Pesquisar no Blog

sexta-feira, 14 de março de 2025

Avenida Paulista terá aula de Spinning no Heliponto do Prédio do Top Center Shopping

Divulgação

Com experiência única, o shopping receberá aulas de spinning nas alturas, combinando bem-estar e uma vista exclusiva da Avenida Paulista


Prontos para uma experiência diferente? Nos dias 22 e 23 de março, o heliponto do Top Center Shopping promove o Spinning nas Alturas, dois dias de aulas especiais de spinning, proporcionando uma experiência que une exercício, música e uma vista privilegiada da cidade, em uma ação realizada em parceria com a bwell – marca própria do grupo RD Saúde – e com o apoio da Spin’n Soul. 

As aulas acontecerão em diferentes horários ao longo do dia. Pela manhã, as turmas serão às 7h30, 8h30, 10h30 e 11h30. No período da tarde, haverá sessões às 16h, 17h e 18h. Durante o evento, os participantes terão acesso a camisetas exclusivas desenvolvidas especialmente pela bwell, além de bikes de última geração. A experiência também promove uma atmosfera sensorial diferenciada, aproveitando o cenário da Avenida Paulista do amanhecer ao pôr do sol. 

Além disso, as aulas serão conduzidas por instrutores especializados, ao som de playlists energizantes que acompanham o ritmo da atividade, e contará com tecnologia de áudio imersiva, que disponibilizará fones esportivos para uma conexão total com a música durante os treinos. 

Para conferir os valores e garantir um lugar, é necessário acessar o site www.spinnsoul.com.br ou o aplicativo Spin n’ Soul, escolher a unidade Itaim e a modalidade Spin Open Air nos dias 22 e 23 de março. Caso a opção não esteja visível no celular, é preciso clicar em "Ver Grade Completa". Em seguida, o participante deve adquirir o pacote Open Air, que garante a reserva no evento e mais uma aula gratuita para ser utilizada nas unidades Spin n’ Soul Itaim ou Vila Nova. Após essa etapa, basta reservar a bike para confirmar a participação. Alunos Spin n’ Soul também podem utilizar cinco créditos já existentes na conta para fazer a reserva ou optar por adquirir um novo pacote Open Air.

Divulgação

“Spin Open Air é uma das experiências que reflete nosso propósito no mercado de fitness e bem-estar. Criamos um cardio santuário, proporcionando verdadeira meditação em movimento.”, afirma Daniel Nasser, sócio fundador da Spin n’ Soul. 

Clientes do Top Center Shopping poderão resgatar um voucher exclusivo de 20% de desconto para participar, sujeito à disponibilidade, já que os cupons são limitados. 

“A Avenida Paulista é um dos cartões-postais mais vibrantes de São Paulo, e eventos como o Spinning nas Alturas permitem que o público aproveite esse cenário de uma forma especial”, afirma Isabela Pavan, Coordenadora de Marketing do Top Center Shopping. “Queremos proporcionar momentos de conexão, energia e bem-estar em um espaço único da cidade.” 

“Ter a bwell presente em uma ação como esta reforça nossa proximidade no dia a dia das pessoas”, diz Lah Nascimento, gerente de comunicação e branding de marcas próprias da RD Saúde. “A bwell não é apenas uma marca de suplementação de saúde integral, é também um estilo de vida que une bem-estar, equilíbrio e cuidado com a saúde – aspectos muito presentes nesta experiência que acontece em um lugar icônico”. 

Com o patrocínio da bwell e o apoio da Spin’n Soul, referência em indoor spinning, a proposta é oferecer uma vivência dinâmica e envolvente, aproveitando um dos cenários mais icônicos de São Paulo: a Avenida Paulista vista do alto. 

Para mais informações, basta acessar o site do shopping ou acompanhar as redes sociais do empreendimento.
 

Serviço:

Spinning nas Alturas

Datas: 22 e 23 de março

Horários: 7h30, 8h30, 10h30, 11h30, 16h, 17h e 18h.

Local: Heliponto do Top Center Shopping

Endereço: Av. Paulista, 854 - Bela Vista, São Paulo - SP.

Inscrições: Pelo site www.spinnsoul.com.br ou pelo aplicativo


Feriado de 21 de abril faz Paixão de Cristo de Nova Jerusalém realizar mais um dia de espetáculo

Fred Jordão 
Espetáculo apresenta cenários monumentais e um rico figurino

Último dia da temporada será no Domingo de Páscoa, o que que deverá incentivar o público a comparecer ao espetáculo, considerando que a segunda-feira não será um dia útil.


Este ano, o último dia de espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém será no Domingo de Páscoa. Até o ano passado, as encenações terminavam no Sábado de Aleluia. Com isso, a temporada passa de oito para nove dias de apresentações, começando no dia 12 de abril e terminando no dia 20.

A Sociedade Teatral de Fazenda Nova (STFN), entidade responsável pela organização do evento, decidiu ampliar os dias de apresentação para aproveitar o feriado nacional na segunda-feira, dia 21, que deverá incentivar parte do público a comparecer ao espetáculo no domingo, considerando que o dia seguinte não será um dia útil. 

“Estamos oferecendo uma alternativa a mais para o público em geral e, principalmente, para as pessoas que vem de localidades mais distantes”, afirma Robinson Pacheco, presidente da STFN. Segundo ele, o espetáculo atrai todos os anos visitantes de vários estados do Brasil e de outros países o que tem beneficiado o setor turístico pernambucano. 

“Os turistas adquirem pacotes nas agências de viagens de todo o Brasil que incluem hospedagem no Recife, em Gravatá, em Caruaru ou na praia de Porto de Galinhas/PE e traslado para assistir ao espetáculo. Com a apresentação na véspera do feriado, esse público terá mais tempo para desfrutar na viagem”, afirma Robinson. O último ano em que o espetáculo teve apresentações no Domingo de Páscoa, foi em 1998. 

O preço do ingresso no Domingo de Páscoa é de R$ 200,00, enquanto na Sexta-feira Santa (18) e nos sábados (dias 12 e 19) é R$ 220,00. No primeiro domingo, dia 13, a entrada sai por R$ 180,00. Os descontos maiores podem ser encontrados segunda, terça, quarta e quinta-feira quanto o valor cai para R$160,00. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.novajerusalem.com.br em até 12 parcelas no cartão.

Na temporada 2025, o espetáculo contará com um elenco estelar. O papel de Jesus será interpretado por José Loreto, enquanto Letícia Sabatella dará vida a Maria. Leopoldo Pacheco assumirá o papel de Pilatos e Werner Schünemann interpretará o Rei Herodes ao lado de Luana Cavalcante como a Rainha Herodíades.
 

Realizado no município do Brejo da Madre de Deus, a 180 km do Recife (PE), o espetáculo é uma experiência única que atrai milhares de visitantes de todas as idades. Encenada no que é reconhecido como o maior teatro ao ar livre do mundo, a peça proporciona uma imersão profunda nos últimos momentos da vida de Jesus, combinando arte, cultura, e fé em uma apresentação única e emocionante. 

A grandiosidade dos cenários é um dos destaques do evento. A cidade teatro é cercada por muralhas de pedra de três metros de altura, com 70 torres de sete metros distribuídas ao longo de seu perímetro. Em seu interior, nove palcos platéia reproduzem ambientes como arruados, lagos, jardins, pátios, palácios e o imponente Templo de Jerusalém, proporcionando uma ambientação realista e envolvente para o público, uma verdadeira viagem no tempo.

 

Comemore o ‘’Dia Branco’’, Dia dos Namorados coreano, com o Rakuten Viki!

O Dia Branco (White Day), que é a celebração coreana equivalente ao nosso Dia dos Namorados, é hoje, dia 14 de março! E se você vai passar relaxando, fazendo o que mais ama, ou se está comemorando com seu amor, o Rakuten Viki - uma das maiores plataformas de streaming de conteúdo asiático do mundo - trouxe uma lista de títulos incríveis para manter você flutuando e seu coração cheio de amor por ainda mais tempo!

 ’'Meu Secretário Perfeito'', disponível no Rakuten Viki

Mesmo no final de semana, você ainda pode aproveitar vários dramas, sejam eles romances, comédias ou até mesmo reality shows, sempre há algo novo para você descobrir e se viciar. O Viki também tem títulos de vários países, como China, Coreia e Japão, e muito mais, para conhecer e começar muitas maratonas. 

Aqui você encontra a coleção mais romântica de todas, Seja Meu, e abaixo alguns dos favoritos: 

Você também pode adicionar um romance muito novo e atual à sua lista de observação, ‘’Esquie no amor’’, que estreia no dia 18 de março, então você pode continuar sonhando acordado e se apaixonando completamente!

 

Janaína Torres Galeria apresenta Pele do Rio, da artista visual Jeane Terra

Obra: Navegar (série Cápsula de Memória)
Créditos: Giovanna Lanna


Exposição individual inédita, investiga a finitude e processos de apagamento, interseccionando memórias pessoais da artista e reminiscências do inconsciente coletivo no território da Amazônia 

As criações, que conferem materialidade à temática do desaparecimento, apresentam diálogos entre pintura, escultura, fotografia, bordado, gravura e videoarte e incluem a técnica autoral pele de tinta, cápsulas de memória e outras proposições

Pela primeira vez em São Paulo com uma exposição solo, Jeane já expôs em diferentes países e integra as coleções do Instituto Inhotim, o Museu de Arte do Rio e o Centro Cultural Correios


 

Para abrir o calendário de exposições de 2025, a galeria Janaina Torres apresenta, de 22 de março a 26 de abril, a mostra inédita Pele do Rio, de Jeane Terra. A artista visual mineira, radicada no Rio de Janeiro, que tem obras integrantes dos acervos de instituições como o Instituto Inhotim, o Museu de Arte do Rio (MAR) e o Centro Cultural Correios (RJ), e já expôs em diferentes países, realiza essa que será sua primeira individual na capital paulista. Em abril ela estará, também, na SP-Arte. 

Na exposição Pele do Rio, as obras de Jeane dão fisicalidade à experiência da finitude, processos de apagamento e memória e têm como matéria-prima, camadas da psiquê da artista acerca do tema, entrecruzadas com o território da floresta amazônica - especialmente a reserva do Jaú e o arquipélago de Anavilhanas, no Rio Negro, onde estão as ruínas da cidade de Velho Airão. 

Jeane, tem como tema central de sua pesquisa artística a transitoriedade da vida e os ecos da memória. A partir de experiências pessoais hostis e definidoras, como a morte de sua família e a demolição da casa onde viveu, a artista se conecta e imerge em territórios que vivenciam processos de perdas coletivas. Assim, Jeane consubstancia sua própria vivência e o inconsciente coletivo, materializando em seus trabalhos estados de dor, tristeza, desamparo, abandono, resistência, esperança e transmutação. Em uma espécie de eterno retorno nietzschiano, Jeane corporifica, em suas obras, angústias inerentes aos processos de desaparecimento de cidades, de ambientes, de culturas, da biodiversidade, e, em última análise, do próprio homem. Nas obras, a materialidade traduz o efêmero e o perecível em formas e objetos palpáveis, que, paradoxalmente, reafirmam a pulsão da vida. 

Para Pele do Rio, Guilherme Wisnik, curador da exposição, selecionou 13 obras que transitam entre pintura, escultura, fotografia, bordado, gravura e videoarte. Os materiais alternam-se entre o natural e o processado: pele de tinta (mármore, aglutinante e tinta acrílica), látex, borracha escolar, vidro, água e até os restos de uma árvore servem de insumo para as criações. “Ancorada na fisicalidade da matéria, que de alguma maneira impõe uma resistência à perda da memória e ao arruinamento das coisas, Jeane Terra dá carnalidade à experiência desses lugares tão distantes de nós, aqui no Sudeste. Ao mesmo tempo, cria trabalhos que jogam com o sentido de desaparecimento inexorável, como os carimbos em borracha de ruínas cuja tinta, pouco a pouco, vai secando. E se da atmosfera onírica do filme que mostra o nascimento de uma vitória-régia emana uma potência de vida sempre renovada, a árvore moldada em látex e pesada em uma balança de açougue, como se fosse carne, metaforiza a transformação da floresta em pasto, e o seu consumo como signo de morte.” Wisnik, comenta sobre as obras escolhidas. 



 


Entre as técnicas tem destaque a autoral pele de tinta. A mistura alquímica, criada por Jeane, une pó de mármore, tinta acrílica e aglutinante resultando em um tecido que faz alusão à textura da pele humana. Para as criações com pele, elege uma fotografia de seu arquivo, que é lida por um programa de computador, desenvolvido a partir da técnica do ponto cruz, herança da avó materna da artista. O programa traça uma lógica cromática e, em seguida, Jeane recorta o material em minúsculos quadrados, que são costurados ou colados sobre a tela. A depender do ângulo observado, o aspecto final assemelha-se a uma pintura pontilhista, a uma fotografia pixelada ou, ainda, a um bastidor de bordado. Com as obras em Pele de Tinta, Jeane funde sua dor pessoal e a coletiva, reverberando a dialética contemporânea entre a trama da ancestralidade e a fragmentação humana refletida em cada pixel. 

Outro suporte criado pela artista, são as cápsulas de memória: recipientes de vidro soprado que guardam fotografias imersas em água e/ou oxigênio, em uma referência ao ciclo da vida e às memórias, onde a decomposição da matéria cria um campo fértil para novas formas de existência. Outras experimentações artísticas assumem o caráter metalinguístico, com objetos impregnados de significado, como a balança de pesar carne , o carimbo, a tinta e a pele de látex constituída a partir da árvore que foi derrubada. 

Em trabalhos pregressos, a artista já mergulhou em contextos onde a ação do homem e a natureza retroalimentam processos de destruição como, Atafona (cidade fluminense que perde, gradualmente, seu território para o mar); Rio São Francisco (na área inundada das represas de Remanso e Sobradinho), Rio Mekong, no Vietnã (e a instalação de hidrelétricas que mudam o curso do rio e da vida dos moradores). Agora, em Pele do Rio, Jeane aborda territórios específicos da Amazônia, seguindo com sua pesquisa artística acerca da finitude. As insvestigações abordam a relação das populações ribeirinhas com a seca do rio; as memórias sobre Velho Airão - cidade que teve seu auge e derrocada calcados no ciclo da borracha; do extrativismo da floresta em suas faces - consciente ou destrutiva-; o universo mítico da floresta; a biodiversidade ameaçada (e resiliente) e o emblemático Rio Negro, com suas águas escuras e histórias sagradas. 

Na exposição, Jeane olha para a realidade local da floresta como uma lente de aumento para a experiência humana na contemporaneidade e toca em encruzilhadas do nosso tempo: a emergência climática e o desenvolvimento predatório como catalisadores de processos de degradação e a iminente aniquilação das condições de vida humana no planeta. A exposição, que em última instância fala sobre a morte, também traz a face da resistência, abordando a relação dos povos ribeirinhos com o ambiente e a própria seca, além de suas cosmogonias como forma de enfrentamento e narrativas da esperança.


 

Serviço

Exposição individual Pele do Rio, de Jeane Terra

Vernissage: 22 de março, das 14 às 18h

Período de visitação: De 22 de março a 26 de abril

Dias e horários de visitação: Terça a sexta, das 10h às 18h e sábados, das 10h às 16h.

Local: Janaina Torres Galeria

Endereço: R. Vitorino Carmilo, 427 - Barra Funda, São Paulo - SP, 01153-000

Grátis

Faixa etária: livre

Possui acessibilidade para cadeirantes


CAIXA CULTURAL SÃO PAULO RECEBE EXPOSIÇÃO EM HOMENAGEM À CAROLINA MARIA DE JESUS

 Crédito: Acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo

Celebrando o legado da escritora, ‘Carolinas’ apresenta obras de 11 artistas negras contemporâneas

 

A CAIXA Cultural São Paulo abre, nesta sexta-feira (14), aniversário de nascimento de Carolina Maria de Jesus, a exposição Carolinas, em homenagem à escritora. Reunindo obras de 11 artistas negras contemporâneas, a mostra busca destacar o legado da renomada escritora nas novas gerações e reforçar o impacto de sua multifacetada produção artístico-literária para a arte e cultura brasileira. Com visitação gratuita, de terça a domingo, das 8h às 19h, a exposição segue em cartaz até 18 de maio. 

Formada por obras de múltiplas técnicas e elementos, como pinturas, esculturas, bordados, entre outros, a exposição reúne trabalhos das artistas Ana Paula Sirino, Antonia Maria, Bianca Foratori, Chris Tigra, Gugie Cavalcanti, Isa Silva, Mayara Amaral, Negana, NeneSurreal, Siwaju e Soberana Ziza. Essas artistas apresentam obras que permeiam o universo de Carolina trazem referências em suas cores e simbologias. 

"A vida e obra de Carolina permitem vislumbrar análises profundas da sociedade brasileira, bem como críticas à condição da negritude no país, construídas a partir de sua própria travessia por cidades, bairros, becos e vielas. Seu percurso é marcado pelo enfrentamento da precarização e pela luta diária contra a fome – um tormento que ainda ecoa em grande parte da população. "O que colocarei na mesa esta noite?" foi uma pergunta que a acompanhou ao longo da vida”, destacam as curadoras da exposição, Thais De Menezes e Vera Nunes. Elas ainda completam: “Mas foi sobre essa mesma mesa que escreveu madrugadas inteiras, transformando em literatura suas vivências, indagações e, ao mesmo tempo, sua inabalável esperança."

 

Sobre Carolina Maria de Jesus

Nascida em 14 de março de 1914, em Minas Gerais, Carolina Maria de Jesus foi uma mulher de grande destaque nacional cuja vida e obra reverberam até os dias de hoje. Apesar de ter cursado apenas dois anos de estudo formal, encontrou na escrita uma ferramenta para dar voz às suas experiências como mulher negra e registrar de forma ímpar a realidade social do Brasil. A escritora faleceu em 13 de fevereiro de 1977. 

As obras de Carolina de Jesus já foram lançadas em 46 países e traduzidas para 16 idiomas. Ela deixou mais de 5 mil páginas escritas, entre romances, poemas e canções. O livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, lançado em 1960, é a obra mais famosa da escritora. Entre 1977 e 2018, após a sua morte, foram publicadas mais cinco obras: Diário de Bitita (1982), Meu Estranho Diário (1996), Antologia Pessoal (1996), Onde estaes Felicidade? (1977) e Meu sonho é escrever (2018).

 

SERVIÇO:
[Artes Visuais] Carolinas

Local: CAIXA Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP

Abertura: 14 de março (sexta), às 11h

Visitação: 14 de março a 18 de maio de 2025

Horário: terça a domingo, das 8h às 19h

Classificação: Livre

Entrada Franca

Acesso a pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 

MASP ABRE NOVO PRÉDIO PARA O PÚBLICO COM CINCO EXPOSIÇÕES

Vista dos dois prédios do MASP: Edifício Lina Bo Bardi (à esquerda)
e Edifício Pietro Maria Bardi (à direita) Foto: Leonardo Finotti


Museu marca novo momento com o conjunto de exposições ‘Cinco ensaios sobre o MASP’ e lança nova identidade visual
 

 

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand abre, em 28 de março de 2025, o Edifício Pietro Maria Bardi com Cinco ensaios sobre o MASP, um conjunto de exposições que propõe novos olhares e diálogos sobre o acervo e a trajetória do museu. 

As novas mostras, somadas a outras iniciativas de impacto, como a atualização da logomarca, o início das atividades do MASP Escola em salas de aula próprias e a reabertura do vão livre com atividades e exposição, reforçam a expansão do MASP e seu novo momento. 

Cinco ensaios sobre o MASP é o título que reúne as mostras de abertura do novo Edifício: Isaac Julien: Lina Bo Bardi — um maravilhoso emaranhado, Geometrias, Artes da África, Renoir e Histórias do MASP ocupam os cinco novos andares expositivos do museu, que representam um aumento de 66% de área dedicada a mostras. O público pode usufruir dos dois edifícios e conferir todas as exposições em cartaz no MASP com um único ingresso já disponível para compra no site da instituição.

 

CINCO ENSAIOS SOBRE O MASP
 

Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado

2º andar

Na videoinstalação sobre o legado da arquiteta modernista Lina Bo Bardi (1914–1992), que projetou o icônico edifício do MASP na Avenida Paulista, as atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro interpretam os escritos de Lina, dando voz às suas ideias sobre o potencial social e cultural da arte e da arquitetura, especialmente a partir de sua experiência com a cultura afro-brasileira na Bahia.

 

Artes da África

3º andar

Exibe mais de 40 obras do acervo do museu, principalmente do século 20, oriundas da África ocidental. O conjunto reúne estatuetas, objetos cotidianos, bonecas, tambores, mobiliário e máscaras usadas em festividades, rituais de iniciação, celebração ou funerais.


 

Geometrias

4º andar

A exposição apresenta mais de 50 obras do acervo MASP, incluindo cerca de 20 doações recentes. São trabalhos realizados por artistas que despontaram à época das vanguardas construtivas, em diálogo com trabalhos de artistas contemporâneos que empregam diferentes materialidades para criar composições geometrizadas.

 

Renoir

5º andar

Apresenta todas as obras do francês Pierre-Auguste Renoir (1841–1919) pertencentes ao acervo do MASP, sendo 12 pinturas e uma escultura. O conjunto abrange praticamente toda a carreira do artista e foi exposto pela última vez há 23 anos.

 

Histórias do MASP

6º andar

Revisita mais de sete décadas de trajetória da instituição, refletindo sobre a história do museu e sua importância para a constituição de um modelo de museu moderno.


VÃO LIVRE

 

Iván Argote: O Outro, Eu e os Outros

A partir de 10 de abril, será exposta no vão livre a instalação interativa O Outro, Eu e os Outros, do artista colombiano Iván Argote. A obra é composta por duas gangorras de grandes dimensões que se inclinam conforme o deslocamento dos visitantes, refletindo as dinâmicas de movimento e equilíbrio em coletivo.

 

O vão livre ainda contará com mobiliário urbano, wi-fi oferecido pela Vivo, segurança e iluminação.

  

NOVA IDENTIDADE VISUAL

Para marcar esse momento de expansão, o MASP renova a sua identidade visual, com um projeto gráfico que preserva o legado da história do museu e, simultaneamente, aprimora e atualiza o visual em diferentes plataformas. Em parceria com o estúdio de design Porto Rocha e com o consultor de comunicação Rony Rodrigues, foram atualizados logotipo, ícones, tipografia e paleta de cores, além de ter sido criado um elemento gráfico que simplifica de forma abstrata os dois edifícios da instituição, lado a lado, simbolizando o conjunto arquitetônico que compõe o museu.

 

MASP ESCOLA – AULA ABERTA

Com o Edifício Pietro Maria Bardi, a escola do museu passa a contar com um andar dedicado às atividades pedagógicas, oferecendo salas de aula que ampliam a experiência dos alunos e conectam o aprendizado teórico à programação cultural do MASP. Para celebrar esse novo momento, o MASP Escola realizará no dia 5 de abril (sábado), o evento Escola Aberta, com atividades gratuitas para a população, estruturadas a partir dos cursos de Estudos Críticos e Histórias da Arte. 

A escola inaugura também um novo eixo educacional nomeado Por dentro da exposição, que oferece ao público uma série de cursos destinados a quem busca ir além da visitação, convidando a uma experiência imersiva e coletiva, que explora as obras, os contextos históricos e artísticos das exposições, incluindo os Cinco ensaios sobre o MASP.

 

INTERLIGAÇÃO ENTRE OS DOIS EDIFÍCIOS

A conclusão da passagem subterrânea de 40m², que interligará os dois prédios do MASP, está prevista para o segundo semestre de 2025. O túnel é uma obra de grande complexidade e, quando pronta, facilitará a circulação dos visitantes e de obras de arte, promovendo o funcionamento integrado de ambos os edifícios e preservando o visual da paisagem urbana.

 

EDIFÍCIO PIETRO MARIA BARDI

Com a inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi, o MASP passa a ser um museu composto por dois prédios. O projeto arquitetônico do novo prédio, idealizado pela METRO Arquitetos Associados, estabelece uma relação harmoniosa com o prédio histórico desenhado por Lina Bo Bardi (1914–1992), ao mesmo tempo que se sobressai em virtude de seu design monolítico, inspirado em tipologias de museus verticais, como os de Nova York.

 Além das galerias de exposições, os 14 andares abrangem salas multiúso, restaurante, café, salas de aula, loja, laboratório de conservação, depósitos e docas para carga e descarga de obras de arte. O prédio novo também conta com bilheteria e área de acolhimento, reforçando o conceito inclusivo e democrático pensado por Lina Bo Bardi para o museu.

Veja aqui mais informações sobre o Edifício Pietro Maria Bardi


LOJA MASP

Os visitantes encontram no Térreo Otávio Mendes a Loja MASP, que oferece produtos selecionados por meio de uma pesquisa ampla em todas as regiões do país, em busca de objetos que reflitam a diversidade cultural brasileira. São produtos autorais, concebidos e produzidos por associações de artesãs e artesãos, povos indígenas; designers; artistas e coletivos de criação. Cada peça tem sua origem rastreada, garantindo o uso de matérias-primas e processos sustentáveis.


DOAÇÕES E PARCERIAS

O restauro do Edifício Lina, que inclui a pintura dos pórticos e a reforma do vão livre, foi viabilizado por meio do patrocínio das empresas AkzoNobel, Citi Brasil e Instituto Levy & Salomão. 

O restauro do Edifício Lina e os Cinco ensaios sobre o MASP são realizados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


Histórias do MASP tem patrocínio de AkzoNobel e parceria estratégica do Itaú. Renoir tem patrocínio master de Citi Brasil e Stellantis. Artes da África tem patrocínio master do Nubank. Geometrias tem patrocínio do Bradesco. Isaac Julien: Lina Bo Bardi — um maravilhoso emaranhado tem parceria estratégica do Itaú e apoio cultural da British Council.


 

SERVIÇO

Cinco ensaios sobre o MASP

Inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi

28 de março, das 10h às 20h30

 

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Edifício Pietro Maria Bardi

Av. Paulista, 1510 - Bela Vista

01310-200 São Paulo, SP

Telefone: (11) 3149-5959

Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas.

Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos

Ingressos: R$ 75 (entrada); R$ 37 (meia-entrada) 

Site oficial
Facebook
X (ex-Twitter)
Instagram

 

Renata Brás estrela "A Ciumenta" e traz bate-papo especial com Fabiana Guntovitch

Crédito: Marcos Ribas


Em São Paulo, a atriz promete envolver o público e conta com o apoio especial da psicanalista

 

A atriz Renata Brás retorna aos palcos para mais uma curta temporada do monólogo “A Ciumenta”, que será apresentado no Basalto Teatro e Bar, em São Paulo. A comédia dramática, escrita pela própria atriz em conjunto com Samira Ramalho, mergulha em temas como amor, insegurança e autoconhecimento, explorando questões relevantes da alma feminina, como ansiedade, autoestima e sexualidade. “Eu sempre quis fazer um monólogo e no caso esse tem um gosto especial por ressignificar a minha dor em humor”, conta Renata Brás. 

Na peça, a atriz interpreta uma mulher que, na tentativa de se livrar de um ciúme doentio por um marido pouco atraente, embarca em uma divertida jornada de autoconhecimento. A protagonista revive histórias de seus relacionamentos e o início de sua carreira artística enquanto recebe o público em seu camarim, criando uma atmosfera íntima e inusitada que mistura ficção e realidade. 

Após a apresentação, a psicanalista Fabiana Guntovitch, que auxiliou Renata na revisão do texto do monólogo, participará de um bate-papo com a plateia sobre o sentimento do ciúme. “A gente precisa ter paz dentro da gente para poder viver a paz nas nossas relações. Quando criamos histórias e narrativas para dar significados às situações, abrimos mão da realidade e mergulhamos de cabeça nas nossas fantasias”, define a especialista. “As alternativas que surgem na sua mente falam mais sobre suas inseguranças do que sobre o que a outra pessoa está fazendo”, completa Fabi.

 

Serviço:

Local: Basalto Teatro e Bar 

Endereço: R. Cardeal Leme, 333 - Bela Vista, São Paulo - SP

Datas: 

14 de março às 20h

15 de março às 19h

16 de março às 18h

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/a-ciumenta-com-renata-bras/2796173 


Posts mais acessados