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quinta-feira, 15 de maio de 2025

Inflação reduz expectativa de consumo dos lares paulistanos em abril, apontam pesquisas da FecomercioSP

Com instabilidade econômica, famílias seguem cautelosas; na comparação anual, a confiança sofreu recuos de 14,3% e 5,2% no consumo 

 

Em decorrência da instabilidade econômica, com alta dos juros e inflação, as famílias estão mais cautelosas quanto ao consumo. De acordo com pesquisas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), os índices registraram quedas, mas ainda acima dos 100 pontos — que varia entre 0 e 200 pontos —, mostrando um otimismo moderado. 

 

O indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que mede a disposição dos lares para consumir, apresentou um recuo de 2,3% em relação ao mês passado, totalizando 104,4 pontos em abril. Na comparação anual, a queda foi de 5,2%, marcando quedas seguidas nesse tipo de comparação.

 

[GRÁFICO 1]
ÍNDICE DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS (ICF)

12 meses
Fonte: FecomercioSP



 

Já o indicador que mostra o nível de otimismo, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), atingiu 111 pontos em abril, registrando queda de 3,6% em comparação com março. Em relação ao ano passado, a retração foi ainda maior (-14,3%), marcando também quedas consecutivas [gráfico 2].

 

[GRÁFICO 2]
ÍNDICE DE CONFIANÇA DO CONSUMIDOR (ICC)

12 meses
Fonte: FecomercioSP




De acordo com a FecomercioSP, essas quedas mostram a preocupação dos consumidores com o cenário econômico. As políticas monetárias contracionistas para tentar conter a inflação podem surtir efeito positivo, porém é preocupante como se consolidará esse processo a longo prazo, considerando o nível elevado de endividamento e inadimplência dos consumidores. 

 

A Federação ressalta que tanto consumidores quanto empresários devem se adaptar ao cenário econômico atual. Para os primeiros, o planejamento financeiro é imprescindível, especialmente ao buscar atividades autônomas e prestação de serviços que ajudem a equilibrar o orçamento. Já os empresários devem acompanhar a demanda, ajustar preços, revisar custos e considerar estratégias como programas de fidelidade, crédito via PIX e expansão das vendas online. 

 

Índices revelam cautela das famílias 

 

Os subíndices que compõem os indicadores também registraram retração em abril, indicando maior sensibilidade dos consumidores diante da inflação e dos juros elevados, principalmente no grupo de alimentos.  No ICC, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA-ICC), que mede a percepção do consumidor sobre o momento presente, marcou 103,9 pontos e recuou 6,9% em relação ao

mês anterior. No comparativo interanual, o indicador caiu 11,2%.

 

O Índice das Expectativas do Consumidor (IEC-ICC), que avalia a percepção sobre o futuro da economia e das finanças pessoais, por sua vez, atingiu 115,7 pontos, com quedas de 1,6%, no mês, e de 16,1%, no ano.

 

Dos sete componentes que compõem o ICF, apenas Emprego Atual apresentou pequena alta em abril (1%), chegando a 134,4 pontos. Contudo, os demais subindicadores apresentaram variações negativas, principalmente frente ao pessimismo do consumo de bens duráveis [tabela 1].

 

[TABELA 1]
ÍNDICE DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS (ICF)

Por faixa de renda
Fonte: FecomercioSP



Na análise por faixa de renda, os resultados sugerem um consumo mais cauteloso, mesmo entre as faixas mais favorecidas. O maior impacto foi sentido pelas famílias com rendimento mensal acima de dez salários mínimos (-3,2%), atingindo 112,9 pontos. Já entre as famílias com renda inferior a dez salários mínimos, o recuo foi de 1,9%, registrando 101,5 pontos. 


Notas metodológicas

ICC


O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde 1994. Os dados são coletados com aproximadamente 2,1 mil consumidores no município de São Paulo. O objetivo é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura. Esses dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, se apresenta como: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e para formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.


 

ICF


O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é apurado mensalmente pela FecomercioSP, desde janeiro de 2010, com dados de 2,2 mil consumidores no município de São Paulo. O ICF é composto por sete itens: Emprego Atual; Perspectiva Profissional; Renda Atual; Acesso ao Crédito; Nível de Consumo; Perspectiva de Consumo; e Momento para Duráveis. O índice vai de zero a 200 pontos, sendo que abaixo de cem pontos é considerado insatisfatório, e acima de cem pontos, satisfatório. O objetivo da pesquisa é ser um indicador antecedente de vendas do comércio, tornando possível — a partir do ponto de vista dos consumidores e não por uso de modelos econométricos — que seja uma ferramenta poderosa para o varejo, para os fabricantes, para as consultorias, assim como para as instituições financeiras. 



FecomercioSP
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Função essencial e tratamento secundário: O silêncio da Lei de Proteção Funcional sobre a Advocacia no Brasil


A recente sanção da lei 15.134/2025, que prevê o agravamento de penas para crimes cometidos contra oficiais de Justiça e membros do Ministério Público (MP), da Magistratura, da Defensoria Pública e da Advocacia-Geral da União (AGU) reacende uma discussão incômoda e, ao mesmo tempo, inadiável: a exclusão da Advocacia privada do rol de funções essenciais da Justiça que merecem proteção especial do Estado. 

Ocorre que, ao fazê-lo, o legislador parece ter promovido um gravíssimo rebaixamento institucional da Advocacia. A mensagem - implícita, mas ruidosa - é que o risco enfrentado cotidianamente por advogadas e por advogados, como alvos de ameaças, de intimidações e de retaliações pela atuação combativa e independente, seria de menor relevância para a ordem pública e para a estabilidade das instituições democráticas. 

Ora, nada mais distante da Constituição Federal. Basta rememorar a clareza do artigo 133 da Carta Magna de 1988: “O advogado é indispensável à administração da Justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei.” 

Nesta esteira de análise, penso que o constituinte originário não fez distinção entre as funções essenciais à Justiça quanto à dignidade, à relevância pública, ou ao risco da função. Sendo assim, advogados e advogadas não são auxiliares: são partícipes indispensáveis do sistema de Justiça. 

A Advocacia se exerce nos ambientes de maior tensão social e institucional. Quem atua nos Tribunais do Júri, nos presídios, nas Delegacias e nas salas de audiência sabe: o enfrentamento ao arbítrio, o desconforto de defender quem todos querem silenciar, e a coragem de se colocar contra o aparato repressivo do Estado não são escolhas isentas de consequências - são funções públicas por excelência, que também demandam proteção e reconhecimento formal por parte do Estado. Assim, tratar a Advocacia no Brasil como função de “segunda classe” é negar sua centralidade na engrenagem democrática; além de triste, repugnante e lamentável. 

A lei 15.134/2025, ao excluir advogados e advogadas de seu escopo de proteção ampliada, trai a lógica estrutural do Estado de Direito e rompe a isonomia entre as funções essenciais à Justiça. É preciso reverter tal descompasso — não por vaidade de classe, mas em nome da integridade do próprio sistema constitucional de Justiça e do melhor interesse da cidadania, da sociedade como um todo - que é quem, no final das contas, concede sentido ao exercício do Direito. 

Não podemos admitir que uma “nova lei” continue com o “velho preconceito”, mantendo a Advocacia brasileira na sombra das carreiras de Estado, como uma espécie de “patinho feio” das estruturas jurídicas. O Direito e seus profissionais precisam ser respeitados e não diminuídos à “segunda classe”, ou rebaixados para a última divisão da lei.

 

Fernando Capano - advogado; doutor em Direito do Estado, pela Universidade de São Paulo (USP); doutor em Direito do Estado e Justiça Social, pela Universidade de Salamanca (Espanha); mestre em Direito Político e Econômico, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; especialista em Administração de Empresas, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV); habilitado em Direito Internacional dos Conflitos Armados, pelo Instituto San Remo (Itália) e pela Escola Nacional de Magistrados da Justiça Militar da União (Enajum); especialista em Direito Militar, em Segurança Pública, e na Defesa de Agentes da Segurança Pública; professor universitário de Direito Constitucional da Universidade Zumbi dos Palmares, e de Direito Penal do Centro Universitário Padre Anchieta (UniAnchieta); presidente da Associação Paulista da Advocacia Militarista (Apamil); e sócio-fundador da Capano e Passafaro Advogados.

 

Desafios e oportunidades: Maduros no mercado de trabalho e transições de carreira na maturidade

 

Em um cenário de rápidas transformações no mercado de trabalho, onde novas tecnologias e modelos de negócios estão constantemente moldando o futuro das profissões, a presença dos maduros nas companhias ganha cada vez mais relevância. Para muitos profissionais da minha geração, que passaram décadas construindo uma carreira sólida, a transição ou ingresso em uma nova área pode parecer desafiadora. Mas a verdade é que isso já é uma realidade para diversos profissionais longevos. 

No segundo trimestre de 2024, dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) indicaram que o número de profissionais com mais de 60 anos ocupados no Brasil alcançou aproximadamente 8,042 milhões. Em 2012, quando o levantamento começou, eram quase 5,0 milhões. Além disso, o crescimento da economia prateada no país tem levado o mercado a se tornar cada vez mais atento a esse público. Nesse contexto, é fundamental garantir a representatividade dessas pessoas nas empresas, para que possam orientar as marcas de forma estratégica. Paralelamente, muitos profissionais com 50 anos ou mais estão ingressando no setor de empreendedorismo sênior. Seja com consultorias ou mentorias, investindo e apoiando o desenvolvimento de startups ou, usando todo o seu conhecimento adquirido e habilidades em empresas de menor porte.

 

A experiência como vantagem competitiva

Uma das maiores vantagens dos profissionais maduros é a experiência acumulada ao longo dos anos. Como ex-executivo de uma grande seguradora multinacional, fui testemunha de como o conhecimento adquirido ao longo das décadas pode se tornar um ativo de imensurável valor para as empresas. Embora o domínio das tecnologias mais recentes seja essencial, a habilidade de tomar decisões embasadas, com base em uma visão ampla e experiências vividas, é um diferencial que muitos profissionais mais jovens ainda estão em processo de desenvolvimento.

Esse acúmulo de conhecimento e a capacidade de liderar com maturidade e ética são altamente valorizados em diferentes setores. Empresas estão cada vez mais reconhecendo o valor dos profissionais maduros, que podem trazer uma perspectiva de longo prazo para suas estratégias de negócios. A sabedoria adquirida ao longo dos anos não se resume apenas a habilidades técnicas, mas também a uma visão aguçada sobre o comportamento humano e a capacidade de resolução de crises complexas.
 

Desafios e oportunidades na transição

Naturalmente, a transição de uma carreira tradicional para uma nova fase, seja ela de consultoria, empreendedorismo ou de trabalho voluntário, pode apresentar desafios. A adaptação às novas formas de trabalho, como o home office ou o uso de ferramentas digitais, pode ser um obstáculo para alguns. Porém, é importante lembrar que, embora as ferramentas possam ser novas, a forma de liderar, negociar e influenciar pessoas permanece em grande parte a mesma.

Investir em atualização de habilidades técnicas, como o uso de plataformas digitais e redes sociais profissionais, pode ser um passo essencial para continuar relevante no mercado. Além disso, buscar uma mentalidade de aprendizado contínuo é fundamental para se manter competitivo e ágil.

Por outro lado, a maturidade proporciona uma perspectiva mais equilibrada sobre a vida profissional. A transição de carreira na maturidade permite que o profissional se envolva em projetos que talvez não tenha tido tempo ou coragem de assumir antes. Muitos ex-executivos, por exemplo, têm optado por se tornar mentores, assumindo cargos de consultoria ou investindo em startups, contribuindo com sua experiência para ajudar novas gerações de líderes a crescerem de maneira mais sólida e estratégica.
 

A importância do planejamento e autoconhecimento

Não é segredo que a transição de carreira exige planejamento. É necessário refletir sobre o que queremos para o futuro, quais interesses ainda não explorados desejamos seguir e como podemos utilizar nossa rede de contatos para abrir novas portas. O momento da aposentadoria ou da mudança de carreira deve ser visto não como uma pausa, mas como uma oportunidade para redirecionar nossa trajetória profissional.

O autoconhecimento desempenha um papel essencial nesse processo. Perguntar-se o que realmente motiva e o que deseja alcançar a longo prazo pode ser o primeiro passo para construir uma nova etapa profissional mais alinhada com seus valores e interesses. E, muitas vezes, é neste momento que os profissionais maduros descobrem novas paixões ou atividades que antes não imaginavam.
 

Conclusão

Em última análise, a transição de carreira para os maduros é uma oportunidade de reavaliação e reinvenção. Não se trata apenas de continuar trabalhando, mas de trabalhar com um novo propósito, com mais equilíbrio e em áreas que talvez nunca tenhamos considerado antes. Como alguém que já experimentou essa transição, posso afirmar que essa fase da vida é mais uma chance de evolução do que um fim.

A maturidade no mercado de trabalho é uma janela de novas possibilidades, e os profissionais maduros têm tudo o que é necessário para não apenas se adaptarem, mas para prosperarem. É hora de dar espaço para a sabedoria adquirida ao longo dos anos brilhar, transformando a experiência em uma verdadeira força para o futuro.

 

Marcos Eduardo Ferreira - Empreendedor, Investidor Anjo, Especialista em Longevidade e Mercado Securitário. Possui experiência de 32 anos como Executivo na MAPFRE. Nos últimos 15 anos, ocupou o cargo de CEO no Brasil e América do Sul, período em que também viveu como expatriado em Bogotá (2017 a 2020). Após essa trajetória profissional, decidiu embarcar em um período sabático, com o objetivo de reorganizar sua vida familiar e aprimorar seus conhecimentos em temas relacionados à Longevidade. Durante esse período de pausa, Marcos cursou a 1ª Turma do Programa de Especialização em Mercado de Longevidade da FGV – SP. Além disso, investiu em startups e, cofundou o Homens de Prata, canal no Youtube. Em julho de 2022, lançou a Silver Hub - Aceleradora e Agregadora de Negócios, com foco no apoio ao desenvolvimento de empreendedores e startups que oferecem produtos e serviços para o público 50+. Marcos é um entusiasta do empreendedorismo e um observador ativo dos impactos da longevidade, além de ser um grande incentivador da economia prateada.



Papa Leão XIV destaca importância da ética na revolução digital e inspira debate global sobre inteligência artificia

Líder da Igreja Católica pede responsabilidade no uso da tecnologia e inspira debate global


O novo Papa Leão XIV, eleito em maio de 2025, iniciou seu pontificado com uma mensagem clara: a Igreja Católica não pretende se omitir diante dos desafios trazidos pela revolução digital e pela inteligência artificial (IA). Inspirado por Leão XIII — que, no final do século XIX, abordou os impactos sociais da Revolução Industrial —, Leão XIV afirma que o mundo vive uma nova transformação que exige atenção, responsabilidade e compromisso com a dignidade humana. 

Em seus primeiros discursos, o pontífice reforçou a necessidade de proteger os trabalhadores e as relações humanas da desumanização provocada por tecnologias mal utilizadas. Ele também defendeu a criação de mecanismos que garantam o uso ético da IA, para que o progresso não amplie desigualdades nem viole os direitos das pessoas. 

"O Papa Leão XIV tem razão em colocar o tema no centro do debate. Se o maior líder da maior religião do mundo está interessado nos rumos da tecnologia, todas as pessoas comuns também devem estar", destaca Daniel Monteiro, CTO da Digital College, instituição de ensino voltada à capacitação digital. 

Para Daniel, a fala do Papa reflete um movimento global de conscientização sobre o uso responsável da tecnologia. “A transformação digital já não é uma possibilidade futura — ela está acontecendo agora, em todas as áreas da sociedade. Discutir ética, regulação e impacto social das tecnologias emergentes, como a inteligência artificial, é uma urgência do nosso tempo. Precisamos garantir que o desenvolvimento tecnológico caminhe junto com valores humanos”, completa. 

A posição do novo pontífice se alinha a um cenário em que governos, empresas e instituições educacionais estão cada vez mais atentos aos desafios da digitalização. A própria Digital College tem ampliado sua atuação em cursos voltados à formação ética e estratégica no uso da inteligência artificial, inclusive nas áreas da educação, saúde, comunicação, direito e gestão pública. 

A Igreja Católica, que representa mais de 1,3 bilhão de fiéis ao redor do mundo, entra assim de forma contundente no debate tecnológico. Leão XIV dá sequência ao trabalho iniciado por seu antecessor, Papa Francisco, que também se posicionou sobre os riscos da automação e da manipulação algorítmica na sociedade. 

Ao trazer o debate para o centro da doutrina cristã, o novo Papa alerta: as escolhas tecnológicas não são apenas técnicas, mas morais. E a responsabilidade de construir um futuro digital mais justo é de todos.


Setor de Serviços mantém ritmo de crescimento em março e impulsiona pequenos negócios

Pesquisa do IBGE aponta que o volume de serviços prestados cresceu 0,3% no terceiro mês do ano, o segundo consecutivo de alta

 

Com mais de 11,3 milhões de pequenos negócios – microempreendedores individuais (ME), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) – o setor de Serviços tem ocupado papel central na expansão da economia brasileira. Levantamento apresentado nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o volume de serviços prestados no país avançou 0,3% em março de 2025, após subir 0,9% em fevereiro, acumulando ganho de 1,2% em dois meses seguidos de resultados positivos.

De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, na comparação com março de 2024, o setor cresceu 1,9%. Já soma dos três primeiros meses de 2025 mostrou expansão de 2,4% frente ao mesmo período do ano anterior. O balanço nos últimos 12 meses aponta um avanço de 3%. Os destaques de março ficaram por conta dos transportes (1,7%), dos serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%) e os prestados às famílias (1,5%).

“Economia é comportamento. Durante todo o ano de 2024, os pequenos negócios foram os grandes campeões na geração de emprego e renda no país e os dados demonstram que seguimos no caminho certo”, avalia o presidente do Sebrae, Décio Lima. “O bom momento da economia estimula o consumo e traz mais oportunidades. Este segundo resultado positivo mostra o mercado aquecido, representa mais empregos e renda, e principalmente, é o povo no orçamento, com inclusão”, assegura.

O setor ainda é líder na geração de emprego entre os pequenos negócios. De acordo com dados levantados pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor já gerou aproximadamente 200 mil empregos de janeiro a março deste ano. Em janeiro, foram 34,8 mil contratações, outras 134,4 mil em fevereiro e mais 30,7 mil no mês de março.

“Não são somente números. São homens e mulheres que acordam de manhã e nunca desistiram. Produzem com a sua criatividade o seu próprio negócio, garantindo a inclusão de mais brasileiros e incentivando e apoiando o crescimento da economia”, ressalta Décio Lima. “Isso não significa só empregabilidade, mas renda para o povo brasileiro e inclusão. É um país que começa a resolver definitivamente os seus graves problemas das feridas humanas, que todos nós não podemos mais admitir no Brasil, que é a exclusão e a fome”, destaca o presidente do Sebrae.

 

Top Malware – Abril de 2025

Imagem ilustrativa – Divulgação Check Point Software

Campanhas avançadas convergem o malware comum com técnicas sofisticadas de ciberameaças

Pesquisadores revelam campanhas de malware em múltiplos estágios utilizando processos legítimos para se manterem ocultos; e o setor de educação continua sendo o principal alvo no mundo

 

A Check Point Software publicou o Índice Global de Ameaças referente a abril de 2025, destacando que o FakeUpdates continuou sendo o malware mais prevalente no mês passado, impactando 6% das organizações globalmente, seguido de perto por Remcos e AgentTesla. 

Em abril, pesquisadores descobriram uma sofisticada campanha de malware em múltiplos estágios distribuindo AgentTesla, Remcos e Xloader (uma evolução do FormBook). O ataque começa com e-mails de phishing disfarçados como confirmações de pedido e atrai as vítimas para abrir um arquivo malicioso compactado em 7-Zip (um compactador de arquivos de código aberto para o sistema operacional Microsoft Windows e Linux). Nele está contido um arquivo JScript Encoded ([.]JSE) que inicia um script PowerShell codificado em Base64, o qual aciona um executável de segundo estágio baseado em [.]NET ou AutoIt. O malware final é injetado em processos legítimos do Windows, como RegAsm[.]exe ou RegSvcs[.]exe, aumentando significativamente o disfarce ou ocultação e a evasão de detecção. 

Essas descobertas refletem a tendência no cibercrime da convergência de malware comum com técnicas sofisticadas. Ferramentas de malware outrora vendidas abertamente por baixo custo, como AgentTesla e Remcos, agora estão integradas em cadeias de entrega complexas que imitam as táticas de agentes patrocinados por estados, confundindo os limites entre ameaças motivadas por questões financeiras e políticas. 

“Essa última campanha exemplifica a crescente complexidade das ameaças cibernéticas. Os atacantes estão sobrepondo scripts codificados, processos legítimos e cadeias de execução obscuras para permanecerem indetectáveis. O que antes considerávamos malware de baixo nível agora o mesmo está sendo armado em operações avançadas. Por isso, as organizações devem adotar uma abordagem de prevenção em primeiro lugar, que integre inteligência de ameaças em tempo real, IA e análise comportamental”, aponta Lotem Finkelstein, diretor de Inteligência de Ameaças na Check Point Software.

 

Principais famílias de malware – Global e Brasil 

O FakeUpdates seguiu como o malware mais prevalente em abril no ranking global com impacto de 6%, seguido de perto por Remcos e AgentTesla, ambos impactando 3% das organizações em todo o mundo. 

No Brasil, em mês passado, o malware AgentTesla prosseguiu na liderança do ranking nacional de ameaças com impacto de 30,73%. O segundo malware que mais impactou as organizações no Brasil em abril foi o FakeUpdates com índice de 11,17%, e o Androxgh0st ocupou o terceiro lugar cujo impacto foi de 5,27%. 

O AgentTesla é um trojan de acesso remoto (RAT) especializado no roubo de informações confidenciais dos computadores, e como credenciais de login, dados de navegadores, e-mails, capturas de tela e até registros de teclas digitadas, além de exfiltrar credenciais inseridas para uma variedade de softwares instalados na máquina da vítima (incluindo Google Chrome, Mozilla Firefox e cliente de e-mail Microsoft Outlook). O AgentTesla é vendido abertamente como um RAT legítimo com clientes pagando de US$ 15 a US$ 69 por licenças de usuário. 

O mapa a seguir exibe o índice de risco global (vermelho mais escuro = risco mais alto), demonstrando as principais áreas de risco ao redor do mundo.

 

A América Latina e o Leste Europeu apresentaram maior atividade de malware, especialmente envolvendo FakeUpdates e Phorpiex

Top 5 Malwares - Brasil

Principais grupos de Ransomware 

Dados baseados em insights de "sites de vergonha" administrados por grupos de ransomware que praticam dupla extorsão apontam o Akira como o grupo de ransomware mais prevalente em abril, responsável por 11% dos ataques publicados, seguido por SatanLock e Qilin, com 10% cada um.

 

Principais malwares para dispositivos móveis no mundo em abril de 2025


 Anubis – Um trojan bancário versátil que se originou em dispositivos Android. Ele possui capacidades como contornar a autenticação de múltiplos fatores (MFA), registrar teclas digitadas (keylogging), gravar áudio e executar funções de ransomware.

 

AhMyth – Um trojan de acesso remoto (RAT) que ataca dispositivos Android, disfarçado como aplicativos legítimos. Ele obtém permissões extensivas para exfiltrar informações sensíveis, como credenciais bancárias e códigos MFA.

 

Hydra – Um trojan bancário que rouba credenciais ao explorar permissões perigosas em dispositivos Android.

 

Principais setores atacados no mundo e no Brasil 

Em abril de 2025, a Educação seguiu e consolidou-se como o setor mais atacado a nível mundial, seguido por Governo e Telecomunicações. 

1.Educação

2.Governo

3.Telecomunicações 

No Brasil, os três setores no ranking nacional mais visados por ciberataques durante o mês de abril foram: 

1.Governo

2.Telecomunicações

3.Bens e serviços de consumo 

Os dados de abril revelam um uso crescente de campanhas ocultas de malware em vários estágios e um foco contínuo em setores com defesas mais baixas. Com o FakeUpdates permanecendo como a ameaça mais prevalente e novos agentes de ransomware como o SatanLock surgindo, as organizações devem priorizar a segurança proativa e em camadas para se manterem à frente dos ataques em evolução.

 

Proteção contra ameaças cibernéticas 

Os ataques cibernéticos estão cada vez mais sofisticados e utilizam técnicas avançadas para comprometer sistemas, evitar detecção e roubar informações sensíveis. Entre as ameaças recentes estão trojans de acesso remoto (RATs) e ransomware, os quais podem causar prejuízos significativos para indivíduos e organizações.

 

Por isso, a melhores práticas de segurança são:

  • Evite clicar em links suspeitos ou baixar anexos de remetentes desconhecidos.
  • Ative a autenticação em dois fatores (2FA) sempre que possível.
  • Não reutilize senhas entre diferentes serviços e utilize gerenciadores de senhas.
  • Manter sistemas e softwares atualizados, aplicando regularmente atualizações de segurança para sistemas operacionais, navegadores e aplicações.
  • Desative serviços e portas não utilizados para reduzir a superfície de ataque.
  • Utilize soluções de segurança com detecção em tempo real para identificar ameaças emergentes.
  • Configure filtros de e-mail para bloquear anexos maliciosos e mensagens de phishing.
  • Monitore atividades suspeitas e análise logs regularmente.
  • Realize treinamentos frequentes para colaboradores sobre identificação de golpes e boas práticas de segurança.
  • Simule ataques de phishing para educar e testar a resposta dos funcionários.
  • Mantenha cópias de backup dos dados críticos em locais seguros e offline.
  • Desenvolva um plano de resposta a incidentes para mitigar rapidamente ataques e minimizar impactos.

 

 



Check Point Research

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Aviso legal relativo a declarações prospectivas

Este comunicado de imprensa contém declarações prospectivas. Declarações prospectivas geralmente se referem a eventos futuros ou ao nosso desempenho financeiro ou operacional futuro. As declarações prospectivas neste comunicado incluem, mas não se limitam a, declarações relacionadas às nossas expectativas quanto ao crescimento futuro, à ampliação da liderança da Check Point no setor, à valorização para os acionistas e à entrega de uma plataforma de cibersegurança líder do setor para clientes em todo o mundo. Nossas expectativas e crenças em relação a esses assuntos podem não se concretizar, e os resultados reais ou eventos futuros estão sujeitos a riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados ou eventos reais sejam significativamente diferentes dos projetados. As declarações prospectivas contidas neste comunicado também estão sujeitas a outros riscos e incertezas, incluindo aqueles descritos de forma mais completa em nossos arquivos junto à Securities and Exchange Commission (SEC), incluindo nosso Relatório Anual no Formulário 20-F arquivado na SEC em 2 de abril de 2024. As declarações prospectivas contidas neste comunicado são baseadas nas informações disponíveis para a Check Point na data deste documento, e a Check Point se isenta de qualquer obrigação de atualizar qualquer declaração prospectiva, exceto quando exigido por lei.



Os 5 erros mais comuns ao sair da Poupança e entrar no Tesouro Direto

Educador financeiro explica como não perder dinheiro por falta de estratégia

 

O tema ‘investimento’ costuma gerar muitas dúvidas e debates entre a população brasileira, sobre qual é a melhor opção ou qual é a mais segura. Porém, não existe uma resposta certa, o que existe é um perfil de investidor e o objetivo que se deseja alcançar com o investimento. Apenas a partir desta definição, torna-se possível determinar qual caminho seguir, como por exemplo, sair da Poupança e começar no Tesouro Direto.

O educador financeiro, João Victorino, explica que os títulos do Tesouro Direto podem oscilar no curto prazo, o que costuma assustar investidores iniciantes. Essa volatilidade dos títulos públicos ocorre principalmente nos títulos prefixados e atrelados à inflação (Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+). Segundo ele, o segredo para não se assustar com as oscilações é lembrar que elas só importam se a pessoa resgatar o dinheiro antes do vencimento.

“Se o seu objetivo é um investimento de longo prazo, a volatilidade pode ser uma aliada. Quando os preços caem, é uma oportunidade para comprar mais barato e garantir uma taxa melhor até o vencimento. Quem entende isso percebe que a variação de preços no curto prazo é apenas um ruído. Para quem ainda não está confortável com essa dinâmica, o Tesouro Selic é sempre a escolha mais tranquila, pois sua oscilação de preços é mais suave e acompanha a taxa de juros básica da economia”, afirma o especialista.

Foi pensando neste cenário que o educador financeiro, João Victorino, resolveu elencar os 5 erros mais comuns cometidos por pessoas que saem da Poupança e entram no Tesouro Direto pela primeira vez:

1. Resgatar títulos prefixados ou IPCA+ antes do vencimento: muitas pessoas compram esses títulos sem entender que o valor pode oscilar no curto prazo. Se precisarem do dinheiro antes do vencimento, podem acabar vendendo com prejuízo.

2. Não considerar a liquidez: a poupança tem liquidez imediata, mas o Tesouro Direto pode levar um dia útil para o dinheiro cair na conta. Para compor a reserva de emergência, o ideal é ter uma parte em Tesouro Selic ou em um fundo DI de resgate rápido.

3. Ignorar os impostos: no Tesouro Direto, há cobrança de Imposto de Renda sobre os rendimentos. A alíquota começa em 22,5% e cai para 15% após dois anos. Isso precisa ser considerado no planejamento financeiro. Mesmo assim, ele rende mais que a poupança (se mantido até o vencimento).

4. Ignorar a data de aniversário da poupança ao migrar: muitas pessoas sacam o dinheiro da poupança para investir no Tesouro sem se atentar à data de aniversário da aplicação. Se o resgate for feito antes de completar um ciclo de 30 dias, o investidor perde o rendimento daquele mês. O ideal é aguardar o melhor momento para a transferência.

5. Esquecer de aprender sobre o investimento: é importante que as pessoas se dediquem um pouco a aprender sobre Tesouro Direto.

De acordo com João, outra forma do investidor se proteger é pensar em diversificar dentro do Tesouro Direto, ou seja, a cada vez que fizer o investimento, avaliar se dividir o valor investido em títulos diferentes seria possível. O especialista dá um exemplo: Tenho R$ 5.000 para investir e coloco R$ 1.700 em Pré-fixado, R$ 1.700 em IPCA+ e o restante em Tesouro Selic. Assim, o investidor sempre se protege de ter ‘errado’ em alguma previsão.

“É muito importante deixar claro que a melhor estratégia é definir prazo e objetivo antes de investir. Desta forma, evita-se o erro de resgatar títulos em momentos desfavoráveis e garante-se que cada investimento esteja alinhado com a necessidade do investidor”, finaliza o educador financeiro.




João Victorino - administrador de empresas, professor de MBA do Ibmec e educador financeiro, formado em Administração de Empresas, tem MBA pela FIA-USP e Especialização em Marketing pela São Paulo Business School. Após vivenciar os percalços e a frustração de falir e se endividar, a experiência lhe trouxe aprendizados fundamentais em lidar com o dinheiro. Hoje, com uma carreira bem-sucedida, João busca contribuir para que pessoas melhorem suas finanças e prosperem em seus projetos ou carreiras. Para isso, idealizou e lidera o canal A Hora do Dinheiro com conteúdo gratuito e uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.

 

Abril é o mês com maior volume de passageiros afetados por cancelamentos de voos no ano, revela levantamento da AirHelp

• Volume de passageiros atingidos por cancelamentos de voos chega a 285,8 mil no quarto mês do ano, superando os 244,3 mil passageiros afetados por cancelamentos em fevereiro, representando alta de 17% 

• 1 em cada 25 passageiros foi afetado por cancelamentos no quarto mês do ano ante 1 em cada 32 passageiros afetados em fevereiro  

• Companhias aéreas transportaram 7,3 mil passageiros em abril deste ano, menor volume registrado em relação aos demais meses de 2025  

 

Não foram as férias de início de ano ou o período do Carnaval que causaram os maiores transtornos aos passageiros de companhias aéreas. Abril foi o mês com maior proporção e volume de passageiros afetados por cancelamentos de voos neste ano, revela levantamento da AirHelp, empresa de tecnologia de viagens que auxilia passageiros em interrupções de voos e que já ajudou 2,7 milhões de passageiros a receberem indenizações em casos de atraso ou cancelamento de voo. Em números absolutos, 285,8 mil passageiros foram afetados por cancelamentos no Brasil em abril deste ano, ultrapassando os 244,3 mil atingidos em fevereiro. Os atingidos por cancelamentos em janeiro somaram 204,3 mil enquanto em março, 143,7 mil.  

No quarto mês do ano, 1 em cada 25 passageiros foi afetado por cancelamentos, superando 1 em cada 32 passageiros afetados em fevereiro. Em janeiro e março a proporção de passageiros afetados por cancelamentos foi de 1 em cada 48 e 1 em cada 54, respectivamente. Este tipo de ocorrência, quando não provocada por questões meteorológicas ou de força maior, pode originar pedidos de indenização às companhias aéreas.  

No Brasil foram transportados 7,2 milhões de passageiros em abril deste ano, menor volume registrado em relação aos demais meses de 2025, quando foram transportados 9,9, 7,8 e 7,7 milhões de passageiros, respectivamente.


 

Compensação de passageiro  

Para reivindicar uma indenização, os passageiros devem estar cientes de certas condições. A primeira é verificar se o atraso ou cancelamento realmente causou sofrimento, estresse ou lesão ao usuário. Acontecimentos como faltar a uma consulta médica importante, cancelamento de contrato, demissão, afastamento de um acontecimento de grande relevância emocional, são situações que podem dar lugar a um pedido de indenização perante a companhia aérea. Se o passageiro já sofreu os chamados "danos morais" e pode prová-los, os passageiros têm boas chances de obter uma indenização financeira média de R$ 10.000 por pessoa.  

O passageiro tem mais chance de obter uma compensação financeira se a companhia aérea for a responsável direta pela interrupção do voo, por problemas técnicos ou falta de tripulação, por exemplo. A reparação deve ser integral, inclusive para compensação de sofrimentos psicológicos. Mesmo quando a interrupção do serviço é devida a condições climáticas extremas ou situações de força maior que estão fora do controle da companhia aérea, os passageiros continuam a ter direito ao serviço e à informação adequada e tempestiva.  

“O conjunto de direitos dos passageiros aéreos que temos no Brasil é orientado para o cliente e oferece aos passageiros aéreos uma grande consideração, especificando exatamente quais os cuidados que as companhias aéreas devem oferecer e quando em caso de problemas de voo. No entanto, a lei é muito vaga quando se trata de critérios de compensação e pode ser um desafio para um único indivíduo sem conhecimento especializado interpretar a lei corretamente. Entre os principais motivos pelos quais os passageiros brasileiros não reivindicam seus direitos em caso de problemas de voo, podemos encontrar: falta de conhecimento sobre como fazer uma reclamação, mas também falta de consciência dos direitos dos passageiros”, diz Luciano Barreto, diretor-geral da AirHelp no Brasil. 

 
 

Leis que protegem os passageiros no Brasil  

Quem voa no Brasil está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor e pela legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que são os instrumentos jurídicos mais relevantes para o passageiro. Essas leis definem claramente as responsabilidades das companhias aéreas para com seus passageiros sempre que houver problemas de voo.  

A legislação brasileira abrange voos domésticos dentro do Brasil, voos internacionais com partida ou chegada em aeroportos brasileiros, bem como voos com conexão em um aeroporto brasileiro.  

A legislação brasileira protege os passageiros, desde que seus voos atendam aos 4 critérios a seguir:  

● O voo pousou ou decolou em um aeroporto brasileiro  

● O voo foi cancelado com aviso tardio, o voo estava com mais de 3 horas de atraso ou estava com overbook  

● Os passageiros não foram atendidos adequadamente pela companhia aérea  

● O problema ocorreu nos últimos 5 anos  

 

Para mais informações, visite www.airhelp.com/pt-br/ 


 

Metodologia  

Todos os dados da pesquisa AirHelp são baseados em voos regulares em aeroportos brasileiros, contidos no banco de dados global de voos da AirHelp. Para garantir dados precisos, AirHelp usa uma variedade de fontes e as combina em um banco de dados global.  




AirHelp
www.airhelp.com/pt-br/


Norte de Portugal, um destino surpreendente para as férias de julho


Com o mês de julho se aproximando, o norte de Portugal é uma excelente escolha para suas férias em família. Com uma combinação rica em cultura, gastronomia, tradição, natureza e com muitas atividades para os menores. O Clima quente e seco da região durante os meses de verão é ideal para fazer trilhas, passeios, navegar no rio e ao fim do dia, permitir que os pais brindem com boa taça de vinho português.

A cidade do Porto, situado ao norte do rio Douro, é um dos principais destaques da região. Famosa por sua atmosfera histórica que mistura arquitetura medieval, barroca e arte contemporânea, possui diversas atrações voltadas para família com crianças.

Entre os passeios que encantam todas as idades, o SEA LIFE Porto é uma atração imperdível, onde os visitantes têm a oportunidade de conhecer a vida marinha. 3D Fun Art Museum Porto também é uma ótima aposta, onde as salas imersivas oferecem a todos a oportunidade de fazer parte da própria arte por meio de cenários criativos e divertidos.

Para os apaixonados por futebol, a Tour FC Porto – Museu + Estádio, uma das atrações premiadas mais procuradas da cidade, também tem que entrar na lista de lugares para visitar. O Museu do Futebol Clube do Porto, além de contar a história do clube, também já foi palco de memoráveis shows e jogos.

A Livraria Lello, considerada uma das mais belas do mundo, é parada obrigatória — especialmente para os fãs de Harry Potter. O local, repleto de vitrais coloridos e escadarias esculpidas, inspirou cenários da famosa saga.

O Parque do Palácio de Cristal, com jardins e vistas panorâmicas sobre o rio Douro, é perfeito para passeios em família. Já o Parque da Cidade, oferece amplos espaços para correr, brincar e visitar o Pavilhão da Água, uma atração interativa sobre o ciclo da água.

Para os que gostam de altura e natureza, a ponte entre as copas das árvores da Fundação de Serralves proporciona uma caminhada segura e emocionante entre as árvores centenárias. Não pode faltar uma visita ao Zoo Santo Inácio, o maior e mais verde zoológico do norte de Portugal. Com mais de 600 animais de 200 espécies diferentes, o espaço combina educação ambiental e diversão em uma experiência que agrada toda a família.

Para os “pequenos historiadores” World of Discoveries combina museu e parque temático, recriando as rotas das grandes navegações portuguesas com cenários interativos e um encantador passeio de barco indoor.

O Teleférico de Gaia garante vistas panorâmicas e muita emoção, ligando a zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia às caves do famoso vinho do Porto.

Para famílias que querem explorar a cidade com liberdade, os passeios de bicicleta elétrica são uma excelente opção, contam com rotas seguras e acessíveis, e é possível conhecer os principais pontos turísticos da cidade.

O Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Parque Natural do Douro Internacional, o Parque Natural do Alvão e o Parque Natural de Montesinho são destinos imperdíveis para os amantes da natureza e da aventura. Com uma vasta oferta de atividades ao ar livre, proporcionam experiências únicas como percursos pedestres, passeios de bicicleta, buggy, cavalo e barco, canyoning, rafting, canoagem e escalada.

O icônico Castelo de Guimarães, junto ao majestoso Paço dos Duques de Bragança, oferece um verdadeiro mergulho na história de Portugal e não pode ficar de fora do roteiro. Outro combo indispensável é formado pelos Passadiços do Paiva — uma das trilhas suspensas mais belas da Europa — e a impressionante Ponte 516 Arouca, a terceira ponte pedonal suspensa mais longa do mundo, que proporciona uma vista de tirar o fôlego.

Com uma programação rica e diversificada, o norte de Portugal é o destino perfeito para quem deseja apreciar o Verão Europeu em família.

 


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