Pesquisar no Blog

domingo, 10 de agosto de 2025

Arquitetura pet friendly: a casa pensada para moradores e seus pets


 

No estúdio de 40m², o arquiteto Raphael  Wittmann escolheu o piso vinílico
 Projeto Rawi Arquitetura + Design 
Foto: Thiago e Dam Mol

 

Ao viverem em nossas casas como integrantes da família, os ambientes devem estar bem-preparados para dias tranquilos e gostosos na companhia deles

 

Cada vez mais integrados aos lares, os pets são nossos fiéis companheiros e o impacto positivo que eles exercem em nossas vidas é grande. Em um mundo cada vez mais adaptado às necessidades dos pets, a arquitetura desempenha papel fundamental ao criar lares que propiciem comodidade, segurança e funcionalidade, tanto para os animais quanto para seus donos. Mas como unir essas questões? Acompanhe os pontos listados pelo arquiteto Raphael Wittmann, do escritório Rawi Arquitetura + Design.

 


Escolhendo o piso ideal


Não apenas no piso, mas uma das premissas ao projetar uma casa ou apartamento pet-friendly implica em especificar materiais alinhados com essa rotina. Sem dúvidas, o porcelanato é uma das alternativas mais práticas e seguras para quem tem animais de estimação. No acabamento acetinado ou ABS, o revestimento oferece aderência e evita que os bichinhos escorreguem, além de ser resistente e fácil de limpar.

 

O profissional afirma que o piso vinílico é outra boa escolha por sua facilidade de limpeza, conforto térmico e por minimizar o barulho das patinhas. “Laminados, carpetes e pedras porosas devem ser evitados”, aconselha. Nas paredes, as tintas laváveis são as mais recomendadas.

 

Espaços adaptados para diferentes tamanhos e rotinas


Ao definir o layout do ambiente para acomodar pets, o tamanho do espaço é menos importante do que a qualidade de vida oferecida. Para garantir o bem-estar dos animais, a arquitetura, por mais eficaz que seja, não resolve tudo sozinha: é fundamental que o humano assuma a responsabilidade de proporcionar estímulos dentro de casa por meio de atividades e passeios frequentes nas proximidades do imóvel.

 

De acordo com Raphael, rampinhas e degraus para pets têm o objetivo de facilitar o acesso às áreas mais altas, reduzindo o impacto nas articulações e na coluna para animais idosos ou com problemas de mobilidade. “É importante avaliar a altura de cada degrau, bem como o espaçamento entre eles, para que não haja esforço excessivo”, indica. Para maior segurança dos dispositivos, ele prescreve a fixação no chão ou em algum móvel para evitar movimentos durante o uso.

 

Materiais duráveis e Pet-Friendly


Quem investe na aquisição de móveis não quer saber de
 vê-los deteriorados nem em curto, médio e longo prazo. De acordo
 com o arquiteto Raphael Wittmann, que posou na foto com o cachorrinho,
a tecnologia permite que o mercado disponha de tecidos resistentes
 e sem interferir na estética do projeto
 Projeto Rawi Arquitetura + Design
 Foto: Thiago e Dam Mol

Quando o assunto é mobiliário, a escolha de matérias-primas que resistam ao desgaste causado pelos pets é crucial. Para sofás e cadeiras, Raphael assinala o uso de tecidos com tramas fechadas e tecnologia Easy Clean, que facilita a limpeza e oferece proteção contra odores e rasgos. Visando a longevidade, também aconselha a blindagem e a impermeabilização dessas peças. “Podemos considerar outras possibilidades, como o caso do couro, que é perfeito para cães, embora não se aplique aos gatos, que podem danificá-los com suas dezoito unhas no tradicional costume de arranhar – um ato comumente realizado para demarcar território”, elabora.

 

Com a definição do tecido certo, o dono do pet pode ficar
 despreocupado quanto à durabilidade dos móveis
Freepik

Iluminação para o bem-estar dos pets


Uma questão que nem sempre é lembrada, mas que pode influenciar diretamente na saúde e no comportamento dos pets, diz respeito à iluminação do ambiente. Assim como os humanos, cães e gatos são sensíveis às variações de luz e necessitam de um ciclo natural de luminosidade para regular suas atividades diárias.

 

A intensidade e a temperatura de cor das lâmpadas podem afetar o bem-estar e, para garantir um ambiente mais tranquilo, é sugerido manter janelas e cortinas abertas sempre que possível. A luz artificial também deve ser cuidadosamente escolhida, lançando mão de tons mais suaves e agradáveis, que não promovem desconforto aos animais.

 


A natureza dentro de casa


As plantas são sempre muito bem-vindas em casas com bichinhos de estimação, desde que escolhidas com uma análise criteriosa para não incorrer no risco de escolher espécies tóxicas. Para os tutores que também são pais e mães de plantas, vasos pesados – longe da altura do animal –, ou mesmo suspensas, são estratégias para evitar que eles não derrubem ou atrapalhem a integridade delas.

 

RAWI ARQUITETURA + DESIGN
WPP +55 11 3667-7778 | ola@rawi.com.br
@rawiarquitetura | www.rawi.com.br


Equipamentos de contenção ajudam a garantir saúde imunológica e eficácia de tratamentos do gado

Beckhauser
Equipamentos de contenção são essenciais para auxiliar na aplicação de medicamentos e no check-up dos animais


Manter a saúde do rebanho em dia exige do produtor atenção à alimentação, local de descanso, aplicação de vacinas e, quando necessário, medicamentos e vermífugos, além da realização de exames e procedimentos. Na hora do manejo sanitário, equipamentos de contenção são fundamentais para garantir a imobilização segura e eficiente dos animais durante os processos e o bem-estar da equipe da fazenda.

Equipamentos como os becksafes, oferecidos pela Beckhauser, empresa referência na produção de equipamentos de contenção bovina, permitem que o pecuarista execute o manejo com precisão, agilidade e segurança, minimizando o estresse animal e reduzindo o risco de acidentes. O equipamento pode evitar a aplicação incorreta de vacinas e medicamentos, abcessos, perdas de remédios, acidentes, lesões e elevação do estresse, que compromete bastante – ou até mesmo inviabiliza – a resposta imunológica e a eficácia dos tratamentos.

“A contenção inadequada ou improvisada pode gerar uma série de impactos negativos como estresse elevado, que libera cortisol e prejudica a resposta imunológica, traumas físicos como fraturas, escoriações, hematomas e outras lesões, falhas na aplicação de vacinas ou medicamentos, comprometendo a eficácia, acarretando a não imunização correta do animal ou perda de doses, seringas e agulhas, gerando custos extras na operação, e pode também gerar risco de contaminação cruzada devido a movimentação descontrolada dos animais”, enumera o supervisor regional da Beckhauser, Raphael Moussalem.

Estes fatores geram baixa produtividade, uma vez que animais estressados ou lesionados produzem menos em todos os sentidos. Além disso, a ausência de contenção aumenta o risco de acidentes com operadores, que podem sofrer lesões como chifradas, coices ou esmagamentos por contato inadequado com os animais, além de problemas ergonômicos por repetição de movimentos inadequados.

Moussalem pontua que, quando bem utilizada, a contenção promove bem-estar e melhora os resultados nos manejos sanitários em modo geral. Isso porque o becksafe minimiza a necessidade de força bruta, ruídos desnecessários, reduzindo agressividade e medo dos animais, mantendo a calma e respeitando seus limites, o que facilita o manejo racional, com movimentação mais tranquila e natural. “A filosofia moderna de manejo racional prioriza equipamentos que se adaptam ao comportamento natural dos bovinos, e não o contrário”, afirma o profissional.


Eficiência e funcionalidade

Atualmente, o produtor dispõe de diversos equipamentos de contenção para o trabalho na propriedade, que podem variar desde os modelos mais simples até os mais avançados, como a linha Beck Total Flex, que permite múltiplos ajustes para diferentes portes de animais.

“O sistema hidráulico, como o da linha Beckhauser Hidráulicos e Automação, eleva a eficiência e reduz o esforço físico dos operadores, garantindo uma contenção segura e com menor risco de falhas na operação. Unindo eficiência e funcionalidade, equipamentos de contenção como os becksafes da Beckhauser, em suas versões parede móvel (contenção por movimentação das paredes paralelas), os vazieiras (tradicionais, com contenção principal pelo vazio do animal) e as opções deste com acionamento automático (hidráulicos), garantem alta produtividade na propriedade”, detalha o supervisor.

Apesar dos equipamentos disponíveis no mercado, ainda há produtores que resistem ao seu uso na fazenda. De acordo com Moussalem, isso ocorre por barreiras o investimento na aquisição, cultura tradicional de uso de métodos hoje ultrapassados, falta de informação sobre os impactos positivos dos novos equipamentos, e o receio de mudanças ou medo de alterar rotinas consolidadas.

“Muitos ainda veem o equipamento como despesa, por não saberem que esse investimento é recuperado rapidamente com redução de perdas e aumento da eficiência. Outros ainda não reconhecem os benefícios dos equipamentos modernos ou desconhecem os impactos positivos do bem-estar, produtividade e segurança que uma boa contenção promove no momento mais crítico de sua operação, quando se leva sua principal mercadoria para os manejos mais sensíveis. Por último, o medo de mudar a rotina, mesmo que ela já se mostre inadequada para a pecuária moderna. Nosso papel como Beckhauser é mostrar que a contenção adequada é essencial para a sustentabilidade da pecuária moderna, tanto no aspecto econômico, ético e produtivo”, finaliza. 


Beckhauser
https://beckhauser.com.br/


Longevidade e diversão: brincadeiras que ajudam seu pet a envelhecer com saúde

 Veterinário aponta brinquedos e atividades para tutores manterem animais ativos, mesmo na velhice

 

Assim como acontece com humanos quando chegam na terceira idade, os pets também precisam estimular seu lado cognitivo, exercitar a paciência, a memória e aprender o raciocínio lógico para evitar o sedentarismo e quadros de demência na velhice. Pode parecer contraintuitivo, mas veterinários aconselham que os tutores insiram o hábito de brincar também nessa fase, para favorecer o bem-estar físico e mental dos amigos de quatro patas mais longevos. 

“Muitos pensam que, ao chegar a certa idade, os animais precisam diminuir o ritmo, mas é o contrário. Brincadeiras e práticas que estimulem o pet a manter-se ativo são muito bem-vindas. A única diferença é que elas devem ser adaptadas conforme as limitações individuais e físicas do animal, respeitando suas particularidades, além de outras comorbidades que o animal possa ter”, explica Thiago Teixeira, veterinário e Diretor Geral do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. 

Uma das opções unânimes de brincadeiras, tanto para cães quanto para gatos, são os quebra-cabeças. O brinquedo tem compartimentos em que se esconde o petisco, estimulando o cachorro a encontrá-los mexendo nas peças com a pata ou o focinho. Já para gatos, o brinquedo pode incluir bolinhas ou itens que se movem e desafiam o animal para a caça e a recompensa. 

Outra atividade interessante é o esconde-esconde. Além da brincadeira entre humano e animal, é possível esconder petiscos e ração pela casa e estimular o cão a usar o faro para achá-los; para os gatos também, pois eles possuem um ótimo faro e visão para a caça, além de serem fascinados por petiscos. Ainda dá para transformar a brincadeira toda numa caça ao tesouro, escondendo brinquedos e entregando recompensas em forma de comidinhas. 

O especialista explica que, em caso de dúvidas ou falta de tempo para investir em uma brincadeira específica, o básico funciona muito bem, principalmente para gatos. “Deixar à disposição arranhadores e escaladores pela casa é uma prática incentivada, assim como usar varinhas com penas para entretê-los. Mas é importante mover os escaladores a uma altura confortável e que não exija muito do animal”, comenta Teixeira. 

Com os cães, brinquedos simples, como bolinhas e ursinhos, também mantêm a atividade em dia e favorecem a longevidade. O veterinário destaca, entre os brinquedos interativos, os mordedores recheados com petiscos, que deixam o pet entretido enquanto tenta ‘caçar’ a comidinha, estimulando o faro, o instinto, e evitando o estresse, o tédio e a ansiedade. 

“No geral, o ideal é que sejam evitadas atividades que exigem muito do físico, como pular ou realizar corridas com obstáculos, pois podem levar a quedas e lesões. No restante, estão liberadas diversas brincadeiras e acessórios que ajudam o pet a tornar sua longevidade uma jornada divertida e saudável. Sempre usando como base as recomendações do veterinário e respeitando os limites e tempo de cada pet, é claro”, finaliza.

 

 Nouvet


Dicas para proporcionar mais qualidade de vida aos pets

Divulgação
Mars Petcare
Mars Petcare compartilha orientações práticas para enriquecer a rotina de gatos e cães

 

Mesmo com a correria do dia a dia, pequenos gestos podem fazer toda a diferença na vida dos pets. Brincadeiras, passeios e até momentos de carinho são exemplos de como transformar a convivência com gatos e cães em experiências mais ricas e acolhedoras.

 

“Os animais de estimação precisam de estímulos, segurança e afeto para terem uma boa qualidade de vida. Mesmo com uma rotina atribulada, é possível promover interações diárias, que trazem benefícios físicos e emocionais não só para os pets, mas também para os tutores. Proporcionar momentos de atenção e vínculo, através de uma rotina mais ativa, saudável e equilibrada, é também uma forma de exercer a guarda-responsável dos pets”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

Pensando nisso, a Mars Petcare, especialista em nutrição e bem-estar animal, detentora das marcas ROYAL CANIN®, PEDIGREE® e WHISKAS®, dentre outras, compartilha orientações práticas para tornar o dia a dia dos pets mais estimulante. Confira!

 

Enriquecimento ambiental


Estimular os sentidos dos pets por meio de brinquedos, texturas, sons, cheiros e comedouros interativos é uma ótima maneira de incentivar comportamentos naturais. Essas práticas ajudam a combater o tédio e a ansiedade, promovendo equilíbrio emocional.

 

Atividades interativas


Mesmo com pouco tempo, alguns minutos de brincadeira por dia podem fortalecer a conexão com o pet. Jogar uma bolinha, esconder petiscos pela casa ou oferecer brinquedos que estimulem a curiosidade são exemplos simples e eficazes.

 

Estímulos mentais e físicos


Variar os brinquedos, propor desafios e explorar caminhos diferentes durante os passeios são atitudes que ativam o intelecto do animal, promovendo gasto de energia e reduzindo sinais de estresse.

 

Interação social e cuidados diários


Interagir com o pet, oferecer carinho e cuidados diários com sua saúde proporcionam segurança emocional, além de ajudar o animal a se sentir parte ativa do lar.

 

Alimentação adequada


Oferecer uma alimentação adequada para as suas necessidades e de maneira criativa — em brinquedos apropriados ou em locais variados da casa — estimula os instintos de busca e recompensa. Os alimentos úmidos, além de auxiliar na hidratação do animal, também podem despertar ainda mais seu interesse e tornar esse momento uma experiência sensorial prazerosa.

 

Para conhecer mais sobre a Mars e conferir conteúdos sobre saúde e bem-estar dos pets, visite o site.

 

 

Mars

site

Facebook, Instagram, LinkedIn e YouTube

 

 

Dados revelam tutores de pets mais atentos e conectados

Levantamento exclusivo da Budz, startup brasileira do setor pet, mostra que a V8/V10 é a vacina mais procurada pelos donos de animais de estimação

 

Com base em dados proprietários de mais de 150 mil usuários, a Budz, pet tech brasileira que reúne saúde, bem-estar e comportamento animal em um único ecossistema digital, identificou insights valiosos sobre a rotina dos tutores e suas principais preocupações no cuidado diário com cães e gatos. As informações vêm diretamente do app da Budz, que oferece conteúdos educativos, consultas veterinárias por telemedicina e carteira de vacinação digital, e hoje ocupa a liderança como o aplicativo de adestramento número 1 do Brasil nas lojas iOS e Android. 

A análise dos artigos mais acessados no app da Budz revela que tutores de cães e gatos buscam, principalmente, informações sobre comportamento e saúde básica. No caso dos cães, temas como adestramento, alimentação, cuidados com o frio ou calor e curiosidades comportamentais estão entre os mais lidos. Já entre os tutores de gatos, os conteúdos mais procurados abordam doenças, higiene, ansiedade e interpretação de comportamentos, mostrando que, apesar da fama de independentes, os felinos também despertam atenção constante e dúvidas relevantes.

 

Saúde preventiva no centro das decisões 

Outro levantamento feito com base nas funcionalidades premium do aplicativo mostra como a telemedicina veterinária tem ganhado força. De acordo com os dados da Budz, os cinco principais motivos que levaram os tutores a procurarem atendimento remoto foram: ingestão de objetos ou substâncias, problemas gastrointestinais, problemas urinários, cuidados antes de viagens e questões relacionadas à lágrima ácida. 

A saúde preventiva também se mostra como um pilar importante entre os usuários. Os dados da carteira de vacinação digital da Budz revelam que as vacinas V8/V10 e Gripe Canina lideram com folga os registros feitos por tutores. A V8/V10 é crucial para proteger cães contra doenças graves como cinomose, parvovirose e hepatite infecciosa, enquanto a vacina contra a Gripe Canina tem ganhado relevância nas cidades, onde o contato entre os animais é mais frequente em locais como pet shops e parques.

 

Tecnologia aliada ao cuidado responsável 

A Budz foi criada com o propósito de empoderar os tutores por meio da informação e da tecnologia. O app oferece inteligência artificial para ajudar tutores e suporte completo para que qualquer pessoa, independentemente do nível de experiência, possa cuidar melhor de seus animais de estimação. “Nosso objetivo é transformar a relação entre tutores e pets, tornando-a mais consciente, segura e conectada. Esses dados reforçam que estamos no caminho certo, ajudando pessoas reais a tomarem decisões mais informadas no dia a dia”, comenta Rodrigo Gomes, cofundador da pet tech.

Com crescimento contínuo da base de usuários e com funcionalidades que vão de conteúdos educativos até ferramentas práticas de saúde e comportamento, a Budz consolida-se como um dos principais hubs digitais do universo pet no Brasil. Os dados revelam um movimento claro: tutores cada vez mais comprometidos, atentos e dispostos a utilizar a tecnologia como aliada para oferecer uma vida mais saudável e equilibrada aos seus cães e gatos.

 

Budz


Pets de assistência emocional contribuem com a melhor qualidade de vida das pessoas autistas

Segundo a médica veterinária e influenciadora, Leticia Alves, diagnosticada com TEA e TDAH, um animal treinado garante conforto e segurança àqueles que sofrem com o autismo 

 

O autismo no Brasil é um tema que tem ganhado cada vez mais atenção, tanto pela sua prevalência crescente quanto pela importância do diagnóstico precoce e da inclusão social das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). De acordo com o Censo Demográfico de 2022 cerca de 2,4 milhões de brasileiros possuem diagnóstico de TEA, o que corresponde a 1,2% da população. 

A constatação mostra que nos últimos tempos, parte dos brasileiros passou a estar ladeado pelos chamados animais de assistência emocional (AAE). Trata-se de pets que oferecem suporte emocional e ajudam na melhoria da qualidade de vida de pessoas com problemas de ansiedade, depressão, transtorno de estresse pós-traumático e também o autismo. Neste caso, eles não são considerados animais de serviço, mas podem proporcionar conforto e companhia aos seus tutores.

Segundo a médica veterinária e influenciadora Leticia Alves, diagnosticada com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), os animais presentes na vida de pessoas como ela, têm suas funções estabelecidas de acordo com cada característica pessoal. “Não são funções padrão, mas em geral, o propósito do animal é trazer conforto, regulação emocional e segurança ao portador do espectro”, destaca a influenciadora conta conta com a parceria do simpático cão Jackson, um border collie que lhe faz companhia a diversos lugares e faz com que ela mantenha a tranquilidade em condições adversas. 

“O Jackson precisou morar fora de casa com o treinador, para que pudesse aprender os comandos necessários para o meu suporte em crises de pânico. Ele levou um tempo e teve suas particularidades de espécie levadas em consideração. O jackson possui um excelente pedigree, um temperamento muito calmo e passou em todos os testes de inteligência; se mostrando capaz de aprender o que era necessário para me ajudar. Meu diagnóstico de autismo aconteceu durante o treinamento dele. Ele estava sendo preparado para me ajudar com a síndrome do pânico, consequentemente a segurança que passa, ajuda no TEA”, conta Leticia Alves.

Também com os mesmos diagnósticos, Theo, filho mais velho de Leticia, conta com a assistência do gato vira-lata Olaf. Os felinos, ainda, são pouco mencionados como pets de assistência, porém começam a conquistar um amplo espaço neste cenário. “Meu filho recebeu o diagnóstico de autismo. Ele é uma pessoa muito inteligente, mas tem momentos que fica nervoso e bastante agitado. Sua tranquilidade é atingida quando nosso gato de estimação está ao seu redor. O gato acaba por intervir nesses momentos complicados de crise dele. O convívio com os pets faz a diferença para a melhoria na qualidade de vida e para tratamentos de transtornos neurológicos, mentais e emocionais”, finaliza a médica veterinária.


Casa limpa, pet saudável: aprenda a higienizar seu lar sem colocar seu bichinho em risco

Saber o que precisa ser feito e quais produtos devem ser evitados contribui para a limpeza da casa e saúde dos animais

 

Quem convive com cães, gatos ou outros animais sabe que a alegria de tê-los em casa também traz responsabilidades, especialmente no quesito limpeza. Mas será que todo produto usado no dia a dia é seguro para os pets? A resposta é: nem sempre. Muitos produtos convencionais contêm ingredientes como cloro, amônia e fenol, substâncias que, apesar de eficazes na higienização e comuns em fórmulas comerciais, podem causar irritações, intoxicações e até problemas neurológicos em animais domésticos.  

De acordo com a ASPCA (American Society for the Prevention of Cruelty to Animals), o cloro é corrosivo e pode liberar gases prejudiciais ao trato respiratório dos animais. A amônia, além de irritar olhos e vias aéreas, pode estimular o comportamento de marcação urinária. Já o fenol, presente em alguns desinfetantes hospitalares, é especialmente perigoso para os gatos, com potencial de causar danos ao fígado e rins. Fontes brasileiras, como o Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP), também trazem o alerta para os perigos desses componentes em ambientes residenciais com pets. 

Frente a esses riscos, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (ABRALIMP) traz dicas da especialista Natália Giora, Gerente de Qualidade da Start Química, sobre como manter uma rotina de higienização consciente sem comprometer a saúde dos animais de estimação.  

Boas práticas na higienização de lares com animais incluem: 

  • Priorizar produtos registrados na Anvisa; 
  • Realizar diluições conforme indicado no rótulo; 
  • Ventilar bem o ambiente e garantir a secagem completa antes da circulação do pet; 
  • Higienizar regularmente objetos como comedouros, cobertas e brinquedos com sabão neutro; 
  • Evitar o uso de desinfetantes hospitalares ou industriais em ambientes residenciais. 

Além de saber o que precisa ser feito, é importante também escolher produtos com formulações compatíveis com a presença de animais. Para isso, recomenda-se o uso de desinfetantes com ação bactericida que sejam livres de princípios ativos agressivos, como cloro, amônia e fenol, e que tenham registro na Anvisa. Limpadores com pH neutro são ideais para a higienização de superfícies laváveis, tecidos e áreas de circulação dos pets, enquanto os detergentes neutros são indicados para a limpeza de canis, áreas externas e objetos de uso frequente dos animais, como potes, brinquedos e cobertores.  

Caso o animal apresente sintomas como coceira, vômitos, salivação excessiva, alterações de pupila, tremores, apatia ou dificuldade para respirar após a limpeza, o tutor deve procurar imediatamente orientação veterinária.  



Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional- ABRALIMP
https://abralimp.org.br/

 

Inverno exige cuidados especiais com os animais

 

No inverno, as baixas temperaturas aumentam os riscos à saúde de cães e gatos. Alguns tipos de doenças são mais comuns nesse período. Além da gripe, das doenças respiratórias, o tempo seco pode causar alergias e problemas dermatológicos nos animais, e se não forem tratadas corretamente podem trazer danos irreversíveis à saúde dos pets. As doenças mais comuns podem ser prevenidas através de vacinação.

 

A estação mais fria do ano pede atenção redobrada com os mais idosos e os que já têm doenças osteoarticulares como: - problemas de coluna, displasias e artroses. A artrite e a artrose são doenças que podem ser diagnosticadas com antecedência e tratadas visando melhorar a qualidade de vida do pet no inverno.

 

“Duas características dos cães funcionam como isolante térmico, que os protegem do frio: pelo e gordura corporal. Não há cobertor mais eficiente do que o pelo. Ele evita que o animal perca ou receba calor em excesso, ajudando a equilibrar a temperatura do corpo. As baixas temperaturas afetam os cachorros com pelagem curta, por isto é ideal que eles usem uma roupinha e que tenham um lugar quente e aconchegante para dormir”, pontua a ambientalista e protetora dos animais Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News.

 

No inverno, as dores acabam ficando mais intensas, portanto, é necessário ficar atento ao comportamento dos pets nesse período. “Quando os pets sentem dores, acabam ficando mais introspectivos, perdem o apetite e sentem dificuldades para se locomover ou realizar tarefas rotineiras, como um passeio na rua, subir escada e até mesmo no sofá, então, o ideal é prestar atenção e verificar se não ocorreu alguma mudança de comportamento brusca”, explica Fernanda Cioffetti, médica veterinária.

 

“No geral, é possível identificar com mais facilidade problemas de saúde em cachorros, já que eles costumam ser mais agitados comparados aos gatos, então fica mais perceptível ver que algo não está bem. No caso dos gatos, alguns dos sinais como perda de apetite, urinar e defecar fora da liteira e procurar isolamento, são comuns”, orienta a veterinária.

 

A bióloga, Priscila Weber Maciel, explica que até para os répteis é necessário realizar ações em busca do conforto térmico nessa época do ano e, por isso, instalam no habitat tocas artificiais aquecidas. “Os répteis demandam cuidados especiais também, pois dependem muito da temperatura do ambiente para a regular a do corpo, e assim podem escolher onde preferem ficar”, afirma.

 

”Manter uma hidratação adequada e fornecer um alimento de qualidade de acordo com a espécie, idade, porte, fase de vida e nível de atividade, com orientação de um veterinário, vai manter o pet saudável não só no inverno, mas durante o ano inteiro”, conclui Vininha F. Carvalho.


Pets diabéticos: como a alimentação e o sobrepeso impactam a saúde de cães e gatos

Veterinária do CEUB explica os sinais de alerta, diagnóstico e os cuidados necessários para manter o animal saudável em tratamento

 

Assim como nos humanos, o diabetes mellitus pode afetar cães e gatos de forma quase que silenciosa e, quando não tratado, pode levar a complicações graves e até à morte do animal. Com diagnóstico precoce e o tratamento adequado, os pets podem ter uma vida longa e com qualidade. Fabiana Volkweis, professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), orienta os tutores sobre como identificar os sintomas da doença, a importância do acompanhamento médico e os cuidados no dia a dia dos animais diabéticos. 

O alerta para os tutores começa com os chamados “4 Ps”: perda de peso, poliúria (urinar em excesso), polidipsia (sede exagerada) e polifagia (aumento do apetite). Entre outros sintomas, estão a apatia, vômitos e até cegueira súbita. Em gatos, a doença pode causar andar alterado, com apoio dos membros traseiros, o que dificulta, por exemplo, subir em sofás e lugares altos. “Com o agravamento, o pet pode parar de se alimentar, perder peso rapidamente, apresentar desidratação, desenvolver insuficiência renal ou pancreatite”, alerta a veterinária. 

Embora as causas ainda não sejam totalmente compreendidas, a combinação de fatores genéticos e ambientais é apontada como a principal responsável pela patologia. A veterinária classifica animais obesos, idosos ou que já tenham enfrentado doenças como pancreatite como os que têm mais chances de desenvolver o quadro. Estudos mostram que gatos domésticos com mais de 6,8 kg têm o dobro de chances de desenvolver diabetes, especialmente os que já passaram dos 7 anos.  

“Já em cães, a maioria dos casos envolve a forma insulinodependente da doença, ou seja, o pâncreas já não produz a insulina necessária”, explica. Entre as complicações mais graves da doença, estão a cetoacidose diabética, condição que causa desidratação severa, acidose, perda de eletrólitos e alterações neurológicas, falência renal, infecções urinárias recorrentes, neuropatias e até cegueira causada por catarata. 

 

Diagnóstico e tratamento

O ponto de partida, segundo a professora é a observação de comportamentos incomuns e mudanças físicas. A partir disso, ela recomenda que o pet seja encaminhado para um médico veterinário solicitar exames de sangue e urina, como a glicemia em jejum e a urinálise. 

"Em alguns casos, são indicados exames complementares, como a dosagem de frutosamina, hemoglobina glicada e ultrassonografia abdominal, além da avaliação de função renal, hepática e lipídica", explica Volkweis. Ela acrescenta que uma avaliação criteriosa pode excluir comorbidades, como insuficiência renal, hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo. 

Embora o princípio do tratamento entre cão e gato seja o mesmo, com insulina, dieta e exercícios físicos, há diferenças importantes. “Em cães, o uso da insulina é quase sempre vitalício. Já em gatos, a depender da resposta ao tratamento e da retirada de fatores que causam resistência à insulina, há casos de remissão da doença, ou seja, o pet pode deixar de precisar da medicação com o tempo. Hoje existem sensores modernos que se acoplam ao corpo do animal e enviam as medições para aplicativos, sem a necessidade de punções constantes.”.  

A alimentação também varia entre caninos e felinos. Segundo a veterinária, para cães a dieta deve ser controlada em quantidade e oferecida nos mesmos horários, sobretudo antes da aplicação da insulina. Já os gatos podem ter acesso livre à ração específica ao longo do dia, pois usam insulina de longa duração. “Estabelecer uma rotina adequada, aplicar a insulina nos horários certos, evitar petiscos e seguir a dieta à risca fazem toda a diferença”, reforça Fabiana. 

 

Participação ativa do tutor

Além da medicação, é necessário monitorar a glicemia conforme orientação do médico veterinário. Com diagnóstico precoce, medicação correta, alimentação adequada e acompanhamento profissional, a especialista garante que os pets diabéticos podem viver muitos anos com saúde e bem-estar: “O mais importante é o tutor entender que a sua dedicação é peça-chave no controle da doença”.

 

Você conhece o seu gato?

Créditos: Divulgação ROYAL CANIN®
No Dia Internacional do Gato, celebrado em 8 de agosto, a ROYAL CANIN® ajuda a decifrar os mistérios que cercam os felinos, para uma vida mais feliz juntos


 

Observadores, seletivos e independentes, os gatos conquistam tutores ao redor do mundo com seu comportamento único. Sua trajetória ao lado dos humanos começou há milhares de anos e foi marcada por diferentes simbolismos culturais, avanços na domesticação e descobertas científicas. Ainda assim, muitos de seus traços seguem despertando fascínio.

 

“As características fisiológicas e comportamentais únicas dos gatos influenciam diretamente a forma como se alimentam, interagem com o ambiente e se relacionam com os humanos. Quanto mais os tutores compreendem esses aspectos, mais preparados estarão para oferecer os cuidados necessários ao longo de toda a vida dos pets”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

 

Para celebrar a data, a ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães e comprometida com o bem-estar animal, reuniu uma série de fatos interessantes que contribuem para uma melhor compreensão dos felinos. Confira!

 

Origem


O gato doméstico (Felis catus) descende do Felis lybica, felino selvagem que habitava regiões desérticas do norte da África e do sudoeste da Ásia. A convivência com os humanos teve início de forma gradual, favorecida pela habilidade desses animais em controlar roedores nos assentamentos. A adaptação a ambientes áridos também explica a baixa ingestão espontânea de água. Esse comportamento é herdado de seus ancestrais, que obtinham grande parte da hidratação por meio dos alimentos. Embora hoje os gatos vivam em ambientes totalmente diferentes de seus habitats de origem, é fundamental estimular o consumo hídrico por meio da oferta de alimentos úmidos e de diferentes fontes de água acessíveis ao longo do dia.

 

Paladar seletivo, ausência de percepção doce e olfato apurado


Seu paladar é altamente específico e adaptado às particularidades da espécie. Os gatos possuem um número reduzido de papilas gustativas e não têm receptores para o sabor doce, sendo biologicamente incapazes de percebê-lo. Além disso, têm o olfato bastante desenvolvido e utilizam principalmente esse sentido para avaliar se um alimento é atrativo ou não. Essas características influenciam diretamente suas preferências alimentares e reforçam a importância de oferecer alimentos formulados especialmente para atender tanto às suas necessidades nutricionais quanto sensoriais.

 

Longos períodos de sono


Gatos costumam dormir entre 12 e 16 horas por dia, podendo chegar a até 20 horas em certas fases da vida. Esse comportamento está ligado à conservação de energia e ao padrão natural de atividade, mais intenso ao amanhecer e ao entardecer — momentos em que suas presas costumavam estar mais ativas na natureza. O hábito também é herdado de seus ancestrais caçadores, que alternavam repouso e vigília com estratégia e eficiência. Por isso, o descanso prolongado é parte natural da rotina felina.

 

Vibrissas como ferramentas sensoriais


Os bigodes dos gatos, chamados de vibrissas, estão presentes não só nas laterais do focinho, mas também acima dos olhos, nas bochechas e nas patas dianteiras. Altamente sensíveis, essas estruturas funcionam como sensores táteis e ajudam o animal a perceber variações sutis no ambiente, como correntes de ar, obstáculos e espaços estreitos. Também contribuem para a orientação e o equilíbrio, mesmo em locais pouco iluminados.

 

Ronronar nem sempre indica prazer


Embora frequentemente associado ao bem-estar, o ronronar também pode ocorrer em situações de dor, medo ou estresse. Trata-se de um comportamento com diferentes funções, que pode ter efeito calmante e auxiliar na autorregulação emocional. Observar o contexto em que o ronronar acontece é essencial para compreender o estado emocional do animal e oferecer os cuidados apropriados.

 

Visão adaptada à baixa luminosidade


Seus olhos contam com uma estrutura chamada tapetum lucidum, que reflete a luz e amplia a capacidade de enxergar em ambientes com pouca iluminação. Isso os torna mais ativos ao entardecer e durante a noite. Sua visão periférica também é mais ampla do que a dos humanos, o que favorece a detecção de movimentos ao redor. Essa habilidade é especialmente importante para a caça.

 

Comunicação olfativa avançada


O olfato é um dos sentidos mais desenvolvidos dos gatos e exerce papel fundamental na forma como se relacionam com o mundo. Além de odores comuns, eles captam feromônios, substâncias químicas utilizadas na comunicação entre indivíduos da mesma espécie. Essas informações são processadas por um órgão especializado chamado órgão de Jacobson, ou vomeronasal, ativado durante a expressão conhecida como flehmen, quando permanecem com a boca entreaberta após cheirar algo intensamente.

 

Miado é voltado à comunicação com humanos


Ao contrário do que muitos imaginam, gatos adultos quase não miam entre si. O miado é uma vocalização direcionada principalmente aos humanos, usada para expressar desejos, chamar atenção ou manifestar desconforto. Entre si, eles se comunicam por meio de sinais corporais, posturas, expressões faciais, vocalizações específicas como rosnados e silvos, além de marcas olfativas. Essa adaptação demonstra a inteligência e a capacidade da espécie de ajustar seu comportamento à convivência doméstica.

 

Organização territorial estruturada


Os felinos dividem seu ambiente em zonas específicas para atividades como alimentação, descanso, eliminação e brincadeiras. Essa setorização é instintiva e essencial para o bem-estar emocional, pois permite que o gato se sinta seguro e no controle do seu território. Mudanças bruscas ou desestruturação desses espaços podem gerar estresse. Por isso, é fundamental respeitar seu território e manter rotinas previsíveis.

 

Instinto de caça preservado


Mesmo bem adaptados à vida doméstica, os gatos mantêm comportamentos ligados ao instinto de caça. Perseguir, agarrar e capturar objetos durante brincadeiras são formas naturais de expressão desse comportamento. Estimular essas atividades com brinquedos interativos promove saúde física, equilíbrio emocional e fortalece o vínculo com o tutor.

 

Apesar de todas as evoluções e mudanças às quais foram submetidos, o instinto de caça e as necessidades naturais dos gatos permanecem intactos. Conhecê-los, compreendê-los e respeitá-los é essencial para assegurar seu bem-estar.

 

“Entendemos que é responsabilidade dos tutores adaptar o ambiente e até mesmo seu próprio comportamento às necessidades dos pets. Não apenas para promover bem-estar e uma boa convivência, mas também para prevenir problemas comportamentais e impactos negativos na saúde a longo prazo. A missão da ROYAL CANIN® vai além de desenvolver e fornecer uma nutrição adaptada a cada animal — é também compartilhar conhecimento e torná-lo acessível para o maior número possível de pessoas”, complementa Priscila.

 

Para conhecer mais sobre os alimentos para gatos de todas as espécies, acesse o site da ROYAL CANIN®.





ROYAL CANIN®
Para saber mais visite o site.



Posts mais acessados