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segunda-feira, 17 de março de 2025

Saúde suplementar cresce no Brasil acompanhada de casos litigiosos

Na mesma proporção que mercado dos planos de saúde aumenta, aumenta também numerosidade de ações na justiça contra operadoras

 

Nos últimos três anos, o número de contratações de planos de saúde no Brasil cresceu de forma consistente, mas, ao mesmo tempo, aumentou exponencialmente o número de ações judiciais movidas pelos consumidores contra as operadoras de planos de saúde. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o volume de processos relacionados a planos de saúde mais do que dobrou ao longo do período, com quase 300 mil novas ações registradas em 2024, o maior número já observado desde o início do monitoramento em 2020.

Em São Paulo, por exemplo, a maior parte das novas ações judiciais trata da garantia de tratamento médico (64,7%) e do fornecimento de medicamentos (17,9%). Em 2024, foram registradas 21.334 novas ações relacionadas aos planos de saúde no Tribunal de Justiça de São Paulo. Esse volume é um reflexo das dificuldades enfrentadas pelos consumidores, que se veem muitas vezes impedidos de acessar o tratamento médico necessário ou sendo vítimas de reajustes financeiros indevidos.

“O que temos observado é um aumento considerável na judicialização dos planos de saúde. Isso ocorre principalmente devido à negativa de cobertura por parte das operadoras e a cobrança de valores abusivos, que muitas vezes são incompatíveis com a realidade financeira de muitos consumidores”, afirma o advogado especializado em direito da saúde, Thayan Fernando Ferreira, advogado especialista em direito de saúde é direito público, membro da comissão de direito médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira Cruz Advogados.

 Paralelamente ao aumento de litígios, o número de contratações de planos de saúde segue crescendo. Entre 2019 e 2024, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) registrou um aumento de 42% no número de beneficiários, com o número de contratantes passando de 7.636 para 10.845. Esse aumento reflete o envelhecimento da população brasileira e a maior longevidade dos cidadãos, que buscam por um plano de saúde como forma de garantir um atendimento médico adequado ao longo da vida.

No entanto, esse aumento também traz desafios. A maior longevidade pode ser um fator que contribui para a dificuldade de muitos idosos em manter o pagamento regular de seus planos de saúde, o que pode resultar em situações de inadimplência ou até mesmo no aumento de processos judiciais. Diante desse cenário, a legislação brasileira estabelece importantes diretrizes sobre os direitos dos consumidores de planos de saúde. 

Thayan, que é especialista na cobertura de ações que tratam planos de saúde e a saúde suplementar, conta das nuances da lei em casos desta espécie. “A lei é clara quanto aos direitos do consumidor e as obrigações das operadoras. Quando uma operadora descumpre as cláusulas contratuais, seja por negativa de cobertura, seja por reajustes abusivos, o consumidor tem o direito de buscar reparação judicial, seja por meio de ações de obrigação de fazer ou por danos morais.  Logo, as operadoras têm a obrigação de garantir o atendimento conforme o contrato, e qualquer negativa sem justificativa plausível é ilegal. No caso de negativa de cobertura ou fornecimento de medicamento, por exemplo, o consumidor pode buscar o auxílio da justiça. Isso pode incluir a solicitação de medidas liminares, que garantem o acesso ao tratamento de forma imediata”, acrescenta.

Diante tanta informação, o advogado ainda esclarece que, seja como for, a justiça pesa por quem contrata os serviços. “Nesse contexto, é fundamental que o consumidor conheça seus direitos, saiba como recorrer à justiça e busque orientações adequadas caso se sinta prejudicado por uma operadora de plano de saúde. A legislação está do lado do consumidor, garantindo que seus direitos sejam respeitados e que ele tenha acesso ao tratamento de saúde adequado”, finaliza. 


Como recorrer à justiça?

Caso um consumidor enfrenta qualquer problema relacionado ao seu plano de saúde, como negativa de cobertura ou reajustes excessivos, ele tem o direito de recorrer à justiça. A primeira recomendação é buscar o Procon e as ouvidorias da operadora para tentar resolver o problema de forma amigável. No entanto, caso essa tentativa não tenha sucesso, o consumidor pode ingressar com uma ação judicial, que pode ser movida em pequena causa ou por meio de advogados especializados.

“Acima de qualquer coisa, esteja acompanhado de um profissional especializado. Contudo, é importante que os consumidores saibam que a via judicial está ao seu alcance. Em casos de negativa de atendimento ou cobrança indevida, o juiz pode determinar, de forma urgente, que a operadora forneça o serviço, com multas aplicadas caso não cumpra a ordem”, orienta Thayan.


Os melhores cruzeiros pelos rios da Europa, segundo a Civitatis

Navegar pelas artérias fluviais da Europa representa uma oportunidade única de explorar novos destinos de uma perspectiva diferente.

 

A história do Velho Continente está profundamente ligada aos seus grandes rios. Do Douro ao Danúbio, passando pelo Sena, o Meno, e o Moldava, navegar por essas águas é embarcar em uma viagem fascinante ao passado e às belezas naturais e arquitetônicas da Europa. 

Pensando nisso, a Civitatis apresenta uma seleção de experiências inesquecíveis pelos rios mais icônicos de Portugal, França, Alemanha, República Tcheca e Hungria. Descubra e apaixone-se pelos rios mais encantadores da Europa:
 

Cruzeiros pelo Douro: as pontes históricas de Porto

O rio Douro, que nasce na Espanha e termina seu curso em Portugal, deságua no Atlântico na altura do Porto. Além de sua importância histórica e cultural, o Douro é famoso por suas pontes icônicas, que ligam as margens da cidade e servem como testemunhas silenciosas de sua história. Entre todas, a mais famosa é a Ponte Dom Luís I, uma impressionante estrutura metálica que se tornou um dos símbolos do Porto. O Cruzeiro das seis pontes proporciona uma visão única desta cidade encantadora, passando sob suas imponentes pontes e oferecendo um novo olhar sobre suas colinas e ruelas pitorescas.

 

Encanto à beira do Sena

O Museu d’Orsay, o Louvre, a Catedral de Notre-Dame e a Torre Eiffel têm algo em comum: todos se erguem às margens do Rio Sena. Mais do que um curso d’água, o Sena é uma das joias de Paris e desempenha um papel fundamental na história da capital francesa. Fazer um Passeio de barco pelo Sena significa admirar a Cidade Luz por uma perspectiva única, navegando entre seus monumentos mais famosos, enquanto a magia de Paris se revela a cada curva do rio e entre as árvores que acompanham seu curso.

 

Navegando pelo rio Meno

 
A Alemanha tem uma conexão profunda com seus grandes rios, incluindo o Reno, o Elba e o Danúbio. Em Frankfurt, é o Meno que caracteriza a paisagem urbana e desempenha um papel crucial como via de comunicação e centro comercial, por onde circula diariamente uma grande quantidade de mercadorias. No entanto, esse curso d’água não é apenas um elemento estratégico para a economia, mas também oferece uma oportunidade única para conhecer a cidade de um novo ponto de vista.
 

A magia do Moldava




 
Se há uma cidade da Europa Central onde a magia e o mistério fazem parte integrante da história, essa cidade é, sem dúvida, Praga. Durante anos, a capital tcheca foi conhecida como a cidade dos alquimistas, cujas lendas estão intimamente ligadas ao rio Moldava. Reza a lenda que os antigos alquimistas jogavam suas poções no rio para aumentar seu poder ou para escapar de perseguições. Um
Passeio de barco pelo rio Moldava oferece uma vista espetacular e privilegiada do icônico Castelo de Praga e da Ponte Carlos, alguns dos lugares mais emblemáticos da cidade.
 

Cruzeiro pelo Danúbio, o rei dos rios europeus
 

O Danúbio, um dos rios mais longos e históricos da Europa, foi testemunha de acontecimentos que moldaram o destino do continente. De batalhas do Império Romano até os conflitos que moldaram os Bálcãs nos anos 90, suas águas carregam memórias de séculos de história, e cidades icônicas como Viena, Bratislava, Budapeste e Belgrado se desenvolveram às suas margens. Um passeio pelo Danúbio revela paisagens deslumbrantes e permite contemplar a grandiosidade de algumas das capitais mais elegantes da Europa Central. Destacamos o espetáculo visual proporcionado pelo Passeio de barco ao anoitecer quando as margens e os monumentos de Budapeste se iluminam e refletem magicamente nas águas do rio. 

Seja em um pôr do sol romântico em Budapeste, sob as pontes históricas do Porto, ou navegando pela icônica Paris, as águas dos rios europeus guardam segredos, histórias e cenários inesquecíveis. Embarque com a Civitatis e descubra a magia dos grandes rios da Europa.

 

Civitatis


A Importância das Mulheres na Advocacia: Compromisso e Excelência em um Setor em Transformação

Promovendo a Equidade de Gênero na Advocacia


A presença feminina na advocacia brasileira tem crescido significativamente nas últimas décadas, refletindo avanços rumo à igualdade de gênero. De acordo com dados divulgados pela OAB, a profissão é majoritariamente feminina, com 50% de mulheres, 49% de homens e 1% pertencente a outras identidades de gênero. No entanto, desafios persistem em um setor ainda marcado por desigualdades, como estereótipos de gênero e a sub-representação em cargos de liderança.

Neste contexto, o escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira de Mello destaca-se ao promover a representatividade e a valorização das mulheres em seu ambiente de trabalho. Com 66% de seu quadro de colaboradores formado por mulheres, a firma demonstra um forte compromisso com a diversidade de gênero. Além disso, 31% dessas profissionais ocupam cargos de liderança ou são sócias, evidenciando a inclusão feminina em posições estratégicas.

Quatro advogadas do escritório foram elogiadas entre as mais admiradas do Brasil pela publicação Análise Advocacia Mulher 2024: Ana Paula Affonso Brito Woldaynsky, Clarissa Jaegger, Diana Vieira de Mello e Marianna Furtado de Mendonça. "Estamos em um momento histórico na advocacia, onde mais mulheres estão se unindo para enfrentar desafios e conquistar espaço. É um privilégio fazer parte dessa transformação", declara Diana.

O compromisso do escritório com a equidade vai além da representatividade numérica. Iniciativas estruturadas, como o programa de estágio Montaury 360°, buscam ampliar o acesso de pessoas negras e de grupos sub-representados ao mercado jurídico. A advogada Joana de Mattos Siqueira, que lidera o comitê de diversidade e inclusão do escritório e participa como mentora do projeto Incluir Direito do CESA, reforça a importância dessas ações. "A diversidade não deve ser apenas um discurso, mas uma prática concreta. Nosso objetivo é criar oportunidades reais para que talentos de diferentes origens tenham acesso ao mercado e consigam desenvolver suas carreiras em um ambiente mais justo e igualitário", destaca.

"Promover um ambiente de equilíbrio, respeito e valorização sem distinção é essencial para que todos possam contribuir com suas habilidades e serem valorizados de maneira justa", afirma Ana Paula. O escritório também recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o SELO Equidade de Gênero do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA), reforçando seu compromisso com a equidade.

Embora a inclusão feminina na advocacia tenha avançado, a luta contra as desigualdades deve continuar. Iniciativas como as do Montaury Pimenta, Machado & Vieira de Mello são fundamentais para promover um ambiente mais justo e equitativo. "O compromisso com a equidade de gênero não apenas fortalece nossa cultura organizacional, mas também contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária", conclui Marianna.



8 dicas para aumentar o protagonismo feminino no mercado financeiro

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Bruna Centeno, economista, sócia e advisor na Blue3 Investimentos, detalha oito dicas para mulheres que querem investir:

 

A participação feminina no mercado de investimentos tem crescido de forma significativa nos últimos anos, impulsionada pela busca por independência financeira e pela maior presença da mulher em tomadas de decisão no lar e no trabalho. No entanto, elas ainda representam apenas 26,26% dos investidores na B3, a Bolsa de Valores brasileira, segundo dados recentes.

Apesar do baixo percentual, o número de mulheres investidoras cresceu 7% no último ano, demonstrando um interesse crescente pelo mercado financeiro. A busca por conhecimento e a cautela são características marcantes do perfil feminino, que tende a optar por investimentos mais conservadores, como renda fixa e fundos de previdência.

“Isso acabou impulsionando uma presença feminina maior na tomada de decisões, inclusive nos investimentos. E a própria busca por crescimento, formação, experiência. Então, toda essa independência que a mulher conquistou ao longo desses últimos anos acabou se refletindo em todas as áreas, e o investimento financeiro é um exemplo, destaca Bruna Centeno, economista, sócia e advisor na Blue3 Investimentos. A especialista sinaliza oito dicas para mulheres que querem investir:

 

1. Inicie pela Educação Financeira

A educação financeira é a base para construirmos uma vida mais segura e tranquila. Entender como lidar com o dinheiro é essencial para todas as pessoas, especialmente para quem tem dificuldade em poupar parte do salário para investir. O conhecimento financeiro permite que você faça escolhas mais inteligentes e personalizadas, evitando cair em armadilhas e modismos na internet que podem prejudicar seu patrimônio. Portanto, comece buscando fontes confiáveis de aprendizado, como livros renomados, cursos especializados e a orientação de profissionais capacitados. 

 

2. Defina seus Objetivos Financeiros

É preciso definir os objetivos financeiros e planejar todas as etapas. Sem um objetivo claro, fica difícil construir uma estratégia eficiente de investimentos. Reflita sobre o que você deseja alcançar: comprar um imóvel, garantir uma aposentadoria confortável ou simplesmente aumentar sua renda mensal. Estabeleça metas de curto, médio e longo prazo e escolha os ativos que mais combinam com cada uma dessas fases. Um assessor de investimentos vai avaliar seu perfil e seus objetivos e recomendar uma estratégia personalizada e em conjunto com você. A clareza dos objetivos ajuda a manter o foco e a disciplina nos aportes.

 

3. Reconheça seu perfil e opte por decisões personalizadas

Conheça seu perfil de investidora e respeite seus limites. Cada pessoa tem um nível diferente de tolerância ao risco. Mulheres, de forma geral, tendem a ser mais cautelosas, mas é importante conhecer o seu perfil para tomar decisões acertadas. Converse com um assessor de investimentos para identificar se você é conservadora, moderada ou arrojada. Isso ajudará a direcionar seus recursos para opções que estejam alinhadas com seu conforto e objetivos.

 

4. Tenha uma Reserva de Emergência

Antes de pensar em investir, é fundamental ter uma reserva de emergência que cubra imprevistos e situações inesperadas. Esse fundo deve ser suficiente para manter suas despesas fixas por, pelo menos, seis a doze meses, garantindo que você não precise recorrer a empréstimos ou se desfazer de investimentos em momentos inoportunos. Prefira aplicar esse valor em ativos seguros e de alta liquidez, como o Tesouro Selic ou CDBs, LCA e LCI de liquidez diária e fundos pós-fixados de resgate imediato. São todas essas opções quando o cliente precisa montar reserva de emergência e deixar recurso em liquidez. Isso garante que o dinheiro estará disponível sempre que precisar, sem perdas financeiras.

 

5. Diversifique seus Investimentos e reduza riscos

Colocar todo o seu dinheiro em uma única aplicação pode ser muito arriscado. A diversificação é uma estratégia inteligente para proteger seu patrimônio contra oscilações do mercado. Combine investimentos conservadores, como renda fixa, com opções mais arrojadas, como ações e fundos imobiliários, sempre respeitando seu perfil de investidora. Assim, você reduz riscos e otimiza seus retornos ao longo do tempo.

 

6. Cautela e segurança 

Dê prioridade à segurança no início e avance conforme sua confiança e conhecimento adquirido. Começar pelos investimentos mais conservadores pode ser uma forma de ganhar confiança no mercado financeiro. Opte por produtos como Tesouro Direto e CDBs garantidos pelo FGC, que têm risco baixo e boa rentabilidade. À medida que se sentir mais segura, você pode diversificar sua carteira com ativos de renda variável, como ações e fundos imobiliários, aproveitando o potencial de ganhos maiores no longo prazo.

 

7. Tenha um plano de aporte recorrente

Crie um plano de aporte recorrente e automatize seus investimentos. Um dos maiores desafios é manter a constância nos aportes. Para isso, estabeleça um valor mensal que caiba no seu orçamento e programe transferências automáticas para seus investimentos. Mesmo que o valor seja pequeno, o importante é criar o hábito e garantir que os recursos estejam sempre aplicados, aumentando seu patrimônio gradualmente.


8. Monitore e reavalie seus investimentos

Monitore seus investimentos e faça ajustes quando necessário. O cenário econômico pode mudar, assim como seus objetivos pessoais. Por isso, acompanhe regularmente o desempenho da sua carteira e esteja pronta para realizar ajustes, se necessário. Faça uma revisão pelo menos uma vez por semestre para garantir que seus investimentos continuem adequados às suas necessidades e expectativas.


3 dicas para quem quer trabalhar no exterior em 2025

Universidade do Intercâmbio indica como conquistar um emprego internacional
 

Conquistar uma oportunidade de trabalho no exterior vai muito além de buscar vagas aleatórias e enviar currículos. É fundamental conhecer os programas disponíveis e adotar as estratégias adequadas para cada processo seletivo. Exemplos disso são estágios remunerados, Summer Jobs e intercâmbios profissionais, que oferecem bolsas integrais e/ou remuneração, além de abrirem portas em grandes empresas e universidades. 

Países como EUA, Inglaterra, Canadá, Portugal e Alemanha são os principais destinos em busca de trabalhadores estrangeiros para integrar suas equipes, sendo que as áreas mais demandadas são em Hotelaria, Tecnologia da Informação, Saúde e Engenharia Civil. Pensando nisso, a Universidade do Intercâmbio, consultoria de preparação para oportunidades internacionais que cria uma trilha de aprendizagem personalizada por meio da Plataforma Preparatória M60, sua Inteligência Artificial (IA) própria, elencou as principais dicas para conquistar um emprego fora do país. Confira:
 

1- Programas de entrada

Bolsas para intercâmbios de idiomas ou estágios iniciais são boas oportunidades para quem possui pouca experiência e deseja internacionalizar o currículo e abrir portas em outros países. Estas podem ser mais acessíveis do que imaginamos, já que existem mais de 120 mil vagas com bolsas de estudos para 2025 de oportunidades de estudos disponíveis em universidades ao redor do mundo em inúmeras áreas como Direito, Ciências Sociais e Humanas, Saúde e Tecnologia.  

Universidades nos Estados Unidos, Canadá, Europa, Ásia e Oceania oferecem cursos de graduação, mestrado, doutorado, intercâmbios de idiomas e até estágios e pesquisas científicas com 100% de cobertura.

 

2- Intercâmbio avançado

Projetos em instituições renomadas, como Harvard e NASA, voltados para profissionais com formação ou experiência acadêmica também podem ser uma opção para estudar e trabalhar fora. A Harvard Business School oferece uma série de opções para indivíduos e organizações em diversas áreas de conhecimento.Também é possível conquistar oportunidades nessas mesmas instituições em programas acadêmicos, em que o aluno desenvolve uma pesquisa com possibilidade de publicação e com bolsa 100%. Para os MBA e PhD as bolsas de estudos podem chegar a 90 mil dólares por ano, caso seja comprovada a impossibilidade financeira de arcar com o custo. 

Há ainda os programas executivos, cujo processo de admissão é mais simplificado que os de MBA e PdH. Nesse caso, é necessário comprovar proficiência em inglês e apresentar uma carta de recomendação.

 

3- Estude e se forme no país

Se a sua intenção é trabalhar no exterior, a melhor maneira é estudar e se formar no país. Há mais de 920 mil vagas de bolsas de estudos integrais disponíveis pelo mundo, possibilitando acesso a uma formação de alto nível, sem grandes custos. Estados Unidos, Canadá, Europa possuem universidades que oferecem cursos de graduação, mestrado, doutorado, intercâmbios de idiomas e até estágios e pesquisas científicas com 100% de cobertura.

 

4- Aplicação em sites de empresas

Empregos em gigantes do mercado como Google e IBM oferecem altos salários e benefícios como suporte à família e assistência em visto. Assim como no Brasil, vagas nesse formato não são tão fáceis de encontrar e, por isso, é importante manter um currículo atrativo e saber onde procurar por essas oportunidades. Para isso, confira abaixo uma lista de sites onde você pode cadastrar seu currículo:

  1. Gumtree (Reino Unido, Austrália)
  2. Indeed (Irlanda, Austrália)
  3. Neuvoo (Irlanda)
  4. Irish Jobs (Irlanda)
  5. Recruit Ireland (Irlanda)
  6. Seek (Austrália, Nova Zelândia)
  7. Career One (Austrália)
  8. Apply Direct (Austrália)
  9. LinkedIn

Vale ressaltar que para trabalhar legalmente no exterior é exigido visto ou permissão de trabalho válido, formalizando a contratação e garantindo tanto a residência quanto os mesmos direitos dos cidadãos nativos.

 

 Universidade do Intercâmbio


Caneta inovadora detecta drogas em bebidas e combate golpe 'Boa Noite, Cinderela'


Estudantes do Ceará criam tecnologia acessível para identificar substâncias dopantes em bebidas adulteradas, aumentando a segurança em ambientes sociais.

 

Um simples risco no papel pode salvar vidas. Pensando na segurança das mulheres e na prevenção do golpe "Boa Noite, Cinderela", cinco estudantes da Escola Estadual de Educação Profissional (E.E.E.P.) José Maria Falcão, de Pacajus (CE), desenvolveram a Drug Test Pen, uma caneta inovadora capaz de identificar benzodiazepínicos em bebidas adulteradas. O dispositivo, baseado em reações químicas específicas, é uma alternativa acessível aos testes laboratoriais e soluções disponíveis no exterior, que chegam a custar R$ 300, enquanto a caneta desenvolvida pelas alunas pode ser produzida por apenas R$ 10.

O mecanismo de detecção foi desenvolvido por meio de uma série de testes laboratoriais, nos quais diversos reagentes foram analisados até se chegar a uma formulação eficaz e segura. A tecnologia empregada se baseia em reações colorimétricas, um método amplamente reconhecido na química analítica por sua precisão e praticidade. Para utilizar a caneta, basta traçar uma linha em um papel filtro ou guardanapo e pingar algumas gotas da bebida suspeita. Se aparecerem pontos pretos, há substâncias dopantes na mistura. O teste fornece um resultado rápido, em cerca de 10 segundos, e a caneta pode ser usada diversas vezes sem necessidade de reposição imediata.

O projeto foi criado por Ana Clara Torres do Vale, Ana Letícia Sousa de Oliveira, Bianca Emanuelle da Silva Lino, Maria de Fátima Rodrigues Xavier Soares e Mariana Severiano Menezes, com o objetivo de oferecer uma solução prática e acessível para um problema recorrente. A inspiração veio do aumento de casos de violência contra mulheres associados a drogas adulteradas em festas e bares. “Nossa intenção é que essa caneta possa ser usada facilmente em qualquer ambiente, ajudando a prevenir crimes e aumentar a sensação de segurança”, afirmam as estudantes.

Drug Test Pen identifica substâncias dopantes em bebidas.

A inovação da Drug Test Pen rendeu às alunas um lugar entre os finalistas da 23ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), um dos maiores eventos científicos para jovens no Brasil. Entre os dias 25 e 28 de março, na Universidade de São Paulo (USP), a feira reunirá 300 projetos finalistas de 671 estudantes do ensino básico e técnico. Os participantes concorrem a prêmios como bolsas de estudo, troféus e a oportunidade de representar o Brasil na Regeneron ISEF 2025, maior feira internacional do gênero, nos Estados Unidos. 

Além do reconhecimento acadêmico, o projeto tem grande potencial para ser levado ao mercado. Com uma solução eficaz e de baixo custo, a Drug Test Pen pode se tornar um produto amplamente utilizado para aumentar a segurança de mulheres em ambientes sociais. "Seria incrível se alguma empresa enxergasse essa oportunidade e ajudasse a tornar a caneta acessível para todos", ressaltam as alunas.

 


Feira Brasileira de Ciências e Engenharia - FEBRACE


Qual é o custo de vida para morar no Canadá?

Especialista em imigração, Daniel Braun, detalha os custos do valor de aluguel, alimentação e transporte

 

Viver no Canadá como em qualquer outro país tem um custo, mas o investimento pode proporcionar mais qualidade de vida, segurança e oportunidades que, muitas vezes, o Brasil não oferece. “Muita gente me pergunta quanto é o valor do aluguel, transporte e alimentação em comparação com o Brasil e esses valores podem surpreender. A primeira coisa é parar de converter o dólar canadense quando for pensar em uma nova vida no país”, destaca ressalta Daniel Braun, especialista e agente de imigração e fundador da Meegra, plataforma que descomplica a imigração para o Canadá. 

 

Confira abaixo os principais gastos:

  • O salário médio anual no país é de CAD 66.790,36 ou CAD 5.565,86;
  • O custo médio do aluguel para um apartamento de um quarto em áreas urbanas varia de CAD 1200 a CAD 2500 por mês, dependendo da localização e das comodidades oferecidas;
  • Para alimentação, o gasto médio mensal para uma pessoa pode variar de CAD 200 a CAD 400, dependendo do estilo de vida e das escolhas alimentares;
  • O custo de um passe mensal de transporte público varia de CAD 90 a CAD 150, dependendo da cidade;
  • As mensalidades universitárias variam de CAD 7000 a CAD 25000 por ano, dependendo da instituição e do programa;
  • Para um solteiro, o custo de vida médio no Canadá pode variar de CAD 2000 a CAD 3500 por mês, dependendo do estilo de vida e da localização. Já para um casal pode variar de CAD 3000 a CAD 5500.

Para mais informações sobre o Canadá, acesse o Instagram do especialista em imigração Daniel Braun: https://www.instagram.com/danielmbraun.

Meegra


Aplicativo Bicicletário Digital da ViaMobilidade chega às linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda

 

Bicicletário Digital da ViaQuatro e ViaMobilidade 
Com o app, os clientes podem deixar bicicleta estacionada com mais comodidade e segurança 

 

A partir da próxima segunda-feira (17), o aplicativo Bicicletário Digital estará disponível para os clientes das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda da ViaMobilidade. O app, que já funciona em estações das linhas 4-Amarela, da ViaQuatro, e 5-Lilás, da ViaMobilidade, auxilia na consulta e reserva de vagas disponíveis no estacionamento de bicicletas nas estações e suas proximidades. Por meio da solução, o ciclista pode deixar sua bike em segurança, com mais agilidade e conforto.  

A utilização do Bicicletário Digital é bem simples. Basta o cliente acessar, por meio de um QR Code, um link para baixar o aplicativo disponível na Apple Store (para iOS) ou Play Store (para Android). Após a instalação, é necessário realizar um pré-cadastro, preenchendo um formulário com os dados pessoais. Feito isso, o passageiro deve dirigir-se com sua bicicleta até a Sala de Supervisão Operacional (SSO) da estação, apresentar um documento com foto e retirar um lacre que dá permissão para transitar nos bicicletários das estações tanto da ViaQuatro, quanto das concessionárias ViaMobilidade. Vale frisar que, para garantir mais segurança, o ciclista precisa ter sua própria corrente e cadeado e o tempo máximo de permanência para reserva no espaço é de quatro dias. Se o período for ultrapassado, as concessionárias retiram a bicicleta, guardam por até 60 dias e o proprietário deverá agendar a retirada pelo canal da Central de Atendimento no número 0800 770 7100.  

“A bicicleta é um meio de transporte sustentável, que complementa o transporte público e ainda promove saúde e bem-estar, impactando na qualidade de vida da população. Por isso, modernizar o acesso aos bicicletários das nossas estações vem ao encontro do nosso objetivo de aprimorar continuamente nossos serviços aos clientes, com uma mobilidade integrada e inteligente”, afirma Andre Costa, diretor da ViaMobilidade – Linhas 8 e 9.  

Na Linha 8-Diamante, os bicicletários estão localizados nas estações Jandira, Jardim Silveira, Jardim Belval, Itapevi e Engenheiro Cardoso. Já na Linha 9-Esmeralda, há local para deixar a bike nas estações Osasco, Ceasa, Villa Lobos-Jaguaré, Cidade Universitária, Vila Olímpia (onde há também quatro vagas com carregamento para bicicleta elétrica), Autódromo, Jurubatuba, Primavera-Interlagos, Grajaú, Bruno Covas/Mendes-Vila Natal e João Dias. Todos os bicicletários das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda podem ser utilizados diariamente, das 4h à 0h.  

Durante 30 dias, a partir de segunda-feira, a operação do Bicicletário Digital será assistida por agentes de atendimento e segurança (AASs) para esclarecimento de possíveis dúvidas e orientações gerais aos clientes.

 

Linhas 4-Amarela e 5-Lilás têm mais de 2.800 clientes cadastrados  

Desde julho de 2024, quando ocorreu a implantação do Bicicletário Digital nas linhas 4-Amarela e 5-Lilás, 2.882 clientes já se cadastraram. Entre as estações com maior número de ciclistas que utilizam o serviço estão Butantã, Fradique Coutinho, Eucaliptos e Moema, que têm, juntas, cerca de 12 mil acessos mensais. Quando se fala em dias da semana, de acordo com um balanço realizado no fim de 2024, quintas e sextas-feiras são os dias em que os clientes mais usam o sistema.  

No total, as linhas 4, 5, 8 e 9 possuem mais de 4.000 vagas distribuídas nos 30 bicicletários das estações. O Bicicletário Digital funciona todos os dias das 4h à meia-noite. As concessionárias orientam que os ciclistas ocupem os últimos vagões dos trens, que têm mais espaço. É recomendável também que fiquem afastados das portas, a fim de evitar a obstrução de passagem na entrada ou saída dos demais passageiros.  

 

Confira o número de vagas disponíveis por linha e estação:  
 

Linha 4-Amarela 
Pinheiros, 117 vagas; Fradique Coutinho, 86 vagas; Butantã, 149 vagas; São Paulo-Morumbi, 80 vagas; e Vila Sônia-Professora Elisabeth Tenreiro, 92 vagas.
 

Linha 5-Lilás 

Alto da Boa Vista, 100 vagas; Borba Gato, 84 vagas; Brooklin, 30 vagas; Campo Belo, 144 vagas; Eucaliptos, 92 vagas; Moema, 68 vagas; AACD-Servidor, 36 vagas; Hospital São Paulo,30 vagas; e Santa Cruz, 80 vagas.

 
Linha 8-Diamante 
Jandira, 48 vagas; Jardim Silveira, 279 vagas; Jardim Belval, 120 vagas; Itapevi,480 vagas; e Engenheiro Cardoso, 160 vagas.

 
Linha 9-Esmeralda 
Osasco, 166 vagas; Ceasa, 144 vagas; Villa Lobos-Jaguaré, 233 vagas; Cidade Universitária, 60 vagas; Vila Olímpia, 94 vagas; Autódromo, 261 vagas; Jurubatuba, 262 vagas; Primavera-Interlagos, 226 vagas; Grajaú, 178 vagas; Bruno Covas/Mendes-Vila Natal, 100 vagas; e João Dias, 48 vagas.


Precificação: como definir o valor de um produto?

Fabio Louzada, economista, planejador financeiro, sócio e CEO da Eu me banco Educação, fornece dicas de como definir preços de forma adequada e, consequentemente, alavancar as vendas!

 

Um dos maiores desafios enfrentados por empreendedores, independentemente do setor em que atuam, é a definição do preço de seus produtos ou serviços. Nessa jornada, muitos cometem um erro comum: baseiam-se exclusivamente no valor praticado pela concorrência. Essa abordagem, apesar de parecer lógica à primeira vista, pode levar a um posicionamento inadequado no mercado e a prejuízos financeiros. 

O raciocínio usual é simples: se um concorrente vende um produto por determinado valor, cobrar um pouco menos pode parecer uma estratégia inteligente para conquistar mercado. No entanto, essa visão ignora um aspecto fundamental da precificação: o valor percebido pelo cliente. Definir o preço de um produto não pode ser apenas uma questão de custos e margem de lucro, mas sim de compreensão do impacto que ele gera na vida do consumidor. 

A Apple, por exemplo, é um caso emblemático. O iPhone, seu carro-chefe, é frequentemente vendido por valores significativamente mais altos do que dispositivos de marcas concorrentes que oferecem especificações técnicas similares ou até melhores. No entanto, o consumidor da Apple não está apenas adquirindo um smartphone. Ele está comprando status, design sofisticado, um ecossistema integrado e uma experiência diferenciada. O preço elevado reforça o posicionamento da marca e solidifica sua percepção premium. 

Esse conceito pode ser aplicado a qualquer segmento. Quando um profissional decide investir em um MBA, por exemplo, o que ele espera não é apenas um diploma, mas um amadurecimento profissional de fato que o leve a outros patamares na carreira, inclusive. Se um programa educacional é precificado em R$ 60.000, mas proporciona conhecimento de alto nível e oportunidades que resultam em um aumento salarial ou uma promoção, a percepção de valor faz com que o investimento se justifique. Por outro lado, um MBA de R$ 7.000, sem diferencial competitivo, pode parecer mais acessível, mas não oferecerá o mesmo retorno para o aluno. 

Esse mesmo princípio se aplica a produtos e serviços de diversas naturezas. Um dentista que cobra R$ 20.000 para um procedimento pode parecer caro à primeira vista, mas se o tratamento resulta em mais confiança, melhora a autoestima e impacta positivamente a vida social e profissional do paciente, então o preço se torna um investimento em qualidade de vida. A percepção do valor entregue é, portanto, mais relevante do que a simples comparação de preços. 

Na minha opinião, o maior equívoco ao definir o preço de um produto é não considerar o retorno sobre o investimento (ROI) que ele oferece ao cliente. Esse conceito é essencial para que empresas e empreendedores consigam posicionar corretamente suas ofertas no mercado. Ao focar apenas em ser mais barato que a concorrência, um negócio pode acabar atraindo um público que não enxerga o verdadeiro valor do que está sendo vendido, comprometendo margens de lucro e desvalorizando a própria marca. 

Em tempos de economia instável e alta concorrência, entender que preço é um posicionamento é mais importante do que nunca. Os consumidores estão dispostos a pagar mais quando enxergam diferenças tangíveis e intangíveis no que estão adquirindo. Empresas que conseguem comunicar claramente o valor agregado de seus produtos ou serviços conquistam a lealdade do público e criam um diferencial competitivo difícil de ser replicado.

Portanto, antes de definir o preço de um produto ou serviço, o empreendedor deve se perguntar: quais são os benefícios reais que ele oferece? Qual a percepção de valor que ele gera? O preço reflete adequadamente esse valor? Somente ao responder essas perguntas de forma estratégica e bem fundamentada, é possível estabelecer um preço que não apenas garanta a rentabilidade do negócio, mas também fortaleça sua marca no mercado.
 

 

Fabio Louzada - economista, planejador financeiro CFP®️ e fundador da Eu me banco, que capacita e forma profissionais para atuação na área de investimentos. Possui graduação em Gestão Financeira pela FGV, pós-graduação em Finanças, Investimentos e Banking e em Liderança, Inovação e Gestão pela PUC-RS. Foi membro da Comissão de Educação da Planejar - Associação Brasileira de Planejadores Financeiros e Industry Mentor do CFA Society. Louzada tornou-se o profissional com o maior número de certificações nacionais em investimentos com menos de 30 anos. Entre outros selos, é planejador financeiro CFP®️ e gestor de investimentos CGA. Além disso, no cenário internacional, é Candidato CFA Level II. Durante 11 anos, foi assessor de investimentos nas principais instituições do país na área de alta renda, com passagens pelo Bradesco Prime, Santander Select, Citigold e Itaú Personnalité. Em janeiro de 2022, lançou no Brasil e em Portugal o livro "Manual do investidor leigo - Conheça as regras do jogo pelo olhar de um especialista", publicado pela Lisbon Press.



Operator da OpenAI: O Fim do Trabalho Como Conhecemos?

Nova tecnologia de inteligência artificial da OpenAI pode substituir funções inteiras no mercado de trabalho e redefinir a maneira como empresas operam.


A inteligência artificial acaba de dar um salto significativo com o lançamento do Operator, um agente autônomo da OpenAI que vai além da simples resposta a perguntas. Ele pode tomar decisões, executar tarefas e operar de forma independente, sem necessidade de supervisão humana constante. Essa inovação promete transformar diversas áreas profissionais, reduzindo a demanda por cargos administrativos, suporte ao cliente e gestão operacional.

No canal IA na Vida Real, Wilson Silva analisa os impactos dessa nova tecnologia, explicando o que o Operator pode fazer, quais profissões estão em risco e como profissionais e empresas podem se preparar para essa revolução.

O que é o Operator e como ele muda o mercado de trabalho

Diferente dos assistentes de IA tradicionais, o Operator atua de maneira proativa e autônoma. Ele é capaz de:

  • Automatizar fluxos de trabalho completos, como responder e-mails, organizar tarefas e criar documentos.
  • Interagir com diferentes softwares, incluindo Slack, Notion, Zapier e ERPs, otimizando processos empresariais.
  • Tomar decisões estratégicas, analisando dados e implementando ações sem necessidade de um operador humano.

Essa capacidade coloca diversas funções em risco de extinção, pois muitas empresas poderão reduzir significativamente a necessidade de cargos administrativos e operacionais.

Profissões ameaçadas pela IA

Com a adoção do Operator, algumas funções podem ser eliminadas ou sofrer grandes transformações. Entre as mais impactadas estão:

  • Atendentes de suporte e call centers, já que a IA pode interpretar emoções e resolver problemas autonomamente.
  • Assistentes administrativos, pois a automação de reuniões, e-mails e documentos reduz a necessidade desse profissional.
  • Analistas de dados júnior, uma vez que a IA pode processar informações com mais velocidade e precisão.
  • Gerentes operacionais, já que a coordenação de equipes e a delegação de tarefas podem ser feitas por inteligência artificial.

As mudanças acontecerão rapidamente, e empresas que investirem nessas tecnologias poderão reduzir custos e aumentar a eficiência operacional.

Como se preparar para essa transformação

Apesar dos desafios, a IA também cria novas oportunidades para aqueles que souberem se adaptar. Profissões que devem crescer incluem:

  • Especialistas em IA e automação, responsáveis por configurar e supervisionar essas tecnologias.
  • Criadores de estratégias e inovação, que definirão a visão e as direções de negócios impulsionadas pela IA.
  • Supervisores de IA, profissionais encarregados de monitorar e ajustar o desempenho desses sistemas.

"A IA não deve ser vista apenas como uma ameaça, mas sim como uma ferramenta estratégica. Quem aprender a usá-la terá um diferencial competitivo no mercado", explica Wilson Silva.

Quando o Operator estará disponível no Brasil?

Atualmente, o Operator só está acessível para usuários do plano ChatGPT Pro nos Estados Unidos, com um custo mensal de 200 dólares. A OpenAI já anunciou a intenção de expandir a disponibilidade para outros países, mas ainda não há uma data confirmada para o Brasil.

Enquanto isso, profissionais e empresas devem começar a se capacitar para essa nova realidade.

Treinamentos e mentoria para adaptação ao futuro da IA

Para auxiliar empresas e profissionais na transição para um mercado mais automatizado, Wilson Silva oferece:

  • Workshops e treinamentos corporativos, focados no uso estratégico da IA para otimização de processos e aumento da eficiência operacional.
  • Mentorias individuais e empresariais, ajudando executivos e empreendedores a integrar inteligência artificial em suas atividades diárias.
  • Projetos personalizados, desenvolvendo soluções sob medida para automação e inovação.

"As empresas que dominarem a IA terão uma vantagem competitiva enorme. Quem não se adaptar, ficará para trás", destaca Wilson.

Assista ao vídeo completo no YouTube

No canal IA na Vida Real, Wilson Silva explica em detalhes como o Operator pode impactar o mercado de trabalho e como se preparar para essa revolução.

O futuro da IA já começou. Quem estiver preparado terá as melhores oportunidades nessa nova era.

 

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