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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Pet não é brinquedo




No Dia das Crianças, pais que pretendem presentear filhos com animais de estimação devem estar conscientes sobre posse responsável 


Os reais benefícios do relacionamento entre crianças e animais são cada dia mais difundidos no País. Soma-se ao amor e apreço que os brasileiros têm historicamente por gatos e cães, pesquisas que materializam os ganhos dessa interação. Recentemente, um estudo divulgado pela Universidade de Cambridge e conduzida em colaboração com o Centro de Nutrição e Bem-estar Animal WALTHAM™, mostrou que os animais de estimação têm grande influência no desenvolvimento da criança e impacto positivo nas habilidades sociais e bem-estar emocional. 

Com a proximidade do Dia das Crianças é muito comum que os pequenos peçam aos pais um pet de presente. Apesar da interação entre crianças e animais de estimação ser bastante positiva e estimulada, os pais devem estar atentos a algumas questões relacionadas a posse responsável. Gatos e cães não são brinquedos e exigem compromissos de longo prazo. Há quem esqueça que cuidar de um pet exige tempo para levá-lo para passear, para visitas regulares ao Médico-Veterinário, assim como limpar cocô e xixi, e, infelizmente, muitas vezes os motivos acima são a causa para que eles sejam abandonados ou devolvidos aos abrigos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem mais de 30 milhões de cães e gatos abandonados no Brasil.  

Por isso, antes de ceder aos desejos das crianças é preciso ficar atento a algumas responsabilidades. Confira 10 dicas do Programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom, que há 9 anos no Brasil tem como objetivo mudar a realidade de cães abandonados por meio da sensibilização, conscientização e mobilização da população para a causa da adoção, do apoio aos abrigos que resgatam e promovem a adoção consciente e da educação da população sobre a posse responsável. 

1)      Quanto menor é a casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação. 

2)      Antes de adquirir um animal, importante considerar o tempo médio de vida que é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não faça nada por impulso. 

3)      Antes de adotar ou adquirir, pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil. 

4)      Caso você já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência. 

5)      Mantenha o animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira ou guia. 


 

6)      Evite as crias indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações. 

7)      Cachorro precisa de alimentação de qualidade e muita água fresca e limpa. 

8)      Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o. 

9)      Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele. 

10)  O Brasil tem milhões de cães abandonados. Esqueça o mito característico da adoção: pets adultos se adaptam com facilidade às mudanças. 





MARS, Incorporated
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Sobre o Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom
O Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom, que tem nove anos de existência no Brasil, tem como objetivo mudar a realidade dos cães abandonados por meio da sensibilização, conscientização e mobilização da população para a causa; do apoio aos abrigos que resgatam e promovem a adoção consciente e da educação da população sobre a posse responsável. Atualmente, apoia 32 ONGs em 11 Estados e já mudou a realidade de mais de 62 mil cães.
O programa surgiu nos Estados Unidos como parte da iniciativa global da Mars, Incorporated, empresa detentora da marca PEDIGREE®. Além do Brasil, também está presente em países como Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e México, ajudando a transformar em realidade a visão da Mars Petcare: tornar o mundo um lugar melhor para os pets.



Sobre o Centro de Nutrição e Bem-estar Animal WALTHAM™:

O Centro de Nutrição e Bem-estar Animal WALTHAM™ é o centro fundamental de ciência da Mars Petcare, maior empresa de alimentos para pets do mundo e líder global absoluta no segmento, e se foca na nutrição e no bem-estar de cães, gatos, cavalos, pássaros e peixes e em seus benefícios para humanos. Localizado em Leicestershire, Inglaterra, o WALTHAM™ dispõe de expertise e conhecimento que resultam no desenvolvimento de produtos inovadores, que atendem as necessidades dos animais de estimação de uma maneira prática. O centro celebrou recentemente seu meio século e abriu caminho em muitos avanços no campo, publicando mais de 600 documentos científicos revisados por especialistas. Hoje, o WALTHAM™ continua a colaborar com os institutos científicos mais avançados do mundo, impulsionando a visão da Mars Petcare de criar "Um mundo melhor para os animais de estimação" ("A Better World for Pets") e fornecendo a ciência que sustenta as principais marcas da Mars, tais como PEDIGREE®, WHISKAS®, ROYAL CANIN®, BANFIELD Pet Hospital e IAMS®, CESAR®, NUTRO®, SHEBA®, DREAMIES®, EUKANUBA™, PERFECT FIT® e OPTIMUM™. 



Mês da criança também no cuidado da saúde bucal!



Em outubro crianças e dentistas são homenageados


O mês de outubro ficou famoso no Brasil por ser o mês das crianças e também dos cirurgiões-dentistas. A primeira data surgiu em 1924, um ano após a realização do 3º Congresso Sul-Americano da Criança, no dia 12 de outubro, no Rio de Janeiro.  Já a segunda data é comemorada em 25 de outubro, pois neste dia foram lançados os primeiro cursos superiores voltados para o estudo da saúde bucal no Brasil, em 1884.

Mas além de ganhar presentes nessa data comemorativa, a criança também precisa de atenção no dia das crianças, por isso, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) preparou uma lista sobre como os cirurgiões-dentistas podem ajudar com a saúde bucal dos pequenos. Confira:


Cuidados desde bebê: Ao contrário do que tem sido dito, a gengiva dos bebês não precisam ser limpas com uma gaze ou fralda umedecida, pois a proteção passada por meio do leite materno fica depositada na mucosa do bebê. Ou seja, caso essa fricção seja feita, essa proteção natural será retirada podendo até interferir na imunidade da criança. 


Visitas ao dentista desde cedo: Assim que surgir o primeiro dente de leite os pais devem levar o bebê a um consultório dentário. Mesmo sem problemas aparentes na boca, um dentista precisa avaliar a boca dos pequenos, assim, é possível realizar um trabalho preventivo e evitar a perda precoce de dentes por problemas de cárie e doenças gengivais, como gengivite ou periodontite. 


Creme dental com flúor: a escovação deve ser feita pelo menos três vezes por dia, e com creme dental com flúor, pois ele ajuda na prevenção das cáries. Com o nascimento do primeiro dente, uma escova de dente macia e uma quantidade de creme que equivale a um grão de arroz deve ser utilizada. 


Fio dental desde pequeno: A partir dos dois anos a higienização bucal das crianças já deve ser completa, com a utilização de escovas e também do fio dental. É neste período que são criados os hábitos de higiene. 


Aparelho ortodôntico desde pequeno: A ortodontia preventiva utiliza aparelhos móveis na dentição decídua (de leite) ou mista (fase de troca de dentes). O principal objetivo é corrigir e atenuar problemas nos ossos da face, maxila e mandíbula, como por exemplo, a mordida cruzadas, além da recuperação de espaços para que os dentes permanentes possam nascer sem dificuldades, evitando futuras extrações. 


E lembre-se, manter os cuidados com a boca desde cedo faz com que a criança dificilmente esqueça os conceitos básicos da higiene bucal e carregue a importância de cuidar da boca para o resto da vida.




Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP)




VEGETARIANISMO INFANTIL SEM RISCOS



Segundo especialista da Superbom, exclusão da carne só causa problemas se a substituição não for feita de maneira adequada


É notável o crescimento de pessoas que excluem a carne e até ingredientes de origem animal do cardápio. Apesar disso, muitos pais que seguem essa vertente ficam em dúvida se devem estimular seus filhos a fazerem o mesmo, com receio de trazer algum distúrbio ou deficiência nutricional para os pequenos. “Porém, na verdade, essa troca só causa problemas se a substituição não for feita de maneira adequada”, afirma Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis.

Antes de tudo, é importante citar que a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) classifica quatro tipos de dieta vegetariana: ovolactovegetariana (sem carne, mas com ovos, leite e derivados); lactovegetariana: (sem carne e ovos, mas com leite e derivados); ovovegetariana (sem carne, leite e derivados, mas com ovos) ou vegetariana estrita (sem carne, leite e ovos).

Para todas essas classificações, é essencial que os pais busquem orientação de profissionais da área da nutrição e acompanhem a substituição desses alimentos com a ajuda necessária para não terem maiores preocupações. “Para uma alimentação saudável, não basta apenas praticar o vegetarianismo, uma vez que o cardápio deve também ser balanceado e suprido de maneira consciente e segura”, esclarece a profissional. De acordo com ela, quando isso acontece, o pequeno vai crescer com menor propensão a devolver doenças cardíacas, diabetes, câncer, sobrepeso, obesidade e problemas gastrointestinais.

“Esses benefícios se dão por que a alimentação vegetariana equilibrada proporciona menor ingestão de colesterol, gorduras saturadas e um maior consumo de fibras e antioxidantes na comparação com a dieta onívora”, pontua a especialista. 

Na oferta diária de comida, o ideal é que o pequeno receba alimentos variados, saudáveis, balanceados e coloridos, o que reduz as chances de desenvolvimento de deficiências. “É preciso priorizar os vegetais verde escuros como couve, espinafre e rúcula e as leguminosas, em que podemos citar os feijões, ervilha e a lentilha. São alimentos que suprem a necessidade de ferro, cálcio e zinco, que estão presentes nas opções de origem animal”, orienta. Além disso, para que esses nutrientes, especialmente o ferro, tenham melhor absorção pelo organismo, a orientação é sempre associá-los com fontes de vitamina C. “Então a laranja, limão, tangerina e morango são fundamentais”, complementa a nutricionista.


Proteínas vegetais

Já sobre as fontes de proteína vegetal, destacam-se cogumelos, soja, grão de bico, ervilha, lentilha e os laticínios (para a criança que não é vegetariana estrita). “Com 100 gramas de cogumelos prontos, por exemplo, é possível substituir as proteínas existentes em 100 gramas de carne vermelha. Já uma xícara de chá de soja cozida contém cerca de 25g de proteína, a mesma quantidade de um filé pequeno de frango grelhado”, compara a consultora da Superbom. 


Vitamina B12

A vitamina B12 está presente em todos os alimentos de origem animal, sendo praticamente ausente em alimentos vegetais. “É preciso procurar uma orientação médica para que seja avaliada a necessidade de uma correta suplementação. Esse acompanhamento é fundamental para evitar eventuais deficiências nutricionais”.


Dicas

Por fim, para que a alimentação dos filhos ocorra da melhor forma, Cyntia elencou algumas dicas para serem colocadas em prática pelos pais. “Varie os tipos de preparação dos alimentos, prefira sempre os vegetais e frutas da época, tenha muita atenção na leitura dos rótulos e mantenha uma hidratação adequada por meio da ingestão de água e sucos integrais. Nade de refrigerante”, conclui.




Superbom




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