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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Os indícios de que uma operação é suspeita, e deve ser bloqueada

 



Com os avanços da cultura de segurança online, parece ter se tornado mais difícil cometer operações fraudulentas. Entretanto, as pessoas maliciosas sempre estão à espreita, explorando vulnerabilidades e inconsistências para atingir seus objetivos.

 

Segundo um artigo publicado por Betanews, os delinquentes conseguem penetrar em 93% das redes empresariais. Fica claro que todos estão sob ameaças e apresentam vulnerabilidades. A qualquer momento se pode ficar exposto a uma operação suspeita.

 

É importante estar informado de como reconhecer movimentos incomuns, para ter um plano de prevenção de riscos. Além disso, não se pode ignorar ações que, inicialmente, possam parecer inofensivas, dado ser possível que se transformem em problemas no futuro.

 

Reconhecer se uma operação é suspeita 

Geralmente, as operações suspeitas estão associadas a atos ou transações fora do padrão que não tenham uma justificativa válida e, por isso, estão repletas de inconsistências internas. Por esse motivo, é importante inspecionar o cliente e ser precavidos com as ações realizadas ne Internet, para não estar expostos a ameaças.


 

Proteger os arquivos 

Um dos erros mais comuns cometidos é as empresas baixarem a guarda e não implementarem um sistema de segurança para proteger seus arquivos, facilitando a ação dos cibercriminosos. A Cybersecurity magazine reporta que 43% das pequenas empresas não têm um sistema de segurança cibernética e 83% não estão financeiramente preparadas para se recuperarem de um ataque.

 

Uma das formas mais comuns de ataques a empresas é por meio de e-mails. É necessário prevenir riscos alertando os funcionários acerca desses e-mails maliciosos, porque grande parte das operações suspeitas provêm de phishing. Estabelecer uma primeira linha de defesa com uma proteção perimetral para proteger-se de ataques em múltiplas etapas e camadas é estratégico.


 

Ferramentas de monitoramento 

Há três estratégias de monitoramento para identificar quando uma operação é suspeita: informáticas, manuais e por listas de nomes.

 

O sistema informatizado se encarrega de estabelecer um padrão e, a partir daí, verificar se há alguma inconsistência, enviando relatórios aos gestores de risco para eles analisarem essa suspeita.

 

Entre os comportamentos atípicos que o sistema pode registrar estão: alterações frequentes no perfil do cliente, entrada de somas incompatíveis com as habituais, contratação de novos produtos e serviços incoerentes com esse perfil ou movimentações constantes injustificadas.

 

O monitoramento manual, por sua vez, consiste em analisar registros e informes monitorados pela empresa, baseando-se no diligenciamento de formulários, comitês, reuniões, e-mails ou qualquer outro meio que preste conta do controle das operações. Este tipo de monitoramento é, geralmente, usado por empresas que não possuem um grande volume de operações.

 

Por último, encontram-se as listas de nomes, onde são registrados os nomes de pessoas suspeitas e acusadas, quer sejam físicas ou jurídicas. Essa estratégia promove a automação da defesa da organização.


 

Recomendações finais 

·       Tomar cuidado com os e-mails recebidos, uma vez que é muito fácil ser vítima de cibercriminosos por este meio. Verifique sempre de onde provém a informação e, se possível, pergunte à pessoa ou empresa que enviou esse e-mail suspeito. 

·       Guardar um registro das transações suspeitas e identificar os clientes suspeitos para prevenir riscos. 

·       Proteger os equipamentos usando antimalware e somente software aprovado pela empresa.

 

Em 2024, estar atento à prevenção de riscos é de suma importância para detectar operações maliciosas dos cibercriminosos e, desta forma, proteger a economia digital do Brasil. 





Gabriel Lima é Sales Engineer da Hillstone Brasil


Hillstone Networks
www.hillstonenet.br.com


Como garantir a conectividade e a segurança dos dados nas estradas


Você sabia que o carro autônomo do Google coleta quase 1GB de dados sobre o seu entorno por segundo? Já os veículos conectados, rodando pelas ruas e estradas, geram cerca de 25GB de dados por dia. As informações coletadas durante os deslocamentos por sistemas computadorizados de bordo, conexões celulares integradas e outras conexões em rede (como Bluetooth) podem transformar seu carro em uma verdadeira mina de ouro de informações pessoais e dados de direção.

Analistas estimam que a monetização de dados do setor automotivo pode gerar um valor de US$ 1 trilhão nos próximos 10 anos. Montadoras, seguradoras, empresas de telecom, entre outras, estão atentas a esse novo mercado, assim como os hackers, principalmente com o avanço da Inteligência Artificial, que vai impulsionar o compartilhamento de dados e o modo como as empresas interagem com os motoristas.

 

Todos lucram com inteligência nas rodovias 

Com inteligência nas estradas, as concessionárias vão ganhar agilidade, precisão e capacidade de gerenciar os dados, oferecendo um melhor serviço. Se um carro sofrer uma falha mecânica e parar no meio da rodovia, com câmeras e conectividade em poucos minutos o socorro será acionado, e sem que seja preciso pedir ajuda por telefone, por exemplo, um veículo de apoio da concessionária chegará para levar o passageiro a um local seguro. 

Além disso, atualmente soluções de IA já analisam imagens transmitidas pelas câmeras de monitoramento da rodovia, e identificam situações de risco, como um veículo parado no acostamento. De forma autônoma, a IA envia um alerta visual e sonoro ao Centro de Comando e Controle (CCO), gerando a abertura de uma ocorrência aos operadores. 

E as montadoras também querem usar esses dados para melhorar a segurança nas estradas, verificar as condições do veículo e aprimorar o relacionamento com os clientes, mas também os querem compartilhar com terceiros. Mas, para isso, precisam garantir a proteção dos dados do condutor, já que essas tecnologias geram uma quantidade significativa de informações que podem ser vistos por cidadãos como confidenciais e pessoais (por exemplo, rotas frequentemente percorridas e endereços visitados), e não colocar em risco o funcionamento do veículo.

 

A conectividade e os riscos chegam às estradas 

Uma das obrigações previstas para o leilão do 5G, realizado em 2021, é a ampliação da cobertura de internet em até 48 mil quilômetros da malha viária brasileira, com roaming obrigatório. A iniciativa permitirá que usuários de uma operadora tenham conexão em uma região onde a operadora contratada não dispõe de cobertura. O Governo Federal também vem trabalhando para ampliar a cobertura 4G nas rodovias. Mas não há uma previsão exata de quando essa conectividade estará implementada. 

E com isso voltamos aos dados gerados pelos veículos. Quais são os maiores riscos? Nossos técnicos indicam que a maior preocupação está na possibilidade de ataques de hackers, por conta do acesso direto de terceiros às funções do veículo, já que cada nova interface de dados externa aumenta o número de alvos potenciais e pontos de entrada. 

Atualmente, os veículos contam com diversos pontos de conexão, como comunicação com a nuvem, servidores do fabricante e de terceiros, aplicativos como Google Car e CarPlay, da Apple, e muitos outros. Uma brecha pode permitir o roubo de um carro ou o destravamento remoto de uma porta, por exemplo, além de criar oportunidades de fraude ou roubo de dados pessoais. 

O risco também envolve funções críticas de segurança, como frenagem, que podem ser afetadas negativamente pelo uso de recursos do veículo e de sua capacidade de computação ao rodar aplicativos de terceiros não aprovados, provocando até mesmo uma falha no sistema. 

Para proteger os dados do carro contra acesso não autorizado, tecnologias de autenticação e criptografia devem ser usadas para garantir que o remetente e o destinatário das informações geradas pelo veículo sejam devidamente autenticados e que os dados armazenados nos servidores sejam criptografados com segurança.

 

Como garantir a segurança dos dados 

Certamente com o avanço da adoção de inovadoras tecnologias teremos rodovias mais sustentáveis e conectadas. Projetos para implementação de infraestrutura para receber carros elétricos e autônomos já estão em andamento. Temos espaço e demanda para a oferta de uma mobilidade mais inteligente, o que vai resultar em mais segurança e melhor experiência nas estradas.

E, para isso, precisamos de tecnologia. Mas, ao mesmo tempo, consumidores estão se tornando mais conscientes dos riscos de certas tecnologias em seus equipamentos automotivos. Ao tornar a privacidade e a segurança uma prioridade em seus produtos – e comprovar que os requisitos de cibersegurança estão em conformidade com normas nacionais e internacionais, apresentando auditorias e certificações - as montadoras e provedoras de serviços de telecom poderão alavancar a adoção dos carros autônomos.

 

Eduardo Gomes - Gerente de Contratos na TÜV Rheinland


Conheça os carros que mais valorizaram e desvalorizaram em 2023

Nos últimos seis meses, Gol, Pálio e Uno foram os carros mais negociados devido a valorização 


Começar o ano de carro novo é o objetivo de muitas pessoas, mas antes de vender seu veículo, é preciso saber se ele está na lista dos mais desvalorizados no ano. Essa informação é essencial tanto para saber o valor de mercado, quanto você poderá cobrar em uma venda futura, ou até mesmo para fazer uma compra mais assertiva. 

Segundo Ycaro Martins, CEO e sócio-fundador da Vaapty, que é pioneira do franchising no segmento de intermediação de venda de veículos em 40 minutos, o ideal para fazer a troca do automóvel é quando estiver abaixo de 100 mil quilômetros rodados e no máximo 15 mil quilômetros por ano, nos casos de carros de passeio:

“O custo de manutenção desvaloriza muito um carro. O mercado define isso a partir do nível de risco que você tem que assumir. O que mais vende hoje em dia são carros completos, de R$40 a R$60 mil reais”, explica Ycaro.

Confira os 10 veículos que mais foram negociados nos últimos seis meses, segundos dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores):

  • Gol
  • Palio
  • Uno
  • Onix
  • Corolla 
  • Celta
  • Fox
  • Ka
  • HB20
  • Fiesta


Mais desvalorizados

Com mais de 200 unidades espalhadas pelo país, a Vaapty é a responsável por fazer a negociação de carros seminovos de forma inovadora, segura e sem burocracia. Nas unidades da marca, os carros mais desvalorizados, devido ao seu alto custo de manutenção, foram o Amarock, Jeep Compass e veículos importados acima de R$150 mil, como a Discovery da Land Rover.

Para quem quer começar o ano com um automóvel novo, ele também alerta: “carro a diesel, no geral, tem uma depreciação maior por causa do custo de manutenção e de seguro, que é muito alto. Quem compra é quem realmente gosta dessa modalidade, mas não são opções indicadas”, alerta.

“Para quem tem um modelo de carro desvalorizado, o ideal é colocar para a venda. Em alguns casos, fazer esse processo sozinho acaba sendo muito burocrático.  Na Vaapty conseguimos fazer essa mediação e concluir a venda em 40 minutos. Esse é o nosso grande diferencial, já que a pessoa leva o carro em uma de nossas franquias, o veículo passa por uma avaliação e perícia e assim que estiver tudo ok, colocamos na nossa plataforma que possui mais de 30 mil possíveis compradores. Quando a venda é concluída, nós cuidamos de todo o trâmite para a entrega e a pessoa recebe o dinheiro na hora, logo após a assinatura da documentação”,explica o CEO da empresa.

Os carros mais desvalorizados no Brasil são os modelos importados, considerados carros de luxo, podendo chegar a uma variação de 40% de perda de valor nos dois primeiros anos. Enquanto isso, os menos desvalorizados são os carros populares fabricados no país.

 

Vaapty


3 pilares principais para um CX de sucesso

Focar na experiência do cliente é indispensável para qualquer empresa

 

O CX (Customer Experience) diz respeito a um conjunto de percepções e impressões de um internauta sobre a empresa após interagir com ela. Do ponto de vista da organização, é a imagem repassada durante todo o processo, antes, durante e após uma conversão, seja ela como compra ou mesmo contratação. Por isso, focar nesse aspecto é indispensável para o negócio ser destaque. 

 

O CX é indispensável para turbinar os negócios 

 

O diálogo estabelecido entre público e corporação é determinante. Afinal, qualifica sua satisfação. Se é engrandecedor, as chances de retenção aumentam exponencialmente. Conforme um levantamento da NewVoice, após uma ajuda positiva, 69% dos respondentes recomendam o serviço para amigos, construindo uma imagem positiva para a companhia. 

 

Desse modo, os empreendimentos de sucesso focam cada vez mais nessa expressão para elevar sua qualidade. Isso porque o princípio básico do CX é garantir os melhores resultados em toda a jornada, alcançando consequências proveitosas para ambos os lados. Desse modo, é fundamental identificar e antecipar os problemas do usuário antes mesmo dele falar tais questões. A atenção deve ser voltada para prevenir os erros e se acontecer algum, é crucial já ter todo o planejamento de ação pronto para conter essa crise. 

 

Nesse cenário, contar com ferramentas de atendimento eficazes é imprescindível para o consumidor ter uma boa impressão da companhia. “Independentemente do público, todo mundo quer um auxílio rápido e seguro quando precisa resolver alguma pendência”, comenta Tiago Sanches, Head de Vendas da Total IP. 


 

Confira os principais pilares de um CX de sucesso 

 

Além de contar com ferramentas inteligentes, uma boa dica é focar em três principais pilares: esforço (effort), emocional (emotion) e sucesso (success). Entenda mais a seguir: 


 

1) Esforço: 

 

Ao tratarmos dessa temática, o esforço se refere ao usuário dentro da sua plataforma com facilidade. Aqui, tratamos da importância de diminuir seu empenho durante todo o processo de interação. Logo, podemos incluir um atendimento rápido e efetivo por intermédio de chatbots, com o uso de uma linguagem clara e acessível. 

 

Segundo Sanches, os Robôs Dinâmicos da Total IP conseguem resolver diversas demandas de forma totalmente automática. “Eles encaminham a 2º via de boleto, status do pedido, agendamento de consultas, matrícula ou até assuntos mais complexos, como uma negociação completa”, acrescenta. Essas são estratégias, inclusive, para elevar a produtividade do time, despendendo a energia dos atendentes para questões difíceis e permitindo o autoatendimento por intermédio da inovação. 

 

2) Emocional: 

 

Esse tópico é vital, pois diz respeito ao desenvolvimento do vínculo emocional entre consumidor e vendedor. Colocar o cliente sempre na frente, mostrar como ele tem sido ouvido, entregar exclusividade e propor ações voltadas para ele é crucial para fidelizá-lo. De acordo com o relatório da Bain & Company, aumentar as taxas de retenção em 5% consegue alavancar os lucros em até 95%. 

 

Sendo assim, é preciso focar em uma personalização assertiva. Com as soluções da Total IP, é possível configurar expressões específicas para gerar identificação na fala, ajustar as respostas de acordo com as perguntas, apresentar opções, entre outras facilidades voltadas para otimizar o SAC. 

 

3) Sucesso: 

 

Por fim, esse ponto está voltado para impulsionar o usuário a atingir seus objetivos durante sua comunicação com a companhia. Isso envolve toda a jornada, desde o momento no qual ele pesquisa mais informações sobre o produto até o auxílio quando ele precisa entrar em contato com a marca. 

 

Conforme um estudo da Kissmetrics, depois de uma experiência negativa de suporte, 26% dos consumidores postam um comentário negativo em suas redes sociais. Esses canais também são utilizados quando alguém procura por um serviço. Por isso, é de extrema importância zelar para atender com êxito, proporcionando tecnologia, de modo a propagar uma boa imagem nesses veículos de comunicação. 


De forma geral, a experiência do cliente é indispensável para a corporação ser bem sucedida em suas negociações. Afinal, quanto melhor sua avaliação, maior a fidelização e, consequentemente, os lucros. Para isso, é essencial contar com mecanismos assertivos, como os da Total IP.

 

Fonte: Tiago Sanches, Head de Vendas da Total IP.



Conheça dez direitos da criança com deficiência na escola

Segundo especialista, jornada pela inclusão pode ser desafiadora, mas não se deve desanimar


A decisão de colocar uma criança com Trissomia 21 (T21), nomenclatura que vem sendo cada vez mais utilizada para a então chamada “Síndrome de Down”, em uma escola tradicional ou especializada, depende das necessidades individuais da criança. Mas, independentemente da escolha, é importante saber que as crianças com deficiência têm uma série de direitos que devem ser respeitados. 

Segundo Patrícia Stankowich, psicanalista, psicóloga e especialista na clínica de crianças com comprometimentos no desenvolvimento e deficiência, a inclusão pode ser enriquecedora, promovendo o aprendizado e o desenvolvimento social, sendo que a comunicação aberta com a escola é fundamental para o sucesso da inclusão. “É importante saber que qualquer eventual problema deve ser conversado com a escola e, caso esta escola não cumpra seus deveres, é preciso buscar apoio legal com base na Lei Brasileira de Inclusão”, explica. 

Confira dez pontos importantes relacionados aos direitos das crianças com deficiência na escola:

  1. É crime negar matrícula em escolas públicas ou particulares, assim como cobrar taxas extras dos pais por conta da falta de estrutura ou profissional de apoio pedagógico.
  2. A matrícula em classes de ensino regular deve ter todo apoio necessário.
  3. Deve haver professores preparados para receber as crianças e incluí-las.
  4. Os materiais didáticos devem ser acessíveis.
  5. O transporte deve ser acessível.
  6. Deve haver Atendimento Educacional Especializado (AEE) para complementar o ensino regular no turno contrário ao que a criança está matriculada.
  7. A criança deve ter acesso aos mesmos materiais que as outras crianças usam. 
  8. Deve haver vários instrumentos de avaliação, já que a avaliação escrita tradicional não é suficiente para medir o desenvolvimento de todos os alunos. 
  9. As crianças podem e devem participar das atividades na escola.
  10. É obrigatória a formação e a disponibilização dos professores para o AEE, assim como para os profissionais de apoio.

Segundo Patrícia, é fundamental que os pais estejam cientes dos direitos que os filhos possuem. “As crianças com deficiência têm o direito de participar plenamente da sociedade e de receber uma educação de qualidade em ambiente inclusivo, que atenda às suas necessidades específicas”, ressalta. 



Patrícia Stankowich - psicóloga multifacetada, circense de nascença, graduada em Filosofia pela UFOP, graduada em Psicologia pelo CESMAC, possui especializações em Psicologia Jurídica e mestrado em Psicologia da Saúde. Como facilitadora em capacitações nas áreas da Saúde e Educação, ela é uma voz autoritária na promoção da inclusão, com atendimento clínico a adultos e especialização na clínica de crianças com comprometimentos no desenvolvimento e deficiência. Para saber mais acesse o instagram.

Princípios e práticas que regem o direito penal na sociedade moderna

O direito penal surge como a âncora reguladora da convivência social, intervindo quando outras formas de controle se mostram ineficazes na busca pela paz coletiva. Ao adentrar ao universo do direito penal, nos deparamos com duas perspectivas essenciais: a primeira, focada na lei em si, enquanto a segunda engloba todas as práticas que viabilizam a aplicação dessa lei na prática. 

Por meio dessa análise, é possível entender o direito penal não apenas como um instrumento de punição, mas como uma ferramenta destinada a controlar o poder do Estado, protegendo assim os valores fundamentais da sociedade. Ou seja, a partir do momento que um indivíduo cometa determinado fato, e este fato esteja previamente definido como crime, surge para o Estado o seu direito subjetivo, aplicando a sanção prevista.

É importante ressaltar que no direito penal as questões reguladas não dialogam tão somente com questões privadas, mas também com as decorrências dessas ações na vida em sociedade.

Não é difícil imaginar que na vida coletiva os conflitos surgem e, na maior parte das vezes, é possível encontrar soluções conciliadoras para as situações. No entanto, em alguns momentos esses conflitos evoluem e de alguma forma acabam por lesionar bens jurídicos essenciais. É neste momento que verificamos a necessidade da proteção estatal por meio do direito penal.

Os princípios do direito penal, assim como nos demais ramos, é de importante relevância, na medida em que são a base de sustentação de toda a construção legal. É importante lembrar, no entanto, que os preceitos podem ou não estar previstos expressamente na lei, mas sua importância não está somente ligada a essa questão.

A intervenção mínima, por exemplo, não está ratificada em texto legal. Pelo princípio, compreende-se o direito penal como último recurso. Ou seja, quando esgotados todos os meios possíveis fora do direito ou mesmo em outras áreas, ele assume o protagonismo da proteção dos bens jurídicos.

Por outro lado, o princípio da legalidade consta expressamente na Constituição Federal bem como no Código Penal, oferecendo a segurança jurídica necessária aos cidadãos, de modo que uma conduta só passará a ser considerada crime por meio de lei que a defina. Por isso, não é possível penalizar sem a prévia cominação legal.

Outro ponto que merece atenção é o princípio da humanidade da pena. Se temos o direito penal como um sistema capaz de estabelecer sanções, é de interesse da sociedade que essas sanções, além de adequadas para a repreensão da conduta eventualmente praticada, não sejam um instrumento de vingança. Tal princípio decorre do princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.

Existem inúmeros outros princípios relacionados ao tema, sendo importante destacar os seguintes:

  • Princípio da Insignificância: prevê que apenas bens jurídicos relevantes devem ser protegidos;
  • Princípio da Adequação Social: prevê que condutas adequadas socialmente não devem ser objetos de reprimenda estatal;
  • Princípio da Culpabilidade: estabelece o dolo ou a culpa como pressupostos da responsabilização penal.

É comum observarmos que o advogado criminalista, em linhas gerais, atua na defesa dos direitos de particulares. Nesta função, sua principal tarefa é atuar em prol da justa aplicação da lei, buscando absorver ou abrandar sanções, dentro dos limites legais e éticos aplicáveis. 

No entanto, além dessa função, que podemos considerar como a típica do advogado criminalista, cresce cada vez mais a atuação preventiva, principalmente dentro de empresas e, em especial, àquelas que prestam serviços ao poder público, ante as inúmeras possibilidades de responsabilização de seus sócios em casos de eventuais irregularidades.

O Direito Penal possui uma função, que por meio de uma sanção criminal, previne a reiteração de condutas criminosas no meio social e protege a comunidade das transgressões que eventualmente lesionam bens jurídicos essenciais à manutenção da vida em harmonia.

Portanto, podemos entender o direito penal como um instrumento legal não direcionado em essência à punição, e sim para controlar o poder do Estado de punir. 

Com os sistemas do direito penal, é possível estabelecer os caminhos legais que as autoridades devem seguir para viabilizar o efetivo exercício deste poder que é, sem sombra de dúvidas, um instrumento necessário para a proteção dos bens jurídicos que a sociedade tutela.

Quanto mais efetivos forem os meios iniciais de controle social, menor será a intervenção do direito penal.

  


Fábio F. Chaim- atua na esfera criminal, representando os interesses de seus clientes, sejam eles investigados, acusados, vítimas, ou terceiros interessados. Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (2011), é pós-graduado em Direito Penal Econômico – Fundação Getúlio Vargas – FGV (2018) e em Direito Penal Econômico pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. IBCCrim (2016). Possui também mestrado em Direito Penal – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (2015).
Para mais informações, acesse o site, Instagram, Facebook, Linkedin ou canal no Youtube.

 

Etecs divulgam gabaritos oficiais do exame do Vestibulinho a partir das 15 horas

Respostas corretas dos exames do processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais estarão disponíveis na internet; lista de classificação geral será divulgada em janeiro de 2024

 

Nesta quinta-feira (14), a partir das 15 horas, será possível consultar os gabaritos oficiais do processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) para o primeiro semestre de 2024. Para conferir as respostas corretas das provas para os cursos Técnicos, Ensino Médio em seus diferentes formatos, Especializações Técnicas e vagas remanescentes de segundo módulo, o candidato precisa acessar vestibulinhoetec.com.br ou o site do Centro Paula Souza (CPS).

A lista de classificação e convocação para as provas de aptidão para cursos técnicos de Canto, Dança, Regência e Teatro será divulgada no dia 19, na página do processo seletivo. Os candidatos farão a avaliação específica para estes cursos nos dias 20 e 21.

Já a divulgação da classificação geral do Vestibulinho das Etecs, incluindo o resultado das provas de aptidão, será no dia 11 de janeiro de 2024, pela internet 

 

Outras informações pelos telefones (11) 3471-4071 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-772 2829 (demais localidades) e pelo site www.vestibulinhoetec.com.br

 

 

Centro Paula Souza

 

ESPECIALISTA ALERTA PARA VIAGENS LONGAS QUE AGRAVAM SINTOMAS DE CONDIÇÕES VASCULARES

 

Freepik

Carol Mardegan, cirurgiã vascular e membro da SBACV, orienta sobre os riscos da incidência dos sintomas da trombose e dá dicas de como evitar desconfortos em viagens de carro e avião.

 

Com o aumento das viagens de longa distância, seja de carro ou avião, a preocupação com a trombose, uma doença vascular potencialmente grave, tem crescido. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que a trombose afete cerca de 1 em cada 1.000 pessoas em todo o mundo. 

Para entender como o longo período sentado durante essas viagens pode agravar os sintomas da trombose, a especialista em Cirurgia Vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), Carol Mardegan, ressalta a importância da prevenção. “Buscar por acompanhamento médico é essencial, depois do diagnóstico, é fundamental continuar o tratamento. A prevenção também é igualmente necessária, evitar o sobrepeso, consumo alto de álcool, tabagismo, colesterol alto são formas de se prevenir”, destaca. 

A trombose é caracterizada pela formação de coágulos sanguíneos nas veias, frequentemente identificada na região das pernas. O longo período sentado em viagens faz com que a circulação sanguínea fique mais lenta, aumentando o risco de formação desses coágulos. Os principais sintomas da trombose são dor e inchaço nas pernas, que podem evoluir para complicações mais graves, como a embolia pulmonar.
 

Em viagens de carro: Como reduzir a incidência dos sintomas? 

Para reduzir a incidência dos sintomas da trombose durante viagens de carro, a especialista recomenda algumas medidas simples. "Faça paradas a cada duas horas para esticar as pernas e caminhar por alguns minutos. Movimente os pés e as pernas durante o trajeto e evite apertar as pernas ou cruzá-las durante muito tempo", indica Mardegan.
 

Em viagens aéreas: Como sentir menos dores? 

Já em viagens aéreas, onde o tempo prolongado sentado é ainda maior, a especialista sugere algumas estratégias adicionais para aliviar os sintomas. "Além de movimentar as pernas regularmente durante o voo, é importante usar meias de compressão elástica, que ajudam a estimular o fluxo sanguíneo. Também é recomendado evitar o consumo excessivo de álcool e se manter hidratado", orienta a especialista. 

A prevenção é fundamental para evitar complicações relacionadas à trombose. Portanto, se você está planejando uma viagem longa agora no final do ano, seja de carro ou avião e sofre com a trombose, tente ao máximo manter o acompanhamento médico antes das viagens. Cuide da sua saúde e desfrute de uma viagem segura e confortável.
 

Carol Mardegan - Graduada em medicina pela Universidade de Taubaté, com residência médica em Cirurgia Vascular pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), especialização Fellowship em Cirurgia Endovascular. Carol Mardegan é membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e tem como foco a Cirurgia Endovascular buscando sempre os melhores resultados através das modernas técnicas minimamente invasivas.


quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Saiba como as cólicas podem indicar problemas nos órgãos reprodutores femininos

Dores abdominais podem caracterizar problemas que passam despercebidos no dia a dia das mulheres


As cólicas menstruais costumam afetar, em algum momento da vida, cerca de 65% das mulheres¹. Caracterizado por dores na região do baixo ventre², o incômodo pode variar de intensidade e também atingir as costas e os membros inferiores.

 

As cólicas menstruais costumam surgir entre 6 meses e 1 ano após a primeira menstruação³, sendo irregulares nos primeiros ciclos e podendo ocorrer na maioria deles conforme a frequência da ovulação. Também podem se manifestar antes e durante a menstruação ou apenas no momento do sangramento, de acordo com o ciclo.

 

As dores das cólicas menstruais podem ser imperceptíveis para algumas mulheres e mais fortes para outras, podendo ser rapidamente sanadas por analgésicos. Porém, as cólicas muito intensas podem indicar alguns problemas nos órgãos reprodutivos femininos e na procura de uma causa, podemos diagnosticar por exemplo, a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) e a endometriose, esta sim, desencadeadora de forte dor abdominal nas mulheres. Por isso, é importante atentar-se aos sinais que o corpo dá.”, aponta o Dr. Márcio de Queiroz Elias, ginecologista e obstetra com mais de 30 anos de experiência.


 

Como identificar se há um problema?

 

Muitas mulheres sabem identificar quando a dor ou a intensidade aparecem de forma diferente. É neste momento que a preocupação e orientação médica são importantes.

 

”Quando se tem a Síndrome dos Ovários Policísticos, por exemplo, um dos primeiros sintomas deste distúrbio endócrino que podemos ter além das alterações em pelos no rosto e no corpo,  acne,  é a presença de dor do tipo cólica em mulheres jovens⁷ e irregularidade do ciclo menstrual devido à ausência da ovulação⁴, que podem passar despercebidos quando não se sabe a causa do problema”, explica o Dr. Márcio Elias. 

 

Já no caso da endometriose, os sintomas são ainda mais parecidos com os de uma menstruação, como cólicas e sangramento. ”Estas dores intensas se mostram nos dias da menstruação e também fora do período menstrual, uma dor crônica, atrapalhando a rotina de 10% das mulheres brasileiras⁵. Algumas mulheres que sofrem com a endometriose relatam que, diante de tanta dor, podem até sofrer desmaios, enquanto outras podem ter uma doença silenciosa”e muito prejudicial para a fertilidade das mesmas, complementa o médico.

 

Para as cólicas menstruais comuns, Mirador Cólica tem ação rápida e efeito prolongado. Sua dupla ação, age na dor e alivia as contrações.⁶

Mirador Cólica. Direto na cólica.

Mirador Cólica. bultibrometo de escopolamina e dipirona. Indicações: tratamento dos sintomas de cólicas intestinais, estomacais, urinárias, das vias biliares, dos órgãos sexuais femininos e menstruais. MS 1.5584.0641. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Novembro/2023.

 



Neo Química

1. PMB IQVIA FY 2022 UND

2. Estudo especial IQVIA dezembro’2022



Referências bibliográficas

1. Prevalência de dismenorréia primária e seu impacto sobre a produtividade em mulheres brasileiras: estudo DISAB. Revista Brasileira de Medicina. [Internet]. Ago. 2008. [cited 2023 Ago 29]. Available from: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-493926

2. Doenças: Cólicas Menstruais [Internet]. Instituto de Ginecologia da UFRJ. Jun 2020. [cited 2023 Ago 29]. Available from: https://ig.ufrj.br/colicas-menstruais/

3. Proctor M, Murphy PA. Herbal and dietary therapies for primary and secondary dysmenorrhoea. Cochrane Database Syst Rev. 2001 ;(3):CD002124.

4. Maldini G. 5 coisas que você precisa saber sobre Síndrome do Ovário Policístico. Especialista da Faculdade de Medicina da UFMG esclarece dúvidas sobre a doença [Internet]. 2019 Set 5. [cited 2023 Ago 29]. Available from: https://www.medicina.ufmg.br/5-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-sindrome-do-ovario-policistico/

5. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa. Endometriose. Boletim Saúde e Economia. 2014; VI(11): 1-4. [cited 2023 Ago 18]. Available from: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/fiscalizacao-e-monitoramento/mercado/boletim-saude-e-economia/boletim-saude-e-economia-no-11/view

6. Bula do produto Mirador Cólica.

7. Jeong JY, Kim MK, Lee I, Yun J, Won YB, Yun BH, Seo SK, Cho S, Choi YS, Lee BS. Polycystic ovarian morphology is associated with primary dysmenorrhea in young Korean women. Obstet Gynecol Sci. 2019 Sep;62(5):329-334.


Osteoporose Senil: Um Alerta para a Saúde Óssea na Terceira Idade

8,9 milhões de fraturas ocorrem em todo o mundo, uma a cada três segundos

 

A osteoporose senil, um distúrbio do metabolismo ósseo associado ao envelhecimento, está emergindo como uma preocupação de saúde significativa, especialmente em uma população global cada vez mais idosa. Caracterizada pela diminuição da massa e resistência óssea, a osteoporose senil afeta indivíduos acima dos 70 anos, com fatores como dieta pobre em cálcio, baixa exposição solar, inflamação e diminuição da formação óssea desempenhando papéis cruciais em seu desenvolvimento.


 

Dados Alarmantes e Impacto Global:


“A osteoporose afeta mais de 200 milhões de mulheres globalmente, com estatísticas revelando que aproximadamente um décimo das mulheres aos 60 anos, um quinto aos 70 anos e dois terços aos 90 anos sofrem com a doença. O risco de fraturas osteoporóticas é crescente, com 8,9 milhões de fraturas ocorrendo anualmente em todo o mundo, uma a cada três segundos. Prevenir e tratar a osteoporose torna-se crucial para mitigar esses impactos”, informa Dra. Maria Fernanda Brandão de Resende de Guimarães, reumatologista membro da diretoria da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO).


 

Desafios no Diagnóstico:


A osteoporose é assintomática, tornando o diagnóstico desafiador. A densitometria óssea é recomendada para mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos, mas considerações adicionais são feitas para pacientes com fatores de risco. A prevenção ao longo da vida é enfatizada, incluindo uma dieta rica em cálcio, exposição solar adequada e atividade física regular.


 

Tratamento e Cuidados:


Além de medicamentos como bisfosfonatos, denosumabe e drogas anabólicas, a prevenção de quedas é essencial, incluindo medidas de segurança em casa. A força muscular, relacionada à osteoporose, requer atenção, com recomendações para ingestão adequada de proteínas e exercício físico regular.


 

Recomendações para uma Vida Saudável:


A promoção de hábitos saudáveis ao longo da vida é a chave para evitar a osteoporose senil. Alcançar o pico de massa óssea na idade adulta, juntamente com uma dieta equilibrada, atividade física e evitar hábitos como tabagismo e consumo excessivo de álcool, são estratégias cruciais para uma população idosa mais saudável.

 

A osteoporose senil não é uma condição inevitável do envelhecimento. Com medidas preventivas desde a juventude, é possível promover a saúde óssea e reduzir o impacto desta doença debilitante em uma sociedade que enfrenta o desafio de uma população cada vez mais idosa.

 


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Quatro dicas valiosas ao levar uma criança para fazer exame de imagem

Radiologista da CDPI reforça que equipe especializada em pediatria e ambientes acolhedores fazem a diferença no bem-estar dos pequenos 

 

Os exames de imagem são ferramentas valiosas no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes de todas as idades, incluindo as crianças. Porém, os pequenos podem se sentir inseguros durante essas avaliações, e, alguns detalhes, como a ambientação e a forma como os pais e médicos lidam com a situação, podem fazer a diferença no bem-estar do paciente. A dra. Tatiana Fazecas, radiologista pediátrica da CDPI Criança, que faz parte da Dasa, maior rede de saúde integrada do Brasil, aponta 4 fatores importantes para avaliar ao levar uma criança para fazer exame de imagem:  

 

1.               Profissionais especializados em pediatria no atendimento à criança 

De acordo com a dra. Tatiana, o mais importante ao fazer um exame de imagem em um paciente pediátrico é escolher um profissional especializado nessa área. Além de se comunicar com a criança de uma maneira que ela entenda melhor, o radiologista pediátrico tem o conhecimento específico das patologias da faixa etária, estando apto a orientar e realizar o diagnóstico utilizando os protocolos de adaptação do uso de radiação.  


2.              Tecnologia como aliada de pais e médicos 

Diversos avanços tecnológicos facilitam a realização de exames em crianças, como os tomógrafos de última geração que geram imagens de melhor qualidade em menor tempo de exposição, mesmo quando o paciente se mexe. Expor as crianças à menor radiação possível é fundamental, principalmente em casos de pacientes crônicos que precisam fazer diversos exames de imagem ao longo da vida.  

 

3.           Um ambiente lúdico ajuda a reduzir a ansiedade nos pequenos 

Ao escolher o local em que o exame será feito, uma boa opção são os que oferecem ambientes pensados para o público infantil, decorados de maneira lúdica. De acordo com a dra. Tatiana, crianças tendem a ficar mais tranquilas e receptivas em lugares que ofereçam estímulos visuais que elas reconheçam como divertidos, como ilustrações de animais ou personagens de desenhos. Estar entretida com decorações humanizadas na sala de espera e no ambiente da realização do exame, pode deixar a criança mais tranquila, o que impacta também no tempo de realização do exame e a não utilização de sedativos.   

 

4.              A criança nunca estará sozinha 

Nem sempre os pequenos entendem como o exame de imagem funciona ou o porquê de os pais precisarem sair da sala. Por isso, é importante reforçar que a criança sempre estará acompanhada de seus pais e pela equipe que conduz o exame na CDPI. Isso pode tranquilizá-la e reduzir o medo do “desconhecido”. 

 

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