Pesquisar no Blog

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Dia Mundial do Rock: 6 cidades para fãs visitarem pelo menos uma vez na vida

Para celebrar a data que homenageia o histórico Live Aid, a Civitatis listou os melhores destinos pelo mundo para fãs curtirem a história e cultura do rock

 

O rock and roll é muito mais do que um estilo musical: é uma expressão cultural que atravessa gerações. Celebrado em 13 de julho, o Dia Mundial do Rock nasceu do Live Aid, histórico show beneficente realizado simultaneamente em Londres e Filadélfia, em 1985, que mobilizou o mundo para arrecadar fundos contra a fome na Etiópia. Desde o evento, que contou com nomes como Queen, U2 e David Bowie, a data se transformou em um símbolo da força do gênero e da sua capacidade de mobilização global. 

Pensando nos amantes do rock, a Civitatis selecionou 6 destinos que todo rockeiro ou entusiasta precisa conhecer pelo menos uma vez na vida. De museus icônicos a bairros emblemáticos, passando por casas de show que foram palco de concertos lendários, essas cidades respiram rock e oferecem experiências imperdíveis para os fãs do gênero.

 

Londres, Reino Unido

 

Londres, palco do Live Aid em 13 de julho de 1985

 

Nenhum roteiro do rock está completo sem Londres, berço de bandas como The Rolling Stones, Pink Floyd, Queen e Led Zeppelin. Percorrer a cidade é ter a chance de deparar com locais frequentados por ícones do gênero, passando por estúdios lendários, casas de shows e ruas que estamparam capas de discos — como a Abbey Road, onde foi tirada a lendária foto do The Beatles atravessando a faixa de pedestres.

No Tour do Rock Britânico por Londres, disponível na Civitatis, o viajante visita a Denmark Street, onde os Rolling Stones assinaram seu primeiro contrato, explora estúdios onde The Beatles, Queen e Elton John gravaram álbuns históricos e conhece o bairro do Soho, famoso por seus bares e clubes de rock nos anos 60 e 70. O passeio termina em frente ao edifício da Apple Corps, palco da última apresentação do grupo de Liverpool encabeçado por John Lennon e Paul McCartney.

 

Los Angeles, Estados Unidos

 

Calçada da Fama, Los Angeles

 

De Sunset Strip a Hollywood, Los Angeles foi palco de momentos inesquecíveis da história do rock, como o lendário show de estreia de Elton John nos Estados Unidos, no ainda aberto clube Troubadour, um ponto de virada em sua carreira. Bandas como Guns N' Roses, Metallica e The Doors também nasceram na cidade californiana, moldando o futuro de estilos como o hard rock, o heavy metal e o rock psicodélico. 

E que tal viver a experiência de uma verdadeira estrela do rock? No passeio estrela na Calçada da Fama, disponível na Civitatis, você pode personalizar sua própria estrela com seu nome e posar ao lado dela numa sessão de fotos profissional no coração de Hollywood, próximo de nomes como The Beatles, Frank Sinatra e o próprio Elton John.



Berlim, Alemanha

Berlim, Alemanha

 

Com um passado dividido entre muros e ideologias, Berlim se tornou sinônimo de reinvenção artística. Nos anos 70 e 80, a cidade foi lar temporário de David Bowie e Iggy Pop, e hoje segue sendo uma das capitais mais reconhecidas pela música alternativa e experimental. 

Um bom ponto de partida para entender a cidade é o tour alternativo por Berlim, da Civitatis. O passeio alternativo passa por um dos bairros populares mais autênticos e multiculturais da cidade: Kotti, com seus bares punk, discotecas animadas e uma atmosfera vibrante que revela o lado mais underground e pulsante da capital alemã.

 

 

Brasília, Brasil
 


Palácio do Congresso Nacional, Brasília

 

Mais do que a capital do país, Brasília é berço do chamado rock brasiliense, movimento que revolucionou a música nacional e revelou bandas icônicas nos anos 80, como Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude. Com o cenário político como pano de fundo, as bandas são conhecidas pelas letras marcadas por críticas sociais. 

Para quem quer entender a nossa capital, o tour panorâmico por Brasília da Civitatis oferece um roteiro completo pelos principais cartões-postais da cidade, como o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana e o Palácio da Alvorada - locais que não só testemunharam momentos importantes da história do país, como também inspiraram gerações de músicos brasilienses.

 


Liverpool, Reino Unido


Estátua em homenagem à banda The Beatles, em Liverpool

 

Poucas cidades no mundo têm uma ligação tão profunda com a história do rock quanto Liverpool, conhecida mundialmente por ser o berço do The Beatles. Mais do que um destino turístico, a cidade é um verdadeiro santuário para fãs que querem mergulhar na trajetória da banda que trouxe para o mundo clássicos como Yellow Submarine, Hey Jude e Help!, além de entender o contexto cultural que moldou seu som. 

Com o free tour dos Beatles em Liverpool, disponível na Civitatis, o visitante percorre pontos icônicos como a Estátua dos Beatles, o Cavern Club, o The Jacaranda Club, além de pubs históricos e o Liverpool Institute for Performing Arts, fundado por Paul McCartney.


Nova York, Estados Unidos

 

Radio City Music Hall, em Nova York

 

Nos anos 70, Nova York viu crescer o punk rock em clubes lendários como o CBGB, onde nomes como The Ramones, Patti Smith e Talking Heads realizaram alguns de seus primeiros shows. 

Para mergulhar no espírito musical da cidade, uma ótima pedida é o tour pelo Radio City Music Hall, que pode ser adquirido na plataforma da Civitatis. Localizado no Rockefeller Center, o teatro já recebeu shows históricos de artistas como Frank Sinatra, Ray Charles e Louis Armstrong, e o passeio leva os visitantes aos bastidores de um dos palcos mais emblemáticos dos Estados Unidos.

 

Digital Health, Internet das Coisas, IA e Ciências de Dados compõem agenda de julho do Samsung Ocean

Com cronograma de atividades totalmente gratuitas, o programa de capacitação tecnológica da Samsung oferece aulas e cursos nos formatos presencial e remoto

 

O Samsung Ocean, programa de capacitação tecnológica da Samsung, oferece na segunda quinzena de julho uma diversa gama de conteúdos para quem deseja aprender mais sobre Digital Health, Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Ciências de Dados, entre outros temas relacionados à tecnologia e inovação. A iniciativa oferece cerca de trinta aulas totalmente gratuitas até o fim do mês, e os alunos concluintes podem emitir um certificado de participação ao final das atividades. Veja mais detalhes abaixo.

 

Destaques da agenda do Samsung Ocean em julho

A agenda de atividades remotas do Ocean oferece, na segunda quinzena de julho, a aula de Introdução à Visão Computacional com OpenCV, da Trilha de Inteligência Artificial. Essa mesma trilha realiza, no dia 21 de julho, um Laboratório de IA conversacional aplicada ao contexto acadêmico.Também no dia 21, a Trilha de IoT convida os alunos interessados a participarem de um Laboratório de IoT em Cloud. Os interessados em IA também podem se inscrever nas aulas dos dias 28 e 29, sobre os Fundamentos de IA Generativa e Chats Inteligentes, com foco em Conceitos e Implementações em Python. 

No cronograma de atividades presenciais, o Samsung Ocean oferece em Manaus as aulas de Introdução à Estatística para Ciência de Dados nos dias 15, 17 e 18 de julho. Já nos dias 21, 23 e 25, a Trilha de Fabricação Digital oferece aulas sobre Manufatura Aditiva com foco em Impressão e Escaneamento 3D. Também sobre Manufatura Aditiva, as aulas dos dias 29 e 30 oferecem conteúdo focado na área de Digital Health. Também nos dias 29, 30, 31 e 1º, os interessados em games podem participar do curso de Criação de Jogos em 3D com Unity. 

“Neste mês de férias, o Samsung Ocean tem ofertado conteúdos de capacitação em uma gama diversa de temas relacionados à tecnologia e inovação. É uma oportunidade única de absorver e aprofundar conhecimentos sobre Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Digital Health, Fabricação Digital e até Criação de Jogos. O cronograma mensal de atividades tem oferecido um conteúdo cada vez mais diversificado, tanto nas aulas presenciais quanto nas remotas”, afirma Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

 

Confira a grade mensal completa do Samsung Ocean:

 

15/07

- Integrando os Serviços de Backend na Nuvem*

- Introdução à Estatística para Ciência de Dados (Parte 1)*

 

16/07

- Introdução à Visão Computacional com OpenCV

- Inteligência Artificial Aplicada na Análise de Imagens Médicas e Diagnóstico (Parte 2)

- Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 2)*

 

17/07

- Introdução à Estatística para Ciência de Dados (Parte 2)*

 

18/07

- Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 3)*

- Introdução à Estatística para Ciência de Dados (Parte 3)*

 

21/07

- Laboratório de IA conversacional aplicada ao contexto acadêmico

- Laboratório de IoT em Cloud

- Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) (Parte 1)*

 

22/07

- Validação de Dados em Backend*

 

23/07

- Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) (Parte 2)*

 

24/07

- Framework Scrum*

 

25/07

- Pitch

- Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) (Parte 3)*

 

28/07

- Fundamentos de IA Generativa e Chats Inteligentes: Conceitos e Implementações em Python (Parte 1)

- Laboratório de IoT com Raspberry Pi*

- Programação para iniciantes: aprendendo a programar do zero com Scratch (Parte 1)*

 

29/07

- Fundamentos de IA Generativa e Chats Inteligentes: Conceitos e Implementações em Python (Parte 2)

- Lean Canvas: Estruturando Modelos de Negócios Inovadores*

- Manufatura Aditiva para Digital Health (Parte 1)*

- Criação de Jogos 3D com Unity (Parte 1)*

- Programação para iniciantes: aprendendo a programar do zero com Scratch (Parte 2)*

 

30/07

- Assistente Virtual em Ação: Aprofundando-se no Google Assistant

- Startup Game Experience*

- Entendendo e implementando modelos de inteligência artificial com Orange e Python (Parte 1)*

- Manufatura Aditiva para Digital Health (Parte 2)*

- Criação de Jogos 3D com Unity (Parte 2)*

- Programação para iniciantes: aprendendo a programar do zero com Scratch (Parte 3)*

 

31/07

- Laboratório de prototipação com Arduino - Sensores

- Entendendo e Criando Tokens ERC-20*

- Entendendo e implementando modelos de inteligência artificial com Orange e Python (Parte 2)*

- Criação de Jogos 3D com Unity (Parte 3)*

 

 * Atividades realizadas presencialmente no campus de Manaus.


Samsung Electronics Co. Ltd.
Para as notícias mais recentes da marca, acesse a Samsung Newsroom em Link


Como superar os desafios de inovação no setor de energia?

 

O setor de energia se encontra em um momento de inflexão. Por um lado, impulsionado, cada vez mais, por uma demanda sustentável, segura e eficiente. Mas, por outro, ainda enfrentando obstáculos que dificultam essa materialização – indo desde empecilhos regulatórios, à falta de uma verdadeira cultura inovadora nessas empresas que impulsione esse movimento. Diante deste gap nítido entre a visão e realidade, apenas uma mudança cultural profunda pautada em uma governança robusta poderá propor caminhos estratégicos para essas metas, pavimentando um futuro energético bem mais resiliente e inovador.

Em 2024, dados divulgados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) identificaram que o Brasil consumiu 3,9% mais energia elétrica do que em 2023, ultrapassando, pela primeira vez, a marca de 70 mil megawatts (MW) médios. Para este ano, as expectativas, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), são de um cenário de maior crescimento neste consumo e mudanças significativas nos preços do petróleo, aspectos que influenciam, diretamente, o planejamento estratégico dessas empresas para que atendam essa demanda mantendo a preservação ambiental.

A própria ENEL, nesse sentido, obriga as empresas nacionais deste setor que direcionem 1% de seu faturamento do ano anterior em iniciativas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), como parte do programa da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que responde à Lei 9.991/2000. A ideia é, justamente, financiar o desenvolvimento de tecnologias, processos, equipamentos e produtos inovadores que contribuam para uma sociedade mais moderna, sustentável, com maior qualidade nos serviços prestados e com responsabilidade social.

Porém, em muitos casos, essa obrigação faz com que muitas empresas direcionem esse dinheiro de forma equivocada, em projetos que não vão para frente nem geram qualquer tipo de valor frente a esse objetivo, tomando apenas tempo e recursos que não agregam em nada positivo. Resultados, esses, que estão diretamente ligados à falta de uma verdadeira governança de inovação incorporada no mindset corporativo que direcione essas decisões em planejamentos mais assertivos e benéficos.

Ideias brilhantes, que contribuam com o desenvolvimento de soluções financeiramente eficazes e que também sustentem a preservação do ecossistema, podem surgir de diversas formas, assim como serem aplicadas através de diferentes metodologias. Mas, se não houver nenhuma sistemática por trás deste processo de testagem, experimentação e validação, as chances de se frustrarem com essas propostas serão, certamente, maiores.

E, é justamente aqui que a governança da inovação no setor de energia entra, sendo crucial para transformar essas ideias em resultados sustentáveis. Ela estabelece a estrutura e processos necessários para gerenciar o ciclo de vida da inovação e sua execução, conduzindo de forma cadenciada para que cada etapa percorrida atinja o resultado esperado e otimizando, com isso, o tempo e dinheiro investidos.

Isso inclui, na prática, uma série de cuidados que influenciam, diretamente, nessa conquista: ter um bom funil de inovação que filtre as propostas que tendem a atingir as metas esperadas; estabelecer uma gestão de riscos que considere potenciais prejuízos ao negócio; prezar pela capacitação dos times para que se qualifiquem em suas tarefas e, acima de tudo, realizar um amplo mapeamento de mercado, identificando quais tendências ou oportunidades fazem sentido ou não para sua realidade e objetivos.

Essa estruturação é o que contribuirá para que toda iniciativa adotada internamente se mantenha alinhada às expectativas de cada empresa e, ao mesmo tempo, às demandas do mercado, definindo uma visão mais clara à longo prazo do que pretendem conquistar e quais soluções serão necessárias para percorrer essa trajetória – tendo uma maior estratégica na alocação dos recursos junto a planos de contingência em casos de desafios inesperados, para que não se prejudiquem ao longo do caminho.

A cada ano, o crescimento econômico internacional, as intensas ondas de calor impulsionadas pelas mudanças climáticas e o próprio cenário macroeconômico exigirão, cada vez mais, a adoção de energias mais renováveis e limpas. E, a melhor forma de permanecer em aderência a esse cenário, sem que qualquer imprevisto macroeconômico impeça este sucesso, será através desta governança de inovação que oriente nas ações que mais façam sentido para cada empresa, para que saibam não apenas aonde querem chegar, mas também o que devem fazer para isso.

Ela será a grande capitã que comandará todos os elementos necessários para que as ideias inovadoras no setor de energia não fiquem apenas no papel, mas se transformem em soluções concretas que contribuam para um futuro mais sustentável, gerando valor tanto para a empresa quanto para a sociedade e o meio ambiente.  



Alexandre Pierro - mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.


Gestão na nuvem é um risco à segurança?

 

Garantir a segurança. Essa vem sendo uma preocupação constante de líderes e gestores. Isso porque, ao mesmo tempo que reconhecem a importância de migrar para o ambiente digital e investir em recursos que garantam máxima eficiência como a nuvem, por exemplo, também existem receios se, de fato, essa tecnologia é segura. Afinal, como proteger dados armazenados de forma online?

Por mais que a gestão na nuvem não seja uma novidade no mercado, seu uso vem ganhando maior adesão nos últimos anos. Não à toa, as projeções do Gartner indicam que, ainda em 2025, é esperado que 85% das empresas estejam utilizando a computação em nuvem.

Esse forte interesse das organizações em investir no uso da nuvem se dá, principalmente, pelo fato de que esse serviço é um tipo de tecnologia que permite o armazenamento de dados e informações da companhia, sem a necessidade de um ambiente físico, com acesso de qualquer lugar.

Contudo, mesmo diante dos benefícios ofertados, antes de aderir a qualquer tipo de serviço, é fundamental compreender como funciona o ambiente compartilhado. Além disso, cada uma das versões (pública e privada) possuem especificidades que precisam ser analisadas para definir qual tem melhor aderência ao negócio. Outro ponto importante, sem dúvidas, também é o investimento na capacitação do time, uma vez que a equipe será a responsável por administrar as operações.

Isso é, vemos uma grande preocupação das organizações com os ciberataques que vem crescendo. Só o Brasil, de acordo com Relatório de Inteligência de Ameaças da NetScout, é o segundo país mais atacado do mundo. Naturalmente, existe a preocupação em investir na maior proteção. Quanto a isso, tecnologias como sistemas de varredouras, proteção de Workloads, unificação de IDs, Firewall de aplicações web, APIs, criptografia, Disaster Recovery, backup, entre outros recursos, ajudam a proteger o ambiente em nuvem.

Por sua vez, é importante chamar atenção para outro aspecto. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, 95% dos incidentes de segurança cibernética ocorrem devido a erro humano. Ou seja, os ataques podem acontecer tanto devido a falhas sistêmicas quanto à falta de entendimento dos níveis de acesso dos colaboradores. Sendo assim, de nada adianta investir em medidas de segurança, sem que a equipe tenha o conhecimento técnico necessário para utilizar a ferramenta de forma correta e sem expor a organização a riscos.

Na prática, a gestão em nuvem é uma medida segura, entretanto, sua eficácia está atrelada a diversos fatores e à forma como é gerenciada. Deste modo, é crucial aderir ao serviço de fornecedores confiáveis, bem como implementar medidas de segurança e ter controle das configurações de acesso dos usuários.

Certamente, administrar todas essas medidas não é uma tarefa simples. Por isso, contar com o apoio de um time especializado no serviço é mais uma medida protetiva que a empresa pode tomar. Afinal, o time técnico irá ajudar desde a migração segura para o ambiente, localizar brechas que podem expor a organização à riscos, até treinar os usuários para que utilizem a tecnologia seguindo regras e instruções que garantam uma operação segura.

A gestão em nuvem deixou de ser, há muito tempo, uma tendência, e se tornou uma necessidade das organizações. Desta forma, é fundamental que invistam na adequação da estrutura, acompanhando a evolução tecnológica, mas simultaneamente também prezem por iniciativas de conscientização com o time, por meio de ações de treinamento, workshops, palestras, vídeos informativos entre outros recursos.

À medida que a transformação digital avança, as empresas que já utilizam o sistema em cloud estarão à frente nessa jornada. A nuvem, sem dúvidas, é uma alternativa segura e eficiente para atravessar esse cenário, mas garantir sua segurança vai além do que aplicativos de proteção, e envolve aqueles que continuam sendo o centro de toda revolução tecnológica: as pessoas.

 


Eliezer Moreira - sócio-diretor de Data Center na SPS Group.

SPS Group


Veja cinco dicas de como a linguagem corporal por ser aliada para o crescimento profissional

Freepik 
Expressões, postura e gestos podem impactar diretamente a forma como o profissional é percebido no ambiente de trabalho 

 

O sucesso no mercado de trabalho não depende apenas do currículo e das competências técnicas. A forma como um profissional se comunica, mesmo sem usar as palavras, pode ser decisiva para avançar na carreira. Com o objetivo de conscientizar estudantes e profissionais sobre a importância da comunicação não verbal, a Microlins, referência nacional em capacitação profissional, traz orientações práticas sobre como a linguagem corporal pode impulsionar a carreira no mercado de trabalho. 

“A linguagem corporal é um recurso poderoso. Saber utilizá-la com consciência ajuda o profissional a transmitir mais confiança, empatia e credibilidade. Expressões faciais, contato visual, postura e até mesmo a forma de caminhar transmitem mensagens que influenciam a percepção de colegas, líderes e recrutadores. De nada adianta dizer que está confiante se o corpo revela o contrário. O desequilíbrio entre fala e gestos pode gerar desconfiança ou até prejudicar a comunicação”, pontua Rafael Cunha, diretor nacional da Microlins. 

Para se destacar no mercado de trabalho, Rafael Cunha recomenda algumas dicas para melhorar a linguagem corporal no ambiente profissional: 

Mantenha uma postura ereta e aberta: a sua apresentação demonstra segurança e disponibilidade, transmitindo confiança ao recrutador e até mesmo no ambiente de trabalho. 

Faça contato visual: estabelecer uma conexão visual demonstra interesse e credibilidade. Mantenha a cabeça erguida sem desvio de foco. 

Evite gestos excessivos ou inquietação constante: gesticulações em excesso podem distrair o recrutador ou revelar insegurança. Se possível, permaneça com as mãos sob as pernas. Dessa forma, não comentará erros. 

Cuide das expressões faciais: o rosto é seu cartão de visitas. Dito isso, as expressões faciais devem estar em sintonia com o tom da conversa da entrevista de emprego. 

Respeite o espaço pessoal dos outros: proximidade excessiva pode causar desconforto, mantenha uma distância neutra, não tão longe ou perto. 

Em processos seletivos, a linguagem corporal pode ser um diferencial. “Recrutadores observam atentamente as reações dos candidatos. Um aperto de mão firme, um sorriso genuíno ou uma postura segura fazem diferença na hora de conquistar uma vaga”, finaliza Cunha.

 

Microlins


Alta Tecnologia made in Brazil: o País como celeiro da inovação

 

Durante décadas, consolidou-se no imaginário coletivo brasileiro a crença de que apenas produtos e tecnologias estrangeiras oferecem qualidade e inovação. Essa mentalidade, conhecida por aqui como a ‘Síndrome do Vira-Lata’, muitas vezes ainda resiste. Empresas e principalmente consumidores neste país possuem uma inclinação natural para valorização de soluções importadas, subestimando assim, o grande potencial de desenvolvimento brasileiro na área de tecnologia. Mas esta postura está começando lentamente a mudar. 

No segmento da Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC), nota-se que os números reforçam essa dependência externa. De acordo com o Comex Stat - sistema oficial de estatísticas do comércio exterior brasileiro de bens do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em 2024, o Brasil importou US$ 3,4 bilhões em equipamentos de telecomunicações da China, o que representa 57% do total de importações no setor. Seguindo a lista de países fornecedores de tecnologia para o Brasil, o Vietnã aparece com 15% (US$ 878 milhões) e Taiwan com 2,3% (US$ 138 milhões). 

No entanto, se por um lado mostra-se essa alta na dependência, por outro, há sinais claros de transformação deste cenário. O estudo ‘Mercado Brasileiro de Software: panorama e tendências 2025’ divulgado em março deste ano pela Associação Brasileira das Empresas de Softwares (ABES) em parceria com a consultoria global International Data Corporation (IDC), posiciona o Brasil como o 10º maior mercado do mundo em investimentos em softwares, hardwares e serviços de TI. 

Em 2024, o país investiu o montante de US$ 59 bilhões nessas áreas, refletindo a maturação do ecossistema nacional de inovação e digitalização.

 

Era da obsolescência programada e a força da alta tecnologia brasileira 

Produtos tecnológicos importados muitas vezes são desenvolvidos planejadamente com ciclos de vida curtos, é a chamada “obsolescência programada”. Isso resulta para o consumidor brasileiro custos recorrentes com substituições de peças/equipamentos e dificuldade de manutenção cada vez mais recorrentes. 

A crescente insatisfação com esse modelo abre espaço para questionamentos estratégicos: o Brasil tem capacidade para competir em tecnologia de ponta? A resposta, embasada em dados recentes, é positiva. 

Estamos investindo muito em tecnologia, e não obstante, partimos para o mercado da alta tecnologia que engloba o que há de mais moderno em inovação tecnológica em máquinas, equipamentos e softwares. 

Dados do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), divulgados neste ano, nos traz um recorte que é preciso ser enxergado com otimismo. A indústria de alta tecnologia no Brasil cresceu 6,6% em 2024, na primeira expansão após cinco anos seguidos de queda. 

O desempenho foi superior ao avanço de 3,8% da indústria de transformação no mesmo ano e aproximou-se da categoria de média-alta tecnologia, que registrou avanço de 6,9%. 

Vale destacar que os segmentos que mais cresceram no país incluem: fabricação de aeronaves; produtos farmoquímicos e farmacêuticos; equipamentos de informática, e eletrônicos e ópticos. Este último setor, por sinal, tem atingindo forte expansão com um intenso protagonismo de startups e centros tecnológicos. Todos os dados confirmam que o Brasil não apenas consome tecnologia, mas também a produz com excelência em nichos estratégicos.

 

É preciso reconhecer, apoiar e impulsionar a inovação nacional 

Uma coisa é fato, empreender no Brasil, especialmente em setores de alta complexidade tecnológica, exige resiliência e resistência. Mas a capacidade criadora de adaptação e o profundo conhecimento do mercado local têm incentivado soluções tecnológicas legitimamente brasileiras, muitas delas mais eficazes e aderentes à nossa realidade do que os equivalentes estrangeiros. 

Valorizar essas iniciativas no Brasil é fortalecer a economia, gerar empregos qualificados, fomentar a pesquisa científica e ampliar a autonomia nacional em setores críticos. Trata-se de vestir, com orgulho, a camisa da tecnologia verde-amarela. 

A inovação ‘made in Brasil’ está em ascensão. Para consolidarmos nossa posição como celeiro tecnológico, é essencial romper paradigmas, fomentar políticas públicas eficazes e, principalmente, acreditar no potencial criativo, técnico e estratégico da indústria nacional. O futuro da alta tecnologia neste País não está mais distante. Ele já começou e é ‘brasileiro da gema’. 



Paulo Sérgio Pires - jornalista, publicitário e professor de Comunicação. É gerente de atendimento da Vervi Assessoria de Comunicação. Possui mestrado e especialização pela USP, onde também foi pesquisador bolsista. Tem vivência em jornalismo industrial e novas tecnologias de produção e inovação.



Alfa Sense


Perdeu a cidadania espanhola? Saiba como regularizar e recuperar a nacionalidade

 

Freepik


Nos últimos anos, cerca de 165 mil brasileiros residem na Espanha, considerado um dos destinos preferidos devido às políticas de imigração favoráveis e estabilidade no país 

 

A Espanha é um dos principais destinos escolhidos por quem busca oportunidades fora do Brasil, segundo levantamento do Ministério das Relações Exteriores (MRE) aproximadamente 5 milhões de brasileiros vivem em outros países. A Espanha tem se destacado como um dos destinos preferidos, já que nos últimos anos, cerca de 165 mil residem na região, atraídos por fatores como custo de vida acessível, segurança e políticas de imigração facilitadas. Além disso, de acordo com dados do Governo espanhol, no primeiro trimestre deste ano o número de pedidos de nacionalidade continuou crescendo, sendo mais de 70 mil solicitações e 51 mil concessões. 

Com uma das maiores comunidades de descendentes espanhóis fora da Europa, os brasileiros vêm conquistando a cidadania espanhola. Porém, em algumas situações, é possível perder esse direito, isso pode acontecer caso, não cumpra as leis impostas pelos país,  não formalizar a nacionalidade ao atingir a maioridade, e até por falta de conhecimento sobre prazos e regras. Mas, é possível recorrer a caminhos legais para reverter essa situação e recuperar a cidadania.

Segundo Renata Barbalho, fundadora e CEO da Espanha Fácil, empresa de imigração espanhola, existem diversos casos de perda da nacionalidade espanhola. “O mais comum é quando o menor de idade recebe a cidadania por meio do pai ou da mãe, e não confirma ao Consulado da Espanha no Brasil o desejo de permanecer com a nacionalidade após completar 18 anos. Se esse indivíduo ultrapassar um prazo de três anos depois de atingir a maioridade e não confirmar a vontade de continuar a ser cidadão espanhol, pode perder o seu direito”, explica. 


Como recuperar a nacionalidade espanhola?

Caso a pessoa tenha perdido a nacionalidade espanhola por não ter confirmado o desejo de continuar com ela após o prazo estabelecido, é preciso obter uma Autorização de Residência Legal na Espanha e, depois disso, solicitar a Recuperação da Cidadania Espanhola. Ao solicitar a autorização de residência através do arraigo familiar, que permite ao estrangeiro residir por até 5 anos legalmente na Espanha, baseado em vínculos familiares diretos. É necessário comprovar que pai, mãe ou cônjuge do indivíduo possui nacionalidade espanhola.

Quando o interessado receber a residência em território espanhol já poderá solicitar a recuperação da nacionalidade espanhola no Registro Civil da cidade o qual reside. Caso o pai ou a mãe tenha nascido na Espanha, mesmo que morem no Brasil, é possível garantir de volta a nacionalidade a qualquer momento.


Como obter a cidadania?

Barbalho explica que a cidadania espanhola é obtida na maioria das vezes por sangue, ou seja, pela descendência de cidadãos espanhóis, o que é conhecido como "ius sanguinis". Como a Lei de Memória Democrática (LMD), criada para reparar injustiças históricas causadas pela Guerra Civil Espanhola e pela ditadura franquista, permitindo que netos e bisnetos de espanhóis exilados solicitem a cidadania sem a obrigatoriedade de residência prévia na Espanha. Neste ano, o prazo final para essa solicitação é até 21 de outubro. 

Além disso, devido ao acordo especial entre países ibero-americanos, as pessoas também podem solicitar a nacionalidade espanhola após dois anos de residência legal e contínua na Espanha, um prazo inferior aos dez anos exigidos para a maioria dos estrangeiros. “Essa vantagem abre portas para uma série de benefícios exclusivos, desde a livre circulação em toda a União Europeia até acesso facilitado a oportunidades profissionais, educação de qualidade e sistema de saúde renomado. A melhor forma de seguir as regras e não correr riscos, é contar com uma assessoria especializada”, conclui a especialista. 

 

Espanha Fácil

 

Alta Tecnologia made in Brazil: o País como celeiro da inovação

 

Durante décadas, consolidou-se no imaginário coletivo brasileiro a crença de que apenas produtos e tecnologias estrangeiras oferecem qualidade e inovação. Essa mentalidade, conhecida por aqui como a ‘Síndrome do Vira-Lata’, muitas vezes ainda resiste. Empresas e principalmente consumidores neste país possuem uma inclinação natural para valorização de soluções importadas, subestimando assim, o grande potencial de desenvolvimento brasileiro na área de tecnologia. Mas esta postura está começando lentamente a mudar. 

No segmento da Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC), nota-se que os números reforçam essa dependência externa. De acordo com o Comex Stat - sistema oficial de estatísticas do comércio exterior brasileiro de bens do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em 2024, o Brasil importou US$ 3,4 bilhões em equipamentos de telecomunicações da China, o que representa 57% do total de importações no setor. Seguindo a lista de países fornecedores de tecnologia para o Brasil, o Vietnã aparece com 15% (US$ 878 milhões) e Taiwan com 2,3% (US$ 138 milhões). 

No entanto, se por um lado mostra-se essa alta na dependência, por outro, há sinais claros de transformação deste cenário. O estudo ‘Mercado Brasileiro de Software: panorama e tendências 2025’ divulgado em março deste ano pela Associação Brasileira das Empresas de Softwares (ABES) em parceria com a consultoria global International Data Corporation (IDC), posiciona o Brasil como o 10º maior mercado do mundo em investimentos em softwares, hardwares e serviços de TI. 

Em 2024, o país investiu o montante de US$ 59 bilhões nessas áreas, refletindo a maturação do ecossistema nacional de inovação e digitalização.

 

Era da obsolescência programada e a força da alta tecnologia brasileira 

Produtos tecnológicos importados muitas vezes são desenvolvidos planejadamente com ciclos de vida curtos, é a chamada “obsolescência programada”. Isso resulta para o consumidor brasileiro custos recorrentes com substituições de peças/equipamentos e dificuldade de manutenção cada vez mais recorrentes. 

A crescente insatisfação com esse modelo abre espaço para questionamentos estratégicos: o Brasil tem capacidade para competir em tecnologia de ponta? A resposta, embasada em dados recentes, é positiva. 

Estamos investindo muito em tecnologia, e não obstante, partimos para o mercado da alta tecnologia que engloba o que há de mais moderno em inovação tecnológica em máquinas, equipamentos e softwares. 

Dados do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), divulgados neste ano, nos traz um recorte que é preciso ser enxergado com otimismo. A indústria de alta tecnologia no Brasil cresceu 6,6% em 2024, na primeira expansão após cinco anos seguidos de queda. 

O desempenho foi superior ao avanço de 3,8% da indústria de transformação no mesmo ano e aproximou-se da categoria de média-alta tecnologia, que registrou avanço de 6,9%. 

Vale destacar que os segmentos que mais cresceram no país incluem: fabricação de aeronaves; produtos farmoquímicos e farmacêuticos; equipamentos de informática, e eletrônicos e ópticos. Este último setor, por sinal, tem atingindo forte expansão com um intenso protagonismo de startups e centros tecnológicos. Todos os dados confirmam que o Brasil não apenas consome tecnologia, mas também a produz com excelência em nichos estratégicos.

 

É preciso reconhecer, apoiar e impulsionar a inovação nacional 

Uma coisa é fato, empreender no Brasil, especialmente em setores de alta complexidade tecnológica, exige resiliência e resistência. Mas a capacidade criadora de adaptação e o profundo conhecimento do mercado local têm incentivado soluções tecnológicas legitimamente brasileiras, muitas delas mais eficazes e aderentes à nossa realidade do que os equivalentes estrangeiros. 

Valorizar essas iniciativas no Brasil é fortalecer a economia, gerar empregos qualificados, fomentar a pesquisa científica e ampliar a autonomia nacional em setores críticos. Trata-se de vestir, com orgulho, a camisa da tecnologia verde-amarela. 

A inovação ‘made in Brasil’ está em ascensão. Para consolidarmos nossa posição como celeiro tecnológico, é essencial romper paradigmas, fomentar políticas públicas eficazes e, principalmente, acreditar no potencial criativo, técnico e estratégico da indústria nacional. O futuro da alta tecnologia neste País não está mais distante. Ele já começou e é ‘brasileiro da gema’.




Paulo Sérgio Pires - jornalista, publicitário e professor de Comunicação. É gerente de atendimento da Vervi Assessoria de Comunicação. Possui mestrado e especialização pela USP, onde também foi pesquisador bolsista. Tem vivência em jornalismo industrial e novas tecnologias de produção e inovação.


Brasil entra no mapa global da IA generativa

Com talento e mercado promissor, país avança em soluções de inteligência artificial com iniciativas robustas como as apresentadas pela StaryaAI

 

Desde o lançamento do Copilot, da Microsoft, a inteligência artificial generativa deixou de ser uma promessa futurista para se tornar parte do cotidiano corporativo. Automatizar tarefas, sugerir textos, redigir e-mails e cruzar dados em segundos tornou-se possível com uma nova leva de ferramentas que não apenas otimizam processos, mas também transformam a forma como decisões são tomadas. 

Segundo o AI Index Report 2025, da Universidade de Stanford, o setor de IA generativa atraiu US$ 33,9 bilhões em investimentos privados em 2024, um aumento de 18,7% em relação a 2023. O avanço do uso nas empresas também é expressivo: 78% das organizações relataram utilizar IA em 2024, frente a 55% no ano anterior. O cenário é liderado por gigantes como Estados Unidos e China, mas o Brasil começa a ganhar destaque com iniciativas robustas. 

Com soluções baseadas em IA generativa voltadas para o setor da saúde e recursos humanos, a StaryaAI vem crescendo em relevância não apenas pelo foco técnico, mas também por aplicar a inteligência artificial para resolver desafios reais: da eficiência operacional ao acolhimento de pacientes. “Não estamos apenas falando de inovação de software, mas de impacto direto em toda a jornada. Nossa proposta é usar a IA para automatizar tarefas repetitivas e burocráticas, liberando os profissionais para atividades mais humanas e estratégicas”, explica Fabio Tiepolo, CEO da StaryaAI. 

O avanço da IA no Brasil também se apoia na profissionalização dos modelos. Em vez de aplicar soluções genéricas, a StaryaAI aposta em modelos customizados para contextos específicos, com foco em linguagem natural e integração com plataformas já utilizadas pelas empresas. “O diferencial está na aplicação. A IA só entrega valor quando entende o ambiente em que atua”, defende o executivo. 

Dados do Distrito AI Report apontam que mais de 400 startups brasileiras já trabalham com inteligência artificial, sendo que 16% delas têm foco específico em soluções generativas. A expectativa para os próximos anos é de que o Brasil consolide sua posição no ecossistema global, especialmente à medida que o custo de implementação cai e a infraestrutura digital amadurece. 

Para especialistas, esse movimento vai exigir não apenas investimento em tecnologia, mas também políticas públicas, formação de talentos e um esforço conjunto para garantir que os benefícios da IA sejam distribuídos de forma justa. “O Brasil tem tudo para ser protagonista. Temos criatividade, um mercado interno complexo e uma urgência real por soluções inteligentes, mas ainda falta um ecossistema integrado, com incentivo à pesquisa e um esforço conjunto para formar talentos. Só assim conseguiremos competir com mercados mais maduros”, complementa Tiepolo.

 

Posts mais acessados