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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O QUE NÃO PODE FALTAR NA SUA BOLSA NESTE CARNAVAL?



CAMISINHA!

Atitude é se cuidar! Prevenção é essencial para as mulheres na hora que pintar o clima 


Empoderadas, cada vez mais livres e conscientes sobre sua sexualidade, as mulheres estão prontas para decidir sobre seus corpos e seus desejos. E também levam a sério a atitude de se cuidar. Assim, se pintar um clima durante o Carnaval – ou qualquer outro momento - um acessório muito importante entra em cena: a camisinha! Tê-la na bolsa ou na nécessaire é fundamental para garantir o prazer com total responsabilidade e segurança.

Apesar do estigma de que camisinha é coisa de homem, cada vez mais a prática mostra que as mulheres têm total responsabilidade sobre suas escolhas. E, com o aumento da participação delas no carnaval – em especial o de rua – a fabricante de camisinhas Blowtex reforça seu conceito: “Atitude é sexy” e aposta no apelo “atitude é se cuidar”, focado, especialmente no público feminino.

Para facilitar a escolha de qual camisinha utilizar para não fazer feio com o parceiro, uma lista contendo sugestões no capricho. Afinal de contas, a camisinha é masculina, mas faz toda a diferença na hora “H” para elas...



 




Blowtex







Sete dicas da Kaspersky Lab para aproveitar o Carnaval com segurança



O Carnaval é um feriado no qual muitos estão buscando cair na folia e fugir da rotina. É um período que deve ser aproveitado com família e amigos, mas que merece atenção quanto aos riscos que podem surgir e que deixam muitas vezes, sem perceber, portas abertas para os cibercriminosos.



Ser vítima de um golpe, infecção por malware, fraude bancária ou qualquer outro tipo de ataque cibernético é um problema, mas a gravidade aumenta quando estamos viajando e não temos recursos tradicionais para resolver esses tipos de ameaças.

"Os cibercriminosos sabem que, durante este período, a alta dos preços faz com que as pessoas busquem por mais promoções, aumentando a possibilidade de sucesso nos golpes. Este é um cenário ideal não só para a fraude, mas também para usuários perceberem que foram vítimas de fraude cibernética", diz Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab.

A fim de ajudar os usuários a aproveitar o feriado sem grandes preocupações, a Kaspersky Lab levantou sete dicas que vão ajudar a família e amigos a pular o Carnaval em segurança:


1. Tenha cuidado com e-mails de phishing. Esses ataques enganam os usuários ao prometer milhas para viagens e prêmios. O recomendado é que se confirme promoções e prêmios recebidos por e-mail com a entidade ou empresa mencionada para verificar sua autenticidade.


2. Ao fazer reservas para o Carnaval, utilize um cartão de crédito ao invés de débito. Muitos cartões de crédito têm, embutido no sistema, uma proteção contra a fraude que reembolsa seu dinheiro caso isso aconteça.


3.Não acessar contas pessoais (bancários, e-mail, redes sociais) por meio de dispositivos públicos. Aeroportos, hotéis, cafés e outros locais públicos geralmente oferecem acesso a computadores e dispositivos móveis gratuitamente. Tenha cuidado ao se conectar, pois esses dispositivos podem ter programas de spyware instalados, que monitoram e gravam o que foi digitado nas teclas, podendo comprometer informações financeiras e pessoais.

4. Evite fazer check-in em redes sociais como o Facebook ou enviar fotos para Instagram quando estiver aproveitando o Carnaval. Estas ações podem alertar os criminosos que você não está em casa.


5. Configure uma Rede Privada Virtual (VPN) e a utilize para se conectar a uma rede Wi-Fi, assim protegendo as informações transmitidas a partir do seu dispositivo.  


6. Quando tiver a intenção de usar uma rede pública Wi-Fi, verifique o nome da rede e a senha com um funcionário do estabelecimento. Lembre-se que os cibercriminosos criam conexões Wi-Fi públicas fraudulentas semelhantes com nomes similares ao do local, oferecendo conexão wireless gratuita.


7. Ao usar uma rede Wi-Fi pública, não faça login em páginas da web que podem colocar a suas informações e identidade em risco; como Facebook, Twitter, instituições financeiras, etc.

Não podemos deixar de tomar medidas cautelosas para proteger nossas informações, bem como nossos telefones, PCs e tablets contra roubo, pirataria ou perda”, completa Marques.









Você sabe como funciona o radar que fiscaliza a velocidade?



Ciência em Show explica os tipos de aparelhos usados para medir velocidade e afirma que é impossível "enganar" esses equipamentos"


O Brasil é o quarto país com mais mortes no trânsito na América Latina, atrás apenas de Belize, República Dominicana e Venezuela, segundo o último relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde). Por aqui, a taxa de morte é de 23,4 para cada 100 mil habitantes. A imprudência de motoristas, como o desrespeito aos limites de velocidade da via, é uma das causas de acidentes. Para fiscalizar isso, são usados equipamentos para detecção de velocidade, os populares “radares”.

Mas, para entender melhor o tema, primeiro, é necessário compreender o que é um radar.
RADAR é uma sigla em inglês Radio Detection and Ranging que pode ser traduzida por “detecção e localização por rádio”.

“Essa tecnologia aproveita um fenômeno muito conhecido pelos físicos chamado Efeito  Doopler. Nele, uma onda de rádio muda sua frequência quando reflete em um objeto que está em movimento. Como a intensidade dessa mudança depende da velocidade, o equipamento consegue calcular a velocidade do veículo em tempo real” explica Gerson.

Assim, dos quatro tipos principais de tecnologias usadas para detecção de velocidade, o radar é a primeira delas. E você vai ver que, apesar de usarmos a palavra “radar” como sinônimo de “equipamento de medição de velocidade de automóveis”, as outras três não são radares propriamente ditos.


 Outros tipos de equipamentos

Além do radar, existem outros tipos de equipamentos fiscalizadores da velocidade dos automóveis. O mais comum deles é o conhecido pardal, que não é um radar. “Sensores instalados no asfalto detectam a passagem do automóvel. Eles conseguem identificar quanto tempo o carro leva para acionar o primeiro e depois, o segundo sensor. Como eles estão instalados a uma distância conhecida um do outro, com uma matemática simples, o equipamento calcula a velocidade afinal, como se  aprende na escola, velocidade  é a distância dividida pelo tempo. Bingo!” diz Daniel Ângelo.


Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), existe uma tolerância de sete quilômetros por hora acima do limite de velocidade máxima da via para que qualquer possibilidade de equívoco em relação à medida seja descartada.

Outro tipo de equipamento depende de dois aparelhos posicionados de um lado e de outro da pista. O primeiro emite um feixe de micro-ondas e o outro recebe e faz a leitura desse feixe. Quando um carro passa pela pista, ele interrompe as micro-ondas e o equipamento calcula, pelo tempo de interrupção, qual a velocidade do automóvel.

Por fim, o mais moderno deles utiliza laser para detectar a velocidade. “Um raio de luz laser é emitido, bate no automóvel e volta para o aparelho. Em seguida, após uma fração de segundo, outro raio é emitido, reflete novamente no carro e volta para o aparelho. A diferença entre esses raios refletidos é usada para calcular a distância e a velocidade do automóvel. Esse é o detector de velocidade mais moderno em uso no Brasil e também é o que tem maior alcance, podendo detectar a velocidade de um automóvel a até 2,5 km de distância com grande precisão” afirma Daniel.


Limites
Segundo Wil, é impossível enganar os detectores de velocidade. “Tem gente que acha que, se  dirigir a altíssima velocidade, o equipamento não consegue fazer a leitura, mas isso é lenda. Todas as tecnologias usam sensores elétricos ou ondas eletromagnéticas para detecção, que é instantânea. O ideal é respeitar os limites de velocidade para evitar multas e, o mais importante, acidentes” finaliza Wil.




Ciência em Show  - www.cienciaemshow.com.br





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