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sábado, 9 de setembro de 2017

Cabelos fracos, quebradiços e com queda? A solução pode estar no cardápio



Os nutrientes certos garantem a saúde dos fios e ainda realçam sua beleza de dentro para fora


O uso continuo de químicas, como escova progressiva, relaxamento e tinturas ou procedimentos que exigem secador e chapinha, podem danificar o cabelo e comprometer a saúde dos folículos capilares, causando quebras, enfraquecimento e, até mesmo, a queda dos fios. Mas, além desses, outros fatores também podem influenciar no aspecto dos cabelos, como períodos de estresse, alterações hormonais e dietas restritivas. Para driblar essa situação não basta recorrer apenas ao salão de beleza, pois o problema pode ser de dentro para fora, causado por alguma deficiência nutricional.

Os cuidados que promovem o crescimento e garantem força e brilho aos cabelos vão muito além dos cosméticos tradicionais vendidos em perfumarias. É claro que eles ajudam, mas a base para evitar cabelos fragilizados está na dieta. Certos alimentos fornecem os nutrientes necessários para a preservação capilar. Alguns podem ser aplicados diretamente nos cabelos, mas a maioria deve ser consumida regularmente para assegurar os melhores resultados.

Beleza começa na mesa

Como diz o ditado: os cabelos são a moldura do rosto e essa é uma das premissas de muitas pessoas. Os fios – ou a falta deles – afetam a autoestima de homens e mulheres, mas não basta investir em um bom shampoo e condicionador para mantê-los bonitos, pois, assim como o restante do corpo, eles também precisam de diversos nutrientes para serem fortes e saudáveis, e esses só podem ser adquiridos através de um cardápio balanceado, que contenha vitaminas, minerais e proteínas adequados. Se você costuma lavar, hidratar e cortar o cabelo de forma regular, mas mesmo assim ele apresenta um aspecto fragilizado, com danos e quebras, é hora de prestar atenção à dieta.

A alimentação reflete diretamente no corpo, tanto de maneira positiva quanto negativa, tudo depende do que compõe nosso prato, por isso, manter uma dieta equilibrada é essencial, não apenas para a saúde interna do organismo, como também para a boa aparência física. As necessidades nutricionais da pele, unhas e cabelos são supridas através das propriedades dos alimentos, e, se isso não acontece, surgem as deficiências. É aí que os sinais começam a ser visíveis, como quebra de unhas e fios, ressecamento, dificuldade de crescimento, entre outros. Para prevenir e combater esses distúrbios estéticos, que além de prejudicar a saúde ainda diminuem a autoestima, é necessário mudar os hábitos alimentares e investir em um cardápio estratégico.

Nutrientes que fazem toda a diferença

De acordo com o nutricionista William Reis, uma alimentação balanceada é fundamental para suprir a demanda de nutrientes que o organismo necessita para funcionar bem e garantir a eliminação de toxinas prejudiciais: “Especialmente quando falamos da saúde dos cabelos, pois determinados ingredientes fornecem a matéria prima para construção dos fios. E vale ressaltar ainda que é necessário adotar uma dieta equilibrada, que contemple vários grupos nutricionais, afinal nenhum alimento isolado é capaz de fornecer sozinho tudo o que o corpo precisa”. O profissional da Nature Center explica que para que a síntese do alimentos resulte em benefícios direcionados ao cabelo, é importante que o organismo disponha da combinação certa:

Vitaminas do Complexo B

Essas vitaminas estão entre as mais importantes para manutenção da saúde em geral. Consideradas essenciais porque o organismo não é capaz de produzi-las, portanto, seu aporte precisa ser feito por meio da alimentação. Elas são responsáveis por regular o metabolismo celular e estão relacionadas diretamente ao fortalecimento dos folículos capilares, por isso, a sua deficiência desses nutrientes no organismo está relacionada à queda de cabelo. De acordo com o nutricionista quando se trata de saúde capilar podemos destacar a B5, conhecida também como Pantenol, que atua na saúde do couro cabeludo, e a B7 ou Biotina, que é fundamental para a produção de queratina, um dos principais elementos que compõe os fios. Essas vitaminas estão presentes em alimentos como: abacate, banana, batata, cereais integrais, fígado, peixes, brócolis leite e ovos;

Vitamina C

Conhecida também como ácido ascórbico, além de fazer parte do grupo de nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo, ainda é altamente benéfica à saúde das madeixas. Isso porque suas propriedades antioxidantes protegem o cabelo das agressões diárias, como poluição, fumaça de cigarro, cloro e radiação solar, que induzem o organismo a produzir mais radicais livres - moléculas que oxidam e danificam a estrutura células, prejudicando a fibra capilar. Além disso a vitamina também diminui o pH das madeixas e faz com que as cutículas se fechem, conferindo brilho e evitando os temidos frizz.

De acordo com Reis isso também faz com que os cabelos fiquem mais resistentes à processos químicos, podendo receber colorações e alisamentos e segurando o efeito desses procedimentos por mais tempo, já que o nutriente combate o desgaste da fibra capilar. O ácido ainda previne descamação e caspa e remove os resíduos de shampoo que ficam nos fios. O nutriente pe encontrado em boa quantidade em frutas como laranja, limão, morango, maracujá e abacaxi, verduras em geral, salsa, tomate, entre outras.

Vitamina A

Essa vitamina exerce diversas funções no organismo, e dentre elas está a manutenção da saúde da pele e cabelos. Conhecida também como Retinol, ela é responsável pela produção de tecidos e está diretamente relacionada ao crescimento dos fios. Ela também regula a produção sebácea, que influencia na oleosidade do cabelo e também na sua elasticidade. “A vitamina é capaz de restaurar a hidratação do cabelo, formando um revestimento protetor nas camadas dos fios que retém a umidade. Sua ação antioxidante também combate o envelhecimento precoce dos fios e promove um aspecto mais saudável, macio e brilhoso. Quando o organismo não possui a quantidade suficiente dessa vitamina o cabelo começa a ficar fraco e quebradiço, o que pode retardar seu crescimento” – explica o nutricionista.

 A vitamina A pode ser encontrada em alimentos de origem vegetal como acelga, espinafre, brócolis, ou frutas como o abacate, caju, mamão e melão e também em legumes de coloração alaranjada como a abóbora e a cenoura, ou alimentos de origem animal como leite integral e fígado.

Sais Minerais

Segundo o especialista, entre os minerais que que trabalham para a manutenção da fibra capilar podemos destacar o zinco, o cálcio e o magnésio. O primeiro participa da síntese de proteínas e estimula a multiplicação das células contribuindo para o crescimento e fortalecimento dos cabelos. Além, o mineral também é capaz de reduzir a oleosidade do couro cabeludo. Entre as principais fontes estão todos os tipos de carne, arroz, nozes e castanhas, sementes de abobora, aveia e feijão. O cálcio, ao contrário do que o senso comum acredita, não fortalece apenas os ossos, a baixa quantidade do mineral no organismo faz com que o cabelo fique frágil e quebradiço. Além do leite, boas fontes de cálcio são o tofu, brócolis aveia, sardinha e salmão. Já o magnésio é essencial para formação de proteínas que formam os fios. Ele pode ser encontrado em frutas como carambola, melão, abacaxi, nozes e frutos do mar.

Hidratação

Boa parte das pessoas, especialmente mulheres, sabem que a desidratação é uma das maiores inimigas dos fios, por isso, seja no lar ou no salão, elas sempre investem em produtos com agentes hidratantes, no entanto, a maioria se esquece de que a ingestão de líquidos é indispensável e primordial nesse processo. Além disso, boa parte das vitaminas são classificadas como hidrossolúveis – ou seja, necessitam de água para que o corpo seja capaz de absorvê-las, portanto, caprichar no consumo de água, chás e outros líquidos é fundamental para que essas vitaminas sejam digeridas pelo organismo e cheguem à corrente sanguínea.

Pílulas da beleza

Adotar uma alimentação balanceada, com ingredientes saudáveis e naturais nem sempre é fácil e a maior desculpa para o descompasso alimentar é a falta de tempo. Por muitas vezes um cardápio equilibrado demanda certos esforços que não se encaixam na correria do dia a dia e por isso a dieta acaba sendo negligenciada. Para preencher essa lacuna, umas das maiores apostas da indústria cosmética atualmente são os complexos vitamínicos e pílulas: os nutricosméticos, que prometem melhorar aspectos estéticos através da suplementação de nutrientes, entre outros benefícios.

Como essas capsulas melhoram a aparência

Segundo Reis estes produtos visam suprir carências nutricionais que impactam diretamente na aparência física, como queda ou quebra dos fios, ressecamento ou dificuldades de crescimento, que podem ser decorrentes de uma dieta pobre em vitaminas e outros nutrientes. “Esses produtos trazem a proposta de repor vitaminas e sais minerais em uma única capsula, eles são indicados quando o paciente não consegue suprir todos os nutrientes essenciais através da alimentação, o que gera uma carência nutricional e resulta em uma série de problemas. Alguns medicamentos também podem prejudicar a absorção das vitaminas e minerais e desencadear deficiências, além do alto consumo de alimentos industrializados que já perderam quase todos os nutrientes ou os maus hábitos como fumo e situações de estresse frequentes”.

O nutricionista explica que se a causa da fragilidade dos fios for uma consequência da carência nutricional, os tratamentos com cosméticos se tornam ineficazes “Nesses casos optar por uma alimentação adequada regular alinhada à suplementação de nutrientes com nutricosméticos é uma boa opção, pois eles conseguem agir e tratar as causas do problema, regulando as funções comprometidas pela falta de vitaminas”. Eles podem ser grandes aliados não só da beleza, mas da saúde de todo o corpo, gerando resultados mais rápidos que os produtos convencionais e mais duradouros por auxiliar na nutrição do organismo. Mas vale lembrar que, apesar da ingestão de vitaminas ser altamente benéfica, o uso de suplementos deve ser acompanhado por um profissional de saúde, capaz de avaliar sua dieta e identificar quais nutrientes devem ser supridos, especialmente para gestantes, crianças e idosos.





Fonte: Nature Center





13 de Setembro – Com desempenho positivo, mercado comemora Dia Nacional da Cachaça



Disseminação de estratégias para elevar a qualidade do produto, recente entrada no Simples Nacional e proteção plena de propriedade pelo governo abrem as portas no mercado e criam expectativas para 2018



O mercado cachaceiro comemora o próximo 13 de Setembro, Dia Nacional da Cachaça, com um brinde especial. Isso porque, acontecimentos positivos neste ano vêm fazendo uma espécie de berço de benesses, que surtirá efeitos para o setor em 2018.

Antes uma bebida estigmatizada, agora, a “menina dos olhos” teve uma reviravolta em seus 500 anos de história e vêm conquistando sua devida importância no mercado nacional e internacional.

Tudo começou com os esforços dos produtores para diversificarem a produção, adotando estratégias para elevá-la à categoria premium no setor de destilados. Uma resposta direta a tendência do consumo de bebidas consideradas nobres. Com tantos aromas, qualidade, tradição e sofisticação, o ouro brasileiro não poderia mais ficar de lado na preferência dos consumidores.

Neste passo, novidades chegaram. O anúncio da entrada da Cachaça no Simples Nacional em 2018 reduzirá a carga tributária, o que deverá impactar os custos das empresas e, com isso, possibilitará a realização de investimentos, principalmente, em qualidade por parte dos produtores.

Na onda positiva, uma notícia que antes só habitava os melhores sonhos dos produtores também virou realidade. Um tão esperado e batalhado acordo bilateral foi firmado entre Brasil e México, dando proteção plena de propriedade e qualidade na comercialização nos dois países.  A partir de então, toda bebida vendida no Brasil com o nome de Tequila será de fabricação mexicana, assim como toda Cachaça vendida no mercado mexicano deverá ter sido fabricada em território brasileiro.

“Economicamente, esse ano está complicado por conta da gestão do país em todas as esferas, municipal, estadual e, principalmente, federal. Por conta disso, a postura do consumidor é muito defensiva, porque o cenário inspira cuidados. Mas, o setor tem conquistas importantes, inclusive, com as confrarias que estão surgindo, a melhoria do conhecimento sobre o produto e a redução do imposto. Acreditamos que isso vai nos ajudar nos anos seguintes. Estamos plantando sementes boas nesse ano”, afirma o presidente da Confraria Paulista da Cachaça, Alexandre Bertin.

A cachaça é hoje a segunda bebida alcoólica mais consumida no mercado interno. Perde apenas para a cerveja, que é fermentada. Reconhecida como tipicamente brasileira, se tornou aposta do setor de destilados. Com todo esse potencial, produzir cachaça ou aguardente, principalmente de maneira artesanal, é uma maneira de investir num negócio com grandes possibilidades de crescimento.

Já têm muitos produtores e futuros investidores de olho neste setor. De acordo com o Instituto Brasileiro da Cachaça – IBRAC, são 40 mil produtores e 4 mil marcas de cachaça no mercado nacional alocadas, principalmente, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Paraíba.

O mercado para aguardente engarrafada se divide nos segmentos populares e premium. O maior consumo de cachaça encontra-se nas classes C e D, referindo-se às aguardentes produzidas nas grandes empresas, que comercializam a bebida em embalagens e preços populares. No entanto, é cada vez mais forte o crescimento de marcas de cachaça de alambique de qualidade no mercado.

Para os especialistas, o aumento do poder de compra impulsionado pelo Plano Real, fez com que parte dos consumidores das classes C e D migrassem para outros destilados e cachaças de preço mais elevado, como as artesanais. Adicionalmente, existe uma tendência nas classes A e B do consumo de cachaças de qualidade, especialmente as de embalagens sofisticadas.

Com o objetivo de atingir nichos de mercado, muitas empresas, especialmente os produtores de cachaça de alambique, desenvolvem produtos diferenciados, que têm contribuído para melhorar a imagem e expandir o mercado. As novas “roupagens” abandonaram a aparência pitoresca e agora apresentam projetos mais elaborados, em estilos artesanais ou sofisticados.

O envelhecimento da bebida é uma prática que agrega cores, sabores e aromas diferenciados. São utilizados barris de madeiras nativas, que possibilitam a modulação e caracterização da Cachaça envelhecida, permitem elaboração de blends de duas ou mais espécies e aumentam a complexidade aromática da bebida. O uso de madeiras nacionais e seus blends dão originalidade à Cachaça com atributos de sabores únicos e reconhecíveis.

Além do Carvalho, que é importado, as principais madeiras brasileiras que envelhecem Cachaça são: Amendoim, Jequitibá, Araruva, Cabreúva ou Bálsamo, Jequitibá Rosa, Cerejeira ou Amburana, Grápia, Ipê-roxo, Castanheira, entre outras. Algumas delas são consideradas ideais para a fabricação de tonéis de armazenamento, pois conferem pouca coloração e interação com a Cachaça, outras aportam cores mais intensas e aromas facilmente reconhecíveis e são consideradas ideais para fabricação de barris de envelhecimento.





Confraria Paulista da Cachaça






Saiba quando procurar atendimento em Pronto-Socorro ou em consultório médico



Especialista explica as principais diferenças entre emergência e urgência e os quadros de saúde que devem ser avaliados e acompanhados em consultório  


Procurar o Pronto-Socorro (PS) de um hospital quando há algum sinal de que a saúde não está bem se tornou um hábito bastante comum entre os brasileiros. O PS é destinado, prioritariamente, a situações com risco iminente de morte ou quando é necessário manter as funções vitais de uma pessoa. No entanto, a grande maioria dos atendimentos realizados em um Pronto-Socorro é de casos com indicação ambulatorial, ou seja, para atendimento em consultório, com um clínico geral ou especialista. Nos PSs das unidades do Americas Serviços Médicos – grupo médico-hospitalar que reúne hospitais de referência no país –, apenas 15% das situações atendidas (cerca de 30 mil consultas) são de emergência ou urgência.

O médico Cesar Lima, coordenador da emergência do Hospital Samaritano (Botafogo) – que integra o Americas Serviços Médicos –, explica que o Pronto-Socorro é destinado a situações de emergência, quando uma pessoa necessita de atendimento imediato, em razão do risco iminente de morte. “Pacientes em situações críticas, com infarto agudo do miocárdio, sinais de acidente vascular cerebral ou ferimentos graves, como os provocados por armas de fogo, precisam de suporte médico logo que passam pela porta de entrada de um Pronto-Socorro”, destaca.

Por outro lado, a urgência é caracterizada por casos que necessitam de atendimento rápido, que não colocam, necessariamente, a vida de uma pessoa em risco imediato, mas podem levar a um problema de saúde em curto ou médio prazo, como dengue, sarampo, febre, dores de repetição ou alergias, entre outros. “Ainda assim, se o paciente está inseguro quanto aos sintomas, o melhor a fazer é procurar um Pronto-Socorro para receber a orientação adequada e, se for o caso, receber encaminhamento para um especialista em consultório, com hora marcada”, diz o médico.

Doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm indicação para atendimento e acompanhamento em consultório. Nele, também são igualmente importantes as consultas anuais, de rotina, a fim de identificar e prevenir doenças como o câncer de próstata (nos homens, a partir de 40 anos) e o câncer de mama (nas mulheres).






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