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sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Incontinência urinária afeta 45% das mulheres acima de 40 anos de idade: causas comuns e soluções disponíveis

  Conheça as principais causas da incontinência urinária e os tratamentos que ajudam a recuperar a qualidade de vida  


A incontinência urinária é uma condição comum, mas frequentemente negligenciada e impacta, aproximadamente, 45% das mulheres com mais de 40 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Essa doença é caracterizada pela perda involuntária de urina, que pode variar desde um pequeno vazamento durante exercícios físicos até uma vontade repentina e intensa de urinar, que não pode ser controlada a tempo de ir ao banheiro. Apesar da incontinência urinária ser mais frequente em estágios mais avançados da vida, é crucial enfatizar que ela não é uma consequência inevitável da idade e pode, sim, ser evitada e tratada.  

De acordo com o Doutor Carlos Del Roy, ginecologista especializado em uroginecologia, as mulheres são mais propensas à condição devido a uma série de fatores hormonais, anatômicos e fisiológicos. “A uretra mais curta, as alterações hormonais durante a menopausa e acontecimentos como a gravidez e o parto favorecem o enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico, aumentando a probabilidade de incontinência urinária. Além disso, o envelhecimento natural, obesidade e intervenções cirúrgicas ginecológicas, como a histerectomia, também contribuem para a maior prevalência dessa condição entre as mulheres."  

Existem diferentes tipos de incontinência urinária, sendo a de esforço, a de urgência e a mista as mais comuns. A primeira ocorre com atividade física que aumenta a pressão na bexiga, como tossir, espirrar ou levantar peso, a de urgência apresenta uma forte vontade de urinar, geralmente causada por contrações involuntárias da bexiga e a mista é uma combinação das duas.

A boa notícia para as mulheres que sofrem de incontinência urinária é que existem opções de tratamento disponíveis. O Dr. Carlos Del Roy ressalta a efetividade de exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico, como os de Kegel, especialmente quando a condição de incontinência é relativamente recente.   

“Além disso, mudanças no estilo de vida, como a perda de peso, diminuição de alimentos que irritam a bexiga e o treinamento vesical, podem trazer um grande alívio”, garante o especialista. Já quando a situação se torna mais séria, podem ser usados dispositivos como pessários, medicamentos ou até mesmo realizar procedimentos cirúrgicos, mas sempre levando em consideração a gravidade do quadro

Apesar da disponibilidade de tratamentos, a prevenção é crucial; manter um peso adequado, evitar esforços físicos intensos e realizar exercícios para fortalecer a musculatura pélvica são medidas eficientes que podem ser implementadas. Além disso, parar de fumar e controlar doenças crônicas como diabetes, também auxiliam na redução do risco.

Essa condição é um tema sensível, e muitas mulheres relutam em buscar ajuda médica, o que prejudica ainda mais a qualidade de vida. No entanto, é possível não só controlar, mas também reverter os sinais e sintomas, desde que se tenha o diagnóstico correto e o tratamento apropriado. “A incontinência urinária não deve ser considerada uma característica natural do processo de envelhecimento. Buscar um profissional qualificado é a primeira etapa para restabelecer a qualidade de vida e o equilíbrio emocional", conclui o Dr. Carlos Del Roy.
  


  
Dr. Carlos Del Roy - médico especializado em ginecologia, uroginecologia e mastologia, com mais de 30 anos de atuação. Ele possui pós-graduação em ginecologia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e, atualmente, também atua como professor na Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). No momento, Carlos atua com foco no bem-estar feminino de mulheres com mais de 40 anos, e possui uma carreira dedicada à saúde da mulher, em áreas como prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças ginecológicas e mamárias. Além disso, possui experiência em uroginecologia, atendendo mulheres em questões relacionadas ao sistema urinário. Dr. Del Roy é reconhecido por sua abordagem humanizada e atualizada, participando regularmente de congressos e cursos para manter-se informado sobre as últimas inovações médicas
https://www.instagram.com/drcarlosdelroy?igsh=MTBrbHJ3bzdidTVlYg==

 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Educação e diagnóstico precoce são aliados na prevenção do câncer que mais atinge as mulheres no Brasil

Com taxas de cura que podem chegar a 95% quando diagnosticado precocemente, o câncer de mama reforça a urgência da mamografia e do autocuidado; especialista do Grupo Santa Joana analisa os desafios do rastreamento
 

O câncer de mama continua sendo o tipo de neoplasia mais frequente entre as mulheres no Brasil com uma estimativa de mais de 73 mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). E essa doença também constitui a principal neoplasia maligna na população feminina em escala global, com mais de 2,3 milhões de novos casos anuais e cerca de 685 mil óbitos, segundo estimativas do GLOBOCAN/OMS. Neste contexto, duas datas fundamentais no calendário da saúde, Dia Mundial do Câncer (4 de fevereiro) e o Dia Nacional da Mamografia (5 de fevereiro), reforçam que a informação e o rastreamento periódico são as ferramentas mais eficazes para salvar vidas. 

Embora o desafio da saúde pública seja global, o diagnóstico precoce transforma o prognóstico, sendo a detecção precoce bia mamografia o fator mais relevante para impedir o avanço da doença. De acordo com o Dr. Carlos Del Roy, mastologista do Grupo Santa Joana, a conscientização ainda é o maior obstáculo a ser vencido. "Observamos um volume alto de mulheres que chegam ao consultório com tumores em estágios avançados. A educação em saúde é uma estratégia fundamentada em evidências: quando o câncer de mama é identificado em estágio inicial, as possibilidades de cura podem atingir mais de 90%, permitindo tratamentos muito menos invasivos e com melhor qualidade de vida. Nesse contexto, a mamografia consolida-se como o principal método de rastreamento populacional, reconhecido por diretrizes internacionais (OMS, NCCN, ACS, ESMO) como ferramenta fundamental para a identificação de lesões", destaca o especialista.
 

O papel da Mamografia e o Câncer de Colo de Útero 

A mamografia é o padrão-ouro para o rastreamento, sendo capaz de identificar nódulos ainda imperceptíveis ao toque. Nesse sentido, que o Dia Mundial do Câncer amplia o olhar para outras patologias graves, como o câncer de colo de útero, que ocupa a terceira posição no ranking de incidência entre as mulheres no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). 

Exames preventivos, como o Papanicolau, e a vacinação contra o HPV são cruciais, já que este é um dos tipos de câncer com maior potencial de prevenção primária: "O cuidado com a saúde feminina deve ser contínuo e não restrito a campanhas sazonais. O acompanhamento médico regular e o acesso a exames de rastreio devem fazer parte da rotina da mulher ao longo de toda a sua vida adulta", reforça o Dr. Del Roy.
 

Rompendo barreiras por meio da informação 

Segundo o Dr. Carlos, educar é o primeiro passo para desmistificar o diagnóstico. “Quando a mulher entende que a mamografia não deve ser vista como um tabu, mas como um instrumento de cuidado e protagonismo sobre o próprio corpo, ela passa a reconhecer o valor do diagnóstico precoce. Nesse momento, o rastreamento deixa de parecer uma obrigação e se transforma em uma escolha consciente de proteção e qualidade de vida”, complementa o médico.

O especialista reforça que a saúde da mulher exige uma abordagem multidisciplinar e contínua, baseada em prevenção, escuta e acesso. “Priorizar cuidados primários, como o check-up anual, é essencial para promover longevidade e garantir uma vida com mais qualidade. Colocar a saúde feminina no centro das discussões sociais também é decisivo para transformar estatísticas, ampliar o alcance do diagnóstico precoce e, acima de tudo, salvar milhares de vidas todos os anos”, finaliza.

  

Grupo Santa Joana
www.santajoana.com.br
www.promatre.com.br
www.maternidadesantamaria.com.br | Link


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