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As férias escolares são um período de descanso para
as crianças, mas também representam uma ótima oportunidade para as famílias
cuidarem da saúde. Aproveitar esse tempo para atualizar a caderneta de
vacinação é uma medida simples e fundamental para garantir que os pequenos
estejam com a imunização em dia antes do retorno às aulas. Colocar as doses
pendentes em dia e reforços necessários ajuda a proteger as crianças justamente
quando elas voltam a conviver mais de perto com os amiguinhos.
“Ao retornar para a sala de aula, a criança passa a
ter maior exposição a vírus e bactérias, seja pelo contato direto com outras
crianças ou pelo uso de objetos compartilhados. Quando a vacinação não está
atualizada, o risco aumenta, especialmente diante da circulação de doenças como
gripe, dengue, varicela, rubéola e a meningite meningocócica, que é uma das mais
preocupantes na infância”, alerta o Dr. Fábio Argenta, sócio-fundador e diretor
médico da Saúde Livre Vacinas, rede especialista em imunização.
Esse cuidado ganha ainda mais relevância diante dos
alertas recentes de autoridades de saúde. A Organização Pan-Americana da Saúde
(Opas) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) indicaram que a temporada de
gripe nas Américas pode começar mais cedo em 2026 e apresentar maior impacto,
em razão do aumento da circulação global do vírus influenza. Além disso, no Brasil,
foi confirmada a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em
amostras analisadas no estado do Pará, conforme o Informe de Vigilância das
Síndromes Gripais divulgado em dezembro de 2025.
“A vacinação infantil é essencial para conter a propagação
de doenças. Ela cria verdadeiras barreiras de proteção, impedindo que vírus,
bactérias e outros agentes se espalhem, além de reduzir o risco de quadros
graves. Trata-se de uma forma de proteção segura e eficaz”, completa o Dr.
Argenta.
Além do papel fundamental das famílias, as escolas
também exercem uma função estratégica na promoção da saúde. Como espaços em que
as crianças passam grande parte do dia, as instituições de ensino podem atuar
no fortalecimento da ciência, no combate à desinformação e no apoio às
campanhas de vacinação.
“Ações como palestras com profissionais de saúde,
atualização de murais informativos, distribuição de materiais educativos e
esclarecimento sobre a importância das vacinas e seu funcionamento no organismo
ajudam a transformar o ambiente escolar em um aliado confiável na prevenção de
doenças, promovendo benefícios tanto para a saúde individual quanto coletiva”,
conclui o diretor médico da Saúde Livre Vacinas.

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