A sensualidade não está interligada ao tamanho, por isso a moda íntima Plus
Size atinge um segmento que por muito tempo acreditou que não podia usar peças
do gênero. O momento da escolha da lingerie é sempre uma eterna dúvida para as
mulheres, em especial as que vestem manequim 44 ou mais, pois além de sexy, as
peças precisam ser confortáveis.A estilista da Vipagi Lingerie, Alessandra Chaves aponta que a base de uma escolha que traga satisfação à essa mulher, é o conhecimento sobre o próprio corpo e a consciência dos modelos que melhor se adequa a ele. “Encontrar uma peça maravilhosa, mas que não cai bem no biotipo não tem validade. Por isso é preciso refletir sobre as partes do corpo que mais gosta, quais concedem maior segurança e o que a deixa desconfortável para a partir daí começar a delinear os modelos”, orienta.
Uma dica valiosa dada pela estilista é se atentar a largura das partes responsáveis pela sustentação da lingerie, como é o caso da alças, do fecho e da lateral do sutiã. “Modelos com as costas mais largas trazem uma segurança à essa mulher e fazem o suporte necessário aos seios”. Já na hora de escolher a calcinha, o conforto precisa ser a palavra de ordem. “Peças de modelos mais largos nas laterais e na altura do quadril são um exemplo de calcinhas que se adequam bem ao corpo plus size, pois evitam que as gordurinhas laterais saltem e incomodem”, recomenda Alessandra.
Alessandra Chaves encoraja que mulheres plus size não tenham medo de ousar, pois segundo ela toda mulher merece se sentir poderosa e confiante não apenas em o momentos especiais, mas no dia-a-dia. “Rendas, estampas, modelagens provocantes e até mesmo acessórios cinta-liga podem e devem fazer parte da moda íntima plus size, o único cuidado é garantir que a peça seja do tamanho certo e te traga segurança”, defende.
Respeite seu estilo
As dicas porém valem apenas se fizerem sentido para que as veste, por isso a estilista recomenda que a mulher procure uma loja que valorizem as individualidades e não as que trazem poucas peças e peças e modelos. “Não deve ter uma padrão de lingerie, principalmente porque cada uma possui um estilo e uma ideia do que a faz se sentir bem ou não”.


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