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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Relatório da Trend Micro mostra crescimento dos ataques cibernéticos a partir de agosto

Brasil segue na lista de países mais alvejados por hackers

 

O relatório Fast Facts de outubro da Trend Micro, líder mundial em soluções de cibersegurança, aponta tendência de aumento das ameaças cibernéticas após um período de estabilidade. O décimo mês do ano contabilizou mais de 14,3 bilhões de ataques cibernéticos e um acumulado, de janeiro a outubro, de 136 bilhões, 656 milhões de ameaças bloqueadas – o que representa 93% do total de registros do ano passado.


O Brasil continua sendo um dos principais alvos do cibercrime, ocupando em setembro e em outubro a quarta posição no ranking de nações mais atingidas por malware, com 4,6% e 4,8% dos ataques, respectivamente. A lista em outubro continuou sendo liderada pelo Japão (22,7%), seguido dos Estados Unidos (16,7%), com Índia (5,4%) em terceiro lugar e Alemanha (4,2%) fechando o top 5.


Ransomware – Os dados da Trend Micro revelam flutuação nas ameaças de ransomware em 2023. Em outubro, foram detectados 1 milhão 791 mil ataques do tipo, a segunda maior incidência no ano, acumulando em 2023 um total de 12 milhões 824 mil casos.


A Tailândia exibe, desde julho, liderança proeminente das ameaças de ransomware, com 77,3% dos registros, em outubro, seguida de longe pelos Estados Unidos com 6,6% e pela Turquia, com 4,3% do total. Taiwan (1,4%) e Índia (1%) fecham a lista.


Uma diminuição consistente nas taxas de detecção de malware é perceptível em diversos setores, de janeiro a outubro de 2023, principalmente nos domínios empresariais e de usuários domésticos. Entretanto, as pequenas e médias empresas apresentaram aumento transitório a partir de março. Esses padrões requerem o aprimoramento de práticas de segurança cibernética para redução das ocorrências.

“À medida que as PMEs adotam novas tecnologias em suas jornadas de transformação digital, os riscos crescem e elas se tornam alvos fáceis. O trabalho híbrido, a migração para nuvem e a adoção de plataformas SaaS requerem aumento da resiliência cibernética e a implementação de ferramentas de detecção e prevenção de ameaças”, recomenda Cesar Candido, diretor geral da Trend Micro Brasil.

SPAM - As ameaças por e-mail foram proeminentes em outubro nos Estados Unidos (36%), Alemanha (5,1%), França (4,6%), Rússia (4,2%) e Holanda (4%). A tendência no envio de anexos maliciosos via spam apresentou aumento notável de janeiro a junho, seguida por uma redução de julho a setembro, com pequeno aumento em outubro.

Os números atingiram o pico de quase 4 milhões de registros em junho, experimentando declínio contínuo a partir de então, com retomada em outubro quando foram registrados pouco mais de 1 milhão de bloqueios do tipo. Segundo análise dos pesquisadores da Trend Micro, os principais tipos anexos de spam bloqueados foram arquivos PDF, DOCX, EXE, HTML e RTF, nessa ordem.


O relatório “Fast Facts” é divulgado pela equipe de pesquisa da Trend Micro com atualizações sobre o cenário de ameaças, tendo como base a solução Trend Micro Smart Protection Network (SPN), que analisa a infraestrutura de segurança de dados. Além dos sensores da SPN, os dados coletados também vieram de pesquisadores da Trend Micro, da equipe do Zero Day Initiative (ZDI), das equipes de Threat Hunting, TippingPoint, Serviço Móvel de Reputação de Aplicativos (MARS), Smart Home Network (SHN) e serviços de Reputação de IoT.

Para mais detalhes do relatório Fast Facts de Outubro de 2023, acesse AQUI.

 



Trend Micro  https://www.trendmicro.com
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Roubos e furtos de motos crescem 33% na Região Metropolitana de SP

Capital registrou aumento de 39%, com casos disparando 75% na Vila Mariana, entre janeiro e outubro de 2023

 

 

O número de roubos e furtos de motos na Região Metropolitana de São Paulo cresceu 32,7% nos primeiros dez meses do ano, passando de 19.673 em 2022 para 26.107 ocorrências em 2023. A proporção de furtos foi de 60,53% para 39,47% de roubos, segundo levantamento mensal realizado pela Ituran Brasil, a partir de dados apurados na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e validados com informações da empresa líder em monitoramento de veículo.

 

Apenas a capital registrou um aumento de 39,1% nas ocorrências. A proporção entre furto e roubo ficou, respectivamente, em 64,58% de furtos para 35,42% de roubos.

 

“O destaque entre os bairros é a Vila Mariana, com aumento de 75% nas ocorrências (de 211 para 365), onde o furto predomina com 93,41% dos casos. Também apresentaram crescimento expressivo Santo Amaro, de 20,1% (288 para 346 ocorrências), e Tatuapé, de 15,3% (322 para 369)”, detalha Fernando Correia, coordenador de operações da Ituran Brasil.

 

A segunda cidade com maior número de ocorrências de motos é Osasco, onde os roubos e furtos cresceram 35%, de 895 para 1.214 casos. O furto prevalece em Osasco, com 71,33%. “A área central está em destaque, com um índice de 96,11% de furto”, comenta o especialista.

 

As motos com até 2 anos de fabricação tiveram aumento de 39,6% em relação ao mesmo período que o ano passado (de 6.486 para 9.053). Em seguida, os modelos entre 2 e 5 anos tiveram um crescimento de 36% ao mesmo período (de 5.686 para 7.731).


 

Modelos mais visados


A Honda CG 160 segue na liderança das ocorrências de roubos e furtos de motos e teve um aumento de 41,6% no número de casos entre janeiro e outubro. Em seguida, vem a Yamaha Fazer 250, que registrou um avanço de 25,6%.

 

“Um dos destaques foi o salto de 113,4% em roubos e furtos de modelos Yamaha XTZ250 Lander. Desde maio, as ocorrências para esse modelo vêm em alta. Os bairros preferidos estão na região da zona sul da capital: Capão Redondo, Campo Limpo e Santo Amaro”, afirma Correia.

 

Ituran Brasil


A importância do feedback nas empresas

Uma pesquisa revelou que 94% dos funcionários têm uma compreensão mais aprofundada de suas funções quando os gestores realizam feedbacks

 

 

Reconhecer a habilidade de proporcionar um retorno construtivo é uma das competências primordiais dos líderes destacados. Essa ferramenta, representa um envolvimento dos membros da equipe, seja para elogiar ou melhorar. Compreender o feedback é executar seu poder transformador em uma organização. 

 

De acordo com André Minucci, mentor de empresários, ao final do ano, é comum que as pessoas façam uma pausa para refletir sobre os aspectos positivos do ano corrente e suas aspirações para os próximos 12 meses. Por essa razão, nesta fase, é frequente as empresas conduzirem a tão conhecida análise crítica com seus colaboradores. 

 

Uma pesquisa da plataforma Feedz, especializada em aprimorar o engajamento e o desempenho das equipes, revelou que 94% dos funcionários têm uma compreensão mais aprofundada de suas funções quando os gestores realizam feedbacks.


 

Como dar o feedback? 

 

Quanto à abordagem do feedback, é crucial que o fornecedor seja empático em primeiro lugar, descrevendo os comportamentos observados de maneira clara e assertiva. "Se possível, apresentar exemplos concretos e elucidar o impacto do comportamento no desempenho do profissional e da equipe. Além das críticas, é relevante ouvir o colaborador e estabelecer metas conjuntas para o aprimoramento", destaca André. Vale lembrar que os feedbacks positivos também desempenham um papel crucial ao reforça resultados desejados.


 

E para aqueles que recebem o feedback?

 

É imperativo adotar uma postura receptiva, ouvir atentamente as críticas e evitar levá-las para o lado pessoal. "Caso haja discordância, buscar um diálogo construtivo e demonstrar proatividade na busca por soluções mutuamente benéficas. Manter a mente aberta e estar sempre disposto a aprender e crescer com os feedbacks são atitudes essenciais", enfatiza André.

 

Empresas de treinamentos especializadas podem desempenhar um papel crucial na construção de uma cultura de comunicação eficiente e transparente. Integrar o desenvolvimento profissional como parte integrante do plano de crescimento é uma estratégia valiosa.

 

"A diferenciação entre um feedback eficiente e ineficiente reside no planejamento e na execução. Esse processo deve ser planejado, com uma organização clara do conteúdo a ser abordado, visando o desenvolvimento do profissional. Para ambos, tanto quem oferece quanto quem recebe o feedback, é crucial compreender a importância desse momento."

 

A essência do feedback é proporcionar um benefício do funcionário, permitindo que ele se planeje e evolua com base nas diretrizes estabelecidas pela liderança. Por outro lado, para quem fornece o feedback, representa uma oportunidade de apoiar ativamente a elaboração do Plano de Desenvolvimento Individual.

 

A ênfase na empatia, clareza e diálogo construtivo durante o processo de feedback contribui para o crescimento mútuo. Portanto, entender o feedback como uma ferramenta estratégica, planejada e direcionada ao desenvolvimento, cria um ciclo virtuoso em que líderes capacitados moldam equipes engajadas, e profissionais receptivos se tornam agentes ativos de seu próprio aprimoramento.

 

“Em última análise, o processo de feedback não é apenas uma análise pontual, mas uma jornada colaborativa em direção à excelência, onde cada interação construtiva representa um passo significativo rumo ao sucesso coletivo e individual”, diz André.

 


Conheça 5 mulheres brasileiras que marcaram a política no Brasil

iStock
O legado de lutas e conquistas de mulheres que contribuíram na defesa dos direitos femininos no país


A trajetória histórica da política brasileira é marcada pelo protagonismo de diversas mulheres que fizeram a diferença pelo nosso país e enfrentaram desafios estruturais, políticos e sociais, em prol da maior participação feminina nas decisões do Brasil.

Seus legados são provas do progresso e reforçam que a luta pelos direitos das mulheres e pela equidade de gênero, além de ser muito antiga, permanece vigente até os dias atuais.

Como forma de reconhecimento pelas conquistas, destacamos o papel fundamental de cinco mulheres que fizeram parte da nossa história e contribuíram para uma representação política inclusiva e igualitária

Acompanhe a leitura e conheça cada uma delas, suas causas e feitos!

 

5 mulheres decisivas para a política brasileira que você precisa conhecer


1. Leolinda Daltro

Em 1910, Leolinda Daltro foi além de seu tempo ao fundar o Partido Republicano Feminino, marcando um capítulo inicial no ativismo político feminino no país. Seu partido buscava não apenas a emancipação, mas também o envolvimento ativo das mulheres na esfera política do Brasil.

 

 

2.      Carlota Pereira de Queirós

 

Carlota Pereira de Queirós entrou para a história como a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados no Brasil, em 1934. Ela foi eleita para compor a Assembleia Constituinte, sendo, no contexto, a única voz feminina no Congresso. Sua presença motivou futuras gerações de mulheres a buscarem seus objetivos políticos.


 

3.      Bertha Lutz

 

Uma das líderes e precursoras da luta pelos direitos das mulheres, Bertha Lutz teve participação na conquista do direito de voto feminino com a aprovação do Código Eleitoral de 1932 – um marco crucial na história política nacional.

 

Em 1936, assumiu o cargo de Deputada na Câmara Federal, e propôs medidas como a licença-maternidade de três meses e a diminuição da jornada de trabalho – que até então era de 13 horas por dia.

 

 

4.      Maria da Penha Maia Fernandes

 

Um grande nome do ativismo pelo direito das mulheres e líder no combate à violência doméstica, Maria da Penha Maia Fernandes também é biomédica e farmacêutica, formada pela faculdade de farmácia.

 

Talvez você a conheça devido ao nome de uma lei muito famosa e fundamental para a proteção das mulheres. Sua luta começou quando foi vítima de duas tentativas de homicídio pelo seu então marido. Por conta das agressões sofridas, ela ficou paraplégica, e por 19 anos batalhou para que ele fosse condenado.

 

Em 2006, foi sancionada a Lei Maria da Penha, um recurso jurídico essencial na proteção das mulheres contra a violência doméstica e familiar, marcando um ponto de virada na legislação brasileira.

 

 

5.      Mietta Santiago

 

Ela foi uma das responsáveis pela inclusão feminina na política. Em 1932, foi a primeira mulher a exercer plenamente seus direitos políticos no Brasil, estando presente como eleitora e candidata. Com isso, ela declarou que as mulheres podiam não apenas votar, mas também ocupar cargos de representação política.



5 formas de usar a Inteligência Artificial para aumentar a produtividade da sua empresa em 2024

A tecnologia está cada vez mais presente no cotidiano e agora toma seu lugar dentro das empresas; Hugo Godinho, CEO da Dialog, dá dicas de como aplicar a IA na busca da produtividade corporativa

 

 

A relação entre Inteligência Artificial (IA) e Comunicação Interna (CI) vem sendo cada vez mais discutida dentro das organizações. Agilizar a produção de conteúdo, por exemplo, é uma das maiores vantagens em adotar o uso dessa tecnologia no setor. Isso porque esse recurso otimiza o tempo e o trabalho dos profissionais da área, que abrem espaço em suas rotinas para se dedicar a outros projetos estratégicos da organização.

 

Segundo o estudo The State of Organizations 2023, feito pela McKinsey, o uso médio de ferramentas de Inteligência Artificial nas companhias do mundo dobrou entre 2018 e 2022. Outro dado interessante vem da Bain & Company, que mostrou que 85% das empresas consideram prioridade implementar a IA nos próximos anos.

Para Hugo Godinho, CEO na Dialog, HRTech que lidera o setor Engajamento via CI no Brasil, a Inteligência Artificial deve ser vista como um apoio bem-vindo para as atividades humanas. “Os profissionais de Comunicação Interna e RH que desejam adotar esse tipo de tecnologia devem encará-la como uma grande facilitadora de processos, não como uma ameaça. Mudar a mentalidade é o primeiro passo para fazer essa estratégia dar certo”, indica.

 

Usando a Inteligência Artificial a seu favor

É comum em grandes empresas que a lista de afazeres não pare de aumentar, isso porque o ritmo do trabalho também vem crescendo exponencialmente junto com o volume de dados, de informações e de comunicações que recebemos a todo momento. Essa é a realidade na maior parte das organizações: pessoas sobrecarregadas e líderes atentos ao aumento da produtividade

A ausência de tempo tem um impacto bastante relevante na produtividade. Afinal, se as pessoas estão mentalmente esgotadas, elas não conseguem desempenhar todo o seu potencial produtivo. É aí que entra a Inteligência Artificial para otimizar o tempo das equipes. Confira algumas formas de utilizá-la:

 

1. Analise dados e feedback: Com sua capacidade de monitorar informações maciças em intervalos rápidos, a IA pode ajudar a analisar grandes volumes de dados referentes ao feedback de colaboradores, como pesquisas de clima organizacional e comentários em intranets ou redes sociais corporativas. “Além disso, a tecnologia ajuda a identificar tendências, pontos problemáticos e áreas de interesse. Isso permite que os profissionais de Comunicação Interna compreendam melhor a realidade da empresa e proponham  ou mesmo recebam propostas da própria IA  de ações mais eficazes e personalizadas para o colaborador”, exemplifica Hugo.

 

2. Personalize o seu conteúdo: A Inteligência Artificial, por meio de uma avaliação personalizada de informações, facilita a criação de conteúdos únicos e direcionados. “Com base nas informações coletadas sobre os funcionários, a Inteligência Artificial pode ajudar a personalizar o conteúdo de Comunicação Interna, entregando mensagens a grupos específicos e utilizando o tom de voz mais adequado. Isso aumenta a aderência da informação e, como consequência, o engajamento dos colaboradores. A Dialog, inclusive, desenvolveu um recurso exclusivo na plataforma nesse sentido. O Power AI Creator tem sido um importante aliado dos profissionais de CI, que nos reportam ganhos de até 30% de produtividade com a escala e avelocidade com que passam a contar”, indica o CEO.

 

3. Analise as métricas e o desempenho: A partir de seu potencial analítico, a IA consegue avaliar a eficiência de processos. Isso é possível graças à mensuração das ações desenvolvidas, que facilitam o acesso a informações qualificadas sobre todas as etapas da jornada. Por meio da Comunicação Interna apoiada em IA pode-se, por exemplo, rastrear métricas como taxa de abertura, de visualização e de cliques, tempo gasto em uma página, quantidade de curtidas e comentários etc. Assim, tem-se acesso a um alto volume de dados quase que instantaneamente. Os novos profissionais de CI e RH podem ajustar a estratégia e torná-la mais efetiva com base em dados concretos e inteligentes”, mostra Godinho.

 

4. Gere conteúdo automatizado: A tecnologia precisa ser uma facilitadora de processos, otimizando o tempo das equipes e agilizando tarefas. A automatização de conteúdo é outra facilidade que a Inteligência Artificial traz para o cotidiano dos profissionais. “A Inteligência Artificial pode gerar automaticamente relatórios, resumos de notícias, atualizações de projetos e outros tipos de conteúdo que normalmente requerem muito tempo de produção manual. Essa possibilidade economiza tempo e recurso, permitindo que os especialistas de Comunicação Interna e RH se concentrem em tarefas mais estratégicas para o negócio”, explica Hugo.

 

5. Utilize chatbots de suporte: Essa tecnologia também é bastante útil no momento de interação com os colaboradores, facilitando o acesso a respostas e agilizando o tempo de atendimento. “Chatbots alimentados por Inteligência Artificial podem ser usados para responder a perguntas comuns, garantindo informações instantâneas e melhorando a agilidade da Comunicação Interna ou do RH. Na Dialog, por exemplo, é possível conectar HR bots na plataforma. Essa facilidade garante uma experiência ainda melhor a profissionais do setor e colaboradores em geral. Tudo isso contribui muito para a produtividade e otimização do tempo na organização”, finaliza Hugo Godinho.

 

 Dialog



É possível gastar sem culpa?

Gustavo Cerbasi, especialista em inteligência financeira e sócio da SuperRico, explica que o segredo é priorizar o que é realmente importante, o que dá significado à vida.

 

Afinal, é possível gastar sem culpa? Para responder a essa pergunta, é preciso, antes, entender de onde vem a culpa em relação aos gastos. “Ela é sempre consequência do ‘cobertor curto’. É o medo de sair de férias e faltar dinheiro para os impostos do começo do ano ou de decorar a casa como gostaria e faltar para o futuro”, explica Gustavo Cerbasi, especialista em inteligência financeira e sócio da SuperRico.

 

“Na verdade, o segredo é ter um orçamento com a ordem correta daquilo que realmente importa. É preciso entender que ter uma casa, um carro, plano de saúde ou escola não é o mais importante. Não é isso que dá sentido à vida. São as experiências que temos ao longo do caminho ou como lidamos com as celebrações ou ainda quantas coisas novas conhecemos ao longo da vida”, acrescenta o especialista.


 

Mas como fazer isso?

 

O que o especialista sugere é, na verdade, uma inversão da ordem habitual do planejamento financeiro. “Na linha tradicional, a partir da renda mensal, é definido o quanto se gasta com moradia, saúde, transporte, alimentação, educação, lazer etc.”, esclarece Cerbasi. “Acredito que, antes de mais nada, a pessoa deve pensar nos seus sonhos e traçar seus objetivos, seus projetos futuros, como a independência financeira, grandes viagens, grandes celebrações, reforma da casa ou troca de automóvel. Tendo isso definido, destina-se uma verba mensal regular para a concretização desses projetos”.

 

O segundo passo é definir uma verba para a qualidade de vida. Para o sócio da SuperRico, este é um item fundamental no orçamento, pois reforça a identidade e a individualidade de cada um. Pode ser a prática de um esporte, uma religião, frequentar um círculo social ou visitar a família, por exemplo. “Se não há verba para que a pessoa mantenha esses hábitos que fazem com que ela se identifique com ela mesma, a tendência é que, com o tempo, ela comece a se sentir vazia. Isso, normalmente, vai se traduzir em consumismo”.

 

Somente depois de definir quanto poupar para os sonhos e quanto direcionar para a qualidade de vida é que chega a hora de pensar no custo de vida. “Ou seja, a pessoa vai usar a criatividade para modelar o seu custo de vida com aquele dinheiro que sobrou. É um convite a ter uma vida mais simples para que haja mais recursos para a qualidade de vida e para a construção de sonhos. Ao inverter a ordem das escolhas, nós damos certeza àquilo que é importante e nos obrigamos a ser mais criativos para pagar o nosso custo de vida. E, assim, reduzimos muito a culpa em relação aos nossos gastos. Afinal, o que é realmente importante já está sendo priorizado”.

 

Para ajudar nesse processo e conseguir gastar sem culpa, é fundamental que haja um bom planejamento financeiro e muito comprometimento. “Havendo um planejamento, tendo um compromisso da pessoa com ela mesma – seja na forma de um aplicativo, de uma planilha, de um projeto montado com um especialista, com planejador financeiro –, a pessoa tem um mapa para guiar as suas escolhas”, reforça o especialista. “Sem planejamento, o gasto sem culpa jamais vai acontecer”.


 

Benefícios para além das finanças

 

Acima de qualquer aspecto econômico e financeiro, o resultado de um bom planejamento financeiro está na saúde mental. “Estamos falando de uma pessoa que consegue dormir bem, sem a ansiedade de correr o risco de terminar o mês no vermelho, que consegue enxergar quando vai concretizar os seus objetivos e os seus sonhos. Estamos falando de paz”, afirma Cerbasi.

 

Além disso, o especialista em inteligência financeira garante que “com um planejamento bem estabelecido, haverá mais motivação, uma vez que a pessoa estará gastando sem culpa com itens que são essenciais para ela. E com a evolução inata ao ser humano, ela vai se aperfeiçoando e aprendendo a encontrar melhores soluções. Ela vai desenvolver o hábito de fazer pequenos sacrifícios para grandes celebrações ao longo da vida, estabelecendo uma rotina mais recompensadora e muito mais tranquila”.

 

“Essa tranquilidade”, continua Cerbasi, “permite que ela lide melhor com os imprevistos e com a ansiedade do dia a dia diante das dificuldades que inevitavelmente aparecem. Trata-se de uma contribuição muito grande para a saúde mental e para o bem-estar da família como um todo”.

 

SuperRico
Mais informações: www.superrico.com.br
Youtube – SuperRico – Saúde Financeira


Desafios na cobertura de tratamento para autistas e as negativas de plano de saúde

É crescente a preocupação em relação as negativas de tratamento para indivíduos autistas por parte dos planos de saúde. Essa problemática levanta questões essenciais sobre a equidade no acesso aos cuidados de saúde para uma população já vulnerável. 

Uma das principais razões das negativas de tratamento para autistas está relacionada à falta de compreensão e reconhecimento da complexidade das necessidades desses indivíduos. Muitos planos de saúde ainda adotam políticas desatualizadas, que não contemplam adequadamente os diferentes aspectos do espectro autista. Ação que acentua as recusas de cobertura para intervenções essenciais como, por exemplo, terapias comportamentais e ocupacionais. 

A ausência de diretrizes claras e específicas sobre o tratamento do autismo nas políticas dos planos de saúde contribui para a ambiguidade na concessão de cobertura. Diversas famílias, por conta dessa conduta empresarial, deixa as famílias enfrentando a difícil tarefa de lutar por tratamentos adequados para seus entes queridos, enfrentando barreiras burocráticas complexas que dificultam a obtenção de aprovação para procedimentos fundamentais. 

A estigmatização associada ao autismo também desempenha um papel crucial nas negativas de tratamento. Muitas vezes, os planos de saúde, devido à falta de sensibilidade e conscientização, podem considerar certos tratamentos como "opcionais" ou "não urgentes", ignorando a importância crucial dessas intervenções no desenvolvimento e bem-estar das pessoas autistas. 

Quando um plano de saúde nega cobertura para tratamentos essenciais de indivíduos autistas, a via judiciária se torna um recurso fundamental para assegurar o pleno exercício dos direitos dessas pessoas. A legislação muitas vezes respalda a necessidade de tratamentos específicos para autismo, reconhecendo a importância de intervenções adequadas no desenvolvimento e bem-estar dos pacientes.   

Diante da recusa do plano de saúde em fornecer o suporte necessário, a busca por amparo legal por meio do sistema judiciário é um caminho eficaz para garantir o acesso a tratamentos que promovem a inclusão e qualidade de vida de indivíduos autistas. Nesse contexto, o processo judicial não apenas defende os direitos individuais, mas também contribui para o fortalecimento do entendimento sobre a importância da equidade no acesso à saúde, especialmente para aqueles que enfrentam desafios específicos como o autismo. 

Em suma, se o tratamento para autistas for negado pelo plano de saúde, é crucial agir de maneira estratégica e assertiva. Em primeiro lugar, a família deve buscar entender as razões da negativa, solicitando uma explicação detalhada por escrito. Revisar atentamente o contrato do plano de saúde, destacando cláusulas relevantes que possam sustentar seu caso. Consultar profissionais de saúde especializados em autismo para obter relatórios detalhados sobre a necessidade do tratamento. Iniciar o processo de reclamação interno do plano de saúde, apresentando documentos e argumentos que justifiquem a importância do tratamento. Caso a reclamação interna não seja bem-sucedida, entre em contato com a ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar. E caso o problema persista, consultar um advogado especializado em direito da saúde para avaliar opções legais. Uma recusa não significa que a operadora de saúde não tem o dever de cobrir um determinado tratamento.

 

José dos Santos Santana Júnior - advogado e sócio do Mariano Santana Sociedade de Advogados

 

Transição de carreira: sete dicas para uma mudança bem-feita

Coordenador do Curso de Gestão de Recursos Humanos da Fatec Barueri aponta os motivos que levam à escolha de uma nova profissão, e os caminhos para o sucesso


A transição de carreira é uma opção a ser considerada por quem não está satisfeito com os rumos da vida profissional. Os motivos podem ser inerentes ao indivíduo, que busca uma função de maior realização, ou ao mercado, à busca por melhores perspectivas de empregabilidade, como maiores salários, e estabilidade.

“As armadilhas que levam à transição de carreira são armadas pelos próprios indivíduos. Há uma tendência de escolher a carreira com um olhar de fora para dentro, ou seja, observando o mercado sem considerar as suas particularidades, suas preferências e desejos, seus pontos fortes e fracos”, explica o professor Paulo Medeiros, Coordenador do Curso de Gestão de Recursos Humanos da Fatec Barueri.

Este é um fator de infelicidade profissional, que pode gerar desinteresse e desmotivação, e até culminar em consequências para a saúde, como o burnout. É possível pensar em uma transição de carreira dentro da mesma organização, com as vantagens de já conhecer a cultura corporativa e os companheiros. Mas a responsabilidade pela transição é do indivíduo. Hoje, mais do que nunca.

“Há algumas décadas se acreditava que a responsabilidade do planejamento de carreira era da empresa, que deveria ajudar o funcionário a evoluir. Hoje a gestão de carreiras tem como protagonista o próprio funcionário, é ele que deve buscar o caminho da evolução”, explica.


Do RH pra SI, do jornalismo para o esporte

Isaías Batista Costa se formou como tecnólogo em gestão de recursos humanos em 2017, mas não conseguiu boas oportunidades na área. Trabalhando como vendedor em uma loja de calçados, completou a faculdade sem fazer estágio, e foi barrado na busca por emprego pela exigência mínima de seis meses de experiência. Em 2022 iniciou o Curso Superior Tecnológico em Sistemas para Internet na Faculdade Tecnológica Estadual (Fatec) de São Roque e, aos 26 anos, encontrou seu caminho.

“Fui cursar Sistemas por influência de um amigo que, recém-formado, já conquistou um ótimo modelo de trabalho em home office, com bom salário, pacote de benefícios e tudo aquilo que eu sonhava. Almejo construir uma carreira sólida, com autonomia para estar com minha família e conforto financeiro. E espero nunca mais trabalhar no varejo!”, diz.

Aluno do Curso Superior Tecnológico em Gestão Desportiva e de Lazer, Paulo Queiroz se formou em jornalismo, fez estágio e trabalhou na área antes de ir em busca de sua verdadeira vocação. Já na primeira faculdade algo parecia errado, mas o compromisso familiar não o deixou desistir.

“Meu pai pagou a faculdade e, mesmo me sentindo um peixe fora d’água, eu me sentia na obrigação de concluir a graduação e honrar os esforços dele. Mas sempre fui apaixonado por esportes, um dia eu teria que voltar”, conta.

Voltou pelos caminhos do Curso Técnico em Gestão Esportiva da Escola Técnica Estadual (Etec) de Esportes, e deu continuidade na Fatec, aos 39 anos de idade.

“Estou ciente dos desafios dessa transição de carreira, mas sinto que agora estou no rumo certo. Sou muito grato por essa nova oportunidade de ir em busca de uma realização, não só de carreira, mas de vida”, diz.


Sete dicas para uma transição eficiente

Seja em uma transição motivada pelo coração ou pelo bolso, o planejamento é fundamental para o sucesso. O professor Paulo Medeiros lista sete passos para uma transição bem-feita.

1)  Busque ajuda profissional: aconselhamento de carreira é a prática estruturada mais antiga dentro do mundo corporativo. Entre os mais jovens pode ter a conotação de orientação vocacional, entre os mais experientes segue a linha do mentoring, uma preparação para entender as novas demandas do mercado em que atua.

2) Busque o autoconhecimento: entenda quais são os seus talentos, defina seu propósito, analise os conhecimentos que possui. A partir da vocação é possível ir em busca dos conhecimentos que lhe faltam, seja em um curso de curta duração ou uma nova faculdade.

3) Escolha o momento certo: a melhor hora para uma transição de carreira é quando está claro que o trabalho atual gera impactos na saúde mental e emocional, quando falta propósito, ou quando o mercado de atuação da empresa está em crise.

4) Planeje cada fase do projeto: ao tomar a decisão de mudar, tenha o cuidado de reservar tempo para aporte de novos conhecimentos exigidos por sua nova carreira. Enquanto empregado (na carreira A) use os horários fora do expediente para cursos e estudos que o levem em direção ao novo caminho, podendo até atuar nas duas em paralelo até que esteja pronto para assumir a carreira B em definitivo.

5) Monitore o mercado desejado: pesquise as vagas disponíveis dentro do novo escopo de carreira, converse com profissionais da área e entenda qual o conjunto de competências pedidas pelas empresas.

6) Faça um planejamento financeiro: lembre-se que você pode ter um decréscimo de salário nesta transição, mas as contas seguirão com os mesmos valores. Faça um planejamento e poupe para ‘segurar as pontas’ até que a nova carreira se concretize.

7) Cuide da sua saúde mental: se a mudança de carreira é motivada por
questões como o burnout, o primeiro passo é buscar ajuda para eliminar as
causas do estresse descontrolado. Entenda o processo e estabeleça um plano de ação para que o círculo vicioso não se repita.


Centro Paula Souza


Vai viajar? Confira infração de trânsito campeã de multas no fim de ano

Com a temporada de fim de ano se aproximando, muitos brasileiros estão planejando suas viagens para celebrar com familiares e amigos. No entanto, é importante estar ciente das infrações de trânsito que podem resultar em multas e prejudicar a tranquilidade das festas. Muita empolgação e a vontade de chegar logo ao destino podem fazer com que os condutores queiram acelerar mais e isso tem consequências quando feito sem prudência. De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), a multa por velocidade superior à máxima permitida em até 20% é uma das mais aplicadas na época, colocando em risco a segurança dos condutores e de quem transita pelas estradas.

Considerada uma infração média, a multa possui valor de R$130,16 e 4 pontos descontados da carteira. Para Roberson Alvarenga, CEO da Help Multas, rede de franquias especializada em recursos de multas de trânsito, processos de suspensão e cassação da CNH, é necessário prudência e atenção, pois são cruciais para evitar dor de cabeça. “Para não ter problemas durante sua viagem, é fundamental atenção aos limites de velocidade específicos de cada trecho e também respeitar as normas de trânsito. Além disso, é importante frisar o cuidado ao se realizar ultrapassagens, a utilização do cinto de segurança, o respeito à sinalização e a não ingestão de bebidas alcoólicas antes de dirigir são práticas essenciais para uma viagem segura”, afirma o especialista.

Vale ressaltar que, as multas de trânsito aplicadas em outros estados ou países são válidas, e o condutor é, sim, obrigado a pagar e cumprir a legislação da região. Atualmente, existem acordos e convênios entre órgãos de trânsito de diferentes estados e países, permitindo o intercâmbio de informações e a cobrança das infrações em seus respectivos locais de origem.

Muitas pessoas desconhecem que, em algumas situações, é possível substituir uma multa de trânsito por uma advertência por escrito. Isso geralmente acontece em infrações menores (leve ou média) e em casos onde o infrator não tenha cometido outras infrações de trânsito nos últimos 12 meses.  Além de proporcionar a oportunidade de aprender com a troca de uma multa por uma advertência por escrito, a medida é benéfica para a eficiência do sistema de aplicação da lei.

Caso aconteça a infração, é possível recorrer e isso pode ficar mais fácil com a contratação de um serviço especializado. “Um profissional garante soluções ágeis para recorrer, já que possui eficácia em elaborar uma defesa administrativa, com os documentos necessários a serem apresentados aos Órgãos de Trânsito. Esse auxílio de alguém que entende sobre direito de trânsito é de extrema valia, já que o conhecimento sobre as leis e os trâmites pode acelerar a solicitação do recurso”, explica o CEO.

É comum a intensificação na fiscalização durante o período festivo, com o objetivo de garantir a segurança de todos os usuários das vias. “Além das blitzes regulares, os radares e câmeras de monitoramento também agem para identificar e punir infratores. A segurança nas estradas é responsabilidade de todos. Ao adotar uma condução segura, você não apenas evita multas, mas também contribui para a preservação da vida”, completa.

 

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Três dicas para não cair em golpes durante as compras de Natal

 

Conferir a segurança do site antes da compra e ter cuidado com os ataques por phishing estão entre os pontos levantados  

 



Com a proximidade do Natal e a expectativa de aumento nas vendas online, a atenção em relação a golpes e fraudes digitais deve aumentar. É o que afirma o consultor e especialista em segurança digital da CertiSign, Márcio D'Avila. De acordo com dados da ClearSale, divulgados em janeiro, o e-commerce brasileiro faturou R$ 2,8 bilhões no Natal de 2022, representando um aumento de 6,2% em relação ao mesmo período de 2021.

Considerando o cenário de cibersegurança, em 2023, o Brasil ocupou a segunda posição no ranking de países mais vulneráveis a ataques cibernéticos em todo o mundo, sofrendo 45,9 bilhões de ofensivas apenas no primeiro semestre. O levantamento foi realizado pela Trend Micro em outubro. Para evitar que as pessoas caiam em ciladas digitais durante o período de Natal, o especialista da CertiSign, que é a maior autoridade certificadora do país, separou três dicas. São elas:



1 – Conferir se o site é seguro

Um passo importante apontado pelo especialista é que o consumidor se mantenha atento e verifique se o site, no qual ele deseja comprar, tem certificado SSL/TLS, que garante a navegação segura contra a interceptação de dados.

Uma das formas para identificar a presença do SSL é checar se há um cadeado na barra do navegador. “Mas não basta ter o cadeado. É preciso clicar no símbolo para verificar se o certificado SSL foi, de fato, emitido para o site onde você está. Isso é importante porque os fraudadores também já estão inserindo SSL em sites falsos para enganar o internauta. Se você estiver no site presentesdenatal.com.br e o certificado SSL em questão tiver sido emitido para lojasdeverao.br, é provável que esteja em um ambiente operado por criminosos”.



2 – Cuidado com o phishing

E por falar em sites falsos, D’Avila afirma que outro ponto essencial é ficar atento ao receber mensagens de promoções por e-mail e pelo celular. “O phishing ocorre por meio do envio de links infectados. Como isca, geralmente, são enviadas promoções irresistíveis que, ao serem acionadas, podem resultar no roubo das suas informações e até clonagem do dispositivo”, pontua.

Para evitar cair em armadilhas, ele orienta que o consumidor sempre examine o remetente e o conteúdo da mensagem em busca de erros de português e digitação, bem como evite clicar em qualquer link que pareça suspeito. Além disso, ele recomenda ter cuidado dobrado com aqueles links que estão encurtados, o que torna difícil de verificar o redirecionamento.

“A melhor maneira de não cair em um golpe de phishing é observar os detalhes. Os sites falsos são muito similares, mas não idênticos. Outro ponto: recebeu uma promoção incrível? Antes de clicar, vá até o site da loja em questão para verificar se a oferta de fato existe”.



3 – Cautela na hora do Pix

O especialista da CertiSign indica ser crucial ter um antivírus no celular e, ao escanear o código, verificar cuidadosamente todos os dados, incluindo o nome da pessoa ou empresa e o valor, antes de confirmar a operação. “Não raro, cibercriminosos enviam ou usam códigos e QRCode falsos”.

 

 


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