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sexta-feira, 15 de maio de 2026

São Paulo recebe a maior festa junina vegana do Brasil em 2026



Evento que acontece entre maio e junho reúne atrações culturais, música ao vivo, aula gratuita de forró, DJ com brasilidades, quadrilha junina, barracas de brincadeiras e espaço kids, além de gastronomia 100% vegana com comidas típicas juninas e internacionais em programação gratuita em cinco domingos na capital paulista 


A cidade de São Paulo recebe, entre maio e junho de 2026, mais uma edição da Festa Junina Vegnice, considerada a maior festa junina vegana do país. O evento acontece nos dias 31 de maio e 7, 14, 21 e 28 de junho, sempre aos domingos, das 12h às 20h, com entrada gratuita.

 

Conforto e Acessibilidade

Além de conforto e acessibilidade para o público, incluindo pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, o evento será realizado em um espaço 100% coberto e próximo à Estação Liberdade do Metrô, garantindo fácil acesso a todos.

 

Programação

A programação inclui aula gratuita de forró, música ao vivo, apresentações de forró, DJ com brasilidades, quadrilha junina tradicional, barracas de brincadeiras típicas, espaço kids gratuito, feira de artesanato e expositores de cosméticos vegetais.

 

Culinárias Típicas e Internacionais

O evento reúne uma grande variedade de gastronomia típica junina em versões 100% veganas, valorizando sabores tradicionais com releituras criativas da culinária brasileira. Entre os destaques estão: lanche buraco quente, pamonha salgada, cuscuz com legumes, bolinho caipira de Jacareí vegano, pastel de feira em versão vegana, lanche carne louca de jaca, espetinhos de churrasco com proteína de soja grelhada e muitas outras comidas típicas que reforçam o clima junino e acolhedor das festas juninas. Além disso, traz pratos inspirados em diferentes culinárias do mundo, como mexicana, indiana, árabe, italiana, japonesa, portuguesa, tailandesa e sérvia.

 

Bolos e Doces

A área de sobremesas traz receitas caseiras que resgatam memórias afetivas, com opções de bolos como de cenoura, fubá cremoso, paçoca, tapioca, banana e milho verde, além de releituras de clássicos juninos em versões 100% veganas, como canjica cremosa feita com leite de amêndoas, arroz-doce com leite vegetal e especiarias, curau e pamonha com leite de coco, maçã do amor e também doces internacionais, tudo sem lactose e com opções sem glúten e sem açúcar.

 

Bebidas Quentes e Caldos

Não poderiam ficar de fora as bebidas clássicas e quentes típicas da época, como quentão, vinho quente, chá de amendoim, além de caldinhos e sopas, reforçando o clima aconchegante da festa junina.

 

Sobre a Vegnice

A Vegnice Eventos e Ações Solidárias realiza eventos desde 2012, com foco em gastronomia consciente, cultura, conscientização e bem-estar animal. la Ela é recomendada pelo SEBRAE como referência em produção de eventos veganos. A idealizadora, Gopi Priscila Simon, afirma que o evento busca aproximar o público em geral de sabores afetivos e saudáveis. Segundo ela, grande parte do público não é vegano nem vegetariano, mas participa por buscar saúde, qualidade, curiosidade e interesse gastronômico. “Fazemos tudo com muito amor, com o compromisso de salvar vidas animais e mostrar que é possível comer bem sem sofrimento”, afirma.

 

 

Serviço 

Festa Junina Vegana Vegnice | 12ª edição

Datas: 31 de maio, 07 de junho, 14 de junho, 21 de junho e 28 de junho de 2026 (domingos)
Horário: 12h às 20h
Local: Espaço Best Park
Endereço: R. Prof. Antônio Prudente, 210 – Liberdade, São Paulo – SP
Entrada: Gratuita
Ingressos gratuitos:
https://www.sympla.com.br/evento/festa-junina-vegana/3413411  Classificação: Livre
Pet friendly: Sim
Acessibilidade: Espaço acessível


No clima da Copa: Centro de São Paulo reúne experiência esportiva em clima de Pré-Copa

Com agenda gratuita Shopping Light transforma o mês de maio em ponto de encontro para quem quer viver experiência esportiva


Maio chega em clima de Pré-Copa e com uma programação especial para quem quer redescobrir o Centro de São Paulo de um jeito leve, divertido e cheio de energia. Entre prédios históricos, ruas emblemáticas e a atmosfera vibrante da região, moradores e visitantes poderão aproveitar experiências que unem esporte, lazer e qualidade de vida em um encontro pensado para todas as idades.

Mais do que um cartão-postal da cidade, o Centro segue se reinventando como destino para quem busca cultura, movimento e bons programas de fim de semana. E é nesse cenário que acontece o Corre no Light – edição Pré-Copa, no dia 16 de maio, iniciativa que promete movimentar a região com uma manhã dedicada ao esporte e ao bem-estar.

A programação contará com percurso pelas ruas do Centro de São Paulo e gincanas temáticas inspiradas no universo esportivo, promovendo uma experiência que une atividade física, interação e diversão em meio a um dos cenários mais icônicos da capital paulista.
 

A iniciativa reforça como o Centro pode ser palco de encontros diversos e experiências marcantes. Entre movimento, convivência e incentivo à prática esportiva, a região se firma como opção completa para aproveitar a cidade de forma diferente durante o período que antecede a Copa do Mundo.

“Queremos sempre convidar o público a viver o Centro de São Paulo de uma forma saudável, com experiências que unem bem-estar, entretenimento e conexão com a cidade. Em um ano de Copa do Mundo, trazer ativações que caminham lado a lado com esse momento é também uma forma de celebrar a paixão pelo futebol e aproximar ainda mais as pessoas desse ambiente tão vibrante”, afirma Débora Neves, gerente de marketing do Shopping Light.


A ativação acontece no Shopping Light, empreendimento localizado em um dos endereços mais simbólicos da capital e que vem ampliando sua agenda de experiências conectadas ao estilo de vida paulistano, ao esporte e à valorização do Centro de São Paulo.


 

Corre no Light – Pré-Copa

Data: 16 de maio
Horário: 8h00 ao 12h00

Local: Shopping Light – Centro de São Paulo



É craque em virar figurinha?


Rexona promove campeonato de ‘bafo’ gratuito na Av. Paulista

 

Com estrutura de torneio e espaço de convivência para fãs de futebol, 

ação marca o lançamento de combo especial em parceria com a Panini 

 

Se existe um ritual que atravessa gerações de brasileiros quando o assunto é futebol, é colecionar, trocar e, claro, disputar figurinhas na clássica brincadeira de ‘bafo’. Pensando nisso, Rexona criou o ‘Campeonato Rexona – O combo que dá jogo!’, transformando essa manifestação cultural tão autêntica em uma plataforma de entretenimento e conexão entre as pessoas. A primeira edição do evento gratuito acontece no dia 17 de maio, domingo, na Avenida Paulista, no 1230, em São Paulo, mostrando que a marca nunca te abandona, nem na hora de completar o seu álbum de figurinhas. 

O evento marca o lançamento oficial do combo especial Rexona + Panini. O produto é um item de colecionador por si só, reunindo dois desodorantes em edição limitada, com latas exclusivas e colecionáveis que exibem as imagens e assinaturas de Ronaldo Fenômeno e Vini Jr., além de uma versão feminina, e mais dois envelopes de figurinhas do álbum oficial da Copa do Mundo da FIFA 2026. 

“O ‘Campeonato Rexona – o combo que dá jogo!’ nasce de algo muito verdadeiro para o brasileiro: a paixão não só pelo futebol, mas por tudo que acontece em volta dele, e a disputa de virar figurinha faz parte dessa experiência. Para Rexona, essa é uma oportunidade de transformar um comportamento cultural em uma experiência de marca, criando um espaço real para que as pessoas vivam isso juntas. Mais do que ativar uma campanha, queremos estar presentes de forma relevante, oferecendo um ponto de encontro para quem está nessa jornada de colecionar, trocar e completar o álbum. É assim que a marca se conecta de verdade com a cultura, participando dela." afirma Lucas Moutinho, gerente de marketing sênior de Rexona. 

O ponto central da ativação será uma kombi estilizada da marca, transformada em um hub de recepção e orientação para o público. Ao redor dela, uma infraestrutura completa será montada para garantir o conforto dos participantes, incluindo uma área de trocas e jogos amistosos, que será um espaço de convivência ideal para quem quer completar o álbum ou apenas praticar suas técnicas de ‘bafo’ entre uma rodada e outra. 

“São encontros como esse que elevam a experiência de colecionar figurinhas. Essas trocas, conversas e experiências que vivemos com uma coleção são memórias que ficam conosco, fazem parte da paixão dos colecionadores e que se transformam em tradições que serão passadas para as próximas gerações. Em nome da Panini, ficamos muito felizes de poder participar desses momentos que fazem uma coleção se tornar muito mais especial.” comenta Raul Vallecillo, CEO da Panini Brasil. 


 

Mecânica: Como funciona o ‘Campeonato Rexona’


A competição foi desenhada para manter o ritmo acelerado durante todo o dia, com mini campeonatos recorrentes. Para acessar o evento gratuitamente, o participante realiza seu cadastro no local por meio de QR Code e garante vaga em uma das próximas chaves, conforme ordem de chegada. 

Cada mini campeonato conta com oito jogadores em confrontos eliminatórios diretos no formato 1x1. As partidas acontecem em etapas eliminatórias até a definição do campeão da chave. Cada jogador inicia a disputa com cinco figurinhas padronizadas fornecidas pela organização da ativação. Vence quem conseguir virar o maior número de figurinhas do adversário dentro do tempo da rodada. 

Todos os participantes recebem um kit de participação com brindes especiais de Rexona, podendo também garantir um kit especial da marca.  

“Quando a gente entende que os grandes campeonatos de futebol também vivem nos rituais fora do campo, abre-se uma oportunidade poderosa de construir experiências mais significativas. Transformar o bafo em uma competição oficial é reconhecer um comportamento real e elevá-lo a um espaço onde marca, cultura e pessoas se encontram de forma genuína”, comenta Mariana Bazello, VP de Negócios da Biosphera, agência responsável pela concepção e produção do evento.

 

SERVIÇO:

Campeonato Rexona - o combo que dá jogo!

·         Data: 17 de maio de 2026

·         Horário: Das 10h às 17h

·         Local: Avenida Paulista, no 1230, São Paulo

·         Entrada: Gratuita (Inscrições para o campeonato feitas por ordem de chegada no local

·         A participação é aberta ao público em geral, sendo permitida para pessoas a partir de 12 (doze) anos de idade. Participantes menores de 18 (dezoito) anos deverão estar acompanhados de um responsável legal.



Luz em excesso à noite: cinco dicas para reduzir os impactos das telas no sono

    

No Dia Internacional da Luz (16/05), especialista do Vera Cruz Centro Médico Indaiatuba alerta para efeitos da luz azul e como melhorar o descanso

 

O hábito de usar celulares, tablets e televisores antes de dormir tem afetado diretamente a qualidade do sono. Estudos conduzidos por instituições como a Harvard Medical School e publicados na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences mostram que a exposição à luz azul emitida por esses dispositivos pode reduzir em até 20% a 50% a produção de melatonina, hormônio responsável por regular o sono. O resultado é um atraso no início do descanso e noites menos reparadoras. 

O alerta ganha ainda mais força com o Dia Internacional da Luz, instituído pela UNESCO. A data propõe uma reflexão sobre o papel da luz no cotidiano e, principalmente, sobre os impactos do excesso de exposição às telas durante a noite. Na rotina, os efeitos costumam aparecer rapidamente: dificuldade para pegar no sono, despertares frequentes durante a madrugada, redução do tempo total de descanso e sensação constante de cansaço ao longo do dia. Irritabilidade, sonolência excessiva e queda de produtividade também estão entre as queixas mais comuns. 

Segundo a otorrinolaringologista Thaina Machado, do Vera Cruz Centro Médico Indaiatuba, os prejuízos vão além das noites mal dormidas. “Há também evidências de impactos na saúde, como dores de cabeça frequentes, irritabilidade, ansiedade e até sintomas depressivos”, explica. A especialista ressalta que o período noturno é especialmente delicado para o organismo. “É justamente à noite que ocorre a produção natural de melatonina. A luz emitida pelas telas interfere nesse processo e mantém o cérebro em estado de alerta, quando ele deveria estar desacelerando para o descanso”, afirma. Segundo ela, quanto maior o tempo de exposição, maiores tendem a ser os prejuízos, incluindo aumento da ansiedade e sensação persistente de fadiga.

Embora o uso de dispositivos eletrônicos seja praticamente inevitável, pequenas mudanças de hábito podem ajudar a preservar a qualidade do sono. Thaina Machado destaca algumas medidas simples:

  • evitar o uso de telas na cama ou próximo ao horário de dormir;
  • silenciar notificações para reduzir interrupções durante a noite;
  • diminuir a iluminação dos ambientes no período noturno;
  • buscar maior exposição à luz natural ao longo do dia;
  • criar um ritual de relaxamento antes de dormir, com leitura, meditação ou banho morno.

A médica também recomenda reorganizar o consumo de conteúdo ao longo do dia. “Priorizar o uso das telas em horários mais cedo e evitar atividades muito estimulantes, como redes sociais e jogos, no período noturno, ajuda a minimizar os impactos no organismo”, pontua. Em uma sociedade cada vez mais conectada, encontrar equilíbrio tornou-se fundamental. “Mais do que eliminar as telas, o desafio é aprender a utilizá-las de forma consciente, especialmente quando falamos de saúde, sono e qualidade de vida”, finaliza. 


Vera Cruz Indaiatuba

 

 

Dia Mundial da Hipertensão: quase um terço dos brasileiros sofrem com a doença; saiba como se proteger

Freepik
No Dia Mundial da Hipertensão, especialistas alertam para os riscos da "doença silenciosa" e explicam como o exercício físico pode ser mais eficaz que remédios em alguns casos.  

 

  No próximo 17 de maio, o Dia Mundial da Hipertensão Arterial chama atenção para uma doença que segue avançando no Brasil e no mundo. Considerada um dos principais fatores de risco para infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVC), insuficiência renal e outras doenças cardiovasculares, a hipertensão atinge milhões de pessoas e reforça a necessidade de hábitos saudáveis, especialmente a prática regular de atividade física.  

 

No Brasil, dados divulgados no início do ano pelo Ministério da Saúde, e reunidos pelo sistema Vigitel entre o período de 2006 até 2024, apontam aumento expressivo no número de adultos diagnosticados com hipertensão arterial ao longo das últimas décadas. A pesquisa revelou que a prevalência saltou de 22,6% em 2006 para 29,7% em 2024, atingindo quase um terço da população adulta.

 

O cardiologista e professor da Afya Ipatinga, Dr Norberto de Sá Neto, esclarece que o aumento está diretamente relacionado às mudanças nos hábitos de vida e ao comportamento da sociedade como um todo. 

 

“A população está mais obesa e mais sedentária. Além disso, o cigarro ainda representa um grande problema de saúde pública em todo o mundo. No Brasil, houve um período em que o tabagismo esteve mais controlado, mas, infelizmente, ele voltou a crescer nos últimos anos, inclusive com a popularização do cigarro eletrônico. Existe uma relação direta entre sedentarismo, obesidade e hipertensão: quanto maior o sedentarismo, maior a obesidade; e quanto maior a obesidade, maior o risco de hipertensão arterial”, afirma o médico.

 

Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, em 2024, cerca de 1,4 bilhão de pessoas conviviam com pressão arterial elevada em todo o planeta. Apesar da gravidade do cenário, apenas uma em cada cinco pessoas consegue manter a condição sob controle. O estudo analisou informações de 195 países e revelou ainda que 99 nações apresentam taxas de controle da hipertensão inferiores a 20%.

 

Dr Norberto de Sá informa que quando pensamos em hipertensão arterial, as complicações mais importantes estão relacionadas ao coração, aos rins e ao cérebro.

No que se refere ao coração, a pressão alta faz com que o órgão trabalhe de forma excessiva. Com isso, o ele pode aumentar de tamanho e ficar mais espesso, como se estivesse “musculoso”, mas de maneira prejudicial. Ao longo do tempo, esse crescimento pode levar à dilatação do coração e comprometer seu funcionamento. 

 

Já em relação aos rins, a hipertensão descontrolada pode causar a chamada nefropatia hipertensiva, que é uma doença renal secundária à pressão alta. Essa condição pode evoluir para doença renal crônica e, em casos mais graves, levar até à necessidade de hemodiálise. 

 

Entre as condições cerebrovasculares, destaca-se o AVC hemorrágico. Embora o AVC isquêmico seja o mais frequente, representando cerca de 80% a 85% dos casos, pacientes com hipertensão descontrolada têm maior risco de sofrer um AVC hemorrágico. Isso ocorre porque a pressão alta enfraquece e danifica as paredes dos vasos sanguíneos do cérebro ao longo do tempo.


 

Exercício como aliado do controle da pressão arterial

 

Uma pesquisa publicada no Journal of the American Heart Association, aponta que exercícios realizados com maior intensidade e regularidade podem reduzir em até 36% o risco de morte por doenças cardiovasculares. A professora de Medicina do Esporte da Afya Educação Médica Belo Horizonte, Dra Déborah Prado, comenta que a prática regular de exercícios melhora a parte metabólica, facilitando a ação da insulina, aumentando a captação de glicose e auxiliando no controle do colesterol e dos triglicerídeos. 

 

“As substâncias produzidas durante o exercício permanecem ativas por várias horas no organismo, favorecendo a dilatação dos vasos sanguíneos e, consequentemente, contribuindo para a redução da pressão arterial. Em muitos casos, os benefícios do exercício podem ser superiores ao uso isolado de medicamentos. Por isso, a atividade física faz parte do tratamento da hipertensão, tanto por ajudar a reduzir a pressão arterial quanto por regular diversos fatores metabólicos relacionados à doença”, afirma Déborah Prado. 

 

No Brasil, a prática da atividade física, de pelo menos 150 minutos semanais, aumentou de 30,3% em 2009 para 42,3% em 2024, de acordo com o Ministério da Saúde. Dra Déborah ressalta que o ideal é realizar 150 minutos semanais de exercícios aeróbicos de intensidade moderada, conforme recomendado pela OMS. 

 

“Exercícios aeróbicos como caminhada, bicicleta, natação, corrida ou remo, além de 2 a 3 sessões semanais de exercícios resistidos, como a musculação. A combinação dessas modalidades é a mais indicada, pois potencializa os benefícios e otimiza o controle da pressão arterial. Uma ótima estratégia são os treinos funcionais, que combinam diferentes capacidades físicas em uma mesma sessão de treinamento, tornando a prática mais dinâmica e completa. A melhor estratégia é sempre aquela que favorece maior aderência e continuidade a longo prazo”, conclui a docente.



Frente fria e dor de cabeça: mudanças de clima podem afetar diretamente o cérebr

Especialista explica por que alterações bruscas de temperatura, pressão atmosférica e umidade podem desencadear crises de cefaleia e enxaqueca em pessoas mais sensíveis

 

Com mudanças bruscas de temperatura cada vez mais frequentes, muitas pessoas relatam um desconforto quase imediato: a dor de cabeça que surge quando o tempo muda. Para alguns, basta a chegada de uma frente fria, um aumento repentino do calor ou até a previsão de chuva para o incômodo aparecer. No Dia Nacional de Combate à Cefaleia, celebrado em 19 de maio, especialistas alertam que essa relação entre clima e dor de cabeça é real, e mais comum do que se imagina. 

Segundo o neurocirurgião Otávio Turolo, médico do Hospital Evangélico de Sorocaba (HES), o organismo sente os efeitos das mudanças climáticas de forma intensa, especialmente em pessoas que já possuem predisposição para crises de cefaleia ou enxaqueca. “Nosso corpo adora rotina. Quando o tempo vira de repente — esfria muito ou esquenta rápido —, o organismo precisa trabalhar dobrado para se adaptar. Para quem já tem tendência à dor de cabeça, essa mudança brusca funciona como um gatilho”, explica.
 

Dor de cabeça “do clima” não é superstição 

Embora muita gente ainda trate o assunto como exagero ou superstição, a medicina já reconhece a influência do clima nas dores de cabeça. “Existe até quem tenha vergonha de dizer que sente dor porque vai chover, como se fosse uma crença popular. Mas isso tem explicação biológica”, afirma Turolo. 

Entre os fatores climáticos que mais influenciam estão as variações de temperatura, pressão atmosférica e umidade do ar. O especialista destaca que o choque térmico é um dos principais vilões da rotina moderna. “Sair de um ambiente com ar-condicionado gelado direto para o calor intenso da rua pode ativar a dor rapidamente”, pontua.
 

O que acontece no cérebro durante a mudança de clima? 

Do ponto de vista neurológico, a sensibilidade ao clima acontece porque as mudanças ambientais “irritam” estruturas nervosas da face e da cabeça, além de alterarem substâncias químicas do cérebro responsáveis pela proteção contra a dor. Quando esse equilíbrio é afetado, a cefaleia aparece com mais facilidade. 

As mulheres e pessoas que sofrem de enxaqueca crônica costumam estar entre os grupos mais vulneráveis às oscilações climáticas. Isso porque já possuem um sistema neurológico naturalmente mais sensível, além das influências hormonais que podem potencializar as crises.
 

Quando a dor de cabeça exige atenção médica e como prevenir crises 

Apesar de, na maioria das vezes, a dor desaparecer espontaneamente, alguns sinais exigem atenção imediata. “Se a dor surgir de forma explosiva, for a pior já sentida na vida ou vier acompanhada de febre, é fundamental procurar atendimento médico rapidamente”, alerta o neurocirurgião.

Para quem já identificou o clima como gatilho, algumas medidas preventivas podem ajudar a reduzir as crises. Hidratação adequada, sono regulado e alimentação equilibrada fazem diferença principalmente em dias de mudanças bruscas no tempo. “Se a previsão indica uma virada climática, o ideal é evitar sobrecarregar o corpo. Pequenos cuidados podem impedir que a dor apareça ou diminuir bastante a intensidade dela”, finaliza o médico.
 
 

Hospital Evangélico de Sorocaba

 

Centros especializados e experiência cirúrgica são determinantes no tratamento da Carcinomatose Peritoneal

Cirurgião oncológico alerta: a escolha do centro e da equipe pode representar a diferença entre um tratamento potencialmente curativo e uma cirurgia incompleta

 

 

A carcinomatose peritoneal é uma condição caracterizada pela disseminação de tumores pela cavidade abdominal. A cirurgia para tratamento da carcinomatose peritoneal é de alta complexidade, comparada a um transplante de órgão. Por este motivo, depende de uma série de fatores, incluindo a experiência da equipe e a infraestrutura do centro onde a cirurgia será realizada.

"A cirurgia citorredutora não é uma cirurgia comum. Estamos falando de um procedimento extremamente complexo, muitas vezes longo, envolvendo múltiplos órgãos, grandes ressecções, reconstruções intestinais e decisões intraoperatórias altamente especializadas", afirma o Dr. Arnaldo Urbano Ruiz, cirurgião geral e oncológico, coordenador do Centro de Doenças Peritoneais da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Estudos internacionais, como o publicado pelo Dr. Shigeki Kusamura no Annals of Surgery, demonstram que a cirurgia citorredutora associada à HIPEC, que é a aplicação de quimioterapia hipertérmica diretamente na cavidade abdominal, possui uma das curvas de aprendizado mais longas e complexas da oncologia cirúrgica. Os dados mostram que os resultados melhoram progressivamente com o volume de casos. Entre 40 e 70 procedimentos, observa-se melhora inicial da segurança cirúrgica; entre 80 e 100, aprimoram-se os resultados oncológicos; e somente a partir de 140 a 150 casos o cirurgião atinge verdadeira proficiência, com menores complicações e maiores taxas de citorredução completa.

"Quando o paciente é operado em centros sem experiência ou por equipes com baixo volume de casos, aumenta significativamente o risco de cirurgia incompleta, complicações graves, necessidade de novas operações e progressão precoce da doença. Em muitos casos, uma primeira cirurgia inadequada pode comprometer definitivamente as chances futuras do paciente", alerta o Dr. Arnaldo.

A complexidade desse tratamento vai além da sala de operação. O cuidado adequado exige integração entre diversas especialidades, como a cirurgia oncológica, anestesia, UTI, enfermagem especializada, oncologia clínica, nutrição e suporte intensivo pós-operatório.

"A cirurgia citorredutora associada à HIPEC não depende apenas do cirurgião. Depende de uma equipe altamente especializada e de um centro preparado para oferecer toda essa estrutura", reforça o especialista.

A experiência da equipe influencia diretamente variáveis críticas do tratamento, como a chance de retirada completa da doença, o risco de complicações graves, o tempo de internação, a mortalidade cirúrgica e, sobretudo, a sobrevida do paciente.

"Carcinomatose Peritoneal não deve ser tratada como uma cirurgia oncológica convencional. Trata-se de uma subespecialidade altamente complexa, cujo resultado depende diretamente da expertise da equipe envolvida. Na prática, experiência salva vidas", conclui o Dr. Arnaldo.



Herpes ocular pode comprometer a visão sem tratamento adequado

Imagem gerada por IA - OpenAI/ChatGPT
Infecção causada pelo mesmo vírus associado às feridas labiais atinge estruturas dos olhos e exige acompanhamento especializado, alerta a Dra. Jaqueline Fernandes Ruiz, oftalmologista do H.Olhos 


Dor, ardência, incômodo diante da claridade, lacrimejamento constante e dificuldade para enxergar com nitidez são sinais que merecem atenção imediata. Embora muita gente associe o herpes apenas às feridas nos lábios, o vírus também pode atingir estruturas oculares e provocar complicações importantes quando não há assistência adequada logo nos primeiros sintomas. 

O herpes ocular é causado, na maioria dos casos, pelo vírus herpes simples tipo I, o mesmo relacionado ao herpes labial. A infecção costuma atingir a córnea, membrana transparente localizada na parte frontal do globo ocular, além das pálpebras. O quadro pode surgir pela primeira vez após contato com secreções contaminadas e reaparecer em momentos de queda da imunidade. 

“O problema merece atenção porque pode provocar lesões capazes de comprometer a qualidade visual de maneira significativa. Dependendo da profundidade atingida, existe risco de cicatrizes permanentes e até perda importante da capacidade de enxergar”, explica a Dra. Jaqueline Fernandes Ruiz, oftalmologista do H.Olhos. 

A especialista destaca que o vírus permanece no organismo mesmo após o desaparecimento das manifestações iniciais. Em determinadas situações, como estresse intenso, febre, exposição solar excessiva ou fragilidade imunológica, ocorre reativação. 

“Muitas pessoas acreditam que tiveram apenas um episódio isolado, porém o agente infeccioso continua latente no corpo. Em alguns momentos, ele volta à atividade e desencadeia novos quadros”, afirma a médica.

Entre os principais sinais estão vermelhidão, sensação de areia, desconforto, lacrimejamento, inchaço nas pálpebras e hipersensibilidade à luz. Em situações mais avançadas, o paciente pode perceber visão embaçada e dificuldade para manter os olhos abertos. 

“Nem toda irritação ocular representa algo simples. Quando existe dor associada à piora visual, é fundamental buscar avaliação oftalmológica rapidamente, para evitar agravamentos”, ressalta a especialista. 

O diagnóstico é realizado durante consulta especializada, por meio da avaliação clínica e exame ocular detalhado. O tratamento varia conforme a região atingida e a intensidade do quadro, podendo incluir antivirais específicos. 

A oftalmologista alerta ainda que automedicação representa um risco importante. “Alguns colírios usados sem orientação podem agravar a infecção e favorecer danos mais sérios. Por isso, qualquer sintoma deve ser investigado por um especialista”, orienta. 

Medidas preventivas ajudam a reduzir as chances de transmissão. Higienizar as mãos frequentemente, evitar compartilhar toalhas, maquiagens, fronhas ou objetos pessoais, além de não tocar os olhos após contato com lesões ativas, estão entre os principais cuidados. 

“Crianças, idosos, gestantes e indivíduos imunossuprimidos precisam de atenção redobrada, porque apresentam maior vulnerabilidade para complicações. A recomendação é procurar assistência ao perceber qualquer alteração ocular persistente”, finaliza a Dra. Jaqueline Fernandes Ruiz.


Hipertensão: diagnóstico precoce e hábitos saudáveis podem fazer a diferença

No Dia Mundial da Hipertensão (17.05), especialistas destacam a importância de medir a pressão regularmente e adotar uma rotina mais equilibrada 

 

A hipertensão arterial é caracterizada pela elevação persistente da pressão do sangue nas artérias, o que faz com que o coração precise trabalhar de forma mais intensa para bombear o sangue pelo corpo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), ela afeta cerca de 3 em cada 10 brasileiros adultos e é um dos principais fatores de risco para infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença renal. Silenciosa na maioria dos casos, a condição muitas vezes só é diagnosticada quando já causou danos ao organismo.

Nesse cenário, mudanças no estilo de vida são fundamentais para prevenir e controlar a hipertensão. Segundo o Dr. Murilo Meneses, médico e professor de cardiologia da pós-graduação médica da Afya Goiânia, mudanças na rotina têm poder de prevenir o surgimento da doença em pessoas que não possuem a condição e, em quem já é hipertenso, podem reduzir significativamente os níveis pressóricos. O médico reforça que essas medidas são parte essencial do tratamento e da prevenção já que raramente a doença  surge de forma repentina 

De acordo com o especialista, na maioria dos casos, é o resultado acumulado de hábitos que sobrecarregam o sistema cardiovascular ao longo dos anos. “Uma pessoa que inclui hábitos saudáveis na rotina pode alcançar reduções expressivas da pressão, muitas vezes comparáveis ao uso de medicamentos”, afirma o cardiologista. 


O médico também destaca a importância do diagnóstico precoce. “Como a hipertensão costuma não apresentar sintomas, a aferição regular da pressão é essencial para evitar complicações graves e silenciosas ao longo do tempo”, enfatiza.

 

 

O papel da alimentação 


A alimentação, dentro desse contexto, se destaca como um dos pilares mais importantes do cuidado. Dr. Renato Zorzo, médico e  professor de nutrologia da Afya Ribeirão Preto, afirma que uma dieta equilibrada contribui tanto de forma direta quanto indireta para o controle da pressão. O excesso de sódio eleva diretamente os níveis pressóricos, enquanto o consumo frequente de açúcares simples e gorduras saturadas favorece o desenvolvimento de obesidade, resistência à insulina e aterosclerose. “O sódio aumenta diretamente a pressão arterial, enquanto outros componentes, como açúcar e gordura saturada, contribuem de forma indireta ao desencadear alterações metabólicas”, explica o nutrólogo.


O professor ressalta que há, atualmente, um padrão alimentar amplamente recomendado, que é a chamada dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension), ou Abordagens dietéticas para interromper a hipertensão, em tradução livre.  Esse modelo sozinho já é capaz de reduzir um bom percentual da pressão arterial, porque prioriza alimentos ricos em nutrientes e com baixo teor de sódio e gorduras prejudiciais.


Outro ponto importante, segundo o médico, é olhar para a composição dos alimentos, e não apenas para sua classificação. “Nem todo alimento industrializado é prejudicial, assim como nem todo alimento in natura é necessariamente saudável. O mais importante é avaliar a composição”, destaca.


Por fim, o especialista reforça a importância de uma abordagem ampla, baseada na chamada medicina do estilo de vida. “Alimentação adequada, prática regular de atividade física, sono de qualidade e controle do estresse são os quatro pilares fundamentais para uma boa saúde”, afirma. Ele também ressalta o papel do exercício físico no organismo: “o músculo em atividade se torna um agente metabólico que ajuda no controle da glicemia, do colesterol e da própria pressão arterial”, conclui.

 

5 hábitos para evitar a hipertensão, segundo especialistas:

  1. Reduzir o consumo de sal, evitando alimentos ultraprocessados
  2. Praticar atividade física regularmente (ao menos 150 minutos por semana)
  3. Manter um peso corporal saudável
  4. Evitar o consumo excessivo de álcool
  5. Controlar o estresse e priorizar boas noites de sono

 

Afya
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Educação menstrual ganha destaque na literatura infantojuvenil

"O Diário de Adelaine", escrito pela fisioterapeuta especialista em saúde pélvica e sexualidade, Berenice V.S. Meurer, transforma a menarca em ponto de partida para conversas sobre corpo, consentimento e autonomia feminina


Como a forma que a mulher é vista na sociedade é influenciada pela forma que a menstruação é tratada na vida das meninas e mulheres? Falar sobre menstruação ainda é um desafio em muitas famílias e ambientes escolares. Cercado por tabus e desinformação, o tema costuma ser evitado justamente no momento em que meninas mais precisam de orientação. Segundo pesquisa da Johnson & Johnson Brasil, cerca de 57% das brasileiras se sentem sujas ao menstruar - o que reforça esse estigma. É nesse contexto que o livro infantojuvenil O Diário de Adelaine, escrito pela fisioterapeuta pélvica e especialista sexualidade humana e saúde da mulher, Berenice V.S. Meurer, surge como uma ferramenta de apoio para ampliar o diálogo sobre educação menstrual de forma acessível.

A autora aposta na fantasia, com um toque de conto de fadas, para conduzir uma narrativa que dialoga com jovens sobre a menarca, saúde, dignidade menstrual, consentimento, autonomia e sexualidade, a fim de
romper padrões geracionais de silêncio sobre o corpo das mulheres. Na história, as leitoras acompanham Adelaine uma jovem que cresce em um reino onde emoções, arte e o universo feminino foram apagados. Ao vivenciar a prieira menstruação, ela é expulsa pelo rei e passa a trilhar uma jornada de descoberta em meio a floresta. É neste lugar, acolhida por mulheres que viviam na floresta  que a menina entra num espaço simbólico em que os ciclos e o conhecimento ancestral feminino são valorizados.

A partir desse encontro, a narrativa se desdobra como um percurso de aprendizagem e reconexão. Em contato com outras figuras femininas, Adelaine passa por um processo de escuta, troca e construção de conhecimento que envolve desde aspectos práticos do funcionamento do corpo até dimensões emocionais e simbólicas do amadurecimento. A experiência coletiva se torna essencial para que a protagonista compreenda suas transformações sem medo, repulsa, vergonha ou julgamento.

“O livro contribui para que as meninas iniciem seus ciclos menstruais com mais amor-próprio, consciência e conhecimento sobre o corpo, além de ser uma ferramenta para abrir conversas na família e na escola. Muitos pais e mães não sabem por onde começar a conversar com as filhas, então esta é uma forma de se aproximar do universo feminino e melhorar as relações familiares. Talvez só teremos uma real dignidade enquanto seres humanas, quando os nossos ciclos forem vivenciados de forma digna e possamos integrar o real poder e a responsabilidade de gestar.”, afirma a autora.

Com ilustrações da artista plástica Tatti Simões, a autora compartilha temas informativos por meio de um enredo leve e repleto de aventuras. Entre as questões, aborda as diferenças entre as quatro fases do ciclo (menstrual, folicular, ovulação e lútea), sintomas mais comuns da TPM, sinais que precisam de atenção especializada e as responsabilidades de uma relação íntima. Outro ponto de destaque é a crítica às estruturas que historicamente silenciaram o conhecimento da mulher - ao trazer um reino marcado por repreensão e controle patriarcal, a especialista estabelece paralelos com realidades em que o acesso à informação ainda é restrito.

Mais do que uma fantasia com conteúdos educacionais, O Diário de Adelaine convida as leitoras a escreverem sobre os próprios sentimentos e as mudanças do corpo durante o processo de amadurecimento, no intuito de ajudar na percepção das transformações e no entendimento sobre a saúde. Assim como a protagonista fez em um diário durante a jornada, as jovens podem discorrer de forma livre sobre emoções e sintomas físicos para, anualmente, observarem as ondulações do ciclo. Essa prática estimula o autoconhecimento e contribui para que as meninas desenvolvam uma relação mais consciente, respeitosa e informada com o próprio corpo.

FICHA TÉCNICA

Título: O Diário de Adelaine
Autora: Berenice V.S. Meurer
ISBN: 978-65-5872-757-6
Páginas: 100
Preço: R$ 69,90
Onde comprar:
Site do livro

Sobre a autora: Berenice Vieira da Silva Meurer é fisioterapeuta pélvica e professora de yoga desde 2006. Especializada em fisioterapia uroginecológica e sexualidade humana, tem foco no atendimento de mulheres em diferentes fases da vida. É idealizadora do programa Gestar Íntegro, voltado à preparação física e emocional para o parto, amamentação e maternidade. A partir do compromisso em promover uma relação saudável das mulheres com os próprios corpos e com o intuito de romper ciclos de silêncio sobre a saúde feminina, publicou o livro O Diário de Adelaine. Como escritora, ocupa a cadeira de nº4 na Academia Brasileira de Letras de Santa Catarina – seccional de Águas Mornas (ALBSC-AM) e já vendeu mais de 30 mil exemplares da obra de forma independente.

Instagram: @odiariodeadelainelivro | @berenice.shakti
Site:
https://odiariodeadelaine.com/

 

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