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sexta-feira, 16 de maio de 2025

Dia Mundial da Reciclagem: para 49% dos brasileiros, lixo eletrônico é o que mais gera dúvidas quanto ao descarte, mostra pesquisa

 

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43% dos entrevistados do estudo guardam celulares antigos em casa — mesmo quando estes não funcionam mais

 

17 de maio marca o Dia Mundial da Reciclagem. A data se torna ainda mais relevante diante da crescente geração de lixo, especialmente com o avanço tecnológico e fatores como a obsolescência programada, que vem tornando o acúmulo de resíduos eletrônicos um novo desafio que apresenta reflexos nos âmbitos ambiental e social. 

Ainda que os eletrônicos sejam uma constante no dia a dia de grande parte da população, existem muitas dúvidas quando o assunto é o descarte e a reciclagem desses aparelhos. Atualmente, o lixo eletrônico é o que gera mais dúvida entre os brasileiros, com 49% indicando ter incertezas no momento de realizar a destinação adequada de itens como celulares, computadores e baterias. Os dados são do novo levantamento da Descarbonize Soluções, energytech especializada em soluções de energia limpa. 


O cenário passa a fazer ainda mais sentido quando
43% dos entrevistados do estudo afirmaram que mantêm os celulares antigos em casa, principalmente por não saberem onde descartar os equipamentos ou porque os pontos de coleta são muito distantes

Embora manter dispositivos em desuso possa parecer uma precaução inofensiva — com celulares muitas vezes sendo utilizados como substitutos em possíveis situações de roubo ou em caso de o atual estragar —, a prática também impacta o meio ambiente negativamente. Isso porque, direcionar os itens para reciclagem garante o reaproveitamento dos materiais.

 


Antônio Lombardi Neto, Diretor de Tecnologia da Descarbonize Soluções, reflete sobre o desconhecimento em relação ao reaproveitamento de tecnológicos e explica a importância do direcionamento correto. “Nem todos sabem, mas existe uma diferença essencial entre o descarte e a reciclagem. O descarte nem sempre é feito de forma correta, enquanto a reciclagem garante que as matérias-primas serão reaproveitadas", comenta.

“Esse ponto é especialmente importante quando falamos de eletrônicos, pois, além dos metais pesados terem um impacto gigantesco na natureza, o não aproveitamento desses insumos faz com que seja necessária uma nova extração de recursos naturais para a fabricação de novos equipamentos. Por isso é tão importante direcionar antigos aparelhos para o reaproveitamento”, explica.


O apelo das tendências  

Produtos eletrônicos são todos aqueles que precisam ser ligados à tomada ou que utilizam uma pilha ou bateria para funcionar. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente o Brasil é o quinto país que mais gera lixo eletrônico no mundo, produzindo por ano mais de 2,4 milhões de toneladas desses resíduos. Entre as Américas, o país ocupa a segunda posição, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.  

A crescente produção dos chamados e-lixos é impulsionada pela falta de informação e de estrutura adequada para a gestão destes resíduos e pelo consumo desenfreado de produtos tecnológicos que acompanham a estratégia da obsolescência programada — que visa reduzir a vida útil dos produtos, incentivando a compra de novos modelos mais atuais. 

Essa lógica é fortalecida por estratégias de mercado que estimulam o desejo constante por modelos mais novos – especialmente no caso dos celulares. Com poucas mudanças significativas entre os lançamentos anuais, seguir as tendências acaba sendo o principal fator que motiva as compras. 

O fato está alinhado com o comportamento dos respondentes da pesquisa, sendo que 30% dos entrevistados — maioria do estudo — afirmaram que gostam de estar por dentro do lançamento de produtos eletrônicos e que trocam os aparelhos com frequência. Outros 25% também disseram acompanhar as novidades, mas apenas com celulares.

 


O dado ganha ainda mais relevância diante do fato de que 89% dos consumidores não consideram a geração de lixo eletrônico no momento da troca do aparelho, sendo o fator menos relevante na decisão. Durabilidade e qualidade (75%), os preços e promoções (55%) e a marca (53%) foram indicados como as condições mais importantes.

O avanço da tecnologia tem ocorrido em paralelo a uma corrida pelo consumo, muitas vezes sem responsabilidade. O fato de a geração de lixo eletrônico ser praticamente desconsiderada alerta para a urgência da situação, que é global. Atualmente, segundo o relatório ‘Monitor Global E-lixo’, a produção mundial de resíduos eletrônicos está crescendo cinco vezes mais rápido que a reciclagem destes materiais. Os números são preocupantes e demonstram a importância da discussão sobre o tema, com maiores iniciativas por parte de marcas, poderes públicos e consumidores.



Maiores dificuldades 

Quando o tema entra na responsabilidade das partes em se comprometer com a reciclagem dos eletrônicos, fica evidente que faltam algumas iniciativas que estimulem e facilitem o reaproveitamento dos aparelhos — especialmente projetos que partam de ações públicas e privadas. Hoje, apenas 3% do e-lixo é reciclado no Brasil, e parte desse problema se dá pela desinformação e pela falta de pontos de coleta qualificados. 

Quando perguntados sobre as principais dificuldades ao descartar lixo eletrônico, 73% dos participantes da pesquisa indicaram a falta de pontos de coleta especializados como o maior obstáculo. Na sequência, aparecem a falta de informações sobre o descarte e recolhimento (49%) e a dificuldade de transportar o item até os pontos de coleta (23%). 

Entre os tipos de eletrônicos, as pilhas e baterias lideram o ranking de itens que mais geram dúvidas na hora do encaminhamento adequado (54%), seguidas por eletrodomésticos como TVs, computadores e notebooks (44%) e por celulares (43%).

Diante desse cenário, mesmo que a infraestrutura ainda seja insuficiente, os consumidores podem buscar alternativas disponíveis em suas cidades. Segundo a legislação brasileira, dentro do sistema de logística reversa, fabricantes de eletrônicos são obrigados a recolher esse tipo de resíduo. Em complemento, um projeto de lei lançado em fevereiro deste ano propõe ampliar os pontos de coleta, exigindo que varejistas disponibilizem locais acessíveis em lojas físicas, centros de distribuição e outros espaços. 

“Nesse contexto, ampliar o conhecimento da população sobre o ciclo de vida dos eletrônicos e seus impactos torna-se essencial. A responsabilidade pela mudança é compartilhada — passa por governos, fabricantes e também por escolhas cotidianas da população”, afirma Neto. 

“Vale também buscar associações, cooperativas ou recicladores locais que recebam esse tipo de material e o encaminhem para o destino correto. Em um cenário em que a produção de lixo eletrônico só cresce, o engajamento de consumidores, empresas e governos é fundamental para transformar o descarte correto em prática cotidiana — e não em exceção. Reciclar eletrônicos é mais do que uma atitude ambiental: é um compromisso com o futuro”, finaliza.

 

Metodologia 

Público: foram entrevistados 500 brasileiros de todos os estados do país, incluindo mulheres e homens, com idade a partir dos 16 anos e de todas as classes sociais. 

Coleta: os dados do estudo foram levantados via plataforma de pesquisas online. 

Data de coleta: 05 de maio de 2025




blog da Descarbonize Soluções

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Dia Mundial da Reciclagem incentiva à destinação final adequada dos resíduos sólidos

A correta destinação dos equipamentos eletroeletrônicos e eletrodomésticos contribui para evitar a contaminação da água e do solo, uma vez que muitos desses produtos contêm componentes tóxicos.

 A UNESCO estabeleceu que o Dia Mundial da Reciclagem deve ser comemorado em 17 de maio. A data se torna ainda mais relevante diante da crescente geração de lixo. Atualmente, o Brasil enfrenta desafios significativos na gestão de resíduos sólidos, com uma baixa taxa de reciclagem e u;m volume considerável de materiais sendo destinados a aterros sanitários. 

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente o Brasil é o quinto país que mais gera lixo eletrônico no mundo, produzindo por ano mais de 2,4 milhões de toneladas desses resíduos. Entre as Américas, o país ocupa a segunda posição, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.  

No dia 8 de maio de 2025, o Fórum Nacional de Economia Circular aprovou oficialmente o Plano Nacional de Economia Circular (PNEC), documento estratégico construído com ampla participação social e técnica. A iniciativa é resultado direto do Decreto nº 12.082/2024, que institui a Estratégia Nacional de Economia Circular e criou o próprio fórum responsável pela aprovação do plano. 

“A principal consequência da PNEC é o fortalecimento da cadeia de reciclagem, principalmente considerando outras medidas regulatórias que têm sido estabelecidas na logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos e eletrodomésticos . Há uma tendência de aumento na demanda por estes materiais reciclados nas empresas do país, criando novas oportunidades econômicas para os catadores”, enfatiza Vininha F. Carvalho, ambientalista, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios. 

Uma pesquisa conduzida pela Ambipar, empresa especializada em gestão ambiental, indica que a adoção de práticas de economia circular no Brasil tem o potencial de injetar R$ 11 bilhões anuais na economia e gerar aproximadamente 240 mil novos empregos até 2040. 

 “De uma maneira geral, com a economia circular, promovemos redução da extração de recursos naturais, maior longevidade dos produtos e, no final da vida útil desses produtos, a reciclagem de matérias-primas. Esses são os pontos principais que sustentam o conceito de economia circular”, explica Marcelo Okamura, presidente da Campo Limpo, empresa que produz embalagens recicladas de defensivos agrícolas. 

Dados levantados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Centro de Pesquisa em Economia Circular da Universidade de São Paulo (USP) apontam que 85% da indústria brasileira já faz uso de práticas diárias relacionadas à economia circular. 

“A economia circular não é apenas uma tendência, mas uma forma de promover a sustentabilidade. A reutilização de materiais, aliada à redução de resíduos descartados em aterros, contribui diretamente para diminuir a extração de recursos naturais e as emissões, alinhando o Brasil às metas climáticas globais”, conclui Vininha F. Carvalho.


Dia Mundial da Reciclagem: Grupo Iquine reforça a importância do consumo consciente de tintas e descarte correto das embalagens

 Maior empresa de tintas 100% nacional destaca orientações práticas para evitar desperdícios, reaproveitar sobras e contribuir com a reciclagem de materiais como latas e baldes plásticos

 

Em um mundo no qual mais de 90% dos resíduos têm potencial de reaproveitamento, mas apenas 18% são efetivamente reciclados, o desafio da sustentabilidade segue urgente. No Brasil, o cenário é ainda mais crítico: somente 4% dos resíduos gerados são encaminhados para reciclagem, segundo dados da International Solid Waste Association (ISWA). Em celebração ao Dia Mundial da Reciclagem, 17 de maio, este é um convite à reflexão sobre o ciclo de vida dos produtos que são consumidos — inclusive as tintas. Embora fundamentais em obras e reformas, o descarte inadequado das tintas pode causar sérios impactos ambientais. A boa notícia é que, com informação e atitudes conscientes, é possível mudar essa realidade. Confira a seguir dados sobre o tema e dicas práticas, baseadas nas orientações do Grupo Iquine, para reaproveitar e descartar corretamente esse produto.

 

Dados importantes sobre reciclagem e tintas:

  • Responsabilidade Compartilhada: evitar o descarte inadequado de qualquer material é um dever de todos, protegendo o meio ambiente e fomentando a reciclagem de embalagens.
  • Potencial de Reciclagem: embalagens de tintas, como latas de aço e baldes plásticos são recicláveis. O aço, inclusive, pode ser reciclado infinitamente.
  • Logística Reversa: com participação no programa coletivo de logística reversa, PNRS ABRAFATI, que atende todo o Brasil, estão distribuídos diversos pontos de entrega voluntária (PEV) dos parceiros da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (ABRAFATI), para coleta das embalagens.
  • Sobras de Tinta: o Programas RetornaTinta, criado para que o consumidor possa destinar além das embalagens as sobras de tintas de forma ambientalmente adequada, mais uma iniciativa que impulsiona a sustentabilidade no segmento.
  • Economia Circular: a reciclagem de embalagens permite que esses materiais retornem ao ciclo produtivo como matéria-prima, reduzindo a necessidade de extração de novos recursos naturais.


Dicas Grupo Iquine para reaproveitar tintas:
 

O Grupo Iquine, preocupado com o consumo consciente, oferece orientações valiosas para evitar o desperdício e dar um destino adequado às sobras de tinta:

  1. Planejamento é a chave: antes de iniciar a pintura, calcule com precisão a quantidade de tinta necessária. Consulte o rendimento indicado na embalagem e, em caso de dúvida, busque orientação nos canais de atendimento do fabricante ou com um profissional. Lembre-se: após abrir e iniciar o uso da tinta, mantenha a embalagem bem tampada para evitar o ressecamento e a perda da qualidade do produto.
  2. Use até a última gota: tintas são feitas para pintar! Evite guardar sobras por tempo indeterminado. Utilize-as em retoques ou em outras pequenas áreas.
  3. Experimente misturas criativas: uma dica interessante é misturar as sobras de tintas do mesmo tipo e com as mesmas características (por exemplo, à base de água com à base de água) para criar novas cores, como o cinza ou tons de concreto.
  4. Doe o excedente em bom estado: se as sobras de tinta estiverem em boas condições, considere doá-las para instituições como escolas, creches, asilos ou mesmo para vizinhos e amigos que possam utilizá-las.
  5. Descarte consciente com o RetornaTinta: caso não seja possível utilizar ou doar as sobras, verifique se sua cidade possui pontos de coleta do programa RetornaTinta (abrafati.com.br). Este programa garante o descarte ambientalmente correto das tintas.
  6. Destine as embalagens corretamente: embalagens vazias ou com apenas um pequeno filme de tinta seca, devem ser encaminhadas para a reciclagem, confira:
    • Latas de aço: encaminhe para a coleta seletiva ou consulte o site: prolata.com.br para encontrar pontos de descarte específicos.
    • Baldes plásticos e barricas de papelão: verifique os pontos de coleta no Instagram @descarta.ai ou separe para a coleta seletiva.
    • Em geral: utilize a coleta seletiva do seu município, Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), cooperativas de catadores ou sucateiros legalizados.

Além disso, em 2023, o Grupo Iquine reforçou seu compromisso com a sustentabilidade ao aderir ao movimento Conexão Circular — uma iniciativa da Ambição 2030, alinhada ao Pacto Global da ONU, do qual é signatário desde 2022. Estabelece metas concretas para promover a circularidade em seu modelo de negócio e transformar positivamente o futuro.

 

Cansaço mental é o inimigo número um da criatividade nas empresas, revela estudo com brasileiros

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Outros obstáculos comuns, segundo os entrevistados recentemente pela

Conquer Business School, vão das redes sociais à falta de autonomia profissional 

 

Afinal, o que te faz ser menos criativo no ambiente de trabalho atualmente? Nas últimas semanas, uma pesquisa inédita questionou profissionais de todo o Brasil e descobriu a resposta: para a maioria dos entrevistados, a sensação constante de esgotamento e cansaço mental — à frente de impeditivos também comuns como as distrações digitais, pressão por resultados e falta de autonomia nas empresas. 

A constatação é da Conquer Business School, escola de negócios que pediu que brasileiros de todas as regiões compartilhassem detalhes de suas vidas criativas, entre os fatores que mais os estimulam profissionalmente, os obstáculos mais comuns para se exercer a própria criatividade e os impactos da habilidade em questão na própria autoestima.

De acordo com a maior parte dos respondentes, se obstáculos como a ausência de recursos e o excesso de demandas só tendem a enfraquecer o próprio fazer criativo, o uso de uma certa ferramenta, por outro lado, tem ajudado a driblar a improdutividade, os estimulando criativamente no dia a dia: a Inteligência Artificial, cuja chegada trouxe uma série de novas ideias e referências… além de mais tempo para pensar “fora da caixa”. 

Principais descobertas: 

·         74% dos profissionais ouvidos se sentem criativos no trabalho atualmente; 

·         83% deles também reconhecem impactos positivos da IA na própria criatividade; 

·         Autonomia (69%) e colaboração (58%) são o que mais os estimula a serem criativos profissionalmente; 

Maiores impeditivos para um trabalho mais criativo, hoje, são o cansaço mental e esgotamento (45%) 

 

Cansaço mental, o vilão número um da criatividade  

De forma geral, algo que as experiências das pessoas entrevistadas pela Conquer apenas confirmam é o quão positivamente a criatividade tende a se refletir na motivação profissional — com impactos na percepção que uma pessoa tem de si mesma, seus projetos de trabalho e a companhia da qual faz parte. 

Isso porque, enquanto estudos como o Relatório State of Creative já identificavam que a exploração do potencial criativo eleva em 78% a produtividade nas empresas, o levantamento da escola de negócios descobriu, na verdade, como os entrevistados se sentem quando conseguem usar a criatividade profissionalmente. Para a maioria deles, aliás, os efeitos são sempre animadores, variando entre se perceber mais motivado e engajado (59%), produtivo (49%) e orgulhoso com suas atividades (34%).  

Mesmo que, hoje, 74% dos respondentes reconheçam exercer tal competência no meio de trabalho frequentemente, obstáculos para uma jornada mais criativa nas empresas parecem não faltar. Quando indagados, por exemplo, certas distrações digitais, como Instagram e WhatsApp (29%), a ausência de ferramentas (23%) e a cultura organizacional rígida (17%) apareceram entre os impeditivos mais comuns, ao lado do pior dos problemas: a sensação constante de cansaço mental ou esgotamento (45%)

 

Em um contexto no qual as Inteligências Artificiais generativas vêm sendo cada vez mais exploradas nas empresas, por outro lado, para a maioria dos brasileiros, seu uso também tem se convertido em mais espaço para criar: enquanto 42% deles compartilharam se sentir estimulados com tantas ideias e referências, para 41%, o ganho tem sido a automatização de tarefas simples, que permitiria mais tempo livre para criar.  

 

Por um trabalho — e vida — mais criativos 

 

Ora, se o que não faltam nos escritórios de Norte a Sul são fatores que impedem uma rotina mais criativa, por outro lado, o que mais a incentivaria no meio corporativo segundo os brasileiros? Enquanto uma empresa voltada ao aperfeiçoamento profissional das pessoas, essa foi uma das dúvidas compartilhadas pela Conquer com os entrevistados — que elegeram os aspectos que estimulam suas criatividades no trabalho hoje.  

Entre o acesso a diferentes ferramentas, mais tempo livre para criar e metas desafiadoras, o que mais tende a colaborar com o fazer criativo é a autonomia para testar novas ideias, citada por 69% dos respondentes.

 

Não apenas ela, aliás: comprovando a importância do investimento em pessoas, bem como o papel do trabalho em equipe, a colaboração e troca de ideias com colegas (58%) e o acesso a tecnologias e ferramentas adequadas (55%) também apareceram nas respostas dos entrevistados, ao lado de mais tempo livre para pensar (48%).

 

“Solucionar os problemas com facilidade, se adaptar às mudanças e apresentar altos índices de produtividade são apenas alguns dos pontos altos de um time criativo — e que consegue exercer essa competência de forma plena diariamente”, destaca Juliana Alencar, Diretora de Marketing da Conquer. “Ao investirem na criatividade de seus profissionais, empresas e líderes não apenas demonstram atenção ao bem-estar e senso de propósito dos colaboradores, mas apostam em um ambiente corporativo mais inovador, com efeitos otimistas a curto e longo prazo.” 

 

Metodologia 

 

Para entender a relação dos profissionais brasileiros com a criatividade, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais. 


Ao todo, os respondentes tiveram acesso ao total de 5 questões, que exploraram o que mais os estimulam criativamente, certos obstáculos e os impactos da IA na própria criatividade. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados. 




Conquer Business School
https://blog.escolac*onquer.com.br/
criativid*ade-no-trabalho/
https://blog.escolaconquer.com.br/criatividade-no-trabalho/


Depois dos 40: A inclusão etária como alavanca estratégica para os negócios

A longevidade no mercado de trabalho não é mais uma tendência futura – é uma realidade presente. De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), estima-se que, até 2040, aproximadamente 57% da força de trabalho brasileira terá mais de 45 anos. Ocorre que, na contramão desse movimento, segundo a pesquisa “Mitos e realidades da diversidade geracional nas empresas”, realizada pela PwC Brasil e pela FGV EAESP, 72% dos gestores de grandes empresas priorizam a contratação de profissionais com menos de 40 anos.

Esse cenário desafia as organizações a reavaliarem seus modelos de contratação e retenção, considerando que a diversidade geracional pode ser uma poderosa aliada na construção de ambientes mais inovadores e produtivos. É aí que entra a pauta de valorização de profissionais que passaram da casa dos 40 anos.  

E o que realmente diferencia esses profissionais dos mais jovens? Além da experiência técnica consolidada, eles carregam resiliência, visão estratégica e maturidade emocional, competências fundamentais para a tomada de decisões assertivas. Além disso, os 40+  atuam naturalmente como mentores, promovendo uma troca de conhecimento enriquecedora com as novas gerações. Empresas que reconhecem esse potencial não apenas fortalecem sua cultura organizacional, mas também se tornam mais competitivas diante de um mercado em constante transformação.

Nesse sentido, a contratação de talentos acima dos 40, além de ser uma questão inclusiva, se apresenta como uma verdadeira estratégia de negócios. Em um cenário econômico cada vez mais dinâmico, as empresas devem olhar para esse público não apenas como um segmento a ser desenvolvido no mercado de trabalho, mas como um diferencial competitivo que agrega repertório, diversidade e, sobretudo, um olhar mais “old school” para o mundo corporativo.

Iniciativas que promovem a inclusão de talentos 40+ dentro das organizações não apenas preenchem parâmetros éticos, como também contribuem diretamente para a diversidade de pensamento e de ação. Estudos indicam que equipes compostas por colaboradores de diferentes idades têm maior capacidade de adaptação e inovação. Quando há espaço para a colaboração entre profissionais de distintas gerações, o resultado é um ambiente de trabalho mais equilibrado e soluções mais criativas e eficazes.

À medida que a população brasileira envelhece, as organizações precisam compreender que a contratação e a valorização de pessoas com mais de 40 anos não é apenas uma medida de responsabilidade social. Para as empresas que buscam prosperar em um cenário competitivo e cada vez mais globalizado, a inclusão de profissionais mais experientes é um passo essencial para a construção de um futuro mais resiliente.

Investir na formação, atração e retenção de talentos com mais de 40 anos é uma forma de preparar as organizações para os desafios que estão por vir. Essa abordagem contribui para a construção de uma cultura organizacional mais forte, onde a diversidade não é vista como uma tendência passageira ou mero modismo, mas como um pilar fundamental para o sucesso no longo prazo.

A inclusão etária, portanto, vai além de uma pauta de diversidade – trata-se de um diferencial estratégico. Criar políticas e iniciativas que incentivem a valorização dos profissionais 40+ é essencial para que as empresas aproveitem plenamente esse capital humano, impulsionando tanto o desenvolvimento interno quanto a sustentabilidade do negócio a longo prazo. 



Juliana Cordeiro - gerente de Recursos Humanos da Brasilata


Novas regras da imigração na Argentina afetam turistas, estudantes e profissionais brasileiros

Medidas impactam turistas, estudantes e profissionais em trânsito no país. Agência R3 Viagens orienta sobre seguros obrigatórios, documentação e riscos.

 

O governo da Argentina anunciou um conjunto de novas regras que altera significativamente sua política de imigração, impactando de forma direta turistas, estudantes, expatriados e viajantes brasileiros. A medida, promovida pelo presidente Javier Milei, será oficializada por decreto e já gera repercussão entre os mais de 90 mil brasileiros que vivem no país e milhares de outros que o visitam a lazer, estudo ou trabalho.

As novas regras foram justificadas pelo governo argentino como forma de garantir que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente aos contribuintes nacionais. De acordo com dados oficiais, apenas em 2024 os atendimentos médicos a estrangeiros teriam custado cerca de 114 bilhões de pesos (equivalente a aproximadamente R$ 57 milhões). Com isso, o governo pretende frear a imigração irregular e conter gastos com saúde, educação e serviços sociais.


Principais mudanças anunciadas:

  • Cobrança por serviços públicos: estrangeiros em situação irregular ou com residência temporária deverão pagar pelo uso do sistema público de saúde.
  • Seguro saúde obrigatório: todos os turistas precisarão apresentar um seguro de viagem com cobertura médica válida para entrar na Argentina.
  • Educação pública paga: universidades e instituições públicas de ensino superior poderão passar a cobrar mensalidades de estudantes estrangeiros.
  • Deportação por crimes: qualquer estrangeiro condenado criminalmente, mesmo que por delitos considerados leves, poderá ser deportado, independentemente da pena.
  • Residência e cidadania mais restritivas: a cidadania argentina só será concedida após dois anos contínuos de residência legal no país ou por meio de investimento relevante. A residência permanente exigirá comprovação de renda e ficha criminal limpa.

Segundo o Itamaraty, muitos estudantes brasileiros, especialmente nas áreas da saúde e medicina, têm repensado seus planos de estudo na Argentina, devido ao aumento do custo de vida, inflação elevada e novas exigências administrativas. Além disso, o turismo também tende a sofrer impacto, já que o país, antes visto como um destino acessível e culturalmente próximo, agora requer planejamento financeiro e documental mais rígido.


Impacto direto nos brasileiros

O Brasil sempre foi um dos maiores emissores de turistas para a Argentina. Em 2023, mais de 1,5 milhão de brasileiros visitaram o país. Para 2025, a expectativa era de crescimento, impulsionada pela retomada do setor de turismo na América do Sul. Com as novas exigências, a tendência é que viagens espontâneas deem lugar a roteiros mais planejados e assessorados por agências especializadas.

A R3 Viagens, referência nacional em turismo e gestão de viagens corporativas, destaca a importância de orientação profissional para brasileiros que pretendem visitar ou morar temporariamente na Argentina.

“As novas medidas migratórias argentinas exigem atenção redobrada. O seguro viagem, por exemplo, passa a ser obrigatório para entrar no país. Quem for sem ele pode ser barrado na fronteira. Além disso, os viajantes devem estar cientes dos custos com saúde e educação, que deixam de ser gratuitos para estrangeiros. Nosso papel é ajudar o cliente a evitar surpresas, com planejamento completo e documentação correta”, afirma Wilson Silva, diretor de marketing e tecnologia da R3 Viagens.


Recomendações da R3 Viagens:

  • Contrate seguro viagem com cobertura médica internacional, válido por todo o período da estadia.
  • Organize previamente toda a documentação exigida, como comprovante de hospedagem, passagem de retorno e seguro.
  • Estudantes devem consultar diretamente as instituições de ensino sobre a possível cobrança de mensalidades e exigências migratórias.
  • Viajantes com histórico judicial devem consultar especialistas, pois condenações passadas podem barrar a entrada no país.
  • Procure orientação com agências de viagens com experiência em destinos internacionais e atualizadas com a legislação migratória local.

 

R3 Viagens


Recorde: São Paulo bate a marca de 1 milhão de turistas internacionais nos primeiros quatro meses de 2025


Estado registrou aumento de 24% na chegada de visitantes de outros países em relação ao primeiro quadrimestre de 2024; no acumulado nacional, marca foi de 4,4 milhões

 

O Estado de São Paulo bateu a marca de 1 milhão de turistas internacionais no primeiro quadrimestre de 2025. Com exatas 1.020.851 chegadas, a região atinge uma marca histórica e um aumento de 24% na chegada de turistas internacionais em relação ao mesmo período do ano passado, quando o número de entradas foi de 818.456. Os números são da Embratur, da Polícia Federal e do Ministério do Turismo, e estão disponíveis no Portal de Dados da Agência

O bom desempenho segue a tendência nacional. Conforme divulgado pela Embratur, de janeiro a abril de 2025, o Brasil registrou a entrada de 4.425.888 turistas internacionais. O resultado estabelece mais um recorde para o período e já representa 64% da meta anual prevista pelo Plano Nacional de Turismo (PNT), que prevê a entrada de 6,9 milhões de turistas estrangeiros neste ano. A nova marca representa o melhor desempenho já conquistado para o primeiro quadrimestre desde o início da série de registros, em 1970. 

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 51% no fluxo internacional, o que demonstra o efeito direto das ações de promoção e articulação realizadas em conjunto pelos setores público e privado. Somente no mês de abril, o Brasil recebeu 686.239 turistas estrangeiros, um aumento de 72% em relação a abril de 2024, o equivalente a quase 288 mil visitantes a mais. 

Além disso, o país já ultrapassou a metade da meta total de visitantes internacionais prevista para 2027, que é de 8,1 milhões. Os números refletem o crescente interesse global pelo Brasil, impulsionado por suas belezas naturais, diversidade cultural e por estratégias eficazes de promoção internacional. 

O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, avalia o bom resultado do quadrimestre para o país e para os estados a partir dos esforços que vêm sendo aplicados pela agência na promoção internacional do Brasil. “A imagem positiva que o Brasil constrói no mundo é responsável direto por esse resultado. Recuperamos nossa reputação e credibilidade como um país democrático, aliado da humanidade, que tem compromisso com o futuro do planeta. Aliado a isso, nosso trabalho na Embratur tem conseguido ampliar a nossa conectividade área em patamares muito superiores ao observado no resto do mundo, lembrando que São Paulo, que concentra a maior conectividade do país, é fundamental para alcançarmos essas marcas”, disse. 

“Lançaremos o Plano Internacional de Marketing Turístico do Brasil, um novo marco, que torna política de estado o trabalho que estruturamos de organizar a promoção do Brasil com inteligência de dados e estratégias segmentadas para cada perfil de turista. Quanto mais visitantes internacionais, mais movimentação na nossa economia, mais receita gerada, mais emprego e renda”, reforça Freixo. 

Principais emissores 

Os argentinos foram os principais emissores de turistas para o estado de São Paulo nos primeiros quatro meses de 2025. O estado registrou, ao todo, a chegada de 178.751 hermanos, valor 100,8% maior que no mesmo período do ano passado. Os EUA, que vem em segundo, enviaram 156.237 visitantes para o estado no quadrimestre, 10,33% a mais que no mesmo período do ano passado. Em terceiro, o Chile ficou em 102.498, um crescimento de 71.996%, a Alemanha ficou em quarto, com 44.599 turistas e crescimento percentual de 18,8%, e em quinto, Portugal, com 41.208 e aumento de 30,7%.

Também em âmbito nacional, a Argentina segue como principal país emissor, com mais de 2,1 milhões de turistas no primeiro quadrimestre, o que corresponde a um aumento de 96% em relação ao mesmo período do ano passado (1,07 milhão). Em seguida está o Chile, com 333.592 visitantes, 29% a mais do que de janeiro a abril de 2024. Na terceira posição, os Estados Unidos, com 305.932, um acréscimo de 21,68%. O Paraguai teve um aumento de 18% em relação ao ano anterior, com 257.370 turistas internacionais. Na quinta colocação está o Uruguai, com 255.558 visitantes no Brasil neste primeiro quadrimestre, um crescimento de 28% na comparação com o mesmo período de 2024.

Entre os países europeus, os destaques são Portugal, França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha, que juntos somam 481.986 visitantes no período. Com esse ritmo de crescimento, o Brasil reafirma seu protagonismo no cenário turístico da América Latina e amplia sua visibilidade no mercado internacional.

 

Vale do Silício: quais tendências de inovação apontam para o Brasil?

Quando falamos em inovação, o Vale do Silício está, claramente, moldando o futuro da tecnologia com uma combinação de ousadia técnica e execução rápida. Lar de algumas das maiores e mais famosas empresas tecnológicas, além de abrigar renomadas universidades mundiais, a região pode nos ensinar – e muito – sobre como explorar as tendências inovadoras a favor do crescimento econômico corporativo, para que o Brasil consiga desenvolver um ambiente de negócios muito mais favorável para que nossos talentos aprimorem suas ideias inovadoras frente a uma prosperidade mais consistente do nosso mercado.

Considerada, e com toda a razão, referência global em inovação e tecnologia, a mentalidade dessa região é um dos maiores aprendizados que devemos incorporar. O Vale do Silício não inova apenas por ter acesso a capital ou tecnologia, mas por cultivar uma cultura que valoriza o risco, que aprende com o erro e recompensa a velocidade.

Lá, falhar é parte do caminho, e não um tabu – o que incentiva com que as empresas operem em ciclos curtos, testem com usuários reais e evoluam com base em dados. O resultado disso? Startups do Vale do Silício captaram, em 2024, metade do VC global, segundo dados divulgados pelo Crunchbase, chegando perto de US$ 314 bilhões.

Uma de suas maiores apostas, atualmente, está centrada no uso estratégico da inteligência artificial. A IA generativa, especialmente, em modelos multimodais que integram texto, imagem, áudio e vídeo, vem sendo aplicada para aumentar a produtividade, automatizar processos complexos e criar experiências mais personalizadas.

Há um forte movimento da integração dessa tecnologia com robótica e drones, o que está transformando áreas como logística, saúde e agricultura. Um cenário bastante promissor que, ainda segundo informações do Crunchbase, viabilizou que quase um terço de todo o recurso global de venture capital foi para empresas em campos relacionados à IA tornando a inteligência artificial o setor líder em financiamento. Essas startups receberam mais de US$ 100 bilhões – um aumento de mais de 80% em relação aos US$ 55,6 bilhões de 2023.

Outro ponto de destaque está no uso da IA na cibersegurança, permitindo respostas mais proativas e inteligentes a ameaças, um movimento que cresceu junto à preocupação latente com a privacidade desses ativos, o que tem impulsionado a adoção de IA embarcada em dispositivos, preservando os dados do usuário no próprio aparelho.

A academia e o mercado também são fortemente conectados por lá. Universidades como Stanford e Berkeley são motores do ecossistema, alimentando startups com talentos e pesquisa aplicada. Além disso, o capital de risco ali vai além do dinheiro, ele traz visão estratégica, acesso ao mercado e mentoria de alto nível. Todos esses, pontos e características que contrastam, e muito, com a cultura brasileira, ainda muito avessa ao erro.

O Brasil, por um lado, tem avançado significativamente nessa área e, hoje, lidera a América Latina em número de startups, unicórnios e volume de investimentos. Temos uma base técnica qualificada, especialmente em desenvolvimento de software, segurança cibernética e ciência de dados. Das 12 startups latino-americanas que estão mais perto de atingir valor acima de US$ 1 bilhão, segundo relatório da Distrito, lideramos a lista com nove integrantes. No entanto, ainda investimos pouco em pesquisa e desenvolvimento.

Enquanto países como Coreia do Sul destinam mais de 4% do PIB para P&D, no Brasil, isso gira em torno de 1%. Essa diferença limita nossa capacidade de gerar tecnologias de base, o que nos mantém mais como consumidores do que como criadores de inovação. O potencial existe, mas precisamos de uma estratégia mais consistente e ambiciosa para alcançá-lo.

Também enfrentamos entraves estruturais sérios, como baixa coordenação entre os setores público e privado, excesso de burocracia, insegurança jurídica e uma concentração desproporcional de capital de risco em poucas regiões. Precisamos incentivar a inovação fora dos grandes centros, investir de forma mais estratégica em ciência aplicada e promover um ambiente regulatório mais ágil e favorável ao empreendedorismo tecnológico.

O Brasil tem todas as peças para estruturar esse quebra-cabeça, o desafio é montar o tabuleiro certo para que elas se encaixem. Não precisamos nos tornar um próximo Vale do Silício, mas podemos, e devemos, construir nosso próprio modelo de inovação, respeitando nossas particularidades.

Para isso, é essencial ter uma visão de longo prazo, com investimento contínuo em educação, pesquisa, infraestrutura e cultura empreendedora. Precisamos de um ambiente onde seja possível arriscar, testar e crescer com velocidade. A articulação entre academia, governo e setor privado também precisa ser mais efetiva. E, acima de tudo, é necessário valorizar o pensamento criativo e a capacidade de execução. O futuro da inovação brasileira depende não só de recursos, mas também de coragem, foco e constância.

 

Leandro Queiroz - vice-presidente técnico do Grupo Skill.

Grupo Skill


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