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segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Dia da gentileza: Estresse e violência no trânsito podem ser evitados com gestos simples

Detran-SP preparou um “Manual de Etiqueta no Trânsito” para lembrar que a gentileza precisa pautar as atitudes nas ruas e nas rodovias 


Já que gentileza gera gentileza, como diz a célebre frase do profeta José Datrino, não é exagero lembrar a todos que neste dia da Gentileza, 13 de novembro, ser mais gentil no trânsito é a melhor saída para fugir do estresse do dia a dia. Motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres precisam fazer a sua parte para tornar o ambiente mais fluido e gentil.

 

Para a professora da Escola Pública de Trânsito de São Paulo (EPT-SP), pedagoga e jornalista Rosana Soares Néspoli, a gentileza precisa ser um processo diário em todos os aspectos da vida em sociedade, incluindo na interação durante o deslocamento. “A cautela pode ser transformada em cortesia. Vale lembrar que gentileza também é obedecer às regras, fazer a sua parte e usar o racional o tempo todo”, ressalta a professora.

 

Além das gentilezas individuais, Rosana destaca também as iniciativas em grupo, como a carona solidária entre pessoas que moram próximas e trabalham no mesmo lugar ou o revezamento de pais para levar e buscar as crianças na escola. “Quando há uma parceria entre as pessoas para os deslocamentos do dia a dia, o meio ambiente e a mobilidade também sentem o reflexo positivo”, afirma Rosana. 

 

Ou seja, passar na frente, andar mais rápido, perder a paciência com alguém que procura um caminho, atravessar fora da faixa, andar nas calçadas ou contramão não fará ninguém chegar antes do horário previsto. Ao contrário: pode atrasar a vida de todo mundo ao provocar um acidente. Por isso, nesse Dia da Gentileza, o Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), preparou um Manual de Etiqueta contemplando cada tipo de modal (veja abaixo). 

 

Veja algumas dicas que o Detran-SP traz para cada um dos modais 

 

Pedestre:

●  Atravesse sempre na faixa e quando o semáforo estiver aberto para o pedestre;

●     Olhe para os dois lados antes de atravessar a rua;

●     Não use celular ou fone de ouvido enquanto atravessa a via;

●     Só desembarque de veículos pelo lado da calçada;

●     Antes de passar na frente de veículos, certifique-se de que você foi visto pelo motorista;

●     Não atravesse por trás de carros, ônibus e árvores, pois são pontos cegos para os motoristas;

●     Caminhe sempre pela calçada.

 

Motorista:

●     Não pare em cima da faixa de pedestres;

●   Quando não houver faixa luminosa de travessia, dê preferência ao pedestre, pois o Código Brasileiro de Trânsito assegura que essa é lei a ser cumprida;

●     Reduza a velocidade ao visualizar uma pessoa atravessando a via;

●     Evite buzinar ou utilizar o farol sem necessidade;

●     Não jogue lixo pela janela do veículo;

●     Não utilize o telefone celular enquanto dirige ou quando estiver parado no semáforo;

●    Saiba que é regra de trânsito aguardar a travessia dos pedestres mesmo quando o semáforo abrir;

●    Não ofenda os demais condutores;

● Ofereça carona: um carro a menos nas ruas impacta positivamente no meio ambiente e no tráfego do dia a dia;

●  Não feche cruzamentos;

●  Dê passagem para quem está sinalizando mudança de faixa.

 

Motociclista:

●     Use os equipamentos de segurança e faça com que o garupa use também;

●    Trafegar no corredor não é proibido pela legislação, mas pode assustar os demais condutores. Por isso, o piloto precisa guardar distância segura lateral e frontal de 1,5m em relação aos demais veículos, além de considerar a velocidade e a situação do local, da circulação, do veículo e as condições climáticas;

●     Não ultrapasse pela direita. Ela deve ser feita em locais permitidos pela sinalização e pela esquerda, exceto quando o veículo a ser ultrapassado estiver na faixa apropriada e sinalizando o propósito de entrar à esquerda;

●     Buzina só na hora certa, e deve estar restrita apenas a situações necessárias para advertir pedestres e condutores de outros veículos, dando um simples toque;

●     Seja prudente com relação à velocidade e respeite sempre as sinalizações da via;

●     Tenha paciência com os demais condutores;

●     Jamais esqueça da seta para mudar de faixa e fazer conversões.

 

Ciclista:

●  A bicicleta também é um veículo e é necessário respeitar as regras de circulação;

●     Comunique-se: sinalize qualquer alteração de percurso com um dos braços;

●  Para a sua segurança, atente-se aos itens obrigatórios: campainha, capacete, faixas refletivas e retrovisor;

●  Respeite os pedestres. Desça da bicicleta ao atravessar em faixas de pedestres ou circular pela calçada;

●    Mantenha a distância de 1,5 metro dos carros, tanto nas laterais, quanto na dianteira e na traseira;

●     Respeite sempre o semáforo;

● Não pegue carona na “rabeira” de ônibus, caminhão ou qualquer outro veículo.

Todos os dias são oportunidades para fazer diferente e fazer melhor. A vida vale mais que a sua pressa. Respeite as leis de trânsito, os demais condutores, ciclistas e pedestres.


FecomercioSP: número de famílias sem condições de pagar dívidas em São Paulo atinge recorde histórico

 
Ao todo, 452,5 mil famílias paulistanas não têm condições de quitar contas em atraso
 

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), registrou, em outubro, um novo recorde histórico, com 452,5 mil famílias sem condições de pagar dívidas em atraso, o que representa 11,2% do total de lares da cidade de São Paulo [tabela 1].
 

[TABELA 1]
PERCENTUAIS DE FAMÍLIAS ENDIVIDADAS (PEIC)
Fonte: FecomercioSP

 


 
A situação é pior entre as famílias que recebem até dez salários mínimos, grupo no qual 14,8% afirmam não ter condições para quitar as contas atrasadas. Já no grupo com renda superior, esse índice é de 3,9%. Ao todo, 977,4 mil lares têm algum tipo de dívida em atraso. Mesmo assim, a inadimplência caiu de 24,6%, em setembro, para 24,1%, em outubro.
 
Na avaliação da FecomercioSP, embora os índices de inadimplência apontem uma melhora — considerando o aumento da renda e do emprego e os efeitos do programa Desenrola Brasil, do governo federal —, ainda não é possível afirmar que haja uma tendência de queda. Prova disso é que o porcentual de famílias que ganham mais de dez salários mínimos e estão com contas em atraso é o maior já registrado desde 2010, com 12,4%. No outro grupo, o índice é de 28,8%. Isto é, a dificuldade no acerto de contas não faz escolha por classe social.
 
Os resultados mostram que as famílias ainda sofrem com os reflexos da economia instável dos últimos anos, o que explica a postergação no pagamento das contas para priorizar gastos essenciais — ou, até mesmo, a incapacidade da quitação dessas dívidas.


 
RENDA COMPROMETIDA

Os dados da pesquisa também mostram que o número de endividados diminuiu, passando de 68,7%, em setembro, para 68,1%, em outubro, apontando um resultado menor que os 77% registrados no mesmo período do ano passado. São 2,76 milhões de famílias que têm algum tipo de dívida na capital paulista, uma redução de 339 mil em um ano. No entanto, a parcela de renda comprometida com dívidas registrou o maior nível desde 2010: 31,5%.
 
Dentre os principais tipos de dívidas, a fatura do cartão de crédito (82,8%) lidera o ranking. Apesar de ser um porcentual elevado, ainda está abaixo do registrado no ano passado (85,5%). Por outro lado, o carnê (15,2%) e o crédito pessoal (13,4%) registraram altas: enquanto o primeiro alcançou o maior nível desde fevereiro, o segundo atingiu o mais alto patamar desde junho de 2017.
 
O tempo médio do comprometimento da renda com o pagamento dessas dívidas é de oito meses, o maior já registrado em oito anos. Além disso, o tempo médio das dívidas em atraso também subiu — 68,6 dias, o mais elevado desde 2019. Para se ter uma ideia, em outubro de 2023, 57,9% dos atrasos estavam superiores a 90 dias, muito acima dos 45,4% vistos um ano antes [tabela 2].
 

[TABELA 2]
PRAZO DE COMPROMETIMENTO DA RENDA (PEIC)
Fonte: FecomercioSP

 


 
CONSUMO SOBE


Apesar das dívidas, o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 1,7% e atingiu 112,4 pontos, maior patamar desde maio de 2014. No contraponto anual, o avanço foi de 25,2%, quando o indicador chegou aos 89,8 pontos, o que mostra uma tendência de melhoria nos domicílios, com destaque para o nível de consumo atual, apontando crescimento mensal de 6% e atingindo 90,3 pontos. Para o médio prazo, também há intenção maior de gastos, como demonstra o item Perspectiva de Consumo, que subiu 1,8% e alcançou 116,3 pontos. Ainda que os juros estejam elevados, o crédito continua facilitado para o consumidor: o item Acesso ao Crédito subiu 2,5%, chegando aos 102,7 pontos. Com isso, as famílias consideram que o momento é mais propício para a compra de bens duráveis, como geladeira, fogão e televisão. Houve um aumento de 4,2% nessa variável, que também é influenciada pela maior segurança no emprego e na renda.
 
O item Emprego Atual registrou um leve aumento de 0,2%, atingindo 131,8 pontos, muito próximo da renda atual, de 132,7 pontos. Por fim, o item Perspectiva Profissional, que está nos 129,8 pontos, mostra uma estabilidade no contraponto mensal. Na análise por faixa de renda, o ICF apontou alta mensal de 1,4% entre os lares que recebem até dez salários mínimos (111,4 pontos), e 2,4% naquelas que ganham acima dessa quantia (115,4 pontos).
 
O Índice de Confiança do Consumidor chegou a uma estabilidade técnica, com variação mínima de 0,1% (132,8 pontos). Contudo, no contraponto anual, houve crescimento de 16,2% (maior nível desde fevereiro de 2019). De acordo com a FecomercioSP, a inflação mais baixa e o poder de compra maior são fatores que deixam o consumidor paulistano mais confiante.
 
No entanto, apesar das condições econômicas terem melhorado, não refletem na redução da inadimplência. Os efeitos da alta da inflação e dos juros, que ocorreram no período da pandemia, ainda não foram completamente superados no orçamento das famílias na capital paulista. Para mudar o cenário de inadimplência, será necessário mais tempo de estabilidade da inflação, além de redução dos juros e mais empregos. Portanto, na visão da Federação, não haverá mudanças significativas quanto a inadimplências até o fim do ano. A expectativa é que os números melhorem em 2024.


 
Notas metodológicas


PEIC


A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela FecomercioSP desde fevereiro de 2004. São entrevistados aproximadamente 2,2 mil consumidores na capital paulista. Em 2010, houve uma reestruturação do questionário para compor a pesquisa nacional da Confederação Nacional do Comércio (CNC), e, por isso, a atual série deve ser comparada a partir de 2010.O objetivo da PEIC é diagnosticar os níveis tanto de endividamento quanto de inadimplência do consumidor. O endividamento é quando a família possui alguma dívida. Inadimplência é quando a dívida está em atraso. A pesquisa permite o acompanhamento dos principais tipos de dívida, do nível de comprometimento do comprador com as despesas e da percepção deste em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos, além de ter o detalhamento das informações por faixa de renda de dois grupos: renda inferior e acima dos dez salários mínimos.


 
ICF


O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é apurado mensalmente
pela FecomercioSP desde janeiro de 2010, com dados de 2,2 mil consumidores no município de São Paulo. O ICF é composto por sete itens: Emprego Atual; Perspectiva Profissional; Renda Atual; Acesso ao Crédito; Nível de Consumo; Perspectiva de Consumo e Momento para Duráveis. O índice vai de zero a 200 pontos, no qual abaixo de cem pontos é considerado insatisfatório, e acima de cem pontos, satisfatório. O objetivo da pesquisa é ser um indicador antecedente de vendas do comércio, tornando possível, a partir do ponto de vista dos consumidores e não por uso de modelos econométricos, ser uma ferramenta poderosa para o varejo, para os fabricantes, para as consultorias, assim como para as instituições financeiras.


 
ICC


O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde 1994. Os dados são coletados com aproximadamente 2,1 mil consumidores no município de São Paulo. O objetivo é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura. Esses dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, se apresenta como: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e para formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.
 


FecomercioSP

 

SP concentra 34,8% do Valor da Transformação Industrial nacional

Dois setores ampliaram sua contribuição no indicador do ranking paulista

 

Dados do Seade Informa revelam que dois segmentos industriais do território paulista ampliaram sua contribuição no Valor de Transformação Industrial (VTI) nacional. De acordo com apontamentos do estudo referente ao território paulista, o setor de produtos químicos aumentou 4,3 pontos percentuais (passando de 43,1% para 47,4%); e o de impressão e reprodução de gravações avançou 0,3% (de 42,0% para 42,3%) na indústria nacional.

 

A estudo ainda aponta que entre 2007 e 2021, a fatia do Estado de São Paulo no VTI nacional passou de 40,8% para 34,8%. Entre os setores que experimentaram variações menores figuram equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos – de 41,7% para 41,2%; e veículos automotores, reboques e carrocerias, de 55,0% para 54,3%.

 

Aparecem entre os maiores recuos o setor de biocombustível, passando de 67,7% para 25,5%; máquinas, aparelhos e materiais elétricos (de 55,9% para 38%); celulose e produtos de papel (de 45,4% para 28,5%); vestuário e acessórios (38,7% para 22,9%); e produtos de metal (de 48,3% para 33,7%).

 

De acordo com o estudo do Seade, parte da explicação para a queda da participação do Estado de São Paulo no VTI nacional pode estar associada à produtividade. Enquanto a produtividade industrial dos demais estados cresceu 10,1%, a da indústria paulista aumentou 1,2%.


 

Painel da Indústria Paulista

 

O Seade disponibilizou recentemente, de forma gratuita, o Painel da Indústria Paulista. A plataforma consolida uma série histórica abrangendo quase duas décadas do Valor de Transformação Industrial que abrange 24 segmentos para os municípios do Estado. Trata-se de um completo panorama, permitindo consultas por regiões, cidades, setores, entre outros recursos. 

 

Além do ineditismo de informações detalhadas, que podem ser extraídas por municípios e regiões compreendendo um período extenso, há também como recurso a possibilidade de comparar o VTI paulista ante os demais estados, contrapondo indicadores referentes a categorias como pessoal ocupado, produtividade e salário médio.  

 

Para saber mais sobre o painel acesse https://industria.seade.gov.br/


 

VTI


O Valor da Transformação Industrial (VTI) corresponde à diferença entre o valor bruto da produção industrial (VBPI) e o custo com as operações industriais (COI). O VBPI é a soma das vendas de produtos e serviços industriais, variação dos estoques dos produtos acabados e em elaboração, e produção própria realizada para o ativo imobilizado. Já o COI está ligado diretamente aos custos da produção industrial, ou seja, é o resultado da soma do consumo de matérias-primas, materiais auxiliares e componentes, da compra de energia elétrica, do consumo de combustíveis e peças e acessórios; e dos serviços industriais e de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos ligados à produção prestados por terceiros.

 

Cinco tendências para o agronegócio em 2024

Além de pop e tudo, o agro também é tecnologia. Afinal, não é novidade que cada vez mais o segmento tem aplicado o uso de recursos tecnológicos a fim de consolidar o seu amplo desempenho e participação econômica. E, à medida que 2024 se aproxima, é importante que o setor esteja atento às novas tendências, em busca de aprimorar não só os aspectos operacionais, mas também os de gestão.

É importante enfatizar que a aplicação da tecnologia no agronegócio não contribui apenas para ganhos de produtividade e eficiência, mas também ajuda a consolidar o constante crescimento do setor. Até porque, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio representa aproximadamente 30% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.   

Contudo, mesmo vendo toda a evolução que o agro conquistou, ainda assim, o setor possui carências nos aspectos de gestão – sendo essa uma demanda, principalmente, de negócios que possuem origem familiar, os quais não têm embarcados os princípios de boas condutas gerenciais. Além disso, muitos mantém, até hoje, resistência quanto ao uso de recursos tecnológicos, bem como dificuldades em aplicá-los dia a dia.

E, considerando que, atualmente, as organizações estão preparando o planejamento estratégico para 2024, listo aqui cinco tendências que precisam fazer parte desses planos para o próximo ano.

#1 Internet das Coisas (IoT): mesmo essa não sendo uma tecnologia tão nova, a IoT continuará tendo um papel fundamental na produção agrícola. Afinal, sua utilização é crucial para que sejam coletadas informações da lavoura, bem como automatizar atividades processuais, garantindo que os dados adquiridos alimentem toda a base para apoiar na tomada de decisão.

#2 Sensores: o sensoriamento no agronegócio se mantém como um elemento imprescindível no campo, uma vez que realiza análises do solo e vegetação e, com isso, se mostra uma ferramenta excelente no apoio ao combate e controle de pragas que podem impactar a plantação.  Dessa forma, é essencial que o setor continue investindo nessa prática, visando utilizar as informações registradas para um melhor conhecimento do plantio.

#3 Inteligência Artificial (IA): sim, a IA continuará sendo um recurso imprescindível nas atividades do campo. Complementando a IoT, a Inteligência Artificial é uma peça fundamental para a extração de informações no campo, além de favorecer uma análise mais assertiva dos registros a fim de traçar a melhor estratégia de produção.

#4 Drones: a utilização de drones se mantém eficaz para um melhor monitoramento do campo. Afinal, o recurso auxilia no controle de umidade, pulverização, quantidade de insumos depositados, entre outros aspectos, uma vez que sua capacidade de registrar imagens favorece para uma maior assertividade e controle.

#5 Big Data: de nada adianta coletar uma gama de dados, sem que sejam organizados e estruturados. Dessa forma, o Big Data é crucial para que, mais do que armazenar, seja facilitado todo o processo de interpretação de dados, para que sejam transformados em informações inteligentes.

Todas as tendências apontadas têm em comum o fato de que, quando aplicadas conjuntamente, ajudam na obtenção de resultados excepcionais em toda a cadeia produtiva, inclusive, no cumprimento das metas do ESG. Afinal, além de contribuírem com os aspectos ambientais, garantem um amplo monitoramento que vai desde no cuidado com a segurança do operário, até mesmo na execução de uma governança eficaz.

E, uma das formas mais efetivas de garantir a aplicação dessas tendências é, sem dúvidas, por meio de um Data Lake. A ferramenta, além de ter a possibilidade de integração com tais tecnologias, também é eficaz na centralização de dados e registros, favorecendo para uma maior agilidade e praticidade para a verificação e consultas.

Certamente, para as empresas agrícolas que ainda não tem enraizada tais práticas no seu processo cultural, aplicar essas tendências pode ser uma tarefa desafiadora. Quanto a isso, contar com o apoio de uma consultoria especializada é um diferencial, uma vez que o time de especialistas irá atuar desde na localização das demandas latentes que a empresa possui, até na execução de um plano de ação, levando em conta a estratégia e compliance.

O agronegócio irá continuar mantendo o seu ritmo de crescimento e desempenho. Desta forma, é primordial que todos os profissionais do ramo, do grande ao médio produtor, tenham embarcados o uso da tecnologia nas suas práticas de gestão. Afinal, podemos dizer que, mais da tecnologia, o agro também é gestão. 



Márcio Games - gerente sênior de Transformação Digital na delaware, empresa global de tecnologia.

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Agosto teve 1 tentativa de fraude a cada 2,9 segundos e registra o maior número do ano, revela Serasa Experian


• Foi contabilizada 1 investida criminosa a cada 2,9 segundos, cujo total ultrapassou as 920 mil ocorrências no mês;


• “Bancos e Cartões” e consumidores com idades entre 36 e 50 anos foram os alvos preferidos dos criminosos;

 

 

Em agosto, o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian revelou o maior número do ano registrado, com 924.017 investidas criminosas, que foram malsucedidas graças às tecnologias de prevenção e autenticação. A frequência mensal foi de uma ocorrência a cada 2,9 segundos, também o menor tempo de 2023 até agora. Veja, no gráfico a seguir, a comparação mensal do indicador:

 


“O aumento das tentativas de fraude no Brasil se deve a uma combinação de fatores, incluindo o crescimento das atividades online, o avanço tecnológico dos criminosos, motivação financeira e falta de conhecimento dos consumidores. À medida que mais transações ocorrem digitalmente, os criminosos exploram oportunidades, tornam-se mais sofisticados e buscam lucro financeiro. Para combater esse aumento, é essencial que pessoas e empresas adotem medidas de autenticação e prevenção a golpes, contando com a tecnologia para identificação dos fraudadores”, avalia o diretor de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha.

 

Os dados mostraram que o setor favorito dos criminosos continuou sendo o de “Bancos e Cartões” (52,0%), que concentra a maior parte das investidas desde o início do ano. Em segundo lugar ficou “Serviços’” (27,0%), “Financeiras” (16,7%), “Varejo” (3,0%) e “Telefonia” (1,3%). 

 

Em relação à idade dos consumidores-alvo, do total de tentativas de fraude, 35,8% foram sofridas por pessoas entre 36 e 50 anos. Veja na tabela abaixo a relação completa por faixa etária:

 


Sul e Sudeste na mira dos fraudadores

 

As Unidades Federativas (UFs) das regiões Sul e Sudeste foram as que mais concentraram tentativas de fraude em agosto de 2023, conforme o ranking: São Paulo (266.407), Rio de Janeiro (88.732), Minas Gerais (80.670), Paraná (67.801), Rio Grande do Sul (57.678) e Santa Catarina (44.944). A maior variação mensal foi registrada no Rio Grande do Norte, em Alagoas, Sergipe e no Espírito Santo (18,2%). Veja no gráfico e na tabela abaixo os dados completos:

 


 Tentativas a cada milhão de habitantes


O Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian também trouxe o recorte de ocorrências a cada um milhão de habitantes, que ficou em 4.270 na média nacional. As UFs com mais tentativas nesta visão, em agosto, foram: Distrito Federal (7.077), Santa Catarina (5.984), Paraná (5.767), Mato Grosso (5.735) e São Paulo (5.625). Veja o detalhamento na tabela a seguir:

 


 “Fraudômetro”: contagem de tentativas de fraude em tempo real

Para acompanhar a estimativa de ocorrências fraudulentas em tempo real, a Serasa Experian dispõe do “Fraudômetro”, a primeira ferramenta de contagem de tentativas de fraude do país. Disponível em http://www.fraudometro.com.br, o dispositivo contempla uma projeção do volume de tentativas de fraudes registradas pela companhia desde janeiro de 2023 até o momento atual; e considera verificação de documentos (análise de documentos de identificação), biometria facial e verificação cadastral. Até agora, segundo a Datatech, a estimativa é que já tenham ocorrido quase 8 milhões de tentativas de fraudes no país em 2023.

 

Evite fraudes: veja dicas dos especialistas da Serasa Experian para se proteger

 

Consumidores:  


• Garanta que seu documento, celular e cartões estejam seguros e com senhas fortes para acesso aos aplicativos;


• Desconfie de ofertas de produtos e serviços, como viagens, com preços muito abaixo do mercado. Nesses momentos, é comum que os cibercriminosos usem nomes de lojas conhecidas para tentar invadir o seu computador. Eles se valem de e-mails, SMS e réplicas de sites para tentar coletar informações e dados de cartão de crédito, senhas e informações pessoais do comprador;


• Atenção com links e arquivos compartilhados em grupos de mensagens de redes sociais. Eles podem ser maliciosos e direcionar para páginas não seguras, que contaminam os dispositivos com vírus para funcionarem sem que o usuário perceba;


• Cadastre suas chaves Pix apenas nos canais oficiais dos bancos, como aplicativo bancário, Internet Banking ou agências;


• Não forneça senhas ou códigos de acesso fora do site do banco ou do aplicativo;


• Não faça transferências para amigos ou parentes sem confirmar por ligação ou pessoalmente que realmente se trata da pessoa em questão, pois o contato da pessoa pode ter sido clonado ou falsificado;


• Inclua suas informações pessoais e dados de cartão somente se tiver certeza de que se trata de um ambiente seguro;


• Monitore o seu CPF com frequência para garantir que não foi vítima de qualquer fraude do Pix.

 

Empresas:  


• Com a aceleração da adoção de canais digitais na vida dos consumidores, as empresas estão cada vez mais investindo em novos métodos de soluções antifraude e tecnologias sofisticadas ao longo da jornada do cliente, para que a segurança da operação não afete sua experiência integrada. A Serasa Experian, por exemplo, tem soluções modulares inteligentes e um time de especialistas que possibilitam oferecer uma experiência segura e sem atrito ao cliente final. Com combinação de dados, analytics e soluções automatizadas, as empresas podem expandir os negócios com segurança.


• Conte com plataformas de pagamento online. A empresa que deseja atuar de forma online, prestando serviços ou vendendo produtos, precisa ter a máxima atenção com os pagamentos. É preciso adotar uma sistemática que alie rapidez no processamento das transações à segurança;


• Faça a análise de compras mais caras. Outra prática que pode reduzir bastante o risco de fraude online é a análise das compras. Sempre que a empresa se deparar com um pedido de alto valor, por exemplo, é necessário dedicar uma atenção especial, verificando de forma mais detalhada o cliente e os dados informados. Uma forma de garantir a segurança desse tipo de transação é realizando um contato prévio por e-mail ou telefone para confirmar dados ou a própria compra. Embora esse tipo de avaliação possa tornar o processo de venda mais longo, ele é essencial para resguardar o seu negócio contra fraudes;


• Verifique cadastros. Contar com uma base de dados do cliente é essencial para reforçar a segurança de operações online. Nesse quesito, ter acesso a um cadastro atualizado dos consumidores, no qual é possível checar a veracidade das informações fornecidas no momento de uma compra, por exemplo, é outra estratégia para reduzir os riscos na hora de vender. A confirmação cadastral pode facilmente identificar tentativas de fraudes, sinalizando situações suspeitas, como divergências de dados do cliente com as que constam de outras bases de dados confiáveis;


• Consulte o perfil do seu cliente. Quando a empresa é capaz de avaliar o histórico do consumidor no mercado, status do seu CPF ou CNPJ, os seus hábitos e a existência de pendências em seu nome, por exemplo, fica muito mais fácil e seguro avaliar os riscos de uma operação.

 


Metodologia


O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude – Consumidor é resultado do cruzamento de dois conjuntos de informações das bases de dados da Serasa Experian: 1) total de consultas de CPFs efetuado mensalmente na Serasa Experian; 2) estimativa do risco de fraude, obtida através da aplicação dos modelos probabilísticos de detecção de fraudes desenvolvidos pela Serasa Experian, baseados em dados brasileiros e tecnologia Experian global já consolidada em outros países. O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor é constituído pela multiplicação da quantidade de CPFs consultados (item 1) pela probabilidade de fraude (item 2).



Serasa Experian
www.experianplc.com
hub de conteúdo global


Como a revolução digital está transformando o setor de seguros


A revolução digital está em pleno andamento e o setor de seguros não é exceção. As companhias estão sob pressão para modernizarem as operações e adotarem novas tecnologias para manter a competitividade. A transformação digital está trazendo oportunidades de crescimento e eficiência, bem como outros desafios.

 

Pesquisa da McKinsey mostra que as companhias de seguros com capacidades avançadas de TI têm uma clara vantagem sobre as concorrentes em relação aos custos e à agilidade. Os líderes digitais mostram um crescimento quatro vezes acima da média do setor. E esses são apenas alguns dos benefícios da transformação digital em seguros.

 

A tecnologia desempenhou um papel muito importante, pois trouxe maiores níveis de eficiência e economia de custos, que são repassados aos clientes. A ascensão do consumidor digital criou a necessidade das seguradoras atualizarem os modelos de negócio para acompanhar as expectativas e exigências dos clientes. Isso significa fornecer produtos, serviços e modelos de preços mais personalizados, acessíveis e eficientes, juntamente com os recursos digitais em rápida evolução.

 

As seguradoras devem mudar as práticas tradicionais de marketing para se concentrarem em propostas de valor para o cliente. Devem oferecer diferenciais no mercado, reduzindo ao mesmo tempo os dispêndios operacionais e aumentando os canais de acesso.

 

Para garantir que as empresas permaneçam competitivas no cenário atual, investir em tecnologias em expansão e utilizar estratégias de resiliência para se prepararem para outras mudanças de mercado não é apenas sensato, mas também necessário. Por exemplo, muitas companhias de seguros oferecem agora chatbots online, permitindo aos clientes resolver dúvidas sem a necessidade de fazer uma chamada.

 

Além disso, as seguradoras também estão aproveitando o poder dos algoritmos de aprendizado de máquina para personalizar ofertas e prever tendências de sinistros que podem afetar as políticas de cobertura e os preços dos prêmios. Sem contar que, muitos clientes têm agora acesso a ferramentas automatizadas para comparar planos de saúde e obter uma compreensão mais profunda do contrato. O aproveitamento desta tecnologia não só melhora a experiência do usuário, como também torna o processo mais rápido e eficiente para as seguradoras.

 

À medida que as seguradoras procuram satisfazer as crescentes exigências dos clientes, elas também enfrentam vários desafios para se tornarem digitais. Isso inclui a capacidade de acompanhar as crescentes expectativas dos consumidores em termos de velocidade, conveniência e personalização. Sem deixar de fora a digitalização de produtos e serviços para responder rapidamente às necessidades dos clientes, adoção de novas tecnologias, como Inteligência Artificial e automação enquanto precisam continuar mantendo a confiança, relevância e a privacidade.

 

Atender às demandas dos consumidores e, simultaneamente, adaptar-se a um cenário digital em rápida mudança será um desafio para muitas seguradoras. Mas, aderir a essa transformação é essencial para evitar interrupções e permanecer competitivo no futuro.


 

O futuro da indústria de seguros

 

A indústria seguradora de amanhã será, sem dúvida, moldada pela vontade de assumir riscos e abraçar a mudança. Tecnologias como Inteligência Artificial e aprendizado de máquina permitirão que as seguradoras avaliem e gerenciem, com precisão, os riscos de maneiras antes inimagináveis.

 

Além disso, a utilização crescente de recursos online permitiu às seguradoras simplificar as operações e trazer poupanças reais de custos, beneficiando tanto os próprios resultados como o bolso do cliente. É evidente que, para sobreviverem num cenário em constante mudança, as companhias de seguros devem adotar tecnologia de ponta para permanecerem relevantes neste ambiente altamente competitivo.

 

Inon Neves - vice-presidente sênior da Access Latam

 

Pesquisa aponta que metade dos brasileiros acredita em preços mais baixos na Black Friday

Levantamento realizado pela plataforma TIM Ads mostra que 60% dos consumidores farão alguma compra e a maioria deve gastar até R$ 500

 

O brasileiro já adotou a Black Friday, tradicional data de compras nos Estados Unidos. Um levantamento realizado pela plataforma TIM Ads, que mapeia hábitos de consumo da base de clientes da operadora, mostra que praticamente a totalidade dos brasileiros (99%) conhecem a data e, desses, 60% pretendem fazer alguma compra durante o período das promoções. 

A pesquisa, que ouviu cerca de 184 mil pessoas de todo o Brasil, com um público predominantemente jovem (76% até 34 anos), ainda mostra que a maioria (23%) afirmam que gastarão entre R$ 101 e R$ 500, seguidos daqueles que desembolsarão de R$ 500 a R$ 1.000 (21%) e de R$ 1.000 a R$ 2.000 (19%). Somente 10% investirão mais de R$ 2.000 em compras. Outros 14% gastarão menos de R$ 100 

Sobre a queda de preços, a pesquisa mostrou que 49% dos respondentes acreditam que os valores ficam mais baixos durante a Black Friday. Economizar e deixar de comprar por um tempo para aproveitar os valores promocionais é um comportamento apontado por 22%, mesmo percentual de quem afirmou que aproveita a data para adquirir itens que já estavam na lista de desejos há um tempo. Além disso, 17% dizem que aproveitam a data para adiantar as compras de presentes de Natal para amigos e familiares.

As roupas estão no topo da lista de desejos de 23% dos respondentes, em seguida aparecem os eletrodomésticos com 21% e os eletrônicos, que são a meta de compra de 19%. A pesquisa também quis saber sobre os métodos de pagamentos preferidos e o PIX é o mais citado por 37% das pessoas, enquanto o cartão de crédito deverá ser usado por 20% das pessoas dentro desse recorte de consumidores.
 

 

TIM Ads

 

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