em dados precisos. Aplicar esse direcionamento, sem dúvidas, é o que ajuda a garantir estabilidade em um setor tão dinâmico quanto o de distribuição atacadista.

Afinal, mesmo tendo anos de trajetória consolidada, atingindo um marco de crescimento importante, principalmente, na pandemia, ainda assim, o setor atacadista convive com desafios atemporais como: altos custos operacionais e logísticos, impulsionados por ineficiências e processos manuais; gestão de estoques desalinhada com a demanda real, que afeta diretamente o capital de giro; complexidade tributária, com riscos constantes de autuações por falta de conformidade; e a falta de integração entre as áreas, dificultando a visão do negócio como um todo.

Por sua vez, além das barreiras técnicas e financeiras, muitas organizações também enfrentam a resistência cultural entre os obstáculos. Em empresas do setor, sobretudo, negócios familiares, é comum existir resistência em relação ao uso da tecnologia, que é vista como um custo e não um investimento. Além disso, a dificuldade em adotar um novo sistema devido à falta de qualificação da equipe ou o apego a processos manuais – algo ainda constante – mesmo que sejam mais lentos e imprecisos, também fazem parte desse cenário desafiador.

Considerando todos esses percalços, a boa notícia é que, por meio do uso da tecnologia, há cada vez mais soluções acessíveis de acordo com o porte e as diferentes realidades das empresas atacadistas. E, através da adoção e aplicação estratégica, é possível obter ganhos como: automatização das rotinas de faturamento, desde compras e conferências de notas fiscais; melhoria na gestão de estoques, com alertas e sugestões de compras com base no capital de giro; otimização nas rotas de entrega, com o cálculo do melhor caminho; redução de erros fiscais, uma vez que a ferramenta se atualiza conforme as normas tributárias; e análise de dados em tempo real, com dashboards que reúnem indicadores de diferentes áreas.

Todos esses benefícios, certamente, reforçam as razões pelas quais a tecnologia é um elemento indispensável para o bom funcionamento do setor atacadista. E todas essas vantagens podem ser usufruídas a partir do uso de um ERP robusto e qualificado. O software de gestão, além de unificar todas as áreas da empresa em uma única plataforma, também permite controle centralizado, redução de retrabalhos, padronização de processos, análise de rentabilidade por cliente, produto e região. Na prática, todos esses recursos promovem maior clareza, segurança e base para um crescimento sustentável.

É importante enfatizar que, além do ERP, outras tecnologias como BI, CRM, E-commerce B2B, automação fiscal, RPA etc., também podem ser integradas ao ERP, visando ampliar os benefícios na gestão de negócios. Ou seja, não faltam recursos que ajudem a complementar a ferramenta, trazendo uma nova realidade para as operações.

Diante de tamanhos benefícios e opções, é natural que brilhem aos olhos de todo atacadista. Afinal, quem não quer uma operação segura e que traga resultados? No entanto, a jornada tecnológica deve ser guiada com estratégia. E, isso pode ser feito com o apoio de uma consultoria especializada, a qual irá diagnosticar falhas operacionais e desperdícios, ajudar a escolher as ferramentas certas de acordo com o estágio de maturidade digital do negócio, planejar a implementação de forma organizada e com redução de impactos, bem como capacitar a equipe para adotar e extrair valor das novas tecnologias.

Passado o boom de crescimento durante a crise sanitária, o setor atacadista está se reorganizando e, por isso, quem sair à frente agora terá vantagem competitiva no médio e longo prazo. Hoje, investir em tecnologia é preparar o terreno para crescer com sustentabilidade, proteger a operação contra variações econômicas e regulatórias e, ainda, melhorar a experiência do cliente, com entregas mais rápidas e atendimento mais eficiente. Diante disso, não se trata mais de questionar “se” vale a pena investir em recursos tecnológicos, mas sim “o quanto a sua empresa está perdendo por ainda não investir?”.

 

Tânia Alves CEE da Okser
Okser


Estudantes vivem a história: como usar o presente para se preparar melhor para o Enem

Entender o contexto atual do Brasil e do mundo pode fazer a diferença na prova. Professores recomendam desenvolver repertório crítico com base em fatos, e não em narrativas.
 

Nos últimos anos, o Brasil e o mundo viveram transformações intensas, da pandemia de covid-19 a conflitos internacionais, desastres ambientais, avanços tecnológicos, movimentos sociais e mudanças no mercado de trabalho. Para quem está se preparando para o Enem e outros vestibulares, estar atento a esses acontecimentos deixou de ser apenas uma vantagem: virou parte fundamental da prova, pois tudo isso, além de ser manchete nos jornais, pode se tornar questão na prova mais esperada do país. 

“A prova do Enem cobra um estudante que saiba interpretar, refletir e conectar o conteúdo aprendido em sala com a realidade à sua volta. Não se trata de decorar fórmulas ou datas, mas de entender o mundo em que se vive.”, explica Hugo de Almeida, um dos diretores do PB Colégio e Curso, escola do Rio de Janeiro que se destacou nos resultados do Enem 2024 e tem mais de uma década de tradição em aprovações e excelência pedagógica. 

“A história está sendo escrita diante dos olhos da geração que fará o Enem 2025. Enchentes no Sul, conflitos internacionais, mudanças climáticas, protestos estudantis e marcos importantes na política e na sociedade. O estudante que tem um olhar atento ao mundo amplia seu repertório e ganha vantagem em provas como o Enem, que valorizam a contextualização e a análise crítica dos acontecimentos”, reforça. 

A dica, dizem os professores, é tratar os acontecimentos do presente como parte de um contexto histórico mais amplo. A tragédia ambiental no Rio Grande do Sul, por exemplo, pode surgir conectada a temas como urbanização desordenada, mudança climática e políticas públicas. Já os conflitos internacionais podem aparecer em questões de geopolítica, migrações e direitos humanos.
 

O que pode cair na prova?

Entre os temas que têm marcado os noticiários e podem aparecer no Enem, seja em questões de humanas, ciências da natureza ou mesmo na redação, estão:

  • Mudanças climáticas e eventos extremos, como enchentes e secas, e seus impactos sociais e econômicos.
  • Conflitos internacionais, como a guerra entre Rússia e Ucrânia ou as tensões no Oriente Médio.
  • Avanços da inteligência artificial e seus efeitos no mercado de trabalho, na educação e na ética.
  • Crescimento dos movimentos sociais e temas como diversidade, equidade de gênero, racismo estrutural e acessibilidade.
  • Educação midiática e desinformação, com foco no uso responsável das redes sociais e no combate às fake news.
  • Desigualdade social e econômica no Brasil e na América Latina, além dos desafios pós-pandemia.


Como se preparar?

  1. Consuma informação de diferentes fontes – Ler jornais, assistir a telejornais e ouvir podcasts confiáveis ajudam a ampliar o repertório.
  2. Foque em entender contextos, não só fatos isolados – Mais do que saber o que aconteceu, é preciso entender por que aconteceu, quais foram as causas e os desdobramentos.
  3. Discuta com colegas e professores – O diálogo é uma das formas mais ricas de construir conhecimento e desenvolver empatia.
  4. Inclua atualidades na rotina de estudo – Uma boa dica é manter um caderno de atualidades e relacioná-las aos conteúdos estudados, como história, geografia, sociologia ou biologia.
  5. Exercite o olhar crítico – Aprenda a fazer perguntas, cruzar dados e pensar com profundidade. A curiosidade intelectual é uma aliada poderosa.


Filmes, séries e documentários que ajudam a ampliar o repertório

Para além dos livros didáticos, conteúdos audiovisuais também podem ser grandes aliados na preparação. Veja algumas sugestões:

  • “O Dilema das Redes” (Netflix) – Aborda os impactos das redes sociais na sociedade e na democracia.
  • “Democracia em Vertigem” (Netflix) – Para refletir sobre momentos recentes da história brasileira, com olhar crítico e contextualizado.
  • “Explicando” (Netflix) – Série documental com episódios curtos sobre temas diversos, de crise climática a desigualdade de renda.
  • “Chernobyl” (HBO) – Minissérie sobre o desastre nuclear na Ucrânia nos anos 80, com conexões relevantes para geopolítica e ciência.
  • “História das Coisas” (YouTube) – Documentário que explica o ciclo de produção e consumo no mundo globalizado.
  • “O menino que descobriu o vento” (Netflix) – Um filme baseado em fatos reais sobre ciência, resiliência e transformação social.


O olhar crítico é treinável

O Enem exige, sobretudo, que o candidato saiba fazer conexões. "Mais do que memorizar, o aluno precisa refletir. É isso que os diferencia: aqueles que apenas leem e os que analisam", diz o diretor do PB Colégio e Curso. 

A escola defende que a formação de um aluno de alta performance passa por três pilares: disciplina nos estudos, treino constante com simulados e atualização sobre o mundo. “Temos que lembrar que esses jovens estão vivendo um tempo histórico. Ter consciência disso é o primeiro passo para escrever boas redações, interpretar melhor os textos e até compreender gráficos e dados com mais profundidade”, conclui Hugo de Almeida. 

Com o Enem se aproximando, talvez a pergunta mais importante não seja apenas “o que estudar?”, mas sim “como estou olhando para o mundo à minha volta?”.

 

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