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domingo, 12 de outubro de 2025

Dermatologista explica como clima de calor e umidade podem afetar a pele

 

De acnes a doenças mais graves, saiba tudo o que precisa para ter pele e cabelos saudáveis no verão.

 

As mudanças climáticas alteraram muito as temperaturas e comportamentos das estações, porém, ainda é possível sentir as consequências de épocas de frio, calor, umidade, entre outros, principalmente em nosso corpo.

De acordo com a dermatologista, Paula Sian as consequências são inúmeras tanto para a pele quanto para os cabelos. As altas temperaturas acentuam a transpiração que obstruem os poros, estimulando as glândulas sebáceas, que inevitavelmente produzem mais óleo. No rosto, o clima pode apresentar uma piora significativa da acne, cravos e cistos inflamados. Em outras partes, micoses e fungos nas áreas de umidade (virilha, axilas, sob os seios, pescoço, pés, mão, etc) tornam-se comuns, assim como as frieiras, que geram desconforto, dor e coceiras.

Os olhos também são afetados. “Durante a época de calor e umidade os casos de terçol ou blefarite tornam-se mais frequentes e precisam de cuidados específicos em parceria com um oftalmologista” - explica.  Outro trabalho em conjunto entre especialidades médicas está na região dos órgãos genitais, que sofrem com o aumento da candidíase vaginal. “ Apesar de ser maior a procura no ginecologista, já tratei muitos pacientes com candidíase vaginal, devido aos sintomas de ardência e coceira ao redor da vagina, na pele dos grandes lábios e períneo” esclarece, Paula.

Já os cabelos e couro cabeludo, podem ter sua saúde afetadas por dois fatores, o excesso de lavem e secagem incorreta e também pela transpiração e aumento da oleosidade. Os dois casos apresentam riscos como caspas e seborreia. “Deve haver um equilíbrio entre as lavagens e uso de determinados produtos, uma vez que muitos podem colaborar com o aumento da oleosidade” - afirma a especialista.

O importante é saber que há como controlar essas manifestações do organismo com medidas simples, a começar pela alimentação, pois, uma dieta rica em açúcar, leite e gordura saturada podem piorar a oleosidade da pele. Escolher alimentos leves ricos em proteínas e fibras contribui para a diminuição dos impactos causados pelo clima. Já nas aplicações de cosméticos, é importante entender que os produtos devem mudar de acordo com a estação do ano, ou seja, optar por componentes que contenham ácidos e clareadores, pois podem irritar a pele e deixar mais sensível ao sol.

Outros cuidados como limpar a pele de duas a três vezes ao dia, uso de protetor solar a cada duas horas e a ingestão de água podem minimizar e claro, a médica alerta para a importância de visitas periódicas ao especialista que indicará a forma correta para os cuidados da pele. 



Dra. Paula Sian - Dermatologista desde 2007, Paula Sian Lopes é formada pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP), onde também fez residência em Clínica Médica e Dermatologia. Especializou-se em Farmacodermia e Dermatoses Imunoambientais na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e em Medicina Chinesa e Acupuntura na Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA). Desde 2011, Paula atende em seu consultório próprio com o viés em Dermatologia clínica, estética e cirúrgica, tanto para adultos como crianças. Além disso, a especialista realizou serviços voluntários no ambulatório de alergias da UNIFESP, de 2013 a 2017. A médica também é escritora e acaba de lançar o “Um burnout para chamar de seu”, um livro que relata, pelo ponto de vista do paciente como é conviver com o burnout.
CRM: 111963-SP RQE Nº: 38348
https://www.instagram.com/pelecomalma/


Médico revela sete fatos que comprovam que a cirurgia plástica transforma não só o corpo, mas também a mente de pacientes

Cirurgião plástico revela como os procedimentos podem ser aliados essenciais no autocuidado, promover equilíbrio emocional e fortalecer a autoestima dos pacientes 

 

Quando o assunto é cirurgia plástica, é comum pensar apenas em estética. Mas, para o cirurgião plástico Dr. Gerson Julio, que soma mais de 30 anos de atuação na área e mais de 9 mil procedimentos realizados, os impactos de uma cirurgia vão muito além da aparência. 

Segundo ele, os procedimentos estéticos, quando bem indicados, podem ser ferramentas poderosas de transformação física e emocional. A seguir, o especialista compartilha as lições essenciais sobre como os procedimentos estéticos podem integrar uma verdadeira jornada de autocuidado físico e emocional.

 

1. Cirurgia plástica é sobre bem-estar, não vaidade

Muitas vezes, a decisão por uma cirurgia estética é vista como um ato de vaidade, mas segundo o médico, é preciso ampliar esse olhar. A insatisfação com a própria imagem pode gerar desconforto emocional profundo, impactar a autoestima e a qualidade de vida. Para o Dr. Gerson, a cirurgia pode ser o ponto de virada para esse bem-estar. “Todo mundo quer se sentir bonito, atraente, importante. Todo mundo quer se olhar no espelho e ter uma boa relação com a própria imagem. Isso não é futilidade, é saúde emocional”, afirma o médico.

 

2. Autoestima elevada transforma a saúde mental

Cuidar do corpo é também cuidar da mente. E embora a cirurgia não trata distúrbios como depressão ou ansiedade, ela pode contribuir fortemente para uma melhora na autoestima e na percepção pessoal. “Quando o corpo melhora, a mente melhora junto. A mudança vai além da aparência. É uma mudança na alma”, diz Dr. Gerson.

 

3. Resultados rápidos trazem alívio emocional

Frustrações acumuladas com o próprio corpo ao longo dos anos, mesmo após tentativas com dietas, exercícios e procedimentos estéticos não invasivos, podem gerar sofrimento. Segundo o médico, é comum pacientes se surpreenderem com a eficiência da cirurgia e com o quanto se sentem emocionalmente mais leves após o procedimento. “Muitos pacientes tentam resolver questões corporais por anos com dietas e tratamentos estéticos. E quando operam, conseguem um resultado real, rápido e definitivo e isso traz um bem-estar imenso”, destaca o especialista.

 

4. Corpo, mente e alma caminham juntos

Dr. Gerson acredita em um olhar integral para o ser humano. Para ele, o autocuidado verdadeiro vai além da cirurgia. Envolve movimento, saúde emocional, propósito e até espiritualidade. “Somos um ser completo. Não dá para separar o físico do emocional. Quando você se sente melhor por fora, isso reverbera por dentro. A cirurgia pode sim fazer parte de um autocuidado integral”, explica. O paciente que se vê de forma mais amorosa e confiante também tende a se relacionar melhor com os outros e com o mundo ao seu redor.
 

5. Escolher o cirurgião certo faz toda a diferença

Mais do que técnica, a escolha do profissional certo envolve confiança, identificação estética e segurança. Cada cirurgião tem um olhar, um estilo e uma abordagem e é fundamental que isso esteja alinhado com o que o paciente busca. “Cada profissional tem um olhar estético, uma linguagem. Você precisa se identificar com o estilo e com os valores do cirurgião. Isso impacta diretamente no resultado e na sua segurança emocional e física durante todo o processo”, completa o médico.

 

6. Apoio psicológico é um aliado importante

Para o especialista, o acompanhamento psicológico é uma ferramenta complementar essencial, especialmente para quem quer encarar a cirurgia de maneira madura e consciente. Ele ajuda a alinhar expectativas, lidar com possíveis frustrações e atravessar o período de recuperação com mais tranquilidade. “O acompanhamento terapêutico ajuda a ajustar expectativas, lidar com o pós-operatório e preparar a mente para as mudanças. Cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo”, afirma Dr. Gerson.
 

7. Vaidade saudável é um ato de amor-próprio

Mais do que mudar o corpo, a cirurgia estética pode ser uma forma de resgatar a conexão com quem a pessoa deseja ser e isso tem um impacto direto na autoestima, nas relações e na felicidade. “Quando a cirurgia é bem indicada, o resultado pode mudar o rumo da vida. Já vi pessoas mais confiantes, felizes e realizadas após se reencontrarem com sua melhor versão. É uma forma de se cuidar por inteiro”, finaliza o especialista.

 

Dr. Gerson Julio - Com mais de 30 anos de experiência e mais de 9 mil cirurgias realizadas, o Dr. Gerson Julio é um dos grandes nomes da cirurgia plástica estética no Brasil. Com Graduação em Medicina pela Unicamp, além de residência e mestrado pela mesma universidade, Gerson é referência por sua precisão técnica e abordagem humanizada em procedimentos corporais e faciais.


sábado, 11 de outubro de 2025

PET NÃO É BRINQUEDO!

 

A psicóloga Juliana Sato alerta sobre a responsabilidade de presentear com pets no Dia das Crianças e dá dicas para famílias que desejam um bichinho em casa

 

Outubro é o mês das crianças e também um período em que muitos adultos se empolgam com a ideia de satisfazer o desejo dos pequenos e presenteá-los com um novo amiguinho, um animal de estimação. Mas, antes de transformar o desejo em surpresa, é importante lembrar: pet não é brinquedo.

 

De acordo com a psicóloga Juliana Sato, especialista em luto pet e comportamento humano, dar um animal de estimação como presente pode trazer consequências sérias quando a decisão não é planejada.

 

“O problema é que o gesto parte da emoção do adulto, e não da consciência da criança sobre o que significa cuidar de uma vida. Quando o pet é recebido como um objeto de consumo, corre o risco de ser visto como brinquedo e, com o tempo, pode sofrer abandono ou negligência”, explica.

 

Além da responsabilidade, Juliana destaca que a convivência com animais pode ser extremamente positiva para o desenvolvimento emocional infantil, desde que seja uma escolha consciente e coletiva da família. “Os pets ensinam empatia, cuidado, paciência e respeito. Eles ajudam a reduzir a ansiedade, melhorar a autoestima e estimular habilidades sociais. Mas o aprendizado vem do exemplo e do acompanhamento dos pais”, ressalta.

 

Confira as dicas da psicóloga Juliana Sato para famílias que pensam em adotar um pet:

 

1.Planeje em família: A chegada de um animal deve ser uma decisão conjunta. Avaliem se a casa tem estrutura, se todos estão de acordo e se haverá tempo e recursos para cuidar do bichinho.

2. Espere o momento certo: Não existe idade mágica, mas a partir dos 7 ou 8 anos a criança já entende regras e pode assumir pequenas responsabilidades. Ainda assim, o pet é da família e não da criança.

3. Ensine com o exemplo: Crianças aprendem muito mais observando. Pais que cuidam do animal com carinho e constância inspiram a mesma postura nos filhos.

4. Crie rotinas de cuidado: Definir tarefas simples ajuda a formar o senso de responsabilidade: trocar a água, recolher brinquedos, escovar o pelo. Quadros visuais (checklists) podem ajudar a manter a rotina.

5. Fale sobre o ciclo da vida: Ter um animal é também lidar com alegrias, perdas e frustrações. Conversar sobre isso fortalece o vínculo e desenvolve maturidade emocional.

6. Reflita antes da adoção: Um pet vive, em média, de 10 a 20 anos. Adotar é um compromisso duradouro e não deve ser motivado pela empolgação de uma data comemorativa.

 

Juliana reforça que se a intenção é apenas presentear, a dica para os pais é optar por brinquedos, livros ou experiências educativas. “O pet pode vir depois, quando todos estiverem prontos para acolher uma nova vida”, complementa.

  

 



Juliana Sato – Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, com pós-graduação em Distúrbios Alimentares pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela renomada Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. A especialista vem se destacando desde 2023 em consultoria e atendimento em saúde mental de profissionais do segmento pet vet, além de mentorias para empresas e líderes na construção de culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis. Desde 2024, faz parte da diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Para ajudar pessoas que buscam equilíbrio emocional e crescimento pessoal, criou o canal VibeZenCast, no qual compartilha conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar. Juliana também é uma das organizadoras do recém-lançado livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, pela Editora Lucto, onde aborda a complexidade do assunto e debate a saúde mental no universo pet. Saiba mais acessando o site julianasatopsicologa.com.br ou o perfil no Instagram @jusatopsicologa.


Cuide do seu pet com imunização

Dra. Beatriz Ferlin ministra vacina contra a gripe
em atendimento no Hospital Veterinário Taquaral
 
 
Divulgação
Proteção e prevenção contra doenças graves garante saúde e bem-estar aos animais de estimação 


Comemorado em 17 de outubro, o Dia Nacional da Vacinação reforça também a importância de imunizar cães e gatos, protegendo-os contra doenças graves, muitas delas potencialmente fatais. A imunização estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra agentes infecciosos, garante a saúde individual dos animais e resguarda a coletividade ao dificultar a disseminação de zoonoses — enfermidades que podem ser transmitidas entre animais e humanos. 

Para a Dra. Beatriz Ferlin, do Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas-SP, a vacinação é um ato de amor e cuidado que deve fazer parte do plano de prevenção ao longo da vida do pet. “A vacinação é fundamental para evitar que cães e gatos desenvolvam enfermidades graves e assegura maior qualidade e expectativa de vida aos animais”, destaca a veterinária”, explica a veterinária. 

Entre as principais doenças preveníveis em cães estão cinomose, parvovirose, leptospirose, hepatite infecciosa, parainfluenza, coronavirose, adenovírus e raiva. Nos gatos, a vacinação protege contra rinotraqueíte, calicivirose, clamidiose, panleucopenia, leucemia viral felina (FeLV) e raiva. 

O protocolo vacinal é personalizado e depende da idade, histórico de saúde, raça, estilo de vida e ambiente do animal. Nos filhotes, a vacinação começa entre 45 e 60 dias de vida, com doses múltiplas da vacina polivalente e aplicação da antirrábica a partir das 16 semanas. Nos adultos, os reforços devem ser anuais. Em animais resgatados ou que viajam para outras regiões, recomenda-se check-up clínico e adaptação do protocolo vacinal, incluindo exames sorológicos quando necessário. Algumas vacinas são obrigatórias — como V8/V10 e antirrábica nos cães e V3/V4 e antirrábica nos gatos — enquanto outras são opcionais, indicadas conforme o risco individual, como gripe canina, giardíase, dirofilariose e leucemia felina. 

Antes da vacinação, a avaliação clínica é essencial para garantir que o animal esteja saudável. Filhotes devem ser vermifugados previamente, e adultos podem receber a vermifugação de forma preventiva. Embora reações leves, como febre, apatia ou dor local, sejam comuns, efeitos graves são raros. Em caso de alterações significativas após a aplicação, o tutor deve buscar atendimento veterinário imediatamente. Animais doentes não devem ser vacinados até a estabilização clínica, garantindo eficácia e segurança da imunização.


Posso expor meu pet ao ar-condicionado?

Especialista apresenta quatro dicas de como utilizar o ar-condicionado de forma segura, garantindo o bem-estar do animal em dias calorosos 

 

Assim como os seres humanos, nossos pets também sentem os impactos das altas temperaturas, características da última estação do ano. Com isso, muitos tutores recorrem à utilização de ar-condicionado para refrescar suas residências, causando uma dúvida comum entre eles: qual o efeito do seu uso na saúde dos pets? 

Segundo a doutora Karin Botteon, médica-veterinária e gerente técnica da área de Pets da Boehringer Ingelheim, a utilização desse equipamento deve ser realizada com cautela para não trazer malefícios à saúde do animal. “De maneira geral, o ar-condicionado não faz mal. O principal risco está em criar um ambiente com uma temperatura muito baixa, o que pode causar desconforto ou até mesmo problemas de saúde para os animais”, comenta a profissional.

Pensando nisso, a médica-veterinária separou quatro dicas essenciais que devem ser adotadas pelos tutores para garantir que os pets aproveitem os benefícios do equipamento, sem riscos à saúde:
 

Regule a temperatura: mantenha o ambiente em uma temperatura agradável, entre 22 e 25 graus, evitando extremos;

Evite correntes de ar-direto: posicione o pet longe do fluxo direto do ar-condicionado para evitar desconforto ou resfriados;

Faça a manutenção periódica: limpe os filtros regularmente para manter o ar limpo e evitar problemas respiratórios;

Evite oscilações bruscas de temperatura: transições entre ambientes muito quentes e frios podem causar estresse térmico no animal. 

O tutor também deve ficar atento aos sinais de seus pets, que podem apresentar traços característicos quando estão passando por um episódio de estresse térmico. A respiração ofegante, salivação excessiva, aumento da frequência cardíaca, agitação e letargia estão entre os sintomas mais frequentes entre cães e gatos quando estão sentindo muito calor. 

Por fim, Karin Botteon reforça que o ar-condicionado pode trazer benefícios, se tornando um ótimo aliado para a saúde de seu pet durante o verão. “O equipamento pode ser um grande aliado para o bem-estar de seu pet. Ajustar a temperatura e manter a manutenção em dia são passos simples que fazem toda a diferença para o conforto e a saúde de toda família”, finaliza.


Boehringer Ingelheim lança endectocida NexGard® COMBO para combate a parasitas em felinos

 Pertencente à principal linha de medicamentos para pets da farmacêutica, o lançamento traz uma solução específica para gatos, que se diferencia pela sua facilidade de aplicação e vasta cobertura contra parasitas internos e externos 

 

Visando continuar seu crescimento anual no mercado de pets, a Boehringer Ingelheim anuncia o lançamento no Brasil da solução NexGard® COMBO, um endectocida de uso tópico e ação sistêmica exclusivo para felinos, que previne pulgas, sarna de ouvido, vermes chatos e redondos. O medicamento deve ser aplicado sobre a pele, na região da nuca do animal, a cada 30 dias, e um de seus principais diferenciais está na facilidade de uso, tornando a ação simples e fácil para os tutores, já que conta com um aplicador de ponta redonda e lisa, que garante maior conforto ao gato, além de controle de dosagem. 

O lançamento no mercado brasileiro já chega com a confiança estabelecida pela família NexGard®. De acordo com levantamento realizado pela Boehringer Ingelheim, em parceria com a Ipsos*, empresa especialista em pesquisa de mercado e opinião pública, 75% dos tutores de cães confiam na marca. Entre os donos de felinos, a aprovação é de 50%, mesmo sendo este o primeiro lançamento da linha NexGard® para essa espécie. 

O medicamento recebe o nome “COMBO” por conter em sua fórmula uma combinação de tripla ação: esafoxolaner, eprinomectina e praziquantel, sendo indicado para gatos com peso superior a 0,8kg e acima de 8 semanas de idade. “O comportamento natural do felino o torna mais propenso ao multiparasitismo quando comparado ao cachorro, por exemplo, e isso se agrava com gatos que possuem o perfil de sair de suas residências para passear. Nestes casos, faz-se ainda mais necessário o uso de medicamentos de forma mensal”, explica a doutora Karin Botteon, médica-veterinária e gerente técnica da área de Pets da Boehringer Ingelheim. 

A solução já está presente em mais de 12 países e a criação do produto faz parte da estratégia da companhia de expandir o alcance da linha NexGard®, já estabelecida entre o público canino. “A família Nexgard® carrega consigo um nome de alta confiabilidade e excelência. Com os gatos não será diferente, estamos lançando uma das soluções mais completa do mercado, sem perder a praticidade característica da linha”, comenta José Carlos Júnior, diretor da área de Pets da companhia. 

Para comprovar a simples aplicação, a marca possui o selo "Easy to Give ISFM Approved” da International Cat Care, uma organização global que analisa a qualidade dos produtos para gatos com base em critérios como usabilidade, eficácia e a apresentação. “O benefício da facilidade de uso é impulsionado quando falamos de felinos, que possuem um comportamento diferente ao dos cachorros, principalmente no que tange o aceite a medicações”, explica Botteon.

 

Pesquisa Ipsos de Comportamento do Consumidor Brasileiro 

Para marcar a chegada do NexGard® COMBO em nosso país, a Boehringer Ingelheim realizou uma pesquisa com a Ipsos* sobre o perfil dos tutores brasileiros, analisando questões de confiabilidade em produtos e o gasto médio com itens para saúde animal. Os dados foram coletados em julho deste ano e 404 cuidadores (217 de cães e 187 de gatos) responderam à pesquisa. 

Entre as principais descobertas, foi revelado que 63% dos entrevistados têm um gasto médio entre R$ 300 e R$ 600 por ano na categoria de antipulgas e carrapatos. Além disso, 42% estão dispostos a pagar mais por um produto que gere pouco ou nenhum efeito colateral no gato e 35% preferem investir um valor maior em um produto que seja de uma marca de confiança. 

Ainda de acordo com a pesquisa, 70% dos entrevistados afirmaram que o veterinário é o maior influenciador na decisão de compra de um endectocida para gatos. “A pesquisa deu visibilidade à solidez da marca NexGard® que, até agosto de 2024, era focada somente na saúde e proteção dos cães, dentro do mercado brasileiro. Nos últimos anos, a população de gatos teve um crescimento anual quase duas vezes maior que a de cachorros, representando um mercado em potencial que precisa ser explorado, de tutores que já confiam em nossa família NexGard®”, finaliza José Carlos.

 

*Referência Pesquisa Ipsos 

Estudo de pesquisa com abrangência nacional, coleta online, realizado pela Ipsos a pedido de Boehringer Ingelheim no Brasil, em junho de 2024. Foram realizadas 404 entrevistas entre 217 tutores de cães e 187 tutores de gatos. Margem de erro de 4,9 p.p.

 

Sobre o NexGard® COMBO 

O NexGard® COMBO é o novo produto da Boehringer Ingelheim Saúde Animal no Brasil e faz parte da linha de antiparasitários NexGard®, líder mundial no segmento. O produto é um endectocida, de uso tópico, mas de ação sistêmica, sendo recomendado para o combate de parasitas externos e internos, como pulgas, sarna, vermes chatos e redondos. O produto deve ser utilizado a cada 30 dias e é indicado para gatos com peso maior de 0,8kg e acima de 8 semanas de idade. O medicamento recebeu o nome de “COMBO” por contar em sua fórmula uma combinação de tripla ação - esafoxolaner, eprinomectina e praziquantel.

 

Boehringer Ingelheim Saúde Animal

 

Hipertermia em pets: cuidados essenciais para evitar riscos em dias quentes

Altas temperaturas exigem atenção redobrada: saiba reconhecer os sinais de hipertermia e proteger a saúde do seu pet

 

Com a chegada dos dias mais quentes, cresce a atenção dos tutores para os cuidados com os pets diante das altas temperaturas. Situações simples, como deixar o animal alguns minutos dentro do carro, podem se tornar perigosas. Mesmo com janelas entreabertas, a temperatura no interior do veículo sobe rapidamente, transformando-o em uma estufa. Em dias quentes, apenas 10 minutos já representam risco à vida do pet.

 

Assim como nós, cães e gatos sofrem com o calor excessivo, mas não regulam a temperatura tão eficientemente quanto os humanos. Sem glândulas sudoríparas, eles perdem calor principalmente pela língua e pelos coxins — as almofadinhas das patas —, o que os torna mais sensíveis. Quando a temperatura corporal ultrapassa os limites saudáveis, ocorre a hipertermia, que compromete órgãos vitais como coração, fígado e rins e pode levar à falência respiratória e convulsões.

 

“A hipertermia é uma emergência e precisa ser tratada como tal. Em poucos minutos, o calor pode causar danos irreversíveis ao organismo do animal, por isso o ideal é nunca deixá-lo sozinho dentro do carro ou em locais fechados”, explica Dra. Sibele Konno, diretora médica do Grupo Pet Care.

 

Diversos fatores influenciam essa condição, incluindo características físicas do pet, o ambiente em que está (isso vale também para o quintal sob sol intenso), a temperatura do local e o nível de atividade física. Raças de focinho achatado (braquicefálicas), como Pugs, Bulldogs e Shih Tzus, são ainda mais vulneráveis, pois têm vias respiratórias estreitas e menor capacidade de dissipar calor, dificultando a regulação da temperatura corporal.


 

Quais são os sinais da hipertermia?


O primeiro sinal costuma ser a respiração ofegante e intensa, especialmente em cães, mas os gatos também podem ser afetados. Essa dificuldade respiratória pode vir acompanhada de salivação excessiva, fraqueza, desorientação e letargia, quando o pet apresenta falta de energia e dificuldade para se mover ou reagir aos estímulos. Outros indicativos incluem rigidez muscular, arritmias e taquicardias. Nos casos mais graves, o animal pode apresentar vômitos, diarreia, convulsões e até perda de consciência.


 

O que fazer ao notar os sinais?


Se você notar sinais de hipertermia no seu pet, mantenha a calma e aja rapidamente para reduzir a temperatura corporal de forma segura, evitando complicações. Se o animal ainda estiver consciente, retire-o do ambiente quente e leve-o a um local fresco, como uma área sombreada ou um cômodo com ar-condicionado.

 

Ofereça água em pequenas quantidades, sem forçar a ingestão, e utilize toalhas úmidas para refrescar regiões com menos pelagem, como barriga, axilas e virilha. Também é possível borrifar água ou dar um banho em temperatura ambiente, evitando choque térmico. Durante todo o processo, entre em contato com um médico veterinário e leve o pet ao hospital o quanto antes, lembrando que a hipertermia é uma emergência que exige ação imediata.


“A prevenção é sempre o melhor caminho. Nunca deixe seu pet, nem por cinco minutinhos, fechado dentro do carro, mesmo que pareça inofensivo. O amor e o cuidado estão justamente nas pequenas atitudes que garantem a segurança deles”, conclui a especialista. 



Cinco informações que você precisa saber sobre maus-tratos a animais


Dessa forma, cada pessoa pode contribuir para quebrar o ciclo de violência

É necessário reforçar a prevenção contra a crueldade animal, buscando conscientizar a sociedade sobre os direitos dos bichos e a responsabilidade de garantir seu bem-estar. A violência pode se manifestar de diversas formas, nem sempre óbvias, e saber identificá-las é o primeiro passo para combatê-las.


1. Maus-tratos são crime no Brasil

Segundo a Lei nº 9.605/1998, maltratar seres indefesos é crime e pode resultar em prisão e multa. No caso de cães e gatos, a penalidade é ainda mais severa, conforme a Lei nº 14.064/2020, com reclusão de dois a cinco anos. Além disso, o Conselho Federal de Medicina Veterinária regulamenta os critérios para definir situações de crueldade. "A Resolução nº 1.236/2018 traz parâmetros que ajudam a identificar abusos físicos, psicológicos e negligência", explica a professora Andrea R. Barboza, médica veterinária e docente do curso de Medicina Veterinária da UNINASSAU Rio de Janeiro.


2. Há sinais físicos e comportamentais que indicam abusos

Magreza extrema, feridas abertas, pelagem falha, olhos apáticos e falta de alimento ou água são apenas alguns dos indícios. Também é importante observar o comportamento dos bichinhos. “Medo excessivo, agressividade incomum ou comportamentos repetitivos, como se coçar compulsivamente, costumam ser sinais de sofrimento”, alerta a veterinária. No entanto, ela lembra que nem todo sintoma representa automaticamente um caso de violência. "É fundamental investigar, pois alguns também podem estar relacionados a doenças já em tratamento", completa.


3. Maus-tratos não envolvem apenas violência direta

Deixar de oferecer abrigo, comida adequada, acesso à saúde e higiene também são formas de crueldade. “Existem os maus-tratos intencionais, como agressões físicas, e os não intencionais, causados por negligência, desconhecimento ou até distúrbios psicológicos dos tutores, como nos casos de acumuladores”, esclarece Andrea.


4. Você pode (e deve) denunciar

Ao suspeitar ou presenciar uma situação de abuso, qualquer pessoa pode fazer uma denúncia. "Procure a delegacia mais próxima, registre um boletim de ocorrência e, se possível, reúna provas como fotos, vídeos ou testemunhas", orienta a professora. Também é possível acionar o Ministério Público, o Ibama (para casos envolvendo espécies silvestres) e o Disque Denúncia.

“A denúncia precisa ser precisa e detalhada. Quanto mais informações, maior a chance de punição”, afirma. Alguns telefones úteis são 0800-618080 (Linha Verde do Ibama) e 190 (Polícia militar).


5. A responsabilidade é de todos 

A luta contra os maus-tratos não se limita à aplicação da lei. Envolve educação, empatia e engajamento social. “O respeito aos animais começa com pequenas atitudes no dia a dia. A forma como tratamos os mais vulneráveis diz muito sobre quem somos como sociedade”, destaca Andrea R. Barboza.

 

Crianças e pets: uma convivência cheia de benefícios e cuidados essenciais

 

Kathia Soares, médica-veterinária da MSD Saúde Animal, explica como a atenção diária à saúde dos animais garante uma convivência harmoniosa, saudável e repleta de aprendizados


A relação entre crianças e animais de estimação se fortalece cada vez mais dentro das famílias brasileiras. Uma pesquisa da Quaest, realizada em julho de 2024, mostrou que 94% dos brasileiros têm ou já tiveram um pet em casa. Entre os entrevistados, 98% afirmam que os pets proporcionam mais felicidade e, para 93%, eles são considerados membros da família. Esses dados são reforçados por estudos científicos, como o publicado em 2022 pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, que aponta o impacto positivo da convivência com cães e gatos na qualidade de vida.
 

A médica-veterinária Kathia Soares, da MSD Saúde Animal, ressalta que a convivência entre crianças e pets só traz benefícios quando há atenção à saúde dos animais e cuidados diários consistentes. “A interação com animais de companhia ajuda no desenvolvimento emocional, social e até físico das crianças. Mas, para que essa relação seja positiva, é essencial que os tutores mantenham os cuidados diários com a saúde dos pets”, afirma.


A convivência com pets e o desenvolvimento infantil 

A interação entre crianças e animais de companhia vai além do afeto: ela oferece oportunidades de aprendizado, responsabilidade e desenvolvimento emocional desde cedo. Conviver com um pet estimula cuidados diários, rotina e empatia, enquanto reforça vínculos afetivos que fortalecem o bem-estar da criança e do animal. 

“Os pets estimulam a empatia, a responsabilidade e até hábitos mais saudáveis. Para que essa relação seja positiva, é fundamental que os tutores mantenham os cuidados com a saúde dos animais, como vacinação, prevenção de parasitas e visitas regulares ao veterinário”, complementa Soares. 

Além disso, a presença de pets fortalece vínculos afetivos, promove segurança emocional e incentiva a socialização, proporcionando experiências enriquecedoras que acompanham a criança ao longo da vida e consolidam o animal como parte da família. Para que esses benefícios sejam mantidos de forma segura, é fundamental adotar hábitos de cuidado e prevenção que protejam tanto as crianças quanto os pets.


Cuidados constantes e prevenção de doenças 

No dia a dia da convivência com seus pets, as crianças adoram brincar e fazer passeios ao ar livre, explorando parques, quintais e ruas próximas de casa. Essas atividades, porém, expõem tanto os pequenos quanto os animais a riscos, como doenças infecciosas e a presença de parasitas, incluindo pulgas, carrapatos e mosquitos, vetores que podem comprometer a saúde dos pets e até mesmo da família. Por isso, manter hábitos de cuidado e prevenção é fundamental para que a diversão seja segura e saudável. 

Para isso, a especialista reforça alguns cuidados essenciais:

  • Visitas regulares ao médico-veterinário, para monitorar a saúde do animal e detectar possíveis problemas precocemente;
  • Vacinação em dia, protegendo contra doenças graves como a raiva;
  • Proteção contínua contra parasitas, como pulgas, carrapatos e mosquitos transmissores da leishmaniose;
  • Higiene e manejo adequados, mantendo o ambiente doméstico limpo e seguro para toda a família. 

Essas medidas não só protegem os animais, como também reduzem o risco de zoonoses – doenças que podem ser transmitidas dos pets para os seres humanos. Nesse contexto, a MSD Saúde Animal oferece soluções que apoiam a saúde preventiva, proporcionando mais saúde e bem-estar aos pets e a toda família. 

Entre eles estão a linha Bravecto®, disponível em comprimidos mastigáveis, em formulação tópica e injetável para cães. Para gatos, somente em formulações tópicas. A linha Bravecto oferece até 12 semanas de proteção contra pulgas e carrapatos nas suas formulações mastigável e tópica (consultar bula do produto) e até um ano de proteção com a formulação injetável. 

Também se destacam o Defenza®, comprimido mastigável para cães com duração de 37 dias, eficaz contra pulgas, carrapatos, sarnas e inclusive contra o bicho-de-pé; a linha Nobivac, que inclui vacinas que conferem proteção para a raiva e leptospirose, ambas doenças de caráter zoonótico; e a coleira Scalibor, indicada para cães, que protege contra a leishmaniose canina, doença grave para os pets e humanos.

Juntas, essas soluções reforçam a importância do cuidado contínuo para cães e gatos. 

Essas soluções se integram à rotina de cuidados, contribuindo para que a convivência entre crianças e pets seja segura, saudável e positiva, reforçando a prevenção como parte natural do cuidado responsável.


Prevenção e cuidado protegem toda a família
 

Quando os cuidados são mantidos, a convivência entre crianças e animais de companhia se torna uma experiência enriquecedora, segura e harmoniosa. “Manter a saúde do pet em dia garante que o vínculo com as crianças seja saudável, seguro e repleto de benefícios”, finaliza a médica-veterinária. 

Com atenção e prevenção, os pets continuam a ser nossos companheiros fiéis e parceiros no desenvolvimento infantil, consolidando-se como verdadeiros membros da família.




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Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).




Dia das Crianças também é para os pets: veja brincadeiras que unem crianças e bichinhos

Veterinário ensina como adaptar jogos e atividades para entreter crianças e animais, estimulando corpo e mente de forma segura e divertida

 

No Dia das Crianças, a diversão não precisa ficar só com os pequenos: os pets também entram na brincadeira! Assim como as crianças, os animais precisam se manter ativos e estimulados, mesmo na velhice. Brincadeiras que envolvem raciocínio, paciência e exercícios físicos ajudam a manter o bem-estar e a prevenir o sedentarismo e problemas cognitivos, tornando o convívio entre crianças e bichinhos mais alegre e saudável. 

“Muitos pensam que, ao chegar a certa idade, os animais precisam diminuir o ritmo, mas é o contrário. Brincadeiras e práticas que estimulem o pet a manter-se ativo são muito bem-vindas. A única diferença é que elas devem ser adaptadas conforme as limitações individuais e físicas do animal, respeitando suas particularidades, além de outras comorbidades que o animal possa ter”, explica Thiago Teixeira, veterinário e diretor geral do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. 

Além de estimular o corpo e a mente, essas brincadeiras fortalecem o vínculo entre crianças e animais, tornando o Dia das Crianças ainda mais especial. Ao participar das atividades, os pequenos aprendem sobre cuidado, paciência e respeito pelos pets, enquanto os bichinhos recebem atenção e carinho de forma segura e divertida. No fim das contas, todos saem ganhando: crianças e pets mais ativos, felizes e conectados. 

Uma das opções unânimes de brincadeiras, tanto para cães quanto para gatos, são os quebra-cabeças. O brinquedo tem compartimentos em que se esconde o petisco, estimulando o cachorro a encontrá-los mexendo nas peças com a pata ou o focinho. Já para gatos, o brinquedo pode incluir bolinhas ou itens que se movem e desafiam o animal para a caça e a recompensa. 

Outra atividade interessante é o esconde-esconde. Além da brincadeira entre humano e animal, é possível esconder petiscos e ração pela casa e estimular o cão a usar o faro para achá-los; para os gatos também, pois eles possuem um ótimo faro e visão para a caça, além de serem fascinados por petiscos. Ainda dá para transformar a brincadeira toda numa caça ao tesouro, escondendo brinquedos e entregando recompensas em forma de comidinhas. 

O especialista explica que, em caso de dúvidas ou falta de tempo para investir em uma brincadeira específica, o básico funciona muito bem, principalmente para gatos. “Deixar à disposição arranhadores e escaladores pela casa é uma prática incentivada, assim como usar varinhas com penas para entretê-los. Mas é importante mover os escaladores a uma altura confortável e que não exija muito do animal”, comenta o veterinário do Nouvet. 

Com os cães, brinquedos simples, como bolinhas e ursinhos, também mantêm a atividade em dia e favorecem a longevidade. O veterinário destaca, entre os brinquedos interativos, os mordedores recheados com petiscos, que deixam o pet entretido enquanto tenta ‘caçar’ a comidinha, estimulando o faro, o instinto, e evitando o estresse, o tédio e a ansiedade.  

“No geral, o ideal é que sejam evitadas atividades que exigem muito do físico, como pular ou realizar corridas com obstáculos, pois podem levar a quedas e lesões. No restante, estão liberadas diversas brincadeiras e acessórios que ajudam o pet a tornar sua longevidade uma jornada divertida e saudável. Sempre usando como base as recomendações do veterinário e respeitando os limites e tempo de cada pet, é claro”, complementa Thiago.

 

 Nouvet


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