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sábado, 11 de outubro de 2025

Dia das Crianças: Como incluir os pequenos nas tarefas domésticas de forma lúdica e educativa

No dia 12 de outubro, além dos presentes, veja sugestões de tarefas domésticas por idade para envolver as crianças nos cuidados com o lar

 

O Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, é uma excelente oportunidade para envolver os pequenos nas tarefas domésticas de forma lúdica e educativa. Ao transformar a arrumação e organização do lar em brincadeiras divertidas, as crianças não apenas desenvolvem habilidades importantes como o senso de responsabilidade, autonomia e trabalho em equipe, mas também aprendem o valor da colaboração e do cuidado com o ambiente em que vivem. Dessa forma, elas ganham muito mais do que presentes: a chance de crescer, aprender e se tornar cidadãos mais conscientes e participativos, construindo memórias afetivas e valiosas para o futuro. 

Pensando nisso, especialistas de Cif e Brilhante elaboraram uma lista de tarefas domésticas, organizadas por faixa etária, que auxiliam no desenvolvimento infantil e promovem a colaboração no cotidiano familiar. Confira: 

 

2 a 3 anos – Descobrindo a organização

Aqui, o foco não é ajudar de fato, mas sim brincar e começar a aprender que cada coisa tem o seu lugar. É importante manter tudo muito leve e simbólico, sem contato com objetos perigosos ou produtos de limpeza. O adulto deve supervisionar e transformar os momentos em brincadeiras, como desafios de guardar.

 

O que pode fazer?

1. Guardar brinquedos em cestos ou caixas (com ajuda).

2. Jogar roupas leves, como meias, no cesto de roupa suja.

3. Ajudar o adulto entregando pequenos itens, como um guardanapo ou pano.

4. Apertar o botão da máquina de lavar (acompanhado, como brincadeira).

 

4 a 5 anos – Primeira autonomia

Nessa fase, a criança já tem mais coordenação e pode participar de tarefas simples, sempre em clima de brincadeira. É importante manter a segurança total sem produtos de limpeza ou utensílios cortantes, além de valorizar mais o esforço do que o resultado.

 

O que pode fazer?

1. Arrumar a cama de forma simples e organizar os brinquedos.

2. Dobrar roupas leves com ajuda.

3. Guardar roupas em gavetas baixas.

4. Lavar frutas e legumes com supervisão.

5. Regar plantas pequenas.

6. Ajudar a pôr a mesa com guardanapos e talheres sem ponta.

 

6 a 8 anos – Participação ativa

Agora a criança já tem mais independência e pode começar a ajudar em tarefas práticas do dia a dia. É também o momento certo para introduzir tarefas na lavanderia.

 

O que pode fazer?

1. Arrumar o quarto.

2. Tirar o lixo.

3. Guardar compras do mercado.

4. Cuidar de animais de estimação.

5. Retirar a louça da mesa após as refeições.

6. Separar roupas claras, escuras e coloridas antes da lavagem.

7. Dobre e guarde as roupas limpas junto com as crianças – o cheirinho de roupa lavada com Brilhante Limpeza Total pode tornar esse momento ainda mais gostoso e divertido.

 

9 a 11 anos – Responsabilidade crescente

Nesta idade, a criança já tem autonomia suficiente para realizar tarefas mais complexas e organizar espaços. O foco é consolidar habilidades práticas e senso de responsabilidade. Uma dica importante para engajar as crianças é transformar a rotina em “missões” ou desafios temporizados para tornar as tarefas mais envolventes.

 

O que pode fazer?

1. Trocar roupa de cama.

2. Preparar lanches simples.

3. Organizar decorações e itens em móveis.

4. Ajudar no preparo do jantar.

5. Organizar as compras de mercado.

6. Retirar roupas da máquina de lavar, pendurar, dobrar e guardar.

 

12 a 14 anos – Quase independência

O adolescente já pode assumir praticamente todas as tarefas da casa. Na lavanderia, pode ajudar a organizar as roupas limpas e participar da rotina de cuidados com o ambiente, sempre com orientação e atenção à segurança. A ludicidade pode ser mantida com metas semanais ou pequenas recompensas simbólicas.

 

O que pode fazer?

1. Limpar banheiros.

2. Varrer e passar pano no chão.

3. Ajudar a cozinhar refeições.

4. Ajudar com irmãos menores.

5. Realizar todo o ciclo da lavanderia.

6. Ver a casa brilhando após a limpeza com Cif Limpeza Milagrosa, que limpa mais de 100 superfícies sem esforço, pode ser um ótimo incentivo para que as crianças e adolescentes se envolvam na manutenção da organização e do cuidado com o lar.

 


Cif
www.ciflimpadores.com.br
Instagram, Tiktok, Facebook, X e Youtube



*CONSULTE LISTA DAS SUPERFÍCIES EM WWW.CIFLIMPADORES.COM.BR.

Sempre TESTE EM UMA ÁREA NÃO VISÍVEL ANTES DE USAR. Leia e siga o modo de uso que consta no rótulo do produto. Não aplique os produtos em superfícies quentes. Para superfícies em contato com alimentos, enxágue abundantemente com água limpa, após a limpeza.

**Todas as atividades que envolvam produtos de limpeza devem ser realizadas sob a supervisão de um adulto. Antes de começar, verifique cuidadosamente os riscos associados e siga corretamente as instruções de uso dos produtos e objetos utilizados. Dessa forma, garantimos que o momento seja seguro, divertido e de aprendizado para todos.


Brincadeiras infantis moldam a inteligência emocional, especialistas


No Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, muito se fala sobre presentes e consumo, mas pouco se reflete sobre a essência da data: o brincar. Para além da diversão, a brincadeira é uma das principais ferramentas para o desenvolvimento emocional e social das crianças.

De acordo com a psicóloga e neuropsicóloga Tatiana Serra, o ato de brincar é um verdadeiro “laboratório da vida”, no qual as crianças aprendem a lidar com sentimentos, frustrações, conquistas e relações.

“A inteligência emocional, que tanto valorizamos nos adultos, começa a ser construída na infância, e é no brincar que a criança ensaia situações do mundo real de forma segura”, explica.


 

O papel da brincadeira na regulação emocional: criatividade, memória e empatia

Brincadeiras de faz de conta, jogos em grupo e até atividades físicas simples, como correr ou pular corda, ajudam as crianças a entender regras, compartilhar, esperar a vez e lidar com perdas.

“Quando a criança perde em um jogo, por exemplo, ela vivencia a frustração e, com a mediação de um adulto, pode aprender a lidar com esse sentimento de forma saudável. Isso é inteligência emocional em formação”, destaca Tatiana.

Pesquisas em neurociência apontam que o brincar ativa áreas cerebrais ligadas à criatividade, à memória e à empatia. Para Tatiana Serra, esse é um ponto crucial:

“Crianças que têm espaço para brincar livremente, sem excesso de direcionamentos ou tecnologia, desenvolvem maior autonomia e capacidade de resolver problemas.”
 

Brincar em família: vínculo e saúde mental

A especialista também alerta que, em tempos de telas, é fundamental que pais e responsáveis se envolvam nas brincadeiras.

“O melhor presente no Dia das Crianças é o tempo compartilhado. Brincar junto cria memórias afetivas, fortalece vínculos e transmite segurança emocional — bases que vão sustentar a vida adulta dessa criança”, afirma.
 

O olhar pedagógico: brincar livre, brincar estruturado e “trabalho”

Na perspectiva pedagógica, o brincar também é parte central do crescimento. Para a pedagoga Mariana Ruske, fundadora da Senses Montessori School, a infância é um momento em que aprender e brincar se entrelaçam. No método Montessori, isso acontece de três formas principais:

  • Brincar livre, quando a criança explora de forma espontânea, criando regras próprias e deixando a imaginação fluir.
  • Brincar estruturado, em que há um direcionamento leve como jogos de construção ou de regras simples.
  • “Trabalho”, conceito usado por Maria Montessori para descrever a dedicação intensa e prazerosa em atividades escolhidas pela própria criança, como cuidar de uma planta ou organizar blocos.

“Essas três experiências se complementam. O brincar livre abre portas para a criatividade, o estruturado desenvolve habilidades específicas e o trabalho fortalece a concentração e a autonomia. Tudo isso ajuda a criança a construir disciplina interna e autoestima de forma natural”, explica Mariana.

Para a pedagoga, a principal lição é que o brincar não deve ser visto como algo secundário, mas como parte da formação integral da criança.

“Quando respeitamos o tempo da infância, damos espaço para que ela cresça explorando, criando e se desafiando. Esse é o verdadeiro poder do brincar”, conclui.

Neste Dia das Crianças, especialistas reforçam: mais do que presentes, brincar é a base da inteligência emocional, da autonomia e das memórias que a criança levará para toda a vida.
 

Brincadeiras de criança antigas estimulam a inteligência

A dica do Dr. Fernando Gomes, médico neurocirurgião, neurocientista e professor livre docente da Faculdade de Medicina da USP, é voltar no tempo das brincadeiras de antigamente e compreender como elas podem estimular os mais diversos tipos de inteligência. “Quando comparamos amarelinha, pega-pega, par ou ímpar, telefone sem fio, entre outras, com o mundo atual que é muito mais on-line, conseguimos avaliar o quanto o mundo atual das telas comprometer o desenvolvimento do cérebro”, avisa o médico.

Algumas brincadeiras bem simples, fáceis de produzir e de brincar podem auxiliar na educação das crianças e cada uma delas estimula um tipo de inteligência especifica e as habilidades mentais. São elas:

  • Stop, telefone sem fio ou trava língua: Aqui a inteligência linguística e comunicação são estimuladas para potencializar matérias escolares como português e inglês;
  • O que, o que é? Pedra, papel e tesoura, par ou ímpar e jogo da velha: Promovem a inteligência lógico matemática e melhoram as habilidades com fazer contas;
  • Esconde-esconde ou bola de gude: Tudo o que engloba a inteligência espacial, aquelas que envolvem noção de espaço, melhoram o conhecimento para andar de bicicleta e até dirigir no futuro, já que estruturas profundas do cérebro, como cerebelo e gânglios da base, são utilizadas nestas brincadeiras;
  • Perna de lata, jogar amarelinha, cama de gato, pular corda, elástico, andar de carrinho de rolimã ou de pega-pega: Como mexer com o corpo físico desperta a habilidade motora, a inteligência corporal sinestésica é trabalhada nestas brincadeiras que, além disso tudo, ainda queimam calorias e pode ser uma boa introdução ao esporte;
  • Bater bafo (bater figurinhas): Estimulam a inteligência emocional;
  • Colecionar figurinhas: A memória, a atenção e outras habilidades sociais são saudavelmente provocadas com esse hábito que aciona o circuito do prazer;
  • Ter um pet: Trabalha a empatia, desenvolve sentimentos e emoções além de aquecer as habilidades sociais;
  • Empinar pipa: Essa brincadeira envolve vários processos desde a psicomotrocidade ao montar a pipa, compreender o mundo físico como o vento que fará a pipa voar e assim, a inteligência física e interpessoal são estimuladas;
  • Vivo ou morto, gato-mia e passa anel: Ponderar atitudes provocam o controle inibitório nesses tipos de brincadeiras que ainda estimulam a atenção. 

 



Dr Fernando Gomes - Professor Livre Docente de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas de SP com mais de 2 milhões de seguidores. Há 12 anos atua como comunicador, já tendo passado pela TV Globo por seis anos como consultor fixo do programa Encontro com Fátima Bernardes (2013 a 2019), por um ano (2020) na TV Band no programa Aqui na Band como apresentador do quadro de saúde “E Agora Doutor?” e dois anos (2020 a 2022) como Corresponde Médico da TV CNN Brasil. Desde 2020 comanda seu programa semanal no Youtube ‘Olho Clínico com Dr. Fernando Gomes’ Link. É também autor de 10 livros de neurocirurgia e comportamento humano. Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena a unidade de ambulatório relacionado a doenças do envelhecimento no Hospital das Clínicas.
drfernandoneuro



Tatiana Serra, psicóloga e neuropsicóloga - CRP: 06/123778 - Neuropsicóloga pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), graduada em Psicologia pela Universidade Paulista (2014), analista do Comportamento pela Universidade de São Paulo (USP). Experiência de mais de 10 anos em Análise do Comportamento e Transtorno do Espectro do Autismo e desenvolvimento de famílias e equipe.
Link

 
Mariana Ruske - Pedagoga da Senses Montessori School, pedagoga há 12 anos, especializada no método Montessori e fundadora da Senses Montessori School, referência em bilinguismo e educação Montessori no Brasil. Mãe de dois meninos, sua trajetória inclui formações em engenharia e astrofísica antes de encontrar sua vocação na pedagogia, impulsionada pela paixão pelo cérebro humano e seu desenvolvimento. Palestrante e ativista, dedica-se a disseminar informações sobre a proteção infantil contra abuso e violência. Defende que a educação infantil é a base do futuro e vê na Pedagogia Científica de Maria Montessori a ferramenta ideal para um desenvolvimento integral.


Dia das Crianças: como proteger os pequenos nas redes em tempos de hiperconexão

O Dia das Crianças é tradicionalmente marcado por presentes e brincadeiras, mas em 2025 surge um novo presente indispensável: a segurança digital. No Brasil, 93% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos já usam a internet regularmente, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (NIC.br). O celular é o principal dispositivo de acesso, e atividades como jogos online, redes sociais e streaming já fazem parte da rotina infantil. 

Se por um lado o universo digital amplia as possibilidades de aprendizado e diversão, por outro aumenta os riscos: cyberbullying, contato com desconhecidos, conteúdos inapropriados e até golpes financeiros. A SaferNet Brasil aponta que as denúncias de crimes contra crianças e adolescentes na internet cresceram 38% em 2023.

“Vivemos um cenário de hiperconexão em que as crianças estão cada vez mais expostas ao ambiente digital e há um alerta da UNICEF: 1 em cada 3 usuários da internet no mundo é criança ou adolescente. Essa hiperexposição amplia ameaças como cyberbullying, contato com predadores e acesso a conteúdos nocivos. Por isso, a proteção das crianças exige diálogo constante em casa, políticas públicas eficazes e conscientização coletiva, para que a tecnologia seja um espaço de desenvolvimento e não de vulnerabilidade”, alerta Ana Cerqueira, Presidente WOMCY Brasil. 

Para Waldo Gomes, Diretor de Marketing e Relacionamento da NetSafe Corp, “as cianças estão crescendo em um mundo hiperconectado e precisam de orientação tanto quanto de proteção técnica, não se trata de demonizar a tecnologia, mas de reconhecer que ela exige responsabilidade”.



Tempo de tela e comportamento online 

Relatório global da Qustodio mostra que crianças brasileiras passam, em média, cinco horas por dia conectadas. Além disso, mais de 60% dos usuários entre 9 e 13 anos utilizam plataformas que oficialmente só permitem maiores de 13 anos, como TikTok e Instagram. Isso expõe os pequenos a algoritmos, conteúdos adultos e interações sociais para as quais podem não estar preparados.

 

O papel dos pais e responsáveis 

A primeira barreira de proteção deve vir de casa, com diálogo aberto e educação digital.

“É fundamental conversar com os filhos sobre o que significa privacidade, sobre a importância de não compartilhar dados pessoais e de saber pedir ajuda quando se sentirem desconfortáveis”, orienta Gabriel Rimoli, Diretor de Produtos e Alianças da NetSecurity. 

O especialista complementa que, além da conversa, medidas práticas podem ser adotadas, como: ativar controles parentais nos dispositivos; limitar tempo de uso e horários de conexão; revisar periodicamente as configurações de privacidade em redes sociais e aplicativos; evitar o sharenting, ou seja, a exposição excessiva da vida dos filhos nas redes pelos próprios pais.



Escola como aliada 

Outro ponto essencial é o papel das escolas. Programas de educação midiática e cidadania digital ajudam a preparar alunos para identificar notícias falsas, compreender limites da exposição online e desenvolver senso crítico diante de algoritmos.

 

Tecnologia a favor da proteção 

Softwares de monitoramento, filtros de conteúdo e sistemas de alerta são aliados importantes, desde que usados com equilíbrio. 

“O controle técnico ajuda, mas nunca substitui a confiança construída entre pais e filhos. A tecnologia deve apoiar, e não vigiar”, reforça Gomes, da NetSafe Corp.
 

Dia das Crianças com consciência digital 

O Dia das Crianças, portanto, é também um momento para refletir sobre a infância em tempos digitais. Ao lado de brinquedos, jogos e roupas, a segurança online precisa estar no pacote de cuidados que famílias oferecem a seus filhos. 

Para a WOMCY, NetSafe Corp e NetSecurity, que atuam na proteção contra ameaças digitais em empresas e também com iniciativas de conscientização para famílias, a mensagem é clara: a segurança começa cedo e deve ser parte da cultura, não apenas da tecnologia.

 

No Dia das Crianças, especialista alerta que excesso de telas virou nova epidemia digital

Divulgação
Com índices alarmantes de exposição entre menores, o empresário e especialista em tecnologia Rafael Wisch defende o uso mais consciente da tecnologia e reforça o papel dos pais na formação digital das crianças

 

No mês em que se celebra o Dia das Crianças, cresce a preocupação com o tempo de exposição dos pequenos às telas e os riscos de conteúdos impróprios nas redes sociais. Pesquisas recentes mostram que o problema já atingiu níveis alarmantes. Segundo o levantamento TIC Kids Online Brasil 2024, 93% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos acessam a internet regularmente, e quase 30% afirmam já ter sofrido algum tipo de ofensa online. Entre os menores, o cenário é ainda mais delicado: dados do Cetic.br apontam que 44% das crianças de até 2 anos já utilizam dispositivos conectados, muitas vezes sem supervisão adequada. 

O resultado é uma geração exposta precocemente a riscos digitais e impactos no desenvolvimento. Distúrbios do sono, atrasos na fala e aumento da ansiedade estão entre os efeitos mais citados por especialistas em saúde infantil. Para o multiempresário e especialista em tecnologia Rafael Wisch, que atua em projetos voltados à educação e à infância, o caminho está no equilíbrio e na orientação - tanto de crianças quanto de pais e educadores. 

“A tecnologia não pode ser tratada como vilã, mas também não pode ser entregue sem orientação. Ela é uma aliada poderosa no aprendizado e na criatividade, mas cabe ao adulto definir limites e acompanhar de perto. O uso saudável da tecnologia começa dentro de casa. Precisamos ensinar as crianças a pensar criticamente sobre o que consomem e a entender que o digital não substitui o real”, revela Rafael. 

Em 2025, o Ministério da Educação reforçou diretrizes para o uso responsável de telas, recomendando que crianças menores de 2 anos não tenham contato com dispositivos eletrônicos e que o tempo de exposição seja limitado e supervisionado até os 10 anos. Ainda assim, o acesso a conteúdos inadequados e o uso excessivo de smartphones continuam crescendo. 

Pensando nisso, neste Dia das Crianças, Rafael Wisch propõe que o debate vá além do consumo de eletrônicos. Para ele, o desafio não é afastar os pequenos das telas, mas ensinar um uso mais consciente, humano e educativo da tecnologia. “O maior presente que podemos dar a uma criança é a presença. A tecnologia pode conectar o mundo, mas nada substitui o olhar e o cuidado de quem está por perto”, finaliza.

 

Rafael Wisch - Rafael Wisch é um empresário brasileiro que saiu da venda de sorvete para liderar um ecossistema de empresas inovadoras. Fundador da Greenn e de projetos de inteligência artificial, Wisch tem como assinatura a criação de negócios com impacto real, unindo tecnologia, propósito e visão estratégica, representando uma nova geração de líderes que equilibram crescimento com ética, inovação e transformação social.


Valorização da infância: o desafio de criar crianças saudáveis em um mundo ansioso

Como a rotina acelerada, a cobrança por desempenho e a falta de tempo livre estão afetando o bem-estar emocional das crianças

 

Vivemos numa era em que até o silêncio parece urgente. A pressa tomou conta da rotina, a comparação virou hábito e a cobrança se disfarça de incentivo. Nesse cenário, as crianças — que deveriam estar protegidas do ritmo insano do mundo adulto — estão cada vez mais envolvidas por ele. A infância ansiosa é o retrato de uma sociedade que perdeu a pausa. 

Nos últimos anos, o número de crianças diagnosticadas com ansiedade vem crescendo de forma preocupante. Dados do Ministério da Saúde apontam que os atendimentos por transtornos de ansiedade em crianças de 10 a 14 anos aumentaram 2.500% entre 2014 e 2024. Já o Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento (INPD) revelou que a ansiedade infantil cresceu 27% nos últimos cinco anos, manifestando-se antes mesmo dos 10 anos de idade. 

A psicóloga clínica Patrícia Penteado, orientadora da Escola do Futuro Brasil, explica que “a criança ansiosa não é apenas uma miniatura de adulto sofrendo — ela sofre de um descompasso sensorial e emocional que a sobrecarrega”. Segundo ela, a ansiedade infantil está mais ligada ao contexto em que a criança está inserida do que a uma fragilidade individual. “Vivemos em uma cultura de hiperestimulação e performance. E quando a criança absorve esse ambiente, ela passa a acreditar que precisa ser perfeita — o que, contraditoriamente, sabota seu desempenho”, alerta. 

A longo prazo, lembra Penteado, essa pressão excessiva pode levar ao perfeccionismo doentio, à exaustão mental e até a transtornos de ansiedade e depressão, porque a criança sente que nunca é boa o suficiente para atender às expectativas externas.

 

Raízes invisíveis: o que causa tanta ansiedade nas crianças 

Quando olhamos com calma, percebemos que a ansiedade infantil tem raízes profundas — e muitas delas estão em atitudes bem-intencionadas dos adultos. A rotina lotada, a expectativa de sucesso precoce, o contato constante com telas e a falta de tempo livre criam uma infância que mais parece um cronograma corporativo. “O excesso de atividades programadas, a chamada ‘agenda de CEO’, rouba esse tempo essencial de processamento emocional. A criança vive em modo de ‘fazer’ e ‘cumprir’, sem espaço para simplesmente ‘ser’”, explica a psicóloga. 

Essa falta de pausa impede o amadurecimento emocional. “Se o adulto planeja cada minuto, a criança não aprende a escolher, a se auto-organizar e a se divertir por conta própria. Isso gera dependência, pouca autonomia e um vazio interno crescente”, completa. Segundo ela, quando a infância é vivida sem tempo de descanso, o corpo e a mente reagem. “As emoções e ansiedades se acumulam, e o resultado são sintomas físicos, como dores de cabeça, crises de choro, ou comportamentais, como irritabilidade e isolamento.” 

É nesse contexto que o papel dos pais e educadores precisa mudar. Em vez de reforçar o resultado, é preciso valorizar o processo. “O foco deve mudar do produto final para o esforço e a persistência. Elogie o empenho, não apenas o sucesso. Dizer ‘Parabéns por todo o tempo que você dedicou estudando’ é mais saudável do que ‘Parabéns pela nota 10’”, orienta Penteado. 

Ela destaca ainda a importância de ensinar o valor do erro: “A falha é parte normal e essencial do aprendizado. Os pais devem mostrar que eles mesmos erram e aprendem. A pergunta certa é ‘O que podemos aprender com isso?’, não ‘Por que você errou?’”. 

Outro ponto que a especialista ressalta é a importância do tempo de lazer. “Costumo dizer aos pais que o ócio é produtivo. O tempo livre é crucial para a saúde mental e a descompressão emocional. Sem ele, a criança não processa as experiências e fica em alerta o tempo todo.”

 

Brincar é resistência: o poder da imaginação na saúde emocional das crianças 

Enquanto muitos adultos se preocupam em preencher cada minuto das crianças com cursos, esportes ou reforços escolares, esquecem que a brincadeira livre — aquela sem regras, sem roteiro e sem objetivo — é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento emocional. 

A brincadeira livre é a principal forma de autoterapia da criança. Quando ela negocia regras com os amigos, resolve conflitos e lida com frustrações, está treinando a resiliência”, explica a psicóloga. Brincar de forma espontânea também estimula a criatividade, a empatia e a capacidade de resolver problemas — competências que farão toda diferença na vida adulta. 

No fundo, o que está em jogo é o direito de viver o tempo da infância. Um tempo de descoberta, curiosidade e imaginação, que não precisa ser “otimizado” ou “produtivo”. Um tempo em que o vazio tem valor e o silêncio ensina. 

Penteado resume bem essa ideia: “A criança precisa criar, inventar e imaginar. Isso não é perda de tempo — é o alicerce da saúde mental. Quando a infância vira uma corrida, o adulto do futuro carrega a exaustão do que não viveu”.

 

Cuidar das crianças hoje é proteger os adultos de amanhã 

A infância ansiosa é um espelho do mundo que construímos. Ao preencher cada minuto, tiramos das crianças a chance de se encontrarem consigo mesmas. Ao medir o valor pelo desempenho, ensinamos que o amor é condicional. Ao ignorar os sinais, normalizamos o sofrimento. 

Mas ainda há tempo para mudar o rumo — com escuta, afeto e presença. Pais e professores não precisam ter todas as respostas; precisam estar disponíveis para as perguntas. 

Talvez o maior ato de coragem hoje seja ensinar uma criança a desacelerar. E, no meio de tanta correria, lembrar que o que cura não é o excesso de estímulos — é o encontro genuíno entre um adulto que acolhe e uma criança que finalmente pode respirar.


Para um lanche saudável de Dia das Crianças, aposte nos Bolinhos Coloridos de Frango e Legumes do Divino Fogão

BOLINHO COLORIDO DE FRANGO COM LEGUMES AO FORNO

 

Imagem gerada por inteligência artificial


Ingredientes:


2 batatas médias cozidas e amassadas
1 cenoura ralada
½ peito de frango desfiado cozido
1 abobrinha ralada (bem espremida para tirar a água)
1 ovo
2 colheres de sopa de queijo ralado (pode ser parmesão ou mussarela)
3 colheres de sopa de farinha de aveia (ou farinha de trigo integral)
1 pitada de sal
Orégano ou cheiro-verde a gosto


Modo de preparo:

Comece misturando todos os ingredientes em uma tigela até formar uma massa úmida e modelável. Modele em formato de bolinhos ou nuggets e coloque em uma assadeira untada com azeite. Leve ao forno pré-aquecido a 200°C por cerca de 20 a 25 minutos, virando na metade do tempo para dourar dos dois lados. Sirva em seguida.


Fonte: Divino Fogão  


Adria sugere sobremesas divertidas para deixar o Dia das Crianças mais especial

 Prepare Mini Paleta Mexicana de Chocolate com Biscoito e Brigadeiro com Biscoito para celebrar com os pequenos


O Dia das Crianças é uma daquelas datas que a gente guarda com carinho na memória. Criada no Brasil em 1920, a data só se popularizou décadas depois, com ajuda de campanhas publicitárias que incentivaram a celebração e o carinho com os pequenos. Hoje, é um tempo marcado por brincadeiras, presentes, risadas e, é claro, comidas gostosas. E, se tem algo que deixa tudo ainda mais especial, é quando a cozinha vira parte da festa.

Para celebrar o 12 de outubro de um jeito simples, criativo e cheio de afeto, Adria, marca de massas e biscoitos da M. Dias Branco, por acreditar que a vida acontece nos detalhes, convida as famílias a se reunirem em torno de uma receita fácil e divertida: Mini Paleta Mexicana de Chocolate com Biscoito.

Fácil de fazer, refrescante e divertido, ele leva os Biscoitos Plugados Adria, que são sucesso entre a criançada, e ainda permite que os pequenos participem do preparo. Mais do que um doce, a ideia é transformar o momento em uma experiência e criar memórias.

E, para quem não abre mão do clássico, Adria também sugere o Brigadeiro com Biscoito, uma releitura simples e deliciosa do docinho mais amado no Brasil. Feito com Biscoito Mousse de Chocolate Adria, é perfeito para completar o lanche do Dia das Crianças com muito sabor e afeto.

Convide os pequenos para ajudar no preparo das receitas e Feliz Dia das Crianças!

 

 

Mini Paleta Mexicana de Chocolate com Biscoito


Divulgação Adria


Ingredientes:

  • 1 litro de sorvete de chocolate
  • ½ embalagem de Biscoito Adria Plugados Chocolate, picados grosseiramente

Preparo:

  1. Retire o sorvete do freezer e deixe descongelar em temperatura ambiente por 5 minutos;
  2. Mexa com uma colher para que a massa fique mais maleável e transfira para uma tigela maior. Junte os biscoitos e misture bem;
  3. Preencha 12 formas próprias para picolés, com cuidado para não transbordar, e encaixe os palitos. Leve ao freezer e deixe por no mínimo 4 horas antes de servir.

Rendimento: 12 paletas

Tempo de preparo: 10 minutos + tempo de freezer

 

 

Brigadeiro com Biscoito


Divulgação Adria

 

Ingredientes:

  • 1 embalagem de Biscoito Mousse de Chocolate Adria
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 4 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • Chocolate granulado ou confeitos coloridos


Preparo:

  1. Em uma panela média antiaderente, junte o biscoito, o leite e deixe descansar por 5 minutos. Leve ao fogo baixo até desmanchar os biscoitos;
  2. Acrescente o açúcar, a essência de baunilha, mexa até a massa ficar firme e começar a desgrudar da panela;
  3. Deixe esfriar, unte as mãos com margarina sem sal, faça bolinhas pequenas, passe pelo chocolate granulado ou confeitos coloridos, acomode em forminhas e sirva a seguir.

Rendimento: 25 unidades

Tempo de Preparo: 30 minutos

 

Adria
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Dia das Crianças: Treloso sugere receitas para celebrar a data

Curta a data com muita diversão e receitas deliciosas para toda a família

 

Celebrado em 12 de outubro, o Dia das Crianças é uma oportunidade perfeita para comemorar com muita diversão, sabor e trela. Para deixar a data ainda mais gostosa, Treloso, marca de biscoitos e bolinhos infantis da Vitarella, sugere um dia cheio de atividades criativas e receitas saborosas para tornar o dia dos pequenos ainda mais especial.

A primeira dica é a Caça ao Tesouro, uma gincana que transforma a casa em cenário de aventura. Com pistas espalhadas pelos cômodos, desafios divertidos e muita imaginação, a brincadeira termina com uma recompensa especial: um Milk-Shake de Chocolate Treloso, feito com os biscoitos favoritos da criançada. Refrescante, fácil de preparar e ainda recarrega as energias depois da diversão.

Depois de brincar, é hora de voltar para a cozinha com uma nova missão: preparar os Churros Treloso. A receita leva o Biscoito Doce Treloso Sabor Leite, que deixa a massa ainda mais saborosa. E, para deixar tudo mais divertido, que tal chamar as crianças para ajudar? Elas podem se divertir passando os churros, depois de fritos, na mistura de açúcar e canela.

Para fechar o Dia das Crianças com chave de ouro, nada melhor do que reunir toda a família em um cantinho aconchegante da casa. Espalhe almofadas, prepare uma tigela de pipoca e aproveite para saborear os churros feitos juntos, enquanto assistem ao filme. Nossa sugestão é “Toy Story”, uma aventura cheia de emoção, amizade e trela, perfeita para todo mundo aproveitar juntinho.

Confira as receitas completas abaixo e Feliz Dia das Crianças!

 

Milk-Shake de Chocolate Treloso

 

Divulgação Treloso


Ingredientes:

  • 3 bolas de sorvete de creme
  • 1 copo de leite
  • 6 unidades de Biscoito Treloso Crocante de Chocolate
  • 100g de açúcar
  • 1 colher de crocante de açúcar


Brigadeiro:

  • 1 lata de leite condensado
  • 2 colheres de achocolatado
  • 1 colher de manteiga

 

Preparo:

Brigadeiro:

  1. Coloque em uma panela uma lata de leite condensado, com as duas colheres de achocolatado e uma colher de manteiga. Mexa até aparecer o fundo da panela.


Milk-shake:

  1. Derreta em uma panela 100gramas de açúcar.
  2. Assim que estiver em ponto de caramelo, derrube em uma superfície untada.
  3. Espere esfriar e em seguida quebre em pequenos pedaços.
  4. Quebre o biscoito em pequenos pedaços e coloque em um copo com biscoito.
  5. Bata no liquidificador o leite com as bolas do sorvete.
  6. Depois de pronto, despeje no copo.
  7. Para decorar, passe na borda do copo um pouco de brigadeiro e polvilhe com pedaços de biscoito e crocante de açúcar.

Tempo de preparo: 30 minutos.

 

 

Churros Treloso

Divulgação Treloso

 

Ingredientes:

  • 270ml de água
  • 26g de açúcar
  • 25g de manteiga
  • 100g de Biscoito Doce Treloso Sabor Leite triturado
  • 100g de farinha de trigo
  • Óleo para fritura
  • Açúcar refinado
  • Canela em pó
  • Doce de leite para servir
  • Brigadeiro para servir


Preparo:

  1. Retire o recheio do biscoito e triture em um processador ou liquidificador, misture com a ferinha de trigo.
  2. Em uma panela coloque a água, manteiga e o açúcar. Quando a manteiga derreter derrame a mistura de trigo e biscoito. Mexa até formar uma massa uniforme e desgrudar da panela.
  3. Retire do fogo e deixe esfriar.
  4. Coloque em um saco de confeitar com um bico de pitanga.
  5. Em uma panela esquente o óleo e frite os churros, e escorra em papel absorvente.
  6. Passe os churros numa mistura de açúcar e canela. Sirva com doce de leite e brigadeiro.


Tempo de preparo: 45 minutos.

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M. Dias Branco

www.mdiasbranco.com.br

 

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