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sexta-feira, 10 de março de 2017

São Paulo é a 5ª cidade mais congestionada do Brasil




Em sua 7ª edição, o TomTom Traffic Index traz o ranking das cidades onde os motoristas passam mais tempo no trânsito


TomTom divulgou os resultados do TomTom Traffic Index 2016, relatório anual com informações detalhadas sobre as cidades com os maiores congestionamentos de trânsito do mundo. Embora o motorista paulistano seja diariamente castigado pelos engarrafamentos, a cidade de São Paulo está na quinta posição na classificação Brasil, subindo apenas 1% no tempo em congestionamentos, em relação à medição de 2015.

A má notícia, no entanto, se deu aos motoristas do Rio de Janeiro, pois a cidade revelou-se a mais congestionada do Brasil, seguida de três capitais nordestinas - Salvador (40%), Recife (37%) e Fortaleza (35%). O carioca pode preparar-se para passar em média 47% mais tempo parados no trânsito, a qualquer hora do dia.
  
Em São Paulo, o motorista fica, em média, 30% mais tempo parado no trânsito e 53% a mais nos períodos de pico no fim do dia, em comparação a uma situação de fluxo livre, ou sem congestionamentos. São cerca de 30 minutos por dia de tempo extra em engarrafamentos, o que totaliza 108 horas no trânsito por ano.

As próximas cidades brasileiras que figuram o ranking são Belo Horizonte (27%), Porto Alegre (25%) e Brasília (20%).

Utilizando dados de 2016, o TomTom Traffic Index avalia a situação do congestionamento de trânsito em 390 cidades de 48 países em 6 continentes – de Roma ao Rio de Janeiro, de Cingapura a São Francisco. A TomTom trabalha com 14 trilhões de pontos de dados, acumulados durante nove anos. Este é o sexto ano de existência do TomTom Traffic Index.

Globalmente, o Congestionamento Aumentou

Avaliando os dados históricos da TomTom, torna-se claro que o congestionamento de trânsito aumentou aproximadamente 13% no mundo desde 2008. Mas, de forma interessante, há diferenças surpreendentes entre os continentes. Enquanto os congestionamentos na América do Norte aumentaram em 17%, na Europa eles aumentaram apenas 2%. O fato pode estar relacionado ao crescimento econômico na América do Norte e à depressão econômica no restante da Europa. Os dados europeus podem ser fortemente influenciados pelos países do sul da Europa como Itália (-7%) e Espanha (-13%), onde ocorreram reduções marcantes nos congestionamentos de trânsito nos últimos oito anos.

Ralf-Peter Schaefer, vice-presidente da TomTom Traffic, declarou: ”O TomTom Traffic Index é divulgado todo ano para auxiliar os motoristas, cidades e planejadores do transporte urbano a entenderem as tendências dos congestionamentos de trânsito, porém, ainda mais importante é descobrir como melhorar a situação global do trânsito. Nós realmente queremos que todos pensem em como reduzir o tempo desperdiçado todos os dias no trânsito – e entendam que cada um de nós deve fazer a sua parte. Mesmo se apenas 5% de nós alterássemos os nossos planos de viagem, o tempo de deslocamento nas nossas principais autoestradas seria reduzido em até 30%***. Coletivamente, podemos trabalhar juntos para vencer os congestionamentos de trânsito”.

As pessoas podem descobrir mais sobre o TomTom Traffic Index e verificar qual é a classificação da sua cidade emwww.tomtom.com/trafficindex. O site também contém orientações úteis sobre como vencer os congestionamentos de trânsito e algumas análises independentes. Pela primeira vez, uma seleção de ‘Perfis de Cidades’ oferece insights sobre as medidas que as cidades estão adotando para melhorar a mobilidade.

Classificação geral das cidades mais congestionadas no Brasil em 2016 (nível diário geral de congestionamento– tempo adicional de percurso):

1
Rio de Janeiro
47%
6
Belo Horizonte
27%
2
Salvador
40%
7
Porto Alegre
25%
3
Recife
37%
8
Brasília
20%
4
Fortaleza
35%
9
Curitiba
20%
5
São Paulo
30%
10
-
-

Classificação das cidades mais congestionadas globalmente em 2016 (nível diário geral de congestionamento– tempo adicional de percurso – população acima de 800 mil habitantes):

1
Cidade do México
66%
6
Istambul
49%
2
Bangkok
61%
7
Chengdu
47%
3
Jacarta
58%
8
Rio de Janeiro
47%
4
Chongqing
52%
9
Tainan
46%
5
Bucareste
50%
10
Pequim
46%

Classificação das cidades mais congestionadas da Europa em 2016 (nível diário geral de congestionamento– tempo adicional de percurso – população acima de 800 mil pessoas):

1
Bucareste
50%
6
Roma
40%
2
Moscou
44%
7
Paris
38%
3
São Petersburgo
41%
8
Bruxelas
38%
4
Londres
40%
9
Manchester
38%
5
Marselha
40%
10
Atenas
37%

Classificação das cidades mais congestionadas da América do Norte em 2016 (nível diário geral de congestionamento– tempo adicional de percurso – população acima de 800 mil pessoas):

1
Cidade do México
66%
6
Seattle
34%
2
Los Angeles
45%
7
San Jose
32%
3
São Francisco
39%
8
Toronto
30%
4
Vancouver
39%
9
Miami
30%
5
Nova York
35%
10
Portland
29%

Classificação das cidades mais congestionadas da América do Sul em 2016 (nível diário geral de congestionamento– tempo adicional de percurso – população acima de 800 mil pessoas):

1
Rio de Janeiro
47%
6
Fortaleza
35%
2
Santiago
43%
7
São Paulo
30%
3
Buenos Aires
42%
8
Belo Horizonte
27%
4
Salvador
40%
9
Porto Alegre
25%
5
Recife
37%
10
Brasília
20%

Classificação das cidades mais congestionadas da Ásia em 2016 (nível diário geral de congestionamento– tempo adicional de percurso – população acima de 800 mil pessoas):

1
Bangkok
61%
6
Tainan
46%
2
Jacarta
58%
7
Pequim
46%
3
Chongqing
52%
8
Changsha
45%
4
Istanbul
49%
9
Guangzhou
44%
5
Chengdu
47%
10
Shenzhen
44%

O que a TomTom faz para vencer os congestionamentos?
As autoridades rodoviárias e governos locais podem usar os dados de tráfego da TomTom para administrar melhor o fluxo do trânsito durante a hora do rush. Podemos auxiliar as empresas no planejamento de horários de trabalho mais inteligentes para ajudar seus funcionários a evitar deslocamentos durante a hora do rush. E fornecemos aos motoristas informações do trânsito em tempo real e o roteamento inteligente do tráfego de que necessitam para evitar estradas congestionadas e chegar aonde querem, mais depressa.

Como a TomTom calcula o nível de congestionamento?
Explicando de forma simples, a porcentagem do Nível de Congestionamento é o tempo adicional que o motorista levará no trânsito em comparação com uma situação sem congestionamento. Para ilustrar, um nível de congestionamento geral de 36% significa que um deslocamento padrão levará 36% mais tempo do que ocorreria em condições normais do trânsito.


Além do IR2017, investidor deve ficar de olho no Tax Return nos EUA - prazo termina em 15/03



 

Além do Imposto de Renda no Brasil, que deve ser entregue até 28 de abril, os investidores brasileiros devem ficar atentos ao prazo do Tax Return nos Estados Unidos, declaração similar ao imposto de renda no Brasil, cujo prazo de entrega termina no dia 15 de março. 

“O Tax Return é cobrado conforme uma tabela progressiva, de 15% a 39%, que varia de residente para não residente, e depende da forma de tributação da empresa ou indivíduo”, explica Pedro Barreto, CEO da Ativore Global Investments, empesa que assessora investimentos globais em imóveis para renda.

Idade, estado civil e rendimentos são alguns dos pontos analisados para saber quem deve ou não fazer o Tax Return nos Estados Unidos. Investidores, que não residem no país, mas tem investimentos por lá acima de US$ 4 mil, estão dentro das regras que estabelecem fazer a referida declaração. 

Algumas receitas não são tributadas, como por exemplo: benefícios a ex-combatentes de guerra e recebimento de indenizações de seguro.

Embora o prazo para entregar o Tax Return seja 15 de março, ele pode ser prorrogado até 15 de setembro, sem prejuízo ao contribuinte. Dependendo da infração cometida ao não entregar a declaração, o IRS (Receita Federal norte-americana) aplica multas e procedimentos administrativos para penalizar a companhia ou indivíduo que não está em dia com o "leão" norte-americano.

Para entregar o Tax Return conforme as exigências do IRS, a Ativore, aconselha a contratação de um contador certificado nos Estados Unidos (CPA).







Advogados descobrem como o Comitê do Patrimônio Mundial pode exigir proteção para os corais ameaçados pelas mudanças climáticas



Um relatório elaborado por advogados da Earthjustice e Environmental Justice Australia, lançado hoje em Paris, descreve as responsabilidades legais internacionais das nações que tenham tais recifes listados como Patrimônio Mundial de adotar medidas para proteger os recifes de corais dos efeitos devastadores das mudanças climáticas.

O relatório jurídico "Patrimônio Mundial e Mudanças Climáticas: A Responsabilidade Legal dos Estados de Reduzir Contribuições para as Alterações Climáticas - Um Estudo de Caso da Grande Barreira de Corais" fornece um enquadramento a partir do qual o Comitê do Patrimônio Mundial pode chamar essas nações para agir antes que seja demasiado tarde para salvar esses ecossistemas que estão no cerne de alguns dos mais icônicos patrimônios naturais do mundo.

Baseado nas obrigações das nações sob a Convenção do Patrimônio Mundial, bem como os princípios globalmente aceitos de responsabilidade por danos ambientais, o relatório conclui que todas as nações com corais listados como Patrimônio Mundial devem minimizar as ameaças não climáticas, como poluição e pesca excessiva. As nações com emissões significativas de dióxido de carbono e capacidade substancial de cooperação econômica e técnica têm a obrigação adicional de tomar medidas sérias e efetivas para reduzir suas contribuições para as mudanças climáticas, inclusive não autorizando a construção de novas infra-estruturas de combustíveis fósseis.

"Os corais em todo o mundo estão branqueando e morrendo por causa do aquecimento do oceano e acidificação causados pelas emissões sem controle dos gases de efeito estufa. A cada ano a situação destes corais é cada vez mais terrível. Sem uma ação forte para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, muitos podem não sobreviver além de 2050", alerta Noni Austin, advogado da Earthjustice e um dos autores do relatório.  "Nossa análise jurídica conclui que, nos termos da Convenção do Patrimônio Mundial, os Estados com recifes de corais listados no Patrimônio Mundial que são também responsáveis ​​por emissões substanciais, históricas ou atuais, de gases de efeito estufa e que tenham mais capacidade financeira e técnica precisam fazer sua parte para reduzir as emissões e garantir que não será autorizado ou facilitado o desenvolvimento de novas fontes dessas emissões ou de novas infra-estruturas de extração de combustíveis fósseis".

A equipe jurídica está hoje em Paris para o lançamento deste estudo e para exortar os delegados e conselheiros do Comitê do Patrimônio Mundial a fazer um apelo aos Estados com recifes de coral listados no Patrimônio Mundial para que cumpram sua responsabilidade de proteger os recifes ameaçados pelas mudanças climáticas.  "Em 2017, o Comitê do Patrimônio Mundial tem a oportunidade e a responsabilidade de proteger os recifes de coral listados como Patrimônio Mundial, incluindo a Grande Barreira de Corais da Austrália, dos efeitos devastadores das mudanças climáticas", destaca Noni Austin. "Este relatório fornece um enquadramento para a avaliação, pelo Comitê, das obrigações jurídicas internacionais dos países com recifes de corais listados como Patrimônio Mundial".


O caso da Grande Barreira de Corais da Austrália

"A Austrália é custodiante da Grande Barreira de Corais e tem a responsabilidade primária sob a Convenção do Patrimônio Mundial de proteger e conservar o Recife. Mas o que nossa análise mostra é que a Austrália está deixando de cumprir sua obrigação, sob a Convenção do Patrimônio Mundial, de proteger a Grande Barreira de Coral dos impactos das alterações climáticas”, explica Ariane Wilkinson, advogada do escritório de advocacia sem fins lucrativos Environmental Justice Austrália.  “À luz dos recursos da Austrália, de sua capacidade de agir e das altas emissões de gases de efeito estufa per capita, o país deve tomar duas medidas urgentes para proteger o Recife e cumprir suas obrigações sob a Convenção do Patrimônio Mundial: reduzir suas atuais emissões de gases de efeito estufa e cessar a construção de novas infra-estruturas de extração de combustíveis fósseis que bloquearão décadas de emissões de gases de efeito estufa. A Austrália está falhando vergonhosamente em ambas. Em vez de cumprir sua obrigação de proteger a Grande Barreira de Corais de futuros eventos devastadores de branqueamento de corais, a Austrália está deixando de fazer sua parte justa para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, e é improvável que consiga cumprir seus compromissos sob o Acordo de Paris.  Além disso, a Austrália está permitindo o desenvolvimento de novas minas de carvão que contribuirão substancialmente para as alterações climáticas e para a deterioração da Grande Barreira de Corais. Isto é nada menos do que negligencia, dada sua obrigação de proteger este Patrimônio Mundial inestimável", conclui.

"Na Grande Barreira de Corais da Austrália, impressionantes 22% de corais morreram em 2016 – a maior morte de coras já registrada na  história. Em alguns recifes do norte, quase a totalidade dos corais já morreu. Esta é uma tragédia internacional para nosso Patrimônio Mundial comum", lembra Noni Austin, da Earthjustice.  “Nos últimos anos, o efeito das mudanças climáticas sobre os corais tornou-se assustadoramente evidente. As elevadas temperaturas oceânicas provocaram grandes eventos de branqueamento de corais em todo o mundo, desde o Papahānaumokuākea Marine National Monument dos Estados Unidos até as lagunas francesas da Nova Caledônia, o Atol Aldabra das Ilhas Seychelles e a Área Protegida das Ilhas Phoenix em Kiribati”, completa.





Sobre Earthjustice e Environmental Justice Australia
A Earthjustice é a maior organização jurídica ambiental sem fins lucrativos dos Estados Unidos. Ele usa o poder da lei e a força da parceria para proteger a saúde das pessoas, preservar lugares magníficos e a vida selvagem, promover as energias limpas e combater as mudanças climáticas.
Environmental Justice Australiaé uma organização  jurídica sem fins lucrativos, dedicada à justiça para as pessoas e o planeta. Ela usa a lei para proteger a natureza e defender os direitos das comunidades a um ambiente saudável.




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