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sábado, 12 de março de 2022

Cirurgia plástica pós-bariátrica é necessária para que o paciente volte a ter uma vida normal

Conforme Dr. Wandemberg, médico referência em cirurgia plástica no Brasil, pacientes costumam apresentar complicações decorrentes do excesso de pele, como pruridos cutâneos, eczemas e infecções 

 

De acordo com balanço realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM), entre 2011 e 2018 o número de cirurgias bariátricas aumentou 84,73%, no Brasil, saltando de 34.629 para 63.969.  E a procura continua grande, pelo menos no estado de São Paulo. Como informou a secretaria de saúde estadual no final de 2021, aproximadamente 5,2 mil pessoas aguardam na fila para realizar o procedimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

Na esteira do aumento das cirurgias bariátricas eleva-se também o número de pessoas que buscam a cirurgia plástica após o procedimento com o intuito de retirar a pele excedente que surge por conta da redução elevada de peso. Médico referência em cirurgia plástica no Brasil, Dr. Wandemberg Barbosa confirma o aumento da procura por procedimento cirúrgicos desse tipo e diz que não são maiores em razão do alto custo. 

Dr. Wandermberg explica que no que se refere às cirurgias plásticas após bariátrica os convênios médicos liberam os pacientes apenas para poucos procedimentos, tais como abdominoplastia e mastoplastia. Para a realização dos outros procedimentos, é necessário que o paciente arque totalmente com os custos. Recorrer ao SUS também não é nada fácil, conforme o médico, porque a demanda é muito grande e a espera costuma ser de até seis anos. 

No entanto, para alguns pacientes esse não é um tempo aceitável, porque a bariátrica normalmente faz com que eles tenham grandes perdas de peso (até 80 Kg) e necessitem retirar o excesso de pele em quase todo o corpo. Conforme Dr. Wandemberg, além da abdominoplastia anterior e posterior e da redução da mama, com colocação de prótese, costuma-se fazer cirurgias na região do glúteo, na região dorsal inferior, dermolipectomia do tronco posterior e lipoaspiração. 

Além disso, segundo Dr. Wandemberg, a supressão ou encurtamento do estômago, faz com que esse paciente tenda a problemas de anemia por falta de absorção de ferro, falta de absorção de proteínas, cálcio, vitaminas e eletrólitos, entre outros, fazendo com que tenham maior dificuldade em cicatrização, menor resposta imunológica as infecções. “Geralmente, esses pacientes são pessoas que possuem pouca massa muscular, fazem poucos exercícios, devendo se ter cuidado com mobilização precoce e uso de anticoagulantes para prevenir TVP - trombose venosa profunda ou TEP- tromboembolismo pulmonar. Por esses motivos, o médico precisa ter experiência necessária para abranger e observar todas essas necessidades”, explica. 

Em virtude das necessidades de várias cirurgias para remoções de pele, o que acarretaria longo tratamento com permanência alta de repouso, Dr Wandemberg sistematizou quatro cirurgias em primeiro tempo geralmente: correção das mamas, dermolipectomia abdominal, tronco posterior e lipoaspiração média. 

Como se tratam de cirurgias extensas e demoradas, Dr. Wandemberg destaca a importância da participação de um anestesista experiente, com boa integração com o cirurgião plástico. Nesse sentido, o médico declara ainda ser essencial a boa hidratação do paciente durante todo o procedimento cirúrgico. Findada a cirurgia, a pessoa necessita permanecer três dias, em média, no hospital, para que na fase mais aguda a equipe médica consiga dar o suporte necessário. Além disso, segundo o médico referência em cirurgia plástica, com esse tempo de espera, o paciente vai para casa com muito menos dor. 

Sobre o tempo que é necessário esperar para realizar a cirurgia plástica de retirada da pele e da gordura excedentes após a bariátrica, o médico referência em cirurgia plástica afirma que gira em torno de dois anos. Dr. Wandermberg explica que nos primeiros meses depois da redução de estômago ocorre o período mais crítico, em que há muita perda de peso. Mas o processo continua por mais um ano pelo menos, de maneira reduzida, claro, porque o organismo se adapta. 

Em muitas ocasiões, no entanto, afirma Dr. Wandemberg, o primeiro procedimento cirúrgico é realizado antes do previsto. Isso porque pacientes com coxas muito grandes, costumam apresentar complicações decorrentes do excesso de pele, tais como assaduras, que os impedem até mesmo de andar. “Assim, algumas vezes, indicamos que o processo cirúrgico seja iniciado precocemente, para realizar uma dermolipectomia de coxa ou até mesmo abdominal, e desse modo extrair pruridos cutâneos, eczemas e infecções, melhorando bastante a vida do paciente”, afirma. 

A necessidade da realização de várias cirurgias, fazendo com que a retirada total de pele aconteça após mais de um ano do primeiro procedimento cirúrgico, precisa ser bem explicada ao paciente. Dr. Wandemberg ressalta, então, a importância de que o paciente analise bem o profissional responsável pela execução dos procedimentos. “Ele precisa se inteirar se o médico tem experiência com grandes cirurgias e isso só ocorre por meio de uma conversa franca, durante a consulta”, explica. Conforme Dr. Wandemberg, se o paciente sentir que o médico não passa segurança e credibilidade, ele deve procurar outro profissional. 

 

Dr. Wandemberg - cirurgião formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e cirurgião oncológico formado pelo Hospital A.C Camargo – Fundação Antônio Prudente. Inclusive foi médico residente dessa instituição, terminando sua residência em 1981. Algum tempo depois, montou o Serviço de Cirurgia Oncológica do antigo Hospital Matarazzo (atual Hospital Humberto I), na capital paulista, onde atendia milhares de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo um alto padrão de cirurgias, junto com assistentes e residentes. Nessa ocasião, foi responsável por criar uma residência médica neste hospital. Em 1989, começou a trabalhar no Hospital 9 de Julho, também em São Paulo, onde instituiu um grupo de cirurgia oncológica, no qual atuou até 2005. Em 1998, concluiu mestrado em Cirurgia Plástica Reparadora pela Faculdade Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e, em 1999, titulou-se especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 

7 erros cometidos ao lavar o cabelo que podem prejudicar a saúde dos fios

  

Jackeline Alecrim, cientista expert em saúde capilar, comenta sobre os principais erros na hora da lavagem e suas consequências

 

Lavar o cabelo pode parecer uma atividade simples e parte do cotidiano das pessoas. Porém, a atividade é muito mais importante do que parece e não realizá-la de forma correta pode acarretar diversos prejuízos para a saúde dos cabelos. 

 

Erro 1 - Não umedecer o cabelo completamente

 

De acordo com a cientista que é expert em saúde capilar, Jackeline Alecrim, a maior parte das pessoas comete erros já na primeira etapa de lavagem: o uso incorreto do shampoo. “Para que os tensoativos do shampoo consigam fazer o seu efeito de limpeza o cabelo deve estar completamente úmido, a ativação das micelas de limpeza acontece na presença de água e ar. Não umedecer adequadamente os fios pode dificultar a ação do shampoo e a remoção das sujidades”, explica

 

Erro 2 - Depositar o shampoo diretamente nos fios  

De acordo com a cientista, o ideal é ativar a espuma com as mãos ou até mesmo diluir uma pequena porção do shampoo em um potinho com água, imediatamente antes da aplicação. “Não se pode diluir e armazenar o produto, pois isso altera a sua composição e desestabiliza a formulação. Ativar com as mãos ou diluir evita acúmulo de resíduos do shampoo nos fios e ainda melhora a performance da limpeza”, afirma a cientista. Porém, é válido lembrar que a diluição não pode ser feita em shampoos com finalidade terapêutica, pois isso compromete a concentração que será absorvida pelo couro cabeludo.

 

Jackeline também explica que não se deve aplicar shampoo no comprimento dos fios, já que o produto ativa cargas elétricas negativas no fio e abre demasiadamente a cutícula e isso deixa os fios com um efeito ressecado. “A forma correta é aplicar no couro cabeludo e deixar escorrer apenas a espuma no comprimento na hora do enxágue”, aconselha.

 

Erro 3 - Uso indiscriminado de  shampoo de limpeza profunda

 

A cientista alerta também para o uso indiscriminado dos shampoos de limpeza profunda. “O ideal é que esse produto seja utilizado somente por profissionais em salão como progressivas e escovas. As pessoas usam de forma banalizada e essa abertura da cutícula não é positiva. A dica é optar por shampoos de limpeza inteligente, que removam somente as substâncias maléficas”, opina.

 

Erro 4 - Lavar o cabelo com água quente

 

A utilização de água em temperatura muito alta, pode gerar a perda protéica e dos lipídios benéficos presentes nos fios, além  de causar danos ao couro cabeludo, favorecendo a ocorrência de dermatites e irritações. Além de estimular a produção excessiva de oleosidade na área.

 

Erro 5 - Friccionar excessivamente o couro cabeludo na lavagem

 

Friccionar (esfregar) excessivamente o couro cabeludo, também representa um outro problema, pois a forma correta de fazer a lavagem é massageando a região de forma leve e circular. “O couro cabeludo é um local sensível e ricamente vascularizado, está intimamente ligado à saúde capilar, pois é o ponto de acontecem de milhares de folículos pilosos, região onde está concentrada toda a atividade fisiológica que envolve o ciclo de crescimento, queda e reposição de novos fios. Temos que ter um cuidado especial para não provocar danos nesta região”.

 

Erro 6 - Deixar resquícios de produtos no cabelo após a lavagem

 

Não enxaguar completamente os produtos, por sua vez, é algo recorrente que pode causar danos ao fio. "É um hábito comum as pessoas deixarem resíduos de produtos com enxágue nos fios, mas isso pode trazer malefícios para a fibra capilar. Todo produto que tem especificado no rótulo o termo ‘com enxágue’ deve ser totalmente enxaguado dos fios, para evitar acúmulos de resíduos e até danos decorrentes do prolongamento de tempo de contato com a fibra capilar”, pontua a cientista. 

 

Erro 7- Utilizar produtos com parafina

 

O uso de produtos com parafina também representa um risco para a saúde capilar, pois podem entupir os folículos pilosos, provocar sobrecarga nos fios e o ressecamento tardio da fibra capilar. “Esses produtos não conseguem entregar resultados eficientes por provocarem essa obstrução, impedindo a absorção, até mesmo, de seus próprios ativos”, detalha.

 

 

Jackeline Alecrim - pesquisadora e desenvolvedora de formulações científicas para queda capilar, distúrbios do couro cabeludo, alopecias e danos no fio; cientista e especialista em cosmetologia avançada; fundadora da empresa de cosméticos Magic Science Brasil, que é destaque nacional e internacional pela eficácia clínica de seus produtos. Jackeline também faz sucesso com dicas de saúde capilar nas redes sociais, contando com mais de 90 mil seguidores no instagram.

 

Transplante capilar para quem quer mais volume no cabelo


Não é preciso ficar calvo para buscar o transplante capilar, já que o procedimento também é usado para dar mais volume ao cabelo

 

Existem diversos motivos que podem causar a queda de cabelo. Predisposição genética, alterações hormonais e psicológicas, doenças endócrinas, hábitos alimentares, deficiência de vitaminas e nutrientes e doenças autoimunes são alguns deles. A queda capilar pode ser mínima ou grande. Alguns casos podem ser resolvidos com tratamento. Todavia, existem situações em que a queda de cabelo é irreversível. Nesse caso, o transplante capilar pode ser a solução!
 

O transplante capilar surgiu no Japão, na década de 1930, graças ao trabalho do médico dermatologista Shoji Okuda. Motivado por ajudar os feridos na Guerra, ele desenvolveu um método que envolvia a utilização de pequenos enxertos de couro cabeludo nas áreas que sofreram queimaduras. Anos depois, na década de 1990, o procedimento evoluiu graças à descoberta da unidade folicular. Os médicos perceberam que o implante de unidades foliculares garantia um resultado mais natural e com menos danos à área de onde foram retirados.
 

O diretor do Centro Nacional — Cirurgia Plástica Arnaldo Korn explica como o procedimento é feito atualmente. “O transplante capilar faz um microenxerto fio a fio em áreas onde não há cabelo ou onde há fios em menor densidade, utilizando os folículos pilosos do próprio paciente. Dessa forma, o procedimento se encarrega de cobrir as áreas com queda e de aumentar o volume capilar”, conta.
 

Os transplantes capilares podem trazer resultados impressionantes, deixando a pessoa ainda mais jovem, tornando-se uma tendência inclusive entre os famosos.
 

Além disso, a busca pelo procedimento é unissex, e muitas mulheres procuram por um especialista em transplante capilar para realizar a redução de fronte alta, visando tornar seus rostos mais femininos. Já os homens, mais acometidos pela alopecia androgenética, também conhecida como calvície, usam o tratamento para cobrir áreas totalmente afetadas pela queda ou para diminuir as entradas e aumentar o volume dos fios.
 

Realmente, qualquer pessoa pode passar pelo transplante capilar, mesmo que tenha dificuldades financeiras. Nesse caso, o paciente pode contar com assistência financeira e administrativa, como a oferecida pelo Centro Nacional -- Cirurgia Plástica.O paciente deve procurar um dermatologista para indicar o tratamento adequado. Caso ele opte pelo transplante, e o valor esteja acima do orçamento, ele pode contar com uma assessoria administrativa para intermediar a negociação” afirma Korn, lembrando, também, que a mesma preocupação com a estética deve vir acompanhada da atenção com a saúde.

 

 

Dermatologista explica como o uso de telas no home office pode prejudicar a saúde e a beleza da pele

Luz emitida por telas também prejudica a pele e pode causar manchas

 

Há diversas campanhas e divulgações para conscientizar a população sobre formas de prevenir o câncer de pele e sobre os riscos da exposição aos raios do sol sem o uso de um filtro solar. No entanto, pouco é dito sobre o quanto as luzes emitidas por telas podem ser prejudiciais para a pele. 

Mesmo no home office, é importante criar o hábito de usar protetor solar a fim de cuidar da pele e prevenir danos. 

“A luz emitida por telas de equipamentos eletrônicos é chamada de luz visível ou luz azul e está associada ao aumento de manchas na pele”, conta a médica dermatologista Dra. Maria Paula Del Nero, da SBD. 

A médica conta que esse tipo de radiação não chega a causar dano celular e provocar câncer, como ocorre com a radiação ultravioleta do sol, mas pode estimular a hiperpigmentação e acelerar o processo de envelhecimento cutâneo. 

“O ideal é usar o filtro solar diariamente, aplicando assim que acorda e reaplicando ao longo do dia. Esse tipo de produto forma uma barreira química e/ou física na pele que bloqueia esse efeito indesejável da radiação.” 

A luz visível também é associada a outros problemas que podem prejudicar a pele, como trazer prejuízos ao sono. É por isso que especialistas indicam que pessoas que têm dificuldade para dormir ou permanecer dormindo evitem usar o celular no quarto e mantenham o ambiente de dormir totalmente escuro.

“Durante o sono acontece a síntese de colágeno e a regeneração celular. É um processo fundamental para o corpo todo. O famoso ‘sono da beleza’ é real justamente por isso. Se a pessoa não tem um sono reparador, todo o corpo sente e a pele tende a ficar mais flácida, menos vistosa e surgem rugas e linhas finas”, destaca a médica.

 

Dra. Maria Paula Del Nero - CRM-SP: 74.594 / RQE: 103.535. Formada em 1991 pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto-UNESP; Estágio em Dermatologia no Hospital Darcy Vargas; Título de especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; International Fellow da Academia Americana de Dermatologia; Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica; Diretora da Clínica Healthy Dermatologia desde 2001.


Pele firme e linda: alimentos para incluir em sua dieta e estimular o colágeno

A nutricionista Juliana Vieira explica por que a proteína é tão importante para a pele

 

Substância que as células produzem naturalmente, o colágeno representa 70% de toda a proteína da pele, sendo responsável por manter a estrutura, a firmeza e a elasticidade. Também é responsável por manter nossos tendões, cartilagem e tecido conjuntivo em ordem.  

"O colágeno é importante para manter a pele firme e hidratada, prevenindo ou retardando as rugas e a flacidez, o famoso anti-age . Por ser uma proteína, o colágeno é considerado um ingrediente funcional. Com isso, ajuda a manter a saúde de ossos, músculos, e do intestino, pois tem as mesmas propriedades que as fibras dos vegetais", explica a nutricionista Juliana Vieira. 

 

Não é necessário nem ressaltar que quem quer ter a pele firme depois de uma certa idade, é preciso incluir em sua dieta alimentos que estimulam o colágeno. A nutricionista Juliana Vieira listou quais são eles:

 

-Alimentos ricos em vitamina C: abacaxi, laranja, limão, goiaba, mamão, caju, kiwi, tangerina, frutos vermelhos (morango, cereja e outras), pimentão cru, agrião, salsa e tomate fresco;

 

-Alimentos ricos em selênio: peixes, camarão, feijão preto, farinha de trigo integral, castanha do Pará, gema de ovo e fígado;

 

-Alimentos ricos em zinco: clara de ovo, frango, ostras, nozes, mariscos, carnes vermelhas, fígado e miúdos;

 

-Alimentos que são fonte de silício, como aveia, arroz integral, nozes, mexilhões e alga marinha, também são importantes para ajudar a manter e produzir o colágeno no organismo;

 

-Enxofre: É crucial para a produção do colágeno, e o alho é uma ótima fonte dele, além de conter taurina e ácido lipóico, que ajudam a reparar fibras colágenas danificadas;

 

-Muita água para manter a pele hidratada.

 

"O poder da dieta está relacionado na qualidade da sua pele! O que comemos pode ser benéfico ou não para a saúde da pele. Procure um nutricionista e tenha a pele de pêssego por muitos anos", finaliza a profissional.

 

Embranquecimento dos cabelos por estresse é reversível? Veja o que dizem os especialistas


O aparecimento de fios de cabelo brancos é cada vez mais comum em pessoas mais jovens. Em entrevista ao portal da revista GQ, os médicos Dr. Misael Nascimento (@dr.donascimento), dermatologista com ênfase ao público masculino, e o Dr. Ronaldo Borges (@drronaldoborges), anestesiologista e tricologista, explicaram como o estresse pode provocar o embranquecimento precoce dos cabelos.

 

Um exemplo que vem chamando atenção nas redes sociais é o do ator Arthur Aguiar, no BBB 22. Com apenas 32 anos, seguidores repararam no embranquecimento dos cabelos de Arthur neste primeiro mês de confinamento na casa mais vigiada do país, o que imediatamente foi atribuído ao estresse vivido pelo ator, que não esconde ficar tenso com as idas e vindas no reality show da TV Globo.

 

- O estresse provoca a formação de radicais livres que são substâncias oxidantes que inflamam diversos órgãos e os folículos pilosos podem sofrer esse processo, consequentemente originando o surgimento precoce de cabelos brancos - afirma o médico Ronaldo Borges.

 

É importante frisar que não se sabe se Arthur já vivenciava os cabelos brancos e apenas deixou de pintá-los após entrar no BBB 22. No entanto, o médico Ronaldo Borges afirma que seria possível que o embranquecimento por estresse acontecesse apenas no curto período de confinamento.

 

- É possível que todo ambiente de confinamento e pressão crie no seu corpo um ambiente altamente inflamatório que provoca diversos danos inclusive nas células dos folículos capilares que produzem melanina, mesmo em curto período, isso é fato - diz Borges, que pondera que isso pode ser parte da programação genética de Arthur, o que aí não seria nenhum problema médico.

 

Embranquecimento por estresse é reversível

 

A boa notícia é que um processo de embranquecimento "agudo", quando é mais rápido e não representa a natureza biológica da pessoa, também é mais facilmente reversível.

 

- O principal tratamento é na correção dos agentes estressores metabólicos, isto é, medidas antiinflamatórias, como um "detox". Geralmente esse desequilíbrio está fortemente relacionado ao estilo de vida, alimentação e saúde mental - explica Ronaldo Borges.

 

Há também a inclusão de medicamentos e outros produtos, como explica o dermatologista Misael do Nascimento. 

 

- Existem inúmeros produtos no mercado adaptados para cada pessoa, existem desde tonalizantes até shampoo que escurece o cabelo gradativamente. Na parte de prevenção, deve ser estudado com exames de laboratório para repor nutrientes e micronutrientes que diminuam o surgimento de cabelos brancos, assim como diminuição de radicais livres, exercícios, alimentação, diminuição do tabagismo, álcool, etc - afirma Misael. 

- Aliado a essas medidas antiinflamatórias podemos utilizar medicamentos que vão estimular as células que produzem a melanina no folículo (melanócitos) a voltarem sua atividade e assim produzirem o pigmento melanina. Cabe ressaltar que nem sempre elas vão ser viáveis para isso, mas sempre vamos ter essa esperança - conclui Ronaldo Borges. 

 

 

FONTES:

Dr. Ronaldo Borges - médico anestesiologista e tricologista, especialista em transplante e medicina capilar. Tem mais de uma década de atuação com os mais diversos tipos de pacientes e, posteriormente a anestesiologia, se especializou em transplante capilar, área onde se destaca.

 

Dr. Misael do Nascimento - dermatologista com ênfase ao público masculino. Ele se destaca, principalmente, por suas técnicas de tricologia e protocolos reconhecidos mundialmente no combate à queda de cabelo e cuidados com a barba.

 

Créditos

GQ - https://gq.globo.com/Celebridades/noticia/2022/02/cabelos-brancos-de-arthur-aguiar-podem

-ser-estresse-e-possivel-reverter.html

 

Esfoliação e seus benefícios

 A dermatologista Luciana Garbelini destaca áreas onde o uso da técnica não é tão comum e as vantagens que a esfoliação pode trazer para cada uma dessas regiões


Dentro do skincare a esfoliação é considerada um dos principais passos de cuidado com a pele. Mesmo não sendo uma prática diária, já tem lugar garantido dentro da rotina de autocuidado. “Fica nítida a diferença que a esfoliação traz para a derme, por isso é uma etapa importante de estar presente em qualquer skincare. E os benefícios da técnica podem ser estendidos e aproveitados em diversas áreas do corpo”, destaca a dermatologista Luciana Garbelini, da Clínica Luciana Garbelini de São Paulo.


Cuidados gerais

Os benefícios da esfoliação são inúmeros, mas alguns cuidados básicos permitem que essa experiência seja ainda mais proveitosa. “A principal função da esfoliação está em ajudar na renovação celular da pele. A eliminação de células mortas acontece de forma natural, diariamente havendo o desprendimento dessas estruturas que estão sendo substituídas pelo organismo. Já a esfoliação acelera esse processo, auxiliando na manutenção da epiderme. Além de colaborar com a retirada de certos resíduos que possam estar mais presos à pele.”

Apesar de todas as vantagens, o uso da esfoliação requer moderação na intensidade e na frequência. “Vá com calma! O fato de não ser uma técnica ou produto de uso diário tem seus motivos”, lembra doutora Luciana. “Os benefícios vêm a partir de uma agressão mínima e controlada à pele. Mesmo assim, não deixando de ser uma ação agressiva. Por isso, intervalos são necessários para que haja a regeneração e consequentemente renovação celular, sendo parte fundamental para os resultados pretendidos com a esfoliação.”

A médica explica ainda que a frequência de uso também varia de acordo com certos aspectos, como tipo de pele e até época do ano, mas a recomendação geral é fazer a aplicação do esfoliante no máximo uma vez por semana. “Para peles mais secas e, principalmente, sensíveis, o uso precisa ser com cuidado dobrado. O espaço entre as aplicações vai estar diretamente relacionado com a sensibilidade dessa pele.”

Outro parâmetro para o espaçamento do uso, recomenda a especialista, é perceber as necessidades da pele. “Ou seja, sentir o que está precisando e usar da esfoliação para auxiliar na sua renovação.” Além disso, é importante antes de iniciar o processo de esfoliação estar com a pele limpa. E mais um ponto fundamental é a aplicação de hidratante após o processo. “Nesse caso a hidratação é uma forma de proteção imediata, repondo certas substâncias que foram retiradas com a esfoliação e que são importantes para manutenção da saúde cutânea. Além de ser uma forma de acalmar a epiderme que foi momentaneamente agredida.”


Esfoliante: Físico ou Químico?

Já dentro do universo dos esfoliantes, existem duas vertentes: os físicos e os químicos. Os esfoliantes físicos desempenham sua função a partir do contato e atrito dos grânulos presentes em sua composição com a pele. “Essas esferas facilitam a retirada ou desprendimento de resíduos e células mortas que estão em processo gradual de eliminação pelo corpo. Isso através de uma fricção suave durante a aplicação do produto na pele.”

O esfoliante químico, por sua vez, promove a renovação celular por meio de ativos ou substâncias, sem a necessidade de uma ação mecânica para que ocorra a remoção da pele morta. “A partir de uma reação química o esfoliante promove uma descamação microscópica da pele, fazendo com que a epiderme em renovação se desprenda mais facilmente”, explica a dermatologista. “Mas os dois tipos de produtos têm a função de incentivar a renovação celular de forma externa. O que realmente vai determinar qual categoria escolher será a área de aplicação, e principalmente a experiência de cada pele a um ou outro tipo de esfoliante”.


Aproveitando os benefícios em diversas áreas

- Couro cabelo

Pode parecer estranho em um primeiro momento, mas a esfoliação no couro cabeludo pode trazer diversas vantagens. “Essa região é naturalmente escura, quente e úmida, além de acumular diversos produtos que ao serem aplicados nos fios acabam entrando em contato com o couro cabeludo. Por isso, esfoliar essa área é recomendado.” Doutora Luciana conta que a esfoliação pode ser feita através de alguns shampoos com microesferas já encontrados no mercado, e que tem essa ação esfoliante como uma de suas finalidades. Ou misturando açúcar em um pouco de shampoo de uso diário, aplicando no couro cabeludo e massageando-o. “Essa esfoliação ajuda a limpar, desobstruir os poros e renovar a epiderme. Mas seu excesso pode ressecar, irritar e até levar à descamação dessa pele. Assim, é preciso fazer uso da técnica com moderação e apenas na pele, sem estender para o comprimento.”


- Lábios

A esfoliação facial é uma das mais comuns, mas mesmo os lábios fazendo parte dessa região muitas vezes estes acabam ficando de fora na hora da aplicação do produto. “O próprio esfoliante facial, durante a aplicação no rosto, pode ser usado nos lábios. Nesse caso, os esfoliantes físicos seriam mais recomendados para evitar qualquer tipo de ingestão. Inclusive, uma misturinha muito interessante e que realmente funciona, sendo bem segura para aplicação no local, é a combinação de mel com açúcar. Além de promover a retirada das células mortas e outros resíduos que estejam nos lábios, por conter mel este esfoliante natural também tem ação hidratante”. Para manter os efeitos da esfoliação nos lábios, a médica lembra que é importante o uso de um hidratante labial depois do processo.


- Axilas, braços e mãos

As axilas são uma das regiões que se beneficiam do uso de esfoliantes suaves. Além de auxiliar com pelos encravados e com um possível escurecimento da região decorrente da depilação, a esfoliação pode ser uma aliada também para quem sofre com odores mais fortes na área. “Ela ajuda na remoção das células mortas da axila, que facilitam a proliferação de bactérias responsáveis pelo mau cheiro.”

Posterior de braço - tríceps -- e as mãos também são regiões que se favorecem bastante da esfoliação. “Proveitosa principalmente para pessoas que têm bolinhas na parte posterior do braço, muitas vezes decorrentes de pelos finos que acabam encravando. Já no caso das mãos a esfoliação é interessante por ser uma pele constantemente agredida, por isso precisa ainda mais de estímulo regenerativo.”


- Lombar, bumbum e virilha

Assim como na parte posterior do braço, existem pessoas que apresentam uma pele áspera na região lombar e no bumbum, e novamente a esfoliação pode ajudar “É preciso uma avaliação dermatológica, mas no geral, estas áreas apresentam bolinhas avermelhadas decorrentes de pelos encravados devido ao atrito com roupas muito apertadas, por exemplo. Por isso essas regiões se beneficiam da esfoliação, assim como a virilha.”


- Pernas e pés

Depois do rosto, as pernas talvez sejam as próximas na lista de regiões a se cogitar para uma possível esfoliação. “Nas pernas o uso de esfoliantes ajuda bastante com pelos encravados, especialmente em posterior e interno de coxa. Já para os pés, além dos benefícios sensoriais e de relaxamento, ajuda com a eliminação do acúmulo de células mortas dessa área especialmente úmida e abafada. Também fazendo com que essa pele fique mais macia, principalmente ao aliar a aplicação de um hidratante para finalizar.”

 

 Dra. Luciana Garbelini - Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em cosmiatria e estética no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.


Como identificar uma mancha causada pelo sol?

 

Dermatologista dá dicas de como tratá-las 


Envelhecimento, efeito de fissuras na pele e até alterações hormonais são alguns dos motivos que podem levar as manchas a surgirem no corpo. Porém, a causa mais comum é a produção de melanina estimulada pela exposição solar, o que acaba desenvolvendo manchas solares. A revista Marie Claire conversou com a especialista, Luíza Archer (@draluizaarcher), dermatologista com ênfase em cosmetologia natural, dermatologia clínica e estética, para explicar como identificar uma pele com manchas solares, além do tratamento correto nesses casos. 

“As marcas causadas pelo sol são manchas presentes nas áreas fotoexpostas, que sofrem exposição solar crônica, como rosto, colo, ombros, braços, mãos e pernas. Podem ser manchas castanhas, arredondadas e de tamanho pequeno a médio, chamadas de melanoses solares, ou manchas brancas, arredondadas e pequenas, chamadas de leucodermias gutata. Esses são os tipos mais comuns de manchas decorrentes da exposição solar”, explica a dermatologista Luiza Archer.

O motivo do surgimento dessas manchas é decorrente da exposição solar intensa e descuidada. “É o caso de pessoas que não aplicam o protetor solar corretamente e se expõem ao sol com a intenção de se bronzear, além de pegar o sol mais forte, que se apresenta entre 10h e 15h”, diz Luiza.

Segundo a dermatologista, as manchas em si não apresentam risco para a pele, mas servem de alerta. “A melanose solar e a leucoderia gutata não causam nenhum problema, mas mostram que houve muita exposição solar, que por sua vez, favorece o câncer de pele, por isso, a atenção deve ser redobrada.”, pontua a dermatologista.

Para tratá-las, vá ao médico e veja com seu dermatologista qual é o tipo de tratamento ideal para o seu tipo de pele. Geralmente, o cuidado mais efetivo são tratamentos a laser e peelings. Além disso, é possível manter uma rotina com produtos em casa. “Indico a limpeza do rosto com um sabonete suave, aplicar séruns à base de ativos clareadores, antioxidantes e renovadores celulares. Além disso, hidratação e proteção solar diária são ind um ispensáveis”, orienta Luiza.

Se você tem percebido o surgimento de manchinhas na pele, saiba que é possível continuar a se expor ao sol, desde que seja de forma saudável. “O que se deve fazer é evitar horários de pico e aplicar o protetor solar corretamente, com uma camada generosa do produto em todas as áreas expostas, e reaplicá-lo a cada 4h ou a cada 2h em caso de sudorese intensa ou mergulho”, finaliza.

 

FONTES

Dra. Luiza Archer - dermatologista, com ênfase em cosmetologia natural, dermatologia clínica e estética. 

 

CRÉDITOS

Marie Claire - https://revistamarieclaire.globo.com/Beleza/noticia/2022/01/manchas-de-sol-na-pele-aprenda-identificar-e-tratar.html


Como proteger os fios quimicamente tratados contra os efeitos do Verão

Especialista da Aneethun indica quais cuidados são necessários para manter o cabelo saudável nos dias mais quentes

 

Nada mais gostoso e divertido do que passar o verão curtindo o sol e as águas da praia ou piscina. Porém, para as madeixas que possuem algum tipo de química, o sol forte, o cloro da piscina e o sal do mar costumam desidratar a fibra capilar, podendo causar a quebra do fio, além de deixar um aspecto ressecado. Nesse período, é essencial redobrar os cuidados para evitar problemas como esses. Pensando nisso, a Aneethun, marca especialista em produtos de alto padrão direcionados para o segmento profissional de beleza e home care, reuniu algumas informações sobre como proteger os fios quimicamente tratados contra os efeitos do verão. Confira:
 

CAPRICHE NA HIDRATAÇÃO

Os procedimentos químicos, como colorações, descolorações e alisamentos de forma geral ressecam o cabelo, pois modificam a estrutura natural da fibra capilar para alcançar o resultado desejado. Segundo Renata Lima, Coordenadora de Educação da Aneethun, o uso de ferramentas de calor, a água do mar e da piscina são verdadeiros vilões para a saúde dos fios que passaram por alguma alteração. “Para os dias de verão a dica é caprichar nas hidratações, potencializando seu efeito com o uso de produtos capazes de nutrir e reparar o fio. A verdade é que a ação oxidativa dos raios solares, dos radicais livres, da poluição e da água proveniente do mar e da piscina dilatam as cutículas das madeixas, facilitando a perda da umidade natural, óleos e oligoelementos essenciais para a sua vitalidade. Por isso nesta estação é muito importante manter a hidratação capilar em dia.
 

CUIDADO COM OS MERGULHOS

O cloro da piscina e o excesso de sal removem a proteção natural da superfície do cabelo e, dependendo do tempo de exposição a esses agentes, o fio pode apresentar, mudança na sua tonalidade, como os cabelos descoloridos, que podem ficar com um aspecto esverdeado. A especialista aponta que o ideal é proteger os cabelos antes de entrar no mar ou na piscina e lavar as madeixas em água corrente, assim que sair da água, a fim de retirar o resíduo de metais e halogênios que se acumulou. “A melhor maneira de proteger o cabelo com química é fazer o uso de produtos adequados antes do mergulho, como óleos reparadores ou finalizadores protetores, e utilizar máscaras que oferecem hidratação máxima logo após”, afirma.
 

EVITE A EXPOSIÇÃO EXCESSIVA AO SOL

Além dos procedimentos químicos, a cutícula capilar também sofre com os danos causados pela exposição aos raios ultravioleta. Para a coordenadora, a proteção solar é fundamental, principalmente para cabelos já processados quimicamente. “Uma forma efetiva de se proteger é mantendo os cabelos mais presos, como coques e tranças, além de usar acessórios como bonés ou chapéus de aba larga. Outra dica super importante é a utilização de finalizadores com filtro solar e óleos capilares antes de sair de casa, já que estes formam um filme no cabelo que acabam minimizando a perda de água e nutrientes”, esclarece.
 

INVISTA EM UMA LINHA PÓS-QUÍMICA

Por fim, a especialista reforça que, por todos os danos que podem ser causados pelos procedimentos químicos, é fundamental investir em uma linha especializada em cabelos quimicamente tratados. “Produtos pós-química possuem fórmulas de ação profunda, garantindo tratamento intensivo aos fios. Opte por aqueles que apresentam fórmulas ricas em óleos reparadores, Ômega, Ceramidas, Tocoferóis e Vitamina E. Esses componentes devolvem a saúde, luminosidade e maciez dos fios. Prevenindo a oxidação, o ressecamento, reduzindo o frizz e, principalmente, reparando sua elasticidade. Dessa forma, as madeixas estarão 100% blindadas contra os efeitos negativos do verão”, conclui.

 

Como preencher as sobrancelhas de forma natural

Veja algumas dicas para não errar na hora de delinear as sobrancelhas

 

As sobrancelhas não são mais uma parte “esquecida” no momento da maquiagem. Muitas mulheres que não possuem o olhar marcante de forma natural, estão apostando em técnicas e produtos para preencher as falhas. 

Luzia Costa, fundadora da rede Sóbrancelhas, selecionou algumas dicas para não errar na hora de delinear as sobrancelhas. Confira: 

Mantenha os fios em ordem. Essa organização ajuda a dar a ideia de volume, além de facilitar na hora de pintar. 

Respeite sempre o limite do seu desenho. Muitas pessoas tentam “criar” um modelo com o preenchimento, o que acaba dando um aspecto artificial e envelhecendo os traços. 

Não escureça muito os pelos. O ideal é sempre optar pelo mesmo tom ou um abaixo, para não deixar o olhar “pesado”. 

Use o produto ideal. Hoje no mercado existe uma variedade imensa de produtos para preencher as sobrancelhas, desde o pó até o gel. Por sua flexibilidade, uma das opções indicadas são os lápis para todas as tonalidades de fios e o gloss próprio que além de colorir, penteia também.

 

Tendência de unhas: francesinha com glitter

 French shine color: Confira cinco inspirações da técnica

 

Assim como no mundo da moda, as tendências de unhas evoluem na velocidade da luz, e proporcionam personalidade e autoridade nas fotos das redes sociais. 

O french color une minimalismo e brilho. E o melhor, a técnica pode ser aplicada em casa, no salão ou em qualquer lugar, de forma profissional ou amadora. 

Na internet, existem diversos vídeos tutoriais para ajudar quem gosta de se aventurar no universo nail. O glitter deixou de ser apenas um item utilizado em períodos de folia. Do verão ao inverno, o brilho é bem visto. 

Confira cinco opções minimalistas de french shine da Haskell cosméticos:

 







4 dicas de beleza: como potencializar o crescimento do cabelo

 

Hábitos saudáveis aliados aos cuidados com os fios podem render bons resultados 

 

O crescimento dos cabelos está associado a diversos fatores, como a genética, hábitos de vida, nutrição e até hormônios. Por isso, para quem quer potencializar e acelerar o processo vale apostar numa rotina saudável, com alimentação balanceada, exames em dia, cronograma capilar e corte regular de pontas duplas e ressecadas.  

O cabelo está diretamente ligado não só à estética, mas à autoestima e ao bem-estar psicológico e social, sendo um dos meios pelo qual homens e mulheres expressam a sua personalidade e identidade. Deste modo, não são raros os casos de pessoas que buscam por ajuda para potencializar o crescimento das madeixas.  

A alopecia androgenética, também conhecida como calvície, é uma patologia que pode levar à perda parcial ou total dos cabelos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o problema afeta 80% dos homens com mais de 80 anos de idade. Mesmo sendo mais comum nos homens, mulheres também são afetadas.  

Além de questões genéticas, outros fatores podem provocar a queda dos fios ou atrapalhar o seu crescimento, mesmo que a condição não configure calvície. Alguns exemplos são problemas na tireóide, desequilíbrio hormonal, falta de vitaminas, além de estresse, ansiedade e outros problemas psicológicos.  

Seja qual for o motivo, o primeiro passo é procurar a ajuda de um profissional para que o melhor tratamento seja adotado. Em alguns casos, produtos específicos podem ser indicados, como o minoxidil, usado para tratamentos capilares, principalmente para a calvície em homens e mulheres. 

Para quem procura acelerar o crescimento dos fios, seguem quatro dicas gerais que podem ser colocadas em prática no cotidiano.   

 

1. Cuide da alimentação 

Os especialistas ressaltam que a saúde dos fios vem, principalmente, de dentro. Nesse sentido, a alimentação está diretamente ligada ao crescimento saudável dos cabelos. É preciso estar com os nutrientes necessários em dia, pois eles formam a matriz capilar.  

São recomendados alimentos ricos em proteínas, como carne, ovos, peixe, leite e iogurte. Além deles, é importante que o organismo esteja nutrido com vitamina C, biotina, ferro, zinco e silício.  

Em casos nos quais não é possível obter a quantidade necessária por meio da alimentação, a suplementação com medicamentos ou fórmulas de farmácias de manipulação pode ser iniciada. É preciso estar atento e consultar um médico ou nutricionista para fazer o uso correto. 

 

2. Dê atenção ao couro cabeludo 

Esse é um detalhe simples, mas que faz diferença segundo os especialistas. Durante a lavagem dos fios, é importante massagear todo o couro cabeludo com movimentos circulares e suaves.  

A intenção é estimular a circulação sanguínea na região, o que auxilia no processo de crescimento. Para pessoas que não têm o hábito de lavar os cabelos todos os dias, a dica é penteá-los com frequência, pois esse movimento tem o mesmo efeito para a circulação. O mesmo pode ser feito na barba.  

 

3. Mantenha o corte em dia 

Essa dica é clássica. Manter o corte das pontas em dia é fundamental para a saúde do fio como um todo. Isso porque as pontas duplas e ressecadas enfraquecem os cabelos, fazendo com que eles fiquem quebradiços.  

Uma vez quebrado, o fio precisa percorrer todo o caminho de crescimento novamente. Com o corte, é possível potencializar o ritmo. A recomendação é de que o procedimento seja feito a cada três meses.  

 

4. Adote um cronograma capilar 

Além de estar com a saúde física e psicológica em dia e os hormônios equilibrados, para que o cabelo cresça, são necessárias três etapas de cuidados básicos. Elas são hidratação, nutrição e reconstrução.  

A hidratação serve para manter a água nos fios, concedendo a eles maciez e movimento. Já a nutrição é responsável pela maleabilidade, devolvendo a emoliência e o brilho. A reconstrução, por sua vez, repõe a queratina do cabelo, promovendo a força e a restauração dos fios. 

Essas etapas de cuidado podem ser feitas com a ajuda de máscaras capilares, disponíveis nos supermercados ou, ainda, com ingredientes naturais. Vale se informar com o dermatologista para entender melhor a frequência de uso dos produtos para cada caso.  

 

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