Startups estão protagonizando com propostas de ESG e produtos para reduzir impactos ambientais
O Dia da Terra é
celebrado todos os anos no dia 22 de abril e tem como finalidade criar uma
consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade
e outras preocupações ambientais. Algumas startups já nasceram com propostas
focadas em ESG e novos hábitos, como estimular o abandono de produtos químicos
para a limpeza dos lares, investir em energia solar e até substituir o uso de
veículos com motores a combustão por elétricos.
As pessoas estão cada
vez mais conscientes sobre seus impactos na natureza e, de acordo com o último
levantamento do Instituto Akatu, em parceria com a GlobeScan, 86% dos
brasileiros desejam reduzir seu impacto individual sobre o meio ambiente e a
natureza.
Outro dado que demonstra
a preocupação é que, apesar de as hidrelétricas serem a principal fonte de
energia do Brasil, a energia solar vem ganhando cada vez mais espaço nos
domicílios por ser uma alternativa sustentável e com um custo-benefício mais
interessante. No ano passado, o serviço de instalação de energia solar
fotovoltaica aumentou 430% em comparação com 2020, segundo levantamento do
GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços do país.
Pensando em benefícios
sociais e ambientais, a energia solar é uma ferramenta para combater às
mudanças climáticas, a desigualdade ao acesso à energia elétrica e gerar
empregos de qualidade. Nesse sentido, o Meu Financiamento Solar (MFS), maior
fintech de crédito para energia solar do Brasil, desempenha um papel
importante no mercado de energia renovável por democratizar o
acesso aos sistemas fotovoltaicos com linhas de crédito que possuem
condições e prazos que cabem no bolso da maioria dos brasileiros. "Para o
Meu Financiamento Solar, o principal ponto é tornar a energia solar mais
acessível a todos", afirma, Carolina Reis, diretora comercial do Meu
Financiamento Solar.
Outra possibilidade que
pode fazer a diferença no dia a dia é adotar o uso de produtos
ambientalmente responsáveis. Algumas empresas têm oferecido alternativas
mais sustentáveis, desde a produção consciente de alimentos, roupas até itens
de higiene pessoal, autocuidado e limpeza do lar, como a positiv.a, empresa do sistema B
ecologicamente responsável, que para o Dia da Terra, programou uma mega
promoção para incentivar essas trocas e para que cada vez mais pessoas deixem
de utilizar produtos que podem fazer mal à sua saúde, aos pets e ao meio
ambiente. Os descontos serão progressivos, ou seja, a cada item escolhido, mais
desconto. Escolhendo seis produtos, o desconto chega a 20% e o custo de frete
também estará reduzido.
“Todos os nossos
produtos de limpeza e autocuidado são feitos de ingredientes 100% vegetais,
veganos, biodegradáveis e hipoalergênicos, que não agredem o meio ambiente com
substâncias químicas e tóxicas. Além disso, nos preocupamos em reduzir ao
máximo a utilização de plástico, por isso, a maioria dos artigos à venda
possuem embalagem zero plástico, enquanto outros utilizam plástico reciclado,
como o tubo da pasta de dente e todos os frascos dos nossos produtos líquidos
de limpeza”, complementa Marcella Zambardino, Chief Impact Office da positiv.a.
Substituir o carro pela
bicicleta também
é uma ótima opção para a redução de CO2 na atmosfera e a E-Moving pode
ajudar nesta mudança de hábitos.
Por diferentes modelos de assinatura mensal, a startup oferece a empresas
bicicletas elétricas que podem ser compartilhadas entre colaboradores,
substituírem automóveis de promotores de venda ou mesmo ser o benefício para
mobilidade urbana oferecido pelo RH, no lugar do auxílio combustível ou vale
transporte.
No mundo pré-pandêmico
Gabriel Arcon, CEO da E-Moving, já ensaiava essa mudança de mindset na
mobilidade de colaboradores, mas não encontrou um ambiente favorável para isso.
“Em 2019, ainda quando ninguém previa o que poderia acontecer, sentimos uma
certa resistência por parte dos RHs das empresas. Naquele momento, a maioria
não enxergava a locação de bikes para funcionários como um benefício de grande
adesão”, relata.
Com a mudança brusca de
cenário, mais pessoas passaram a aderir ao uso de bicicletas. No primeiro
trimestre de 2021, o Brasil registrou cerca de 52% no aumento das vendas, em
comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados do monitoramento realizado
pela Associação Brasileira do Setor de Bicicletas. “Para 2022 este cenário é
ainda mais animador e enxergamos um enorme potencial de crescimento da E-Moving
neste ano”, comenta Arcon.
A partir de então, com o
aumento das empresas de delivery e o fortalecimento das pautas de ESG e
qualidade de vida também nas empresas, o cenário tornou-se muito mais
promissor.
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