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terça-feira, 19 de novembro de 2024

A natureza nos mostra o valor dos ecossistemas conectados também nas indústrias de base biológica


Os ecossistemas naturais são uma das maravilhas da vida. Eles nos mostram como a interconexão cria resiliência e eficiência, ao mesmo tempo que estimula o crescimento e a inovação. É algo que deve inspirar a indústria de ciências biológicas à medida que ela enfrenta desafios crescentes em torno da eficiência operacional e da conformidade regulatória. 

Árvores, plantas e animais individualmente não podem sobreviver de forma isolada dentro de uma floresta. Da mesma forma, empresas industriais não podem dar-se ao luxo de ter seus stakeholders trabalhando em silos. O pensamento colaborativo gera benefícios em todos os ecossistemas, o que inclui a indústria de ciências biológicas.

Quando detentores de licenças, fabricantes contratados, fornecedores de equipamentos e agências reguladoras fazem parcerias com as empresas, eles podem impulsionar o valor coletivo e dar suporte à sustentabilidade industrial. Dentro de um ecossistema conectado apoiado por gerenciamento de dados robusto, formatos padronizados e comunicação regulatória proativa, essas organizações podem quebrar barreiras, aumentar a eficiência e promover a conformidade em toda a cadeia de valor.


A digitalização da descoberta de medicamentos acelera sua colocação no mercado

Adotar uma abordagem centrada em dados para as operações permitiu que a Pfizer e sua parceira, a BioNTech, desenvolvessem, em tempo recorde, a primeira vacina de RNAm do mundo para a Covid-19. Com tanto em jogo durante a pandemia, a líder farmacêutica global precisava acelerar o complexo processo de descoberta, desenvolvimento e fabricação de um novo medicamento — ao mesmo tempo que diminuía o tempo de sua comercialização. A Pfizer usou tecnologias avançadas, incluindo um sistema de gerenciamento de dados na nuvem, para coletar, gerenciar, padronizar e contextualizar informações de processo sobre toda a sua rede mundial de produção em uma única e abrangente fonte de verdade.

A digitalização do processo de descoberta de medicamentos forneceu às partes interessadas da Pfizer informações de diferentes áreas da cadeia de valor da vacina a qualquer hora e em qualquer lugar. O novo software não apenas tornou mais fácil a colaboração remota, mas a transferência de conhecimento e tecnologia entre os locais foi simplificada. Por exemplo, dados de armazenamento de fazendas de freezers permitiram verificações de qualidade na integridade da cadeia fria. Da mesma forma, a análise de aprendizado de máquina ajudou a prever concentrações de RNAm. E os tempos de ciclo de produção forem mais rápidos com o agendamento em tempo real.

Esse ecossistema digital compartilhado melhorou os resultados de saúde em escala. Em 2022, aproximadamente 79.000 colaboradores da Pfizer de todo o mundo se reuniram em 125 países, com 15 locais e 45 ativos conectados. Mais de 1,4 bilhão de pacientes foram tratados com produtos da farmacêutica, e a entrega de vacinas relacionadas à pandemia aumentou cinco vezes. A empresa agora está aplicando o novo processo bem-sucedido a 104 projetos de pesquisa e desenvolvimento.


Elimine silos e eleve a qualidade dos dados para apoiar a conformidade

A experiência da Pfizer nos mostra como as tecnologias Pharma 4.0, como a Internet Industrial das Coisas (IIoT), análises avançadas, inteligência artificial (IA) e computação em nuvem estão transformando toda a cadeia de suprimentos farmacêutica.

Ao permitir a cooperação entre stakeholders internos e externos, essas tecnologias sofisticadas estão ajudando a criar uma cadeia de valor mais forte e mais conectada. Como resultado dessa colaboração mais forte, os silos de informações são eliminados, o gerenciamento de dados se torna mais robusto e é mais fácil dar suporte à conformidade, mesmo em ambientes de regulamentações em evolução.

Executivos de ciências biológicas relatam que modelos de ecossistemas podem fornecer vantagens significativas sobre abordagens comerciais tradicionais. A maioria (59%) de todos os executivos C-level do setor entrevistados na Pesquisa de Ecossistemas de 2023 da EY afirma que esses modelos aumentam a eficiência e reduzem custos.

Da mesma forma, mais da metade (54%) afirmou que elas levam à criação de novos produtos conjuntos, enquanto um número semelhante (55%) relatou que a abordagem conjunta promove melhorias na criatividade e na inovação.


Supervisão do ecossistema sob demanda leva a decisões melhores

Um ecossistema conectado suporta visibilidade holística de ponta a ponta em toda a cadeia de valor industrial. Ele reúne dados de diferentes entidades e os coloca em contexto, criando uma fonte digital de verdade semelhante ao sistema nervoso central do corpo humano. Como as equipes em cada organização conectada têm supervisão de todos os processos industriais sob demanda, elas podem tomar decisões melhores e mais rápidas apoiadas por dados empíricos e insights.

A experiência de um fabricante global de medicamentos biológicos mostra como essa conectividade entre empresas ajuda a levar assistência médica a mais pessoas em diferentes localidades. A criação de novos medicamentos envolve uma variedade incrível e intrincada de equipamentos, geralmente em diferentes instalações ao redor do mundo. Cada unidade deve, necessariamente, trabalhar em silos e trocar informações sobre o desenvolvimento de medicamentos, o que é trabalhoso e demorado.

Para acelerar a pesquisa, o desenvolvimento e a implementação, a empresa reuniu, em seu laboratório, todas essas informações díspares em um modelo virtual baseado em nuvem. Essa solução, conhecida como gêmeo digital, se torna um único ponto de verdade. Dados históricos e em tempo real de toda a rede podem ser contextualizados e analisados em um só lugar, permitindo que a empresa e seus parceiros modelem diferentes combinações e processos de medicamentos por uma fração do custo.

A solução não apenas reduziu os custos de execução de experimentos em escala, mas as melhorias de eficiência alcançadas foram de até 70%. De fato, executivos farmacêuticos veem o processo inovador como a base para um futuro de processamento contínuo de ponta a ponta, na qual o custo de produção pode diminuir multiplicado por um fator de 10 na próxima década.


Dados para benefícios transformadores

Muito parecido com um ecossistema natural, no qual cada elemento trabalha em conjunto harmoniosamente, o fluxo de dados dentro de um ecossistema conectado democratiza uma tomada de decisões superior, aprimorando a colaboração e a eficiência operacional. Um ecossistema industrial integrado oferece resultados transformadores semelhantes para as ciências da vida.

Com a transparência e acessibilidade de um fluxo único de dados, todos — de detentores de licenças a agências reguladoras — se reúnem na mesma página, alinhados em torno de objetivos comuns. Há menos erros porque todos trabalham a partir da mesma fonte de informações precisas. Desta forma, os processos são simplificados, e a necessidade de retrabalho diminui.

Com colaboração e tomada de decisão mais suaves, a produtividade aumenta e as equipes podem aderir aos cronogramas do projeto. Resultados consistentes e confiáveis melhoram a satisfação do cliente, e a lucratividade aumenta à medida que os processos se tornam mais eficientes e menos recursos são usados.

Assim como na natureza, a integração perfeita leva a uma resolução mais rápida de problemas nos negócios, permitindo que parceiros de todo o setor enfrentem desafios futuros com destreza e confiança.

 

Thomas McCarthy - Diretor para Indústria de Base Biológica da AVEVA


PIX: Novas Regras e Funcionalidades Prometem Mais Segurança e Conveniência

 

O PIX, sistema de pagamentos instantâneos que mudou a forma de transacionar no Brasil, chega a novembro de 2024 com atualizações importantes. O Banco Central apresentou uma série de mudanças que prometem elevar a segurança e a praticidade do sistema, consolidando o PIX como a escolha preferida dos brasileiros. O contador e especialista em finanças, autor do livro “A Verdade sobre o Dinheiro: Lições de Finanças para o seu Dia a Dia”, André Charone, explica o impacto dessas novidades no dia a dia dos usuários e no ambiente de negócios.


 

Regras Mais Rígidas para Proteção dos Usuários

 

Uma das principais alterações está relacionada ao uso do PIX em dispositivos não cadastrados. Para aumentar a segurança, o Banco Central implementou limites para transferências realizadas por aparelhos não verificados com a instituição financeira, fixando um teto de R$ 200 por operação e R$ 1.000 por dia. Segundo André Charone, essa medida é essencial para preservar a integridade das transações em um cenário de crescente ameaça de fraudes:

 

“O PIX é uma ferramenta prática e essencial, mas sua segurança é prioridade. Com essas restrições para dispositivos não cadastrados, o Banco Central garante que apenas usuários verificados tenham acesso ilimitado ao serviço, protegendo o consumidor em casos de roubo ou uso indevido de seus dados financeiros”, afirma Charone.


 

Pagamentos por Aproximação: A Simplicidade do PIX em um Toque

 

Outra novidade é o PIX por Aproximação, que permite realizar pagamentos apenas aproximando o celular das maquininhas compatíveis, sem necessidade de abrir o aplicativo bancário. A funcionalidade, oferecida inicialmente por bancos como Itaú, C6 e PicPay, torna o PIX ainda mais rápido e intuitivo, atendendo principalmente aqueles que buscam agilidade nas transações cotidianas.

 

Para Charone, essa inovação é um passo estratégico:

 

“O PIX por Aproximação aproxima o Brasil de um sistema de pagamentos moderno, como o já popular 'contactless' em outros países. Isso é especialmente vantajoso para o pequeno e médio varejo, onde a rapidez na transação faz a diferença e otimiza a experiência do cliente”, comenta.


 

PIX Agendado Recorrente: Organização Financeira na Ponta dos Dedos

 

O PIX Agendado Recorrente é outra funcionalidade lançada em novembro que promete mudar a rotina de quem busca mais organização financeira. Agora, o usuário pode programar pagamentos automáticos para despesas fixas, como contas de serviços, mensalidades e assinaturas, diretamente pelo PIX, dispensando o uso de boletos.

 

Charone destaca o impacto positivo dessa novidade na gestão financeira dos brasileiros:

“Para o consumidor, o PIX Recorrente é um alívio. Ele automatiza pagamentos importantes, evitando esquecimentos que podem gerar juros e multas. Essa praticidade contribui para um planejamento financeiro mais efetivo e é um reflexo de como o Banco Central está escutando as necessidades dos usuários”, explica.


 

O Reflexo das Mudanças para Empresas e Empreendedores

 

Além dos benefícios para o usuário comum, essas novas funcionalidades representam um ganho para o setor empresarial. Pequenos e médios negócios podem se beneficiar da segurança reforçada e das facilidades trazidas pelo PIX por Aproximação e Recorrente, aumentando o controle sobre o fluxo de caixa e simplificando as operações financeiras. Segundo Charone, o PIX tem se tornado cada vez mais uma ferramenta competitiva no ambiente de negócios:

 

“A evolução do PIX atende às demandas dos empresários. O sistema oferece transações rápidas e a custos reduzidos, o que é especialmente importante para pequenos negócios. Com o PIX Recorrente, eles podem garantir uma previsibilidade no recebimento de pagamentos, enquanto o PIX por Aproximação melhora a experiência do cliente, que ganha em agilidade e praticidade”, destaca o especialista.


 

O Futuro do PIX: Um Sistema Completo e Seguro

 

As novas regras e funcionalidades de novembro de 2024 marcam o início de uma nova fase para o PIX. O Banco Central indica que está comprometido em transformar o sistema em uma plataforma robusta e multifuncional. André Charone acredita que o PIX está caminhando para se tornar uma ferramenta que, em muitos casos, substituirá as formas tradicionais de pagamento, oferecendo ainda mais recursos e segurança:

 

“O PIX tem se tornado mais do que um meio de transferência; ele está se configurando como uma plataforma completa de transações, tanto para o consumidor quanto para o empreendedor. Com as novas atualizações, estamos caminhando para um futuro em que o PIX será central nas finanças dos brasileiros, com a segurança necessária para suportar essa dependência”, conclui.

 

Com as mudanças de novembro, o PIX se consolida como o principal sistema de pagamentos no Brasil, atendendo tanto às necessidades de segurança quanto de praticidade. As novas funcionalidades não apenas facilitam o dia a dia do consumidor, mas também ampliam o horizonte para empresas que buscam uma forma eficiente e moderna de lidar com transações financeiras. O Banco Central demonstra, mais uma vez, que está empenhado em transformar o PIX em um sistema completo, capaz de atender às demandas de um público cada vez mais conectado e exigente. 

 



André Charone - contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA). É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e dezenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional. André lançou recentemente o livro ‘A Verdade Sobre o Dinheiro: Lições de Finanças para o Seu Dia a Dia’, um guia prático e acessível para quem deseja alcançar a estabilidade financeira sem fórmulas mágicas ou promessas de enriquecimento fácil. O livro está disponível em versão física pela Amazon e versão digital pelo Google Play.
Versão Física (Amazon): https://www.amazon.com.br/dp/6501162408/ref=sr_1_2?m=A2S15SF5QO6JFU
Versão Digital (Google Play): https://play.google.com/store/books/details?id=2y4mEQAAQBAJ
Instagram: @andrecharone


Da matemática à criatividade: veja habilidades que a programação ensina às crianças

Reprodução
Ctrl+Play
Além de preparar para o mundo profissional, o estudo do universo digital viabiliza a aquisição e desenvolvimento de habilidades cognitivas fundamentais 

 

Crianças e adolescentes que estudam tecnologia não apenas aprendem sobre o mundo digital, como também desenvolvem habilidades cognitivas importantes para o seu futuro como profissionais e adultos. Cursos de programação e robótica são um exemplo desse cenário, dado que viabilizam o aprendizado de uma forma avançada e flexível, trabalhando competências de raciocínio lógico, trabalho em equipe e criatividade.

 

“Os cursos de programação não ensinam só a escrever códigos, mas também oferecem uma gama diversificada de habilidades valiosas aplicáveis ​​em diversas áreas da vida. Ao investir na programação para jovens, estamos, na verdade, nos preparando para um futuro digitalizado, que já tem percepções tão diferentes daquelas que aprendemos no passado”, comenta Henrique Nóbrega, CEO e fundador da Ctrl+Play, rede de franquias de tecnologia e inovação.

 

O especialista traz, a seguir, cinco benefícios que a programação pode proporcionar aos pequenos. Confira:

 

Habilidades matemáticas 


A programação é uma disciplina que incorpora princípios matemáticos, incluindo operações aritméticas, álgebra e geometria. Ao aprender a programar, as crianças têm a oportunidade de aplicar esses conceitos de maneira prática, o que pode contribuir para desmistificar a disciplina e aprimorar suas habilidades nela. Além disso, a prática da programação desenvolve a capacidade de analisar problemas de forma crítica e encontrar soluções, promovendo o pensamento lógico e a resolução de desafios complexos.

 

Pensamento lógico 


Ao aprender programação, as crianças são introduzidas aos conceitos fundamentais de lógica e algoritmos. Isso implica compreender como organizar instruções de forma sequencial e lógica para atingir um objetivo específico. Além disso, eles aprendem a transformar problemas complexos em tarefas mais simples e manejáveis, o que facilita a abordagem e a resolução eficaz de desafios.

 

Comunicação


Trabalhar em projetos de programação envolve frequentemente a colaboração e a comunicação com outras pessoas, o que proporciona uma oportunidade para crianças e adolescentes aprenderem habilidades sociais essenciais. Eles podem desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe, dividindo tarefas e comunicando suas ideias com clareza e precisão.

 

Persistência e cuidado


O processo de programação muitas vezes exige que se possa identificar e corrigir erros, conhecidos como bugs. Para fazer isso, é essencial ter paciência, persistência e um olhar analítico. Esta tarefa ensina às crianças a não desistirem diante dos desafios, entenderem a importância da atenção e do cuidado, além de ajudar a cultivar uma atitude positiva ao encarar obstáculos. Ao enfrentá-los e superá-los, os pequenos desenvolvem habilidades avançadas de resolução de problemas e aprendem a lidar com situações complexas com confiança.

 

Criatividade 


O aprendizado de linguagens e códigos também é propício para o estímulo da criatividade em crianças e adolescentes, uma vez que estes têm a oportunidade de conceber e desenvolver projetos exclusivos e adaptados às suas preferências. Durante o processo de criação de software, elas são encorajadas a superar obstáculos, o que promove o pensamento inovador e a disposição para explorar abordagens diversas na busca pelos resultados almejados.

 


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O segredo das equipes de alta performance: 5 práticas para transformar o seu tim

Imagem de Rosy / Bad Homburg / Germany por Pixabay)

Especialista em carreiras traz estratégias para alcançar resultados consistentes e fortalecer a colaboração no ambiente de trabalho

 

O que faz algumas equipes se destacarem de forma duradoura? 

Times de alta performance adotam práticas que vão além das tarefas diárias, focando em elementos que realmente impulsionam a qualidade e a colaboração. Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria, startup sediada no Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, e especialista em carreiras, compartilha cinco lições que podem transformar a dinâmica de qualquer time.

 

1. Confiança é a base de tudo

Em equipes de alta performance, a confiança é o alicerce. "Um ambiente onde as pessoas se sintam seguras para errar e experimentar gera mais inovação e criatividade", afirma Santos. Ele reconhece que, no Brasil, ainda há uma cultura de penalizar o erro, mas acredita que a confiança é o que permite o trabalho fluir com mais eficiência e menos retrabalho.

 

2. Propósito claro engaja a equipe

Ter um objetivo definido faz toda a diferença no desempenho do time. "Quando cada um entende o propósito por trás do que está fazendo, o trabalho diário se torna mais significativo", ressalta o gestor. Para ele, essa clareza de objetivos ajuda a manter a motivação, especialmente nos momentos de maior pressão.

 

3. Conversas abertas resultam em decisões melhores

Diálogos francos e transparentes são características das equipes mais eficazes. "Discutir ideias abertamente, mesmo quando há discordâncias, leva a decisões mais sólidas". Santos aponta que muitas empresas ainda evitam essas conversas por medo de conflitos, mas acredita que confrontar ideias de forma construtiva fortalece os resultados.

 

4. Colaboração é chave para o sucesso coletivo

Em um time de alta performance, ninguém trabalha sozinho. "O sucesso de um é o sucesso de todos, e essa mentalidade colaborativa faz a diferença, inclusive com responsabilidades compartilhadas", comenta o especialista. Ele observa que a cooperação, embora ainda enfrente resistência em alguns ambientes, é essencial para resultados consistentes e para a criação de uma cultura de apoio mútuo.

 

5. Aprendizado contínuo é o diferencial

Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da 
FM2S Educação e Consultoria 
(Foto: Isaque Martins)
Para Santos, equipes de alto desempenho nunca param de aprender. "Com o mercado mudando tão rapidamente, a disposição para continuar aprendendo é o que mantém um time relevante e preparado para novos desafios", reforça. E, com a variedade de cursos online disponíveis hoje, ele enfatiza que o aprendizado contínuo está mais acessível, inclusive com opções gratuitas. 

Essas cinco práticas, quando colocadas em prática, ajudam a construir equipes resilientes e capazes de entregar resultados acima da média, mesmo em cenários desafiadores. "Times que investem em confiança, propósito, diálogo, colaboração e aprendizado têm muito mais chances de alcançar o sucesso", conclui o gestor.


Virgilio Marques dos Santos - um dos fundadores da FM2S, especialista em carreiras, doutor, mestre e graduado em Engenharia Mecânica pela Unicamp e Master Black Belt pela mesma Universidade. TEDx Speaker, foi professor dos cursos de Black Belt, Green Belt e especialização em Gestão e Estratégia de Empresas da Unicamp, assim como de outras universidades e cursos de pós-graduação. Atuou como gerente de processos e melhoria em empresa de bebidas e foi um dos idealizadores do Desafio Unicamp de Inovação Tecnológica


De olho no Natal: especialista dá dicas de negócios para empresários do setor de moda e vestuário

Black Friday corre agora, mas revendedores, lojistas, donos de boutique e compradores de moda em atacado já estão na ativa alimentando seus estoques para suprir a demanda do varejo para o Natal. Do outro lado, quem oferece todos os insumos para isso acontecer é o setor atacadista. Empresários do setor da indústria do vestuário seguem com suas campanhas para conquistar clientes e se diferenciar perante a concorrência.

De acordo com Cinthia Kim, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (ABIV), entidade que atua na defesa dos interesses de confecções associadas do comércio atacadista, um dos entraves mais comuns de empresários do setor é a limitação da estratégia na precificação e divulgação de promoções.

Para a representante da entidade, que capacita atacadistas ao longo do ano em polos de moda, sobretudo do Bom Retiro, São Paulo, mudanças em toda a jornada de venda – desde a estrutura tecnológica, financeira, comercial, de atendimento, até chegar à ponta das ações promocionais, serão cruciais para o retorno em vendas de forma segura e sustentável. O uso de inteligência artificial e estratégias de marketing criativas, segundo ela, também são cruciais para se destacar no setor. A seguir, algumas dicas: 

  1. Foque no objeto de venda e no alcance: defina metas claras do que quer vender. Ao invés de só querer “vender mais”, pergunte-se: quanto quer vender? Qual produto ou serviço quer destacar? Além disso, quantos novos clientes quer atrair? Metas bem definidas ajudam a montar um plano estratégico, medir os resultados e fazer ajustes ao longo do caminho. 
  1. Personalize seu marketing: crie campanhas direcionadas. Se um cliente comprou um produto X, ofereça um desconto em um acessório complementar. Ou, se um cliente costuma comprar com frequência, envie uma oferta VIP, valorizando essa relação. 
  1. Aja de forma diferente nas redes: crie conteúdos dinâmicos nas redes sociais, como vídeos criativos dos colaboradores divulgando ofertas. Durante todo o mês de promoção, altere a identidade visual das páginas, lançando mão de cores que remetam às efemérides, tais como Black Friday, Natal, Dia da Mães, novas coleções, entre outros eventos, para atrair e engajar o público. 
  1. Anuncie novidades: em especial aos atacadistas, marcos do setor (datas comemorativas, lançamento de coleções, entre outros) podem ser o momento perfeito para lançar algo novo no mercado. Afinal, os varejistas estão de olho em formas de maximizar seus resultados e sua força de venda. 
  1. Seja estrategista nas promoções: no lugar de dar desconto em tudo, analise os produtos que precisam de giro de estoque e defina descontos atrativos. Aos pequenos empreendedores, foquem nos produtos com maior margem de lucro ou de maior demanda. 
  1. Crie cupons de desconto: anuncie cupons de desconto na divulgação de sua campanha, ou mesmo dentro de uma estratégia de gamificação, como oferecer um cupom de desconto para clientes recorrentes ou que gastarem um valor X em compras em sua loja. 
  1. Facilite o pagamento: é essencial oferecer e divulgar várias opções de pagamento. Aos empreendedores que vendem online, a recomendação é conferir com seu sistema de pagamento as taxas e, se possível, oferecer descontos para pagamentos à vista no PIX. 
  1. Implemente programas de fidelidade: ótima estratégia para manter a cadeia de clientes engajada e incentivá-los a continuar consumindo produtos da sua marca. 
  1. Invista em tecnologia: de olho na automatização de processos. Sistemas de gerenciamento de estoque e coletores de dados agilizam a separação, a expedição e a conferência dos pedidos, eliminando a necessidade de processos manuais. 
  1. Atenção redobrada aos canais de atendimento: é natural que, durante o período que antecede datas de maior demanda do varejo, assim como nas semanas seguintes, exista uma maior movimentação nos canais de atendimento. Isso acontece muito devido ao pós-venda, com demandas relacionada a trocas e devoluções. Por isso, é indispensável repassar para os times de atendimento dados completos sobre condições para a devolução e a substituição dos produtos. 


ABIV: Associação Brasileira da Indústria do Vestuário
Mais informações em ABIV


De olho em 2025 e em novos negócios: fundadores de startup dão dicas para empreendedores em estágio inicial

 Segundo um levantamento feito pelo Sebrae, somente em 2024, foram criadas no Brasil cerca de 3,3 milhões de novas empresas. Desse universo, aproximadamente 3,2 milhões eram MEI, micro e pequenas empresas (96% do total de abertura de empresas). Em relação às startups, estima-se que o Brasil acumule mais de 12 mil empresas nesse perfil e a expectativa é que esse número continue crescendo nos próximos anos. 

Pensando em estratégias para apoiar aqueles que estão iniciando sua jornada empreendedora e de olho em 2025, os sócios da Mandu, a primeira friendtech brasileira, compartilharam seus aprendizados e dicas para empresas e startups em estágio inicial.

Fundada em 2024 por Rogério Cunha, Thiago Vigliar e Carlos Manga, a Mandu utiliza tecnologia baseada em inteligência artificial generativa e visa proporcionar companhia e apoio emocional, atuando como um amigo que está disponível para melhorar o bem-estar diário de seus usuários. Confira abaixo:

 

1-) Perseverança ajuda a tirar a idea do papel 

Rogério Cunha, um dos sócios da Mandu, destaca a importância de perseverança, paciência e envolvimento ativo no negócio. Ele também vê o medo como um recurso valioso: “Acredito que o medo pode ser um grande aliado, pois quanto maior o medo, maior é a sua causa, e mais força você terá para fazer com que ela seja bem-sucedida. Use seu medo como combustível para sua dedicação e resiliência”, aconselha Cunha.
 

2-) Objetivo claro e Resiliência 

Já para Carlos Manga, executivo que acumula uma vasta experiência no gerenciamento de equipes, sócio e co-fundador da Mandu, três conselhos são essenciais para empreendedores que estão começando ou que buscam iniciar um negócio: “Primeiro, é fundamental ter um objetivo claro no qual você realmente acredite. Isso é a chave para manter uma boa relação com o seu dia a dia. Segundo, é preciso resiliência e garra, pois você será testado muitas vezes e pode sentir vontade de desistir. Por fim, embora a jornada de empreender nunca seja fácil, ela pode ser transformada em algo muito prazeroso”.
 

3-) Apaixone-se pelo problema 

Thiago Vigliar, outro sócio, enfatiza dois métodos cruciais para o início do processo: “Seja genuinamente curioso e apaixone-se pelo problema, não pela solução. Isso permite que você teste e valide se sua solução realmente resolve um problema do mercado ou das pessoas. Caso contrário, esteja pronto para pivotar e explorar outras abordagens”. 

Os cofundadores da Mandu também identificam os principais desafios dessa fase inicial, e enfatizam a falta de recursos e referências acessíveis, a dificuldade de criar um produto que atenda às necessidades do mercado no momento certo e operar em um mercado ainda novo. Superar esses desafios é crucial para o sucesso e o crescimento de novos negócios. 

Para enfrentar essas dificuldades, os empreendedores sugerem algumas estratégias práticas, como adotar uma postura 100% "hands-on". Rogério Cunha explica: “A jornada inicial de um novo negócio exige muita colaboração. Ideias são bem-vindas, mas o essencial é ajudar na execução. Quanto mais você se envolve na prática, maior e mais rápida é a sua percepção do que pode ou não funcionar”. Além disso, Carlos Manga ressalta a importância da simplicidade: “Comece com um produto simples, de fácil manutenção, com objetivos claros e, principalmente, que seja fácil de usar e integre-se naturalmente ao dia a dia das pessoas”. 

O sócio Thiago Vigliar destaca a importância de escolher os canais de comunicação certos e parceiros estratégicos: “Optamos pelo WhatsApp, pois é um canal que nosso público conhece bem e usa frequentemente, o que facilita o início e a manutenção de conversas. Além disso, escolher parceiros estratégicos foi uma decisão que tem funcionado muito bem e que pretendemos manter por muitos anos”. 

Por mais que ainda estejam no início de uma longa jornada dentro do mundo do empreendedorismo, os fundadores da Mandu destacam conselhos que gostariam de ter recebido quando estavam dando os primeiros passos: “Todos os conselhos são bem-vindos e válidos! Não existe um ou mais conselhos específicos, até porque o mesmo conselho não se enquadra para diferentes pessoas, situações e empresas. Acredito que quando estamos cercados de pessoas que genuinamente possuem interesse em contribuir com sua jornada empreendedora, todos os conselhos são válidos e, com certeza, em algum momento da sua trajetória, eles serão utilizados ou pelo menos recordados.”, explica Cunha. 

Relembrando o começo da friendtech, Carlos Manga aconselha: “O início de uma operação/concepção de um novo produto, inclui alguns desafios enormes como: quais ferramentas utilizar, como precificar isso, onde teremos o retorno necessário para manter a operação, como divulgar, onde gastar mais energia e etc. Creio que esses são os pontos mais complexos de qualquer início, mas que são fundamentais para o aprendizado e fazem parte do processo de empreender”. 

Por fim, Thiago reflete sobre estratégias de aprendizado: “Empreender é um aprendizado contínuo e com infinitos desafios. Entendo que mesmo grandes nomes do mercado ainda dedicam boa parte do tempo aprendendo, seja mentorando alguma nova empresa ou alguém e até mesmo realizando algum determinado curso/especialização. Sendo assim o conselho que fica é: Seja um eterno aprendiz. Ter pessoas ao seu lado que queiram genuinamente te ajudar sempre será um grande presente. Busque por essas pessoas, peça conselhos de outros empreendedores, converse com empresas, com clientes, com colaboradores e esteja sempre aberto ao novo e a opiniões contrárias às suas. Quanto mais aberto você estiver, mais facilmente irá lidar com todos os desafios que irá enfrentar ao longo da sua jornada”.


STJ uniformiza que medidas protetivas da Lei Maria da Penha não devem ter prazo

A decisão foi por maioria de 5 a 2, em plenária na quarta (13)

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, nesta quarta-feira (13), por maioria de 5 a 2, que as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha devem perdurar enquanto houver risco para a vítima, sem a necessidade de um prazo pré-determinado. A decisão foi tomada em um julgamento que poderia impactar diretamente a proteção oferecida às mulheres em situação de violência doméstica no Brasil. 

O julgamento, que partiu de uma demanda do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), abordou a possibilidade de fixar um prazo para as medidas protetivas de urgência, atualmente válidas, enquanto houver risco à integridade da vítima. A sessão foi acompanhada com grande atenção pelas mulheres do sistema de justiça e organizações da sociedade civil, considerando que a decisão poderia alterar o disposto na Lei Maria da Penha, que define que essas medidas devem durar enquanto houver risco à vítima. 

A questão surgiu após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) aceitar parcialmente o recurso de um agressor contra as medidas protetivas, estabelecendo um prazo de 90 dias, ao final do qual a situação seria reavaliada. O Ministério Público recorreu ao STJ, argumentando que a fixação de um prazo específico enfraquece a proteção às vítimas, expostas a riscos que podem não se resolver em um período tão curto. 

O voto vencedor, do ministro Rogério Schietti Cruz aponta que as medidas protetivas devem vigorar enquanto houver risco, sem prazo pré-definido ou novo pedido da vítima, e que sua revisão deve ser justificada e precedida de contraditório. O voto foi apoiado pelos magistrados Daniela Teixeira, e Sebastião Reis Júnior, que sugeriu ainda que a vítima seja notificada sobre alterações na medida. Em oposição, os ministros Messod Azulay Neto e Joel Ilan Paciornik defenderam os prazos, mas Schietti esclareceu que a continuidade das medidas é baseada no risco, não na culpa do acusado. 

Marina Ganzarolli, representante do Me Too Brasil, entidade que acompanhou o caso e chegou a pedir a entrada como Amicus Curie no processo, celebra a decisão como uma “vitória contra o retrocesso”, destacando a garantia da compreensão da medida protetiva em sua natureza jurídica, conforme foi idealizada na Lei Maria da Penha, alinhada ao marco de proteção integral às mulheres contra a violência doméstica. 

“Essa decisão reafirma a intenção da lei de proteger integralmente, e não de forma limitada ao âmbito criminal, o que poderia implicar na imposição de prazos que desconsideram a continuidade do perigo. A medida protetiva deve existir enquanto houver ameaça à vida da mulher. Fixar um prazo limitaria o direito das mulheres a essa proteção e desvirtuaria o propósito original pensado pelos legisladores na Lei Maria da Penha”, disse. 

Em seu voto, a ministra Daniela Teixeira destacou a importância da atuação e articulação da sociedade em defesa da Lei Maria da Penha. Além do Me Too, mulheres do sistema de justiça e organizações de defesa de gênero, a exemplo da Associação Popular Maria Felipa, o Fórum Nacional Permanente de Diálogos, que reúne órgãos governamentais e ONGs ligadas à proteção da mulher, e o Instituto da Mulher Negra – GELEDES participaram de articulação em defesa das medidas protetivas.
 

Violência contra a mulher 

Em 2023, o país registrou 3.930 assassinatos de mulheres, dos quais 37,3% foram classificados como feminicídios, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Além disso, 8.372 tentativas de homicídio contra mulheres foram reportadas, incluindo 2.797 tentativas de feminicídio. A pesquisa do Instituto DataSenado, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência, revelou que 30% das brasileiras já sofreram violência doméstica ou familiar, especialmente entre as mulheres de menor renda.

A Lei Maria da Penha, que reconhece a complexidade da violência doméstica e familiar, prevê medidas híbridas, tanto cíveis quanto criminais, para proteger a integridade física, psicológica e patrimonial da mulher. A manutenção da decisão pelo STJ assegura que essas medidas, essenciais para interromper o ciclo de violência, continuem sem prazo fixo, conforme previsto na Lei.


R3 Viagens destaca os 10 erros mais comuns dos turistas em Paris e como evitá-los para uma experiência única na Cidade Luz


Paris

Planejar uma viagem para Paris é o sonho de muitos brasileiros, mas a Cidade Luz, com seu charme e complexidade, pode frustrar visitantes despreparados. Com o objetivo de garantir uma experiência mais autêntica e livre de imprevistos, a R3 Viagens, referência em viagens corporativas, lazer e eventos, preparou um guia dos dez erros mais comuns cometidos pelos turistas na capital francesa e orientações para uma viagem sem contratempos.

“Apostar em um planejamento detalhado é a chave para evitar os erros mais comuns que acabam prejudicando a experiência do viajante, principalmente em destinos turísticos tão icônicos como Paris”, afirma Wilson Silva, Chief Marketing and Travel Officer (CMTO) da R3 Viagens. “Na R3 Viagens, temos o compromisso de transformar cada viagem em uma experiência única, personalizada para que nossos clientes desfrutem dos melhores momentos com tranquilidade e segurança.”

Dez erros para evitar em Paris: Dicas e planejamento estratégico

Com base em anos de experiência no mercado de viagens, a equipe da R3 Viagens listou os principais erros que afetam turistas em Paris e sugestões práticas para contorná-los, criando assim uma experiência completa e imersiva para aqueles que buscam conhecer o verdadeiro espírito parisiense.

  1. Hospedagem próxima à Torre Eiffel Embora icônico, o entorno da Torre Eiffel pode ser caro e cheio de turistas. Para um contato mais autêntico com a cidade, a R3 Viagens recomenda opções de hospedagem em bairros como Marais ou Saint-Germain, conhecidos pela autenticidade e charme local.
  2. Comer em cafés 'instagramáveis' e perder a gastronomia tradicional Os cafés com decorações extravagantes são atraentes, mas podem ser caros e pouco autênticos. A R3 Viagens sugere uma experiência gastronômica mais fiel aos costumes parisienses, com visitas a bistrôs tradicionais e mercados locais, onde o sabor é valorizado acima da aparência.
  3. Subir na Torre Eiffel A visita à Torre Eiffel é um rito de passagem, mas longas filas e uma vista limitada podem tornar a experiência desgastante. Alternativas como a Torre Montparnasse oferecem vistas panorâmicas com menos espera. A R3 Viagens destaca que esses detalhes são fundamentais para uma viagem mais confortável e proveitosa.
  4. Não cumprimentar com um simples 'Bonjour' A cultura francesa valoriza a cordialidade e muitos turistas acabam mal interpretando o comportamento dos parisienses. Com a R3 Viagens, os viajantes recebem orientações culturais essenciais para uma convivência respeitosa e acolhedora.
  5. Visitar apenas pontos turísticos famosos Paris é mais do que o Louvre e a Catedral de Notre-Dame. Explorar bairros como Belleville e Montmartre permite um contato com a essência da cidade. A R3 Viagens cria roteiros personalizados para que os viajantes conheçam a cidade de forma mais íntima e verdadeira.
  6. Comprar souvenirs em áreas turísticas A compra de lembrancinhas perto de locais populares pode sair cara e oferecer produtos de baixa qualidade. A R3 Viagens direciona seus clientes a mercados e feiras onde é possível encontrar itens autênticos e com preços acessíveis.
  7. Esperar que todos falem inglês Embora o inglês seja amplamente compreendido, os parisienses valorizam quem tenta falar francês. Para facilitar, a R3 Viagens fornece guias práticos de comunicação, fortalecendo a interação entre turistas e moradores.
  8. Não comprar ingressos com antecedência A R3 Viagens alerta que a compra antecipada de ingressos para atrações como o Louvre e o Museu d’Orsay é essencial para evitar filas intermináveis. Planejar esses detalhes permite uma viagem mais agradável e sem contratempos.
  9. Desconsiderar o transporte público Paris possui um sistema de metrô eficiente, e usá-lo é uma forma de viver a cidade como os próprios moradores. Com orientações da R3 Viagens, os clientes recebem um guia prático do transporte público, garantindo uma locomoção fácil e econômica.
  10. Agenda de viagem lotada e sem tempo para explorar livremente Muitos viajantes criam roteiros cheios e deixam pouco espaço para passeios espontâneos. A R3 Viagens elabora roteiros equilibrados, permitindo aos clientes momentos de descoberta e imersão nos encantos parisienses.


R3 Viagens
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